Abuso das feministas parte 2 Relato fictício, podem ver a primeira parte no post anterior.
Outra que ficou sob observação foi a Luly, uma modelo de 19 anos, amiga da Celeste, mas que não tinha confirmado participação. Mesmo assim, a mina era uma gostosa do caralho, então a gente aproveitou a situação. Ela era de Rosário e tava em Buenos Aires com a mãe. Depois de investigar ela nas últimas semanas, descobrimos que tinha um cara de uns 40 anos que assediava ela, mandava cartas e seguia ela pra todo lado. Tava preso. A gente contatou ele e explicou a situação com um plano a seguir: levaríamos ela pra um lugar que a gente tinha nos arredores e, como pagamento, deixaríamos ele se divertir um pouco com ela. O nome dele era Ernesto, tinha mais ou menos 1,70, era corpulento mas com barriga e meio careca.
Ele nos contou que até tinha tentado sequestrar ela, mas não deu certo, acabou preso e já tava há uns meses. Tava completamente obcecado por ela. Naquela época, a Juli tava sozinha na cidade e preferiu não contar essa situação pra família pra não preocupar eles, já que estavam no interior. Isso tinha acontecido no ano anterior.
Voltando ao presente, Ernesto conseguiu conhecer a mãe da July e marcaram um encontro. A mãe se chamava Andrea e tinha 47 anos, sofria de uma doença grave e estava muito mal. Por causa disso, ela ficou um pouco surpresa com o encontro, mas ao mesmo tempo feliz, sem imaginar as verdadeiras intenções dele.
Juli, ao saber, também ficou muito feliz pela mãe. Ela não estava passando por um bom momento e, por isso, se alegrou bastante. — Mãe!! Você estava escondendo ele!! Quero conhecer!! — No fim de semana, Juli, trago ele pra comer. Ela respondeu sorrindo. Estava muito contente, há tempos estava sozinha e merecia uma pessoa boa do lado dela pra cuidar.
Naquela sexta, ela ia sair com umas amigas. Vestiu uma saia preta curtinha, rodada, uma regata que não tampava o umbigo e uns saltos altos. Já trocada, tava trocando mensagens com as amigas acertando os últimos detalhes, quando ouviu a mãe gritar lá de baixo: — Julii, cheguei, desce pra cumprimentar!! Ela desceu rápido, ansiosa pra conhecer o parceiro da mãe. Quando terminou de descer as escadas, deu de cara com Ernesto, o cara que tinha tentado sequestrá-la. Tremeu por um instante, ficou paralisada, o coração começou a bater como se quisesse pular pra fora do peito de susto por ter ele na frente dela, tão perto. Juli não acreditava que ele tava solto, enquanto ele sorria de forma vil, o olhar dele despindo ela. A mãe falou pra quebrar o silêncio que se formou: — Minha filha Juli, ele é o Ernesto. — Ahhhh. Respondeu sem conseguir se mexer ainda. As mãos suavam de nervoso, e ela sentia o rosto ficar vermelho, por mais que tentasse disfarçar. — Juli, não vai cumprimentar direito? A mãe falou, e a voz ecoava na cabeça dela pra todo lado. — Oi. Disse timidamente e se virou pra ir embora. — Juli! Assim não se cumprimenta, acho que não te ensinei isso!! Disse a mãe furiosa. Juli por dentro queria gritar, mas não podia fazer nada ali, só pensava no quão idiota tinha sido por não ter contado nada pra mãe antes. Se aproximou dele quase tremendo, tentou fazer o mais rápido possível, embora parecesse câmera lenta. Ele encostou o bigode na bochecha dela e deu um beijo bem forte. Um frio de medo indescritível percorreu o corpo dela. — Tô vendo que vai sair. Disse a mãe séria. — Sim, respondeu corada. — Onde vai? Assim vestida?! Essa saia tá muito curta, não acha, Jani? —Ai, mãe, ela tá linda assim, vou com minhas amigas, cê sabe que a gente é de boa. Nessa hora, Ernesto fala —Andrea, não se preocupa, as minas de hoje saem assim, e ainda fica muito bem nela! E quando a mãe não tá olhando, o sem noção pisca um olho pra ela, os nervos dele tavam um caco.
— Fica pra comer? Minha mãe perguntou. — Fico. Respondi. — Então senta vocês dois que vou buscar a comida, põe a mesa por favor, Juli. Ela fez o que a mãe pediu, mas ia e vinha da cozinha tremendo quase, sentia o olhar de Ernesto em cada pedaço do corpo dela. Num momento, quando ia pra cozinha, virou rápido e viu ele tentando se abaixar pra ver mais além da saia curtinha dela. Isso acabou de deixar ela sem graça e ainda mais nervosa. Entrou na cozinha e tentou ficar até a mãe sair com a comida, não queria voltar a levar mais nada, ficava rodando fingindo que tava procurando umas coisas. Aí a mãe falou: — Juli, o que cê tá fazendo aí? Se já terminou, vai pra lá, não deixa nosso convidado sozinho! Ela voltou com o que faltava e sentou na frente dele. Ele sorria safado, sentia como se ele estivesse despindo ela, como se pudesse sentir tudo que ela tava sentindo naquele momento, e ela se sentia fraca diante dele.
— Como você tem passado, Juli? E suas fãs de passarela, como vão? — disse ele diretamente, enquanto piscava um olho pra ela.
— Bem, obrigada. — respondi da forma mais seca e desprezível possível.
— Você não sabe o feio que é a cadeia, Juli. — falou ele num tom baixinho, mas ficou olhando pra ela como se tivesse ódio. Ela ficou paralisada com o que ele disse, sentia o coração batendo forte, querendo pular pra fora do peito.
— A comida já tá pronta!! — gritou a mãe lá da cozinha.
Depois de comer, o que ela quase não conseguiu fazer, a mãe se apoiou no ombro do Ernesto e disse:
— Que bom que você se deu bem com a Juli, né? Ernesto é um doce, viu?!
— Hããã... Sim. — respondeu ela, sorrindo fingindo estar tranquila, mas gritando por dentro, e era óbvio que aquele depravado não era doce nenhum.
— Andrea, você tem uma filha linda, igual a você! — disse Ernesto, sem tirar os olhos dela.
Ela ficou com um nó na garganta. Terminaram de comer e a Juli não tinha conseguido comer quase nada, o estômago estava fechado.
— Juli, você não comeu nada!! Eu falei que você precisa comer, essa besteira de modelagem que não deixa você comer!! — disse a mãe irritada, e continuou:
— Ernesto, nem te contei, minha filha é modelo. Eu não gosto muito dessa exposição toda, mas enfim, ela sabe o que faz.
— AAAAAhhh. Mas deixa ela aproveitar a juventude e o corpinho dela. — respondeu Ernesto, enquanto a despia com os olhos.
—Bom, vou me trocar, vamos ao cinema. Juli, não vai assim, o Ernesto não pode ficar sozinho aqui embaixo. — Disse a mãe, levantou-se e foi pro quarto. Sentiu medo de ficar sozinha com aquele maluco, mas tentou parecer calma. Começou a recolher as coisas do jantar, o silêncio era sepulcral, horrível. Foi tirando os pratos e só faltava o dela, se aproximou pra pegar e naquela hora sentiu a mão dele na perna, olhou rápido e ele sorria de forma vil, o coração parou na hora. Tirou a mão dele o mais rápido que pôde. — Que mau humor hoje, hein, gostosa? Quer ajuda? — Não, obrigada, dou conta sozinha! — Respondeu alto pra aquele desgraçado. — Só faltam umas coisinhas, vou ajudar mesmo assim, sou um cavalheiro. — Disse o maldito. Pegou mais uns troços que sobraram e seguiu ela até a cozinha, ela sentia os passos dele atrás e a pele se arrepiava com ele tão perto. Largou as coisas na pia e naquela hora sentiu ele ainda mais próximo, quando ia virar, Ernesto agarrou ela pela cintura e apertou contra a bancada.
-Fica quietinha! Disse no ouvido dela com um tom ameaçador. Começou a sentir o volume dele por cima da saia dela, tentando encaixar entre as nádegas. Ela tentou se virar e, com uma mão, puxá-lo pra trás, mas a força dele era maior, e ele sussurrou no ouvido dela -Shhh, neném, senão sua mãe vai ficar sabendo! Depois, agarrou ela pela cintura e apertou mais contra ele, se esfregando nela. O coração dela batia a mil por hora e ela tava morrendo de medo do que aquele cara poderia ser capaz.
De repente, ouve-se um barulho na casa da mãe e naquele momento ele se afastou dela, mas com as duas mãos agarrou a bunda dela com força, apertando por baixo da saia, e depois soltou. Juli saiu correndo da cozinha assustada, as pernas tremendo, só queria ir embora. Ia caminhando em direção à porta quando encontra a mãe descendo. — Já vai, Juli? Não foi mal-educada com o Ernesto, foi? — Não. Respondeu seca e um pouco corada. Subiu no banheiro, e depois foi embora quando as amigas passaram para buscá-la. A noite foi divertida e ajudou a esquecer o mau momento que tinha passado em casa.
No dia seguinte, tudo estava bem, ela conversava com a mãe sobre vários assuntos sem problemas. A semana passou tranquila, a mãe não tinha convidado aquele cara de novo e quase nem o mencionava. Até que na sexta-feira ela disse: — Você vai ficar pra jantar hoje, Juli? O Ernesto vem, ou você vai sair com as meninas? Ela hesitou por um momento, porque deixar a mãe sozinha com aquele maluco em casa também não era algo que ela curtia, então preferiu ficar e não sair com as amigas. — Vou ficar, mãe. — disse ela. — Ótimo, vou ligar pro Ernesto pra ele vir mais cedo e a gente passar uma noite agradável, e você vai conhecê-lo melhor. — respondeu a mãe. Juli suspirou de raiva, mas como a mãe ia ficar, ela se sentia mais aliviada. Subiu pro quarto pra se trocar, sabendo que aquele doente ia vir, tentou colocar uma roupa pouco provocante, mas infelizmente pra ela, quase todas as roupas dela eram, então vestiu uma jeans e uma blusa simples, nada chamativo. Só que, claro, a jeans era justa porque ela não tinha outra.
Chegando a hora, toca a campainha. A mãe, como sempre no banheiro se arrumando, gritou:
— Jani, deve ser o Ernesto, vai abrir pra ele, por favor, já tô descendo!!
Ela foi até a porta nervosa, as pernas quase bambas. Chegou na porta, respirou fundo, criou coragem e abriu. Ele olhou pra ela com uma cara de safado e disse:
— Oi, gostosa, como cê tá?
Segurou o rosto dela rápido e deu um beijo na bochecha, mas bem perto da boca. Ela olhou pra ele com desprezo e fez ele entrar sem falar nada, tava furiosa. Ele esperou ela fechar a porta e disse:
— Então, linda, anda na frente que eu quero ver essa bunda gostosa que cê tem!!
Juli levou ele pra sala, onde ele sentou, e ela decidiu subir. Quando tava indo, Ernesto agarrou o pulso dela, impedindo ela de se mexer.
