Minha irmã foi estuprada por minha culpa.
Zoe
Sandra
Uns anos atrás, quando eu tinha 18 e a Sandra 23, aconteceu o que vou contar agora — uma história pesada e difícil, mas que aos poucos fomos superando. Naquela época, a gente morava na casa dos meus pais, uma casa térrea com dois quartos: o principal pros meus pais e o outro dividido por nós duas, sala, copa, cozinha, dois banheiros e um lavabo. Tinha um quintalzinho na frente com um jardim que minha mãe cuidava. Nos fundos, tinha um quintal menor. Meus dois pais trabalhavam e chegavam bem tarde em casa; então, minha irmã e eu geralmente ficávamos sozinhas a tarde inteira e, às vezes, dormíamos sem eles terem chegado. A Sandra chegava da faculdade e eu do colégio, às vezes uma chegava primeiro e a outra depois, ou o contrário, e teve vezes que a gente praticamente chegava junto. A gente comia junto se tava de bem, se tava brigada, não; às vezes nem se falava, e às vezes éramos as melhores confidentes e amigas.
Lembro muito bem daquele dia; depois da escola fui com minhas amigas tomar um milk-shake, então demorei um pouco mais pra chegar em casa. Era umas 3:15 da tarde quando tava chegando. Quando abri a portinhola que separava nosso jardim da rua, um senhor de uns 60 anos veio falar comigo, alto (uns 1,85m), meio careca, fortão e um pouco acima do peso, com o pouco cabelo que tinha todo achatado. Tava vestindo um terno de muito boa qualidade e segurava uma pasta executiva. Ele me cumprimentou de boa e disse:
- Oi gostosa, seu pai tá em casa?
- O cara parecia gente boa e me passou confiança, então sem pensar respondi: “Não”
- Ah, tá, e sua mãe?, ele perguntou de novo
- “Não, também não”, respondi de novo.
- Ah, que barbaridade, ele disse com um ar meio preocupado. Não tem nenhum adulto na sua casa? Porque você é muito novinha.
- O que o senhor deseja?
- É, não posso te contar, é um assunto importante, mas preciso falar com algum adulto.
- Bom, deixa eu ver se minha irmã está.
- Ah é? Quantos anos ela tem?
- 23.
- E você?
- 18.
- Perfeito. Diz pra ela que quero falar com ela, e, se não for pedir muito, será que você podia me dar um copo d'água? Porque esse calor tá de matar.
- Tá bem, pode me seguir, eu disse, abrindo o portão sem nenhuma preocupação, pensando: "coitado do homem, com esse calor e de terno, deve estar torrando", porque ele realmente parecia cansado e todo suado.
Ele me seguiu até em casa, eu tava usando uma saia jeans bem curta e uma blusa branca justa no corpo. Caminhei rebolando como sempre faço, e agora acho que ele com certeza tava me olhando com tesão enquanto me seguia, mas na hora nem percebi. Meus pais sempre avisaram pra gente não falar com estranhos e nunca abrir a porta pra desconhecidos, mas naquele momento confiei demais na cara simpática do cara e porque achei que minha irmã já tinha chegado, e afinal, o que um velhinho poderia fazer contra nós duas juntas? Logo vi que tava enganada. Abri a porta da frente; à direita ficava a cozinha e à esquerda a sala; os quartos eram no fundo. Falei pro senhor entrar na cozinha e sentar numa mesinha que a gente tinha lá. Servi um copo d'água pra ele, entreguei e disse pra esperar ali enquanto procurava minha irmã; ele concordou com a cabeça e começou a beber a água. Fui pro quarto, certa de que a Sandra tava lá, já que não vi ela na sala e era o primeiro lugar onde ela devia estar. Entrei no quarto e, de fato, encontrei ela deitada na cama, ouvindo música no fone e com o notebook no colo. Por causa do calorão, ela só tava de shortinho bem curto e bem justo e uma regata de barriga de fora.
Cumprimentei ela e falei:
— Oi, escuta, na cozinha tem um senhor perguntando por algum adulto e como o Papai e a Mamãe não estão, ele quer falar com você.
— Como é que é? — respondeu ela, com cara de irritada enquanto tirava os fones de ouvido.
— Que ali na cozinha tem um senhor que quer falar com você ou com qualquer adulto — falei, levantando a voz.
— NA COZINHA?! — disse ela, assustada. — VOCÊ DEIXOU ELE ENTRAR, POR ACASO?
— Sim, mas ele parece educado e tá bem vestido — falei, tentando justificar minha burrice.
— MAS COMO É QUE TE VEIO NA CABEÇA DEIXAR ELE ENTRAR? — disse Sandra enquanto calçava as sandálias, sem parar de me olhar com os olhos cheios de raiva.
— Qual é o problema? Ele tá de terno e te juro que parece uma boa pessoa.
— COMO ASSIM QUAL É O PROBLEMA, COMO É QUE TE VEIO NA CABEÇA DEIXAR UM DESCONHECIDO ENTRAR EM CASA; E SE FOR UM LADRÃO OU UM ESTUPRADOR E A GENTE DUAS SOZINHAS?!
- Ai, como é que pode! Você tem muita imaginação e é bem medrosa, já te falei que ele parece ser gente boa. Além disso, nós somos duas e ele é só um, se quiser fazer alguma coisa a gente dá uma surra nele e pronto.
- VOCÊ É MUITO BURRA MESMO; PROCURA O TELEFONE ENQUANTO EU TIRO O CARA DE DENTRO DE CASA! Ela falou muito brava enquanto andava até a porta do quarto sem tirar os olhos de mim.
Minha irmã abriu a porta do quarto e, ao se virar, deu de cara com o sujeito que já não parecia mais tão bonzinho; vi o olhar duro e frio dele cravar na minha irmã e, com voz grossa, ele disse: "Aonde você vai? Volta.
Sandra recuou levantando as mãos e foi então que eu vi a pistola que o cara segurava numa das mãos. Pareceu enorme pra mim e fiquei paralisada, sem saber o que fazer ou dizer. De repente, me toquei do quão idiota fui por ser tão confiante. Na outra mão, ele ainda carregava a pasta dele. O sujeito entrou no quarto e, sem parar de nos encarar e apontar a arma, fechou a porta e trancou o ferrolho. — O que você quer? — disse Sandra, saindo do susto inicial.
— A você, ele disse sombriamente. Senti um suor frio escorrer pelas minhas costas e fiquei paralisada.
— Vaza daqui ou vou chamar a polícia! — disse Sandra, pegando o telefone que eu tinha na mão.
— Tenta — disse o cara com um sorriso debochado no rosto. Sandra apertou o botão de "falar" no telefone e colocou no ouvido. Pela cara dela, percebi o que estava rolando: não tinha linha.
— O que foi, seu telefone não funciona? Que pena, alguém deve ter desconectado — disse o cara, zombando.
— Tá bom, suas vadias, já cansei de brincar. Vocês vão fazer o que eu mandar ou vocês duas morrem aqui, entenderam? — ele disse depois.
— Você é louco, nem pense que a gente vai obedecer; antes mortas — respondeu Sandra.
— Então o cara apontou a arma pra mim e disse pra Sandra: "Tá bom, se é isso que você quer, vai ver ela morrer primeiro." Ele engatilhou e eu gritei de medo, fechei os olhos e cobri o rosto.
— Não, não, tá bem, a gente faz o que você quiser, mas não nos machuca, por favor! — Sandra recuou ao ver que as ameaças eram sérias.
— Assim que eu gosto, que as putas como vocês me obedeçam. Vamos começar. Ei, você, traz aquela cadeira pra cá — ele me disse, apontando pra uma cadeira perto da minha cama. Olhei pra Sandra assustada, sem saber o que fazer, e ela balançou a cabeça que sim, como me mandando obedecer aquele cara. Coloquei a cadeira onde ele mandou, do lado da cama da Sandra, a uns dois passos dela, e ele ordenou que eu sentasse. Obedeci, e então ele jogou a pasta na cama da Sandra e, apontando a pistola pra ela, ordenou: "Pega a fita que tá aí e amarra sua irmã; não faz nenhuma merda nem tenta nenhum truque, porque vou conferir e, se não fizer direito, sua irmãzinha morre." Sandra obedeceu de má vontade e abriu a pasta; vi que o cara tinha cordas, fita adesiva, alicates e outras coisas que não consegui distinguir. Sandra veio até onde eu estava; o cara me mandou colocar os braços atrás da cadeira; eu fiz. E aí, a Sandra passou a fita em volta dos meus pulsos, me deixando sem poder mexer as mãos. A gente tava tremendo de medo, as duas. Enquanto ela fazia isso, o cara tirou uma foto do bolso interno do casaco e mostrou pra gente, falando: “tem que ficar assim, olha direito”. Na foto tinha uma mina semi-nua, cara de apavorada, amordaçada e amarrada numa cadeira com fita, igualzinho o que minha irmã tava fazendo comigo. Naquela hora, eu percebi que não era a primeira vez que aquele filho da puta fazia isso.
A Sandra viu a foto e me amarrou do mesmo jeito, pernas juntas, amarradas com fita nos joelhos e tornozelos; uma corda na cintura me impedindo de levantar e as mãos pra trás. Aí o cara jogou um pano sujo pra minha irmã e falou: “enfia na boca dela e passa a fita”. Sandra obedeceu, chorando me pediu pra abrir a boca e enfiou o pano; me pediu desculpa enquanto colocava a fita cobrindo minha boca e depois deu várias voltas da minha boca até a nuca, deixando bem presa. Eu queria ter sido eu pedindo desculpa naquele momento pela minha idiotice de ter confiado naquele desgraçado.
Depois que fiquei imóvel, o cara apontou para Sandra o chão ao lado da cama e ordenou: “Fica aí e não se mexe!”. Sandra andou devagar, como se tentasse não chegar no lugar. Quando chegou onde o cara mandou, ele se aproximou de mim e começou a verificar minhas amarras e disse: “Muito bem, putinha, você se saiu bem”; enquanto ele estava distraído, Sandra, num movimento rápido, pegou um vasinho pequeno na mesinha dele e, de surpresa, jogou na cabeça do cara. Pra nossa má sorte, o cara reagiu a tempo e se abaixou pro lado enquanto o vaso passava perto da cabeça dele e se estilhaçava na parede. Ele virou assustado, mas com um sorriso debochado e disse pra minha irmã: “Ah, então a menina é rebelde, é?; errou, putinha estúpida!” Sandra ficou perplexa quando viu que o cara apontou a arma pra mim de novo; “Tá bom, você quis assim, dá tchau pra sua irmã”. Ele puxou o gatilho de novo e eu fechei os olhos e me encolhi esperando a morte. “NÃO, NÃO, DESCULPA, VOU OBEDECER EM TUDO QUE VOCÊ MANDAR, NÃO VOU FAZER DE NOVO, JURO, ME PERDOA PELO AMOR DE DEUS!” gritou Sandra desesperada, se ajoelhando com as mãos pra cima. O cara encarou ela e disse: “Essa é sua última chance, putinha, outra merda dessas e você vai ver a putinha da sua irmã morrer e depois você morre, entendeu?” “Sim, sim, tá bom, vou obedecer” disse Sandra se levantando ainda com as mãos pra cima. “Então agora tira a roupa devagar!”; “obedece e tira logo, putinha estúpida!”, ordenou o cara.
