Passaram uns dias em que a gente quase não se falou, acho que porque ele queria me dar espaço pra decidir se queria ou não ter um relacionamento com ele. Pensei por um bom tempo, nunca tinha tido um relacionamento parecido ou algo do tipo, e tinha medo de ser descoberto ou de alguém pensar que sou completamente gay (só pra deixar claro, não sou gay, gosto de mulheres e de me vestir como uma, mas não me vejo como mulher 100%, só no ato íntimo com alguém de confiança). Além disso, nunca tinha passado pela minha cabeça ter um relacionamento com um homem, muito menos com alguém mais velho, tudo era muito novo pra mim. O que mais me deixava confuso era ser a mulher da relação. Uma coisa é ser passiva e dar o cu, como todas nós fazemos, pelo menos por algumas horas, mas outra bem diferente é ser a mulher de alguém exclusivamente. Por outro lado, o encontro que a gente teve, o tratamento que ele me deu em todos os sentidos, conhecê-lo fisicamente, sei lá, tudo me agradava no geral, me agradava bastante, como nunca tinha estado com ninguém. Coloquei tudo na balança e cheguei à conclusão de que devia falar com ele. Mandei uma mensagem no WhatsApp e pedi pra gente se encontrar numas ruas perto da minha faculdade. Reconheci o carro e entrei. — O que você decidiu? — ele perguntou depois de me cumprimentar. Tava vestido com uma camisa de listras azuis que destacava a barriga dele e uma calça jeans que ajustava bem o pacote. — Olha, nunca tive um relacionamento gay, nunca fiquei com um homem desse jeito. Pra mim, eles só servem pra realizar meus desejos carnais e pronto, embora quase sempre termine mal. Mas contigo foi diferente, então... aceito — coloquei a mão na calça dele, já dava pra ver o volume — mas com uma condição: quero que, quando eu estiver vestido de menino, me trate assim, mas na intimidade, vestido de mulher, serei sua mulher de verdade, única e exclusivamente sua. E a gente mantém o relacionamento em total segredo. Você não vai conhecer meus amigos, nem minha família. O que é seu e meu é só nosso, tá bem? —Claro que sim, meu amor — respondeu com a cara cheia de tesão — Mas uma coisa, já que você vai ser minha mulher, quero que a gente transe sem camisinha.
— Sem camisinha? — Eu nunca tinha transado sem proteção, até já tinha chupado sem camisinha e, por sorte, nunca tive problema. Por causa da escola, eu fazia exames de saúde com certa frequência.
— Isso aí não dá.
— Não se preocupa, vamos fazer o seguinte: a gente faz uns exames e resolve isso, eu pago, tá bom?
Do jeito que ele propôs, eu aceitei, e na mesma hora fomos pra um laboratório fazer os testes (juro que nunca imaginei que isso fosse acontecer na minha vida, pelo menos não antes de casar, mas recomendo pra todo mundo, homem ou mulher, independente da orientação, pela sua saúde e de todo mundo).
No fim, ele viajou pra ver os filhos e eu fui buscar os resultados. Como ele é médico, leu os laudos e tava tudo certo, só uma infecção urinária leve da minha parte. Na verdade, ele até me passou o tratamento, mas a gente não pôde fazer nada por uns dias.
E quando finalmente conseguimos, começou a aventura. Pra comemorar, a primeira coisa que fizemos foi ir numa sexshop, no fim da tarde, vale dizer. Quem atendia era uma senhora mais velha, mais ou menos da idade do meu male. Nem imagino a surpresa dela ao ver um jovem de vinte e um anos entrando de mãos dadas com um homem de cinquenta e seis, hahahaha. Ela nos cumprimentou super educadamente, sem julgar nada, e até se ofereceu pra ajudar a gente achar o que queríamos.
Compramos um enema pra mim, pra deixar o cu bem limpinho, uns lubrificantes, umas gaiolas de castidade de vários tamanhos, plugs anais, uns pezinhos pretos em formato de coração, um babydoll branco com tema de vestido de noiva, junto com um corset preto de dominatrix bem justinho com liga e vários tipos de meia, além de umas paradas de BDSM.
