Com a vizinha vovó correntina safada

Chegou o fim de ano, dormi a tarde toda pra ficar descansado pra longa noite que vinha. Tinha vários convites pra esperar o ano novo que chegava, colegas de escola, parentes, até os vizinhos organizaram um jantar dançante na casa de um deles, então podia ir em qualquer um ou em mais de um.

Compartilhei com meus pais, a gente nunca sabe quando vai ser o último ano deles. Foi um jantar tranquilo, vó e tios, foi um jantar sossegado, esperamos meia-noite, os abraços de praxe e umas horas depois já tava entediado e fui distribuir abraços por outros cantos. Passei na casa de um amigo, só de passagem pra dar um oi, mais uns drinques, com a ideia de terminar na casa de um ex-colega de escola. Mas as doses foram passando, a casa do meu colega ficava na rota 5, meio afastada, em Corrientes, sempre tem muita blitz de trânsito e policial, preferi ir pra minha casa e matar a noite com meus vizinhos.

Cheguei em casa, umas seis casas pra lá dava pra ouvir a festa a todo vapor, guardei o carro e fui pra casa do meu vizinho, com quem me dou muito bem.

Tinha muita gente, entre parentes, amigos e vizinhos do bairro. A casa dele é grande, um quintal bom, música alta, todo mundo dançando, bar aberto, etc. Já com álcool no corpo, minha libido tava a flor da pele, muitas mulheres interessantes, mas todas acompanhadas, me mudando de grupo em grupo.

Acabei conversando com outros vizinhos, que não eram muito amigos mas a gente se cumprimentava todo dia e entre eles, um casal de velhinhos, que mora quase em frente da minha casa. Nunca tinha falado com eles, só um "oi" quando a gente se cruzava e nada mais.

A gente tava muito entretido rindo e com muito álcool no corpo, meus olhares tarados foram se fixando na velhinha. Susana era o nome dela. Como falei, já era uma mulher de idade, beirando os 70 eu acho, nada atraente, mas com umas tetas... peitões enormes e uma bunda gigantesca. Sem perceber, meu olhar ficava preso naqueles peitões, talvez sem muito disfarce, até que ela percebeu e pareceu gostar de chamar a atenção desse jovenzinho (só pra constar, isso foi há uns bons anos, quando eu tava terminando o ensino médio), porque a gente começou a trocar olhares cada vez mais intensos. Com minhas piadas e histórias (ela também já tava meio de porre), ela ria pra caralho, curtia tudo e, aos poucos, dava pra ver o interesse dos dois. O marido dela, um velho magrelo e baixinho, tava sentado, muito bêbado, quase não falava, até que de repente a gente perdeu ele: apagou de vez, dormindo igual uma pedra. Já era tarde e a coroa disse que, apesar de estar adorando, ia embora e perguntou quem podia ajudar a levar o marido. Era minha chance. Falei que também ia embora e que ajudava ela a levar o vizinho. A gente se despediu de todo mundo, acordamos o velho meio que na marra e, juntos, fomos levando ele devagar até a casa dele. No caminho curto, enquanto segurava o vizinho, minha mão roçava num dos peitos dela toda hora, sem a gente parar de se olhar. Chegamos na casa, tive que segurar o vizinho que mal ficava em pé, enquanto ela procurava a chave nos bolsos dele pra entrar. Levei ele até o quarto, deixei ele deitado na cama. Na minha cabeça, tava a ideia de fazer alguma coisa — era mais que óbvia a atração mútua que tinha rolado — e eu pensei comigo: se a coroa, ao sair, fechar a porta do quarto, é porque quer alguma coisa. E foi o que ela fez. Apagou a luz e fechou a porta. Era o sinal que eu esperava. Caminhei até a porta da rua, a casa toda escura, iluminada só pela luz da árvore de Natal que tava acesa, sem abrir a porta, enquanto ela, atrás de mim, me agradecia por ajudar a trazer o marido, falando baixinho que, com a bebedeira que ele tava, com certeza nada ia acordar ele. Fiquei olhando pra ela e, sem pensar duas vezes, me joguei. Abracei ela e nos beijamos, descendo minhas mãos na hora pra aquelas bundonas enormes, puxando ela pra perto de mim. A velha se deixou apagar sem problema nenhum, sentindo a língua dela dentro da minha boca, respirando ofegante. A dois passos dali tinha a cozinha, onde a gente se enfiou pra caso o velho abrisse a porta não nos visse na hora. Apoiei ela no balcão da cozinha, passando a mão nela por todo lado. Naquela noite ela tava usando um vestido longo e largo, que fui levantando por trás até finalmente chegar naquelas nádegas carnudas. Eram enormes, macias, suaves, que apertei com força, amassando tudo, me deliciando enquanto esfregava meu corpo no dela.

