Oi, meus amores, hoje vou contar outra experiência que tive há um tempinho e como acabei virando uma puta na cama onde durmo com meu marido. No começo deste ano, começaram a chegar na cidade muitos migrantes da América Central, de Honduras, El Salvador, Colômbia, etc. Não tenho nada contra essas pessoas, mas me irrita que, em vez de arrumar um trampo (porque são jovens e saudáveis), ficam pedindo dinheiro na rua. Às vezes vêm homens, às vezes famílias com crianças ou casais jovens, ficam só umas semanas e depois somem, sendo substituídos por outros. Umas semanas atrás, tava indo pra escola deixar minhas filhas, umas duas ruas antes de chegar, numa esquina onde tem um quebra-molas, tinha um desses migrantes. Era alto, acho que quase dois metros, pele preta, não era feio, mas não me atraía. Era meio forte, sem ser musculoso, vestia um moletom cinza sujo, uma calça vermelha com uma listra branca nas duas pernas, uma mochila bege com um ursinho imundo pendurado, cabelo preto curto, mas cheio de mini rastas ou sei lá como chama esse penteado, e uns tênis brancos meio pretos de tão sujos, acho que sem meia. Quando vi ele, a primeira coisa que chamou minha atenção foi a altura, depois o cabelo, porque nunca tinha visto ninguém com aquele penteado, só em filme, daqueles que mostram o bandido preto ou viciado típico dos filmes americanos. Enquanto eu ia devagar na direção dele por causa do trânsito da hora do rush e do quebra-molas que fazia todo mundo ir mais lento, fui olhando ele inteiro. Também, não vou negar, me chamou atenção que ele era preto, não moreninho queimado de sol como os outros migrantes que eu tinha visto, não, era preto intenso. Olhei pras mãos dele, que ele usava pra pedir esmola, a palma era rosadinha, o que Ele se destacava muito em contraste com o resto da pele dele, tinha umas mãos enormes, quanto mais eu me aproximava, mais chamava minha atenção. Continuei percorrendo ele com o olhar, cheguei na calça suja dele, ele estava de perfil pra mim, enquanto eu tentava adivinhar a altura dele, esse cara se virou, ficando de frente pra mim, pedindo esmola pro carro que estava na minha frente, e o que eu vi me deixou chocada... na calça dele se desenhava uma silhueta na altura da virilha, uma silhueta como se tivesse uma cobra dentro, juro que não sou exagerada, a silhueta do pau dele marcava no tecido folgado da calça, parecia bem grosso, dava pra ver saindo da virilha dele e descendo pro lado esquerdo, pela parte de cima da coxa. Quando passei do lado dele, ele estendeu a mão grandona pra minha janela e com uma voz forte e grave, com um sotaque meio diferente, me disse — uma moedinha ou comida que a senhorita tiver — olhei pra palma rosada da mão enorme dele enquanto o quebra-molas passava, subi o olhar até os olhos dele, tinha uns olhos pretos, não sei como descrever, como eu disse, não era feio, mas também não era bonito, e o olhar dele me hipnotizou tanto que não consegui parar de olhar enquanto terminava de passar o quebra-molas, fui passando devagar até ele ficar pra trás e mesmo assim continuei observando ele pelo retrovisor. No resto do caminho fiquei pensando no que tinha acabado de ver, um negão alto, fortão e com o que parecia ser uma rola enorme debaixo daquelas roupas sujas, fiquei em êxtase hehe, mais ainda, minha buceta começou a lubrificar só de imaginar o tamanho e o que ele podia fazer comigo com aquela pica enorme. Deixei minhas filhas na escola e pra ir pra academia mudei a rota pra olhar o cara de novo e tirar a dúvida, devagar me aproximei de novo do quebra-molas onde ele tava parado pedindo esmola, fiquei olhando ele atentamente sem perder nenhum detalhe do físico dele, prestando atenção especial na parte de cima da calça e lá estava de novo, a silhueta de uma deliciosa rola em repouso, presa pelo que sem dúvida era uma cueca bem apertada. Quando passei Junto com ele de novo, ele estendeu a mão e disse: —Uma esmola, México—. Dessa vez não olhei no rosto dele, não consegui evitar de olhar mais pra baixo, ele parecia tão apetitoso, grossa, claro que não dava pra ver em detalhes, mas o desenho na calça dele não deixava dúvidas, era um pau enorme e delicioso. Não sei se ele percebeu que eu tava