Não sei quanto ele gastou em tudo aquilo, mas a emoção e a excitação do momento me deixaram a mil. Quando descemos da loja (ficava no segundo andar), eu falei pra ele que... fomos para um beco escuro que ficava perto dali. Não perdi tempo e abaixei o zíper da calça dele, enquanto ele me ajudou tirando a rola pra fora, já tava bem dura, sem perder tempo meti na boca, aproveitando o gostinho delicioso. -Haaaay meu amor, assim que eu gosto, que te vejam como minha mulher - Ele empurrava minha cabeça pra rola dele e eu me engasgava com ela, nos momentos que saía da minha boca, deixava a rola escorrendo com minha baba e com os líquidos pré-semenciais gostosos dele, entre masturbar ele e o boquete que tava dando, não demorou muito pra ele gozar bem na minha boca, adorava sentir o esperma enchendo tudo. -A aaaaah aaah aaaaaaah - Sentia o jato quente de porra caindo na minha garganta e eu não parei, ao mesmo tempo que saboreava e engolia o esperma dele, não parava de chupar a rola, não queria deixar nem uma gota daquela porra gostosa que ele derramava pra mim. -Aaah Aaah Aaah meu amor, espera, já já já - Foi aí que parei porque sabia que ele já não aguentava mais o prazer do boquete que tava dando, terminamos, limpei a boca e dei um beijo com gosto de esperma, o que pareceu que ele gostou bastante. Como era sexta-feira, falei pra minha família que ia sair com meus amigos, mas na verdade ia me encontrar com ele, fomos direto pra casa dele, que ficava perto do centro da cidade, era um muro alto com cabos de segurança, arame farpado, fechado por um portão preto onde não dava pra ver nada do interior, ele abriu o portão e eu me acalmei um pouco ao ver uma casa bonita de dois andares e muita, muita privacidade, tava nervosa porque ninguém sabia onde eu tava, mas algo me dizia pra confiar nele, até porque já sabia o que vinha. -O que você quer vestir, pinero? -Mmm não sei, talvez fosse uma boa ideia você me dizer o que vestir - Aproximei as coisas de sadomasoquismo e ele entendeu minha indireta. -Tá bom, mas vem, me segue - Ele me guiou pelas escadas até o quarto dele e abriu o guarda-roupa, onde ainda tinha coisas da ex-mulher, pegou um vestido preto justo até o joelho e umas sandálias abertas vermelhas, com Um salto de uns dez ou quinze centímetros que me deixava mais alta que ele. — Coloca o espartilho e isso aqui, te espero lá embaixo. Saiu do quarto me deixando sozinha pra me preparar como ele pediu, já tinha minhas coisas prontas pra ocasião, primeiro usei o enema pra ficar bem limpinha, depois coloquei a peruca, me maquiei com umas sombras escuras, batom vermelho intenso que destacava minha qualidade de puta, coloquei o espartilho que me deixava uma cintura quase feminina, as meias de seda faziam minhas pernas ficarem lindas, a calcinha que vinha com o espartilho era elegante, de uma renda bem delicada e destacava minha bunda muito bem, além de entrar deixando metade da bunda de fora, o vestido da ex-mulher dele estava muito bem cuidado, era aberto nos ombros e se ajustava muito bem ao meu corpo deixando minhas pernas e rabo bem apertados, finalizando meu look com os sapatos que combinavam com meus lábios, fiquei perfeita. — Uau, você tá uma delícia, queria te ver transformada, Sarah — Ele me estendeu um copo com um gole de uísque. — Obrigada, meu amor. Bebemos uns goles, dançamos umas cumbias e salsas enquanto nos beijávamos, até pedimos comida e eu saí pra buscar vestida de mulher, o uísque me deu coragem, continuamos bebendo e dançando até que os beijos viraram algo mais e cada vez ficavam mais intensos, ele estava me segurando pela cintura enquanto nos beijávamos e aos poucos subíamos pro quarto, quando chegamos ele me jogou na cama e tirou o cinto. — Vira de costas — Obediente, eu virei levantando a bunda, não demorei a sentir o primeiro tapa. — Aaah — Ele arrancou meu primeiro gemido. — Tá gostando? — Me deu outro tapa. — Sim, muito — Ele me deu um tapa mais forte. — Coloca as mãos atrás das costas — Fiz isso e senti o pelo das algemas que a gente tinha comprado, ele apertou forte mostrando a força dele, eu tava totalmente entregue ao prazer que ele tava me dando e pronta pro que ele fosse fazer. Levantou meu vestido pra bater na minha bunda mais diretamente, me deu uma Deu uma apertada forte na minha bunda, deixou a mão dela ali enquanto apertava minha nádega.
