O próximo nível (V)




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Próximo postQuero começar contando a história que rolou com minhas filhas e o notebook, já que hoje elas tão maiores e não quero que isso caia no esquecimento.

Lembro que naquela vez, a Marisol ficou mais puta que eu com as pequenas, dando bronca nelas e falando que meu computador não era brinquedo e "o quanto ia custar caro pra consertar" (fator que ia me foder naquela noite, quando eu falei que esses tempos já tinham passado e que o discurso dela parecia muito com o que o pai pão-duro dela dava quando a gente era solteiro, fazendo ela chorar).

Mas por outro lado, fiquei impressionado com a dedução da Verito, que acabou sendo a "mente por trás" dessa travessura.

Ela me explicou soluçando que queria me ajudar. Queria preparar algo gostoso pro jantar e pensou em panquecas. Mas, com cuidado, minha filha decidiu usar "coisas que podiam pegar" (já que, na cozinha, eu proibia elas de pegar panelas e utensílios elétricos, porque podiam se machucar, cortar ou queimar), optando pela maionese e meu notebook.

Eu tava me segurando pra não rir quando ela confessou que não conseguiu achar a farinha e o açúcar pra fazer a sobremesa. Mas também destacou que a Pamelita, nossa filha com Asperger, pediu pra ela parar.

As pequenas discutiram um pouco, mas no fim, a Verito decidiu que iam fazer no meu computador porque "talvez ninguém mais no mundo tenha pensado nisso..."

Com as duas chorando junto comigo, me perguntaram se realmente tinha sido tão grave (já que sabiam que eu usava o computador pra trabalhar, porque faziam as atividades da creche comigo na época, enquanto a Marisol tava ocupada com as aulas), e eu fui sincero e respondi que não sabia, já que não consegui ligar meu notebook.

Mas também não dei muita importância, porque a memória do disco parecia estar intacta e porque eu tava adiantado uma semana e meia nos meus projetos.

Liguei pra minha chefe Sônia e expliquei a situação (fazendo ela rir também) e ela disse que tivesse paciência, porque não tinha certeza de como a área de assistência técnica estava operando, mas que o mais provável era que a Maddie (A chefe de RH) acabasse descontando dias do meu salário (o que realmente aconteceu), o que não me importava nem um pouco. E, caso o Nelson ou a Glória tivessem algum problema que não conseguissem resolver sozinhos, podiam me ligar no celular e, no pior dos casos, usar o notebook da Marisol.

Por isso, foi difícil encontrar essa parte da história, já que estava guardada no notebook da minha esposa.

Pois bem, no sábado seguinte, estávamos começando a "ter problemas com nossa cobertura". No geral, a situação da pandemia na Austrália não passou dos 10% nos primeiros meses, então, embora nossos vizinhos idosos fossem gratos pelo nosso gesto, os próprios familiares deles começaram a arcar com as despesas.

No entanto, naquele sábado, a Sarah estava de dar água na boca: usava umas leggings cinzas, apertadas, que grudavam como uma segunda pele; um top esportivo da mesma cor e modelo, com um decote generoso, onde a sombra dos biquinhos dos peitos aparecia sutilmente, complementado por um corta-vento verde aberto, que além de disfarçar os peitões, destacava a bunda lisinha dela.
O próximo nível (V)Mas não era só isso: o batom rosa dela hipnotizava com o franzido dos lábios, o rosa das bochechas passava uma aura de inocência, os olhos azuis celestes olhavam com uma certa safadeza, e a rabuda dourada dela se destacava de um jeito escultural.·O quê? Você disse que eu devia me vestir mais casual… — ela sorria de forma provocante, levando o dedo indicador perto da boca, sugestivamente.

Mesmo dentro do carro, a situação não deixava espaço para dúvidas, já que os peitos perfeitos dela balançavam ao menor movimento, deixando claro que não usava sutiã por baixo — e o mesmo valia pra calça, que não mostrava sinal nenhum de calcinha.

Claro que ela adorava a atenção que meus olhos davam.

Na verdade, o que mais me lembro é que, quando chegamos na recepção do hotel, ela se aproximou do balcão com um jeito amigável, arrastando sem pudor a parte da frente do corpo sobre a superfície, elogiando o dono do lugar pelos acabamentos lindos no teto e o bom gosto nos lustres, deixando tanto ele quanto eu sem palavras ao ver tanta carne se mexendo sem a menor preocupação da dona.

No quarto, a dinâmica já era completamente diferente: a gente se beijava sem vergonha, ela esfregando a frente opulenta dela na minha e guiando minhas mãos pra bundona dela, pra depois me abraçar por cima dos ombros.
·Temos um assunto pendente. — ela disse, me olhando encantada e num tom envolvente.

Enquanto continuávamos nos beijando, aproveitei pra enfiar minhas mãos por dentro da calça de moletom dela, confirmando que não tava usando nada por baixo. Da parte dela, ela enfiou a mão, abriu minha braguilha e começou a acariciar suavemente com as duas mãos o que tava escondido dentro da minha cueca.

