Mecânico enrabou minha esposa 3

Pegou a bolsa e foi andando até a oficina do mecânico, pensando que tomara o carro dela ficasse pronto logo, porque ela precisava. Foi caminhando até a estação de metrô, já que era perto da casa dela. Raramente tinha pegado o metrô, porque não gostava, já que vivia lotado de gente, mas não tinha outra opção. Enquanto ia no metrô, pegou o celular pra mandar uma mensagem pro marido, avisando que iria buscar uma caixa que esqueceu no carro e que precisava dela. Enquanto mandava a mensagem, sentiu algo roçando na coxa dela, fazendo ela reagir rápido pra tentar ver o que estava rolando. Foi quando percebeu que o vagão que ela tinha entrado estava lotado e a maioria era só homem, além de umas poucas mulheres. Olhou ao redor e se deu conta de que estava cercada por puro homem, o que a deixou nervosa e pensar que, por ir pensando no carro, tinha pegado o vagão errado, já que tem um vagão especial só pra mulheres, mas com a pressa, pegou o errado. Tentou se mexer um pouco, se afastando de quem pudesse ter tocado a coxa dela. O caminho não era muito longo, então chegou rápido no destino. A casada tentou descer o mais rápido possível, mas ao ir pra porta, desviando dos homens, quase saindo, sentiu de novo uma mão pousar numa das nádegas dela e dar um apertão forte na bunda. Com um pouco de medo, tentou sair correndo. Uma vez fora, tentou se acalmar e esquecer aquele momento ruim, e prometeu pra si mesma que nunca mais pegaria aquele vagão. Foi assim que a mulher desceu do metrô e foi pra oficina. Embora ela tentasse ser discreta, as curvas dela denunciavam e roubavam vários olhares, tanto de homens quanto de mulheres. A beleza dela e o corpo gostoso não passavam despercebidos. Enquanto isso, na oficina do mecânico, ele tava consertando o carro da mulher. Obviamente, ele não era trouxa, já que sabia o que o carro tinha, mas queria ganhar mais tempo com aquela mulher. Foi então que uma loira de Grandes curvas e uns peitos grandes e firmes fizeram sua chegada à oficina. O mecânico, ao vê-la, ficou bobão ao ver tanta beleza perto dele, não conseguindo evitar uma ereção ao ver aquela mulher naquele vestido que destacava suas curvas enormes. Ele largou de ser otário rapidinho e foi até onde ela estava, dando um sorriso amigável e estendendo a mão para cumprimentá-la. Dessa vez, a mulher aceitou o cumprimento, ainda olhando para as mãos sujas do mecânico, mas agora sua visão sobre ele tinha mudado — achou ele educado e respeitoso, o que gerou confiança. O mecânico entregou a caixa com as coisas dela e explicou o que tinha no carro, coisa que a mulher entendeu pouco, mas como não sabia nada, acreditou em tudo. Seu José, sem perder tempo, ofereceu um lugar para ela sentar, e ela sentou. Rapidinho, ele trouxe um copo de suco, que a mulher aceitou por educação. Deu um gole, sentiu um gosto meio estranho, mas nada demais, e foi bebendo tudo. O mecânico, ao vê-la, sorriu de canto, porque minutos antes tinha colocado um líquido que aumentava o apetite sexual de qualquer um. Umas gotinhas já bastavam, mas ele não queria perder a chance e borrifou mais do que devia. A mulher tomou o suco todo enquanto observava o mecânico explicar umas coisas do carro. Em poucos minutos, ela começou a sentir o corpo suar, enquanto prestava atenção no que ele dizia. O mecânico, vendo que ela começava a suar, aproveitou para sentar do lado dela, contando umas mentiras sobre o trabalho. Como a casada não entendia nada de mecânica, era fácil de enganar. Conforme o tempo passava, a mulher suava cada vez mais, começando a ficar excitada sem saber por quê. Não entendia por que o corpo reagia daquele jeito. O mecânico, aproveitando a situação... Naquele momento, ele tirou vantagem fazendo perguntas pessoais pra mulher, que respondia sem pensar muito, já que tava como que fora de si. O corpo dela não parava de esquentar, e ela ficava cada vez mais excitada, porque não conseguia raciocinar direito. Dom José, vendo que a mulher já tava noutro mundo, colocou a mão numa das pernas dela. Pra mulher, sentir aquela mão tocando a coxa foi um estopim pra ficar ainda mais excitada, já que o simples fato de sentir uma mão suja tocando nela a deixava ainda mais tesuda. O mecânico não parava de fazer perguntas pra manter a mente da mulher ocupada e ela não conseguir coordenar o que tava rolando. A mulher, no meio