Cuck super feliz, Cap. 2

Capítulo 2 Exibindo minha esposa Parte 1
 Tudo seguia pelos padrões normais, a mesma rotina de sempre: família, trabalho, amigos e filhos. A rotina também pegou na nossa vida sexual, a gente transava só quando tava bem excitado e não era sempre, às vezes passava semanas. Mas nunca nos cobrávamos nada, sabíamos que era uma situação normal e talvez esporádica.

Faz um tempo que venho visitando muito esse site e comecei a ficar bem curioso com as publicações de ménage, tanto de imagens e vídeos quanto dos relatos. Não sei quando despertou essa vontade de incluir outra pessoa na cama, deixo claro que nunca fui infiel pra ela e ela me diz que fui e serei o único homem dela (até agora).

O problema é que ela é muito conservadora, não sabia como tocar no assunto. Um dia eu falei que a gente ia fazer um ménage com uma amiga dela e ela me mandou pastar, disse que não aguentaria outra mulher me tocando e rebateu perguntando se eu aguentaria ver outro cara tocando nela e, pior, penetrando. Eu fiquei duro e não falei nada, na hora tinha que ter dito que adoraria ver aquilo, mas a situação me dominou e não consegui reagir, então o assunto morreu ali e não tocamos mais no tema.

A atividade sexual seguiu normal, mas aos poucos fui percebendo que ela adorava quando eu colocava os dedos no cu dela enquanto chupava a buceta dela, ou também enfiava os dedos simulando uma dupla penetração. Não pensava em nada estranho, só que era algo que a gente curtia junto e terminávamos transando pela buceta, e eu inundava ela com meu gozo, já que ela tomava pílula pra não engravidar.

Os dias continuavam iguais, a verdade é que a gente se ama muito, mas rolou uma situação com meu amigo Roque que ia mudar o rumo sexual das nossas vidas.

Numa sexta à noite, tive um encontro com uns amigos do colégio, aquele churrasco típico, bastante bebida, clima muito bom e, o mais importante, a amizade. Conhecia Roque há mais de 20 anos, uma pessoa excelente que trabalhava com Reformas no prédio, uma pessoa muito dedicada. Era uns anos mais velho que eu, mas nessa altura tudo se nivela. Naquele dia ficamos até as três da manhã e depois levei ele em casa, já que ele tava a pé. Ele me convidou pra entrar, já que mora sozinho, e continuamos tomando mais umas cervejas. Nessa altura, já estávamos bem bêbados. Quando já tínhamos falado sobre quase tudo, ele pegou o celular e começou a me mostrar fotos de umas gatinhas que ele pegava e deixavam ele tirar fotos. Tinha de tudo, umas muito gostosas e outras que eram pra não dormir sozinho. Na real, ele tava bem com as gatinhas, pensei. Ele ia passando as fotos e descrevendo como elas eram. Aí ele me fala: "Não é justo só eu mostrar a mercadoria que consumo". E eu respondi: "Porra, idiota, tenho algumas aqui no celular, mas tenho que achar no meio da bebedeira e das milhares de fotos que tenho, tava difícil encontrar". Depois de uns minutos, consegui achar algumas fotos da minha mulher. Primeiro de lingerie, e eu dava zoom pra não mostrar o rosto dela. Passei algumas com diferentes sutiãs e poses sexy. Aí ele fala: "Vai logo, porra, você demora muito, me mostra as fotos direito". E foi quando, passando e passando, apareceram umas fotos nuas da parte de cima, uns peitos lindos aparecendo, e teve um par que não consegui esconder o rosto, e era óbvio que eram fotos da Sonia (Roque já conhecia minha esposa). E ele fala: "Qual é, não seja idiota, já sei de quem são as fotos, passa logo". E então fui mostrando os peitos da minha esposa pro meu amigo. Dava pra ver que ele gostou muito, mas não enlouqueceu, até que sem querer mostro uma foto da bunda incrível dela, rachada com uma calcinha fio dental vermelha espetacular. Aquela foto era minha favorita, digna de uma atriz pornô ou uma vedete. Escapou da boca dele um: "Caralho, que buceta". Depois ele percebeu que era a esposa do amigo e me fala: "Desculpa, mas me impactou". "Tudo bem", falei, "é uma bunda que pode tudo, eu amo e é o melhor que ela tem". "Isso com certeza", ele fala, e nós dois rimos. Lá pelas seis da manhã. Vou pra minha casa, já que é sábado mesmo, tinha que fazer uns reparos na parede da minha cozinha. Depois de terminar o serviço, tirei uma foto e mandei no grupo dos amigos, e não demorou nem um minuto pra me zoarem, porque o trabalho ficou uma bosta, eles falavam. Num desses comentários, aparece o Roque e me diz: "cara, paga um churrasco que eu melhoro essa merda aí kkkk", e eu que achava que tinha ficado bom…

Depois de uns minutos, recebo uma mensagem privada do Roque falando que amanhã vinha na minha casa pra arrumar aquilo e que não precisava de churrasco nenhum kkk. Agradeci e falei que amanhã ia buscar ele.