Aproveitando que queria tirar minha calça, ela deslizou ela entre minhas pernas, enfiando meu pau entre os lábios sensuais dela, cuja língua se encarregava de sentir minha dureza.

Da minha parte, eu apressava a exploração dos meus dedos no cuzinho dela, com a surpresa de que o indicador e o médio entravam com mais facilidade. Por causa disso, ela parou de me chupar por um instante e começou a gemer rouco.

— Vejo que você me obedeceu. — falei, esticando a bunda dela o máximo que dava.
·Sim… fui uma menina boazinha… —respondeu entre gemidos.

E embora seja ruim admitir, o tom da voz dela saiu tão agudo que meu pau deu uma pulsada ao pensar que poderia ter sido a Brenda falando.

Ela não resistiu quando comecei a lamber. Claramente, o cu dela já se dilatava muito mais do que no começo.

— E como você fez isso? — perguntei, enquanto enfiava e tirava meus dedos com relativa facilidade.

Ela segurava os gemidos apertando os lábios e, assim que eu me afastava, soltava uma espécie de resmungo rouco.
·Tive que ser criativa. – respondeu, soltando um suspiro. – Não encontrei nada do seu tamanho… então tive que usar uma cenoura grande e grossa.

O comentário sensual dela fez meu pau dar outro pulo.

Anos atrás, eu tinha dito isso pra Hannah na última vez que estávamos juntos no serviço durante aquela longa cavalgada sexual, mas foi mais na brincadeira. Mas quando, tempo depois, o idiota do Douglas, o marido dela, confirmou que Hannah não conseguia passar pela seção de hortifrúti sem olhar pras bananas e cenouras por um bom tempo, isso me fez pensar que talvez eu seja mais bem-dotado do que imaginava.

– Então, tá na hora da coisa real. – avisei.

Mandei ela ir até o sofá, pedindo que apoiasse os braços no encosto como da última vez, sem perder um mísero segundo nem dos lábios dela nem da bunda branquinha.

Aproveitei a posição dela pra lamber a buceta toda molhada, de onde escorriam gotas grossas e pegajosas, e o clitóris pulsante dela estava completamente distendido. Ela gemia mais quente ao sentir que eu usava os próprios sucos dela com meus dedos, improvisando lubrificante pro cu dela.

– Isso pode doer um pouco. – avisei, ao apresentar minha cabeça na entrada dela.

Apesar da prática dela, o avanço foi lento, mas não doloroso demais. Era claro que eu tava esticando os tecidos dela, mas os gemidos eram mais de alívio do que de dor.
·É enorme. – ela respondeu ao sentir minha cabeça lá dentro.

Por mim, não podia me sentir melhor: tinha a feroz e intimidadora advogada do lado, mãe da Brenda, que há 20 anos não transava e naquele momento, eu a tinha sodomizada pelo cu, ofegante por sentir mais.

Mas mais uma vez, o pensamento que mais ficava na minha cabeça era “a mãe da Brenda”, “a mãe da Brenda”.

Brenda, aquela que a Marisol aconselhou sobre como perder a virgindade. Brenda, aquela que se masturbava o dia todo por causa da pandemia. Brenda, a garota de olheiras, faminta pela pica do primeiro namorado.

E comecei a meter no cu dela com mais força, enquanto meu cérebro tinha uma crise existencial. Como era possível que eu desejasse a filha, se a mãe era ainda mais gostosa?
·Ahhh… Ahhhh… Ahhhhh…

Será que os peitos dela ainda eram pequenininhos, comparados com as tetas da mãe dela?
·Ohhhh… Ohhhhhh… Isso!... Pega nos meus peitos!... Por favor!...

E aí, finalmente, caiu a ficha na minha cabeça: todos os comentários que a Marisol fazia sobre como ela me olhava e sorria nervosa vieram à minha mente: as vezes que eu a encontrava dormindo indefesa e quase nua, quando ficava para cuidar das meninas…
·Ahhhh, isso!... Ahhhhhh, isso!... Arrebenta minha buceta!... Arrebenta minha buceta!

Do jeito que ela me olhou, toda vermelha, naquela vez que parei o elevador e confessei que tinha transado com a Pamela.
·Ai, meu Deus!... Ai, meu Deus!... Você tá tão fundo!...

Como ele tentou se desculpar, dizendo que não tava nos ouvindo.
·Ah, meu Deus!... ah, meu Deus!...Me dá mais!... Maaiis!... Ela também tá nos ouvindo?·Ahhhhh!... Ahhhhhh!... Ahhhhhh!
Será que ela vai bater uma pra gente?
·É tão gostosa!... Ahhh!... Ahhhhh!... Ahhhhhh!
Será que ela pensa em mim ou no namorado dela?
·Ahhhhh!... Tá queimando minha buceta!...
(You’re burning my ass!!)
Será que ele vai nos ouvir como a puta da mãe dele?
E aí, voltei pra ela, enfiando o pau até o fundo e gozando sem controle nenhum.
·Ahhhhhhh!... Ahhhhh!... Ahhhhh!
A advogada gostosa chupa pica.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá me queimando por dentro!...
Aquela que finge defeito pra tentar me comer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, meu Deus!... Ah, meu Deus!... Você continua gozando! Aquela que há 20 anos não transava com ninguém.·Ahhh!... Ahhhh!... Não aguento mais!

