Mecânico enrabou minha esposa

Me chamo Juan Pérez, sou um homem de 37 anos, advogado de profissão. Sou muito bom no que faço e sempre tive trabalho, graças a isso vivo muito bem. Tenho 1,70m, como podem ver, não sou muito alto, peso 75 quilos, tento me manter em forma sem ser bombado, mas sou atlético porque saio pra correr toda manhã. Sou casado com Fanny, que é uma grande mulher, professora num colégio de prestígio da cidade. Estamos casados há 5 anos, viajamos e curtimos bastante, já que ainda não temos filhos — achamos que ainda não é a hora. Ela tem 35 anos, pele branca, quadris largos, uma bunda gostosa, peitos firmes e grandes, porque sempre malha na academia, adora se manter em forma e linda. Ela tem 1,66m, olhos claros, cabelo longo e loiro, embora muitas vezes pinte de outra cor, ela adora isso. Aqui vai uma foto da minha esposa...Mecânico enrabou minha esposaComo vocês podem ver, ela é bem gostosa e sexy, embora seja muito tranquila, educada e decente, já que ama a profissão dela — ensinar crianças é a paixão dela. E o que posso dizer sobre ela como esposa? Atenciosa, detalhista, sai do trabalho e vai pra casa preparar a comida enquanto eu chego. Muito caseira, raramente sai, a não ser pra academia, que vai cinco dias por semana, dedicando uma hora. Tem grandes amigas, mas quase nunca sai com elas, porque prefere ficar em casa comigo, preparar algo gostoso e ver um filme. No sexual com minha esposa, bom, digamos que estamos bem, já que os dois somos meio tranquilos nisso. Não é que eu não consiga satisfazer ela, mas sei que também não sou um garanhão. Mas nós nos amamos e sabemos que nem tudo é sexo... Bom, já falei um pouco sobre nós, agora vou contar minha história. Tudo começou um dia em que minha esposa, saindo do trabalho, pegou o carro dela rumo a casa. Era uma sexta-feira, ela estava feliz porque sabia que no dia seguinte não trabalhava e era fim de semana pra ver algum filme juntos, preparar algum petisco e, se tudo corresse bem, fazer amor. Ela ia pra casa, pegou o celular pra me mandar uma mensagem dizendo que me esperava em casa pra comer juntos, quando então, por descuido, o celular caiu debaixo do banco. E ela, bobinha, tentou pegar, descuidou do volante e fez o carro sair da estrada, batendo num tronco de árvore. A batida não foi tão forte, mas danificou parte do parachoque, arrancando ele e fazendo parecer mais grave o acidente. O pneu também furou. Minha esposa tentou ligar o carro, mas não deu partida, porque um cabo de corrente tinha se desconectado — mas, claro, minha mulher não sabia disso. Ela, meio assustada, desceu pra ver o quão grave foi e, ao ver o parachoque e o pneu furado, percebeu que não era tão grave quanto pensava, mas o carro não andava. Então, ela pegou o celular pra ligar pro marido. Esposa: — Alô, amor, que bom que você atendeu. Tive um pequeno acidente no caminho pra casa. Não se assuste, não é nada grave, mas o carro não... Liga. Marido. Oi, gata, como assim, sofreu um acidente? O que aconteceu? Você tá bem?
Esposa.. sim, amor, tô bem, não aconteceu nada, só bati o carro, um pneu furou, mas o pior é que o carro não quer ligar. Dá pra você vir me buscar e levar ele num mecânico?
Marido.. que bom que você tá bem. Infelizmente não posso ir agora, tô numa reunião muito importante e não posso largar eles aqui. Nisso, um dos meus sócios ouviu minha conversa e perguntou se tava tudo bem, e eu respondi que sim, que minha esposa tinha tido um acidente leve, mas o carro dela não ligou mais e eu não podia ajudar por enquanto.
Sócio... pô, que azar da sua mulher, mas fica tranquilo, amigo. Eu tenho o número de um mecânico bom, ele pode ir buscar o carro da sua esposa e consertar. Te garanto que vai deixar ele novinho, é muito bom e de confiança.
