MINHA FANTASIA DE ESPOSA
Não vou entrar em detalhes sobre meu físico nem nada do tipo, tenho 40 anos e tô lutando contra a idade e minhas fantasias. Sou mulher de família e nunca tive mais do que um par de parceiros sexuais, mas a rotina tá sempre presente e, com o passar dos anos, até o diferente acaba virando comum.
Vou contar minha fantasia pessoal, em detalhes, como se eu realmente estivesse vivendo ela — contar me excita e faz com que pareça real na minha mente.
Sempre entre amigas a gente fala um monte de coisas sem noção, ainda mais com uns drinques na cabeça, e me surpreende saber que a maioria de nós concorda que a fantasia mais comum é estar com mais de um homem ao mesmo tempo. E, como elas, a cada conversa a gente imaginava como seria ser tocada e beijada por várias pessoas.
Não sei se era a bebida, mas na volta pra casa comecei a levantar minha saia e mostrar um pouco da minha calcinha pro taxista. Ele nem percebeu o que eu tava fazendo, mas eu tava toda excitada tentando me exibir, e naquela hora algo acendeu em mim — eu tava muito quente e com tesão por causa disso.
Chego em casa e encontro meu marido dormindo. Olho meu celular e aparece uma casa de aluguel numa área quente, a uma hora da cidade. Na hora, passa pela minha cabeça reservar o lugar e ver no que dá entre as amigas.
Reservei o lugar e falei pra elas irmos no fim de semana. Qual não foi minha surpresa que nenhuma delas pode ir. Decepcionada e puta, ia cancelar a reserva e perder o sinal que já tinha pago, mas entre sonhos e o travesseiro, me veio a ideia de dar vazão aos meus desejos.
Já de madrugada, fiz um anúncio procurando homens disponíveis pro fim de semana (nem eu acreditava no que tava fazendo). Deixei meu e-mail, que criei na hora, com instruções do que íamos fazer e onde era o lugar reservado.
Recebi uns 30 e-mails de interessados em ir no fim de semana, mas no máximo uns 5 ou 6 eram do meu gosto. Indiquei onde e que horas chegar.
Já no sábado, falei pro meu marido que a gente tinha um Encontro na casa alugada com minhas amigas e que vou embora cedo.
A casa era linda, tinha dois quartos, piscina, um espaço verde enorme e o clima estava delicioso.
Alfonso chegou primeiro, me cumprimentou e a gente bateu um papo sobre quais eram meus planos reais, contei rapidinho qual era minha intenção:
Alfonso: É sério o que você postou na internet? Quer passar o fim de semana comigo?...se você nem me conhece.
Luna: Essa é a ideia, a gente não se conhecer, viver o momento e nada mais, e não vamos ficar sozinhos
Alfonso: Então quantas pessoas mais vão chegar?
Luna: Eu e mais uns amigos, mas fica tranquilo, vou atender todo mundo—
Alfonso ficou surpreso com o que tava rolando, e chegaram mais três amigos: Luis, Andrés e Danilo, igualmente surpresos com a minha disposição.
Começamos a beber um pouco, mas eu não queria exagerar, queria viver o momento, aos poucos o gelo quebrou e cada vez eu via eles mais decididos e com vontade de brincar um pouco. Luis propôs um jogo de celular com bebidas, desafios e castigos, e por ser a única mulher, toda hora eu tinha que cumprir castigos, alguns mais quentes, até que todos meio bêbados, me pediram que toda vez que eu perdesse, tirasse uma peça de roupa. Eu tava de jeans e blusa… mas aos poucos fui ficando nua até que Danilo, com muita decisão, na vez dele me pediu um beijo. Eu já tava molhada e excitada, obviamente aceitei e começamos um beijo longo e apaixonado, enquanto isso sinto mais mãos no meu corpo e tiram a pouca roupa que tenho. Continuo me beijando com Danilo, completamente nua, e os outros começam a me tocar e beijar meu corpo. Feito uma louca, começo a procurar as picas deles com as mãos enquanto continuo com a língua do Danilo dentro da minha boca. Me sentia encurralada pelos quatro caras que me tinham à disposição, não tem mais volta. Abaixo a cabeça e começo a chupar a pica do Danilo e masturbar meus acompanhantes, que iam trocando de lugar. Todos estavam eretos e duros, não Aguenta mais, me afastei pra surpresa de todo mundo, mas era pra me posicionar. Fiquei de quatro pra ver quem ia se decidir primeiro, e foi o Luis quem me montou primeiro. Colocou a camisinha e começou a meter forte e rápido enquanto os outros olhavam. Não durou muito, e é compreensível pela situação. Os três seguintes se aproximaram e foram se revezando. Pedi pra eles, quando fossem gozar, tirarem as camisinhas e gozarem na minha boca. Eu tava tão excitada e satisfeita, e era só o começo do sábado. Tinha a noite e o domingo inteiros pra viver o que eu quisesse.