— Guria!! Se comporta, se não quiser que sua mãe passe muito mal!! Aprendi um monte de coisa na cadeia por sua culpa. — falou sério, olhando fixo nos olhos dela.
As pernas dela começaram a tremer, tava morrendo de medo, não sabia o que fazer nem o que falar, até que ela disse:
— Me solta, lixo, tá me machucando!!
— Te solto se você fizer o que eu mandar! — ele respondeu.
— Juro que grito!! — ela disse, desafiando ele.
— Se gritar, você e sua mãe vão se ferrar, então fica bonitinha, sobe e bota uma roupa mais confortável, adoro olhar essas pernas e essa bunda.
Depois, ele piscou o olho e soltou ela. Ela subiu puta da vida, mas com medo, então fez o que ele pediu e trocou o jeans por um shortinho curto e justo que deixava as pernas bem à mostra.
Passo pelo banheiro, e a mãe dela ainda não tinha terminado de se arrumar, então resolvi descer. Precisava tomar um copo d'água e acalmar os nervos. Quando passei pela cozinha, o maldito do Ernesto deu um assobio pra ela e depois começou a rir. Enquanto tomava água, ela começou a verificar se a comida não estava queimando. Nesse momento, sentiu a porta da cozinha abrir e se virou rapidamente. Era o Ernesto vindo na direção dela com uma cara de tesão do caralho, olhando ela de cima a baixo e esfregando a virilha. Instintivamente, ela olhou pra aquele volume considerável marcado e depois ergueu os olhos pra ele. Ele se aproximava devagar, como se estivesse curtindo ver ela com medo. Quando chegou do lado dela, falou: — Assim de pertinho, você fica ainda mais gostosa!! E riu no ouvido dela. Ele esticou a mão e apertou a bunda dela com força. A Juli tentou se soltar e deu um tapa pra ele tirar a mão. Nesse momento, ele segurou o golpe dela e levou a mão dela até o volume dele. — Senti como você me deixa louco, sua gostosa!!! Falou quase babando. Ela tentava se debater pra não tocar, mas ele era mais forte. — Sua putinha, como você me excita, não aguento mais!!! Dizia com uma voz de quem tava adorando ter a mão dela no pau dele.
—Me solta, filho da puta! —disse ela com raiva e impotência.
—Se comporta direito!!! O que eu te falei?!? —respondeu ele, encarando-a com olhar ameaçador.
Quase tremendo de medo, ela ficou paralisada, esperando que a mãe descesse e a salvasse. Parecia que o tempo tinha congelado, não passava. De repente, ouviu barulho na escada: devia ser a mãe descendo, pensou. Naquele momento, Ernesto soltou ela e foi para a sala de jantar. Ela suspirou de alívio, mas o coração ainda disparava.
A mãe entrou na cozinha sorrindo, coitada, não fazia ideia do inferno que ela estava vivendo.
—Você trocou de roupa, vai sair? —perguntou ao notar que ela tinha trocado a calça.
—Troquei, sim, mas não vou sair, é que tá calor, por isso troquei. —respondeu, já sem saber o que inventar pra disfarçar a situação.
Depois de comer, Ernesto disse:
—Love, vai se trocar melhor, eu arrumo tudo com a Jani.
Ele começou a levantar a mesa, e ela ficou sentada lá, com cara de bunda. Antes de subir pra se trocar, a mãe disse:
—Jani, me promete que vai ajudar e tratar bem o Ernesto.
—Ok. —respondi sem vontade.
Levantei fingindo que ia pra cozinha, mas quando a mãe subiu, fiquei sentada ali pra não ver aquele cara. De repente, senti ele se aproximar por trás, colocar as mãos nos meus ombros e me manter sentada. Fiquei gelada. Então ele sussurrou no meu ouvido:
—Não fica tão tensa, meu love. Ouviu o que sua mãe disse? Me trata bem. Ouviu direito?
O ar de superioridade dele me irritou, e respondi:
—Sim! Ouvi, mas acho que você consegue sozinho.
Aí senti a língua dele passar pela minha orelha. Minha pele se arrepiou, e virei a cabeça pra ele não continuar.
Nesse momento, peguei ela pelo cabelo com força e dei um beijo no pescoço dela, e depois falei no ouvido dela com um tom libidinoso: — Você não faz ideia de como me deixa com tesão, sua putinha!! — Então sai de perto de mim pra esfriar um pouco, idiota!! — ela respondeu indignada. — Idiota, eu? — ele respondeu. — Idiota e bruto. Essa noite vou ser bruto com a sua mãe, mas pensando em você, sua putinha!! — Seu nojento!!! — ela disse. E então Júlia se levantou e foi pro quarto. Ele se levantou, segurou o braço dela impedindo que se mexesse, agarrou a cintura dela e a girou, deixando-a colada na frente dele. — Me solta, filho da puta! — ela gritou, olhando pra ele desafiando.
— Senti como você me deixa, sua putinha gostosa!!! — ele disse com um tom firme. Sentia o pau dele contra ela e começou a sentir medo e nojo ao mesmo tempo, ficando desesperada por não conseguir se soltar das mãos dele. De repente, as mãos dele desceram até a bunda dela e apertaram com força. — Me solta, por favor!!! — ela disse quase tremendo. — Você gosta, sua puta, eu sei pelo jeito que me olha, como se vestia pra mim!!! Você gosta de me deixar com tesão, eu sei!!! Juli tentou se soltar, mas ele a apertava contra o corpo e o medo só aumentava, ela não sabia do que aquele cara era capaz. De repente, ele enfiou uma das mãos entre as pernas dela. Ela ficou em choque, com medo, completamente paralisada, um frio percorreu suas costas e então ela reagiu, dizendo: — Por favor, não faz isso. Os nervos dela estavam à flor da pele, ela começou a se mexer mais, tentando tirar ele de cima. De repente, ouviram barulhos lá em cima. Naquele momento, ele a soltou e Juli começou a andar para trás, se ajeitou um pouco e quase saiu correndo para o quarto, queria se afastar daquele doente.
Ela se trancou no quarto indignada, puta da vida e odiando ele, se sentia cheia de ódio e impotente porque sabia que não podia fazer nada. Ficou no quarto batendo papo e navegando na internet, já tinham passado algumas horas e ela pensou em ir dormir, quando de repente o celular dela começou a tocar, era a mãe. Rapidamente atendeu preocupada.
— Alô — disse.
— Sua puta — respondeu a voz rouca do Ernesto.
A pele dela arrepiou e o coração começou a bater forte.
— Sabe que tô me divertindo pra caralho com sua mãe? Haha — ele falou.
— Você é um infeliz nojento — respondeu ela irritada. Quando ia perguntar por que ele tava ligando, ele disse:
— Gostosa, fica ligada ouvindo o que vem aí, vou imaginar que é você agora. Escuta!
Ela levou a mão à boca e ficou paralisada, com o ouvido colado no alto-falante do celular. Dava pra ouvir a voz da mãe e do Ernesto, mas não entendia direito o que diziam, até que depois de alguns minutos escutou:
— AAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!! Para Ernesto PAAAAAAAAAAARA!!! AAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
— E como foi a noite passada?
— Foi boa, muito legal tudo, respondeu ela.
— Ela vem hoje à noite?! Perguntou.
— Não, o Ernesto viajou, vai ficar fora do país até semana que vem. Essas palavras foram um alívio pra Juli. Depois subiu pro quarto mais aliviada, aquela notícia tinha deixado ela feliz e mais tranquila, sabendo que nem ela nem a mãe iam ver ele por pelo menos uma semana. De repente, o celular dela começou a tocar.
— Alô?
— Alô, senhorita Jani? Disse uma voz feminina bem agradável.
— Ah, sim, quem fala?
— Estou ligando da Top Model Internacional. Queria perguntar se hoje à noite a senhorita poderia fazer a substituição de uma modelo, no Hotel Sol da cidade.
— Claro. Respondeu animada.
— Conhece o Hotel Sol?
— Claro, já estive lá antes. Disse se fazendo de entendida.
— Às 21h a gente começa. Na recepção, peça um quarto que vai estar no seu nome; vamos usar os quartos do hotel como camarins, já que não tem muita estrutura pra esse tipo de desfile.
— Vou estar no hotel pontualmente. Disse contente.
— Só uma coisa, Jani: venha com uma roupa bonita, porque vamos fazer sua ficha pra eventos futuros, pode ser?
— Pode deixar, vou sim. Respondeu.
Rapidamente, ela começou a ver o que podia vestir pra arrasar, revirou o armário inteiro até decidir usar o que sabia que ia matar: umas sandálias de salto alto, uma saia branca bem curta e justa, uma regata rosa justa por cima e uma boina rosa.
Se olhei no espelho e sabia que chamava atenção, teria que ir de casaco, não podia sair assim na rua. Quando chegou no hotel, percebeu que não era o que imaginava, mas foi rápido pra recepção. — Boa tarde, vim pro evento do top model internacional. — Ahhh sim, deixaram um recado sobre uma entrevista, qual seu nome? — disse o homem da recepção. — Juli. — falou. — Ah sim, quarto 667, sexto andar. — Ok, obrigada. — disse e foi embora. Enquanto subia no elevador, pensou: “Que estranho um quarto? O hotel deve estar lotado? Bom, deve ser que a garota que me chamou pra entrevista tá hospedada aí, talvez.” Chegou na porta, abriu e viu uma luz acesa no fundo, mas era um quarto comum. — Olá?! — perguntou… Mas ninguém respondeu, entrou e fechou a porta, caminhou pra onde tava mais iluminado, era muito estranho. De repente, sentiu a porta se abrir atrás dela, virou pra ver e ficou paralisada. Era o Ernesto entrando no quarto, sorrindo de forma vil. — Veio, gatinha!! — disse ele. O coração dela disparou enquanto ele se aproximava. Deu uns passos pra trás e perguntou assustada: — Você não tava viajando? — Hahaha, pra sua mãe sim!! Sua mãe é uma gostosa, ouviu ela no celular outro dia?! — disse ele sorrindo. Ela fez uma careta de nojo, mas não soube o que responder. Só falou: — O que você quer?! — Lembra como sua mãe gritava outro dia? — disse ele com um tom arrogante. — Lembro, sim. — respondeu seca. — Hoje você vai gritar muito mais que ela!! Hahahaha. Ele se aproximou e agarrou ela com força. — Não!! Me solta!!! — gritou. — Mas o que você pensa, girl?! Que porque é uma gostosa pode me desprezar?! — Ele pegou ela pelo cabelo e puxou, os olhos dele estavam esbugalhados, injetados de ódio. — Tá me machucando!!! — gritou assustada. — Cala a boca!! Você não sabe como é feia a cadeia!! Por ser uma girl que me excitou, acabei preso, agora você vai saber o que é sentir, sua feminazi de merda!! — Me solta, pelo amor de Deus!! — começou a implorar.