Marido.. agradeço demais, por favor, liga pra ele pra ir ajudar minha esposa. Não importa quanto custe, vou pagar bem se ele conseguir arrumar o carro dela.
Rapidamente aproveitei pra ligar pra minha esposa e avisar que um mecânico ia dar uma olhada pra ver a gravidade, e ela ficou feliz, porque não queria deixar o carro largado lá pra ser roubado. Meu amigo ligou pro mecânico, contou o que aconteceu e perguntou se ele podia ir ver. O mecânico aceitou o serviço na hora e mandou dizer pra eu ficar tranquilo, que ele ia consertar o carro da minha esposa, só precisava do endereço onde ela tava que ele ia pra lá. Passei o endereço pro meu amigo, que me disse pra ficar calmo, que aquele mecânico era de confiança dele e que tudo daria certo. Me acalmei e falei pra minha esposa que ligaria assim que pudesse. Voltei pra minha reunião com os sócios. O mecânico que meu amigo chamou se chama seu José, um homem de 55 anos, com bastante experiência em mecânica. É meio gordo, típico de mecânico, feio e moreno, mas apesar disso, seu José costumava ser simpático com os clientes. e confiança geral pra ser contratado, mas aos olhos de muitos, José era um bom mecânico, simpático e confiável. Só que isso era só uma armadilha pra ganhar a confiança das pessoas, porque por trás daquele cara amigável e educado se escondia um homem perverso, dominador e abusador — coisa que pouca gente sabia sobre o Seu José. Ao ouvir de um dos clientes que a esposa do amigo dele tinha sofrido um acidentinho, ele não pensou duas vezes em ir dar uma olhada no carro daquela mulher, sabendo que era uma oportunidade e tanto pra colocar suas perversões em prática. Pegou umas ferramentas, subiu na sua caminhonete Chevrolet modelo 85 e mandou um dos funcionários ficar de olho na oficina. Partiu rumo à casa onde a esposa do João esperava por ele pra revisar o carro. A esposa do João aguardava o mecânico quando viu uma caminhonete velha estacionar perto do carro dela. Olhou descendo um homem gordo, sujo e meio velho, e ficou surpresa, porque não esperava um mecânico daquele tipo.vadiaAo vê-lo vindo em sua direção, ela pensou: "Mas que cara mais feio e sujo, mas se meu marido chamou ele, deve ser porque entende de mecânica." O mecânico estende a mão suja para cumprimentá-la. Fanny não responde ao aperto, já que sentiu um pouco de nojo ao ver a mão suja de graxa, então apenas deu um sorriso. Esposa: "Oi, bom dia. Você deve ser o mecânico que meu marido chamou." O mecânico, ao ver a mulher, ficou de boca aberta. Não esperava uma mulher tão sexy e elegante, e seu lado perverso ativou rapidamente, olhando-a de cima a baixo e pensando: "Mas que mulher boa!" Rapidamente, ele adotou seu lado amigável para ganhar a confiança das pessoas e, com um sorriso, respondeu: Mecânico: "Oi, prazer, sou seu José. Sim, sou o mecânico que seu marido chamou. Conte-me, o que aconteceu? O que o carro tem? Vejo que teve um pequeno acidente." Esposa: "Sim, como pode ver, por descuido. Enquanto tentava mandar uma mensagem para meu marido, perdi o controle do volante e sofri um acidente. O pior é que tentei ligar o carro e ele não pega. Você poderia dar uma olhada para ver o que há de errado?" Mecânico: O mecânico ouvia a mulher todo bobo, já que não parava de olhar para os peitões dela. "Claro que sim. Vou dar uma olhada no seu carro agora para ver o que aconteceu." Seu José colocou a mão na massa para revisar o carro, enquanto a mulher esperava impaciente. O mecânico tentou ligar o carro, mas ele não deu partida. Passou um tempo revisando o carro e encontrou o problema: por causa da batida, um cabo da ignição tinha se desconectado, e era só questão de reconectá-lo para o carro ligar. Mas isso, obviamente, a casada não saberia. Então, o mecânico, aproveitando seu conhecimento, foi lá e disse para a mulher que o carro tinha