Parte 2: Juli Gostosa

Abuso das feministas parte 2 Relato fictício, podem ver a primeira parte no post anterior.Parte 2: Juli Gostosa
gostosaOutra que ficou na mira foi a Luly, uma modelo de 19 anos, amiga da Celeste, mas que ainda não tinha confirmado participação. Mesmo assim, a mina era uma gostosa do caralho, então a gente aproveitou a situação. Ela era de Rosário e tava em Buenos Aires com a mãe. Depois de investigar nas últimas semanas, descobrimos que tinha um cara de uns 40 anos que assediava ela, mandava cartas e seguia ela pra todo lado. Tava preso. A gente entrou em contato com ele e explicou a situação, com um plano pra seguir: levaríamos ela pra um lugar que a gente tinha nos arredores e, como pagamento, deixaríamos ele se divertir um pouco com ela. O nome dele era Ernesto, tinha mais ou menos 1,70, era corpulento mas com barriga e meio careca.loiraEle nos contou que até tinha tentado sequestrar ela, mas não deu certo, acabou preso na época e já tava há uns meses nessa. Tava totalmente obcecado por ela. Naquele momento, a Juli tava sozinha na cidade e preferiu não contar essa situação pra família pra não preocupar eles, já que estavam no interior. Isso tinha acontecido no ano anterior.garotaVoltando ao presente, Ernesto conseguiu conhecer a mãe da July e marcaram um encontro. A mãe se chamava Andrea e tinha 47 anos, sofria de uma doença grave e estava muito mal. Por causa disso, ela ficou um pouco surpresa com o encontro, mas ao mesmo tempo contente, sem imaginar suas verdadeiras intenções.AbusoJuli, quando soube, também ficou super feliz pela mãe. Ela não tava passando por um bom momento, então ficou muito contente.
— Mãe!! Você tava escondendo ele!! Quero conhecer!!
— No fim de semana, Juli, trago ele pra jantar. — respondeu, sorrindo.
Ela tava muito feliz, já fazia tempo que tava sozinha e merecia uma pessoa boa do lado dela, que cuidasse dela.

Naquela sexta, ia sair com umas amigas. Vestiu uma saia preta curtinha, rodada, uma regata que não tampava o umbigo e uns saltos altos. Já tava trocada, trocando mensagem com as amigas pra acertar os detalhes, quando ouviu a mãe gritar lá de baixo:
— Julii, cheguei! Desce pra cumprimentar!!

Ela desceu rápido, ansiosa pra conhecer o parceiro da mãe. Quando terminou de descer as escadas, deu de cara com Ernesto, o cara que tinha tentado sequestrar ela.
Tremeu por um instante, ficou paralisada. O coração começou a bater como se quisesse pular pra fora do peito, de susto por ter ele na frente dela, tão perto. Juli não acreditava que ele tava solto, enquanto ele sorria de forma vil, o olhar dele despindo ela.

A mãe falou pra quebrar o silêncio que tinha se formado:
— Minha filha Juli, ele é o Ernesto.
— Ahhhh. — respondeu, sem conseguir se mexer ainda.
As mãos suavam de nervoso, e ela sentia o rosto ficar vermelho, por mais que tentasse disfarçar.

— Juli, não vai cumprimentar direito? — disse a mãe, e a voz ecoava na cabeça dela pra todo lado.
— Oi. — falou, tímida, e se virou pra ir embora.
— Juli! Assim não se cumprimenta, acho que não te ensinei isso!! — disse a mãe, furiosa.

Juli, por dentro, queria gritar, mas não podia fazer nada ali. Só pensava no quão idiota tinha sido por não ter contado nada pra mãe antes.
Se aproximou dele, quase tremendo, tentando fazer o mais rápido possível, embora parecesse que tudo passava em câmera lenta. Ele encostou o bigode na bochecha dela e deu um beijo bem forte.
Um frio de medo impossível de descrever percorreu o corpo dela.

