Continuei cavalgando com todas as minhas forças, gemendo e gritando que nem uma louca com aquele pedaço enorme de pau dentro de mim, quando de repente a porta do meu quarto se abriu. Eram meus dois filhos, entrando no quarto e vendo na hora a imagem da mãe deles cavalgando um pau grande e preto com a buceta. Quando percebi, tentei sair de cima do negro, mas ele me segurou pela cintura e me enfiou de novo. Meus filhos só disseram:
H- Mãe, a gente pode ficar aqui? É que já estamos entediados sozinhos. O que vocês estão fazendo?
Y- A gente tá jogando love.
Peguei as mãos do negro e tirei da minha cintura, me levantei da cama, tirando aquele pauzão de dentro de mim, e me aproximei dos meus filhos.
Y- Não, meu love, é que meu amigo e eu estávamos ocupados com um jogo que é só pra duas pessoas.
H- Eu não posso jogar com vocês?
Y- Não, minha vida, esse jogo você ainda não pode jogar e também não pode ficar aqui.
Enquanto eu estava nua, de joelhos no chão, falando com meu filho mais velho, o negro estava deitado com o pênis enorme ereto, se masturbando com as mãos.
H- Mãe, por que você não tá de roupa? E seu amigo também não?
Y- Meu love, são muitas perguntas. Não é nada, é só um jogo.
H- É que do meu quarto eu ouvi você gritando e pensei que ele tava te machucando.
Y- Não, meu love, ele só tá brincando de luta comigo. Por isso eu tava em cima dele e gritando, porque ele tava ganhando, mas não é nada.
Eu continuei falando com meu filho, explicando por que ele não podia ficar, quando de repente o negro se levantou, me pegou pelo cabelo e me puxou pra cama, enquanto dizia pro meu filho:
N- Não se preocupa, campeão. Fica aqui brincando enquanto eu arrebento a bundinha da sua mãe. Só não interrompe a gente, tá?
Y- Ei, não fala isso pra ele! E se ele contar pro pai dele?
N- Ele tem que saber que a mãe dele é uma puta.
H- Tá bom, não vou atrapalhar vocês.
N- Valeu, campeão. Vou continuar comendo sua mãe, e se você se comportar, até te faço um irmãozinho.
Y- Ei, cala a boca já! Para com isso. falar coisas que ela não entende H- tá bom, vou me comportar pra ter outro irmãozinho. O negão me puxou pelo pescoço e me levou pra cama de novo, eu tava muito desconfortável porque meus filhos estavam no mesmo quarto onde eu tava sendo comida. Voltamos pra cama, sentia minha buceta pulsando, tão quente que parecia que tava queimando por dentro, me ajoelhei sem descer de cima dele, e assim, devagarzinho fui enfiando, a penetração foi mais fundo que na posição anterior, sentia o pau dele batendo não só no meu útero, mas sentia que mexia tudo que tava lá dentro, algo muito parecido com quando o bebê chuta quando você tá grávida. O negão colocou as mãos nos meus joelhos e eu as minhas na barriga dele, nessa posição comecei a subir e descer no pau dele fazendo agachamento, sentindo como a cabeçona do pau dele empurrava meu interior e como o tronco grosso dele enchia minha buceta de um prazer quente, e mesmo sendo gostoso ter ele assim, já tinha cansado dessa posição.