sofrido um dano no motor por causa da batida, e que ele teria que levar para a oficina para revisar mais a fundo — tudo mentira. A casada, que não entendia nada de mecânica, acreditou em tudo, perguntando se ele achava que o carro dela ia... Combinado. Já que ele se locomovia pela cidade, o mecânico disse pra ela: "Claro, se a senhora tá falando com o melhor mecânico da cidade, mas vai ter que rebocar o carro até minha oficina." Ela não teve outra opção a não ser aceitar e pensar que teria que ir de metrô pra casa. "Casada... bom, seu José, então o senhor vai levar meu carro pra sua oficina e eu vou ter que ir de metrô. O senhor poderia ligar pro meu marido assim que meu carro ficar pronto?" Mecânico: "Claro, mas uma dama como a senhora não pode ir sozinha de metrô, tão perigoso nessa cidade. Me deixe levar a senhora, por favor. Que tal a gente passar na minha oficina, deixar seu carro e lá mesmo eu já dou mais detalhes do que ele tem?" Esposa: "Não se preocupe. O senhor já tem muito trabalho com meu carro, me levar em casa só vai atrasar mais. Eu posso ir de metrô." O mecânico sabia que não podia deixar essa oportunidade passar, de poder levar aquela mulher de peitão e quadril largo. Então insistiu de novo, dizendo que não era problema nenhum levá-la, e ainda que o marido dela tinha pedido pra ele ajudar em tudo. A mulher, ao ouvir isso, ficou mais confiante, já que sabia que, se o marido tinha mandado aquele mecânico, era porque dava pra confiar, e não mandaria qualquer outro sem conhecer. Levando em conta que naquela hora o metrô sempre fica lotado, ela pensou que talvez chegasse mais cedo se o mecânico a levasse. Seu José rapidamente trocou o pneu do carro e depois engatou ele na caminhonete pra rebocar até a oficina. Sabia que tinha que fazer rápido, senão a mulher ia ficar desesperada. O mecânico nunca tinha trabalhado tão rápido. Não demorou nem 20 minutos e o carro da mulher já estava engatado na caminhonete dele. Usando toda a sua lábia, abriu a porta do carona pra ela subir e assim levá-la em casa sã e salva. A mulher subiu na caminhonete e o mecânico arrancou em direção à oficina. No caminho, seu José se colocou no modo papo furado pra ganhar a confiança dela. a qual foi, aos poucos, foi puxando papo com o mecânico, já que a simpatia dele começou a gerar confiança nela. A viagem durou uns 15 minutos até a oficina, e eles passaram o tempo todo conversando. O mecânico, sempre que podia, passava os olhos na mulher de cima a baixo, olhando pros peitões enormes dela, mas sem parar de puxar assunto. Quando chegaram na oficina, os dois desceram e o mecânico foi meter o carro da casada lá dentro pra dar uma olhada. Ele já sabia o que o carro tinha, mas ia fazer uma manobra pra ele não pegar nem com o fio conectado, assim podia ficar com o carro uns dias. Passaram 10 minutos, ele se aproximou da mulher: "Mecânico... Bom, já dei uma olhada no seu carro e parece que é mais complicado do que parece. Infelizmente, vai ter que deixar ele comigo uns dias pra eu poder arrumar direitinho e devolver zerinho." A mulher, surpresa, acreditou em tudo e não teve escolha a não ser deixar o carro com o mecânico, pedindo pra ele, por favor, terminar o mais rápido possível. Seu José, sem tirar os olhos dela, foi até a caminhonete pra levar a mulher de volta pra casa. No caminho, o mecânico não parou de puxar conversa com ela e, aproveitando que a casada tava relaxada, resolveu pedir o número dela, com a desculpa de que assim podia avisar como o carro tava e quando ficaria pronto. Quando chegaram na casa da mulher, ela pegou a bolsa, desceu da caminhonete e agradeceu ao mecânico pela carona. O mecânico ficou olhando ela caminhar em direção à casa, babando com o jeito que aquele par de bundas se mexia.rabao

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