Olá, desde já peço desculpas pelos erros de ortografia, essa é minha primeira história, é curta mas espero que gostem. Sou daquelas pessoas que acha que a putinha da Ari Gameplays só serve pra os caras baterem uma punheta pra ela. Meu nome é Mateo e vou pra uma escola muito famosa no México, entrei na sorte porque meus pais mal conseguem pagar (não somos uma família muito privilegiada). Lá conheci um garoto da minha idade chamado Tomás, conversamos um pouco e viramos amigos. Depois de um tempo, Tomás me convidou pra casa dele pra fazer um trabalho em grupo. Achei de boa, já que minha casa não era lá essas coisas e ele tinha me dito que vinha de uma família rica, então aceitei sem pensar duas vezes. Quando cheguei na casa dele, não conseguia acreditar. Tomás não exagerou quando disse que era gostosa — a casa dele era gigante e linda. Toquei a campainha e, pra minha surpresa, quem abriu a porta não era ninguém menos que a streamer mais puta de todo o México: Ari Gameplays.
Não sabia o que dizer, porque passava o dia inteiro batendo uma pros vídeos dela e agora tinha ela na minha frente com aqueles peitos lindos e aquela bunda gigante.
Eu: Oi... oi, sou amigo do Tomás, vim fazer um trabalho com ele.
Ari: Ah, oi, bebê, então você é o Mateo? Vem, entra, entra.
Ela me mostrou onde era o quarto do Tomás e disse que se precisássemos de algo era só chamar.
Quando cheguei no quarto do Tomás, a gente jogou um pouco e depois começamos a fazer o dever até que me deu na telha de perguntar.
Eu: Por que você não me disse que sua mãe era a Ari Gameplays?
T: Porque não gosto que me conheçam por causa disso.
Eu: Mas você teria um monte de amigos (que queriam te comer).
T: Bom, vou tentar, acho.
Eu: E cadê o Juan Guarnizo?
T: Ah, o pai passa o dia fazendo live e não sai do quarto, acho que agora ele tá num extensível.
Eu: Ah, entendi.
Depois de um tempo, fui no banheiro da casa porque só de estar na mesma casa que a puta dos meus sonhos já me deixava duro. Primeiro bati na porta pra confirmar que não tinha ninguém e entrei.
O banheiro era lindo, mas isso não vem ao caso.
Sentei e comecei a imaginar como seria comer aquela bunda de puta que a Ari tinha.
Até que no meio da minha punheta sinto a porta abrir.
Ari: Ahhh, Mateo, que porra você tá fazendo?
Eu: Ah, Ari, n... não é o que parece.
Ari: Você tá batendo uma?
Já não tinha argumento e me dava por morto, até que vejo ela fechar a porta e se aproximar.
Ari: Então você tem um pau grande.
Eu: A... acho que sim.
Ari se abaixa até a altura do meu pau e diz:
Ari: Você tem maior que o do meu marido.
Automaticamente começou a chupar meu pau com os lábios de puta infiel, e depois disso colocou os peitos pra fora.
Eu: Ahh, Ari, eu te adoro.
Ari: Você também, bebê, me trata como a puta que eu sou.
Quase na mesma hora enfiei o pau até a garganta dela e deixei lá por um minuto inteiro.
Ari: Aghhg.
Eu: Não consegue respirar, puta? (falei enquanto tapava o nariz dela).
Ari: Aghghhh.
Quando tirei o pau da boca dela, ela tava com os olhos... Chorosos e com a língua pra fora, a Ari se levantou e me mostrou aquele rabo de puta que ela tem. A: Me arromba, minha mãe, bebê. Y: Ah, é? Então toma, cock slut. A: Ahhh, sim, bebê, toma. T: Oi, tem alguém aí? A: Filho, tô tomando banho. T: Mãe, cê sabe onde o Mateo tá? A: Ah, sim, ele foi resolver uma emergência. T: Ok, mãe, vou ficar no meu quarto. Y: Agora você é minha puta? (sussurrava enquanto puxava o cabelo dela) A: Ahhhg, s... sim, ok, filho, ahh. T: Cê tá bem, mãe? A: Ah, sim, filho, ahh.
Depois disso, a gente foi pro quarto da Ari e do Juan. A cama deles era bem melhor que a minha, muito mais confortável. A Ari ficou de quatro e falou pra mim: "Me come, sou sua putinha, bebê". E eu: "Ah, é? Então... diz que é minha putinha pra todo mundo que vai te ver" *enquanto pego meu celular e começo a gravar*. Ari: "Ahh, não consigo". Eu: "Vamos, fala, putinha". Ari: "Ahhh... eu sou... sou sua putinha". Nessa hora, enfiei a pica até o fundo da buceta dela enquanto passava a mão nos peitos dela com uma mão e gravava com a outra. Ari: "Ufff, ahh". Eu: "Você tá traindo seu marido, tem gente que bate uma vendo suas fotos, e seus fãs só te olham por causa dos seus peitos, sua putinha de merda". Ari: "Siiim, siiim, adoro pensar que tem gente que se toca vendo minhas fotos, adoro". Eu: "Então quero que você fale, quero que diga que é a putinha de todo mundo". Ari: "S... sim, sou a putinha de todo mundo, sou um depósito de porra pública".