— Você gostaria de ser minha sumissa, viadinho?
— Sim, meu amor, faz de mim o que quiser, me transforma na sua putinha.
— Tá bem, mas não quero que você fale — Colocou a bola que vinha no kit sadomasô na minha boca e ajustou atrás da minha nuca, me deixando completamente submissa a ele. Começou a me bater com o cinto, o que me excitava cada vez mais, até que se cansou disso, baixou minha calcinha e enterrou a boca entre minhas nádegas.
— Mmms mmmmm mmmmmsss msmmmms — era tudo o que eu conseguia dizer, não saíam palavras da minha boca, nem dava pra falar. Eu estava totalmente excitada com o que ele estava fazendo comigo.
— Isso... bem que você gosta... Você adora ser putinha.
— Mmmmju mmmju — eu respondia enquanto a língua dele me fazia vibrar.
Ele parou um momento pra pegar o chicote que vinha no kit, começou a me bater de leve nas bolas.
— Era isso que você queria, né? Que eu te deixasse assim?
— Mmmju mmju — Tudo aquilo me deixava muito tesuda, não me importava com mais nada. Ele me manteve assim por um bom tempo até parar. Pelo espelho do armário, vi ele se despindo, já com o pau completamente duro.
Pegou um dos lubrificantes com efeito gelado e colocou direto no meu cu, começou a dilatar meu ânus enfiando o dedo grosso e quente, massageando minha próstata.
— Agora sim, putinha, vou te fazer minha mulher.
Aproximou o pau do meu cu e, aos poucos, começou a meter aquela rola grande e gostosa no meu cu apertado. Cada centímetro gerava gemidos abafados que não conseguiam sair da minha boca.
— Que bom que você gosta, viado... que bom que você se limpou, assim posso te comer direitinho — Foi aí que o pau inteiro já estava dentro de mim. Eu sentia meu cu bem aberto com a rola dele, me sentia toda dele, entregue ao meu macho completamente. Ele me segurou pela cintura e começou a me comer com força, dando tapas na minha bunda com os braços amarrados e a boca tampada. Eu só conseguia aproveitar aquelas investidas poderosas enquanto ele me chamava de puta e dizia como eu adorava isso. caralho... tava certo. Eu me contorcia de prazer na cama até que ele parou, soltou minhas mãos e, como a cama dele tinha uma cabeceira de grades, amarrou minhas mãos ali, mas dessa vez eu tava de frente pra ele, com as pernas abertas e levantadas, pronta pra ele me pegar. Colocou um travesseiro debaixo do meu quadril, abaixou meu vestido e o espartilho, descobrindo meus peitinhos, beijou e mordeu, me dando um puta prazer. Passou as mãos pelo meu corpo, apertando meus mamilos e chegando até meu pau bem duro. Enfiou a rola até o fundo num movimento só, não perdeu tempo, começou a me comer bem gostoso enquanto me segurava pelo pescoço. — Assim, promíscua, assim que eu gosto de você, sendo minha jotinha — Ele tava me comendo super forte, super gostoso, a cada metida eu sentia meu pau entrando e saindo do meu cu, sentia perfeitamente, o que me excitava pra caralho. Num ponto, ele tirou a bola da minha boca e saiu do meu cu pra gozar na minha boca. — Abre a boca, puta — Ele me pegou pelo queixo e me virou pra receber bem o leite, encheu minha boca com os jatos quentes dele mais uma vez. Depois, enfiou a rola na minha boca pra limpar, gostoso pra caralho. Eu tava devorando os sucos dele e o gosto do pau dele. Depois disso, ele me soltou e ajeitou minha roupa. Descemos de novo pra comer um pouco. Como eu era a mulher dele, servi a comida e sentei do lado dele pra tudo que ele quisesse. Enquanto comíamos, ele não tirou a mão da minha perna e de