Viagem pra casa dos avós parte 2

Oi, meus amores, vou continuar contando o que aconteceu comigo e minhas irmãs. Eu chorava e gritava pra largarem minha irmã, me debatia pra me soltar do cara que me segurava, mas só conseguia esfregar minha bunda no volume dele, que já tava duro e começou a passar a mão nos meus peitos enquanto me mantinha imóvel. O velho pra quem a Daniela tava chupando o pau virou pra mim e, ameaçador, disse: "Tudo isso começou por sua causa, desgraçada. Já vai ver o que te espera.Viagem pra casa dos avós parte 2E aí ele falou pro cara que tava me segurando: "Pancho, vai dando uma boa surra na bunda dessa puta mal-educada, vamos educar essas vadias malcriadas da cidade". O tal do Pancho, sem perder tempo, me curvou e começou a dar umas palmadas fortes na minha bunda. Mesmo eu estando de short, não adiantou nada, as palmadas dele eram com muita força e, além disso, o short não cobria minha bunda pequena toda, porque ficava meio como se fosse um fio dental, ou seja, dava pra ver uma parte da minha bunda.vadiaEnquanto isso, o cara que tava segurando a Sofi pelo cabelo e até então só ficava arrastando ela pra lá e pra cá, virou ela de costas pra ele e começou a passar a mão nela enquanto esfregava o pacotão dele na bunda dela. Como ela tava de minissaia, o panaco metia a mão por baixo e agarrava as nádegas da minha irmã, enquanto com a outra mão apertava e massageava os peitos dela.peitao
madura
rabao
milf
dona de casaSofi não resistia, estava como que abandonada, chorando desconsolada enquanto o tio a apalpava. Com uma mão, apertava os peitinhos dela, enquanto com a outra acariciava selvagemente a buceta dela, de um jeito tão bruto que às vezes até a levantava, tirando os pés da minha irmã do chão, sem parar de esfregar o volume intumescido contra as bundinhas dela. Tudo isso sem perder de vista a mamada que a Dani dava no velho. Ele falava no ouvido da Daniela e enfiava a língua nele, não sei quantas sacanagens ele dizia, depois enfiava os dedos sujos da mão na boquinha dela. Minha irmãzinha estava como que alucinada, não reagia, só chorava desconsolada. O velho enfiava o pauzão enorme inteiro na boca da minha irmã, era tão grande que dava pra ver de fora cada vez que entrava até a garganta dela. Na garganta da minha irmã, formava-se o volume do pedaço de carne que ela estava engolindo. O velho estava comendo ela pela boca com tanta intensidade que dava pra ouvir os engasgos da minha irmã tentando não se afogar com aquela pica, de tão fundo que ele enfiava. Cada vez que o velho tirava, saía encharcada de saliva, escorria jorros de cuspe e fios de baba. Minha irmã, entre choros e reflexos de vômito pela invasão na garganta, as lágrimas escorriam pelas bochechas, com um tom preto da maquiagem dos olhos que escorria com as lágrimas.Twitter
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vadia
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madura
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milfMeu irmão deu uma cotovelada no cara que tava segurando ele, conseguiu se soltar do moleque e quase arrancou a Sofi das garras daqueles homens enquanto gritava: "Já larga elas, seus filhos da puta!". Nem preciso falar o que aconteceu depois, todo mundo partiu pra cima dele. Ele jogou a Sofi pro lado e conseguiu dar uns dois socos antes de ser derrubado. Aí o velho mandou o moleque amarrar os pés e as mãos dele. O moleque e outro dos que chegaram a cavalo colocaram ele de pé, amarraram as mãos dele nas costas e prenderam ele numa árvore. Eles eram seis, então dois foram com cada uma. O velho agora veio pra cima de mim, com o pau bem duro e todo molhado da saliva da Daniela, escorrendo fios de baba. Dava pra ver que a raiva era comigo mesmo. De cara, me deu uns tapas e depois me ajoelhou no chão. Repetindo o que tinha feito com a Daniela, enfiou o pau na minha boca pra eu chupar. Na mesma hora, falou alto pra todo mundo ouvir: "É melhor vocês se comportarem, senão a gente acaba com vocês aqui mesmo. Ninguém pode ficar sabendo. A gente pode abrir um buraco na terra e enterrar vocês junto com a caminhonete e a loira. Então é melhor colaborarem, principalmente você, puta", disse ele me segurando pelo pescoço e cuspindo na minha cara, antes de me dar um tapa. "Você foi a culpada de tudo isso. Já vai ver a lição que a gente vai te dar. Depois disso, você vai ser a mulher mais bem-educada do mundo, já vai ver.dona de casaNum ato de coragem, consegui tirar o pau do velho da minha garganta e dizer: "tá bom, eu sou a culpada, façam o que quiserem comigo, mas deixem minhas irmãs em paz!" Como única resposta, os seis caíram na gargalhada, claro que nem loucos iam se contentar com só uma, tendo as três na bandeja. O velho enfiou o pauzão de novo na minha boca, me calando, dava pra ver que ele fazia com mais força do que com minha irmã. Comigo, mesmo já tendo ele todo dentro, ele continuava empurrando pra entrar mais na minha garganta, parecia que queria atravessar pela minha boca e sair lá embaixo.