Contei pra Sônia que a gente ia ter visita e que assim eu ia consertar minha cagada, ela sorriu e falou: "beleza, pelo menos você tentou".

A Sônia tava vestindo uma legging esportiva e uma camiseta bem largona, tudo bem normal. Terminou de arrumar as coisas e fomos comer o churrasco que eu preparei. Assim que terminamos, mostrei pra ele outros reparos que precisava fazer no banheiro e na sala, queria que ele passasse um orçamento. No começo ele recusou, mas falei que ia fazer com qualquer um, talvez pagasse mais caro e não fosse tão confiável quanto ele.

Num pulo, vou pro quarto, pego a calcinha fio-dental vermelha e levo pro banheiro pra deixar bem à vista. Passamos pela sala e quando entramos os três no banheiro, falo: "uhh Sônia, a calcinha". O olhar do Roque foi na hora pra peça íntima e depois pros olhos da minha esposa, ela não sabia o que dizer, ficou vermelha e pediu desculpas, amassou a dita calcinha e escondeu na mão. Tudo passou, e ele me disse que a sala fazia em um dia e o banheiro ia levar mais tempo.

Quando voltei de deixar meu amigo em casa, falei pra minha esposa que vergonha aquela história da calcinha. Ela me diz: "não entendo o que ela tava fazendo ali, mas o que mais me chamou a atenção foi o espanto do Roque, como se nunca tivesse visto uma fio-dental". Aí tive que contar que, sem querer, outro dia mostrei pra ele a foto da bunda dela com aquela calcinha. Quase ela me mata e fala: "agora quando eu encontrar ele, vou me sentir pelada" (adoraria). (Pensando internamente)
Naquela noite a gente transou como há muito tempo não fazia, muito intenso e quente, alguma coisa tava despertando na minha esposa e eu não sabia.
No dia seguinte, Roque chega num reme e uma mala com ferramentas pra começar a trabalhar na sala. No dia anterior, ele já tinha me detalhado os materiais necessários pra fazer o serviço. Recebemos meu amigo com a minha senhora. Naquela semana, decidimos levar os meninos pra casa da avó pra gente poder trabalhar sossegado e ver se terminava as reformas. Tirei uns dias de férias pra ajudar meu amigo e aproveitar os dias que tavam realmente muito quentes. A Sônia tava usando uma legging preta de nylon, daquelas que quando bate o sol ou estica, fica translúcida, e uma tanga preta com bordas finas pra não marcar muito a legging. Na parte de cima, ela tava com um sutiã de renda cor de pele e uma regata soltinha, daquelas que o corte da manga deixa ver o sutiã de lado. Ela tava vestida simples, mas deliciosa.
Lá pela metade da manhã, ela chama a gente pra sair da sala porque tava muito calor e ir pro quintal se refrescar com uns refrigerantes. Eu entrei em casa, mas na mesma hora voltei pro quintal, e o Roque achou que eu tinha ido embora. Nesse momento, vejo minha esposa se abaixar pra pegar uns pregadores que tão no chão. Junto com o sol e o esticamento da legging, deu pra ver aquele rabo lindo dela, cortado com uma tanga fina muito gostosa. Ela ficou uns segundos daquele jeito, e meu amigo não tirou os olhos daquele espetáculo nem por um instante. Era como se os olhos escapassem do corpo dele e se grudassem na bunda da minha mulher. Aí ele sente minha presença, se vira devagar, me olha nos olhos e fica vermelho. Desvia o olhar e volta pra sala.
Sozinho comigo, ele me pede desculpa pelo que tinha acabado de rolar. "Mas era uma imagem muito forte", ele falou meio envergonhado. Falei pra ele não se preocupar. Sei que ele era muito respeitoso, e que a imagem daquela bunda foi monstruosa. Relaxa. porra, os booties são pra olhar mesmo. Já sentia umas palpitações no meu pau, essa era a verdade.
Ficamos trabalhando a tarde inteira até conseguir terminar, a verdade é que tava muito calor e a gente ficou ensopado. Falei pro meu amigo tomar um banho pra se refrescar, mas ele disse que, como um otário, não trouxe roupa pra trocar. Aí emprestei um short de futebol e uma regata minha, já que a gente tem um físico parecido, sem problema com o tamanho. Ele sai do banho bem mais fresco, vestindo minha roupa, e vai pro quintal pegar uma bebida gelada. A Sônia levanta e dá uma latinha de cerveja bem gelada pra ele, e eu percebo que o olhar dela se perde no volume que se formou na calça dele. O problema é que eu dei meu short, mas ele não tava de cueca, então a piroca dele não tinha contenção nenhuma e ficava balançando à vontade. O Roque nem percebeu a situação, porque pra gente é normal andar assim, mas o volume dele era bem maior que o meu, e a cara de espanto da minha mulher foi um poema. Nessa altura, eu já tava pegando fogo, e não só de calor, mas também pelas situações eróticas que a gente tava vivendo na minha casa. Os passarinhos tavam voando na minha cabeça, e eu tava com muita vontade de comer minha esposa, sem me importar se o Roque tivesse ali presente. Me dava muito tesão ver o Roque olhando descaradamente pra bunda da minha mulher e ela observando o volume dele com olhos de espanto e desejo.