Enquanto eu continuava cavalgando e gemendo, tentava ao máximo não fazer barulho pra não chamar a atenção dos meus filhos, mas não conseguia evitar o desconforto. Meus filhos estavam me vendo transar com outro homem. Meu filho mais novo tava bem concentrado no jogo dele, mas o outro, de vez em quando, virava quando escapava um gemido meu e ficava me olhando estranho. Depois de um tempo cavalgando, com tanta excitação, fui ligando menos pra presença dos meus filhos e comecei de novo meu papel de puta ninfomaníaca. Mudei de posição depois de um tempo, então abaixei as pernas e fiquei de quatro de novo, comecei a mexer o quadril sentindo o pau dele esfregar e estimular a parte de cima da minha buceta, tocando meu ponto G, então não demorou nada pra eu ter outro orgasmo. O negão esticou os braços pra colocar as mãos de novo nas minhas nádegas, que ele dava tapas enquanto eu gemia. Meus peitos balançavam na cara dele, e ele aproveitava pra dar lambidas rápidas quando podia. Me levantei pra enfiar o máximo que dava e, já sentada com o pau dele enterrado até o fundo, movi minha pélvis pra frente e pra trás. Meu clitóris esfregava na barriga dele, e eu tive um orgasmo tão gostoso que molhei tudo que tava embaixo de mim. Foi tanta lubrificação que pensei que ele tinha gozado dentro, mas não, ele aguentava aquilo e mais, e eu tinha decidido não deixar ele sair do quarto até fazer ele gozar. Enquanto continuava montando nele, ele me perguntou se cabia tudo, e eu respondi que não sabia, porque era muito grande, mas que adorava — "cê é um garanhão" — falei, e ele respondeu que eu era uma fera na cama, igual poucas que tinham dado trabalho pra ele. Fiquei muito feliz, porque era um baita elogio pra mim. Sem sair de dentro de mim, ele se levantou até sentar e foi me inclinando devagar pra trás até me deitar na cama. Estiquei as pernas pra me acomodar, e ele dobrou as dele. Me segurou pela cintura e, com muita agressividade, moveu a pelvis dele pra me foder freneticamente sem piedade, fechei os olhos porque um orgasmo me veio de repente, ao longe ouvi ele rindo, quando consegui voltar um pouco do meu transe perguntei o motivo da risa e ele sem vergonha respondeu que eu virava os olhos, se ele metesse forte até o fundo com certeza ia arrancar meus olhos, eu na verdade fiquei com um pouco de vergonha mas o maldito não parava de me foder e novamente perdi pro prazer do orgasmo, por momentos abria os olhos e só via de cabeça a janela do quarto se movendo ou melhor dizendo era eu que estava sendo sacudida, ouvia a cama, o colchão rangia mas a base estralava, as estocadas ficavam mais lentas mas mais violentas e a cada estocada o preto dizia - toma puta... toma puta... garota vou arrancar teus olhos... puta mexicana... todas as mexicanas são iguais putas... maldito país de putas... e essa é a puta mais garota... até chora porque eu como ela... - que??? o que ele tinha dito??? a cada estocada eu soltava um gemido agudo como de puta apertada e foi quando percebi o que ele tinha dito, passei um dedo na minha bochecha e de fato, tinha lágrimas, estava chorando, não sei se de prazer ou dor mas estava chorando e cada vez que ele empurrava o pau apertava meus olhos e acho que saíam mais lágrimas, coloquei minhas mãos nos meus peitos e apertei com força sem parar de gemer nem de reclamar.











O negrão se inclinou pra mim, pensei que fosse me beijar, então me levantei um pouco pra beijar ele, ele apoiou os pés no chão, eu me agarrei no pescoço dele, mas ele não me beijou, colocou uma mão na minha bunda e a outra nas minhas costas e me levantou da cama, ficou completamente de pé me carregando com o pau enterrado dentro de mim, eu me agarrei no pescoço dele e ele me segurou pela bunda e começou a mexer e a me empurrar com as mãos, o pau dele era tão grande que não saía de dentro de mim, uma e outra vez o pau dele brincava dentro de mim, eu subia e descia aproveitando aquele ferro duro, ele se ajeitou de um jeito que minhas pernas descansaram nos braços dele e assim só se ouvia o barulho dos nossos corpos se batendo toda vez que eu caía sobre ele, ficamos uns minutos assim até que ele se inclinou devagar na cama pra me deixar cair, de tão tarada que eu já tava, de novo tava aproveitando ao máximo e tinha esquecido que meus filhos estavam lá e enquanto ele enfiava o pau inteiro eu falava pro meu negrão: "E- adoro ter você dentro de mim, me come gostoso, arrebenta meu cu, rasga tudo, quero que me coma mais forte, me dá mais forte, papai, sou uma puta e uma puta mimada e preciso que você ajeite meu útero, me deixa prenha que nem uma puta no cio, quero que você goze dentro da minha buceta e me deixe aberta escorrendo porra e me dê pra levar", frases assim eu falava gritando.

Y - Jiji, pelo amor de Deus, que tremendo safado que você é... e seu pau me enlouquece, e minha buceta mais ainda.