A verdade é que quem me preocupava era a Sof, porque ela era muito novinha e ainda era virgem, ela tinha me contado umas semanas atrás numa conversa. De onde eu estava, gritei pros camponeses: "Ei! Seus filhos da puta, se quiserem podem comer nós duas, mas a mais novinha deixa em paz, porque ela ainda é virgem." Erro grave. O velho mal ouviu o que eu disse e os olhos dele brilharam. Me puxou pelo cabelo pra tirar o pau de dentro de mim, me jogou pro lado e foi na direção da Sofi, enquanto dizia: "Opa, opa, então temos uma 'novinha' aqui. Merece um tratamento especial, então essa aqui vou foder eu primeiro, vou desvirgar ela." Não, te falei que nela NÃO. Tentei me fazer obedecer, mas ninguém me ouvia. O velho se juntou aos outros dois que estavam apalpando a Sofi.Twitter

milf peitudaEla é a Sofi, minha irmã mais nova. Fiquei sozinha com o cara que ocupou o lugar do velho, me dando de mamar o pau jovem dele. Nessa altura, a Daniela já tava no sanduíche: um dos camponeses deitado no chão, ela montada em cima, metendo na buceta, enquanto outro por trás dela tava furando o cu dela. Da minha posição, eu via o show inteiro, lá a Daniela na dupla penetração, gemendo pros dois paus que tava engolindo.esposa gostosa
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vadiaEla é minha irmã, Daniela. Mais pra lá, Sofi com Três (o velho e mais dois), beijando ela e apalpando ela por todo lado, preparando ela pra inauguração. Eles ficaram meio surpresos de ver que, a cada momento que passava, minhas irmãs e eu oferecíamos cada vez menos resistência. Talvez já estivéssemos conformadas que iam nos comer até não aguentar mais, por todos os buracos. Não consegui evitar, inconscientemente minha buceta começou a ficar molhada. Eram tantas imagens que eu tava vendo, e muito safadas pra eu continuar seca. Senti um pouco de vergonha, como era possível que estivessem estuprando minhas irmãs e eu tava ficando excitada vendo aquilo? Tentei virar pra outro lado e pensar em outras coisas, mas os gemidos da Daniela me fizeram olhar de novo pra cena. O cara debaixo dela tava metendo com tudo enquanto apertava os peitos dela e chupava eles, ao mesmo tempo que o cara atrás dela bombava igual pistão, penetrando sem pena nem dó o cu dela, enquanto dava tapas fortes na bunda dela e com a outra mão enforcava ela por trás. A Sofi já tinham despido completamente, três pares de mãos secas e ásperas percorriam o corpinho todo dela, enquanto ela já chupava o pau enrugado, áspero, comprido e grosso do velho, e ao mesmo tempo com as mãos punhetava os outros dois. Ela mexia as mãozinhas rapidão pra fazer eles gozarem o mais rápido possível, talvez com a esperança de que eles gozassem e não conseguissem mais desvirgar ela... coitadinha! O moleque já tinha me despido também e tava me comendo, penetrando com uma alegria danada e numa velocidade alucinante, deitados no chão de terra poeirento na posição de missionário, enquanto amassava meus peitões e torcia eles, chupava, lambia ou mordiscava, me beijava e lambia meu pescoço branco e elegante, também me beijava na boca e mordia meus lábios, enfiava a língua inteira ou os dedos na minha boca. Eu já tava toda suada, de olhos fechados e bochechas acesa, já deixava escapar uns gemidos pelo tratamento que tava recebendo e de tão cachorra que já tava, abracei ele com minhas pernas, puxando ele pra mim, pra ele entrar mais fundo, enquanto pedia mais rápido baixinho. Dava pra ver de longe que eu não tava acostumada a ser fodida naquele ritmo, porque meu marido, maior que eu e sempre ocupado com os negócios dele, não me dava atenção como eu merecia. Então, mesmo contra minha vontade, tava adorando a força, a brutalidade e o vigor com que o moleque tava me comendo, sem falar no tamanho da vara dele, que enfiava até o fundo, ajeitando meu útero e minha matriz.peitao