Ficamos umas duas horas na mesma pegada, até que eles ficaram cansados e com fome… Nunca tinha sentido minha buceta tão dilatada. Meus lábios vaginais estavam caídos de tanto sexo e minha buceta inchada, mas nunca tinha vivido algo assim na minha vida e tava muito feliz por isso.
O fim de semana foi passando, a gente comia e eles me jogavam na mesa, eu ia tomar banho e sempre tinha alguém comigo me dando pica de novo. Eu parecia uma puta de verdade. Na piscina, de novo se revezaram comigo, e à noite, na hora de dormir, se revezavam enquanto bebiam. Toda vez que batia vontade, entravam no meu quarto e eu atendia eles, e assim a noite toda… A excitação era tanta que as camisinhas nem foram mais necessárias. Gozaram direto na minha buceta quantas vezes quiseram, e me mantiveram nua o tempo todo. Eu andava pela casa e pelo quintal à disposição e sob o olhar deles. Eu era a mulher daqueles quatro. Era meu fim de semana, era o centro das atenções. Quando não estávamos transando, eles eram carinhosos comigo, me sentavam no colo, me beijavam com afeto, me seguravam pela mão como se eu fosse a namorada deles. Me senti como uma garotinha, e eu sabia que na hora de foder eu não passava de uma gostosa pra eles… Imagina como foi o domingo, se no sábado eu já tava atendendo os caras o dia inteiro e a noite toda.
Meu corpo deseja isso, mas meu pudor ainda não me deixa.
Não vou entrar em detalhes sobre meu físico nem nada do tipo, tenho 40 anos e tô lutando contra a idade e minhas fantasias. Sou mulher de família e nunca tive mais do que um par de parceiros sexuais, mas a rotina tá sempre presente e, com o passar dos anos, até o diferente acaba virando comum. Vou contar minha fantasia pessoal, em detalhes, como se eu realmente estivesse vivendo ela — contar me excita e faz com que pareça real na minha mente.
Sempre entre amigas a gente fala um monte de coisas sem noção, ainda mais com uns drinques na cabeça, e me surpreende saber que a maioria de nós concorda que a fantasia mais comum é estar com mais de um homem ao mesmo tempo. E, como elas, a cada conversa a gente imaginava como seria ser tocada e beijada por várias pessoas.
Não sei se era a bebida, mas na volta pra casa comecei a levantar minha saia e mostrar um pouco da minha calcinha pro taxista. Ele nem percebeu o que eu tava fazendo, mas eu tava toda excitada tentando me exibir, e naquela hora algo acendeu em mim — eu tava muito quente e com tesão por causa disso.
Chego em casa e encontro meu marido dormindo. Olho meu celular e aparece uma casa de aluguel numa área quente, a uma hora da cidade. Na hora, passa pela minha cabeça reservar o lugar e ver no que dá entre as amigas.
Reservei o lugar e falei pra elas irmos no fim de semana. Qual não foi minha surpresa que nenhuma delas pode ir. Decepcionada e puta, ia cancelar a reserva e perder o sinal que já tinha pago, mas entre sonhos e o travesseiro, me veio a ideia de dar vazão aos meus desejos.
Já de madrugada, fiz um anúncio procurando homens disponíveis pro fim de semana (nem eu acreditava no que tava fazendo). Deixei meu e-mail, que criei na hora, com instruções do que íamos fazer e onde era o lugar reservado.
Recebi uns 30 e-mails de interessados em ir no fim de semana, mas no máximo uns 5 ou 6 eram do meu gosto. Indiquei onde e que horas chegar.