olhando, mas eu curti, e à tarde, quando fui buscar minhas filhas, o negão ainda tava parado no quebra-molas. De novo passei o mais devagar possível na frente dele pra observar em detalhes aquele negão incrível e a deliciosa rola dele por baixo da calça. Durante o dia, não parava de pensar naquele imigrante ilegal preto e no tamanho e na delícia que era a rola dele por baixo daquela calça suja, e como seria ela ereta. No dia seguinte, fiz a mesma coisa no caminho pra escola, a mesma roupa suja, a mesma mochila com o ursinho, o mesmo homem preto e a mesma rola marcada na calça. O tesão e meu desejo ficavam mais intensos. Nas quatro vezes que olhei pra ele, não perdi nenhum detalhe do físico dele, mas principalmente daquele membro impressionante que se desenhava por baixo da calça. Já no segundo dia, minha mente voava imaginando um encontro com ele na minha cama, imaginando como ele me comeria, eu de quatro e ele atrás de mim, imaginava ele por cima de mim, entre minhas pernas... uuuuufff só de lembrar dessas fantasias já me molhei kkkk, imaginava ele com a rola na minha boca, enchendo ela de porra, ou na minha buceta, ou no meu cu. No terceiro dia de manhã, voltei à minha rotina de olhar pra ele, mas percebi que conforme me aproximava da posição dele, minha respiração ficava bem acelerada, além de sentir minha buceta tremer e esquentar a ponto de sentir minha calcinha molhada e aquelas cócegas características que acompanham uma excitação forte. Mas, quando passei à tarde, algo mudou. Eu tava indo buscar minhas filhas na escola, e quando me aproximei do quebra-molas onde o negão tava, já procurava por ele de longe, quase me debruçava na janela e invadia parte da outra pista pra conseguir distinguir ele de longe o mais rápido possível. Aí Tava no quebra-molas, de moletom sujo, com mini dreads, e tava acompanhado de outro cara, parecido com ele, preto também, mais ou menos da mesma altura, mas mais magro. Pra minha má sorte, meu negão tava do lado oposto de onde eu ia. Mesmo assim, fiquei excitada de ver ele. O carro tava passando na minha frente, chegava minha vez de passar perto dele, quando de repente ele se virou, trocando de lugar com o outro, ficando do meu lado. Sem hesitar, baixei o olhar pra observar de novo o pau dele estufado no moletom. Bem na hora que eu tava nessa, o negão baixou a mão e apertou forte o pau por cima do moletom, e com aquele sotaque estranho disse: — Cê gosta disso, mexicana? Rapidão virei a cabeça, voltei o olhar pra estrada e, nervosa, pisei no acelerador pra me afastar rápido dele. Pelo retrovisor, fiquei olhando ele ficar cada vez menor até sumir. Quando entendi minha reação, comecei a dar risada, hahaha. Como que eu tinha reagido daquele jeito? Nem parecia que eu era uma colegial. Fiquei nervosa, com medo da reação dele, e saí correndo, haha. Quando voltei pra casa, passei por lá de novo. Percebi que o negão viu minha caminhonete de longe e notei que ele cutucou o parceiro com o cotovelo e apontou pra onde eu tava. Eu achei divertido aquele jogo e me aproximei, excitada, mordendo o lábio inferior com a presa, como se fosse fazer alguma travessura. Quando chegou minha vez de passar pelo quebra-molas de novo, o negão segurou o pau e disse: — Que foi, mamãe? Cê gosta? Mordendo o lábio, sorri pra ele, pisquei o olho, e depois não aguentei, soltei uma gargalhada. Minha filha ficou me olhando e perguntou do que eu tava rindo. Falei que não era nada e segui meu caminho. Nem preciso dizer que o dia inteiro minha excitação tava no talo. Tive até que me masturbar de noite pra acalmar meus pensamentos. Queria que aquele negão me fizesse dele, desejava ele, não importava o aspecto sujo nem de onde ele vinha. Tava decidida a deixar ele realizar minha fantasia. Com isso em mentalmente me preparei pra levar ele pra cama. Tava me masturbando quando meu marido chegou e, ao me ver de pernas abertas enfiando os dedos na minha buceta, ele disse "que delícia, tava me esperando pra te comer", subiu na cama e começou a me beijar, mas eu só conseguia pensar no meu negão, então recusei e falei "hoje quero brincar sozinha". Aí ele pegou e dormiu. Eu continuei na minha fantasia de ter aquele pedaço na minha buceta.


