Eu tava saindo do pilates e indo pra casa. O trem leve tava lotado. Me segurei numa das barras verticais perto da porta, de costas pra quem tava subindo.
No começo foram roçadas "acidentais". Um cotovelo que se apoiava tempo demais na minha cintura. Uma mão que passava na minha coxa ao se segurar no mesmo corrimão. Achei que era normal no transporte público, mas logo percebi que não era por acaso. Um cara jovem se encostou mais do que devia e os dedos dele acariciaram disfarçadamente a curva da minha cintura, descendo um segundo até roçar minha bunda esquerda. Fiquei tensa, mas não falei nada. Meu coração batia forte. Aí veio ele. Um senhor de uns 60 anos, cabelo grisalho, terno meio surrado. Se colocou bem atrás de mim quando o trem parou numa estação e mais gente entrou. O corpo dele se apertou contra o meu. Senti a respiração dele na minha nuca. No começo era só pressão: a pélvis dele contra minha bunda. Tentei me mexer um pouco pra frente, mas tinha gente me bloqueando.
As mãos dele começaram a agir. Primeiro, uma palma aberta na minha cintura, como se ele estivesse se firmando. Depois, os dedos deslizaram para dentro, apertando de leve a carne da minha bunda por cima da legging. Eu congelei. Queria gritar, empurrá-lo, mas meu corpo não obedecia. Um calor estranho subiu pelo meu estômago. Medo… e algo mais. O trem começou a andar e ele aproveitou o balanço. Começou a se esfregar. Devagar no começo, como se só estivesse procurando equilíbrio. O volume duro dele crescia contra a fenda do meu cu. Dava pra sentir ele ficando mais rígido a cada roçada. Os dedos dele agora estavam mais ousados: apertavam, amassavam minhas nádegas, separando-as de leve por cima do tecido fino. — Que buceta gostosa você tem, mami… — ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido. A voz rouca dele me fez tremer.
Não respondi. Só respirava ofegante, encarando fixo o reflexo na janela. Minhas bochechas estavam vermelhas. Sentia vergonha, pânico… e uma umidade traiçoeira entre as pernas. Tava encharcada. Minha mente gritava pra parar, mas meu corpo ficava imóvel, quase se oferecendo a cada balanço do trem. Ele ficou mais ousado. Com uma mão, abriu discretamente o zíper da calça e puxou o pau quente pra fora. Senti ele direto contra o tecido da minha legging, grosso, pulsando. Começou a se esfregar com mais força, deslizando entre minhas nádegas, subindo e descendo, apertando bem onde a costura se encaixava. O trem entrou num túnel e a escuridão ajudou. Ninguém parecia notar nada. Os movimentos dele ficaram mais rápidos, mais desesperados. Me segurou firme pelo quadril com uma mão enquanto a outra subia disfarçadamente pra roçar um peito por cima da blusa. Eu só mordia o lábio, respirando entrecortado. Tava aterrorizada e ao mesmo tempo excitadíssima. Minhas pernas tremiam. —Vou gozar em você, putinha… — ele rosnou baixinho.
E ele fez. Senti os jatos quentes encharcando o tecido da minha legging bem na curva da minha bunda. Três, quatro disparos fortes, grossos, que se espalharam pela parte de trás das minhas coxas. Ele se esfregou um pouco mais, espalhando o esperma dele sobre mim enquanto gemia bem baixinho. Quando o trem parou na estação seguinte, ele guardou rapidamente e desceu sem dizer mais nada, me deixando ali parada, com a bunda coberta pela porra dele, sentindo como esfriava e grudava o tecido na minha pele. Eu não fiz nada. Não gritei. Não denunciei. Desci duas estações depois andando estranho, com as pernas fracas, o coração a mil e uma mistura de nojo, medo e um prazer culpado que ainda me molha quando lembro.
No começo foram roçadas "acidentais". Um cotovelo que se apoiava tempo demais na minha cintura. Uma mão que passava na minha coxa ao se segurar no mesmo corrimão. Achei que era normal no transporte público, mas logo percebi que não era por acaso. Um cara jovem se encostou mais do que devia e os dedos dele acariciaram disfarçadamente a curva da minha cintura, descendo um segundo até roçar minha bunda esquerda. Fiquei tensa, mas não falei nada. Meu coração batia forte. Aí veio ele. Um senhor de uns 60 anos, cabelo grisalho, terno meio surrado. Se colocou bem atrás de mim quando o trem parou numa estação e mais gente entrou. O corpo dele se apertou contra o meu. Senti a respiração dele na minha nuca. No começo era só pressão: a pélvis dele contra minha bunda. Tentei me mexer um pouco pra frente, mas tinha gente me bloqueando.
As mãos dele começaram a agir. Primeiro, uma palma aberta na minha cintura, como se ele estivesse se firmando. Depois, os dedos deslizaram para dentro, apertando de leve a carne da minha bunda por cima da legging. Eu congelei. Queria gritar, empurrá-lo, mas meu corpo não obedecia. Um calor estranho subiu pelo meu estômago. Medo… e algo mais. O trem começou a andar e ele aproveitou o balanço. Começou a se esfregar. Devagar no começo, como se só estivesse procurando equilíbrio. O volume duro dele crescia contra a fenda do meu cu. Dava pra sentir ele ficando mais rígido a cada roçada. Os dedos dele agora estavam mais ousados: apertavam, amassavam minhas nádegas, separando-as de leve por cima do tecido fino. — Que buceta gostosa você tem, mami… — ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido. A voz rouca dele me fez tremer.
Não respondi. Só respirava ofegante, encarando fixo o reflexo na janela. Minhas bochechas estavam vermelhas. Sentia vergonha, pânico… e uma umidade traiçoeira entre as pernas. Tava encharcada. Minha mente gritava pra parar, mas meu corpo ficava imóvel, quase se oferecendo a cada balanço do trem. Ele ficou mais ousado. Com uma mão, abriu discretamente o zíper da calça e puxou o pau quente pra fora. Senti ele direto contra o tecido da minha legging, grosso, pulsando. Começou a se esfregar com mais força, deslizando entre minhas nádegas, subindo e descendo, apertando bem onde a costura se encaixava. O trem entrou num túnel e a escuridão ajudou. Ninguém parecia notar nada. Os movimentos dele ficaram mais rápidos, mais desesperados. Me segurou firme pelo quadril com uma mão enquanto a outra subia disfarçadamente pra roçar um peito por cima da blusa. Eu só mordia o lábio, respirando entrecortado. Tava aterrorizada e ao mesmo tempo excitadíssima. Minhas pernas tremiam. —Vou gozar em você, putinha… — ele rosnou baixinho.
E ele fez. Senti os jatos quentes encharcando o tecido da minha legging bem na curva da minha bunda. Três, quatro disparos fortes, grossos, que se espalharam pela parte de trás das minhas coxas. Ele se esfregou um pouco mais, espalhando o esperma dele sobre mim enquanto gemia bem baixinho. Quando o trem parou na estação seguinte, ele guardou rapidamente e desceu sem dizer mais nada, me deixando ali parada, com a bunda coberta pela porra dele, sentindo como esfriava e grudava o tecido na minha pele. Eu não fiz nada. Não gritei. Não denunciei. Desci duas estações depois andando estranho, com as pernas fracas, o coração a mil e uma mistura de nojo, medo e um prazer culpado que ainda me molha quando lembro.
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