das perguntas do velho mecânico, se perguntava por que o corpo dela tava reagindo daquele jeito a uma pessoa tão feia e suja. Enquanto a mente dela tentava dizer pra ela fugir dali, o corpo não parava de se excitar ainda mais quando sentia o mecânico movendo a mão devagar, lentamente, em direção àquela zona proibida. O mecânico, vendo como a mulher respirava cada vez mais rápido, não perdia nenhum momento pra ir enfiando a mão aos poucos, até quase roçar aquela área proibida. A mulher tentando juntar forças pra fugir dali, dizendo pro mecânico que precisava ir embora porque o marido dela ia chegar em casa e não ia encontrá-la. O mecânico ignorando totalmente o que ela dizia, só falava pra ela relaxar, que eles só estavam conversando como dois amigos, que não ia rolar nada. Nisso, ele aproveitou um momento em que a mulher, de tanta sensação que o corpo tava recebendo, fechou os olhos. O mecânico aproveitou a deixa pra enfiar a mão ainda mais e começar a roçar parte daquela zona proibida. A mulher, ao sentir os dedos sujos do mecânico, a mente dela nublou completamente e o corpo parecia reagir sozinho, porque, sem perceber, ela abriu as pernas um pouquinho, devagar. O mecânico viu aquilo e sorriu, sabendo que a mulher tava se entregando por conta própria. Sozinha, sem perder tempo, ele começou a mexer ainda mais os dedos na parte proibida da mulher, que aos poucos foi ficando mais molhada. Fanny continuava de olhos fechados, num estado de pura excitação, sem saber por que o corpo dela reagia daquele jeito, mas era algo que nunca tinha acontecido com ela. Por isso, era novo pra ela e, mesmo sabendo no fundo que devia fugir dali, outra parte do corpo pedia pra ficar. O mecânico, vendo que a mulher não fazia nada pra impedir, roçava a parte íntima dela descaradamente, sentindo como, a cada momento, os dedos dele eram molhados por aquela mulher. Então, devagar, foi puxando a calcinha dela pra poder tocar aquela zona proibida. Fanny, ao sentir aquilo, soltou um gemidinho e relaxou o corpo, se entregando àquela mão suja cheia de graxa. Seu José, lentamente, foi enfiando um dedo na buceta daquela mulher, sem se importar mais com nada, começou a masturbá-la e penetrá-la, primeiro com um dedo, depois com dois, até conseguir que a mulher tivesse um dos melhores orgasmos dela, que encharcou os dedos do mecânico enquanto ela tremia de prazer, sem saber por que aquele mecânico a tinha feito sentir daquele jeito. Poucas vezes ela tinha sentido um orgasmo tão gostoso. Seu José, vendo que a mulher se recuperava do orgasmo, levou um dos dedos à boca pra lamber e provar os sucos daquela gostosa. Fanny foi se recuperando aos poucos do orgasmo, vendo o mecânico provar os sucos dela, enquanto toda aquela excitação acumulada diminuía um pouco, embora o corpo ainda tremesse de prazer. Foi então que o celular dela começou a tocar, cortando toda aquela excitação. Ao ver o telefone, percebendo que era o marido ligando, o corpo e a mente reagiram rápido, atendendo a chamada do esposo. Fanny... Alô, amor, tô indo pra casa. Sim, passei pra ver o carro, amanhã vai ficar pronto. Só vou demorar um pouco porque passei pra comprar umas verduras. Daqui a pouco chego. Te amo. Fanny nunca tinha mentido pro marido, mas não podia contar. que ainda estava naquele oficina com o mecânico, e aí, caindo na real do que tinha feito com aquele mecânico, rapidamente resolveu se levantar, arrumar a calcinha toda molhada dos seus sucos e falar pro mecânico: "Casada... você é um aproveitador, não sei o que aconteceu comigo ou o que você colocou naquele maldito suco, mas isso nunca deveria ter acontecido. E por favor, quero meu carro amanhã pronto, meu marido vai vir buscar e ele mesmo vai pagar." Enquanto arrumava o vestido e a calcinha toda molhada da gozada dela, o mecânico, vendo a mulher tentando se levantar, segurou ela com uma das mãos e disse: "Não sei do que você tá falando. Isso que aconteceu foi porque os dois quiseram. Se não tivesse gostado, não teria gozado do jeito que fez, sujando seus dedos e sua calcinha." Ele tentou beijá-la, mas a mulher recusou, pedindo pra ele deixar ela ir. Ele tirou a mão pra ela poder sair, dizendo: "Amanhã seu carro vai estar pronto, e você mesma vem buscar." A mulher respondeu que nunca mais pisaria naquela oficina e foi embora. O mecânico ficou rindo, pensando: "Já vamos ver, sua putinha."