Sandra obedeceu chorando, tirou primeiro o piercing do umbigo e, como não usava sutiã, seus peitos ficaram expostos para a alegria do babaca tarado, que tinha tirado uma câmera pequena de entre as roupas e começou a tirar fotos dela com uma mão. Na outra mão, ele ainda segurava a arma. Depois, minha irmã tirou o short e as sandálias, ficando só de fio-dental; ela se endireitou e cobriu os peitos. O cara disse: “Sua putinha, tira tudo, quero te ver pelada!”. Então Sandra tirou o fio-dental, ficando completamente nua. Seu corpo escultural e alvo estava à vista do porco nojento, que continuava filmando ou tirando fotos. Ela cobria os peitos com um braço e com a outra mão tapava a buceta. Ele disse: “Coloca as mãos para trás, não se tapa”; ela obedeceu e mostrou toda a frente do seu corpo bem torneado, envergonhada. O cara continuava fotografando ou filmando e dizia: “Sssssssiiii, você é melhor do que eu imaginava, mamacita!”. Depois ele ordenou: “Dá dois passos para cá e vira de costas, deixa as mãos para trás”. Ela fez isso e ficou de costas para o cara, que colocou a câmera na cama, apontando para Sandra, e se aproximou da pasta dele; tirou uma corda e amarrou as mãos dela com muita habilidade. Vi que minha irmã estava com a cabeça erguida, mas chorava de olhos fechados. Me pareceu que ele apertou muito as cordas, porque ela fazia cara de dor e mexia as mãos. Depois que a amarrou, ele ordenou: “Vira e ajoelha!”. Sandra, sem dizer nada, obedeceu, cheia de lágrimas. Então o cara desabotoou a calça e a baixou junto com a cueca, deixando exposto um pauzão grande, grosso e comprido, e uns ovos que combinavam com o tamanho do membro.
“Chupa!” ele ordenou pra Sandra e deu um aviso: “mas nem pense em morder, porque tô apontando pra cabeça da sua irmãzinha!” Sandra teve que obedecer sem reclamar, enfiou o pauzão na boca e começou a chupar, fazendo ele entrar e sair da boca dela, dando um puta prazer pro cara, que com a mão livre pegou ela pelo cabelo e fez ela se mexer do jeito que ele queria, humilhando ela.
Ele me olhou e disse: "você não fecha os olhos, porque se eu ver você fazendo isso, quem morre é sua irmã; olha como essa puta gosta de chupar". Eu também chorava de raiva e impotência, mas principalmente pela culpa que sentia pela minha burrice em ser tão ingênua. Ele passou um tempo com minha irmã chupando ele e falando coisas como: "ah, que gostoso você chupa, puta!, sabia que você é uma grande chupadora; com certeza é assim que você faz com seus colegas de escola que traz de manhã quando não tem ninguém, né?". Isso me chocou. Será que minha irmã, que era meu exemplo e se achava inalcançável, trazia garotos para casa para transar com eles? Não acreditei. De repente, o cara puxou o cabelo dela, tirando o pau da boca dela, que tossiu e teve vários engasgos que, felizmente, ela aguentou.
O cara, só de soltar o cabelo dela, fez ela se levantar e desamarrou as mãos dela, e na sequência mandou: “deita”; ela obedeceu, deitando na cama dele, então ele amarrou os braços abertos dela na cabeceira da cama, depois amarrou os tornozelos dela também na cama com as pernas abertas, deixando ela numa posição de X. A Sandra não resistiu por medo de que o cara atirasse nela, porque ele não largava a pistola. Assim que ele a deixou daquele jeito, largou a pistola no criado-mudo, pegou a câmera e começou a tirar fotos dela; minha irmã virou o rosto envergonhada, mas ele disse: “ah, ah, nada de virar a cara, sua puta, quero que você olhe pra câmera!”. A Sandra teve que obedecer, olhou pra câmera mas em nenhum momento sorriu. Depois da “sessão de fotos”, o cara se despiu completamente. Era gordo, tinha uma barriga enorme e muito pelo no peito e nos genitais. O pau dele continuava totalmente duro. Enquanto tirava as fotos e enquanto se despia, falava sem parar: “Já tava te desejando há um tempão, sua puta, valeu a pena observar e esperar. Sabia que sua irmãzinha é mais gostosa que você e só esperei minha chance. Essa parada de te ver várias vezes entrando de manhã na sua casa quando não tinha ninguém, às vezes acompanhada de um, ou de dois, ou até de três caras, me fez te desejar ainda mais; eu imaginava te comendo por horas na frente e por trás e agora vai se realizar, você vai ver como você também vai gostar”.

Sandra levantou a cara pra me olhar e disse: “Não acredita nele, tudo que ele fala é mentira!” Aí ele falou: “Ah, é? Vamos ver quem tá mentindo” e tirou da pasta dele um envelope amarelo grande, de dentro tirou umas fotos e jogou no chão na minha frente. Fiquei chocada; eram várias fotos que mostravam Sandra entrando em casa com caras diferentes, em dias diferentes, todas de manhã, quando eu tô na escola e meus pais tão trabalhando. Em algumas fotos dava pra ver ela entrando com dois, três e até quatro caras juntos. Duas fotos tinham sido tiradas pela janela e dava pra ver minha irmã dando na cama dela com dois ao mesmo tempo, um metendo na frente e outro por trás. Sandra viu minha reação de choque e decepção e começou a falar: “Que isso, cê mostrou pra ela? Não acredita, são montagens, é mentira!”
Então o cara disse: “Já chega, cala a boca e se prepara, que agora você vai sentir a pica de um homem de verdade, e não os pauzinhos dos seus amiguinhos ou namoradinhos de merda!”. Sandra só disse: “Não, não, por favor, me deixa, NÃOOOOOO!”. O cara subiu na cama, se colocou entre as pernas abertas dela e, sem nenhum aviso ou aquecimento, a penetrou com força. Sandra gritou: “AAAAAAIIIIIIII NÃOOOOOO!”; então ele se inclinou sobre ela, esmagando-a, e tapou a boca dela com a mão enquanto dizia: “Cala a boca, puta, quero te aproveitar em silêncio!”. Depois começou a lamber o pescoço e os peitos dela como um animal no cio, sem parar de se mover, entrando e saindo da minha irmã selvagemente enquanto ela me olhava com seus grandes olhos azuis, como se pedisse ajuda, mas eu não podia fazer nada além de me culpar por ser tão idiota. E daí se minha irmã trazia os amigos dela pra transar em casa? Isso não me importava, o que doía naquele momento era que, por minha culpa, aquele babaca estava machucando ela, e infelizmente faltava muito tempo pra meus pais chegarem. Percebi que o desgraçado estava nos observando há muito tempo sem que a gente notasse, e só esperou uma oportunidade pra se aproveitar.
O cara metia e tirava sem piedade o pau dele da buceta da minha irmã e esmagava ela com o corpanzil; enquanto apertava os peitos dela com uma mão, pegou ela pelo cabelo com a outra e forçou um beijo na boca; a Sandra tentou resistir, mas ele já tinha dominado ela. Foi horrível ver que enquanto ele estupráva ela com força, apertava os peitos dela e enfiava a língua até o fundo da garganta. Eu queria fechar os olhos, mas lembrava da ameaça dele; no mínimo, o choro fazia tudo ficar borrado.
O cara fez o que quis com o corpo da minha irmã, do nada tapava a boca dela e ficava mordendo os bicos dos peitos ou apertando a bunda dela, se deliciando com a dor que causava nela. Depois sussurrou algo no ouvido dela e destapou a boca; aí a Sandra começou a falar: “Ah sim, assim, assim que eu gosto, mete fundo gostoso, até o talo, me dá tudo!”, “Assim, assim, me come com força, mete até o fundo!”. Mas eu percebi que ela tava chorando e o rosto dela não mostrava prazer nenhum, e aí eu entendi que o desgraçado tinha mandado ela falar aquilo e senti que era pra humilhar ela ainda mais.
Foram vários minutos que o cara estuprô minha irmã sem dó; de repente, ele tirou o pau dela, sentou no peito dela com as pernas abertas e colocou a rola enorme na boca dela e falou: “Abre, vagabunda!”. Sandra abriu a boca e ele forçou ela a chupar de novo; ele levantou o corpo e se mexeu de um jeito que enfiava o pauzão até o fundo da garganta dela e depois tirava quase tudo, fazendo ela quase se engasgar; repetiu isso várias vezes. Depois, sentou de novo no peito dela, pegou a cabeça de Sandra e levantou pra ela continuar chupando o pau; ele moveu com força, fechou os olhos e olhou pro teto; só falava: “Aaaaahhhhh sssssss, sssssiiiiii, vagabunda, como tu chupa bem, vagabunda, como tu chupa bem, ssssssiiiiii!”.
Depois de um bom tempo segurando ela assim, ele tirou o pau, saiu de cima do peito dela e voltou a se posicionar entre as pernas dela; de novo meteu sem piedade e ela gritou de novo: “AAAAAAUUUUUU, JÁ CHEGAAAAA!”; ele disse: “Cala a boca, puta, se é isso que você gosta, eu já vi como você faz com seus amiguinhos!” e continuou entrando e saindo dela sem misericórdia, cada vez mais forte e mais selvagem, até que parou e gozou, sacudindo o corpo violentamente sem tirar o pau de dentro dela. Sandra gritou: “Não, não, tira por favor, tira, não goza dentro!”; mas ele não ligou, virou os olhos e cravou os dedos na cintura dela, gritando de prazer: “AAAAAAHHHH SIM, puta, AAAHHHH QUE GOSTOSOOOO, QUE TRANSA BOAAAAAA!” Ele ficou uns segundos em cima dela, esmagando ela ainda; eu vi que Sandra tava com dificuldade pra respirar. Depois ele se levantou e tirou o pau todo melado da minha irmã, que chorava sem consolo.

O infeliz sentou-se nu na minha cama e ficou olhando pra Sandra; depois pegou a câmera, levantou e começou a tirar fotos dela nua e humilhada. Em seguida, pegou a calcinha fio dental da minha irmã e a fita do chão, chegou perto dela e mandou ela abrir a boca, ela obedeceu e então ele enfiou a calcinha na boca dela e amarrou com fita, igual ela tinha feito comigo. Enquanto fazia isso, falou pra gente: "Tão vendo, putas? Que fácil que era? Não precisavam ter resistido tanto, e você adorou, não se faz de sonsa, sua putinha". Depois pegou um pano e vendou os olhos dela; aí veio até mim e também vendou os meus. Eu ouvi ele deitar na minha cama e dormir, roncando sem preocupação nenhuma. O que ia acontecer depois? Eu não sabia o que pensar, imaginei que quando acordasse, ia matar nós duas, já que a gente tinha visto o rosto dele e podia identificar. Ou talvez ele estuprasse a Sandra de novo e fosse embora, ou então fosse embora deixando a gente amordaçada, vendada e amarrada. A incerteza me enchia de preocupação e medo. Tentei me comunicar com a Sandra, mas só dava pra ouvir gemidos das duas: "Mmmmmg, nnnggg, fffggg, mmmmggg". A gente não se entendia nada. Tentei me mover até a cama da Sandra e fui indo às cegas, devagar, arrastando a cadeira, mas era muito difícil, porque ainda tinha que fazer silêncio. Minha ideia era soltar uma mão dela pra que ela pudesse nos libertar; o problema é que, de olhos vendados, eu não conseguia medir a distância e não sabia o quão perto estava da cama, mas continuei tentando até que caí e, com isso, fiz um barulhão que acordou o desgraçado. Tentei desesperadamente me levantar, mas era impossível; ouvi ele se levantar da cama e dizer: "Ah, então é assim, né? A putinha quer se soltar, é? Agora você vai ver, estúpida!". Ouvi ele se aproximar e depois começou a rir: "Hahahahaha, sabia que você era uma vadia, mas não pensei que tanto assim!". Ele se abaixou e levantou a cadeira; eu estava dolorida por causa da queda que levei, mas isso era o de menos, o cara de repente... começou a acariciar minhas pernas e disse: “Ai, putinha, se você também é bem gostosa! Sabe? Eu só tava pensando em comer a puta gostosa da sua irmã, porque não curto muito as novinhas. Mas vejo que você já tá na idade de levar uma boa foda. Tô achando que vou te aproveitar também. Com certeza você já deve ter dado pra algum colega ou professor da escola, né, putinha?”. Apavorada, balancei a cabeça negativamente, me debati e gemi “MMMMNNNNGGGG!” dizendo que não, mas parece que isso excitava ele ainda mais.