Embarrei tão forte nela que gozamos juntos, ela ficou destruída largada na cama com a bunda cheia de porra, mas eu ainda não tava satisfeito, então coloquei meu pau entre os peitos dela e comecei a esfregar e: uff, que pedaço de peitos que você tem, puta a: cê gosta, bebê? quando percebi, ela tava chupando meu pau de novo, tirei da boca dela e comecei a bater na cara dela com meu pedaço e: cê quer? a: sim, por favor, quero ele todinho eu enfiava e tirava da boquinha dela, deixando ela com vontade a: vamos, bebê, quero sua porra nos meus peitos de vagabunda e: ufff, então toma, sua puta de merda *enchi a boquinha e os peitos dela de porra*
Depois disso, me troquei e saí com cuidado pra que o Tomás ou o Juan não me ouvissem, mas feliz porque sabia que ia comer de novo a maior puta de todo o México.
Não sabia o que dizer, porque passava o dia inteiro batendo uma pros vídeos dela e agora tinha ela na minha frente com aqueles peitos lindos e aquela bunda gigante.Eu: Oi... oi, sou amigo do Tomás, vim fazer um trabalho com ele.
Ari: Ah, oi, bebê, então você é o Mateo? Vem, entra, entra.
Ela me mostrou onde era o quarto do Tomás e disse que se precisássemos de algo era só chamar.
Quando cheguei no quarto do Tomás, a gente jogou um pouco e depois começamos a fazer o dever até que me deu na telha de perguntar.
Eu: Por que você não me disse que sua mãe era a Ari Gameplays?
T: Porque não gosto que me conheçam por causa disso.
Eu: Mas você teria um monte de amigos (que queriam te comer).
T: Bom, vou tentar, acho.
Eu: E cadê o Juan Guarnizo?
T: Ah, o pai passa o dia fazendo live e não sai do quarto, acho que agora ele tá num extensível.
Eu: Ah, entendi.
Depois de um tempo, fui no banheiro da casa porque só de estar na mesma casa que a puta dos meus sonhos já me deixava duro. Primeiro bati na porta pra confirmar que não tinha ninguém e entrei.
O banheiro era lindo, mas isso não vem ao caso.
Sentei e comecei a imaginar como seria comer aquela bunda de puta que a Ari tinha.
Até que no meio da minha punheta sinto a porta abrir.
Ari: Ahhh, Mateo, que porra você tá fazendo?
Eu: Ah, Ari, n... não é o que parece.
Ari: Você tá batendo uma?
Já não tinha argumento e me dava por morto, até que vejo ela fechar a porta e se aproximar.
Ari: Então você tem um pau grande.
Eu: A... acho que sim.
Ari se abaixa até a altura do meu pau e diz:
Ari: Você tem maior que o do meu marido.
Automaticamente começou a chupar meu pau com os lábios de puta infiel, e depois disso colocou os peitos pra fora.
Eu: Ahh, Ari, eu te adoro.
Ari: Você também, bebê, me trata como a puta que eu sou.
Quase na mesma hora enfiei o pau até a garganta dela e deixei lá por um minuto inteiro.
Ari: Aghhg.
Eu: Não consegue respirar, puta? (falei enquanto tapava o nariz dela).
Ari: Aghghhh.
Quando tirei o pau da boca dela, ela tava com os olhos... Chorosos e com a língua pra fora, a Ari se levantou e me mostrou aquele rabo de puta que ela tem. A: Me arromba, minha mãe, bebê. Y: Ah, é? Então toma, cock slut. A: Ahhh, sim, bebê, toma. T: Oi, tem alguém aí? A: Filho, tô tomando banho. T: Mãe, cê sabe onde o Mateo tá? A: Ah, sim, ele foi resolver uma emergência. T: Ok, mãe, vou ficar no meu quarto. Y: Agora você é minha puta? (sussurrava enquanto puxava o cabelo dela) A: Ahhhg, s... sim, ok, filho, ahh. T: Cê tá bem, mãe? A: Ah, sim, filho, ahh.
Depois disso, a gente foi pro quarto da Ari e do Juan. A cama deles era bem melhor que a minha, muito mais confortável. A Ari ficou de quatro e falou pra mim: "Me come, sou sua putinha, bebê". E eu: "Ah, é? Então... diz que é minha putinha pra todo mundo que vai te ver" *enquanto pego meu celular e começo a gravar*. Ari: "Ahh, não consigo". Eu: "Vamos, fala, putinha". Ari: "Ahhh... eu sou... sou sua putinha". Nessa hora, enfiei a pica até o fundo da buceta dela enquanto passava a mão nos peitos dela com uma mão e gravava com a outra. Ari: "Ufff, ahh". Eu: "Você tá traindo seu marido, tem gente que bate uma vendo suas fotos, e seus fãs só te olham por causa dos seus peitos, sua putinha de merda". Ari: "Siiim, siiim, adoro pensar que tem gente que se toca vendo minhas fotos, adoro". Eu: "Então quero que você fale, quero que diga que é a putinha de todo mundo". Ari: "S... sim, sou a putinha de todo mundo, sou um depósito de porra pública".
Embarrei tão forte nela que gozamos juntos, ela ficou destruída largada na cama com a bunda cheia de porra, mas eu ainda não tava satisfeito, então coloquei meu pau entre os peitos dela e comecei a esfregar e: uff, que pedaço de peitos que você tem, puta a: cê gosta, bebê? quando percebi, ela tava chupando meu pau de novo, tirei da boca dela e comecei a bater na cara dela com meu pedaço e: cê quer? a: sim, por favor, quero ele todinho eu enfiava e tirava da boquinha dela, deixando ela com vontade a: vamos, bebê, quero sua porra nos meus peitos de vagabunda e: ufff, então toma, sua puta de merda *enchi a boquinha e os peitos dela de porra*
Depois disso, me troquei e saí com cuidado pra que o Tomás ou o Juan não me ouvissem, mas feliz porque sabia que ia comer de novo a maior puta de todo o México.
8 comentários - A mãe do meu amigo é a streamer mais gostosa: Ari gameplay
de quien quieren que haga el próximo relato