Fanny caminhava em direção ao metrô, analisando tudo que tinha acontecido, se sentindo uma idiota. Como tinha se deixado fazer aquilo por aquele velho nojento? Uma lágrima escorreu dos olhos dela de decepção, e ela jurou que nunca mais faria algo assim, porque amava o marido. Enquanto andava, ainda sentia a calcinha molhada, o que a fazia se sentir ainda mais decepcionada consigo mesma. "Nunca mais vou fazer algo assim", pensou, tentando esquecer aquele momento ruim. Passou num supermercado pra comprar umas verduras e frutas e preparar algo gostoso pra ela e pro marido em casa. O marido a esperava sem saber o que a esposa tinha feito com aquele mecânico sujo e perverso, porque pra João, a esposa era uma mulher exemplar, decente e admirável. Enquanto isso, na oficina, seu José... Ela não parava de rir lembrando do que tinha feito com aquela mulher, imaginando como ela ia ficar montando nele, chupando o pau dele, e sorrindo dizendo: "Logo você vai ser minha, vagabunda." Fanny chegou em casa e correu pra tomar um banho, porque se sentia suja e confusa. Enquanto se lavava, lembrava do que tinha acontecido, sem saber por que não fez nada pra parar aquele mecânico. Ela esfregou o corpo ensaboado, tentando tirar qualquer sujeira que aquele velho tivesse deixado nela. Depois do banho, vestiu uma roupa leve... Foi pra cozinha preparar algo pra comer. Enquanto cozinhava, o marido entrou na cozinha perguntando o que era aquela coisa tão gostosa que ela tava fazendo, e como tinha sido com o mecânico sobre o carro. A mulher olhou pra ele, dando um sorriso pra disfarçar, porque quando ouviu a palavra "mecânico", veio na cabeça tudo que tinha rolado entre ela e o Seu José. Mas sabia que, de jeito nenhum, o marido podia descobrir o que aconteceu. Então só disse que o carro ia ficar pronto no dia seguinte, e perguntou se ele podia ir buscar, porque ela não queria nem pisar naquela oficina de novo. O marido sorriu e falou pra ela não se preocupar, que ele mesmo ia buscar o carro. A tarde passou normal, os dois comeram e foram ver um filme. Fanny tentou esquecer o que tinha rolado na oficina. Mais tarde, ela foi fazer uma limpeza, já tendo esquecido o que aconteceu com aquele mecânico. Colocou uma música pra relaxar enquanto limpava a cozinha. Juan, depois de comer e ver o filme, resolveu dormir. Fanny tava ouvindo música e limpando quando, de repente, o celular dela tocou, avisando que chegou uma mensagem. Ela pegou o celular e, quando viu de quem era, ficou meio nervosa. Abriu a mensagem e leu o que dizia: Mecânico... "Olá, senhorita Fanny, como vai? Sou seu mecânico favorito. Espero que esteja bem depois do momento gostoso que a gente passou hehehe. Seu carro já tá pronto. Pronto pra amanhã eu passar pessoalmente pra pegar e ter um momento gostoso de novo. Fanny, ao ler o que a mensagem dizia, não conseguiu evitar ficar irritada e pensar: "Mas esse mecânico se acha o quê? Deixei bem claro que nunca mais vou pisar na oficina dele e que o que aconteceu nunca mais vai se repetir." Fanny pensou em responder ou não, mas preferiu responder pra deixar claro que ela não era a mulher que ele imaginava. "Fanny... não sei por que você me escreve se deixei bem claro que meu marido passaria pra pegar meu carro e ele mesmo pagaria. O que você pensa que é? O que aconteceu naquela oficina nunca mais vai se repetir. Só vou dizer uma vez: não me incomode de novo, seu velho babaca."

