Minha ex gostosa e otária

Vou contar um pouco da minha adolescência. Eu era um cara bem virjão, como dizem hoje, mas quando eu pegava as minas, eu passava a mão na buceta e nos peitos que eram durinhos, metia a língua até a garganta, mas não comia elas. Eu dava apoio, fazia de tudo. Foi assim que com minha namorada do colégio passamos 3 anos lindos, só no amasso, e até ficávamos pelados na cama — ela de calcinha, eu de cueca — e terminávamos todos molhados, mas felizes. Esse era o nosso jeito de foder. Até que decidimos cada um seguir seu rumo, e a vida, depois de um tempo, nos faria encontrar de novo e relembrar os velhos tempos. Mas já adulto, com experiência no sexo, eu dei umas aulas pra ela.

Um dia fomos ao cinema e nem vimos o filme de tão tarados que estávamos, tudo porque a mãe dela estava em casa e ia sair pra foder com o macho dela também. Mas eu queria ir pra casa. Nos beijamos até chegar em casa, no táxi, passando a mão em tudo. Ela era baixinha, peitos lindos e empinados, bico pequeno mas delicioso, bunda pequena mas gostosa — adorava um dedinho quando eu brincava — e a boca carnuda dela. Chegamos, paguei o táxi e fomos direto pra cama. Nos despimos em um segundo. Aí aproveitei minhas experiências e fiz ela voar. Beijei os peitos dela, chupei a buceta, o cu, violei tudo numa palavra, mas ela gozava que não aguentava mais. Só que na hora de me chupar, ela era ruim — escorregava e não conseguia. Depois coloquei ela sentada em cima pra cavalgar, e ela não sabia. 😔 Tinha perdido todo esse tempo com algum cara que não comia ela direito, que ensinou pouco. Perguntei se já tinham comido o cu dela, ela disse que não e que queria experimentar. Então comecei com massagens no anel, um dedo, dois, a ponta da língua. Ela gemia a cada segundo até que entrou, e parecia que ela não sentia, mas lá estava ela rebolando a cintura como poucas e esperando meu prazer chegar. E foi assim: com meu dedo no clitóris, como de costume com minhas amantes, fiz ela saciar aquele orgasmo pleno. Nossos orgasmos se uniram num gemido, e conseguimos concretizar aquilo que quando éramos jovens não tínhamos coragem de fazer — e muito mais. Obrigado. pessoal, saudações cordiais.

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