Continuando de onde parei, o tempo passou e chegou o momento do casamento (te recomendo ler os posts anteriores, tudo narrado aqui é 100% real e tem sequência).
Durante o casamento e a recepção depois, não rolou nada quente, foi um casamento normal com família e amigos. A gente tinha voo pra Cancún no dia seguinte, mas naquela noite a gente tinha uma reserva na cidade pra passar nossa primeira noite como marido e mulher.
Ao chegar no hotel onde passaríamos a noite de núpcias antes de viajar e nos instalar, ela entrou no banheiro e vestiu um babydoll que uma das melhores amigas dela tinha dado de presente. Era um conjunto branco com véu transparente e um fio dental minúsculo, também com transparência na parte da frente. Sério, minha esposa estava irresistível… Começamos o jogo, ela quis tomar o controle por um momento e começou a me despir, beijando meu pescoço, orelhas, lábios; isso me deixou muito excitado.
Eu aproveitava pra passar a mão nas pernas dela e naquela bunda gostosa, passando pela buceta já inchada e molhada. Mesmo já tendo transado muitas vezes, a noite parecia especial porque a gente tinha decidido ficar 15 dias sem sexo antes de casar, pra aumentar a vontade kkk, e funcionou.
As mãos dela percorriam meu corpo até chegar na minha piroca já bem dura, que não demorou pra ela tirar da minha cueca e me deixar completamente pelado, mas ela continuava com o babydoll intacto, eu não queria tirar ainda porque ela tava uma delícia, uma gostosa do caralho. Nessa hora, eu tomei o controle, fiquei por trás dela e comecei a beijar e apertar os peitos dela, apertando forte e de leve, sem tirar do sutiã transparente, queria que o momento durasse o máximo possível. Ela, por sua vez, colocou as mãos pra trás e segurou minha piroca dura. Subi beijando o pescoço dela e, quando cheguei no ouvido, falei: quis dar um tempero a mais nessa noite e deixei a porta do quarto aberta (não que estivesse escancarada nem meio aberta, só passava um pouquinho da luz do corredor do hotel, mas já era o suficiente pra deixar o momento mais putaria).
Ela só deu de ombros e falou pra mim:
—Daniela: não tô nem aí, de qualquer jeito nessa hora não tem muita gente andando por aí (ela tinha razão, era quase meia-noite)
—Eu: mas alguém pode passar e nos ver, não vai gemer muito alto, falei enquanto beijava sua orelha e sentia a pele macia dela se arrepiar.
—Daniela: então deixa eles verem mesmo, que dê um bom espetáculo visual e depois cada um vai bater uma punheta kkkk
—Eu: Adoro quando você fica assim (ela tinha bebido durante o casamento, por isso estava se comportando mais gostosa do que o normal)
Depois disso, não aguentei mais e joguei ela de bruços na cama, comecei a beijar todo aquele corpo gostoso, descendo pelas costas, coisa que ela adora, e parando naquela bunda linda; massageando, mordendo, beijando, enfiando a cara naquela buceta deliciosa.
Não consegui resistir e peguei a tanguinha dela e puxei pra fora, ela levantou um pouco a rabeta pra sair mais fácil. Me posicionei por cima dela e comecei a meter assim. Como vocês já sabem, nessa posição não dava pra meter muito bem, mas ela tava adorando.
—Daniela: adoro sentir a pontinha desse menino, que gostoso que é, como eu gosto de ser penetrada assim.
—Eu: hmm, essas rabudas grandes não deixam eu meter ele inteiro
Ao ouvir isso, ela ficou de quatro com o rosto enterrado na cama, me dando uma vista bem suculenta. Aí eu só consegui meter com força, fazendo aquele barulhão de clap clap clap clap, e vendo ela apertar os punhos, sinal de que tava adorando. A gente nem olhava mais pra porta, tava focado no nosso prazer, sem ligar pra mais nada.
Pra aguentar nessa posição, tive que usar umas técnicas de respiração, que me ajudaram pra caralho a aguentar aquela noite gostosa.