vez em quando mexia no meu peito, falando como eu sou gostosa, enquanto eu respondia com um "obrigada, papai" e passava a mão na rola dele. Terminamos de comer. Como a mulher dele, comecei a lavar os pratos enquanto ele continuava sentado, mexendo na minha bunda. Eu me sentia gostosa, não me incomodava nada, até que ele se levantou, afastou minha peruca pro lado e começou a beijar meu pescoço enquanto me segurava pela cintura. Não me deixava virar, tava me beijando por trás, arrancando uns beijos ocasionais da minha boca. Senti ele tirando a calça e levantando meu vestido. Ele baixou minha calcinha até os joelhos, deixando minha bunda toda exposta. Me fez lamber os dedos dele, o que fiz com muito prazer, imaginando que era a porra do pau gostoso dele. Com os dedos cheios da minha saliva, começou a percorrer minha buceta, enfiando e tirando os dedos.
— Meu amor, aaah, aaah, vamos pra cama.
— Não, quero te comer aqui.
Foi aí que senti o pau dele na entrada do meu cu.
— Quero te fazer minha por inteiro.
O pau dele entrou completo no meu cu. Meio desesperado, ele puxou meu vestido pra baixo, deixando meus peitos de novo à mostra, e me agarrou com força enquanto me comia.
— Aah, aaah, aaah, aaah, aaah, aaah!
Ele tava me fazendo gemer igual uma louca, me comendo como se eu fosse uma puta, fazendo minhas pernas tremerem. Senti que tava me mijando, e acho que até mijei antes de gozar com um grito de prazer. Não sei se ele percebeu o que me fez, mas começou a me comer com tudo, enquanto beliscava meus bicos. Foi nesse momento que, pela primeira vez, senti o gozo dele dentro do meu cu.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Assim que ele soltou esse gemido, comecei a sentir ele se esvaziando dentro de mim, aquele calor gostoso de porra de macho enchendo meus intestinos. Nunca tinha sentido uma sensação tão feminina e gostosa, amava como aquilo me fazia sentir.
— Agora sim, meu amor, você já é minha mulher.
Ele saiu de dentro de mim.
— Abre bem as nádegas.
Eu obedeci, e ele disse que me deixou bem cheia e bem aberta. Ele subiu minha calcinha, e eu senti a porra escorrendo do meu cu pra dentro da calcinha, com algumas gotas descendo pelas minhas pernas. Subimos pro quarto pra escolher que roupa da ex-mulher dele eu usaria quando estivesse com ele. Escolhi vestidos, saltos, leggings, blusas, algumas calcinhas e lingerie que serviam nela. Depois disso, me troquei e me vesti de homem, mas por algum motivo resolvi não tirar a calcinha e deixei ela. Me senti muito dele com a porra dele dentro de mim. Vou continuar minhas histórias sobre o ano e meio em que fui dele.
— Sem camisinha? — Eu nunca tinha transado sem proteção, até já tinha chupado sem camisinha e, por sorte, nunca tive problema. Por causa da escola, eu fazia exames de saúde com certa frequência.
— Isso aí não dá.
— Não se preocupa, vamos fazer o seguinte: a gente faz uns exames e resolve isso, eu pago, tá bom?
Do jeito que ele propôs, eu aceitei, e na mesma hora fomos pra um laboratório fazer os testes (juro que nunca imaginei que isso fosse acontecer na minha vida, pelo menos não antes de casar, mas recomendo pra todo mundo, homem ou mulher, independente da orientação, pela sua saúde e de todo mundo).
No fim, ele viajou pra ver os filhos e eu fui buscar os resultados. Como ele é médico, leu os laudos e tava tudo certo, só uma infecção urinária leve da minha parte. Na verdade, ele até me passou o tratamento, mas a gente não pôde fazer nada por uns dias.