N - E isso que a mamãe ainda não acabou. Nem percebi que o miserável nem tinha tirado o pau de dentro de mim. Me acomodei na beira da cama, ele subiu uma perna na cama e deixou a outra pra baixo, passou o braço por baixo de uma das minhas pernas, me segurou pelas costas e minha perna foi parar no ombro dele, e ele começou a me foder de novo... pelo amor de Deus, que prazer (juro que tô ficando chata de tanto falar prazer, prazer e prazer, mas não tem outra palavra pra descrever, tudo foi tasty). Ele me bombava uma vez atrás da outra, enfiando o pau em mim, eu gemia, gritava e reclamava, mas em nenhum momento parei de aproveitar. Outro orgasmo chegou, ou melhor, outra série de orgasmos chegou. Acho que nunca na minha vida tinha experimentado tanta quantidade de orgasmos. De repente, senti meu corpo se elevando de novo. Ele me carregou pra me comer assim, eu tava tão perdida que acho que nem me segurei, porque senti minha cabeça cair pra trás como um bebê que tá aprendendo a sentar. Consegui me inclinar pra frente e me agarrar nos ombros dele, enquanto ele continuava me fodendo. Me tratava como uma maldita boneca de pano, e sabem que é isso que eu adoro. Devagar, ele me colocou de novo na cama, mas dessa vez ele saiu de dentro de mim.
- Agora sim vou te foder como a puta que você é, vou te partir ao meio e arrancar seus olhos, você vai engolir todo o meu pau até as bolas, fica de quatro como as cachorras, se apressa.
Ele me deu um tapa na perna. Não podia acreditar que o negão queria mais. Poucas vezes posso dizer que um homem me superou, e esse... tava me superando de longe. Rapidamente, fiquei de quatro na cama. Também me surpreendi por ter feito isso rápido, como se a gente mal tivesse começado a foder. Não tava cansada, acho que meu corpo também pedia mais. O negão se colocou atrás de mim, juntou minhas pernas, colocou uma das mãos na minha bunda esquerda e encostou o pau na entrada da minha buceta faminta, e meteu até o fundo. Soltei um grito. Desgarrador, mesmo com a buceta toda lubrificada e aberta, doeu pra caralho. Senti a pélvis e as bolas dele batendo em mim, foi tão bruto que me empurrou pra frente e quase caí. Dava até pra ouvir a cabeceira batendo forte na parede. As metidas dele eram muito violentas, doíam e eu comecei a chorar de novo. Ele subiu na cama, segurou minha cintura e descia o peso dele a cada estocada. Doía, era gostoso, mas doía pra cacete. Numa das metidas, não aguentei mais, me joguei pra frente, o pau dele saiu e eu quase caí na cama.





H- Mãe, a gente pode ficar aqui? É que já estamos entediados sozinhos. O que vocês estão fazendo?
Y- A gente tá jogando love.
Peguei as mãos do negro e tirei da minha cintura, me levantei da cama, tirando aquele pauzão de dentro de mim, e me aproximei dos meus filhos.
Y- Não, meu love, é que meu amigo e eu estávamos ocupados com um jogo que é só pra duas pessoas.
H- Eu não posso jogar com vocês?
Y- Não, minha vida, esse jogo você ainda não pode jogar e também não pode ficar aqui.
Enquanto eu estava nua, de joelhos no chão, falando com meu filho mais velho, o negro estava deitado com o pênis enorme ereto, se masturbando com as mãos.
H- Mãe, por que você não tá de roupa? E seu amigo também não?
Y- Meu love, são muitas perguntas. Não é nada, é só um jogo.
H- É que do meu quarto eu ouvi você gritando e pensei que ele tava te machucando.
Y- Não, meu love, ele só tá brincando de luta comigo. Por isso eu tava em cima dele e gritando, porque ele tava ganhando, mas não é nada.
Eu continuei falando com meu filho, explicando por que ele não podia ficar, quando de repente o negro se levantou, me pegou pelo cabelo e me puxou pra cama, enquanto dizia pro meu filho:
N- Não se preocupa, campeão. Fica aqui brincando enquanto eu arrebento a bundinha da sua mãe. Só não interrompe a gente, tá?
Y- Ei, não fala isso pra ele! E se ele contar pro pai dele?
N- Ele tem que saber que a mãe dele é uma puta.
H- Tá bom, não vou atrapalhar vocês.
N- Valeu, campeão. Vou continuar comendo sua mãe, e se você se comportar, até te faço um irmãozinho.