Resumindo, foi uma noite muito quente, onde arranquei 3 orgasmos dela antes de dar meu gozo na buceta dela.

No dia seguinte, a gente viajou e se instalou no lugar onde íamos passar a lua de mel. É um hotel na Riviera Maia, muito bem feito, com todo o conforto e serviços variados (não é um hotel liberal, também não iríamos num desses, é um hotel luxuoso, mas normal). O quarto era espaçoso, com uma cama enorme, hidromassagem, e tinha uma varanda grande e uma porta de vidro que dava pra uma das vias internas do hotel e, atrás, um campo de golfe.
Passamos conhecendo vários pontos turísticos, como é normal, comida típica, praia, etc., etc…. mas vou focar no que interessa (a sacanagem kkk)
Na minha cabeça, tava rondando a ideia de dividir ela ou fazer um ménage com ela só pelo prazer de ver ela curtindo outro cara. Era um tesão que eu não conseguia entender, mas me deixava com o pau duro toda vez que pensava nisso (recomendo ler os contos anteriores). Então, na segunda noite, aproveitando uma chuva forte, a gente tava quente, se beijando e tirando a roupa, em pé no quarto. Beijando o corpo dela e parando naquelas bundas gostosas dela, pra dar umas boas mordidas. Subo e abraço ela por trás, apertando os peitos lindos dela, enquanto empurrava ela até a porta de vidro da sacada.
—Daniela: Por acaso você quer me penetrar na varanda?
—Eu: Na varanda não, porque a gente vai se molhar, mas quero te comer contra a porta de vidro.
—Daniela: E se alguém passar e nos ver? … mmm
— Eu: Que nos vejam, e que morram de inveja da buceta gostosa que eu tô comendo.. Além disso, com essa chuva, duvido que alguém passe, e se passar, não vai parar pra olhar.
Daniela não respondeu com palavras, mas não ofereceu resistência enquanto ele a levava até a porta da sacada.
Eu abri as cortinas, enquanto continuava atrás dela, e mesmo por trás comecei a roçar meu pau nas bundas dela, e beijar o pescoço e as costas (coisa que ela adora e quase na hora a pele dela se arrepiou).
Ela tava com as mãos apoiadas na porta, e empinava um pouco a bunda, como se tivesse pedindo pra ser penetrada; mas eu queria expor ainda mais, então peguei cada uma das mãos dela com as minhas, abri pros lados, e usei meu corpo pra pressionar ela contra a porta de vidro.
A imagem era assim: minha esposa completamente nua, de braços abertos em pé, colada na porta de vidro da sacada; de fora dava pra ver perfeitamente a nudez dela e ela não oferecia resistência nenhuma. Eu roçava meu pau na bunda dela, porque como vocês já sabem, eu não conseguia penetrar direito nessa posição, enquanto continuava beijando ela e me excitando com o tesão de poder ser descobertos. Ela não aguentava mais de vontade de dar, e jogou o tronco pra frente, empurrando a bunda pra trás, me oferecendo aquela buceta deliciosa pra eu provar (já que por experiências anteriores, ela sabia que totalmente em pé eu não conseguiria meter direito). Eu também não aguentei e comecei a meter forte nela. Enquanto isso, ela se equilibrava com as mãos esticadas na porta de vidro.
De repente, vejo alguém com um guarda-chuva passando na estrada bem na nossa frente, o quarto ficava no segundo andar. Isso me assustou um pouco, mas me excitou ainda mais. Minha esposa também viu, e eu segurei ela firme pelos quadris pra não escapar, mas ela só levantou o olhar e ficou encarando essa pessoa até perdermos ela de vista. Acho que não nos viu, mas essa situação deixou a gente muito excitado.
No dia seguinte, a gente foi de catamarã pra Isla Mujeres, e a putinha da minha esposa fez de novo (igual no conto Parte 2).