No dia seguinte, me vesti bem gostosa com roupas curtinhas, mas quando cheguei no topo, o negão não tava. De tarde também não, fiquei decepcionada, mas não perdi a esperança. Sexta-feira também não apareceu, nem de manhã nem de tarde. Na segunda seguinte foi a mesma coisa, e assim os dias e as semanas foram passando. Só pensava em como fui idiota por ter deixado passar a chance de dar pra aquele negão lindo e cheio de pau. E assim se passaram três semanas, até a segunda-feira retrasada, quando aconteceu o seguinte.
Eu tava levando minhas filhas pra casa depois da escola, mas antes de buscá-las fui na academia. Tava usando um short bem curto, tipo lycra, preto e cinza na parte da bunda. Adoro esse modelo porque, por ser justo, ele realça minhas nádegas e, quando me inclino, forma um coração. Uma blusa de moletom colorida com uma regatinha cinza folgada por baixo, que só cobre meus peitos, deixando a barriga e o umbigo de fora. Não uso sutiã na academia, então meus peitos ficam bem soltos. Uma calcinha fio-dental lilás, tênis preto e meias pretas. Quando vou pra academia com esse look, nem preciso dizer que chamo muita atenção.
Quando tava quase chegando no topo onde o preto ficava, já nem procurava mais ele, tinha dado como perdido aquele episódio da minha vida. E de fato, nessas semanas, tinha se instalado uma família de imigrantes, uns velhinhos e outros caras também imigrantes pedindo esmola, por isso eu seguia meu caminho normal. Mas a uns dois carros antes de pular o topo, consegui distinguir a mochila com o ursinho pendurado. Tava de costas pra mim, reconheci o corte de cabelo característico de mini rastas, mas a calça não era vermelha, era cinza claro sujo, haha. Mesmo assim, prestei atenção pra ver se era meu preto mesmo. Quando passei do lado, olhei pro rosto e era ele, meu preto. Rapidão baixei o olhar na altura da rola dele. A calça não caía nele igual a outra, essa era mais folgada e de tecido mais grosso, e não mostrava a rola tão gostosa, mas ainda dava pra ver um belo pedaço de carne. — Oi, mamita, já te vejo — sem dizer nada, olhei pra ele e pisquei o olho esquerdo. Segui meu caminho até a escola, onde peguei meus filhos e só esperei eles subirem na caminhonete e peguei a estrada de volta. Não esperava por isso... mas dessa vez não deixaria a oportunidade escapar. Pouco antes de chegar no topo, encostei, tirei o moletom pra ficar só com a regatinha, que por baixo ficava voando por causa dos meus peitos. Meus bicos marcavam porque o tecido era bem fininho e dava pra ver perfeitamente a auréola e a ponta do meu mamilo, que já tava bem durinho. Coloquei a jaqueta e fechei o zíper até embaixo do meu busto pra ele servir de suporte e levantar eles. Soltei o cabelo, arrumei um pouco e segui meu caminho, enquanto dizia pros meus filhos que ia levar um amigo meu pra casa pra trabalhar numa coisa importante, que era surpresa e que não podiam contar pro pai deles. Meus filhos concordaram. Cheguei no topo, o preto, ao ver minha caminhonete se aproximando, parou de pedir esmola e apertou a rola. Eu me endireitei, ficando o mais reta possível pra levantar meu busto. Cheguei. Nós nos olhamos, com a mão esquerda apontei para meus peitos e antes que ele dissesse qualquer coisa, perguntei se ele gostava deles. Ele respondeu: "Sim, mamãe." Segui em frente para que ele pensasse que eu ia embora, mas na hora encostei e buzinei. O negão virou pra me ver e fiz sinal pra ele vir. Sem pensar, ele veio trotando até minha janela.