Gritei de dentro de casa falando que ia tomar banho, e eles acenaram dizendo que iam me esperar lá fora no quintal. Antes de entrar no banheiro, ouço o Roque perguntando pra Sônia por que ela não acompanhava ele com uma cerveja, e a resposta foi que ela fica tonta rápido porque não tá acostumada a beber álcool. Umas vezes ela bebeu demais e no dia seguinte não lembrava nem quem era... dava pra ouvir a risada dos dois, parecia que tinha uma química boa entre eles. O Roque é uma pessoa espetacular, muito educado e simpático, é impossível não gostar dele. E a Sônia... ela é uma rainha em todos os sentidos, nunca faria algo pra te incomodar ou te fazer sentir mal.
Já tinha tomado banho e saí no quintal de cueca pedindo pra minha esposa umas bermudas que eu gosto muito, ela me repreende porque tô pelado na frente do Roque e me mostra onde está a bermuda.
Sônia — perdoa ele, Roque, no fundo seu amigo continua sendo um cara.
Roque — de boa, é seu marido, além do mais, a essa altura não vou me assustar por ver alguém de cueca, ainda mais o Javi, que conheço há tempos, não vai ser a primeira vez que vejo ele pelado.
Sônia — como assim, vocês se viam pelados? Pergunta rindo.
Roque fica vermelho e explica que só nos vestiários quando jogamos bola, será que você nunca viu suas amigas peladas, Sônia?
Sônia — sim, eu já, mas também não saio postando por aí hahaha…
Os dois caíram na risada, era a primeira vez que conversavam tanto e ainda sobre um assunto quase sexual. Chego eu com minhas bermudas e uma regata e ofereço ao Roque pra levá-lo em casa, já que amanhã íamos começar com o banheiro que era mais difícil.
Quando cheguei em casa depois de deixar meu amigo, me deparo com a surpresa de que minha esposa me esperava pelada na piscina, parecia que tava muito excitada e de novo vivemos uma noite de puro sexo como a anterior, isso tava me agradando demais. Quando terminamos de transar, contei que com a legging que ela usava deu pra ver a bunda toda marcada e que o Roque não perdeu oportunidade de olhar de cima a baixo, ela fez cara de surpresa como quem diz "que loucura" e também falei que vi você devorando o volume dele com o olhar, aí ela me olhou e com pesar disse que era inevitável, tava muito marcado e chamou a atenção dela.
Sem mais rodeios, falei que a situação me excitava, que sentia tipo umas cócegas na pica quando algo assim acontecia, tanto os olhares dele pra ela quanto dela pra ele. Não sei o que tá rolando comigo, mas eu queria te comer na frente dele, falei. Ela me olhou com Olhos arregalados e me disse que é uma loucura, que eu sabia que fui o único homem dela e que sentiria muita vergonha naquela situação, que como faria pra me olhar nos olhos de novo. Não negava que sentia uma certa atração pelo desconhecido (e pelo pedaço de pau), mas que não tinha coragem de ir tão longe, não queria estragar nosso casamento.

Eu disse pra ela se acalmar, que era só uma hipótese e que não ia forçar nada, mas falei que adoraria se a gente se esquentasse um pouco mais, pra depois foder como uns loucos. Ela disse que pra isso topava, e que ia se vestir mais provocante pra gente se excitar.Depois dessa conversa, comecei a chupar a buceta dela e enfiei um dedo no cu dela, ela tava voando, aí enfiei dois dedos e comecei um vai e vem constante com bastante saliva, nisso ela se vira e fala: "tô muito quente, preciso que você me coma o rabo". Essas palavras foram motivantes pro meu pau, que quase explodiu de tesão. Coloquei ela de quatro e chupei muito o cu dela de novo com bastante saliva e fui enfiando devagarzinho, ela tava tão quente que deu uma sentada pra trás e enfiou o resto tudo de uma vez, solta um gemido forte e espera o cu dela se acostumar, aí começa a me montar de um jeito bestial até que faz eu inundar o cu dela com muita porra. Ela foi tomar banho e vestiu a calcinha fio dental vermelha, aquela que desperta a paixão, e assim dormiu como nunca.

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