Naquele momento, ele grita -vadia, cala a boca ou eu te calo!! E deu um empurrão nela, fazendo ela cair na cama. Ela ficou paralisada, o nervosismo percorria todo o corpo dela e ela mal conseguia se mexer. -Que pernas de puta você tem!! Ele dizia enquanto os olhos dele continuavam injetados de sangue. A cara de tesão dele era horrível, os lábios estavam molhados, quase babando. O corpo dele estava duro, ela estava com muito medo. As mãos dele começaram a tocar as pernas dela e ele começou a levantar a saia dela, Juli tentou abaixar e empurrar ele com as pernas.


- Não, mamãe!! Finalmente te peguei!! Hoje ninguém te salva! Kkkkk, ele dizia com um tom de alegria e triunfo. Entre lágrimas, ela disse - Por favor, não… - Olha a fio-dental que você tá usando, colocou pra me provocar, né?!?! Ele perguntava, todo alucinado, gritando, excitado. Juli ficou olhando pra ele, paralisada de medo. Então ele enfiou a mão por baixo da saia dela e começou a arrancar a fio-dental dela aos puxões, enquanto ria às gargalhadas. Naquele momento, ele parou pra olhar e disse, ainda mais excitado. - Mmm, que gostosa você tá!! Olha que putinha você é, se depila toda porque sabe que eu gosto assim!!

-ME DEIXA EM PAZ, SEU LOUCO FILHO DA PUTA!! Gritei, tirando coragem de onde não tinha. -CALA A BOCA, VAGABUNDA!! Ele gritou ainda mais alto. Desceu da cama e depois baixou as calças. Naquele momento, Juli tentou se levantar, pensando que talvez pudesse escapar, mas ele a agarrou pelos cabelos e, gritando, jogou ela de volta na cama.

Ela começou a soluçar de medo e olhou para o lado, deparando-se com o pau grosso e cabeçudo dele. Arregalou os olhos de susto, nunca tinha visto um daquele tamanho num cara mais velho. Ele pareceu ler a mente dela, porque pegou no próprio pau e disse: — Gostou do tamanhão, princesa?! Aí se aproximou, agarrou ela pelo pescoço e puxou pra perto, começou a esfregar aquele pau nojento no rosto dela. Juli fechou os olhos e virou a cara pro lado. Naquela hora, ele segurou o rosto dela com força e gritou: — Se tentar alguma merda, eu te mato!! E sua mãe também!! Depois começou a bater com o pau cada vez mais forte na cara dela. Juli tentou segurar as mãos dele e se soltar, mas era impossível. Então ele aproveitou e colocou a ponta do pau nos lábios carnudos dela, empurrando devagar.
- Abre essa boca, sua puta!! Gritei. E depois apertei os dois lados da mandíbula dela, forçando a abrir de qualquer jeito. Consegui enfiar na boca dela com dificuldade, mas o desgraçado tinha conseguido. Olhei pro rosto dela, parecia possuído, me dava muito medo e eu pensava "por que comigo?" - Chupa!! Sei que você queria isso, sei sim!!! Olha pra mim, caralho, com esses olhos verdes que você tem!! Depois comecei a me mexer mais forte, como se tivesse comendo a boca dela, tentando fazer ela engolir até o fundo, mas como era tão grossa, não dava. Juli sentia que quase sufocava, mas ele continuava como se nada. - Sei que você gosta!! Issooo, assimmm!!! Ele gritava entre risadas e gargalhadas. Uma das mãos dele começou a apertar os peitos dela, ela tentou se soltar, mas era impossível. Ela começou a chorar e cada vez tinha mais medo do que esse sujeito seria capaz. De repente, ele parou e agarrou os cabelos dela, puxando com força, e começou a se mover com o pau dentro da boca dela até chegar perto da mesa de cabeceira.

Com uma mão, ele abriu a gaveta, pegou uma câmera e começou a disparar fotos apontando pra ela enquanto continuava com o pau na minha boca. - MMMGgggggggggg!!! Tentei gritar, mas não conseguia. Naquele momento, ele tirou o pau da minha boca. E finalmente ela conseguiu respirar melhor, puxou o ar enquanto tossia um pouco. - Se prepara, putinha!! Não vou ter pena de você!! Ele gritou. E então empurrou ela pra trás, subiu em cima dela e se enfiou entre as pernas dela.
—Não, por favor, para, eu te imploro! —disse entre lágrimas.
—O que você pensa, loirinha, que vai continuar me desprezando?! Que sou muito pouco pra poder te possuir!!! —gritou irritado.
Juli não respondeu e desabou num mar de lágrimas.
—Me responde!!! Sou tão lixo assim pra uma garota gostosa como você?!!
E naquele momento, enfiou o dedo indicador na porta do cu dela, fazendo-a doer.
—AIIII!! —disse ela.
—Responde, porra!!! —gritou de novo.
—Já, por favor, me deixa. —disse ela chorando. Enquanto pensava: “Não pode estar acontecendo isso comigo.”
—Você não sabe quanto eu desejei isso!! —gritava excitado. E então começou a encaixar o pau na entrada do cuzinho dela.
—Não, não, não, não faz isso, por favor. —gritou e tentou empurrá-lo pra trás com as mãos, mas não conseguiu nem movê-lo. E então sentiu que ele empurrou com força, entrando com violência.
—Aiiiiiiii!! —gritou. E depois jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Ele agarrou as mãos dela e as levou pra cima da cabeça dela, pressionando-as contra o colchão, e colocou todo o peso dele sobre ela. Então começou um movimento forte, tentando entrar o máximo possível.