Depois ele me perguntou: "Você é virgem?" e eu balancei a cabeça, concordando com força, pensando que talvez assim ele não me estuprasse; mas ele disse: "Não acredito em você, vou verificar; e se for, então vou tirar isso de você". Tanto eu quanto Sandra começamos a gritar e a nos debater, mas só se ouviam gemidos abafados: "MMMMMGGGGHHHH, NNNNNGGGHHH!". Ouvi o cara remexendo algo na pasta dele e depois voltou para mim. Senti ele cortar parte da minha blusa e depois rasgá-la com as mãos; em seguida, cortou meu sutiã e deixou meus peitos redondos livres. Eu continuava reclamando, "MMMMGGGHHH, MMMMGGHHM MMMJJJ MMMJJJJ!", mas não adiantava nada, ele já estava massageando meus peitos, se deliciando com eles e disse: "É, você tem uns peitões gostosos, mamacita, notei desde a primeira vez que te vi".
Depois ele se levantou e se afastou; ouvi ele dizendo pra Sandra: "Agora é a sua vez de ver como eu como a sua irmãzinha e transformo ela numa puta." Achei que ele tinha tirado a venda dos olhos dela; aí ele voltou e, com a tesoura, cortou a fita que me amordaçava e tirou o pano da minha boca. Me puxou pelo cabelo e ordenou: "Abre a boca, puta!" Obedeci por medo, e então ele enfiou o pau duro na minha boca, que era virgem até aquele momento.
Com a mão puxando meu cabelo, ele me obrigou a chupar ele, enfiando e tirando da minha boca. Senti nojo, vergonha e humilhação, mas não podia fazer nada, tava submissa aos desejos daquele porco. Era horrível sentir aquilo sem poder ver nada. Ouvi a Sandra chorando, gemendo e tentando se soltar desesperada.
Desejei que aquele desgraçado só me obrigasse a chupar ele e pronto, que gozasse na minha boca e talvez fosse embora, por isso comecei a chupar mais rápido, pra ele gozar logo e deixar eu e minha irmã em paz; mas ele me puxou pelo cabelo e disse: “Ei, calma, putinha, quem manda aqui sou eu e quem dita o ritmo sou eu, então se acalma!”. Aí ele enfiou de novo, mas me fez chupar num ritmo muito mais lento enquanto falava: “Aaaahhh, isso, putinha, devagar eu gosto mais!”. Ele enfiava o pau dele até o fundo da minha garganta e esperava uns segundos, depois tirava devagar e deixava só na ponta dos meus lábios; fez isso uma vez e outra, bem devagar, enquanto com a outra mão apertava meus peitos.

Ele me deixou assim por um bom tempo, e de repente parou com o pau pra fora da minha boca. Aí senti ele me soltar da cintura; me mandou levantar e desabotoou minha minissaia, que caiu no chão. Depois, puxou minha calcinha fio-dental pra baixo e começou a passar a mão gostoso em todo o meu corpo, pegando nos peitos e na bunda, enquanto falava: "Você é uma puta gostosa mesmo, me atraiu desde que te vi, mas quem eu queria mais era sua irmã. Se não fosse ela, já teria te comido, mas a que eu queria saborear era ela. Só que você deu sorte, também vai levar." Então me jogou no ombro igual um saco, andou e me atirou na minha cama. Me colocou de lado, tirou a venda dos meus olhos e pôs a câmera no criado-mudo, na altura do meu rosto. Enquanto se posicionava atrás de mim, disse: "Quero ver a sua cara de prazer ou de dor quando eu te comer nesse cuzinho lindo, que é o que mais me dá vontade." E enfiou um dedo no meu cu com uma parada pra lubrificar.
NÃO, NÃO, PELO AMOR DE DEUS, NÃO FAÇA ISSO, EU IMPLORO, NÃOOOOOO, AAAAAAAIIIIIIIIIIIIII!" gritei de dor ao sentir aquele membro enorme já começando a penetrar meu pobre cu virgem; a lubrificação não era suficiente; a dor que ele me causava era a pior que eu já tinha sentido até aquele momento.
Ele foi enfiando devagar até me empalar por completo, deixando o pauzão dele dentro do meu cu dolorido, enquanto eu chorava e gritava de dor: “AAAAAAIIIIIIIIIIIII, NÃO, PELO AMOR DE DEUS, TIRA, TIRA, TÁ DOENDO MUITOOOOO, PELO AMOOOOR, EU IMPLORO!”, ele apertava meus peitos enquanto dizia: “Isso, isso, vagabunda, é assim mesmo, adoro quando vocês resistem e choram; você merece isso por ser uma puta estúpida; toma, toma, sua cachorra, pra você nunca mais ficar dando mole pra estranho que entra na sua casa, sua puta!” e começou a se mover, enfiando e tirando o pau com força.
Eu chorava e vi minha irmã chorando também, ela se contorcia tentando se soltar das amarras pra me ajudar, mas era tudo inútil, o cara tinha nós duas dominadas e não ia parar até comer eu também. Ele continuava entrando e saindo do meu cu dolorido, fazendo eu sentir como se tivesse queimando lá dentro; ele ia devagar, curtindo cada metida, enfiava devagar até o fundo, deixava lá uns segundos e depois tirava também bem devagar até deixar tudo pra fora; de novo esperava uns segundos e voltava a me penetrar, me causando a mesma dor uma vez e outra. Foi um tempão e eu gritei tanto que minha garganta doeu, já não conseguia mais gritar, então só soluçava e continuava implorando com voz rouca: “Pelo amor de Deus, chega, já deixa, tá doendo demais, por favor, eu te imploro!”. De repente ele começou a se mover mais rápido, metendo e tirando com força; ele falou no meu ouvido: “Vai, grita, adoro ouvir você implorar, putinha; chora como as outras enquanto eu te como!”. Eu até gritava, mas minha garganta tava tão irritada que já não saía mais som.

Depois de muito tempo me violentando pelo cu, ele tirou o pau todo e me virou, me deixando de barriga pra cima; com a tesoura cortou a fita dos meus joelhos e tornozelos e me forçou a abrir as pernas; “Não, nãooo!”, gritei com a voz toda rouca, mas ele tinha o domínio total e, sem nenhuma consideração, cravou o membro enorme na minha buceta até o fundo; me causando de novo muita dor. Depois, se deixou cair sobre mim, me esmagando com o peso; olhou na minha cara e disse: “Já vi que você tá gritando mesmo; é assim que eu gosto, puta, continua implorando!”. Em seguida, sem tirar o pau de dentro de mim, começou a descer com a língua nojenta pelo meu pescoço e chegou nos meus peitos; ao mesmo tempo que começou uma mete-saca frenética do pau dele na minha buceta, resolveu morder meus peitos, me causando ainda mais dor, era isso que ele gostava.
Depois de morder meus peitos por um bom tempo e sem parar de me penetrar, ele me forçou a beijá-lo na boca, enfiando a língua nojenta dele na minha; tive muita vontade de morder e arrancar aquela língua, mas sabia que isso resultaria no assassinato da minha irmã e no meu também; então me segurei e deixei ele me beijar. Ele continuou me estuprando e eu senti algo escorrendo pelas minhas pernas, imaginei que fosse o sangue do meu hímen rompido pela penetração violenta; eu que tinha me cuidado tanto e recusado tantos caras pra continuar virgem, e vim perder isso num estupro. Uns momentos depois, ele tirou o pau todo; se levantou e eu vi que ainda estava duro; me obrigou a levantar da cama e me fez andar até a cama da Sandra, me jogou de um jeito que fiquei de bruços, atravessada em cima do corpo da minha irmã; então ele se colocou atrás de mim e de novo me penetrou pelo cu. Pelo visto, a intenção dele era humilhar nós duas ao mesmo tempo e ele estava conseguindo, porque a Sandra se contorcia desesperada tentando se soltar e parar o que estava rolando. Ela gritava, mas nada se ouvia. Eu continuava gritando de dor, ainda com a garganta arranhando: "Já chega, não aguento mais, aaaiii, para, pelo amor de Deus!

Eu sentia o corpo macio da minha irmã debaixo do meu; nossas peles se roçavam com o movimento que ele fazia enquanto entrava e saía do meu cu dolorido várias vezes, enquanto dizia pra Sandra: “Tá vendo como eu arrebento o cu da sua irmã? Tá vendo como eu faço dela minha putinha? Com certeza você deve estar pensando que é um castigo e tanto pra garota que deixou um estranho entrar em casa e que te fez ser estuprada por culpa dela, né? Olha só como eu castigo ela por ser burra, hahahaha!”. Sandra só fechou os olhos, e ele disse: “Ei, putinha, nada de fechar os olhos, abre eles ou eu mato ela!”. Minha irmã teve que abrir os olhos de novo e ver o cara me estuprando selvagemente pelo cu. Depois de um bom tempo me estuprando assim, o indivíduo se colocou no meio das pernas abertas da Sandra e enfiou o pau nela até o fundo de novo, sem nenhuma consideração; o corpo da minha irmã se retorceu debaixo do meu enquanto ele se apoiava em mim, aproveitando o estupro da minha irmã. Aí ele me puxou pelo cabelo e ordenou: “Lambe a buceta da putinha da sua irmã!”; eu tive que esticar a língua e lamber o clitóris da Sandra; não tinha gosto ruim, mas me deu muito nojo lamber ela, principalmente porque o pau daquele cara tava bem perto.
Ele continuou fodendo a Sandra enquanto segurava minha cabeça pra eu lamber o clitóris dela e, depois de não sei quanto tempo, que pareceu uma eternidade, ele gozou tirando o pau da buceta da minha irmã; esporrou na minha cara e no meu cabelo, além das pernas dela. Ele saiu da cama e viu que eu tinha parado de lamber a Sandra; então me disse: “Não te falei que podia parar, puta? Continua lambendo sua irmã puta!” Aí me colocou em cima dela de um jeito que ficamos num 69 e me fez abrir as pernas sobre a cara da Sandra, tirou a mordaça dela e ordenou: “Você também lambe a boceta dessa puta!” A Sandra obedeceu e com a língua começou a lamber meu clitóris; senti algo sensacional, como nunca tinha sentido antes. É verdade que eu já tinha me masturbado várias vezes, me acariciando o clitóris, mas a língua da minha irmã era tão macia e molhada que me fez sentir um puta prazer. Ela também segurou os engulhos que dava, mas aos poucos nós duas fomos nos acostumando com o gosto e o cheiro e começamos a ficar excitadas.