E quando finalmente conseguimos, começou a aventura. Pra comemorar, a primeira coisa que fizemos foi ir numa sexshop, no fim da tarde, vale dizer. Quem atendia era uma senhora mais velha, mais ou menos da idade do meu male. Nem imagino a surpresa dela ao ver um jovem de vinte e um anos entrando de mãos dadas com um homem de cinquenta e seis, hahahaha. Ela nos cumprimentou super educadamente, sem julgar nada, e até se ofereceu pra ajudar a gente achar o que queríamos.
Compramos um enema pra mim, pra deixar o cu bem limpinho, uns lubrificantes, umas gaiolas de castidade de vários tamanhos, plugs anais, uns pezinhos pretos em formato de coração, um babydoll branco com tema de vestido de noiva, junto com um corset preto de dominatrix bem justinho com liga e vários tipos de meia, além de umas paradas de BDSM.
Não sei quanto ele gastou em tudo aquilo, mas a emoção e a excitação do momento me deixaram a mil. Quando descemos da loja (ficava no segundo andar), eu falei pra ele que... fomos para um beco escuro que ficava perto dali. Não perdi tempo e abaixei o zíper da calça dele, enquanto ele me ajudou tirando a rola pra fora, já tava bem dura, sem perder tempo meti na boca, aproveitando o gostinho delicioso. -Haaaay meu amor, assim que eu gosto, que te vejam como minha mulher - Ele empurrava minha cabeça pra rola dele e eu me engasgava com ela, nos momentos que saía da minha boca, deixava a rola escorrendo com minha baba e com os líquidos pré-semenciais gostosos dele, entre masturbar ele e o boquete que tava dando, não demorou muito pra ele gozar bem na minha boca, adorava sentir o esperma enchendo tudo. -A aaaaah aaah aaaaaaah - Sentia o jato quente de porra caindo na minha garganta e eu não parei, ao mesmo tempo que saboreava e engolia o esperma dele, não parava de chupar a rola, não queria deixar nem uma gota daquela porra gostosa que ele derramava pra mim. -Aaah Aaah Aaah meu amor, espera, já já já - Foi aí que parei porque sabia que ele já não aguentava mais o prazer do boquete que tava dando, terminamos, limpei a boca e dei um beijo com gosto de esperma, o que pareceu que ele gostou bastante. Como era sexta-feira, falei pra minha família que ia sair com meus amigos, mas na verdade ia me encontrar com ele, fomos direto pra casa dele, que ficava perto do centro da cidade, era um muro alto com cabos de segurança, arame farpado, fechado por um portão preto onde não dava pra ver nada do interior, ele abriu o portão e eu me acalmei um pouco ao ver uma casa bonita de dois andares e muita, muita privacidade, tava nervosa porque ninguém sabia onde eu tava, mas algo me dizia pra confiar nele, até porque já sabia o que vinha. -O que você quer vestir, pinero? -Mmm não sei, talvez fosse uma boa ideia você me dizer o que vestir - Aproximei as coisas de sadomasoquismo e ele entendeu minha indireta. -Tá bom, mas vem, me segue - Ele me guiou pelas escadas até o quarto dele e abriu o guarda-roupa, onde ainda tinha coisas da ex-mulher, pegou um vestido preto justo até o joelho e umas sandálias abertas vermelhas, com Um salto de uns dez ou quinze centímetros que me deixava mais alta que ele. — Coloca o espartilho e isso aqui, te espero lá embaixo. Saiu do quarto me deixando sozinha pra me preparar como ele pediu, já tinha minhas coisas prontas pra ocasião, primeiro usei o enema pra ficar bem