Juli continuava chorando cada vez mais, não conseguia parar de chorar. —Senti!! Senti como eu te parto, vagabunda!! Você merece por me excitar!! —Aiiiihhhhhhh!!! Aiiihhhhhh!! Ela gritava enquanto sentia uma estocada forte atrás da outra. —Toma! Toma! Ele gritava como um louco. Ela continuava de olhos fechados e chorando, na mente dela muitas coisas giravam, ela se sentia perdida e culpada por não ter feito algo para evitar aquilo. Naquele momento, ele se levantou um pouco de cima dela e pegou as pernas dela, colocando-as nos ombros dele, e aí começou o pior, ele começou a foder ela violentamente sem controle.

-AAaaahhhhhhhhhhh aii!! Gritei. -Não, sua puta!! Você queria isso!! Tomaaa!! Tá sentindo meu pau dentro de você!?!? Eu dizia. -AAhhhhayyy chega, pelo amor de Deus!! Ela continuava implorando. -Não tem piedade!!! Culpa sua, eu passei muito mal na cadeia!!! Toma, raposa!! Gritei possesso. -Aahhhyyy ahhhhh!! Ela continuava gritando a cada estocada minha. De repente, o rosto dela ficou meio vermelho e ele gemeu, ela achou que ele ia gozar e, com lágrimas, disse: -Dentro não, pelo amor de Deus, não!!!! -Vai ser onde eu quiser, sua merda!!! Toma, puta vagabunda!! -Ahhhhh!!! Nesse momento, ele tirou o pau rapidamente, segurou as duas mãos dela com a dele e começou a se masturbar na frente do rosto dela até gozar. -AAahhhhh toma, puta!! Toma!!! Ele dizia. Enquanto o corpo dele começava a jorrar aquele líquido nojento no rosto dela. Juli prendeu a respiração e fechou os olhos com força, sentiu muito nojo, mas também alívio por ter acabado.
Depois ele pegou a câmera de novo e começou a tirar um monte de fotos. Juli ficou deitada na cama, chorando, e se encolheu na posição fetal, se sentindo suja. Enquanto ouvia Ernesto gritar: — Consegui!! Sabia que ia ter você de putinha, hein!! Kkkk e ele ria às gargalhadas. Depois de um tempo, ele sai, ela ouve ele falando no celular, não conseguia se mexer de medo, mas sabia que precisava sair dali. Passaram alguns minutos até ele voltar. Ele se aproximou dela, fazendo ela morrer de medo de novo, quase tremeu quando sentiu ele perto. Ele coloca a mão no rosto dela e começa a espalhar os restos do líquido dele pelo rosto dela enquanto ri. Ela não o impediu porque continuava dura de medo. — Agora vem a melhor parte, gostosa!! — ele gritou, fazendo ela morrer ainda mais de medo. E tirou algo do criado-mudo, então agarrou ela e virou de bruços. — Vem aí o melhor, putinha!! O que eu tanto queria e pelo que fui pra cadeia!! — ele dizia rindo. De repente, ela ouviu um barulho de fita adesiva sendo puxada de uma vez, rapidamente ele pegou as duas mãos dela com as dele e começou a enrolá-las com fita nas costas dela, deixando Juli com o rosto e os peitos contra o colchão e a bunda virada pra cima.
—Chega, por favor, eu imploro!! —disse ela entre lágrimas, suplicando.
—Quando você me mandou pra cadeia, você não teve pena!! Lembra!! —gritou ele. Os gritos dele a assustavam ainda mais, ela não sabia do que aquele maluco era capaz. De repente, sentiu um dos dedos dele começando a roçar a entrada do cu dela. Tentou se mexer e sair daquela posição, mas era impossível. Ele agarrou as nádegas dela e passou a língua no buraquinho dela com insistência, enquanto dizia:
—Que gostoso que é!! Vai doer, pode crer, mas você vai gostar!! Haha
Um arrepio percorreu todo o corpo dela. Ela estava com muito medo e, entre os dentes, insistiu:
—Não, por aí não! Eu imploro!
—Na cadeia, eu cansei de comer uns caras pensando que era você, e agora finalmente te tenho!!! —disse ele às gargalhadas.
—Nããão, pelo amor de Deus!! —gritou ela, desesperada.
De repente, sentiu ele enfiar um dedo com força, fazendo doer. Ele começou a tirar e meter sem parar, até que parou. Sentiu as mãos dele abrindo as nádegas dela e começou a sentir a língua dele passando uma e outra vez sobre o buraquinho dela. Um arrepio percorreu o corpo dela. Juli estava aterrorizada enquanto sentia que ele se divertia e ria de tê-la assim, indefesa e com medo. Ela estava completamente nas mãos dele.
Ele ficou vários minutos fazendo aquilo, até que parou. Sentiu ele subir no colchão e se posicionar atrás dela.
—Nããão!! Não, por favor!! —gritou ela, suplicando de novo.
—Cala a boca, gostosa!! Isso é o que eu mais quero, por isso fui pra cadeia, e agora finalmente tenho isso. Vou te arrebentar o cu!! Hahahahaha —gritava ele às gargalhadas.
Juli explodiu num mar de lágrimas, sabia que não tinha opção, não tinha jeito nem salvação. As mãos dele se apoiaram na cintura dela e ele a empurrou para baixo. Ficou quase em cima dela e disse:
—Vou meter até o saco, sua filha da puta, vou deixar enterrado mais de uma hora no seu cu!!
Naquele momento, Juli fechou os olhos e apertou os dentes. Começou a sentir uma pressão insuportável no traseiro, parecia interminável. Sentia as paredes do cu dela se... resistiam receber aquele membro invasor. Começou a se engasgar de tanto chorar e gritar, e de repente sentiu um empurrão. A cabeça do pau dele penetrou à força e isso fez ela gritar como nunca na vida AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!! AAAAAGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYYY!! Ele, longe de parar, continuava empurrando todo aquele pau gordo pra dentro dela, Juli podia ouvir os gemidos de prazer dele e a risada nojenta. Não aguentava mais a dor, achou que ia desmaiar, quando de repente sente a pélvis dele bater contra a bunda dela. Ernesto esticou a mão, agarrou ela pelos cabelos, puxou pra trás e disse — Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê sente agora que perdeu a virgindade? — Aaahhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg, tira isso, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus! — Tá bom, vou tirar devagar! — disse Juli. Enquanto ele ia tirando o pau, ela sentia um alívio, se sentia completamente cheia, empalada e destruída por dentro. De repente, o desgraçado enfiou tudo de novo até bater a pélvis na bunda dela, fazendo ela soltar outro grito dilacerante.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYY!!! AAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGYYY!!! AAAGGYY!!! Giro como deu, e viu a cara do Ernesto, parecia um maluco se divertindo como nunca, enquanto ela sentia que não aguentava mais, sentia aquele membro enorme dentro dela rasgando tudo. Olhou pra ele de novo com desprezo e falou -Agora, loirinha, aguenta tudo que puder!! E começou a bombar com muita força, tirava quase tudo e enfiava de novo até o saco de uma vez, pra Juli era uma eternidade, não sentia as pernas nem o corpo, só sentia as estocadas selvagens do Ernesto que usava ela como um objeto de prazer, até que num momento ele parou, agarrou ela pelas nádegas e empurrou até o fundo, esperou e gozou um rio de porra dentro dela. Na hora, Juli desmaiou por um tempo. Acordou depois chorando, Ernesto olhava pra ela fumando um cigarro já vestido e com um sorriso macabro no rosto. Quando viu, ele se aproximou e falou. -Nem uma palavra sobre isso, Juli, ou sua mãe vai se ferrar!! Não acredito que finalmente consegui te comer, putinha, adorei!! Você é uma delícia!!
E aí foi embora rindo. Deixando ela largada naquele colchão, chorando sem parar. Continua... *Comentem se quiserem que eu solte uma parte 3 dessa série de contos e com quem vocês gostariam. Sai com uma dessas 4, a mais votada. Se for assim, eu posto no decorrer da semana, abraços.
Valentina
Rocio
Malena
Desculpe, não posso realizar essa tradução.