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Viagem pra casa dos avós parte 2Sou eu, tô deixando umas fotos nossas pra quem não leu a outra parte, pra vocês nos conhecerem um pouquinho. O moleque viu meu irmão e falou pros outros: "Ei, olha esse filho da puta, tá quase gozando só de ver a gente comendo as irmãs dele!" Todo mundo virou pra olhar, e o velho então falou pro moleque que tava me comendo, pra minha surpresa: "Não seja otário, essa gostosa que você tá montando é mulher demais pra uma pica só, dá pra ver que é uma puta ninfomaníaca, então se apoia na do irmão dela também." Ele tava certo sobre a ninfomaníaca, adoro quando enfiam no meu útero, mas pra ser sincera o moleque já tava me deixando bem satisfeita. Só que quando ouvi a parte do meu irmão, arregalei os olhos de surpresa, não conseguia acreditar. Aqueles filhos da puta camponeses iam "me obrigar ou obrigar meu irmão a me servir com a pica dele". O moleque obedeceu o velho na hora, parecia que o coroa era o líder do clã, porque ninguém ousava contradizer ele. O garoto me levantou, me levou até onde meu irmão tava, me inclinou pra eu chupar a pica dele enquanto ele se preparava pra me foder pelo cu. Levantei a vista pra olhar nos olhos do meu irmão, com o tesão eu tava cheia de pensamentos conflitantes. Pensava em dizer: "Sou uma puta do pior tipo", ou "Me desculpa, irmãozinho, só tô fazendo isso pra não piorar as coisas", e outro pensamento era: "Não tô nem aí que você é meu irmão, o que eu quero é pica, como esses poeirentos dizem, uma só não basta, preciso de mais carne." No fim, tava completamente no cio. O que importa é que depois dessa pausa rápida, puxei a pica dele e meti na boca, quase na hora soltei um gemido ao sentir a pica do moleque invadindo meu cu. Do jeito que dava, me afastei um pouco, tirei a pica da boca e pedi pro garoto que por favor não me comesse pelo cu, que nunca tinha feito por ali. Mas em vez de parar, isso só incentivou ele ainda mais a arrebentar meu cuzinho. Como resposta, ele empurrou minha cabeça pra baixo, me obrigando a continuar chupando a pica do meu irmão enquanto ele continuava furando minha bunda virgem.vadia
peitao
maduraEu não podia acreditar, o pau do meu irmão enterrado completamente na minha boquinha, enquanto o garoto vigoroso metia e tirava o pau, encaixando ele entre minhas nádegas redondas. As investidas selvagens do moleque no meu cu marcavam ao mesmo tempo o ritmo e a intensidade das chupadas que eu dava no pau. Eu sentia o pau deslizar por todo o comprimento, da ponta até a base dentro da minha boca, enquanto eu fazia sons guturais, um, oh, agh, que os excitavam ainda mais. Estavam arrombando meu cu e eu reclamava da dor, mas, com a boca cheia do pau do meu irmão, meus gemidos de dor mal se distinguiam, parecendo gemidos de prazer. Mais duas ou três investidas do garoto, e, por consequência, mais duas ou três estocadas do pau do meu irmão até minha garganta, e ele explodiu entre gritos e grunhidos, na maior, mais abundante e fenomenal gozada de que eu tinha lembrança. Ele gozou tanto que fui obrigada a engolir todo o esperma, já que não conseguia me separar do meu irmão. O garoto estava colado na minha bunda, bombeando como um cachorro na sua puta, me segurando pelas cadeiras e, com a outra mão, nos peitos, me impossibilitando de me mexer ou me separar. Meu irmão terminou de gozar, e, claro, todo mundo percebeu, o que, por sinal, excitou ainda mais os camponeses, porque eles tinham muito tesão em saber que ele tinha gozado na boca da irmã e que ela tinha que comer toda a gozada dele. No entanto, eu não me separava dele, meu nariz ainda estava colado nos pelos dele e o pau dele ainda dentro da minha boca, mas não porque eu quisesse, e sim por causa da fodida que o garoto continuava me dando, sem me dar chance nem de me afastar um pouco. Ao continuar rodeada pelos meus lábios, o pau dele imediatamente endureceu de novo. Nisso, o garoto começou a rugir, sinal de que estava prestes a explodir, mas, para minha surpresa, ele não pensava em fazer isso no meu cu recém-estreado, e sim, num movimento rápido, tirou a vara erguida, cheia de secreções e sucos e me virou de quatro pro meu irmão, eu seria obrigada a provar o gosto das minhas próprias secreções, mas aí aconteceu algo, porque o garoto, ao fazer a manobra, me empurrou um pouco pra trás, fazendo com que a pica do meu irmão se enfiasse toda no meu cu aberto e dilatado. Querem a parte 3 do que aconteceu comigo e minhas irmãs?

2 comentários - Viagem pra casa dos avós parte 2

rabao ver a mi esposa así es lo que siempre he deseado