limpinha, depois coloquei a peruca, me maquiei com umas sombras escuras, batom vermelho intenso que destacava minha qualidade de puta, coloquei o espartilho que me deixava uma cintura quase feminina, as meias de seda faziam minhas pernas ficarem lindas, a calcinha que vinha com o espartilho era elegante, de uma renda bem delicada e destacava minha bunda muito bem, além de entrar deixando metade da bunda de fora, o vestido da ex-mulher dele estava muito bem cuidado, era aberto nos ombros e se ajustava muito bem ao meu corpo deixando minhas pernas e rabo bem apertados, finalizando meu look com os sapatos que combinavam com meus lábios, fiquei perfeita. — Uau, você tá uma delícia, queria te ver transformada, Sarah — Ele me estendeu um copo com um gole de uísque. — Obrigada, meu amor. Bebemos uns goles, dançamos umas cumbias e salsas enquanto nos beijávamos, até pedimos comida e eu saí pra buscar vestida de mulher, o uísque me deu coragem, continuamos bebendo e dançando até que os beijos viraram algo mais e cada vez ficavam mais intensos, ele estava me segurando pela cintura enquanto nos beijávamos e aos poucos subíamos pro quarto, quando chegamos ele me jogou na cama e tirou o cinto. — Vira de costas — Obediente, eu virei levantando a bunda, não demorei a sentir o primeiro tapa. — Aaah — Ele arrancou meu primeiro gemido. — Tá gostando? — Me deu outro tapa. — Sim, muito — Ele me deu um tapa mais forte. — Coloca as mãos atrás das costas — Fiz isso e senti o pelo das algemas que a gente tinha comprado, ele apertou forte mostrando a força dele, eu tava totalmente entregue ao prazer que ele tava me dando e pronta pro que ele fosse fazer. Levantou meu vestido pra bater na minha bunda mais diretamente, me deu uma Deu uma apertada forte na minha bunda, deixou a mão dela ali enquanto apertava minha nádega.
— Você gostaria de ser minha sumissa, viadinho?
— Sim, meu amor, faz de mim o que quiser, me transforma na sua putinha.
— Tá bem, mas não quero que você fale — Colocou a bola que vinha no kit sadomasô na minha boca e ajustou atrás da minha nuca, me deixando completamente submissa a ele. Começou a me bater com o cinto, o que me excitava cada vez mais, até que se cansou disso, baixou minha calcinha e enterrou a boca entre minhas nádegas.
— Mmms mmmmm mmmmmsss msmmmms — era tudo o que eu conseguia dizer, não saíam palavras da minha boca, nem dava pra falar. Eu estava totalmente excitada com o que ele estava fazendo comigo.
— Isso... bem que você gosta... Você adora ser putinha.
— Mmmmju mmmju — eu respondia enquanto a língua dele me fazia vibrar.
Ele parou um momento pra pegar o chicote que vinha no kit, começou a me bater de leve nas bolas.
— Era isso que você queria, né? Que eu te deixasse assim?
— Mmmju mmju — Tudo aquilo me deixava muito tesuda, não me importava com mais nada. Ele me manteve assim por um bom tempo até parar. Pelo espelho do armário, vi ele se despindo, já com o pau completamente duro.
Pegou um dos lubrificantes com efeito gelado e colocou direto no meu cu, começou a dilatar meu ânus enfiando o dedo grosso e quente, massageando minha próstata.
— Agora sim, putinha, vou te fazer minha mulher.
Aproximou o pau do meu cu e, aos poucos, começou a meter aquela rola grande e gostosa no meu cu apertado. Cada centímetro gerava gemidos abafados que não conseguiam sair da minha boca.