Outra que ficou sob observação foi a Luly, uma modelo de 19 anos, amiga da Celeste, mas que não tinha confirmado participação. Mesmo assim, a mina era uma gostosa do caralho, então a gente aproveitou a situação. Ela era de Rosário e tava em Buenos Aires com a mãe. Depois de investigar ela nas últimas semanas, descobrimos que tinha um cara de uns 40 anos que assediava ela, mandava cartas e seguia ela pra todo lado. Tava preso. A gente contatou ele e explicou a situação com um plano a seguir: levaríamos ela pra um lugar que a gente tinha nos arredores e, como pagamento, deixaríamos ele se divertir um pouco com ela. O nome dele era Ernesto, tinha mais ou menos 1,70, era corpulento mas com barriga e meio careca.
Ele nos contou que até tinha tentado sequestrar ela, mas não deu certo, acabou preso e já tava há uns meses. Tava completamente obcecado por ela. Naquela época, a Juli tava sozinha na cidade e preferiu não contar essa situação pra família pra não preocupar eles, já que estavam no interior. Isso tinha acontecido no ano anterior.
Voltando ao presente, Ernesto conseguiu conhecer a mãe da July e marcaram um encontro. A mãe se chamava Andrea e tinha 47 anos, sofria de uma doença grave e estava muito mal. Por causa disso, ela ficou um pouco surpresa com o encontro, mas ao mesmo tempo feliz, sem imaginar as verdadeiras intenções dele.
Juli, ao saber, também ficou muito feliz pela mãe. Ela não estava passando por um bom momento e, por isso, se alegrou bastante. — Mãe!! Você estava escondendo ele!! Quero conhecer!! — No fim de semana, Juli, trago ele pra comer. Ela respondeu sorrindo. Estava muito contente, há tempos estava sozinha e merecia uma pessoa boa do lado dela pra cuidar. Naquela sexta, ela ia sair com umas amigas. Vestiu uma saia preta curtinha, rodada, uma regata que não tampava o umbigo e uns saltos altos. Já trocada, tava trocando mensagens com as amigas acertando os últimos detalhes, quando ouviu a mãe gritar lá de baixo: — Julii, cheguei, desce pra cumprimentar!! Ela desceu rápido, ansiosa pra conhecer o parceiro da mãe. Quando terminou de descer as escadas, deu de cara com Ernesto, o cara que tinha tentado sequestrá-la. Tremeu por um instante, ficou paralisada, o coração começou a bater como se quisesse pular pra fora do peito de susto por ter ele na frente dela, tão perto. Juli não acreditava que ele tava solto, enquanto ele sorria de forma vil, o olhar dele despindo ela. A mãe falou pra quebrar o silêncio que se formou: — Minha filha Juli, ele é o Ernesto. — Ahhhh. Respondeu sem conseguir se mexer ainda. As mãos suavam de nervoso, e ela sentia o rosto ficar vermelho, por mais que tentasse disfarçar. — Juli, não vai cumprimentar direito? A mãe falou, e a voz ecoava na cabeça dela pra todo lado. — Oi. Disse timidamente e se virou pra ir embora. — Juli! Assim não se cumprimenta, acho que não te ensinei isso!! Disse a mãe furiosa. Juli por dentro queria gritar, mas não podia fazer nada ali, só pensava no quão idiota tinha sido por não ter contado nada pra mãe antes. Se aproximou dele quase tremendo, tentou fazer o mais rápido possível, embora parecesse câmera lenta. Ele encostou o bigode na bochecha dela e deu um beijo bem forte. Um frio de medo indescritível percorreu o corpo dela. — Tô vendo que vai sair. Disse a mãe séria. — Sim, respondeu corada. — Onde vai? Assim vestida?! Essa saia tá muito curta, não acha, Jani? —Ai, mãe, ela tá linda assim, vou com minhas amigas, cê sabe que a gente é de boa. Nessa hora, Ernesto fala —Andrea, não se preocupa, as minas de hoje saem assim, e ainda fica muito bem nela! E quando a mãe não tá olhando, o sem noção pisca um olho pra ela, os nervos dele tavam um caco.
— Fica pra comer? Minha mãe perguntou. — Fico. Respondi. — Então senta vocês dois que vou buscar a comida, põe a mesa por favor, Juli. Ela fez o que a mãe pediu, mas ia e vinha da cozinha tremendo quase, sentia o olhar de Ernesto em cada pedaço do corpo dela. Num momento, quando ia pra cozinha, virou rápido e viu ele tentando se abaixar pra ver mais além da saia curtinha dela. Isso acabou de deixar ela sem graça e ainda mais nervosa. Entrou na cozinha e tentou ficar até a mãe sair com a comida, não queria voltar a levar mais nada, ficava rodando fingindo que tava procurando umas coisas. Aí a mãe falou: — Juli, o que cê tá fazendo aí? Se já terminou, vai pra lá, não deixa nosso convidado sozinho! Ela voltou com o que faltava e sentou na frente dele. Ele sorria safado, sentia como se ele estivesse despindo ela, como se pudesse sentir tudo que ela tava sentindo naquele momento, e ela se sentia fraca diante dele.
— Como você tem passado, Juli? E suas fãs de passarela, como vão? — disse ele diretamente, enquanto piscava um olho pra ela. — Bem, obrigada. — respondi da forma mais seca e desprezível possível.
— Você não sabe o feio que é a cadeia, Juli. — falou ele num tom baixinho, mas ficou olhando pra ela como se tivesse ódio. Ela ficou paralisada com o que ele disse, sentia o coração batendo forte, querendo pular pra fora do peito.
— A comida já tá pronta!! — gritou a mãe lá da cozinha.
Depois de comer, o que ela quase não conseguiu fazer, a mãe se apoiou no ombro do Ernesto e disse:
— Que bom que você se deu bem com a Juli, né? Ernesto é um doce, viu?!
— Hããã... Sim. — respondeu ela, sorrindo fingindo estar tranquila, mas gritando por dentro, e era óbvio que aquele depravado não era doce nenhum.
— Andrea, você tem uma filha linda, igual a você! — disse Ernesto, sem tirar os olhos dela.
Ela ficou com um nó na garganta. Terminaram de comer e a Juli não tinha conseguido comer quase nada, o estômago estava fechado.
— Juli, você não comeu nada!! Eu falei que você precisa comer, essa besteira de modelagem que não deixa você comer!! — disse a mãe irritada, e continuou:
— Ernesto, nem te contei, minha filha é modelo. Eu não gosto muito dessa exposição toda, mas enfim, ela sabe o que faz.
— AAAAAhhh. Mas deixa ela aproveitar a juventude e o corpinho dela. — respondeu Ernesto, enquanto a despia com os olhos.