No barco tinha um italiano com uma sunga pequena que marcava bem o volume dele. Eu disfarçava pra ver se ela ia fazer de novo… e a putinha fez de novo!! Toda vez que podia, ela ficava de olho na ferramenta do italiano, que, todo confiante, desfilava pelo catamarã mostrando o volume do pacote. Eu pensava: "como ela pode ser tão sem vergonha? pelo menos tenta disfarçar", mas também refletia que, como homens, a gente faz o mesmo quando tem uma mulher gostosa na nossa frente, e isso não significa necessariamente que vamos trair. Mas, de qualquer forma, me dava um tesão danado ver os desejos dela por homens, e perceber como o álcool sempre a deixava mais solta em relação ao sexo e aos desejos dela (a gente tava tomando coquetéis desde que o barco partiu, e a viagem durava, se não me engano, umas 1 hora).
Depois que a excursão acabou, a gente tava meio grogue de tanto que bebeu; quando chegamos no hotel já tava melhor, mas o álcool ainda tava no sangue, então a gente entrou na jacuzzi pra relaxar e começou o agarramento, ela masturbando meu pau com a mão e eu acariciando o clitóris e os lábios carnudos dela. A temperatura subiu e eu me posicionei por cima dela pra meter, deixando ela numa espécie de papai-e-mamãe dentro da jacuzzi. Com tudo que tinha rolado naquele dia e nos meses anteriores passando pela minha cabeça, criei coragem e falei.
—Eu: Adoro penetrar, sentir essa coisinha quente e molhada, mesmo sabendo que meu pau não chega até o fundo dessa sua buceta gostosa, ummm.
—Daniela: mmmm não importa, seu pau me encanta e, eu adoro como você me faz amor assim, mesmo dizendo que não chega até o fundo… ah ah… gemidos suaves saíam da boca dela.
—Eu: Essa delícia que você tem entre as pernas merece ser completamente preenchida, não acha? Que um bom pedaço de carne comprido e grosso encha ela?
—Daniela: Ah… ah… se você diz… mmmm
—Eu: você gostaria que um belo pedaço de carne estivesse penetrando essa buceta gostosa?
—Daniela: mmmmm … ah é?... mmmmm
—Eu: meu amor… você não gosta de sentir um belo pedaço de carne, grande e duro, penetrando e chegando até o fundo da sua buceta deliciosa e quente?... Me diz….
—Daniela: ah.. ah .. ah… não me desagradaria sentir isso, meu amor! ..mmmm.
—Eu: você gostaria de sentir entrando e saindo, entrando e saindo da sua buceta.. abrindo ela e enchendo ela por completo?,, ah ah!!
—Daniela: mmm.. ah. ah!! , sim, sim, eu adoraria! não vou te dizer que não!! seria gostoso sentir isso… Ah .. ah … ahhh!!!!
Naquele momento ela teve um orgasmo gostoso, e logo depois eu gozei também.
Depois do clímax, a gente não voltou a falar daquele jeito ou daquele assunto, mas na mesma semana a gente repetiu isso em mais duas sessões de sexo. A conversa foi mais ou menos a mesma, e pelo visto os dois ficavam bem excitados com aquilo.
Uma coisa ficou clara pra mim nisso: minha esposa, gostosa e motivada, aceitou duas coisas. Primeiro, que ela sabia que meu pau não preenchia ela por completo, mesmo que isso não significasse que ela não curtisse transar comigo. Segundo, que ela era tão safada ou sem vergonha a ponto de admitir na minha cara que não odiava a ideia de experimentar outro cara mais dotado que eu — e, nas circunstâncias certas, tava disposta a fazer isso... ou pelo menos foi o que eu entendi naquele momento.
Espero que vocês estejam gostando da série de relatos, que, como já falei, são 100% reais e sequenciais. Agradeço pelos comentários e avaliações de vocês para continuar.
Relatos anteriores, do mais antigo ao mais recente
http://www.poringa.net/posts/relatos/5131019/Inicios-P1-conociendo-la-parte-Puta-de-mi-esposa.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5133717/Inicios-P2---Conociendo-la-parte-puta-de-mi-esposa.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5136531/Inicios-P3-Que-tan-puta-quiero-que-sea-en-realidad.html
Durante o casamento e a recepção depois, não rolou nada quente, foi um casamento normal com família e amigos. A gente tinha voo pra Cancún no dia seguinte, mas naquela noite a gente tinha uma reserva na cidade pra passar nossa primeira noite como marido e mulher.
