Antes de começar este capítulo, a gente queria agradecer, eu e minha mina, por todas as mensagens, comentários e pontos que vocês deixam. Como prova da nossa gratidão, no final do capítulo a gente deixa um presentinho nosso. E é que, por mais que tivesse algumas coisas que eu sentia falta da minha vida anterior, a real é que minha mina, com aquela bunda empinada, os peitos dela e aquelas fodas do caralho, me faziam esquecer de quase todos os luxos de antes. A verdade é que das coisas materiais eu não sentia falta de absolutamente nada — nem um computador novo, nem um quarto só pra mim, nem TV, nada, nada disso podia me fazer duvidar tendo a companhia da minha mina. Tendo nossas fodas e nos provocando o dia inteiro. Quanto às famílias, já era lavada pra família da minha mina. Onde lá era tudo amargo, aqui era tudo alegria; onde lá tinha pensamento retrógrado, aqui era tudo livre. Aqui tinha cumbia, tinha breja, tinha putaria, aqui tinha carnaval. Onde eu sofria um pouco mais era na questão da comida. Primeiro porque eu não tava acostumado com essa parada de não almoçar ou só beliscar um sanduíche. E os cafés da manhã não tinham nada a ver com a minha vida antiga. É por isso que, em parte, saí pra procurar trampo. Queria ter grana pra curtir os fins de semana com minha mina, sair pra passear como a gente fazia antes, comprar roupinha sexy, lingerie, e também melhorar um pouco a qualidade dos meus almoços. A real era outra claramente naquela época, e se conseguia trampo fácil. Não demorei nem meio dia dando umas voltas com o 147 por uns lugares onde me recomendaram e consegui trampo como repositor num supermercado, digamos, perto da nossa casa, umas vinte quadras mais ou menos. Na informalidade, claro, principalmente pra que minha linda guerreira tivesse todos os benefícios do governo — auxílio, plano de trabalho, acho que era isso na época, não lembro direito. O que eu lembro foi voltar muito feliz pra casa da minha mina. pra contar do meu feito. Cheguei e lá estava minha gostosa no quintal com minha sogra e minha cunhada. A sogra pendurava roupa enquanto as duas filhas lindas e vagabundas tomavam chimarrão sentadas confortavelmente nuns cadeirões que mal se seguravam em pé. Cheguei, me aproximei e cumprimentei minha mina com um belo beijo na boca. Minha sogra pendurava naquele momento umas calcinhas fio dental minúsculas no varal. Tinha de todas as cores, vermelhas, brancas, roxas, azuis claras, alguma preta. Misturadas com as da minha cunhada e as da minha mina. Minha sogra, ao ver minha cara de tarado me deliciando com aquelas calcinhas fio dental, disse: "te deixa louco com essas calcinhas, né?". Me pegou um pouco de surpresa porque, embora ela sempre tivesse me recebido bem e a família me adorasse, as únicas com quem eu tinha brincado e zoado sobre sexo eram minhas duas cunhadas. Nunca com a sogra. "Que tal acha que a menina é uma deusa?" respondi sem me exaltar demais, mantendo a calma por via das dúvidas. "As duas saíram putas que nem a mãe." respondeu minha sogra rindo. As duas minas riram e concordaram. Isso me fez pensar em quantas histórias, quantas coisas de quando eram mais novas elas já viveram e eu ainda não sabia. Noites ouvindo minha sogra dar uma trepada ou coisas assim. Com certeza milhares, e agora eu queria saber, queria descobrir. Então me animei, já sentindo a piroca endurecendo no moletom, e soltei uma: "então você é a culpada da minha mulher me foder tão bem?". Fechei a frase sorrindo pra minha mina, que me devolveu um olhar de putinha, como quem diz que naquela noite a gente ia foder que nem uns selvagens. Minha sogra sorriu e voltou ao ataque: "eu não ligo pra nada, querido, quando eu como, como, esquece". E continuou: "pergunta pra essas duas aqui senão", deixando bem claro que elas já tinham ouvido ela trepar várias vezes. As duas minas riram e minha gostosa respondeu no meio das risadas: "nem dormir deixava, desgraçada". Eu ia sentindo cada vez mais vontade de foder, mais tesão e mais amor por essa família linda. "Você não Você fica pra trás, garota, dá pra ouvir tudo" — respondeu minha sogra num tom bem relaxado. Eu tava com a pica dura pra caralho. Morria de vontade de foder minha mina naquele exato momento. Naquela noite, depois