O cara só ficou andando em volta da cama, gravando a gente com a câmera dele, sorrindo enquanto falava: “Suas putinhas, vocês adoram isso, hein, porcas, é assim que têm que fazer toda noite, vadias!”. Fechei os olhos e me entreguei ao prazer que minha irmã estava me dando, e ao mesmo tempo, tentei dar o mesmo prazer pra ela, tentando compensar minha mancada de ter deixado aquele desgraçado entrar na nossa casa e nos colocar nessa situação. O prazer aumentava a cada segundo; comecei a suar e gemer, e sentia minha irmã tremer a cada lambida minha; do clitóris dela passei pra buceta e lambi lá também. Ela fez o mesmo, me dando um prazer imenso. Uns segundos depois, senti minha irmã se sacudir debaixo de mim; o corpo todo dela ficou tenso, parecia que ela tava tendo um ataque ou algo assim; fiquei meio assustada, mas quando ela parou de me lamber e começou a gritar: “AAAAHHHHHH SIIIIM, SIIIIM, WAAAAA, ISSO, OOOOOHHHHH MEU DEEEEUS!”, percebi que ela tava tendo um orgasmo. Continuei lambendo ela pra ela gozar até o fim, mas queria que ela me fizesse sentir a mesma coisa, já tava quase gozando também; infelizmente, nosso estuprador não deixou a gente continuar; quando percebeu o orgasmo da Sandra, ele me puxou pelo cabelo e me jogou no chão com violência; “Hahahaha, viu, putinha, como sua irmã adora transar com qualquer um? Cês nunca tinham feito isso antes, vagabunda? Eu conheço as da laia de vocês, umas porcas velhas”. Depois falou pra Sandra: “Ver vocês duas me deixou excitado de novo, puta, então agora vou arrebentar essa sua bunda redonda”; ele subiu na cama e começou a desamarrar ela. Eu, jogada no chão, mal conseguia ver, morrendo de vontade de continuar sentindo alguma coisa na minha buceta insatisfeita. Minha irmã gritou: “Me solta, seu desgraçado!” e começou a se debater e tentar se soltar quando o cara desamarrou uma mão dela; aí ele deu um tapa nela e falou: “Fica quieta, estúpida, ou já sabe, mato a sua puta”. Irmã!” ao mesmo tempo em que pegava a pistola de onde a tinha deixado. Depois, sem soltar a arma e já com a Sandra imóvel pela ameaça, ele continuou a desamarrá-la e então mandou ela virar de bruços; ela obedeceu e ele a amarrou do mesmo jeito de antes, com os braços e as pernas abertas. Depois de deixar minha irmã assim, ele veio até mim; com fita adesiva amarrou meus tornozelos juntos e me amordaçou; então me carregou de novo no ombro e me sentou na cadeira; me prendeu nela com uma corda na cintura e depois voltou para onde a Sandra estava; ela o tempo todo tinha ficado mexendo braços e pernas tentando se soltar e implorando: “Não, pelo amor de Deus, não seja mau, aí não, por favor, eu imploro!”, percebi que o prazer do orgasmo que ele tinha tido já tinha passado e agora ela voltava a sentir o terror e a humilhação daquele cara. Ele não deu bola, pelo contrário, subiu na cama atrás dela e começou a penetrá-la pelo cu devagar, mas sem nenhuma lubrificação antes.
Minha irmã gritou: “AAAAAAAYYYYYGGGHHHH!” enquanto o pauzão entrava no cuzinho dela e ele sorriu triunfante; empalou ela até o fundo e parou por um instante; então disse: “AAAAAHHHHHH, isso, putinha, desde quando eu queria te meter no cu e ver você implorar igual está fazendo, não sabe quanto eu desejei isso!”. Sandra continuava chorando e implorando, acho que não ouviu o infeliz, porque senão talvez tivesse parado para não dar mais prazer pro desgraçado. Eu também gritava por baixo da mordaça, mas o babaca nem ligava pra mim; começou a bombar com força, entrando e saindo do cu da minha irmã sem piedade, destruindo ele e fazendo ela sofrer igual fez comigo. Os gritos dela ecoavam na minha cabeça e eu chorei de novo ao lembrar que tudo que tava acontecendo era culpa minha, por causa da minha burrice em confiar naquele estuprador filho da puta.
Enquanto estuprávamos a Sandra, ele virou pra mim, sorriu e piscou o olho, o que me fez sentir ainda pior; parecia que ele tava tirando uma onda na minha cara. Minha pobre irmã continuava gritando: “JÁÁÁÁÁ, JÁ CHEGA PELO AMOR DE DEUS, TÁ DOENDO PRA CARALHO, PELO AMOR, PARA AGORA, AAAAAIIIIII, PELO AMOOOOR, TÁ DOENDOOOO, JÁ CHEGA PELO AMOR, JÁ CHEGAAAAAA!”. Isso deixava ele doidão, dava pra ver como ele continuava excitado, metendo nela com força, entrando e saindo daquele cu arrebentado que ele mantinha aberto com as duas mãos; ele via o pau dele entrando no cu da minha irmã e sorria satisfeito. Pareceu uma eternidade aquele desgraçado fazendo isso com ela, ela não parou de gritar, chorar e se contorcer o tempo todo, eu não parei de tentar me soltar e gritar também durante todo aquele tempo, e ele não parou de rir dela e de meter e tirar aquele pau nojento do cu destruído da minha irmã. Finalmente chegou a hora dele gozar; vi ele tremer e deixar o membro dentro da Sandra pra gozar lá dentro; ela se contorcia e só repetia: “não, não, não, já chega!”.
Ele tirou o pau mole e babado do cu da minha irmã; saiu da cama deixando um fio de porra no caminho e veio na minha direção; me puxou pelo cabelo e me fez abaixar; limpou o pau no meu cabelo e depois passou ele na minha cara toda; deixou uns segundos no meu nariz e disse: “cheira o cu da sua irmã puta, sua vaca”. Quase vomitei, o cheiro era nojento; não dava pra descrever. O filho da puta, sem soltar meu cabelo, colocou a cara na minha e falou: “Tá vendo por que você não deve abrir a porta pra estranhos, puta? A vantagem é que agora já nos conhecemos, já pode abrir a porta com confiança e vou fazer coisas mais gostosas com você e com a puta da sua irmã; agora já sei os horários e os costumes de vocês”. Enquanto falava, começou a juntar as coisas e guardar na pasta; depois se vestiu e continuou: “embora... talvez seja melhor a gente não se ver de novo e ninguém saber o que aconteceu aqui, e apesar de eu ter adorado transar com vocês e as duas serem bem gostosas, vou ter que evitar que contem pra alguém o que rolou”. Ele pegou a arma e se aproximou da Sandra, que desesperada começou a implorar: “Não, não, pelo amor de Deus, não nos mate, não vamos falar nada; juro mesmo, ninguém vai saber de nada, por favor, vá embora e nos deixe, mas não nos mate, pelo amor de Deus!”.
O cara parecia não ouvir; pegou minha fio dental no chão, depois pegou Sandra pelo cabelo e puxou pra trás, forçando ela a arquear as costas; como ela tava com a boca aberta, ele enfiou minha calcinha nela e depois passou fita adesiva por cima e deu várias voltas na cabeça dela. Achei que naquele momento tinha chegado o nosso fim.
Ele colocou o cano da pistola no cu da Sandra e me disse: “Onde vai ser melhor o tiro, aqui?”, eu balancei a cabeça com força, negando. Aí ele colocou a pistola na buceta dela e disse: “então aqui”; balancei a cabeça de novo enquanto minha irmã se debatia e gritava desesperada por baixo da mordaça: “MMMMMNNNNGGGG, FFFFF, FFFF, MMMMMFFFGGG!”. Ele continuou com o jogo cruel dele, colocou a pistola na nuca da Sandra e perguntou: “Aqui?”; de novo eu disse que não. Então ele falou: “já que você não decide, eu vou fazer isso sozinho, não posso mais esperar! Tá ficando tarde e seus pais vão chegar; seu pai vem do escritório, mas hoje é o dia que ele pega a secretária dele, e sua mãe vem de um motel barato onde passou a tarde toda com o namorado do trabalho”. Fiquei puta e reclamei por baixo da mordaça: “MMMMNNN, NNNNFFFF!”. Ele me olhou sorrindo e disse: “Se não acreditam, perguntem pra eles quando chegarem e vão ver que não tô mentindo”. E aí continuou: “Mas beleza, já não posso ficar aqui com vocês, porque teria que pegar também a mãe de vocês, e embora ela pareça bem gostosa, a verdade é que não curto mulher tão velha, prefiro umas novinhas burras que nem vocês; então tchau”. Fechei os olhos esperando ele apertar o gatilho, mas só ouvi um baque seco; esperei um segundo e abri os olhos; vi a Sandra deitada na cama, ainda amarrada, com os olhos fechados e imóvel, e pensei que o desgraçado já tinha matado ela; quando virei, vi ele parado à minha direita e na hora senti uma porrada forte na nuca; tudo escureceu e não soube mais de nada. Acordei com uma dor de cabeça violenta e o corpo todo dolorido; abri os olhos e tava tudo escuro; mexi as mãos e as pernas e percebi que não estava mais amarrada, mas sim pelada; eu tava deitada numa cama, não sabia qual; quando tateei, toquei no meu criado-mudo, e lá estava meu relógio; acendi a luz dele e vi que eram 3h07 da manhã; tava atordoada, mas pensei na minha irmã; assustada, pulei da cama e acendi a luz. Luz do quarto. A Sandra tava em cima da cama dela, pelada e de bruços; já não tava mais amarrada, mas parecia que não tava respirando. Cheguei perto, sacudi ela e chamei pelo nome: “Sandra! Sandra! Sandra!” esperando o pior. Respirei aliviada quando minha irmã se mexeu na cama e abriu um pouco os olhos; sentou assustada na cama de um pulo e olhou pra todo lado, falando: “O que aconteceu? Já foi? Onde a gente tá?”. Eu acalmei ela: “Ssshhh, shhhh, calma, calma, já passou tudo, só tem eu e você no nosso quarto, viu? Já passou tudo!”
Sandra se acalmou e aí a gente ficou se olhando; entendemos que o pesadelo tinha acabado, que aquele desgraçado foi embora sem nos matar e só nos deixou desmaiadas. A gente se abraçou e chorou; juramos que ninguém ia saber do que aconteceu e que nunca mais íamos tocar no assunto. Eu, por mim, jurei nunca mais ser tão idiota e não acreditar em ninguém. As duas vestimos a roupa de dormir e fomos pro quarto dos nossos pais; os dois dormiam a perna solta e o pai roncava que nem um tronco; Sandra insistia em tomar banho, porque a gente se sentia suja, mas convenci ela a esperar até de manhã cedo, porque se ouvissem a gente naquela hora, ia levantar suspeita e teríamos que dar explicações. Melhor a gente foi pra cozinha, porque as duas tava morrendo de fome e sede; preparamos algo pra comer e bebemos muita água. Desde aquele momento, a gente não falou mais nada, eu olhava pra minha irmã às vezes porque me sentia culpada pelo que aconteceu, mas ela não me olhava, tava mergulhada nos pensamentos dela, como se estivesse ausente. Até hoje sinto essa culpa enorme; mas ela cumpriu a promessa, nunca mais tocou no assunto. Terminamos de comer e beber e fomos dormir doloridas, humilhadas e tristes, mas seguras de que daí em diante íamos ter mais cuidado e ajudar uma à outra pra sempre. A recuperação foi dura e dolorosa; no começo a gente tinha medo de tudo e de todos. Levou muito tempo pra Sandra voltar a ser a garota alegre e gostosa que sempre foi e pra eu transar de novo; mas sempre unidas e com ajuda de uma psicóloga, a gente seguiu em frente. Ela nunca mais fez as "festinhas" dela em casa. Meus pais nunca ficaram sabendo do que aconteceu e, claro, nunca perguntamos se era verdade o que aquele babaca falou sobre eles, mas deixou a dúvida cravada pra sempre.