Ao chegar no hotel onde passaríamos a noite de núpcias antes de viajar e nos instalar, ela entrou no banheiro e vestiu um babydoll que uma das melhores amigas dela tinha dado de presente. Era um conjunto branco com véu transparente e um fio dental minúsculo, também com transparência na parte da frente. Sério, minha esposa estava irresistível… Começamos o jogo, ela quis tomar o controle por um momento e começou a me despir, beijando meu pescoço, orelhas, lábios; isso me deixou muito excitado.
Eu aproveitava pra passar a mão nas pernas dela e naquela bunda gostosa, passando pela buceta já inchada e molhada. Mesmo já tendo transado muitas vezes, a noite parecia especial porque a gente tinha decidido ficar 15 dias sem sexo antes de casar, pra aumentar a vontade kkk, e funcionou.
As mãos dela percorriam meu corpo até chegar na minha piroca já bem dura, que não demorou pra ela tirar da minha cueca e me deixar completamente pelado, mas ela continuava com o babydoll intacto, eu não queria tirar ainda porque ela tava uma delícia, uma gostosa do caralho. Nessa hora, eu tomei o controle, fiquei por trás dela e comecei a beijar e apertar os peitos dela, apertando forte e de leve, sem tirar do sutiã transparente, queria que o momento durasse o máximo possível. Ela, por sua vez, colocou as mãos pra trás e segurou minha piroca dura. Subi beijando o pescoço dela e, quando cheguei no ouvido, falei: quis dar um tempero a mais nessa noite e deixei a porta do quarto aberta (não que estivesse escancarada nem meio aberta, só passava um pouquinho da luz do corredor do hotel, mas já era o suficiente pra deixar o momento mais putaria).
Ela só deu de ombros e falou pra mim:
—Daniela: não tô nem aí, de qualquer jeito nessa hora não tem muita gente andando por aí (ela tinha razão, era quase meia-noite)
—Eu: mas alguém pode passar e nos ver, não vai gemer muito alto, falei enquanto beijava sua orelha e sentia a pele macia dela se arrepiar.
—Daniela: então deixa eles verem mesmo, que dê um bom espetáculo visual e depois cada um vai bater uma punheta kkkk
—Eu: Adoro quando você fica assim (ela tinha bebido durante o casamento, por isso estava se comportando mais gostosa do que o normal)
Depois disso, não aguentei mais e joguei ela de bruços na cama, comecei a beijar todo aquele corpo gostoso, descendo pelas costas, coisa que ela adora, e parando naquela bunda linda; massageando, mordendo, beijando, enfiando a cara naquela buceta deliciosa.
Não consegui resistir e peguei a tanguinha dela e puxei pra fora, ela levantou um pouco a rabeta pra sair mais fácil. Me posicionei por cima dela e comecei a meter assim. Como vocês já sabem, nessa posição não dava pra meter muito bem, mas ela tava adorando.
—Daniela: adoro sentir a pontinha desse menino, que gostoso que é, como eu gosto de ser penetrada assim.
—Eu: hmm, essas rabudas grandes não deixam eu meter ele inteiro
Ao ouvir isso, ela ficou de quatro com o rosto enterrado na cama, me dando uma vista bem suculenta. Aí eu só consegui meter com força, fazendo aquele barulhão de clap clap clap clap, e vendo ela apertar os punhos, sinal de que tava adorando. A gente nem olhava mais pra porta, tava focado no nosso prazer, sem ligar pra mais nada.
Pra aguentar nessa posição, tive que usar umas técnicas de respiração, que me ajudaram pra caralho a aguentar aquela noite gostosa.
Resumindo, foi uma noite muito quente, onde arranquei 3 orgasmos dela antes de dar meu gozo na buceta dela.