Enfiei a mão pela frente, procurando a entrada da calcinha dela. Era uma calcinha enorme, quase chegando no umbigo até eu achar a parte de cima. Meti a mão por ali, chegando na buceta dela, procurando no meio de uma moita grossa de pelos e nas dobras da carne inchada até sentir aquela parte molhada do corpo dela que me mostrou que tava no lugar certo. Enfiei três dedos na buceta dela, batendo uma punheta forte na minha vizinha madura, ouvindo os gemidos abafados no meu ouvido.

Desesperado, fui atrás dos peitos dela e o único jeito era levantar o vestido pela frente até o pescoço. Tentei tirar ele, mas ela não deixou, falou que era melhor assim, só por precaução. Realmente era arriscado demais despir ela por completo, mas consegui meu objetivo e tive na minha cara dois peitos descomunais que, puxando, consegui colocar pra fora. Ela mesma segurava o vestido, me deixando chegar naqueles peitos deliciosos que devorei igual um louco. Eram gigantescos, pelo menos uns dois quilos cada um. Chupei eles com fúria, enlouquecido, enquanto ela tremia de prazer.

Soltuei a calça, tirei meu pau pra fora e peguei a mão dela, levando até lá. A véia segurou ele com força e começou a bater uma punheta, enquanto eu voltava a masturbar ela. Mandei ela chupar minha rola e na mesma hora ela se ajoelhou, foi direto nela, metendo inteira na boca. Chupava gostoso pra caralho, até as bolas, ficava repetindo toda hora que delícia de pica, quanto tempo que não chupo uma pica gostosa e bem dura, aí ela se levantou de novo.– Tenho que meter em você! –Eu falei, começando a virá-la. Ela dizia que não ali, que era muito arriscado, mas não escutei, já tinha ela apoiada no móvel, de costas pra mim. Levantei o vestido dela e puxei a calcinha dela até o chão. Ao subir, não me contive ao ver aquela bunda enorme ali e passei a língua por todos os lados, separei com as duas mãos aquelas nádegas gordas e mergulhei a cabeça entre elas, saboreando o cuzão dela. A vó não parava de se mexer, jogando a bunda pra trás, aproveitando a comida de cu que tava levando.

Levantei e, sem contemplação, meti violentamente até o fundo, arrancando um gemido que ela não conseguiu abafar. Comecei a meter e meter com força naquela bunda enorme, uma e outra vez, agarrado nas cadeiras largas dela e nos peitos, enquanto também dava uns apertões naquelas nalgotas. A vó tava entregue ao prazer, só apoiada no móvel da cozinha, recebendo e recebendo pica, segurando os gemidos. A casa em completo silêncio, só se ouvia o barulho do meu corpo batendo contra as nádegas dela, até que num momento senti que a vó se mijou, dois, três, quatro jatos molhando minha pica e minhas pernas. Foi tão excitante que não aguentei mais e gozei dentro dela, me apoiando nas costas dela, agarrando aqueles peitos fabulosos que pendiam na escuridão. Ela se virou e pediu pra chupar um pouco mais.

Depois ajeitamos a roupa rapidamente enquanto tentávamos recuperar o fôlego. Falei que isso a gente tinha que repetir, mas mais confortável, na minha casa. Ela disse que sim, que adoraria, mas queria que eu fosse embora. Dei um último apertão nos peitos dela e saí da casa dela.

Enquanto atravessava a rua, vi que a festa ainda continuava na casa dos meus vizinhos. Pensei em voltar, mas percebi que minha calça tava toda molhada e não tive escolha a não ser ir me deitar.

Na minha cama, lembrando do que aconteceu, esperava ansioso pelo momento de ter minha vizinha de novo, com mais tempo, mais confortável. pra continuar aproveitando as suas carnes generosas.

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