N - Oi, mamãe.
Y - Oi, cê tá ocupado?
N - Não, mamãe, tô tentando ganhar uns trocados.
Y - Pensei que não ia te ver mais.
N - Pois é, mãezinha, amanhã vou pra capital, mas queria me despedir de você, gostosa.
Y - Que gentileza, vem comigo?
N - Pra onde?
Y - Por aí, por aí...
N - Pra onde a gente vai, mãezinha???
Y - Ué, o que cê imagina???
N - Imagino um monte de coisa.
Y - Não ia gostar de fazer elas comigo???
N - Cê quer comer essa aqui??? disse ele, segurando o pau por cima da calça.
Y - E você quer comer essas aqui??? falei, apontando pros meus peitos.
N - Sim, mãezinha, parece que são bem gostosas - ele enfiou a mão pela minha janela e apertou um dos meus peitos. Deixei um pouquinho, mas depois dei um tapa pra ele soltar.
Y - Então vem comigo, sobe e a gente vai pra algum lugar agora.
N - Ei, mas seus filhos tão com você?
Y - Relaxa, eles não vão dar problema, sobe.
N - Tem certeza?
Y - Sim.
Ele assobiou pro amigo dele, fazendo sinal que voltava. Enquanto assobiava e fazia toda aquela palhaçada de sinais, meu filho mais velho me perguntou:
H - Mãe, por que o moço te tocou aí em cima e por que ele te chama de mãezinha?
Y - Ah, é porque ele é um amigo, amor, e a gente se trata assim, é uma brincadeira. Mas não conta pro seu pai, porque ele fica triste, já que também queria brincar mas não pode, tá bem?
H - Tá, mãe, não vou contar.
Meu negão deu a volta na minha caminhonete e entrou no banco do carona. Sorri pra ele e segui em direção à minha casa. No caminho, ele me disse que se chamava José, mas pra chamar de Pepe. Os pais dele eram colombianos, mas quando ele era criança, saíram da Colômbia e, por um acaso do destino, foram parar na Guatemala, onde ele passou a vida toda. Até que veio a história da caravana. migrante, então aproveitei pra buscar oportunidades junto com meu amigo nos Estados Unidos, mas não tinha conseguido chegar e já fazia 3 anos que estavam no México andando de cidade em cidade, ele tem 25 anos e claro, sem estudo nem nada. Chegamos na minha casa e entramos, o Pepe era muito alto, eu mal chegava no peito dele, parecia meio forte, não tinha corpo de academia mas tinha uma boa compleição. Tava meio nervosa, tenho que confessar, e não sabia como começar, e acho que ele também, então falei que ia passar no quarto dos meus filhos pra explicar, que ele esperasse. Fui no quarto dos meus filhos e falei: "Filhos, vou ficar no meu quarto com meu amigo, vocês fiquem aqui brincando e não entrem no quarto porque a gente vai estar trabalhando e podem atrapalhar, tá?" E eles concordaram. "Outra coisa, não contem pro pai de vocês sobre meu amigo porque é surpresa, tá meus amores?" Eles: "Tá bom, mamãe." Depois de alguns minutos voltei pro meu quarto e ele já tava quase nu, só de cueca boxer de lycra preta. "Vem cá, mamãe, agora você vai comer um pau de verdade." Fechei a porta e fui andando devagar até ele, começamos a nos beijar, nos abraçamos enquanto com as mãos acariciávamos e reconhecíamos nossos corpos, as mãos dele desceram pra minha bunda, apertavam e amassavam com força. Pra falar a verdade, prefiro que me peguem e me comam gostoso do que ficar de frescura com beijos infinitos, então abaixei o zíper da minha jaqueta e ele terminou de tirar, deixando cair no chão, aproveitando esse movimento começou a beijar meu pescoço. Passei minhas mãos na cabeça dele e brincava com o cabelo dele, mas apesar de ser algo que gosto de fazer, não senti muito bem o cabelo dele nas minhas mãos, então me segurei no pescoço dele enquanto ele voltou a massagear minha