No dia seguinte, a gente viajou e se instalou no lugar onde íamos passar a lua de mel. É um hotel na Riviera Maia, muito bem feito, com todo o conforto e serviços variados (não é um hotel liberal, também não iríamos num desses, é um hotel luxuoso, mas normal). O quarto era espaçoso, com uma cama enorme, hidromassagem, e tinha uma varanda grande e uma porta de vidro que dava pra uma das vias internas do hotel e, atrás, um campo de golfe.
Passamos conhecendo vários pontos turísticos, como é normal, comida típica, praia, etc., etc…. mas vou focar no que interessa (a sacanagem kkk)
Na minha cabeça, tava rondando a ideia de dividir ela ou fazer um ménage com ela só pelo prazer de ver ela curtindo outro cara. Era um tesão que eu não conseguia entender, mas me deixava com o pau duro toda vez que pensava nisso (recomendo ler os contos anteriores). Então, na segunda noite, aproveitando uma chuva forte, a gente tava quente, se beijando e tirando a roupa, em pé no quarto. Beijando o corpo dela e parando naquelas bundas gostosas dela, pra dar umas boas mordidas. Subo e abraço ela por trás, apertando os peitos lindos dela, enquanto empurrava ela até a porta de vidro da sacada.
—Daniela: Por acaso você quer me penetrar na varanda?
—Eu: Na varanda não, porque a gente vai se molhar, mas quero te comer contra a porta de vidro.
—Daniela: E se alguém passar e nos ver? … mmm
— Eu: Que nos vejam, e que morram de inveja da buceta gostosa que eu tô comendo.. Além disso, com essa chuva, duvido que alguém passe, e se passar, não vai parar pra olhar.
Daniela não respondeu com palavras, mas não ofereceu resistência enquanto ele a levava até a porta da sacada.
Eu abri as cortinas, enquanto continuava atrás dela, e mesmo por trás comecei a roçar meu pau nas bundas dela, e beijar o pescoço e as costas (coisa que ela adora e quase na hora a pele dela se arrepiou).
Ela tava com as mãos apoiadas na porta, e empinava um pouco a bunda, como se tivesse pedindo pra ser penetrada; mas eu queria expor ainda mais, então peguei cada uma das mãos dela com as minhas, abri pros lados, e usei meu corpo pra pressionar ela contra a porta de vidro.
A imagem era assim: minha esposa completamente nua, de braços abertos em pé, colada na porta de vidro da sacada; de fora dava pra ver perfeitamente a nudez dela e ela não oferecia resistência nenhuma. Eu roçava meu pau na bunda dela, porque como vocês já sabem, eu não conseguia penetrar direito nessa posição, enquanto continuava beijando ela e me excitando com o tesão de poder ser descobertos. Ela não aguentava mais de vontade de dar, e jogou o tronco pra frente, empurrando a bunda pra trás, me oferecendo aquela buceta deliciosa pra eu provar (já que por experiências anteriores, ela sabia que totalmente em pé eu não conseguiria meter direito). Eu também não aguentei e comecei a meter forte nela. Enquanto isso, ela se equilibrava com as mãos esticadas na porta de vidro.
De repente, vejo alguém com um guarda-chuva passando na estrada bem na nossa frente, o quarto ficava no segundo andar. Isso me assustou um pouco, mas me excitou ainda mais. Minha esposa também viu, e eu segurei ela firme pelos quadris pra não escapar, mas ela só levantou o olhar e ficou encarando essa pessoa até perdermos ela de vista. Acho que não nos viu, mas essa situação deixou a gente muito excitado.
No dia seguinte, a gente foi de catamarã pra Isla Mujeres, e a putinha da minha esposa fez de novo (igual no conto Parte 2).