—Bom, vou me trocar, vamos ao cinema. Juli, não vai assim, o Ernesto não pode ficar sozinho aqui embaixo. — Disse a mãe, levantou-se e foi pro quarto. Sentiu medo de ficar sozinha com aquele maluco, mas tentou parecer calma. Começou a recolher as coisas do jantar, o silêncio era sepulcral, horrível. Foi tirando os pratos e só faltava o dela, se aproximou pra pegar e naquela hora sentiu a mão dele na perna, olhou rápido e ele sorria de forma vil, o coração parou na hora. Tirou a mão dele o mais rápido que pôde. — Que mau humor hoje, hein, gostosa? Quer ajuda? — Não, obrigada, dou conta sozinha! — Respondeu alto pra aquele desgraçado. — Só faltam umas coisinhas, vou ajudar mesmo assim, sou um cavalheiro. — Disse o maldito. Pegou mais uns troços que sobraram e seguiu ela até a cozinha, ela sentia os passos dele atrás e a pele se arrepiava com ele tão perto. Largou as coisas na pia e naquela hora sentiu ele ainda mais próximo, quando ia virar, Ernesto agarrou ela pela cintura e apertou contra a bancada.
-Fica quietinha! Disse no ouvido dela com um tom ameaçador. Começou a sentir o volume dele por cima da saia dela, tentando encaixar entre as nádegas. Ela tentou se virar e, com uma mão, puxá-lo pra trás, mas a força dele era maior, e ele sussurrou no ouvido dela -Shhh, neném, senão sua mãe vai ficar sabendo! Depois, agarrou ela pela cintura e apertou mais contra ele, se esfregando nela. O coração dela batia a mil por hora e ela tava morrendo de medo do que aquele cara poderia ser capaz.
De repente, ouve-se um barulho na casa da mãe e naquele momento ele se afastou dela, mas com as duas mãos agarrou a bunda dela com força, apertando por baixo da saia, e depois soltou. Juli saiu correndo da cozinha assustada, as pernas tremendo, só queria ir embora. Ia caminhando em direção à porta quando encontra a mãe descendo. — Já vai, Juli? Não foi mal-educada com o Ernesto, foi? — Não. Respondeu seca e um pouco corada. Subiu no banheiro, e depois foi embora quando as amigas passaram para buscá-la. A noite foi divertida e ajudou a esquecer o mau momento que tinha passado em casa.
No dia seguinte, tudo estava bem, ela conversava com a mãe sobre vários assuntos sem problemas. A semana passou tranquila, a mãe não tinha convidado aquele cara de novo e quase nem o mencionava. Até que na sexta-feira ela disse: — Você vai ficar pra jantar hoje, Juli? O Ernesto vem, ou você vai sair com as meninas? Ela hesitou por um momento, porque deixar a mãe sozinha com aquele maluco em casa também não era algo que ela curtia, então preferiu ficar e não sair com as amigas. — Vou ficar, mãe. — disse ela. — Ótimo, vou ligar pro Ernesto pra ele vir mais cedo e a gente passar uma noite agradável, e você vai conhecê-lo melhor. — respondeu a mãe. Juli suspirou de raiva, mas como a mãe ia ficar, ela se sentia mais aliviada. Subiu pro quarto pra se trocar, sabendo que aquele doente ia vir, tentou colocar uma roupa pouco provocante, mas infelizmente pra ela, quase todas as roupas dela eram, então vestiu uma jeans e uma blusa simples, nada chamativo. Só que, claro, a jeans era justa porque ela não tinha outra.
Chegando a hora, toca a campainha. A mãe, como sempre no banheiro se arrumando, gritou: — Jani, deve ser o Ernesto, vai abrir pra ele, por favor, já tô descendo!!
Ela foi até a porta nervosa, as pernas quase bambas. Chegou na porta, respirou fundo, criou coragem e abriu. Ele olhou pra ela com uma cara de safado e disse:
— Oi, gostosa, como cê tá?
Segurou o rosto dela rápido e deu um beijo na bochecha, mas bem perto da boca. Ela olhou pra ele com desprezo e fez ele entrar sem falar nada, tava furiosa. Ele esperou ela fechar a porta e disse:
— Então, linda, anda na frente que eu quero ver essa bunda gostosa que cê tem!!
Juli levou ele pra sala, onde ele sentou, e ela decidiu subir. Quando tava indo, Ernesto agarrou o pulso dela, impedindo ela de se mexer.
— Guria!! Se comporta, se não quiser que sua mãe passe muito mal!! Aprendi um monte de coisa na cadeia por sua culpa. — falou sério, olhando fixo nos olhos dela.
As pernas dela começaram a tremer, tava morrendo de medo, não sabia o que fazer nem o que falar, até que ela disse:
— Me solta, lixo, tá me machucando!!
— Te solto se você fizer o que eu mandar! — ele respondeu.
— Juro que grito!! — ela disse, desafiando ele.
— Se gritar, você e sua mãe vão se ferrar, então fica bonitinha, sobe e bota uma roupa mais confortável, adoro olhar essas pernas e essa bunda.
Depois, ele piscou o olho e soltou ela. Ela subiu puta da vida, mas com medo, então fez o que ele pediu e trocou o jeans por um shortinho curto e justo que deixava as pernas bem à mostra.
Passo pelo banheiro, e a mãe dela ainda não tinha terminado de se arrumar, então resolvi descer. Precisava tomar um copo d'água e acalmar os nervos. Quando passei pela cozinha, o maldito do Ernesto deu um assobio pra ela e depois começou a rir. Enquanto tomava água, ela começou a verificar se a comida não estava queimando. Nesse momento, sentiu a porta da cozinha abrir e se virou rapidamente. Era o Ernesto vindo na direção dela com uma cara de tesão do caralho, olhando ela de cima a baixo e esfregando a virilha. Instintivamente, ela olhou pra aquele volume considerável marcado e depois ergueu os olhos pra ele. Ele se aproximava devagar, como se estivesse curtindo ver ela com medo. Quando chegou do lado dela, falou: — Assim de pertinho, você fica ainda mais gostosa!! E riu no ouvido dela. Ele esticou a mão e apertou a bunda dela com força. A Juli tentou se soltar e deu um tapa pra ele tirar a mão. Nesse momento, ele segurou o golpe dela e levou a mão dela até o volume dele. — Senti como você me deixa louco, sua gostosa!!! Falou quase babando. Ela tentava se debater pra não tocar, mas ele era mais forte. — Sua putinha, como você me excita, não aguento mais!!! Dizia com uma voz de quem tava adorando ter a mão dela no pau dele.
—Me solta, filho da puta! —disse ela com raiva e impotência. —Se comporta direito!!! O que eu te falei?!? —respondeu ele, encarando-a com olhar ameaçador.
Quase tremendo de medo, ela ficou paralisada, esperando que a mãe descesse e a salvasse. Parecia que o tempo tinha congelado, não passava. De repente, ouviu barulho na escada: devia ser a mãe descendo, pensou. Naquele momento, Ernesto soltou ela e foi para a sala de jantar. Ela suspirou de alívio, mas o coração ainda disparava.
A mãe entrou na cozinha sorrindo, coitada, não fazia ideia do inferno que ela estava vivendo.
—Você trocou de roupa, vai sair? —perguntou ao notar que ela tinha trocado a calça.
—Troquei, sim, mas não vou sair, é que tá calor, por isso troquei. —respondeu, já sem saber o que inventar pra disfarçar a situação.
Depois de comer, Ernesto disse:
—Love, vai se trocar melhor, eu arrumo tudo com a Jani.
Ele começou a levantar a mesa, e ela ficou sentada lá, com cara de bunda. Antes de subir pra se trocar, a mãe disse:
—Jani, me promete que vai ajudar e tratar bem o Ernesto.
—Ok. —respondi sem vontade.
Levantei fingindo que ia pra cozinha, mas quando a mãe subiu, fiquei sentada ali pra não ver aquele cara. De repente, senti ele se aproximar por trás, colocar as mãos nos meus ombros e me manter sentada. Fiquei gelada. Então ele sussurrou no meu ouvido:
—Não fica tão tensa, meu love. Ouviu o que sua mãe disse? Me trata bem. Ouviu direito?
O ar de superioridade dele me irritou, e respondi:
—Sim! Ouvi, mas acho que você consegue sozinho.
Aí senti a língua dele passar pela minha orelha. Minha pele se arrepiou, e virei a cabeça pra ele não continuar.

Nesse momento, peguei ela pelo cabelo com força e dei um beijo no pescoço dela, e depois falei no ouvido dela com um tom libidinoso: — Você não faz ideia de como me deixa com tesão, sua putinha!! — Então sai de perto de mim pra esfriar um pouco, idiota!! — ela respondeu indignada. — Idiota, eu? — ele respondeu. — Idiota e bruto. Essa noite vou ser bruto com a sua mãe, mas pensando em você, sua putinha!! — Seu nojento!!! — ela disse. E então Júlia se levantou e foi pro quarto. Ele se levantou, segurou o braço dela impedindo que se mexesse, agarrou a cintura dela e a girou, deixando-a colada na frente dele. — Me solta, filho da puta! — ela gritou, olhando pra ele desafiando.
— Senti como você me deixa, sua putinha gostosa!!! — ele disse com um tom firme. Sentia o pau dele contra ela e começou a sentir medo e nojo ao mesmo tempo, ficando desesperada por não conseguir se soltar das mãos dele. De repente, as mãos dele desceram até a bunda dela e apertaram com força. — Me solta, por favor!!! — ela disse quase tremendo. — Você gosta, sua puta, eu sei pelo jeito que me olha, como se vestia pra mim!!! Você gosta de me deixar com tesão, eu sei!!! Juli tentou se soltar, mas ele a apertava contra o corpo e o medo só aumentava, ela não sabia do que aquele cara era capaz. De repente, ele enfiou uma das mãos entre as pernas dela. Ela ficou em choque, com medo, completamente paralisada, um frio percorreu suas costas e então ela reagiu, dizendo: — Por favor, não faz isso. Os nervos dela estavam à flor da pele, ela começou a se mexer mais, tentando tirar ele de cima. De repente, ouviram barulhos lá em cima. Naquele momento, ele a soltou e Juli começou a andar para trás, se ajeitou um pouco e quase saiu correndo para o quarto, queria se afastar daquele doente.
Ela se trancou no quarto indignada, puta da vida e odiando ele, se sentia cheia de ódio e impotente porque sabia que não podia fazer nada. Ficou no quarto batendo papo e navegando na internet, já tinham passado algumas horas e ela pensou em ir dormir, quando de repente o celular dela começou a tocar, era a mãe. Rapidamente atendeu preocupada. — Alô — disse.
— Sua puta — respondeu a voz rouca do Ernesto.
A pele dela arrepiou e o coração começou a bater forte.
— Sabe que tô me divertindo pra caralho com sua mãe? Haha — ele falou.
— Você é um infeliz nojento — respondeu ela irritada. Quando ia perguntar por que ele tava ligando, ele disse:
— Gostosa, fica ligada ouvindo o que vem aí, vou imaginar que é você agora. Escuta!
Ela levou a mão à boca e ficou paralisada, com o ouvido colado no alto-falante do celular. Dava pra ouvir a voz da mãe e do Ernesto, mas não entendia direito o que diziam, até que depois de alguns minutos escutou:
— AAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!! Para Ernesto PAAAAAAAAAAARA!!! AAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
— E como foi a noite passada? — Foi boa, muito legal tudo, respondeu ela.
— Ela vem hoje à noite?! Perguntou.
— Não, o Ernesto viajou, vai ficar fora do país até semana que vem. Essas palavras foram um alívio pra Juli. Depois subiu pro quarto mais aliviada, aquela notícia tinha deixado ela feliz e mais tranquila, sabendo que nem ela nem a mãe iam ver ele por pelo menos uma semana. De repente, o celular dela começou a tocar.
— Alô?
— Alô, senhorita Jani? Disse uma voz feminina bem agradável.
— Ah, sim, quem fala?
— Estou ligando da Top Model Internacional. Queria perguntar se hoje à noite a senhorita poderia fazer a substituição de uma modelo, no Hotel Sol da cidade.
— Claro. Respondeu animada.
— Conhece o Hotel Sol?
— Claro, já estive lá antes. Disse se fazendo de entendida.
— Às 21h a gente começa. Na recepção, peça um quarto que vai estar no seu nome; vamos usar os quartos do hotel como camarins, já que não tem muita estrutura pra esse tipo de desfile.
— Vou estar no hotel pontualmente. Disse contente.
— Só uma coisa, Jani: venha com uma roupa bonita, porque vamos fazer sua ficha pra eventos futuros, pode ser?
— Pode deixar, vou sim. Respondeu.
Rapidamente, ela começou a ver o que podia vestir pra arrasar, revirou o armário inteiro até decidir usar o que sabia que ia matar: umas sandálias de salto alto, uma saia branca bem curta e justa, uma regata rosa justa por cima e uma boina rosa.