Y- Ei, cala a boca já! Para com isso. falar coisas que ela não entende H- tá bom, vou me comportar pra ter outro irmãozinho. O negão me puxou pelo pescoço e me levou pra cama de novo, eu tava muito desconfortável porque meus filhos estavam no mesmo quarto onde eu tava sendo comida. Voltamos pra cama, sentia minha buceta pulsando, tão quente que parecia que tava queimando por dentro, me ajoelhei sem descer de cima dele, e assim, devagarzinho fui enfiando, a penetração foi mais fundo que na posição anterior, sentia o pau dele batendo não só no meu útero, mas sentia que mexia tudo que tava lá dentro, algo muito parecido com quando o bebê chuta quando você tá grávida. O negão colocou as mãos nos meus joelhos e eu as minhas na barriga dele, nessa posição comecei a subir e descer no pau dele fazendo agachamento, sentindo como a cabeçona do pau dele empurrava meu interior e como o tronco grosso dele enchia minha buceta de um prazer quente, e mesmo sendo gostoso ter ele assim, já tinha cansado dessa posição.


Enquanto eu continuava cavalgando e gemendo, tentava ao máximo não fazer barulho pra não chamar a atenção dos meus filhos, mas não conseguia evitar o desconforto. Meus filhos estavam me vendo transar com outro homem. Meu filho mais novo tava bem concentrado no jogo dele, mas o outro, de vez em quando, virava quando escapava um gemido meu e ficava me olhando estranho. Depois de um tempo cavalgando, com tanta excitação, fui ligando menos pra presença dos meus filhos e comecei de novo meu papel de puta ninfomaníaca. Mudei de posição depois de um tempo, então abaixei as pernas e fiquei de quatro de novo, comecei a mexer o quadril sentindo o pau dele esfregar e estimular a parte de cima da minha buceta, tocando meu ponto G, então não demorou nada pra eu ter outro orgasmo. O negão esticou os braços pra colocar as mãos de novo nas minhas nádegas, que ele dava tapas enquanto eu gemia. Meus peitos balançavam na cara dele, e ele aproveitava pra dar lambidas rápidas quando podia. Me levantei pra enfiar o máximo que dava e, já sentada com o pau dele enterrado até o fundo, movi minha pélvis pra frente e pra trás. Meu clitóris esfregava na barriga dele, e eu tive um orgasmo tão gostoso que molhei tudo que tava embaixo de mim. Foi tanta lubrificação que pensei que ele tinha gozado dentro, mas não, ele aguentava aquilo e mais, e eu tinha decidido não deixar ele sair do quarto até fazer ele gozar. Enquanto continuava montando nele, ele me perguntou se cabia tudo, e eu respondi que não sabia, porque era muito grande, mas que adorava — "cê é um garanhão" — falei, e ele respondeu que eu era uma fera na cama, igual poucas que tinham dado trabalho pra ele. Fiquei muito feliz, porque era um baita elogio pra mim. Sem sair de dentro de mim, ele se levantou até sentar e foi me inclinando devagar pra trás até me deitar na cama. Estiquei as pernas pra me acomodar, e ele dobrou as dele. Me segurou pela cintura e, com muita agressividade, moveu a pelvis dele pra me foder freneticamente sem piedade, fechei os olhos porque um orgasmo me veio de repente, ao longe ouvi ele rindo, quando consegui voltar um pouco do meu transe perguntei o motivo da risa e ele sem vergonha respondeu que eu virava os olhos, se ele metesse forte até o fundo com certeza ia arrancar meus olhos, eu na verdade fiquei com um pouco de vergonha mas o maldito não parava de me foder e novamente perdi pro prazer do orgasmo, por momentos abria os olhos e só via de cabeça a janela do quarto se movendo ou melhor dizendo era eu que estava sendo sacudida, ouvia a cama, o colchão rangia mas a base estralava, as estocadas ficavam mais lentas mas mais violentas e a cada estocada o preto dizia - toma puta... toma puta... garota vou arrancar teus olhos... puta mexicana... todas as mexicanas são iguais putas... maldito país de putas... e essa é a puta mais garota... até chora porque eu como ela... - que??? o que ele tinha dito??? a cada estocada eu soltava um gemido agudo como de puta apertada e foi quando percebi o que ele tinha dito, passei um dedo na minha bochecha e de fato, tinha lágrimas, estava chorando, não sei se de prazer ou dor mas estava chorando e cada vez que ele empurrava o pau apertava meus olhos e acho que saíam mais lágrimas, coloquei minhas mãos nos meus peitos e apertei com força sem parar de gemer nem de reclamar.