Zoe
Sandra Uns anos atrás, quando eu tinha 18 e a Sandra 23, aconteceu o que vou contar agora — uma história pesada e difícil, mas que aos poucos fomos superando. Naquela época, a gente morava na casa dos meus pais, uma casa térrea com dois quartos: o principal pros meus pais e o outro dividido por nós duas, sala, copa, cozinha, dois banheiros e um lavabo. Tinha um quintalzinho na frente com um jardim que minha mãe cuidava. Nos fundos, tinha um quintal menor. Meus dois pais trabalhavam e chegavam bem tarde em casa; então, minha irmã e eu geralmente ficávamos sozinhas a tarde inteira e, às vezes, dormíamos sem eles terem chegado. A Sandra chegava da faculdade e eu do colégio, às vezes uma chegava primeiro e a outra depois, ou o contrário, e teve vezes que a gente praticamente chegava junto. A gente comia junto se tava de bem, se tava brigada, não; às vezes nem se falava, e às vezes éramos as melhores confidentes e amigas.
Lembro muito bem daquele dia; depois da escola fui com minhas amigas tomar um milk-shake, então demorei um pouco mais pra chegar em casa. Era umas 3:15 da tarde quando tava chegando. Quando abri a portinhola que separava nosso jardim da rua, um senhor de uns 60 anos veio falar comigo, alto (uns 1,85m), meio careca, fortão e um pouco acima do peso, com o pouco cabelo que tinha todo achatado. Tava vestindo um terno de muito boa qualidade e segurava uma pasta executiva. Ele me cumprimentou de boa e disse:
- Oi gostosa, seu pai tá em casa? - O cara parecia gente boa e me passou confiança, então sem pensar respondi: “Não”
- Ah, tá, e sua mãe?, ele perguntou de novo
- “Não, também não”, respondi de novo.
- Ah, que barbaridade, ele disse com um ar meio preocupado. Não tem nenhum adulto na sua casa? Porque você é muito novinha.- O que o senhor deseja?
- É, não posso te contar, é um assunto importante, mas preciso falar com algum adulto.
- Bom, deixa eu ver se minha irmã está.
- Ah é? Quantos anos ela tem?
- 23.
- E você?
- 18.
- Perfeito. Diz pra ela que quero falar com ela, e, se não for pedir muito, será que você podia me dar um copo d'água? Porque esse calor tá de matar.
- Tá bem, pode me seguir, eu disse, abrindo o portão sem nenhuma preocupação, pensando: "coitado do homem, com esse calor e de terno, deve estar torrando", porque ele realmente parecia cansado e todo suado.
Ele me seguiu até em casa, eu tava usando uma saia jeans bem curta e uma blusa branca justa no corpo. Caminhei rebolando como sempre faço, e agora acho que ele com certeza tava me olhando com tesão enquanto me seguia, mas na hora nem percebi. Meus pais sempre avisaram pra gente não falar com estranhos e nunca abrir a porta pra desconhecidos, mas naquele momento confiei demais na cara simpática do cara e porque achei que minha irmã já tinha chegado, e afinal, o que um velhinho poderia fazer contra nós duas juntas? Logo vi que tava enganada. Abri a porta da frente; à direita ficava a cozinha e à esquerda a sala; os quartos eram no fundo. Falei pro senhor entrar na cozinha e sentar numa mesinha que a gente tinha lá. Servi um copo d'água pra ele, entreguei e disse pra esperar ali enquanto procurava minha irmã; ele concordou com a cabeça e começou a beber a água. Fui pro quarto, certa de que a Sandra tava lá, já que não vi ela na sala e era o primeiro lugar onde ela devia estar. Entrei no quarto e, de fato, encontrei ela deitada na cama, ouvindo música no fone e com o notebook no colo. Por causa do calorão, ela só tava de shortinho bem curto e bem justo e uma regata de barriga de fora.
Cumprimentei ela e falei: — Oi, escuta, na cozinha tem um senhor perguntando por algum adulto e como o Papai e a Mamãe não estão, ele quer falar com você.
— Como é que é? — respondeu ela, com cara de irritada enquanto tirava os fones de ouvido.
— Que ali na cozinha tem um senhor que quer falar com você ou com qualquer adulto — falei, levantando a voz.
— NA COZINHA?! — disse ela, assustada. — VOCÊ DEIXOU ELE ENTRAR, POR ACASO?
— Sim, mas ele parece educado e tá bem vestido — falei, tentando justificar minha burrice.
— MAS COMO É QUE TE VEIO NA CABEÇA DEIXAR ELE ENTRAR? — disse Sandra enquanto calçava as sandálias, sem parar de me olhar com os olhos cheios de raiva.
— Qual é o problema? Ele tá de terno e te juro que parece uma boa pessoa.
— COMO ASSIM QUAL É O PROBLEMA, COMO É QUE TE VEIO NA CABEÇA DEIXAR UM DESCONHECIDO ENTRAR EM CASA; E SE FOR UM LADRÃO OU UM ESTUPRADOR E A GENTE DUAS SOZINHAS?!
- Ai, como é que pode! Você tem muita imaginação e é bem medrosa, já te falei que ele parece ser gente boa. Além disso, nós somos duas e ele é só um, se quiser fazer alguma coisa a gente dá uma surra nele e pronto. - VOCÊ É MUITO BURRA MESMO; PROCURA O TELEFONE ENQUANTO EU TIRO O CARA DE DENTRO DE CASA! Ela falou muito brava enquanto andava até a porta do quarto sem tirar os olhos de mim.
Minha irmã abriu a porta do quarto e, ao se virar, deu de cara com o sujeito que já não parecia mais tão bonzinho; vi o olhar duro e frio dele cravar na minha irmã e, com voz grossa, ele disse: "Aonde você vai? Volta.
Sandra recuou levantando as mãos e foi então que eu vi a pistola que o cara segurava numa das mãos. Pareceu enorme pra mim e fiquei paralisada, sem saber o que fazer ou dizer. De repente, me toquei do quão idiota fui por ser tão confiante. Na outra mão, ele ainda carregava a pasta dele. O sujeito entrou no quarto e, sem parar de nos encarar e apontar a arma, fechou a porta e trancou o ferrolho. — O que você quer? — disse Sandra, saindo do susto inicial.
— A você, ele disse sombriamente. Senti um suor frio escorrer pelas minhas costas e fiquei paralisada. — Vaza daqui ou vou chamar a polícia! — disse Sandra, pegando o telefone que eu tinha na mão.
— Tenta — disse o cara com um sorriso debochado no rosto. Sandra apertou o botão de "falar" no telefone e colocou no ouvido. Pela cara dela, percebi o que estava rolando: não tinha linha.
— O que foi, seu telefone não funciona? Que pena, alguém deve ter desconectado — disse o cara, zombando.
— Tá bom, suas vadias, já cansei de brincar. Vocês vão fazer o que eu mandar ou vocês duas morrem aqui, entenderam? — ele disse depois.
— Você é louco, nem pense que a gente vai obedecer; antes mortas — respondeu Sandra.
— Então o cara apontou a arma pra mim e disse pra Sandra: "Tá bom, se é isso que você quer, vai ver ela morrer primeiro." Ele engatilhou e eu gritei de medo, fechei os olhos e cobri o rosto.
— Não, não, tá bem, a gente faz o que você quiser, mas não nos machuca, por favor! — Sandra recuou ao ver que as ameaças eram sérias.
— Assim que eu gosto, que as putas como vocês me obedeçam. Vamos começar. Ei, você, traz aquela cadeira pra cá — ele me disse, apontando pra uma cadeira perto da minha cama. Olhei pra Sandra assustada, sem saber o que fazer, e ela balançou a cabeça que sim, como me mandando obedecer aquele cara. Coloquei a cadeira onde ele mandou, do lado da cama da Sandra, a uns dois passos dela, e ele ordenou que eu sentasse. Obedeci, e então ele jogou a pasta na cama da Sandra e, apontando a pistola pra ela, ordenou: "Pega a fita que tá aí e amarra sua irmã; não faz nenhuma merda nem tenta nenhum truque, porque vou conferir e, se não fizer direito, sua irmãzinha morre." Sandra obedeceu de má vontade e abriu a pasta; vi que o cara tinha cordas, fita adesiva, alicates e outras coisas que não consegui distinguir. Sandra veio até onde eu estava; o cara me mandou colocar os braços atrás da cadeira; eu fiz. E aí, a Sandra passou a fita em volta dos meus pulsos, me deixando sem poder mexer as mãos. A gente tava tremendo de medo, as duas. Enquanto ela fazia isso, o cara tirou uma foto do bolso interno do casaco e mostrou pra gente, falando: “tem que ficar assim, olha direito”. Na foto tinha uma mina semi-nua, cara de apavorada, amordaçada e amarrada numa cadeira com fita, igualzinho o que minha irmã tava fazendo comigo. Naquela hora, eu percebi que não era a primeira vez que aquele filho da puta fazia isso.
A Sandra viu a foto e me amarrou do mesmo jeito, pernas juntas, amarradas com fita nos joelhos e tornozelos; uma corda na cintura me impedindo de levantar e as mãos pra trás. Aí o cara jogou um pano sujo pra minha irmã e falou: “enfia na boca dela e passa a fita”. Sandra obedeceu, chorando me pediu pra abrir a boca e enfiou o pano; me pediu desculpa enquanto colocava a fita cobrindo minha boca e depois deu várias voltas da minha boca até a nuca, deixando bem presa. Eu queria ter sido eu pedindo desculpa naquele momento pela minha idiotice de ter confiado naquele desgraçado.
Depois que fiquei imóvel, o cara apontou para Sandra o chão ao lado da cama e ordenou: “Fica aí e não se mexe!”. Sandra andou devagar, como se tentasse não chegar no lugar. Quando chegou onde o cara mandou, ele se aproximou de mim e começou a verificar minhas amarras e disse: “Muito bem, putinha, você se saiu bem”; enquanto ele estava distraído, Sandra, num movimento rápido, pegou um vasinho pequeno na mesinha dele e, de surpresa, jogou na cabeça do cara. Pra nossa má sorte, o cara reagiu a tempo e se abaixou pro lado enquanto o vaso passava perto da cabeça dele e se estilhaçava na parede. Ele virou assustado, mas com um sorriso debochado e disse pra minha irmã: “Ah, então a menina é rebelde, é?; errou, putinha estúpida!” Sandra ficou perplexa quando viu que o cara apontou a arma pra mim de novo; “Tá bom, você quis assim, dá tchau pra sua irmã”. Ele puxou o gatilho de novo e eu fechei os olhos e me encolhi esperando a morte. “NÃO, NÃO, DESCULPA, VOU OBEDECER EM TUDO QUE VOCÊ MANDAR, NÃO VOU FAZER DE NOVO, JURO, ME PERDOA PELO AMOR DE DEUS!” gritou Sandra desesperada, se ajoelhando com as mãos pra cima. O cara encarou ela e disse: “Essa é sua última chance, putinha, outra merda dessas e você vai ver a putinha da sua irmã morrer e depois você morre, entendeu?” “Sim, sim, tá bom, vou obedecer” disse Sandra se levantando ainda com as mãos pra cima. “Então agora tira a roupa devagar!”; “obedece e tira logo, putinha estúpida!”, ordenou o cara.