Se olhei no espelho e sabia que chamava atenção, teria que ir de casaco, não podia sair assim na rua. Quando chegou no hotel, percebeu que não era o que imaginava, mas foi rápido pra recepção. — Boa tarde, vim pro evento do top model internacional. — Ahhh sim, deixaram um recado sobre uma entrevista, qual seu nome? — disse o homem da recepção. — Juli. — falou. — Ah sim, quarto 667, sexto andar. — Ok, obrigada. — disse e foi embora. Enquanto subia no elevador, pensou: “Que estranho um quarto? O hotel deve estar lotado? Bom, deve ser que a garota que me chamou pra entrevista tá hospedada aí, talvez.” Chegou na porta, abriu e viu uma luz acesa no fundo, mas era um quarto comum. — Olá?! — perguntou… Mas ninguém respondeu, entrou e fechou a porta, caminhou pra onde tava mais iluminado, era muito estranho. De repente, sentiu a porta se abrir atrás dela, virou pra ver e ficou paralisada. Era o Ernesto entrando no quarto, sorrindo de forma vil. — Veio, gatinha!! — disse ele. O coração dela disparou enquanto ele se aproximava. Deu uns passos pra trás e perguntou assustada: — Você não tava viajando? — Hahaha, pra sua mãe sim!! Sua mãe é uma gostosa, ouviu ela no celular outro dia?! — disse ele sorrindo. Ela fez uma careta de nojo, mas não soube o que responder. Só falou: — O que você quer?! — Lembra como sua mãe gritava outro dia? — disse ele com um tom arrogante. — Lembro, sim. — respondeu seca. — Hoje você vai gritar muito mais que ela!! Hahahaha. Ele se aproximou e agarrou ela com força. — Não!! Me solta!!! — gritou. — Mas o que você pensa, girl?! Que porque é uma gostosa pode me desprezar?! — Ele pegou ela pelo cabelo e puxou, os olhos dele estavam esbugalhados, injetados de ódio. — Tá me machucando!!! — gritou assustada. — Cala a boca!! Você não sabe como é feia a cadeia!! Por ser uma girl que me excitou, acabei preso, agora você vai saber o que é sentir, sua feminazi de merda!! — Me solta, pelo amor de Deus!! — começou a implorar.

Naquele momento, ele grita -vadia, cala a boca ou eu te calo!! E deu um empurrão nela, fazendo ela cair na cama. Ela ficou paralisada, o nervosismo percorria todo o corpo dela e ela mal conseguia se mexer. -Que pernas de puta você tem!! Ele dizia enquanto os olhos dele continuavam injetados de sangue. A cara de tesão dele era horrível, os lábios estavam molhados, quase babando. O corpo dele estava duro, ela estava com muito medo. As mãos dele começaram a tocar as pernas dela e ele começou a levantar a saia dela, Juli tentou abaixar e empurrar ele com as pernas.


- Não, mamãe!! Finalmente te peguei!! Hoje ninguém te salva! Kkkkk, ele dizia com um tom de alegria e triunfo. Entre lágrimas, ela disse - Por favor, não… - Olha a fio-dental que você tá usando, colocou pra me provocar, né?!?! Ele perguntava, todo alucinado, gritando, excitado. Juli ficou olhando pra ele, paralisada de medo. Então ele enfiou a mão por baixo da saia dela e começou a arrancar a fio-dental dela aos puxões, enquanto ria às gargalhadas. Naquele momento, ele parou pra olhar e disse, ainda mais excitado. - Mmm, que gostosa você tá!! Olha que putinha você é, se depila toda porque sabe que eu gosto assim!!

-ME DEIXA EM PAZ, SEU LOUCO FILHO DA PUTA!! Gritei, tirando coragem de onde não tinha. -CALA A BOCA, VAGABUNDA!! Ele gritou ainda mais alto. Desceu da cama e depois baixou as calças. Naquele momento, Juli tentou se levantar, pensando que talvez pudesse escapar, mas ele a agarrou pelos cabelos e, gritando, jogou ela de volta na cama.

Ela começou a soluçar de medo e olhou para o lado, deparando-se com o pau grosso e cabeçudo dele. Arregalou os olhos de susto, nunca tinha visto um daquele tamanho num cara mais velho. Ele pareceu ler a mente dela, porque pegou no próprio pau e disse: — Gostou do tamanhão, princesa?! Aí se aproximou, agarrou ela pelo pescoço e puxou pra perto, começou a esfregar aquele pau nojento no rosto dela. Juli fechou os olhos e virou a cara pro lado. Naquela hora, ele segurou o rosto dela com força e gritou: — Se tentar alguma merda, eu te mato!! E sua mãe também!! Depois começou a bater com o pau cada vez mais forte na cara dela. Juli tentou segurar as mãos dele e se soltar, mas era impossível. Então ele aproveitou e colocou a ponta do pau nos lábios carnudos dela, empurrando devagar.
- Abre essa boca, sua puta!! Gritei. E depois apertei os dois lados da mandíbula dela, forçando a abrir de qualquer jeito. Consegui enfiar na boca dela com dificuldade, mas o desgraçado tinha conseguido. Olhei pro rosto dela, parecia possuído, me dava muito medo e eu pensava "por que comigo?" - Chupa!! Sei que você queria isso, sei sim!!! Olha pra mim, caralho, com esses olhos verdes que você tem!! Depois comecei a me mexer mais forte, como se tivesse comendo a boca dela, tentando fazer ela engolir até o fundo, mas como era tão grossa, não dava. Juli sentia que quase sufocava, mas ele continuava como se nada. - Sei que você gosta!! Issooo, assimmm!!! Ele gritava entre risadas e gargalhadas. Uma das mãos dele começou a apertar os peitos dela, ela tentou se soltar, mas era impossível. Ela começou a chorar e cada vez tinha mais medo do que esse sujeito seria capaz. De repente, ele parou e agarrou os cabelos dela, puxando com força, e começou a se mover com o pau dentro da boca dela até chegar perto da mesa de cabeceira.

Com uma mão, ele abriu a gaveta, pegou uma câmera e começou a disparar fotos apontando pra ela enquanto continuava com o pau na minha boca. - MMMGgggggggggg!!! Tentei gritar, mas não conseguia. Naquele momento, ele tirou o pau da minha boca. E finalmente ela conseguiu respirar melhor, puxou o ar enquanto tossia um pouco. - Se prepara, putinha!! Não vou ter pena de você!! Ele gritou. E então empurrou ela pra trás, subiu em cima dela e se enfiou entre as pernas dela.
—Não, por favor, para, eu te imploro! —disse entre lágrimas. —O que você pensa, loirinha, que vai continuar me desprezando?! Que sou muito pouco pra poder te possuir!!! —gritou irritado.
Juli não respondeu e desabou num mar de lágrimas.
—Me responde!!! Sou tão lixo assim pra uma garota gostosa como você?!!
E naquele momento, enfiou o dedo indicador na porta do cu dela, fazendo-a doer.
—AIIII!! —disse ela.
—Responde, porra!!! —gritou de novo.
—Já, por favor, me deixa. —disse ela chorando. Enquanto pensava: “Não pode estar acontecendo isso comigo.”
—Você não sabe quanto eu desejei isso!! —gritava excitado. E então começou a encaixar o pau na entrada do cuzinho dela.
—Não, não, não, não faz isso, por favor. —gritou e tentou empurrá-lo pra trás com as mãos, mas não conseguiu nem movê-lo. E então sentiu que ele empurrou com força, entrando com violência.
—Aiiiiiiii!! —gritou. E depois jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Ele agarrou as mãos dela e as levou pra cima da cabeça dela, pressionando-as contra o colchão, e colocou todo o peso dele sobre ela. Então começou um movimento forte, tentando entrar o máximo possível.