— Que bom que você gosta, viado... que bom que você se limpou, assim posso te comer direitinho — Foi aí que o pau inteiro já estava dentro de mim. Eu sentia meu cu bem aberto com a rola dele, me sentia toda dele, entregue ao meu macho completamente. Ele me segurou pela cintura e começou a me comer com força, dando tapas na minha bunda com os braços amarrados e a boca tampada. Eu só conseguia aproveitar aquelas investidas poderosas enquanto ele me chamava de puta e dizia como eu adorava isso. caralho... tava certo. Eu me contorcia de prazer na cama até que ele parou, soltou minhas mãos e, como a cama dele tinha uma cabeceira de grades, amarrou minhas mãos ali, mas dessa vez eu tava de frente pra ele, com as pernas abertas e levantadas, pronta pra ele me pegar. Colocou um travesseiro debaixo do meu quadril, abaixou meu vestido e o espartilho, descobrindo meus peitinhos, beijou e mordeu, me dando um puta prazer. Passou as mãos pelo meu corpo, apertando meus mamilos e chegando até meu pau bem duro. Enfiou a rola até o fundo num movimento só, não perdeu tempo, começou a me comer bem gostoso enquanto me segurava pelo pescoço. — Assim, promíscua, assim que eu gosto de você, sendo minha jotinha — Ele tava me comendo super forte, super gostoso, a cada metida eu sentia meu pau entrando e saindo do meu cu, sentia perfeitamente, o que me excitava pra caralho. Num ponto, ele tirou a bola da minha boca e saiu do meu cu pra gozar na minha boca. — Abre a boca, puta — Ele me pegou pelo queixo e me virou pra receber bem o leite, encheu minha boca com os jatos quentes dele mais uma vez. Depois, enfiou a rola na minha boca pra limpar, gostoso pra caralho. Eu tava devorando os sucos dele e o gosto do pau dele. Depois disso, ele me soltou e ajeitou minha roupa. Descemos de novo pra comer um pouco. Como eu era a mulher dele, servi a comida e sentei do lado dele pra tudo que ele quisesse. Enquanto comíamos, ele não tirou a mão da minha perna e de vez em quando mexia no meu peito, falando como eu sou gostosa, enquanto eu respondia com um "obrigada, papai" e passava a mão na rola dele. Terminamos de comer. Como a mulher dele, comecei a lavar os pratos enquanto ele continuava sentado, mexendo na minha bunda. Eu me sentia gostosa, não me incomodava nada, até que ele se levantou, afastou minha peruca pro lado e começou a beijar meu pescoço enquanto me segurava pela cintura. Não me deixava virar, tava me beijando por trás, arrancando uns beijos ocasionais da minha boca. Senti ele tirando a calça e levantando meu vestido. Ele baixou minha calcinha até os joelhos, deixando minha bunda toda exposta. Me fez lamber os dedos dele, o que fiz com muito prazer, imaginando que era a porra do pau gostoso dele. Com os dedos cheios da minha saliva, começou a percorrer minha buceta, enfiando e tirando os dedos.
— Meu amor, aaah, aaah, vamos pra cama.
— Não, quero te comer aqui.
Foi aí que senti o pau dele na entrada do meu cu.
— Quero te fazer minha por inteiro.
O pau dele entrou completo no meu cu. Meio desesperado, ele puxou meu vestido pra baixo, deixando meus peitos de novo à mostra, e me agarrou com força enquanto me comia.
— Aah, aaah, aaah, aaah, aaah, aaah!
Ele tava me fazendo gemer igual uma louca, me comendo como se eu fosse uma puta, fazendo minhas pernas tremerem. Senti que tava me mijando, e acho que até mijei antes de gozar com um grito de prazer. Não sei se ele percebeu o que me fez, mas começou a me comer com tudo, enquanto beliscava meus bicos. Foi nesse momento que, pela primeira vez, senti o gozo dele dentro do meu cu.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Assim que ele soltou esse gemido, comecei a sentir ele se esvaziando dentro de mim, aquele calor gostoso de porra de macho enchendo meus intestinos. Nunca tinha sentido uma sensação tão feminina e gostosa, amava como aquilo me fazia sentir.
— Agora sim, meu amor, você já é minha mulher.
Ele saiu de dentro de mim.
— Abre bem as nádegas.
Eu obedeci, e ele disse que me deixou bem cheia e bem aberta. Ele subiu minha calcinha, e eu senti a porra escorrendo do meu cu pra dentro da calcinha, com algumas gotas descendo pelas minhas pernas. Subimos pro quarto pra escolher que roupa da ex-mulher dele eu usaria quando estivesse com ele. Escolhi vestidos, saltos, leggings, blusas, algumas calcinhas e lingerie que serviam nela. Depois disso, me troquei e me vesti de homem, mas por algum motivo resolvi não tirar a calcinha e deixei ela. Me senti muito dele com a porra dele dentro de mim. Vou continuar minhas histórias sobre o ano e meio em que fui dele.
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