Créditos ao autor. Essa história eu encontrei na net e compartilho com vocês, de boa.
O que vou contar aconteceu comigo por ser otário, e eu já devia ter imaginado. Como minha mãe faleceu há uns anos, meu pai era quem cozinhava e fazia de tudo, porque eu não fazia porra nenhuma, era muito preguiçoso com as coisas de casa. Eu tinha uma namorada baixinha, de cabelo comprido e escuro, peitos pequenos e uma bunda gostosa, que às vezes ficava pra jantar e depois eu levava ela pra casa. Um dia, ela começou a ajudar meu pai a preparar o jantar, e eu, zero ajuda. Colocava meus fones de ouvido e, com a ajuda do notebook, passava o tempo até me chamarem pra comer. Aí, de um dia pro outro, virou rotina ela me deixar sozinho no quarto e ir pra cozinha ajudar meu pai.
Eu não era de levantar da cama pra ver o que estavam cozinhando, mas um dia tava com tanta fome que levantei pra ver o que estavam fazendo pro jantar. Quando mal abri a porta do meu quarto, dava pra ouvir bem claro e alto o barulho de uma batida constante. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi o som das bolas batendo na bunda de alguém, mas não podia ser. Comecei a negar pra mim mesmo.
Fui me aproximando da cozinha, e o barulho tava cada vez mais forte. Eu repetia pra mim mesmo: "não pode ser, não pode ser", até que comecei a ouvir os gemidos da minha namorada. Aí caiu a ficha de vez. Pra piorar, a cozinha tem uma janela que dá pra sala de jantar, que a gente usa pra apoiar os pratos e levar pra mesa. Bom, eu me inclinei nela e vi que meu pai tava metendo de pé na puta da minha namorada, que tinha o shortinho no chão, e ele enfiava com tanta força que o barulho das bolas dele batendo na bunda dela era impressionante. Não sei por que, em vez de fazer um escândalo, fiquei olhando e tive que ouvir todas as porcarias que meu pai falava pra ela.
Ele: "Você gosta, puta, do jeito que eu tô te comendo? Fodendo? Ela: adoro, ahh ahhh. Ele: você é minha putinha. Assim, todo aquele tempo em que ele estava fodendo ela de pé e, pra piorar, em um momento ele coloca as mãos nos ombros dela, para pra respirar e depois mete com força, fazendo o corpinho dela todo balançar e o móvel onde ela se apoiava também se mexer. Juro que ver aquelas estocadas que ele começou a dar bem fortes fez meu pau ficar duro na hora, ver o corpinho da minha namorada se mexendo todo e ouvir seus gemidinhos me excitou demais. Aí meu pai pegou ela pela cintura de novo e começou a meter no mesmo ritmo que eu os encontrei, e começaram a ouvir de novo o barulho das bolas dele batendo na bunda dela. Depois meu pai pergunta: "quer o gozo dentro ou fora?" e ela, como a boa putinha que era, responde "dentro", e meu pai começou a meter mais forte até gozar dentro dela, e eu percebi porque ele começou a falar "ahhh ahhh vou gozar, putinha do caralho". Aí tive que parar de olhar porque iam me ver, já que meu pai disse "limpa meu pau com a sua boca" e ela se virou e começou a chupar o pau dele. Eu voltei quietinho pro meu quarto com o pau duro e a cueca meio suja por causa dos fluidos que escaparam de ver uma cena pornográfica daquelas. O que aconteceu depois foi que jantamos e eu acompanhei ela até a casa dela. Depois, toda vez que ela ficava pra jantar, eu esperava uns 10 minutos no meu quarto e depois ia ver os dois trepando na cozinha.
O que vou contar aconteceu comigo por ser otário, e eu já devia ter imaginado. Como minha mãe faleceu há uns anos, meu pai era quem cozinhava e fazia de tudo, porque eu não fazia porra nenhuma, era muito preguiçoso com as coisas de casa. Eu tinha uma namorada baixinha, de cabelo comprido e escuro, peitos pequenos e uma bunda gostosa, que às vezes ficava pra jantar e depois eu levava ela pra casa. Um dia, ela começou a ajudar meu pai a preparar o jantar, e eu, zero ajuda. Colocava meus fones de ouvido e, com a ajuda do notebook, passava o tempo até me chamarem pra comer. Aí, de um dia pro outro, virou rotina ela me deixar sozinho no quarto e ir pra cozinha ajudar meu pai.
Eu não era de levantar da cama pra ver o que estavam cozinhando, mas um dia tava com tanta fome que levantei pra ver o que estavam fazendo pro jantar. Quando mal abri a porta do meu quarto, dava pra ouvir bem claro e alto o barulho de uma batida constante. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi o som das bolas batendo na bunda de alguém, mas não podia ser. Comecei a negar pra mim mesmo.
Fui me aproximando da cozinha, e o barulho tava cada vez mais forte. Eu repetia pra mim mesmo: "não pode ser, não pode ser", até que comecei a ouvir os gemidos da minha namorada. Aí caiu a ficha de vez. Pra piorar, a cozinha tem uma janela que dá pra sala de jantar, que a gente usa pra apoiar os pratos e levar pra mesa. Bom, eu me inclinei nela e vi que meu pai tava metendo de pé na puta da minha namorada, que tinha o shortinho no chão, e ele enfiava com tanta força que o barulho das bolas dele batendo na bunda dela era impressionante. Não sei por que, em vez de fazer um escândalo, fiquei olhando e tive que ouvir todas as porcarias que meu pai falava pra ela.
Ele: "Você gosta, puta, do jeito que eu tô te comendo? Fodendo? Ela: adoro, ahh ahhh. Ele: você é minha putinha. Assim, todo aquele tempo em que ele estava fodendo ela de pé e, pra piorar, em um momento ele coloca as mãos nos ombros dela, para pra respirar e depois mete com força, fazendo o corpinho dela todo balançar e o móvel onde ela se apoiava também se mexer. Juro que ver aquelas estocadas que ele começou a dar bem fortes fez meu pau ficar duro na hora, ver o corpinho da minha namorada se mexendo todo e ouvir seus gemidinhos me excitou demais. Aí meu pai pegou ela pela cintura de novo e começou a meter no mesmo ritmo que eu os encontrei, e começaram a ouvir de novo o barulho das bolas dele batendo na bunda dela. Depois meu pai pergunta: "quer o gozo dentro ou fora?" e ela, como a boa putinha que era, responde "dentro", e meu pai começou a meter mais forte até gozar dentro dela, e eu percebi porque ele começou a falar "ahhh ahhh vou gozar, putinha do caralho". Aí tive que parar de olhar porque iam me ver, já que meu pai disse "limpa meu pau com a sua boca" e ela se virou e começou a chupar o pau dele. Eu voltei quietinho pro meu quarto com o pau duro e a cueca meio suja por causa dos fluidos que escaparam de ver uma cena pornográfica daquelas. O que aconteceu depois foi que jantamos e eu acompanhei ela até a casa dela. Depois, toda vez que ela ficava pra jantar, eu esperava uns 10 minutos no meu quarto e depois ia ver os dois trepando na cozinha.
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