Já no sábado, falei pro meu marido que a gente tinha um Encontro na casa alugada com minhas amigas e que vou embora cedo.
A casa era linda, tinha dois quartos, piscina, um espaço verde enorme e o clima estava delicioso.
Alfonso chegou primeiro, me cumprimentou e a gente bateu um papo sobre quais eram meus planos reais, contei rapidinho qual era minha intenção:
Alfonso: É sério o que você postou na internet? Quer passar o fim de semana comigo?...se você nem me conhece.
Luna: Essa é a ideia, a gente não se conhecer, viver o momento e nada mais, e não vamos ficar sozinhos
Alfonso: Então quantas pessoas mais vão chegar?
Luna: Eu e mais uns amigos, mas fica tranquilo, vou atender todo mundo—
Alfonso ficou surpreso com o que tava rolando, e chegaram mais três amigos: Luis, Andrés e Danilo, igualmente surpresos com a minha disposição.
Começamos a beber um pouco, mas eu não queria exagerar, queria viver o momento, aos poucos o gelo quebrou e cada vez eu via eles mais decididos e com vontade de brincar um pouco. Luis propôs um jogo de celular com bebidas, desafios e castigos, e por ser a única mulher, toda hora eu tinha que cumprir castigos, alguns mais quentes, até que todos meio bêbados, me pediram que toda vez que eu perdesse, tirasse uma peça de roupa. Eu tava de jeans e blusa… mas aos poucos fui ficando nua até que Danilo, com muita decisão, na vez dele me pediu um beijo. Eu já tava molhada e excitada, obviamente aceitei e começamos um beijo longo e apaixonado, enquanto isso sinto mais mãos no meu corpo e tiram a pouca roupa que tenho. Continuo me beijando com Danilo, completamente nua, e os outros começam a me tocar e beijar meu corpo. Feito uma louca, começo a procurar as picas deles com as mãos enquanto continuo com a língua do Danilo dentro da minha boca. Me sentia encurralada pelos quatro caras que me tinham à disposição, não tem mais volta. Abaixo a cabeça e começo a chupar a pica do Danilo e masturbar meus acompanhantes, que iam trocando de lugar. Todos estavam eretos e duros, não Aguenta mais, me afastei pra surpresa de todo mundo, mas era pra me posicionar. Fiquei de quatro pra ver quem ia se decidir primeiro, e foi o Luis quem me montou primeiro. Colocou a camisinha e começou a meter forte e rápido enquanto os outros olhavam. Não durou muito, e é compreensível pela situação. Os três seguintes se aproximaram e foram se revezando. Pedi pra eles, quando fossem gozar, tirarem as camisinhas e gozarem na minha boca. Eu tava tão excitada e satisfeita, e era só o começo do sábado. Tinha a noite e o domingo inteiros pra viver o que eu quisesse.
Ficamos umas duas horas na mesma pegada, até que eles ficaram cansados e com fome… Nunca tinha sentido minha buceta tão dilatada. Meus lábios vaginais estavam caídos de tanto sexo e minha buceta inchada, mas nunca tinha vivido algo assim na minha vida e tava muito feliz por isso.
O fim de semana foi passando, a gente comia e eles me jogavam na mesa, eu ia tomar banho e sempre tinha alguém comigo me dando pica de novo. Eu parecia uma puta de verdade. Na piscina, de novo se revezaram comigo, e à noite, na hora de dormir, se revezavam enquanto bebiam. Toda vez que batia vontade, entravam no meu quarto e eu atendia eles, e assim a noite toda… A excitação era tanta que as camisinhas nem foram mais necessárias. Gozaram direto na minha buceta quantas vezes quiseram, e me mantiveram nua o tempo todo. Eu andava pela casa e pelo quintal à disposição e sob o olhar deles. Eu era a mulher daqueles quatro. Era meu fim de semana, era o centro das atenções. Quando não estávamos transando, eles eram carinhosos comigo, me sentavam no colo, me beijavam com afeto, me seguravam pela mão como se eu fosse a namorada deles. Me senti como uma garotinha, e eu sabia que na hora de foder eu não passava de uma gostosa pra eles… Imagina como foi o domingo, se no sábado eu já tava atendendo os caras o dia inteiro e a noite toda.
Meu corpo deseja isso, mas meu pudor ainda não me deixa.
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