A que reclamava de ciúmes, porque a Marisol gemia enquanto a gente transava.

Ela desabou exausta no banco. De algum jeito, o sutiã esportivo dela se soltou (provavelmente fui eu) e os peitos dela balançavam suavemente.

Nós dois nos recompusemos no banco, sorrindo um pro outro, satisfeitos. Ainda me questionava por ter gozado pensando na filha dela. Mas não demorou muito pra uma das mãos dela começar a agarrar meu pau. Depois, por iniciativa própria, ela começou a me fazer um boquete, já que meu pau mal tinha se mexido.

"Se a mãe chupa assim, como será que a filha faz?" Não pude evitar pensar.

Depois, ela montou em mim. Os peitos quentes e suados dela ficavam no meu rosto, enquanto a gente se beijava com paixão. E, mesmo assim, eu não parava de pensar nos peitinhos macios da Brenda.

Sarah começou a gemer enquanto eu chupava o mamilo dela, mas eu não conseguia parar de pensar se o namorado da Brenda já tinha chupado os peitos dela. Se aquelas tetinhas virgens já tinham sido manchadas e mordidas.

No entanto, quando a gente entrou no chuveiro, eu já tava no lugar certo: Pegava a Sarah no banho, massageando os peitos dela sem hesitar.
vadiaNem passava pela minha cabeça que a Brenda fizesse isso. Provavelmente, ela só passava a mão de leve, sentindo o próprio calor virgem e juvenil, quando tomava banho e tirava o sabão. No máximo, os peitos inchavam um pouco com o calor da água. Ou quando massageava a base dos seios, que a Marisol diz que é a primeira coisa que deve lavar bem direitinho. O mais certo é que ela nem soubesse como se dar orgasmos pelos peitos, beliscando os biquinhos, puxando eles ou massageando… a não ser que a Marisol tivesse ensinado, claro.loiraQuando saímos do chuveiro, a Sarah me deu um beijinho safado na bochecha.
·O que você fez com meus peitos foi sublime. – ela disse, olhando descaradamente pro meu pau e levando a mão à boca, como se não tivesse se satisfeito.
O comentário dela me deixou confuso. Eu fiz alguma coisa com os peitos dela?
No caminho pra casa, eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela toda vez que a gente parava num semáforo. Por baixo do top esportivo, os mamilos grossos ainda apareciam, que provavelmente deviam ser bem maiores que os da Brenda, que nem deviam estar completamente desenvolvidos.
peitoes

·Já! Arranca! – ela me apontava, divertida, assim que o sinal do semáforo mudava.

Quando chegamos ao estacionamento, nos beijamos com total liberdade, com minhas mãos agarrando aquelas bundas divinas e provocantes, e ela me envolvendo com os braços por cima dos ombros. Já não havia tantos cuidados. Uma das vantagens da pandemia era que, com sorte, as pessoas saíam de casa, e muito menos naquela hora.
·— Queria te pedir uma coisa impossível! — suspirou, romântica.

— Fala.

Ela sorriu, toda safada.
·Eu queria saber como sua esposa se sente passando a noite inteira com você. – comentou, brincando com os botões da minha camisa. – Tem vezes que vocês dois fazem tanto barulho… que fico curiosa sobre o que vocês fazem.

Sorri de volta pra ela, me perdendo no sorriso perfeito dela e nos olhos azuis claros.
·Mas eu sei que é impossível. —continuou, soltando um suspiro lastimoso. —Você e sua esposa estão juntos o tempo todo… e a Brenda mal sai do apartamento.

Brenda. Minha maravilhosa Brenda. Não consegui evitar sentir meu pau pulsar um pouco ao ouvir o nome gostoso dela. Que porra tava acontecendo comigo?

A gente se beijou mais uma vez, aproveitando a solidão do estacionamento. Entreguei a sacola das compras pra ela, imaginando o que a inocente da Brenda vai pensar ao ver que a mãe dela sempre traz papel higiênico quando sai comigo. Será que ela desconfia de algo mais?

E como sempre, combinamos de nos ver daqui a 2 semanas…

Mas, graças ao trabalho de inteligência e logística da minha esposa, o "sonho impossível" dela ia se realizar em 7 dias… junto com o meu.
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POEMA CANSADO

Mis manos arden como dos leños,
Llenas de tierra, parecen despedazarse.
El sol observa iracundo,
Mientras las masas escarban los caminos.

Volveré sobre mis pasos,
La luna despertará en la noche,
Y soñaré con el fluir de tu sangre,
Hidratan
Es un bonito poema que encapsula el momento. Insisto, de ser por mí, mis ojos solos serían de mi amada, al igual que mis caricias, mis besos y todos mis esfuerzos. No obstante, lo mejor de mi mujer es la generosidad de su corazón. Te deseo buenas fiestas y muchas gracias, tanto por compartir tus pensamientos, así como por leer.