Sandra obedeceu chorando, tirou primeiro o piercing do umbigo e, como não usava sutiã, seus peitos ficaram expostos para a alegria do babaca tarado, que tinha tirado uma câmera pequena de entre as roupas e começou a tirar fotos dela com uma mão. Na outra mão, ele ainda segurava a arma. Depois, minha irmã tirou o short e as sandálias, ficando só de fio-dental; ela se endireitou e cobriu os peitos. O cara disse: “Sua putinha, tira tudo, quero te ver pelada!”. Então Sandra tirou o fio-dental, ficando completamente nua. Seu corpo escultural e alvo estava à vista do porco nojento, que continuava filmando ou tirando fotos. Ela cobria os peitos com um braço e com a outra mão tapava a buceta. Ele disse: “Coloca as mãos para trás, não se tapa”; ela obedeceu e mostrou toda a frente do seu corpo bem torneado, envergonhada. O cara continuava fotografando ou filmando e dizia: “Sssssssiiii, você é melhor do que eu imaginava, mamacita!”. Depois ele ordenou: “Dá dois passos para cá e vira de costas, deixa as mãos para trás”. Ela fez isso e ficou de costas para o cara, que colocou a câmera na cama, apontando para Sandra, e se aproximou da pasta dele; tirou uma corda e amarrou as mãos dela com muita habilidade. Vi que minha irmã estava com a cabeça erguida, mas chorava de olhos fechados. Me pareceu que ele apertou muito as cordas, porque ela fazia cara de dor e mexia as mãos. Depois que a amarrou, ele ordenou: “Vira e ajoelha!”. Sandra, sem dizer nada, obedeceu, cheia de lágrimas. Então o cara desabotoou a calça e a baixou junto com a cueca, deixando exposto um pauzão grande, grosso e comprido, e uns ovos que combinavam com o tamanho do membro.
“Chupa!” ele ordenou pra Sandra e deu um aviso: “mas nem pense em morder, porque tô apontando pra cabeça da sua irmãzinha!” Sandra teve que obedecer sem reclamar, enfiou o pauzão na boca e começou a chupar, fazendo ele entrar e sair da boca dela, dando um puta prazer pro cara, que com a mão livre pegou ela pelo cabelo e fez ela se mexer do jeito que ele queria, humilhando ela.
Ele me olhou e disse: "você não fecha os olhos, porque se eu ver você fazendo isso, quem morre é sua irmã; olha como essa puta gosta de chupar". Eu também chorava de raiva e impotência, mas principalmente pela culpa que sentia pela minha burrice em ser tão ingênua. Ele passou um tempo com minha irmã chupando ele e falando coisas como: "ah, que gostoso você chupa, puta!, sabia que você é uma grande chupadora; com certeza é assim que você faz com seus colegas de escola que traz de manhã quando não tem ninguém, né?". Isso me chocou. Será que minha irmã, que era meu exemplo e se achava inalcançável, trazia garotos para casa para transar com eles? Não acreditei. De repente, o cara puxou o cabelo dela, tirando o pau da boca dela, que tossiu e teve vários engasgos que, felizmente, ela aguentou.
O cara, só de soltar o cabelo dela, fez ela se levantar e desamarrou as mãos dela, e na sequência mandou: “deita”; ela obedeceu, deitando na cama dele, então ele amarrou os braços abertos dela na cabeceira da cama, depois amarrou os tornozelos dela também na cama com as pernas abertas, deixando ela numa posição de X. A Sandra não resistiu por medo de que o cara atirasse nela, porque ele não largava a pistola. Assim que ele a deixou daquele jeito, largou a pistola no criado-mudo, pegou a câmera e começou a tirar fotos dela; minha irmã virou o rosto envergonhada, mas ele disse: “ah, ah, nada de virar a cara, sua puta, quero que você olhe pra câmera!”. A Sandra teve que obedecer, olhou pra câmera mas em nenhum momento sorriu. Depois da “sessão de fotos”, o cara se despiu completamente. Era gordo, tinha uma barriga enorme e muito pelo no peito e nos genitais. O pau dele continuava totalmente duro. Enquanto tirava as fotos e enquanto se despia, falava sem parar: “Já tava te desejando há um tempão, sua puta, valeu a pena observar e esperar. Sabia que sua irmãzinha é mais gostosa que você e só esperei minha chance. Essa parada de te ver várias vezes entrando de manhã na sua casa quando não tinha ninguém, às vezes acompanhada de um, ou de dois, ou até de três caras, me fez te desejar ainda mais; eu imaginava te comendo por horas na frente e por trás e agora vai se realizar, você vai ver como você também vai gostar”.

Sandra levantou a cara pra me olhar e disse: “Não acredita nele, tudo que ele fala é mentira!” Aí ele falou: “Ah, é? Vamos ver quem tá mentindo” e tirou da pasta dele um envelope amarelo grande, de dentro tirou umas fotos e jogou no chão na minha frente. Fiquei chocada; eram várias fotos que mostravam Sandra entrando em casa com caras diferentes, em dias diferentes, todas de manhã, quando eu tô na escola e meus pais tão trabalhando. Em algumas fotos dava pra ver ela entrando com dois, três e até quatro caras juntos. Duas fotos tinham sido tiradas pela janela e dava pra ver minha irmã dando na cama dela com dois ao mesmo tempo, um metendo na frente e outro por trás. Sandra viu minha reação de choque e decepção e começou a falar: “Que isso, cê mostrou pra ela? Não acredita, são montagens, é mentira!”
Então o cara disse: “Já chega, cala a boca e se prepara, que agora você vai sentir a pica de um homem de verdade, e não os pauzinhos dos seus amiguinhos ou namoradinhos de merda!”. Sandra só disse: “Não, não, por favor, me deixa, NÃOOOOOO!”. O cara subiu na cama, se colocou entre as pernas abertas dela e, sem nenhum aviso ou aquecimento, a penetrou com força. Sandra gritou: “AAAAAAIIIIIIII NÃOOOOOO!”; então ele se inclinou sobre ela, esmagando-a, e tapou a boca dela com a mão enquanto dizia: “Cala a boca, puta, quero te aproveitar em silêncio!”. Depois começou a lamber o pescoço e os peitos dela como um animal no cio, sem parar de se mover, entrando e saindo da minha irmã selvagemente enquanto ela me olhava com seus grandes olhos azuis, como se pedisse ajuda, mas eu não podia fazer nada além de me culpar por ser tão idiota. E daí se minha irmã trazia os amigos dela pra transar em casa? Isso não me importava, o que doía naquele momento era que, por minha culpa, aquele babaca estava machucando ela, e infelizmente faltava muito tempo pra meus pais chegarem. Percebi que o desgraçado estava nos observando há muito tempo sem que a gente notasse, e só esperou uma oportunidade pra se aproveitar.
O cara metia e tirava sem piedade o pau dele da buceta da minha irmã e esmagava ela com o corpanzil; enquanto apertava os peitos dela com uma mão, pegou ela pelo cabelo com a outra e forçou um beijo na boca; a Sandra tentou resistir, mas ele já tinha dominado ela. Foi horrível ver que enquanto ele estupráva ela com força, apertava os peitos dela e enfiava a língua até o fundo da garganta. Eu queria fechar os olhos, mas lembrava da ameaça dele; no mínimo, o choro fazia tudo ficar borrado.
O cara fez o que quis com o corpo da minha irmã, do nada tapava a boca dela e ficava mordendo os bicos dos peitos ou apertando a bunda dela, se deliciando com a dor que causava nela. Depois sussurrou algo no ouvido dela e destapou a boca; aí a Sandra começou a falar: “Ah sim, assim, assim que eu gosto, mete fundo gostoso, até o talo, me dá tudo!”, “Assim, assim, me come com força, mete até o fundo!”. Mas eu percebi que ela tava chorando e o rosto dela não mostrava prazer nenhum, e aí eu entendi que o desgraçado tinha mandado ela falar aquilo e senti que era pra humilhar ela ainda mais.
Foram vários minutos que o cara estuprô minha irmã sem dó; de repente, ele tirou o pau dela, sentou no peito dela com as pernas abertas e colocou a rola enorme na boca dela e falou: “Abre, vagabunda!”. Sandra abriu a boca e ele forçou ela a chupar de novo; ele levantou o corpo e se mexeu de um jeito que enfiava o pauzão até o fundo da garganta dela e depois tirava quase tudo, fazendo ela quase se engasgar; repetiu isso várias vezes. Depois, sentou de novo no peito dela, pegou a cabeça de Sandra e levantou pra ela continuar chupando o pau; ele moveu com força, fechou os olhos e olhou pro teto; só falava: “Aaaaahhhhh sssssss, sssssiiiiii, vagabunda, como tu chupa bem, vagabunda, como tu chupa bem, ssssssiiiiii!”.
Depois de um bom tempo segurando ela assim, ele tirou o pau, saiu de cima do peito dela e voltou a se posicionar entre as pernas dela; de novo meteu sem piedade e ela gritou de novo: “AAAAAAUUUUUU, JÁ CHEGAAAAA!”; ele disse: “Cala a boca, puta, se é isso que você gosta, eu já vi como você faz com seus amiguinhos!” e continuou entrando e saindo dela sem misericórdia, cada vez mais forte e mais selvagem, até que parou e gozou, sacudindo o corpo violentamente sem tirar o pau de dentro dela. Sandra gritou: “Não, não, tira por favor, tira, não goza dentro!”; mas ele não ligou, virou os olhos e cravou os dedos na cintura dela, gritando de prazer: “AAAAAAHHHH SIM, puta, AAAHHHH QUE GOSTOSOOOO, QUE TRANSA BOAAAAAA!” Ele ficou uns segundos em cima dela, esmagando ela ainda; eu vi que Sandra tava com dificuldade pra respirar. Depois ele se levantou e tirou o pau todo melado da minha irmã, que chorava sem consolo.

O infeliz sentou-se nu na minha cama e ficou olhando pra Sandra; depois pegou a câmera, levantou e começou a tirar fotos dela nua e humilhada. Em seguida, pegou a calcinha fio dental da minha irmã e a fita do chão, chegou perto dela e mandou ela abrir a boca, ela obedeceu e então ele enfiou a calcinha na boca dela e amarrou com fita, igual ela tinha feito comigo. Enquanto fazia isso, falou pra gente: "Tão vendo, putas? Que fácil que era? Não precisavam ter resistido tanto, e você adorou, não se faz de sonsa, sua putinha". Depois pegou um pano e vendou os olhos dela; aí veio até mim e também vendou os meus. Eu ouvi ele deitar na minha cama e dormir, roncando sem preocupação nenhuma. O que ia acontecer depois? Eu não sabia o que pensar, imaginei que quando acordasse, ia matar nós duas, já que a gente tinha visto o rosto dele e podia identificar. Ou talvez ele estuprasse a Sandra de novo e fosse embora, ou então fosse embora deixando a gente amordaçada, vendada e amarrada. A incerteza me enchia de preocupação e medo. Tentei me comunicar com a Sandra, mas só dava pra ouvir gemidos das duas: "Mmmmmg, nnnggg, fffggg, mmmmggg". A gente não se entendia nada. Tentei me mover até a cama da Sandra e fui indo às cegas, devagar, arrastando a cadeira, mas era muito difícil, porque ainda tinha que fazer silêncio. Minha ideia era soltar uma mão dela pra que ela pudesse nos libertar; o problema é que, de olhos vendados, eu não conseguia medir a distância e não sabia o quão perto estava da cama, mas continuei tentando até que caí e, com isso, fiz um barulhão que acordou o desgraçado. Tentei desesperadamente me levantar, mas era impossível; ouvi ele se levantar da cama e dizer: "Ah, então é assim, né? A putinha quer se soltar, é? Agora você vai ver, estúpida!". Ouvi ele se aproximar e depois começou a rir: "Hahahahaha, sabia que você era uma vadia, mas não pensei que tanto assim!". Ele se abaixou e levantou a cadeira; eu estava dolorida por causa da queda que levei, mas isso era o de menos, o cara de repente... começou a acariciar minhas pernas e disse: “Ai, putinha, se você também é bem gostosa! Sabe? Eu só tava pensando em comer a puta gostosa da sua irmã, porque não curto muito as novinhas. Mas vejo que você já tá na idade de levar uma boa foda. Tô achando que vou te aproveitar também. Com certeza você já deve ter dado pra algum colega ou professor da escola, né, putinha?”. Apavorada, balancei a cabeça negativamente, me debati e gemi “MMMMNNNNGGGG!” dizendo que não, mas parece que isso excitava ele ainda mais.