bunda. Devagar, ele abaixou meu short até a metade da minha bunda, enfiou as mãos dentro do short e apertava forte minha bunda, era uma delícia, os beijos dele no meu pescoço me esquentavam demais. Só me pendurei no pescoço dele, ele abaixou ainda mais meu short, deixando... Com as minhas nádegas praticamente expostas, me soltei dele pra tirar a camisetinha, deixando meus peitos no ar, que foram apertados contra o corpo dele enquanto ele não parava de massagear minha bunda. Ele só desceu as mãos mais um pouco e, de um puxão, me levantou. Abri minhas pernas pra nos acomodar melhor, e a gente se beijou de novo, trocando saliva com as línguas que se saboreavam e se acariciavam. Por causa da cueca dele e do meu short, eu não conseguia sentir o pau dele, mas com certeza tava durasso. Ele continuou me segurando por uns momentos, virou em direção à cama e, devagar, foi me abaixando até me deixar sentada na cama.
N — Já tinha visto uma assim?
Y — Não, nunca. Só nos vídeos pornô (enquanto olhava fixo pra cueca dele).
N — Toca, você vai gostar mais.
Com a mão, apertei o pau dele por cima da cueca, que já tinha um tamanho considerável e a grossura era bem notável. Fiquei apalpando por cima do tecido e, pra minha surpresa, ele começou a crescer mais e mais a cada pulsação. Devagar, a cueca que segurava aquilo tudo começou a "inchar", e o pau dele foi crescendo pra cima, até chegar no elástico da cueca, que também começou a ceder. Aproximei o rosto e comecei a dar mordidinhas por cima do tecido, percorrendo ele com pequenas mordidas pra baixo, cuidando cada centímetro. Quando dei a última mordida, quase chegando nos ovos dele, me afastei, e a cabeça do pau dele já tava pra fora da cueca, tinha passado pelo elástico de cima. Era grande, grossa, de uma cor um pouco mais clara, mas ainda preta. Fiquei olhando fixo praquela cabeçona pulsante, me hipnotizava e enchia minha boca d'água. A verdade é que fiquei pasma, e ele percebeu minha cara de surpresa.



O negrão começou a apalpar meus peitos nus com a mão. N - Tão gulosa assim??? Y - Acho que muito, quero que você remexa meu útero. N - Já percebi, na hora você se jogou de boca no meu pau. Y - É que ele parece muito gostoso. N - Já comeu alguém como eu??? de cor??? Y - Não, você vai ser o primeiro a meter um pau preto em mim. N - Paus como o meu você já comeu??? Y - Grandes... mas não tão grandes quanto o seu. N - Quando te vi na rua soube que você queria engolir meu pau, as mexicanas são muito putas... vou ver se você aguenta e não termina chorando como as outras putas. O Negrão abaixou a cueca liberando o pauzão, preto como chocolate amargo, grosso com as veias bem marcadas, peguei com as duas mãos, uma em cima e outra na base e comecei a subir e descer por todo o tronco enquanto, quase sem perceber, eu me aproximava mais dele, a cabeça roçava meus lábios e sem pensar me joguei nele como uma criança que se joga num doce, abri minha boca, virei um pouco de lado pra conseguir pegar ele com a boca na base, com minha língua toquei a pele dele e num movimento virei minha cabeça pra percorrer tudo com meus lábios e língua, repeti isso duas ou três vezes mais, dava pra ouvir o barulho da minha saliva quando me desgrudava daquele pau incrível, não vou dar medidas exatas porque sinceramente não faço ideia de quanto media e nem perguntei, muito menos medi, mas é de longe o pau mais grande e gostoso que já tive entre minhas mãos e minha boca, mais ou menos 26 a 28, sério, era exageradamente grande, na minha vida nunca vi um igual.