Mecânico... "Hahaha, claro que você vai vir pegar seu carro, e o que aconteceu é só o começo. Ou será que aquele orgasmo que você teve não foi um dos melhores da sua vida? Que você é uma dama decente e respeitada perante o mundo, mas no fundo não passa de uma putinha sedenta de pica. Ou será que já esqueceu como você mesma abriu suas pernas pra eu enfiar ainda mais meus dedos?"

Fanny lia tudo o que aquele mecânico dizia e sabia que ela tinha cooperado, se deixando tocar por aquele mecânico sujo, e sabia que ele tinha razão: aquele orgasmo tinha sido, senão o melhor, um dos melhores da vida dela. Ao ler aquilo, não conseguiu evitar ficar um pouco molhada, mas sabia que não podia se rebaixar por um homem tão insignificante. Ela era uma mulher de classe e decente.

Foi então que chegou outra mensagem daquele mecânico. Fanny estava prestes a bloqueá-lo quando viu o que ele dizia:

Mecânico... "Você sabe que eu tenho razão, e meus dedos te fizeram gozar mais do que a vergonha de pica que seu marido deve ter. Amanhã te espero às 10h na minha oficina pra entregar seu carro e passar um momento gostoso. E se você ousar não vir, vou ter que mostrar aquelas fotos que você guardava no seu tablet. Viu como você é? Uma putinha mostrando as fotos.Mecânico enrabou minha esposa 3

vadiaFanny, ao ver a mensagem e as fotos que o corpo dela continha, entra em pânico na hora, pensando: "Como é que aquele velho tinha essas fotos?" Lembrou que tinha deixado o tablet no carro. Sem saber o que fazer ou o que responder, uma lágrima escorreu, enquanto ela se perguntava como sua vida tinha chegado àquele ponto, amaldiçoando o dia do acidente e odiando ainda mais aquele mecânico. Decidiu não responder, mas no fundo sabia que teria que ir àquela oficina. "Mecânico... sei que você ainda está aí, sua puta. Te espero às 10 na minha oficina, se não quiser que essas fotos vazem por toda parte." "Fanny... seu desgraçado, vou te denunciar. Se acha que vai se safar, está muito enganado", respondeu ela, e desligou o celular para não ver mais nenhuma mensagem daquele velho pervertido. Parou de fazer suas coisas para pensar no que faria. Não queria pisar naquela oficina de novo, mas sabia que não podia arriscar que aquele mecânico vazasse suas fotos, ou pior, que seu marido descobrisse tudo. Por um momento, pensou em contar para ele, mas sabia que, se ele soubesse do ocorrido, ficaria muito decepcionado com ela. Então, tentou se acalmar e analisar as coisas. Sabia que era mais esperta que aquele mecânico e que o que ele queria era transar com ela, mas isso nunca ia acontecer. Preferia que aquele mecânico e todas as fotos se fodessem a ter que transar com ele. Ligou para o marido e disse que tinha mudado de ideia e que ela mesma passaria para pegar o carro. O marido acreditou em tudo e disse que, se precisasse de algo, era só avisar, já que confiava plenamente na esposa. No outro dia, ela acordou cedo para preparar o café da manhã do marido, que teria que