de esperar a tarde inteira com uma vontade doida, eu e minha mina estávamos deitados na cama. Ela tava só de peitos de fora e uma calcinha fio dental, e eu de pau completamente duro. Nos beijando, nos roçando, passando a mão um no outro. Aí minha mina fala: "Vamos foder na sala que eu ouvi minha mãe". Me surpreendeu e me deixou com muito mais tesão essa atitude. Claramente tinha a ver com a tarde e com histórias do passado que eu morria de vontade de ouvir. Então levantamos da cama praticamente pelados e saímos do quarto pra sala. O quarto da minha sogra dava pra essa sala e também não tinha porta, só uma cortininha. Eu sentia o coração batendo igual louco e a pica tava dura pra caralho. Minha mina se colocou bem na frente da cortininha, se agachou e começou a me chupar. Eu sentia um fogo percorrendo o corpo inteiro. Tesão, nervoso, tudo. Olhava minha mina me chupando e dava uma olhada de canto na cortininha pra ver se minha sogra aparecia ou o que rolava. Quando um carro passou na rua, iluminou a sala com os faróis e eu vi que minha sogra dormia pelada e de peitos de fora. Ela dormia, mas podia acordar a qualquer momento. E minha mina, linda, me chupando basicamente do outro lado da cortina que servia de porta. Quando minha pica já tava inchada e duríssima, minha mina se levantou e encostou as costas na parede do quarto da minha sogra, bem do lado da cortina. "Me come toda, bebê" — ela implorou. Eu, vendo aquela bundinha redonda e firme, agarrei e abri um pouquinho as nádegas pra enfiar a pica sem camisinha, pele com pele, dentro da buceta linda dela. Minha mina, ao sentir minha pica entrando, deu dois gritinhos agudos, bem de puta, e respirava ofegante. Obviamente, ela também tava com muito mais tesão por causa da situação toda. Eu bombava a pica pra dentro e, com uma mão, apertava a teta e apertava o bico dela. Minha mina não gemia, gritava. Eu ouvia os gritos dela e juro que sentia que a putaria tava me deixando louco. Cada porrada dentro da buceta dela fazia a vagabunda dar um gritinho agudo bem de puta gostosa e eu sentia o pulsar da pica, a explosão do tesão e a cabeça a mil. Não tinham passado nem dez minutos que com tanto grito obviamente acordou minha sogra. Eu sentia que não aguentava mais, toda a situação era fascinante pra mim. Nunca tirei a pica de dentro da buceta da minha mina e minha sogra apareceu pela cortina de tetas e com uma tanguinha preta tampando a buceta dela. Peitos grandes e redondos que ela nunca tentou esconder mesmo sabendo que eu tava ali. "Já que não me deixam dormir, vou pegar uma cerveja, sua puta" falou rindo minha sogra pra minha mina. Eu tava voando, podia ter gozado ali e cagado tudo. "Me come, bebê, vai" minha mina falava enquanto eu ainda tava encantado com a situação. Enquanto minha sogra se afastava de tetas em direção à geladeira, eu continuava metendo a pica dentro da minha mina. Ela continuava gritando, curtindo e aproveitando a situação. Minha sogra passou de novo de tetas sem se esconder na nossa frente e baixinho falou pra minha mina "puta igual a mamãe, adoro". Minha sogra deitou na cama pra tomar a latinha de cerveja enquanto minha mina e eu continuávamos fodendo ali. Obviamente não aguentei mais e acabei enchendo ela de porra toda. Foi uma gozada do caralho e minha mina começou a me beijar na boca rapidinho. Eu juro que quando passou a loucura do tesão e da gozada, eu tremia com toda a situação. Tinha sido algo incrível pra mim. Minha sogra rindo lá de dentro do quarto falou pra gente: "venham, bebês, venham" e mandou a gente entrar. "Amo que vocês são assim, que não ligam pra nada, são iguais a mim". Minha mina ria, nem ligava. Eu já nem tinha voz. Mal saiu um "obrigado" tão fininho que quase não deu pra ouvir. O mais interessante é que Minha sogra disse pra gente: "dorme aqui comigo, bebês gostosos". Minha mina não só aceitou na hora como me pegou pela mão e me fez deitar com ela. Eu sentia o fogo na pica de novo. Minha sogra estava de peitos de fora; eu e minha mina pelados. Os três deitados na mesma cama. Tirei a sorte grande com essa família, pensei. E as coisas que ainda faltavam eu descobrir...



20 comentários - Minha gostosa me come na frente da sogra (cap 9)
abrazo y buenísimo esto!
10pts y a fav