Querem parte 2, meus amores?



No dia seguinte, me vesti bem gostosa com roupas curtinhas, mas quando cheguei no topo, o negão não tava. De tarde também não, fiquei decepcionada, mas não perdi a esperança. Sexta-feira também não apareceu, nem de manhã nem de tarde. Na segunda seguinte foi a mesma coisa, e assim os dias e as semanas foram passando. Só pensava em como fui idiota por ter deixado passar a chance de dar pra aquele negão lindo e cheio de pau. E assim se passaram três semanas, até a segunda-feira retrasada, quando aconteceu o seguinte.Eu tava levando minhas filhas pra casa depois da escola, mas antes de buscá-las fui na academia. Tava usando um short bem curto, tipo lycra, preto e cinza na parte da bunda. Adoro esse modelo porque, por ser justo, ele realça minhas nádegas e, quando me inclino, forma um coração. Uma blusa de moletom colorida com uma regatinha cinza folgada por baixo, que só cobre meus peitos, deixando a barriga e o umbigo de fora. Não uso sutiã na academia, então meus peitos ficam bem soltos. Uma calcinha fio-dental lilás, tênis preto e meias pretas. Quando vou pra academia com esse look, nem preciso dizer que chamo muita atenção.
Quando tava quase chegando no topo onde o preto ficava, já nem procurava mais ele, tinha dado como perdido aquele episódio da minha vida. E de fato, nessas semanas, tinha se instalado uma família de imigrantes, uns velhinhos e outros caras também imigrantes pedindo esmola, por isso eu seguia meu caminho normal. Mas a uns dois carros antes de pular o topo, consegui distinguir a mochila com o ursinho pendurado. Tava de costas pra mim, reconheci o corte de cabelo característico de mini rastas, mas a calça não era vermelha, era cinza claro sujo, haha. Mesmo assim, prestei atenção pra ver se era meu preto mesmo. Quando passei do lado, olhei pro rosto e era ele, meu preto. Rapidão baixei o olhar na altura da rola dele. A calça não caía nele igual a outra, essa era mais folgada e de tecido mais grosso, e não mostrava a rola tão gostosa, mas ainda dava pra ver um belo pedaço de carne. — Oi, mamita, já te vejo — sem dizer nada, olhei pra ele e pisquei o olho esquerdo. Segui meu caminho até a escola, onde peguei meus filhos e só esperei eles subirem na caminhonete e peguei a estrada de volta. Não esperava por isso... mas dessa vez não deixaria a oportunidade escapar. Pouco antes de chegar no topo, encostei, tirei o moletom pra ficar só com a regatinha, que por baixo ficava voando por causa dos meus peitos. Meus bicos marcavam porque o tecido era bem fininho e dava pra ver perfeitamente a auréola e a ponta do meu mamilo, que já tava bem durinho. Coloquei a jaqueta e fechei o zíper até embaixo do meu busto pra ele servir de suporte e levantar eles. Soltei o cabelo, arrumei um pouco e segui meu caminho, enquanto dizia pros meus filhos que ia levar um amigo meu pra casa pra trabalhar numa coisa importante, que era surpresa e que não podiam contar pro pai deles. Meus filhos concordaram. Cheguei no topo, o preto, ao ver minha caminhonete se aproximando, parou de pedir esmola e apertou a rola. Eu me endireitei, ficando o mais reta possível pra levantar meu busto. Cheguei. Nós nos olhamos, com a mão esquerda apontei para meus peitos e antes que ele dissesse qualquer coisa, perguntei se ele gostava deles. Ele respondeu: "Sim, mamãe." Segui em frente para que ele pensasse que eu ia embora, mas na hora encostei e buzinei. O negão virou pra me ver e fiz sinal pra ele vir. Sem pensar, ele veio trotando até minha janela. N - Oi, mamãe.