ir trabalhar. Deram 9 horas, e o marido saiu para o trabalho, se despedindo com um beijo. Fanny não parava de pensar num plano para se livrar daquele velho e fazer ele apagar as fotos. Tinha pensado em oferecer dinheiro em troca de apagá-las, já que alguma... Outra ideia não lhe vinha à cabeça. Foi até o quarto para se trocar e ir encarar aquele mecânico. Vestiu uma calça jeans justa e uma blusa de manga comprida listrada. Queria ir o mais coberta e simples possível, mas, mesmo assim, suas curvas, por mais simples que fosse a roupa, denunciavam seu corpo, fazendo-a parecer gostosa com qualquer roupa.infielAssim que ficou pronta, pegou a bolsa e seguiu em direção àquela oficina, confiante de que tudo daria certo e ela recuperaria a paz. Dessa vez, pegou o metrô, sim, o feminino, então o caminho inteiro foi tranquilo. Ao chegar na oficina, a primeira coisa que viu foi o carro dela do lado de fora, já consertado. Caminhou para dentro pra encarar aquele mecânico. Um dos funcionários do Seu José, ao ver a mulher entrar, ficou bobão, pensando que talvez estivesse sonhando ao ver uma mulherão daquela entrar na oficina, já que raramente alguma mulher aparecia por ali. Beto — que era o nome do funcionário — largou rapidamente o que tava fazendo pra ir até onde a mulher estava, perguntar se podia ajudar em algo. Ao vê-la de perto, não conseguiu evitar uma ereção, Beto... "Oi, moça, boa tarde. Em que posso ajudar?" Fanny... "Oi, boa tarde. O Seu José está? Vim só pegar meu carro, é o cinza ali fora, mas parece que ele não está. Você pode me dar as chaves e me dizer quanto é pra te pagar?" Fanny pensou que talvez pudesse ir embora sem ter que ver aquele velho, só se o funcionário desse as chaves e dissesse o valor pra ela pagar e vazar. Mas ele rapidamente cortou as esperanças dela, dizendo: Beto... "Meu chefe tá sim, mas tá na sala dele. Espera um pouquinho que vou chamar ele." O funcionário correu pra sala do chefe pra avisar que uma mulher estava procurando ele. O mecânico ouviu o funcionário enquanto olhava as fotos da mulher, sorrindo. Sabia que você viria, disse pra si mesmo, mandando o funcionário dizer praquela mulher que, por favor, fosse até a sala dele pra conversarem ali mesmo sobre o valor. O funcionário foi rapidamente até onde a mulher estava pra dizer que o chefe mandou ela ir até a sala dele pra falar com ele. Fanny, ao ouvir isso, sabia que não era a melhor opção entrar naquela sala, mas também sabia que não tinha escolha, já que ela tinha mais a perder. Criando coragem, caminhou até aquela sala, olhando pra aquele mecânico. Tava na cadeira dela, mexendo no celular no escritório, quando falou pro mecânico que tinha vindo buscar o carro. Perguntou quanto ia ficar pra pagar e mandou ele apagar aquelas fotos, se não quisesse ser denunciada. O mecânico, ao ouvir o que a mulher tava dizendo, só soltou uma risada e falou pra ela que não tava em posição de ameaçar ninguém. Mandou ela sentar pra chegarem a um acordo.