Juli continuava chorando cada vez mais, não conseguia parar de chorar. —Senti!! Senti como eu te parto, vagabunda!! Você merece por me excitar!! —Aiiiihhhhhhh!!! Aiiihhhhhh!! Ela gritava enquanto sentia uma estocada forte atrás da outra. —Toma! Toma! Ele gritava como um louco. Ela continuava de olhos fechados e chorando, na mente dela muitas coisas giravam, ela se sentia perdida e culpada por não ter feito algo para evitar aquilo. Naquele momento, ele se levantou um pouco de cima dela e pegou as pernas dela, colocando-as nos ombros dele, e aí começou o pior, ele começou a foder ela violentamente sem controle.

-AAaaahhhhhhhhhhh aii!! Gritei. -Não, sua puta!! Você queria isso!! Tomaaa!! Tá sentindo meu pau dentro de você!?!? Eu dizia. -AAhhhhayyy chega, pelo amor de Deus!! Ela continuava implorando. -Não tem piedade!!! Culpa sua, eu passei muito mal na cadeia!!! Toma, raposa!! Gritei possesso. -Aahhhyyy ahhhhh!! Ela continuava gritando a cada estocada minha. De repente, o rosto dela ficou meio vermelho e ele gemeu, ela achou que ele ia gozar e, com lágrimas, disse: -Dentro não, pelo amor de Deus, não!!!! -Vai ser onde eu quiser, sua merda!!! Toma, puta vagabunda!! -Ahhhhh!!! Nesse momento, ele tirou o pau rapidamente, segurou as duas mãos dela com a dele e começou a se masturbar na frente do rosto dela até gozar. -AAahhhhh toma, puta!! Toma!!! Ele dizia. Enquanto o corpo dele começava a jorrar aquele líquido nojento no rosto dela. Juli prendeu a respiração e fechou os olhos com força, sentiu muito nojo, mas também alívio por ter acabado.
Depois ele pegou a câmera de novo e começou a tirar um monte de fotos. Juli ficou deitada na cama, chorando, e se encolheu na posição fetal, se sentindo suja. Enquanto ouvia Ernesto gritar: — Consegui!! Sabia que ia ter você de putinha, hein!! Kkkk e ele ria às gargalhadas. Depois de um tempo, ele sai, ela ouve ele falando no celular, não conseguia se mexer de medo, mas sabia que precisava sair dali. Passaram alguns minutos até ele voltar. Ele se aproximou dela, fazendo ela morrer de medo de novo, quase tremeu quando sentiu ele perto. Ele coloca a mão no rosto dela e começa a espalhar os restos do líquido dele pelo rosto dela enquanto ri. Ela não o impediu porque continuava dura de medo. — Agora vem a melhor parte, gostosa!! — ele gritou, fazendo ela morrer ainda mais de medo. E tirou algo do criado-mudo, então agarrou ela e virou de bruços. — Vem aí o melhor, putinha!! O que eu tanto queria e pelo que fui pra cadeia!! — ele dizia rindo. De repente, ela ouviu um barulho de fita adesiva sendo puxada de uma vez, rapidamente ele pegou as duas mãos dela com as dele e começou a enrolá-las com fita nas costas dela, deixando Juli com o rosto e os peitos contra o colchão e a bunda virada pra cima.
—Chega, por favor, eu imploro!! —disse ela entre lágrimas, suplicando. —Quando você me mandou pra cadeia, você não teve pena!! Lembra!! —gritou ele. Os gritos dele a assustavam ainda mais, ela não sabia do que aquele maluco era capaz. De repente, sentiu um dos dedos dele começando a roçar a entrada do cu dela. Tentou se mexer e sair daquela posição, mas era impossível. Ele agarrou as nádegas dela e passou a língua no buraquinho dela com insistência, enquanto dizia:
—Que gostoso que é!! Vai doer, pode crer, mas você vai gostar!! Haha
Um arrepio percorreu todo o corpo dela. Ela estava com muito medo e, entre os dentes, insistiu:
—Não, por aí não! Eu imploro!
—Na cadeia, eu cansei de comer uns caras pensando que era você, e agora finalmente te tenho!!! —disse ele às gargalhadas.
—Nããão, pelo amor de Deus!! —gritou ela, desesperada.
De repente, sentiu ele enfiar um dedo com força, fazendo doer. Ele começou a tirar e meter sem parar, até que parou. Sentiu as mãos dele abrindo as nádegas dela e começou a sentir a língua dele passando uma e outra vez sobre o buraquinho dela. Um arrepio percorreu o corpo dela. Juli estava aterrorizada enquanto sentia que ele se divertia e ria de tê-la assim, indefesa e com medo. Ela estava completamente nas mãos dele.
Ele ficou vários minutos fazendo aquilo, até que parou. Sentiu ele subir no colchão e se posicionar atrás dela.
—Nããão!! Não, por favor!! —gritou ela, suplicando de novo.
—Cala a boca, gostosa!! Isso é o que eu mais quero, por isso fui pra cadeia, e agora finalmente tenho isso. Vou te arrebentar o cu!! Hahahahaha —gritava ele às gargalhadas.
Juli explodiu num mar de lágrimas, sabia que não tinha opção, não tinha jeito nem salvação. As mãos dele se apoiaram na cintura dela e ele a empurrou para baixo. Ficou quase em cima dela e disse:
—Vou meter até o saco, sua filha da puta, vou deixar enterrado mais de uma hora no seu cu!!
Naquele momento, Juli fechou os olhos e apertou os dentes. Começou a sentir uma pressão insuportável no traseiro, parecia interminável. Sentia as paredes do cu dela se... resistiam receber aquele membro invasor. Começou a se engasgar de tanto chorar e gritar, e de repente sentiu um empurrão. A cabeça do pau dele penetrou à força e isso fez ela gritar como nunca na vida AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!! AAAAAGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYYY!! Ele, longe de parar, continuava empurrando todo aquele pau gordo pra dentro dela, Juli podia ouvir os gemidos de prazer dele e a risada nojenta. Não aguentava mais a dor, achou que ia desmaiar, quando de repente sente a pélvis dele bater contra a bunda dela. Ernesto esticou a mão, agarrou ela pelos cabelos, puxou pra trás e disse — Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê sente agora que perdeu a virgindade? — Aaahhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg, tira isso, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus! — Tá bom, vou tirar devagar! — disse Juli. Enquanto ele ia tirando o pau, ela sentia um alívio, se sentia completamente cheia, empalada e destruída por dentro. De repente, o desgraçado enfiou tudo de novo até bater a pélvis na bunda dela, fazendo ela soltar outro grito dilacerante.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYY!!! AAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGYYY!!! AAAGGYY!!! Giro como deu, e viu a cara do Ernesto, parecia um maluco se divertindo como nunca, enquanto ela sentia que não aguentava mais, sentia aquele membro enorme dentro dela rasgando tudo. Olhou pra ele de novo com desprezo e falou -Agora, loirinha, aguenta tudo que puder!! E começou a bombar com muita força, tirava quase tudo e enfiava de novo até o saco de uma vez, pra Juli era uma eternidade, não sentia as pernas nem o corpo, só sentia as estocadas selvagens do Ernesto que usava ela como um objeto de prazer, até que num momento ele parou, agarrou ela pelas nádegas e empurrou até o fundo, esperou e gozou um rio de porra dentro dela. Na hora, Juli desmaiou por um tempo. Acordou depois chorando, Ernesto olhava pra ela fumando um cigarro já vestido e com um sorriso macabro no rosto. Quando viu, ele se aproximou e falou. -Nem uma palavra sobre isso, Juli, ou sua mãe vai se ferrar!! Não acredito que finalmente consegui te comer, putinha, adorei!! Você é uma delícia!!
E aí foi embora rindo. Deixando ela largada naquele colchão, chorando sem parar. Continua... *Comentem se quiserem que eu solte uma parte 3 dessa série de contos e com quem vocês gostariam. Sai com uma dessas 4, a mais votada. Se for assim, eu posto no decorrer da semana, abraços.
Valentina
Rocio
Malena
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
2 comentários - Parte 2 da Juli