No barco tinha um italiano com uma sunga pequena que marcava bem o volume dele. Eu disfarçava pra ver se ela ia fazer de novo… e a putinha fez de novo!! Toda vez que podia, ela ficava de olho na ferramenta do italiano, que, todo confiante, desfilava pelo catamarã mostrando o volume do pacote. Eu pensava: "como ela pode ser tão sem vergonha? pelo menos tenta disfarçar", mas também refletia que, como homens, a gente faz o mesmo quando tem uma mulher gostosa na nossa frente, e isso não significa necessariamente que vamos trair. Mas, de qualquer forma, me dava um tesão danado ver os desejos dela por homens, e perceber como o álcool sempre a deixava mais solta em relação ao sexo e aos desejos dela (a gente tava tomando coquetéis desde que o barco partiu, e a viagem durava, se não me engano, umas 1 hora).
Depois que a excursão acabou, a gente tava meio grogue de tanto que bebeu; quando chegamos no hotel já tava melhor, mas o álcool ainda tava no sangue, então a gente entrou na jacuzzi pra relaxar e começou o agarramento, ela masturbando meu pau com a mão e eu acariciando o clitóris e os lábios carnudos dela. A temperatura subiu e eu me posicionei por cima dela pra meter, deixando ela numa espécie de papai-e-mamãe dentro da jacuzzi. Com tudo que tinha rolado naquele dia e nos meses anteriores passando pela minha cabeça, criei coragem e falei.
—Eu: Adoro penetrar, sentir essa coisinha quente e molhada, mesmo sabendo que meu pau não chega até o fundo dessa sua buceta gostosa, ummm.
—Daniela: mmmm não importa, seu pau me encanta e, eu adoro como você me faz amor assim, mesmo dizendo que não chega até o fundo… ah ah… gemidos suaves saíam da boca dela.
—Eu: Essa delícia que você tem entre as pernas merece ser completamente preenchida, não acha? Que um bom pedaço de carne comprido e grosso encha ela?
—Daniela: Ah… ah… se você diz… mmmm
—Eu: você gostaria que um belo pedaço de carne estivesse penetrando essa buceta gostosa?
—Daniela: mmmmm … ah é?... mmmmm
—Eu: meu amor… você não gosta de sentir um belo pedaço de carne, grande e duro, penetrando e chegando até o fundo da sua buceta deliciosa e quente?... Me diz….
—Daniela: ah.. ah .. ah… não me desagradaria sentir isso, meu amor! ..mmmm.
—Eu: você gostaria de sentir entrando e saindo, entrando e saindo da sua buceta.. abrindo ela e enchendo ela por completo?,, ah ah!!
—Daniela: mmm.. ah. ah!! , sim, sim, eu adoraria! não vou te dizer que não!! seria gostoso sentir isso… Ah .. ah … ahhh!!!!
Naquele momento ela teve um orgasmo gostoso, e logo depois eu gozei também.
Depois do clímax, a gente não voltou a falar daquele jeito ou daquele assunto, mas na mesma semana a gente repetiu isso em mais duas sessões de sexo. A conversa foi mais ou menos a mesma, e pelo visto os dois ficavam bem excitados com aquilo.
Uma coisa ficou clara pra mim nisso: minha esposa, gostosa e motivada, aceitou duas coisas. Primeiro, que ela sabia que meu pau não preenchia ela por completo, mesmo que isso não significasse que ela não curtisse transar comigo. Segundo, que ela era tão safada ou sem vergonha a ponto de admitir na minha cara que não odiava a ideia de experimentar outro cara mais dotado que eu — e, nas circunstâncias certas, tava disposta a fazer isso... ou pelo menos foi o que eu entendi naquele momento.
Espero que vocês estejam gostando da série de relatos, que, como já falei, são 100% reais e sequenciais. Agradeço pelos comentários e avaliações de vocês para continuar.
Relatos anteriores, do mais antigo ao mais recente
http://www.poringa.net/posts/relatos/5131019/Inicios-P1-conociendo-la-parte-Puta-de-mi-esposa.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5133717/Inicios-P2---Conociendo-la-parte-puta-de-mi-esposa.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5136531/Inicios-P3-Que-tan-puta-quiero-que-sea-en-realidad.html
5 comentários - Lua de mel, primeira conversa de corno