Y - Oi, cê tá ocupado?
N - Não, mamãe, tô tentando ganhar uns trocados.
Y - Pensei que não ia te ver mais.
N - Pois é, mãezinha, amanhã vou pra capital, mas queria me despedir de você, gostosa.
Y - Que gentileza, vem comigo?
N - Pra onde?
Y - Por aí, por aí...
N - Pra onde a gente vai, mãezinha???
Y - Ué, o que cê imagina???
N - Imagino um monte de coisa.
Y - Não ia gostar de fazer elas comigo???
N - Cê quer comer essa aqui??? disse ele, segurando o pau por cima da calça.
Y - E você quer comer essas aqui??? falei, apontando pros meus peitos.
N - Sim, mãezinha, parece que são bem gostosas - ele enfiou a mão pela minha janela e apertou um dos meus peitos. Deixei um pouquinho, mas depois dei um tapa pra ele soltar.
Y - Então vem comigo, sobe e a gente vai pra algum lugar agora.
N - Ei, mas seus filhos tão com você?
Y - Relaxa, eles não vão dar problema, sobe.
N - Tem certeza?
Y - Sim.
Ele assobiou pro amigo dele, fazendo sinal que voltava. Enquanto assobiava e fazia toda aquela palhaçada de sinais, meu filho mais velho me perguntou:
H - Mãe, por que o moço te tocou aí em cima e por que ele te chama de mãezinha?
Y - Ah, é porque ele é um amigo, amor, e a gente se trata assim, é uma brincadeira. Mas não conta pro seu pai, porque ele fica triste, já que também queria brincar mas não pode, tá bem?
H - Tá, mãe, não vou contar.
Meu negão deu a volta na minha caminhonete e entrou no banco do carona. Sorri pra ele e segui em direção à minha casa. No caminho, ele me disse que se chamava José, mas pra chamar de Pepe. Os pais dele eram colombianos, mas quando ele era criança, saíram da Colômbia e, por um acaso do destino, foram parar na Guatemala, onde ele passou a vida toda. Até que veio a história da caravana. migrante, então aproveitei pra buscar oportunidades junto com meu amigo nos Estados Unidos, mas não tinha conseguido chegar e já fazia 3 anos que estavam no México andando de cidade em cidade, ele tem 25 anos e claro, sem estudo nem nada. Chegamos na minha casa e entramos, o Pepe era muito alto, eu mal chegava no peito dele, parecia meio forte, não tinha corpo de academia mas tinha uma boa compleição. Tava meio nervosa, tenho que confessar, e não sabia como começar, e acho que ele também, então falei que ia passar no quarto dos meus filhos pra explicar, que ele esperasse. Fui no quarto dos meus filhos e falei: "Filhos, vou ficar no meu quarto com meu amigo, vocês fiquem aqui brincando e não entrem no quarto porque a gente vai estar trabalhando e podem atrapalhar, tá?" E eles concordaram. "Outra coisa, não contem pro pai de vocês sobre meu amigo porque é surpresa, tá meus amores?" Eles: "Tá bom, mamãe." Depois de alguns minutos voltei pro meu quarto e ele já tava quase nu, só de cueca boxer de lycra preta. "Vem cá, mamãe, agora você vai comer um pau de verdade." Fechei a porta e fui andando devagar até ele, começamos a nos beijar, nos abraçamos enquanto com as mãos acariciávamos e reconhecíamos nossos corpos, as mãos dele desceram pra minha bunda, apertavam e amassavam com força. Pra falar a verdade, prefiro que me peguem e me comam gostoso do que ficar de frescura com beijos infinitos, então abaixei o zíper da minha jaqueta e ele terminou de tirar, deixando cair no chão, aproveitando esse movimento começou a beijar meu pescoço. Passei minhas mãos na cabeça dele e brincava com o cabelo dele, mas apesar de ser algo que gosto de fazer, não senti muito bem o cabelo dele nas minhas mãos, então me segurei no pescoço dele enquanto ele voltou a massagear minha bunda. Devagar, ele abaixou meu short até a metade da minha bunda, enfiou as mãos dentro do short e apertava forte minha bunda, era uma delícia, os beijos dele no meu pescoço me esquentavam demais. Só me pendurei no pescoço dele, ele abaixou ainda mais meu short, deixando... Com as minhas nádegas praticamente expostas, me soltei dele pra tirar a camisetinha, deixando meus peitos no ar, que foram apertados contra o corpo dele enquanto ele não parava de massagear minha bunda. Ele só desceu as mãos mais um pouco e, de um puxão, me levantou. Abri minhas pernas pra nos acomodar melhor, e a gente se beijou de novo, trocando saliva com as línguas que se saboreavam e se acariciavam. Por causa da cueca dele e do meu short, eu não conseguia sentir o pau dele, mas com certeza tava durasso. Ele continuou me segurando por uns momentos, virou em direção à cama e, devagar, foi me abaixando até me deixar sentada na cama.