Depois ele me perguntou: "Você é virgem?" e eu balancei a cabeça, concordando com força, pensando que talvez assim ele não me estuprasse; mas ele disse: "Não acredito em você, vou verificar; e se for, então vou tirar isso de você". Tanto eu quanto Sandra começamos a gritar e a nos debater, mas só se ouviam gemidos abafados: "MMMMMGGGGHHHH, NNNNNGGGHHH!". Ouvi o cara remexendo algo na pasta dele e depois voltou para mim. Senti ele cortar parte da minha blusa e depois rasgá-la com as mãos; em seguida, cortou meu sutiã e deixou meus peitos redondos livres. Eu continuava reclamando, "MMMMGGGHHH, MMMMGGHHM MMMJJJ MMMJJJJ!", mas não adiantava nada, ele já estava massageando meus peitos, se deliciando com eles e disse: "É, você tem uns peitões gostosos, mamacita, notei desde a primeira vez que te vi".
Depois ele se levantou e se afastou; ouvi ele dizendo pra Sandra: "Agora é a sua vez de ver como eu como a sua irmãzinha e transformo ela numa puta." Achei que ele tinha tirado a venda dos olhos dela; aí ele voltou e, com a tesoura, cortou a fita que me amordaçava e tirou o pano da minha boca. Me puxou pelo cabelo e ordenou: "Abre a boca, puta!" Obedeci por medo, e então ele enfiou o pau duro na minha boca, que era virgem até aquele momento.
Com a mão puxando meu cabelo, ele me obrigou a chupar ele, enfiando e tirando da minha boca. Senti nojo, vergonha e humilhação, mas não podia fazer nada, tava submissa aos desejos daquele porco. Era horrível sentir aquilo sem poder ver nada. Ouvi a Sandra chorando, gemendo e tentando se soltar desesperada.
Desejei que aquele desgraçado só me obrigasse a chupar ele e pronto, que gozasse na minha boca e talvez fosse embora, por isso comecei a chupar mais rápido, pra ele gozar logo e deixar eu e minha irmã em paz; mas ele me puxou pelo cabelo e disse: “Ei, calma, putinha, quem manda aqui sou eu e quem dita o ritmo sou eu, então se acalma!”. Aí ele enfiou de novo, mas me fez chupar num ritmo muito mais lento enquanto falava: “Aaaahhh, isso, putinha, devagar eu gosto mais!”. Ele enfiava o pau dele até o fundo da minha garganta e esperava uns segundos, depois tirava devagar e deixava só na ponta dos meus lábios; fez isso uma vez e outra, bem devagar, enquanto com a outra mão apertava meus peitos.

Ele me deixou assim por um bom tempo, e de repente parou com o pau pra fora da minha boca. Aí senti ele me soltar da cintura; me mandou levantar e desabotoou minha minissaia, que caiu no chão. Depois, puxou minha calcinha fio-dental pra baixo e começou a passar a mão gostoso em todo o meu corpo, pegando nos peitos e na bunda, enquanto falava: "Você é uma puta gostosa mesmo, me atraiu desde que te vi, mas quem eu queria mais era sua irmã. Se não fosse ela, já teria te comido, mas a que eu queria saborear era ela. Só que você deu sorte, também vai levar." Então me jogou no ombro igual um saco, andou e me atirou na minha cama. Me colocou de lado, tirou a venda dos meus olhos e pôs a câmera no criado-mudo, na altura do meu rosto. Enquanto se posicionava atrás de mim, disse: "Quero ver a sua cara de prazer ou de dor quando eu te comer nesse cuzinho lindo, que é o que mais me dá vontade." E enfiou um dedo no meu cu com uma parada pra lubrificar.
NÃO, NÃO, PELO AMOR DE DEUS, NÃO FAÇA ISSO, EU IMPLORO, NÃOOOOOO, AAAAAAAIIIIIIIIIIIIII!" gritei de dor ao sentir aquele membro enorme já começando a penetrar meu pobre cu virgem; a lubrificação não era suficiente; a dor que ele me causava era a pior que eu já tinha sentido até aquele momento.
Ele foi enfiando devagar até me empalar por completo, deixando o pauzão dele dentro do meu cu dolorido, enquanto eu chorava e gritava de dor: “AAAAAAIIIIIIIIIIIII, NÃO, PELO AMOR DE DEUS, TIRA, TIRA, TÁ DOENDO MUITOOOOO, PELO AMOOOOR, EU IMPLORO!”, ele apertava meus peitos enquanto dizia: “Isso, isso, vagabunda, é assim mesmo, adoro quando vocês resistem e choram; você merece isso por ser uma puta estúpida; toma, toma, sua cachorra, pra você nunca mais ficar dando mole pra estranho que entra na sua casa, sua puta!” e começou a se mover, enfiando e tirando o pau com força.
Eu chorava e vi minha irmã chorando também, ela se contorcia tentando se soltar das amarras pra me ajudar, mas era tudo inútil, o cara tinha nós duas dominadas e não ia parar até comer eu também. Ele continuava entrando e saindo do meu cu dolorido, fazendo eu sentir como se tivesse queimando lá dentro; ele ia devagar, curtindo cada metida, enfiava devagar até o fundo, deixava lá uns segundos e depois tirava também bem devagar até deixar tudo pra fora; de novo esperava uns segundos e voltava a me penetrar, me causando a mesma dor uma vez e outra. Foi um tempão e eu gritei tanto que minha garganta doeu, já não conseguia mais gritar, então só soluçava e continuava implorando com voz rouca: “Pelo amor de Deus, chega, já deixa, tá doendo demais, por favor, eu te imploro!”. De repente ele começou a se mover mais rápido, metendo e tirando com força; ele falou no meu ouvido: “Vai, grita, adoro ouvir você implorar, putinha; chora como as outras enquanto eu te como!”. Eu até gritava, mas minha garganta tava tão irritada que já não saía mais som.

Depois de muito tempo me violentando pelo cu, ele tirou o pau todo e me virou, me deixando de barriga pra cima; com a tesoura cortou a fita dos meus joelhos e tornozelos e me forçou a abrir as pernas; “Não, nãooo!”, gritei com a voz toda rouca, mas ele tinha o domínio total e, sem nenhuma consideração, cravou o membro enorme na minha buceta até o fundo; me causando de novo muita dor. Depois, se deixou cair sobre mim, me esmagando com o peso; olhou na minha cara e disse: “Já vi que você tá gritando mesmo; é assim que eu gosto, puta, continua implorando!”. Em seguida, sem tirar o pau de dentro de mim, começou a descer com a língua nojenta pelo meu pescoço e chegou nos meus peitos; ao mesmo tempo que começou uma mete-saca frenética do pau dele na minha buceta, resolveu morder meus peitos, me causando ainda mais dor, era isso que ele gostava.
Depois de morder meus peitos por um bom tempo e sem parar de me penetrar, ele me forçou a beijá-lo na boca, enfiando a língua nojenta dele na minha; tive muita vontade de morder e arrancar aquela língua, mas sabia que isso resultaria no assassinato da minha irmã e no meu também; então me segurei e deixei ele me beijar. Ele continuou me estuprando e eu senti algo escorrendo pelas minhas pernas, imaginei que fosse o sangue do meu hímen rompido pela penetração violenta; eu que tinha me cuidado tanto e recusado tantos caras pra continuar virgem, e vim perder isso num estupro. Uns momentos depois, ele tirou o pau todo; se levantou e eu vi que ainda estava duro; me obrigou a levantar da cama e me fez andar até a cama da Sandra, me jogou de um jeito que fiquei de bruços, atravessada em cima do corpo da minha irmã; então ele se colocou atrás de mim e de novo me penetrou pelo cu. Pelo visto, a intenção dele era humilhar nós duas ao mesmo tempo e ele estava conseguindo, porque a Sandra se contorcia desesperada tentando se soltar e parar o que estava rolando. Ela gritava, mas nada se ouvia. Eu continuava gritando de dor, ainda com a garganta arranhando: "Já chega, não aguento mais, aaaiii, para, pelo amor de Deus!

Eu sentia o corpo macio da minha irmã debaixo do meu; nossas peles se roçavam com o movimento que ele fazia enquanto entrava e saía do meu cu dolorido várias vezes, enquanto dizia pra Sandra: “Tá vendo como eu arrebento o cu da sua irmã? Tá vendo como eu faço dela minha putinha? Com certeza você deve estar pensando que é um castigo e tanto pra garota que deixou um estranho entrar em casa e que te fez ser estuprada por culpa dela, né? Olha só como eu castigo ela por ser burra, hahahaha!”. Sandra só fechou os olhos, e ele disse: “Ei, putinha, nada de fechar os olhos, abre eles ou eu mato ela!”. Minha irmã teve que abrir os olhos de novo e ver o cara me estuprando selvagemente pelo cu. Depois de um bom tempo me estuprando assim, o indivíduo se colocou no meio das pernas abertas da Sandra e enfiou o pau nela até o fundo de novo, sem nenhuma consideração; o corpo da minha irmã se retorceu debaixo do meu enquanto ele se apoiava em mim, aproveitando o estupro da minha irmã. Aí ele me puxou pelo cabelo e ordenou: “Lambe a buceta da putinha da sua irmã!”; eu tive que esticar a língua e lamber o clitóris da Sandra; não tinha gosto ruim, mas me deu muito nojo lamber ela, principalmente porque o pau daquele cara tava bem perto.
Ele continuou fodendo a Sandra enquanto segurava minha cabeça pra eu lamber o clitóris dela e, depois de não sei quanto tempo, que pareceu uma eternidade, ele gozou tirando o pau da buceta da minha irmã; esporrou na minha cara e no meu cabelo, além das pernas dela. Ele saiu da cama e viu que eu tinha parado de lamber a Sandra; então me disse: “Não te falei que podia parar, puta? Continua lambendo sua irmã puta!” Aí me colocou em cima dela de um jeito que ficamos num 69 e me fez abrir as pernas sobre a cara da Sandra, tirou a mordaça dela e ordenou: “Você também lambe a boceta dessa puta!” A Sandra obedeceu e com a língua começou a lamber meu clitóris; senti algo sensacional, como nunca tinha sentido antes. É verdade que eu já tinha me masturbado várias vezes, me acariciando o clitóris, mas a língua da minha irmã era tão macia e molhada que me fez sentir um puta prazer. Ela também segurou os engulhos que dava, mas aos poucos nós duas fomos nos acostumando com o gosto e o cheiro e começamos a ficar excitadas.