Fanny sabia que não podia ficar muito tempo ali, então meteu a mão na bolsa, tirou um maço de notas e disse: "Tô disposta a te dar 10 mil pesos pra você apagar essas fotos e esquecer que isso aconteceu." Seu José, ao ver o maço de dinheiro, percebeu que tinha ela na mão. Se ela tava oferecendo tanta grana assim, era porque não queria que as fotos vazassem, preocupada com a reputação. Ele olhou pro maço e falou que o que queria era outra coisa, não o dinheiro dela.

Fanny, meio assustada e sem saber direito o que fazer, não tava disposta a ir embora sem ele apagar as fotos, mas também não ia aceitar transar com ele de jeito nenhum. Perguntou o que ele queria dela, que ela era uma mulher casada e decente. Seu José, ao ouvir isso, disse que ela devia ter pensado nisso antes de deixar ele meter os dedos nela. Se aproximando, falou que tinha uma proposta: se ela não queria que as fotos fossem publicadas, era só fazer um boquete nele. Em troca, ele apagava as fotos e deixava ela em paz.

Fanny ficou apavorada ao ouvir isso. De jeito nenhum faria uma coisa dessas, ainda mais com um homem tão feio. Falou que ele era louco, que nunca faria isso, e se levantou, ameaçando ir embora. Seu José, vendo a reação dela, rapidamente disse pra ela pensar bem. "Só um boquete simples, ninguém vai ficar sabendo. Ou prefere que todo mundo descubra sobre suas fotos? Ou pior, seu marido? O que ele ia pensar de você, dona Fanny?", disse o mecânico com uma risada maldosa, sabendo que tinha ela na mão. A casada, ao ouvir o que o mecânico falou, não conseguiu evitar de parar e pensar nas coisas. que não pode deixar ninguém ver mais essas fotos, então ela sentou de novo pra pensar um pouco. Rapidamente veio uma ideia na cabeça dela: dizer pro mecânico que aceitava o trato, mas que ele tinha que apagar as fotos primeiro. Assim que ele apagasse, ela simplesmente iria embora, deixando o maço de notas como uma piada. A mulher pensou que era um plano bom e que nada poderia dar errado. Então, depois de sentar, ela disse pro mecânico que faria, mas que ele precisava apagar as fotos primeiro, e depois fariam a outra parte. O mecânico, ao ouvir, sorriu e disse: "Sabia que você aceitaria minha proposta, mesmo que não queira admitir. Sei que você tá morrendo de vontade de provar meu pau, tenho certeza que você vai adorar." O mecânico se apoiou na mesa dele pra pegar o celular e apagar as fotos na frente da mulher, dizendo que tava pronto, que tinha apagado tudo, e agora ela tinha que cumprir a parte dela. Fanny, se sentindo aliviada, pensou que agora o mecânico não tinha mais como chantageá-la, então não precisava cumprir a parte dela. Era só ir embora e nunca mais voltar naquela oficina. Ela se levantou e tentou sair, mas qual não foi a surpresa dela? A porta tava trancada. Ela olhou pro mecânico, meio assustada, pedindo pra ele deixar ela ir e que não ia denunciar ele. O mecânico se aproximou dela, dizendo: "Mecânico... o que você pensou? Que podia vir aqui e tirar uma com a minha cara? Sabia que uma mulher gostosa como você não ia cair fácil. Cê acha que essas são as únicas fotos que eu tenho? Óbvio que copiei tudo em outro celular. Agora, se não quer que essas fotos vazem, ajoelha e cumpre a porra da sua parte, puta." Ele pegou ela pelo pescoço pra forçar ela a se ajoelhar. Fanny, tremendo de medo, não sabia o que fazer. O corpo dela tava paralisado. O mecânico enfiou a mão no pescoço dela, obrigando ela a ficar de joelhos. Ela simplesmente sabia que tinha perdido e que não tinha outra escolha. Então, ela se ajoelhou. Os olhos dela ficaram cheios de lágrimas, querendo chorar. Já de joelhos, Fanny tentou... convencer o mecânico a não fazer aquilo com ela. Ela estava disposta a dar muito mais dinheiro em troca de deixá-la ir e apagar aquelas fotos. O mecânico simplesmente pegou as mãos dela e as colocou na calça dele, dizendo para ela desabotoar e fazer o melhor boquete da vida dela. A mulher, ao ouvir ele gritar, entrou em pânico ainda mais, começando a desabotoar a calça dele e a abaixá-la aos poucos enquanto chorava. Ao abaixar a calça devagar, ela se surpreendeu com o que aquele homem escondia, já que nunca tinha visto algo tão grande. Conforme abaixava a calça, aquela coisa parecia cada vez maior, fazendo ela entrar em pânico. Como era possível aquele homem ter uma parada daquelas? Quando ela abaixou a calça até os joelhos, deixando à vista aquela pica preta enorme, não conseguiu evitar comparar com a do marido, fazendo a dele parecer ridícula diante daquele monstro. Surpresa, ela olhava o tamanho daquilo, enquanto o mecânico observava sorrindo como a mulher ficava hipnotizada, dizendo: "Com certeza você nunca viu uma assim, né?" A mulher não sabia por que não conseguia parar de olhar para aquela monstruosidade. Começou até a ficar molhadinha aos poucos, pensando que aquilo era algo irreal de tão grande, fazendo ela esquecer tudo o que tinha acontecido e o motivo de estar ali. O único pensamento dela era contemplar aquela coisa enorme. O mecânico, vendo que a mulher não parava de olhar para a pica dele, pegou a cabeça dela e a aproximou, fazendo a pica roçar no rosto e nos lábios daquela mulher. Fanny, por um momento, lembrou do marido, e juntando forças, lembrou que não era esse tipo de mulher e que precisava sair dali. Mas o corpo não respondia. Ela se sentia hipnotizada por aquela coisa e cada vez mais excitada. Seu José aproveitou o momento, pegou as mãos da mulher e as colocou na pica dele, dizendo para ela começar a masturbar ele. Fanny, totalmente hipnotizada, obedeceu e começou a passar a mão naquela pica enorme, sentindo o tamanho que tinha.cuck

5 comentários - Mecânico enrabou minha esposa 3

Tengo miedo que abandonen este relato 😕
Tiene pinta, es una pena, porque era excitante la historia
Kaapom +3
Seguirá la historia solo que no e tendió tiempo por ahora de seguir saludos 🤗