O negrão se inclinou pra mim, pensei que fosse me beijar, então me levantei um pouco pra beijar ele, ele apoiou os pés no chão, eu me agarrei no pescoço dele, mas ele não me beijou, colocou uma mão na minha bunda e a outra nas minhas costas e me levantou da cama, ficou completamente de pé me carregando com o pau enterrado dentro de mim, eu me agarrei no pescoço dele e ele me segurou pela bunda e começou a mexer e a me empurrar com as mãos, o pau dele era tão grande que não saía de dentro de mim, uma e outra vez o pau dele brincava dentro de mim, eu subia e descia aproveitando aquele ferro duro, ele se ajeitou de um jeito que minhas pernas descansaram nos braços dele e assim só se ouvia o barulho dos nossos corpos se batendo toda vez que eu caía sobre ele, ficamos uns minutos assim até que ele se inclinou devagar na cama pra me deixar cair, de tão tarada que eu já tava, de novo tava aproveitando ao máximo e tinha esquecido que meus filhos estavam lá e enquanto ele enfiava o pau inteiro eu falava pro meu negrão: "E- adoro ter você dentro de mim, me come gostoso, arrebenta meu cu, rasga tudo, quero que me coma mais forte, me dá mais forte, papai, sou uma puta e uma puta mimada e preciso que você ajeite meu útero, me deixa prenha que nem uma puta no cio, quero que você goze dentro da minha buceta e me deixe aberta escorrendo porra e me dê pra levar", frases assim eu falava gritando.

Y - Jiji, pelo amor de Deus, que tremendo safado que você é... e seu pau me enlouquece, e minha buceta mais ainda. N - E isso que a mamãe ainda não acabou. Nem percebi que o miserável nem tinha tirado o pau de dentro de mim. Me acomodei na beira da cama, ele subiu uma perna na cama e deixou a outra pra baixo, passou o braço por baixo de uma das minhas pernas, me segurou pelas costas e minha perna foi parar no ombro dele, e ele começou a me foder de novo... pelo amor de Deus, que prazer (juro que tô ficando chata de tanto falar prazer, prazer e prazer, mas não tem outra palavra pra descrever, tudo foi tasty). Ele me bombava uma vez atrás da outra, enfiando o pau em mim, eu gemia, gritava e reclamava, mas em nenhum momento parei de aproveitar. Outro orgasmo chegou, ou melhor, outra série de orgasmos chegou. Acho que nunca na minha vida tinha experimentado tanta quantidade de orgasmos. De repente, senti meu corpo se elevando de novo. Ele me carregou pra me comer assim, eu tava tão perdida que acho que nem me segurei, porque senti minha cabeça cair pra trás como um bebê que tá aprendendo a sentar. Consegui me inclinar pra frente e me agarrar nos ombros dele, enquanto ele continuava me fodendo. Me tratava como uma maldita boneca de pano, e sabem que é isso que eu adoro. Devagar, ele me colocou de novo na cama, mas dessa vez ele saiu de dentro de mim.
- Agora sim vou te foder como a puta que você é, vou te partir ao meio e arrancar seus olhos, você vai engolir todo o meu pau até as bolas, fica de quatro como as cachorras, se apressa.
Ele me deu um tapa na perna. Não podia acreditar que o negão queria mais. Poucas vezes posso dizer que um homem me superou, e esse... tava me superando de longe. Rapidamente, fiquei de quatro na cama. Também me surpreendi por ter feito isso rápido, como se a gente mal tivesse começado a foder. Não tava cansada, acho que meu corpo também pedia mais. O negão se colocou atrás de mim, juntou minhas pernas, colocou uma das mãos na minha bunda esquerda e encostou o pau na entrada da minha buceta faminta, e meteu até o fundo. Soltei um grito. Desgarrador, mesmo com a buceta toda lubrificada e aberta, doeu pra caralho. Senti a pélvis e as bolas dele batendo em mim, foi tão bruto que me empurrou pra frente e quase caí. Dava até pra ouvir a cabeceira batendo forte na parede. As metidas dele eram muito violentas, doíam e eu comecei a chorar de novo. Ele subiu na cama, segurou minha cintura e descia o peso dele a cada estocada. Doía, era gostoso, mas doía pra cacete. Numa das metidas, não aguentei mais, me joguei pra frente, o pau dele saiu e eu quase caí na cama.






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