O cara só ficou andando em volta da cama, gravando a gente com a câmera dele, sorrindo enquanto falava: “Suas putinhas, vocês adoram isso, hein, porcas, é assim que têm que fazer toda noite, vadias!”. Fechei os olhos e me entreguei ao prazer que minha irmã estava me dando, e ao mesmo tempo, tentei dar o mesmo prazer pra ela, tentando compensar minha mancada de ter deixado aquele desgraçado entrar na nossa casa e nos colocar nessa situação. O prazer aumentava a cada segundo; comecei a suar e gemer, e sentia minha irmã tremer a cada lambida minha; do clitóris dela passei pra buceta e lambi lá também. Ela fez o mesmo, me dando um prazer imenso. Uns segundos depois, senti minha irmã se sacudir debaixo de mim; o corpo todo dela ficou tenso, parecia que ela tava tendo um ataque ou algo assim; fiquei meio assustada, mas quando ela parou de me lamber e começou a gritar: “AAAAHHHHHH SIIIIM, SIIIIM, WAAAAA, ISSO, OOOOOHHHHH MEU DEEEEUS!”, percebi que ela tava tendo um orgasmo. Continuei lambendo ela pra ela gozar até o fim, mas queria que ela me fizesse sentir a mesma coisa, já tava quase gozando também; infelizmente, nosso estuprador não deixou a gente continuar; quando percebeu o orgasmo da Sandra, ele me puxou pelo cabelo e me jogou no chão com violência; “Hahahaha, viu, putinha, como sua irmã adora transar com qualquer um? Cês nunca tinham feito isso antes, vagabunda? Eu conheço as da laia de vocês, umas porcas velhas”. Depois falou pra Sandra: “Ver vocês duas me deixou excitado de novo, puta, então agora vou arrebentar essa sua bunda redonda”; ele subiu na cama e começou a desamarrar ela. Eu, jogada no chão, mal conseguia ver, morrendo de vontade de continuar sentindo alguma coisa na minha buceta insatisfeita. Minha irmã gritou: “Me solta, seu desgraçado!” e começou a se debater e tentar se soltar quando o cara desamarrou uma mão dela; aí ele deu um tapa nela e falou: “Fica quieta, estúpida, ou já sabe, mato a sua puta”. Irmã!” ao mesmo tempo em que pegava a pistola de onde a tinha deixado. Depois, sem soltar a arma e já com a Sandra imóvel pela ameaça, ele continuou a desamarrá-la e então mandou ela virar de bruços; ela obedeceu e ele a amarrou do mesmo jeito de antes, com os braços e as pernas abertas. Depois de deixar minha irmã assim, ele veio até mim; com fita adesiva amarrou meus tornozelos juntos e me amordaçou; então me carregou de novo no ombro e me sentou na cadeira; me prendeu nela com uma corda na cintura e depois voltou para onde a Sandra estava; ela o tempo todo tinha ficado mexendo braços e pernas tentando se soltar e implorando: “Não, pelo amor de Deus, não seja mau, aí não, por favor, eu imploro!”, percebi que o prazer do orgasmo que ele tinha tido já tinha passado e agora ela voltava a sentir o terror e a humilhação daquele cara. Ele não deu bola, pelo contrário, subiu na cama atrás dela e começou a penetrá-la pelo cu devagar, mas sem nenhuma lubrificação antes.
Minha irmã gritou: “AAAAAAAYYYYYGGGHHHH!” enquanto o pauzão entrava no cuzinho dela e ele sorriu triunfante; empalou ela até o fundo e parou por um instante; então disse: “AAAAAHHHHHH, isso, putinha, desde quando eu queria te meter no cu e ver você implorar igual está fazendo, não sabe quanto eu desejei isso!”. Sandra continuava chorando e implorando, acho que não ouviu o infeliz, porque senão talvez tivesse parado para não dar mais prazer pro desgraçado. Eu também gritava por baixo da mordaça, mas o babaca nem ligava pra mim; começou a bombar com força, entrando e saindo do cu da minha irmã sem piedade, destruindo ele e fazendo ela sofrer igual fez comigo. Os gritos dela ecoavam na minha cabeça e eu chorei de novo ao lembrar que tudo que tava acontecendo era culpa minha, por causa da minha burrice em confiar naquele estuprador filho da puta.
Enquanto estuprávamos a Sandra, ele virou pra mim, sorriu e piscou o olho, o que me fez sentir ainda pior; parecia que ele tava tirando uma onda na minha cara. Minha pobre irmã continuava gritando: “JÁÁÁÁÁ, JÁ CHEGA PELO AMOR DE DEUS, TÁ DOENDO PRA CARALHO, PELO AMOR, PARA AGORA, AAAAAIIIIII, PELO AMOOOOR, TÁ DOENDOOOO, JÁ CHEGA PELO AMOR, JÁ CHEGAAAAAA!”. Isso deixava ele doidão, dava pra ver como ele continuava excitado, metendo nela com força, entrando e saindo daquele cu arrebentado que ele mantinha aberto com as duas mãos; ele via o pau dele entrando no cu da minha irmã e sorria satisfeito. Pareceu uma eternidade aquele desgraçado fazendo isso com ela, ela não parou de gritar, chorar e se contorcer o tempo todo, eu não parei de tentar me soltar e gritar também durante todo aquele tempo, e ele não parou de rir dela e de meter e tirar aquele pau nojento do cu destruído da minha irmã. Finalmente chegou a hora dele gozar; vi ele tremer e deixar o membro dentro da Sandra pra gozar lá dentro; ela se contorcia e só repetia: “não, não, não, já chega!”.
Ele tirou o pau mole e babado do cu da minha irmã; saiu da cama deixando um fio de porra no caminho e veio na minha direção; me puxou pelo cabelo e me fez abaixar; limpou o pau no meu cabelo e depois passou ele na minha cara toda; deixou uns segundos no meu nariz e disse: “cheira o cu da sua irmã puta, sua vaca”. Quase vomitei, o cheiro era nojento; não dava pra descrever. O filho da puta, sem soltar meu cabelo, colocou a cara na minha e falou: “Tá vendo por que você não deve abrir a porta pra estranhos, puta? A vantagem é que agora já nos conhecemos, já pode abrir a porta com confiança e vou fazer coisas mais gostosas com você e com a puta da sua irmã; agora já sei os horários e os costumes de vocês”. Enquanto falava, começou a juntar as coisas e guardar na pasta; depois se vestiu e continuou: “embora... talvez seja melhor a gente não se ver de novo e ninguém saber o que aconteceu aqui, e apesar de eu ter adorado transar com vocês e as duas serem bem gostosas, vou ter que evitar que contem pra alguém o que rolou”. Ele pegou a arma e se aproximou da Sandra, que desesperada começou a implorar: “Não, não, pelo amor de Deus, não nos mate, não vamos falar nada; juro mesmo, ninguém vai saber de nada, por favor, vá embora e nos deixe, mas não nos mate, pelo amor de Deus!”.
O cara parecia não ouvir; pegou minha fio dental no chão, depois pegou Sandra pelo cabelo e puxou pra trás, forçando ela a arquear as costas; como ela tava com a boca aberta, ele enfiou minha calcinha nela e depois passou fita adesiva por cima e deu várias voltas na cabeça dela. Achei que naquele momento tinha chegado o nosso fim.
Ele colocou o cano da pistola no cu da Sandra e me disse: “Onde vai ser melhor o tiro, aqui?”, eu balancei a cabeça com força, negando. Aí ele colocou a pistola na buceta dela e disse: “então aqui”; balancei a cabeça de novo enquanto minha irmã se debatia e gritava desesperada por baixo da mordaça: “MMMMMNNNNGGGG, FFFFF, FFFF, MMMMMFFFGGG!”. Ele continuou com o jogo cruel dele, colocou a pistola na nuca da Sandra e perguntou: “Aqui?”; de novo eu disse que não. Então ele falou: “já que você não decide, eu vou fazer isso sozinho, não posso mais esperar! Tá ficando tarde e seus pais vão chegar; seu pai vem do escritório, mas hoje é o dia que ele pega a secretária dele, e sua mãe vem de um motel barato onde passou a tarde toda com o namorado do trabalho”. Fiquei puta e reclamei por baixo da mordaça: “MMMMNNN, NNNNFFFF!”. Ele me olhou sorrindo e disse: “Se não acreditam, perguntem pra eles quando chegarem e vão ver que não tô mentindo”. E aí continuou: “Mas beleza, já não posso ficar aqui com vocês, porque teria que pegar também a mãe de vocês, e embora ela pareça bem gostosa, a verdade é que não curto mulher tão velha, prefiro umas novinhas burras que nem vocês; então tchau”. Fechei os olhos esperando ele apertar o gatilho, mas só ouvi um baque seco; esperei um segundo e abri os olhos; vi a Sandra deitada na cama, ainda amarrada, com os olhos fechados e imóvel, e pensei que o desgraçado já tinha matado ela; quando virei, vi ele parado à minha direita e na hora senti uma porrada forte na nuca; tudo escureceu e não soube mais de nada. Acordei com uma dor de cabeça violenta e o corpo todo dolorido; abri os olhos e tava tudo escuro; mexi as mãos e as pernas e percebi que não estava mais amarrada, mas sim pelada; eu tava deitada numa cama, não sabia qual; quando tateei, toquei no meu criado-mudo, e lá estava meu relógio; acendi a luz dele e vi que eram 3h07 da manhã; tava atordoada, mas pensei na minha irmã; assustada, pulei da cama e acendi a luz. Luz do quarto. A Sandra tava em cima da cama dela, pelada e de bruços; já não tava mais amarrada, mas parecia que não tava respirando. Cheguei perto, sacudi ela e chamei pelo nome: “Sandra! Sandra! Sandra!” esperando o pior. Respirei aliviada quando minha irmã se mexeu na cama e abriu um pouco os olhos; sentou assustada na cama de um pulo e olhou pra todo lado, falando: “O que aconteceu? Já foi? Onde a gente tá?”. Eu acalmei ela: “Ssshhh, shhhh, calma, calma, já passou tudo, só tem eu e você no nosso quarto, viu? Já passou tudo!”
Sandra se acalmou e aí a gente ficou se olhando; entendemos que o pesadelo tinha acabado, que aquele desgraçado foi embora sem nos matar e só nos deixou desmaiadas. A gente se abraçou e chorou; juramos que ninguém ia saber do que aconteceu e que nunca mais íamos tocar no assunto. Eu, por mim, jurei nunca mais ser tão idiota e não acreditar em ninguém. As duas vestimos a roupa de dormir e fomos pro quarto dos nossos pais; os dois dormiam a perna solta e o pai roncava que nem um tronco; Sandra insistia em tomar banho, porque a gente se sentia suja, mas convenci ela a esperar até de manhã cedo, porque se ouvissem a gente naquela hora, ia levantar suspeita e teríamos que dar explicações. Melhor a gente foi pra cozinha, porque as duas tava morrendo de fome e sede; preparamos algo pra comer e bebemos muita água. Desde aquele momento, a gente não falou mais nada, eu olhava pra minha irmã às vezes porque me sentia culpada pelo que aconteceu, mas ela não me olhava, tava mergulhada nos pensamentos dela, como se estivesse ausente. Até hoje sinto essa culpa enorme; mas ela cumpriu a promessa, nunca mais tocou no assunto. Terminamos de comer e beber e fomos dormir doloridas, humilhadas e tristes, mas seguras de que daí em diante íamos ter mais cuidado e ajudar uma à outra pra sempre. A recuperação foi dura e dolorosa; no começo a gente tinha medo de tudo e de todos. Levou muito tempo pra Sandra voltar a ser a garota alegre e gostosa que sempre foi e pra eu transar de novo; mas sempre unidas e com ajuda de uma psicóloga, a gente seguiu em frente. Ela nunca mais fez as "festinhas" dela em casa. Meus pais nunca ficaram sabendo do que aconteceu e, claro, nunca perguntamos se era verdade o que aquele babaca falou sobre eles, mas deixou a dúvida cravada pra sempre.
4 comentários - Abuso de Zoe e Sandra