N — Já tinha visto uma assim?
Y — Não, nunca. Só nos vídeos pornô (enquanto olhava fixo pra cueca dele).
N — Toca, você vai gostar mais.
Com a mão, apertei o pau dele por cima da cueca, que já tinha um tamanho considerável e a grossura era bem notável. Fiquei apalpando por cima do tecido e, pra minha surpresa, ele começou a crescer mais e mais a cada pulsação. Devagar, a cueca que segurava aquilo tudo começou a "inchar", e o pau dele foi crescendo pra cima, até chegar no elástico da cueca, que também começou a ceder. Aproximei o rosto e comecei a dar mordidinhas por cima do tecido, percorrendo ele com pequenas mordidas pra baixo, cuidando cada centímetro. Quando dei a última mordida, quase chegando nos ovos dele, me afastei, e a cabeça do pau dele já tava pra fora da cueca, tinha passado pelo elástico de cima. Era grande, grossa, de uma cor um pouco mais clara, mas ainda preta. Fiquei olhando fixo praquela cabeçona pulsante, me hipnotizava e enchia minha boca d'água. A verdade é que fiquei pasma, e ele percebeu minha cara de surpresa.




O negrão começou a apalpar meus peitos nus com a mão. N - Tão gulosa assim??? Y - Acho que muito, quero que você remexa meu útero. N - Já percebi, na hora você se jogou de boca no meu pau. Y - É que ele parece muito gostoso. N - Já comeu alguém como eu??? de cor??? Y - Não, você vai ser o primeiro a meter um pau preto em mim. N - Paus como o meu você já comeu??? Y - Grandes... mas não tão grandes quanto o seu. N - Quando te vi na rua soube que você queria engolir meu pau, as mexicanas são muito putas... vou ver se você aguenta e não termina chorando como as outras putas. O Negrão abaixou a cueca liberando o pauzão, preto como chocolate amargo, grosso com as veias bem marcadas, peguei com as duas mãos, uma em cima e outra na base e comecei a subir e descer por todo o tronco enquanto, quase sem perceber, eu me aproximava mais dele, a cabeça roçava meus lábios e sem pensar me joguei nele como uma criança que se joga num doce, abri minha boca, virei um pouco de lado pra conseguir pegar ele com a boca na base, com minha língua toquei a pele dele e num movimento virei minha cabeça pra percorrer tudo com meus lábios e língua, repeti isso duas ou três vezes mais, dava pra ouvir o barulho da minha saliva quando me desgrudava daquele pau incrível, não vou dar medidas exatas porque sinceramente não faço ideia de quanto media e nem perguntei, muito menos medi, mas é de longe o pau mais grande e gostoso que já tive entre minhas mãos e minha boca, mais ou menos 26 a 28, sério, era exageradamente grande, na minha vida nunca vi um igual.
Querem parte 2, meus amores?
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