no supe su nombre

Era também verão. Eu estava pela segunda vez em Colônia de férias. Ficava numa casinha a uns 6 quilômetros mais ou menos para o norte.
Um dia tinha saído pra caminhar de legging, à noite, pelo Parque Ferrando. Ia pelo meio do parque, mas perto de um dos caminhos.
Vejo uma moto passando, o cara que tava pilotando olha pra onde eu tava, segue. Dois minutos depois aparece pelo caminho do outro lado. Chego perto do caminho, me viro e balanço um pouco a bunda e vejo que o cara para.
No começo desconfio um pouco, mas fico. Ele desce da moto e com a moto de lado entra caminhando na direção onde eu tô. Aí me tranquilizo, não só porque tira o capacete, mas porque entrando com a moto assim, demorava mais pra dar o fora se fizesse algo comigo.
Me viro e, caminhando e parando a bunda, ando bem devagar pra uma parte escura. Ele se aproximou e deixou a moto quase do lado, ficamos nos olhando, ele sem dizer uma palavra me virou e meteu a mão na minha bunda, me abraça e começa a esfregar enquanto sinto ele ficar bem duro. Ali mesmo me empurra pra baixo, me põe de quatro, me abaixa a legging, me abre as nádegas e sem falar me penetra, começa a se mexer, só se ouviam meus gemidos. Assim ele bombeia por um bom tempo, até que começa a acelerar o movimento e goza tudo dentro de mim. Na hora tira, coloca de novo antes que saia sozinha.
Termina, pega um lenço, me limpa a bunda, o que tinha vazado, limpa o pau, joga o lenço e sobe o short.
Sem dizer palavra ficamos nos olhando, e me dá um beijo que eu respondi, um beijo longo, apaixonado.
Terminamos de nos beijar, ele coloca o capacete, vai pra moto e sai do lugar.

Passam uns três dias, eu tava no balneário onde estava ficando e sozinha, fui tomar umas cervejas num bar que tinha lá.

Pra minha surpresa, quem estava? O cara de uns dias atrás, que ficou me olhando. Ele falava com amigos e ria. Quando me viu, ficou nervoso, eu também. Então decidi terminar a cerveja e vazar. Eu tava de moletom, totalmente na discrição.

Chego em casa, apago a luz da frente e sento pra continuar bebendo, mas coloquei uma fio dental preta e uma legging roxa.

Sem perceber, num momento olho pra rua e o moleque vinha andando. Parece que ele tinha me seguido pra ver onde eu entrava.
Ele para na frente, faz um sinal e eu falo pra ele chegar perto.
Aí ele fala baixinho "desculpa, fiquei nervoso ao te ver aqui, não sabia", "por quê?" perguntei. "sei lá, aconteceu algo comigo". Aí eu falo: "Me espera e não faz barulho". Na real não tinha ninguém em casa, mas ali não queria bagunça. Entro em casa, apago a luz do fundo e saio pelo lado, fazendo sinal pra ele me acompanhar.

Fomos pro galpão, entramos sem acender a luz e ele me beija, enquanto passava a mão na minha raba. Ele meio bêbado, mas eu topei mesmo assim. "Você me atrai" ele disse "eu te atraio?" continuou. Ele não era bonito, então respondi "amei como você me comeu" e pego na pica dele que já tava começando a endurecer, abaixo o short e a cueca dele e fico com o pedaço ainda subindo, me agacho e coloco na boca, começo a chupar um pouco enquanto sentia ele endurecer. Quando tava bem durinho, ele me pega pelos ombros e me levanta, me vira, abaixa minha legging, desvia a fio dental e devagarzinho começa a me penetrar.

Eu, que não queria fazer barulho, mesmo com os vizinhos do lado fora, comecei a gemer "me dá pica, buceta". Eu apoiada na máquina de lavar e ele me comendo, me segurava pela cintura pra me puxar pra perto dele. Eu pedia mais.
E ele continuava me dando pica, eu rebolei mais a raba. Até que ele me agarra de novo com força e começa a bombar igual um bruto, e eu só falava "isso, isso, isso" até sentir o gozo dele dentro da minha raba. E ele me abraça mais, pra demorar a sair.

Quando ele saiu, nos beijamos de novo, ele só fala "não conta nada", "óbvio que não vou contar". Ele me beijou e foi embora.Nunca soube o nome dela, mas sei que me deu duas gozadas naqueles dias monumentais.

1 comentários - no supe su nombre