— Vejo que vai sair. — disse a mãe, séria.
— Sim. — respondeu, corada.
— Aonde você vai? Assim vestida?! Essa saia é muito curta, não acha, Jani? — Ah, mãe, tá linda assim, vou com minhas amigas, você sabe que a gente é tranquila. Nesse momento, Ernesto fala — Andrea, não se preocupa, as garotas de hoje saem assim, até que fica muito bem nela! E quando a mãe não vê, o sem-noção pisca um olho pra ela, os nervos dele estavam terríveis.segunda parte— Você vai ficar pra comer? Minha mãe perguntou. — Vou. Respondi. — Então sentem-se os dois que vou buscar a comida, põe a mesa por favor, Juli. Ela fez o que a mãe pediu, mas ia e vinha da cozinha tremendo quase, sentia o olhar de Ernesto em todo o corpo dela. Num momento em que ia pra cozinha, virou rápido e viu como ele tentava se abaixar pra ver mais além da saia curtinha dela. Isso acabou de deixá-la desconfortável e ainda mais nervosa. Entrou na cozinha e tentou ficar até a mãe sair com a comida, não queria voltar a levar coisas, ficava dando voltas procurando supostamente coisas. Então a mãe disse: — Juli, o que cê tá fazendo aí? Se já terminou, vai pra lá, não deixa nosso convidado sozinho! Ela voltou com o último que faltava e depois sentou na frente dele. Ele sorria de forma vil, sentia como se ele a despisse, como se pudesse sentir tudo o que ela estava sentindo naquele momento, e ela se sentia fraca diante dele.Parte 2: Juli Gostosa— Como é que você tem passado, Juli? E suas fãs da passarela, como vão? — ele disse diretamente, enquanto piscava um olho pra mim.
— Bem, obrigada. — respondi da forma mais seca e desprezível possível.
— Você não sabe o feio que é a cadeia, Juli. — ele falou num tom baixinho. Mas ficou olhando pra ela com um ódio no olhar. Ela ficou paralisada com o que ele disse, sentia o coração batendo forte, querendo pular do peito.
— A comida tá pronta!! — gritou a mãe lá da cozinha.
Depois de comer, o que ela quase não conseguiu fazer, a mãe se apoiou no ombro do Ernesto e disse:
— Que bom que você gostou da Juli, Ernesto é um doce, viu?!
— Hã... sim. — respondi, sorrindo fingindo estar tranquila, mesmo gritando por dentro e sendo óbvio que aquele depravado não era doce nenhum.
— Andrea, você tem uma filha linda, igual a você! — disse Ernesto, sem tirar os olhos de mim.
Eu estava com um nó na garganta. Terminaram de comer e a Juli não tinha conseguido comer quase nada, o estômago estava fechado.
— Juli, você não comeu nada!! Eu falei que você precisa comer, essa besteira de modelo que não deixa você comer!! — disse a mãe, brava, e continuou:
— Ernesto, não te contei, minha filha é modelo. Eu não gosto muito dessa exposição toda, mas ela sabe o que faz.
— AAAAAHhhh. Mas deixa ela aproveitar a juventude e o corpinho dela. — respondeu Ernesto, enquanto a despia com os olhos.gostosa
loira—Bom, vou me trocar, vamos ao cinema. Juli, não vai assim, não, que o Ernesto não vai ficar sozinho aqui embaixo. — A mãe falou, se levantou e foi pro quarto. Ela sentiu medo de ficar sozinha com aquele maluco, mas tentou manter a calma. Começou a recolher as coisas do jantar, o silêncio era sepulcral, horrível. Foi tirando os pratos e só faltava o dela; se aproximou pra pegar e naquela hora sentiu a mão dele na perna. Olhou rápido e ele tava com um sorriso safado, o coração dela parou na hora. Tirou a mão dele o mais rápido que pôde. — Que mau humor hoje, hein, gostosa? Quer ajuda? — Não, obrigada, eu dou conta sozinha! — Respondeu alto pra aquele desgraçado. — Só falta umas coisinhas, vou ajudar mesmo assim, sou um cavalheiro. — Disse o maldito. Pegou mais uns troços que tinham sobrado e seguiu ela até a cozinha; ela sentia os passos dele atrás e isso arrepiava a pele dela, ter ele tão perto. Largou as coisas na pia e naquela hora sentiu ele ainda mais perto; quando ia virar, Ernesto agarrou ela pela cintura e apertou ela contra a bancada.garota-Fica quietinha! Disse no ouvido dela com tom ameaçador. Começou a sentir o volume dele por cima da saia dela, tentando encaixar entre as nádegas. Ela tentou se virar e, com uma mão, puxá-lo para trás, mas a força dele era maior, e ele sussurrou no ouvido dela -Shhh, nenê, senão sua mãe vai ficar sabendo! Depois, agarrou-a pela cintura e apertou-a mais contra ele, se esfregando nela. O coração dela batia a mil por hora e ela estava morrendo de medo do que aquele sujeito poderia ser capaz.Abuso
segunda parteDe repente, escuta um barulho na casa da mãe e na mesma hora ele se afastou dela, mas com as duas mãos agarrou a bunda dela com força, apertando por baixo da saia, e depois soltou. Juli saiu correndo da cozinha assustada, as pernas tremendo, só queria ir embora. Ia caminhando até a porta quando encontra a mãe descendo. — Já vai, Juli? Não foi mal-educada com o Ernesto, foi? — Não. Respondeu seca e meio corada. Subiu no banheiro, e depois foi embora quando as amigas passaram para buscá-la. A noite foi divertida e ajudou ela a esquecer o mau momento que tinha passado em casa.Parte 2: Juli GostosaNo dia seguinte, tudo estava bem, ela conversava com a mãe sobre vários assuntos sem problemas. A semana passou sem sustos, a mãe não tinha convidado aquele cara de novo e quase não o mencionava. Até que na sexta-feira ela disse: — Você vai ficar pra jantar hoje, Juli? O Ernesto vem, ou você vai sair com as meninas? Ela hesitou por um momento, porque deixar a mãe sozinha com aquele maluco em casa também não era algo que ela gostasse, então preferiu ficar e não sair com as amigas. — Vou ficar, mãe. Disse ela. — Ótimo, vou ligar pro Ernesto pra ele vir mais cedo e a gente passar uma noite agradável, e você vai conhecê-lo melhor. Respondeu a mãe. Juli suspirou de raiva, mas como a mãe ia estar ali, ela se sentia mais aliviada. Subiu pro quarto pra se trocar, sabendo que aquele doente ia vir, tentou colocar uma roupa pouco provocante, mas infelizmente pra ela, quase todas as roupas dela eram, então vestiu uma calça jeans e uma blusa simples, nada chamativo. Claro que a calça jeans era justa, já que ela não tinha outras.gostosaChegando a hora, toca a campainha. A mãe, como sempre no banheiro se arrumando, gritou:
— Jani, deve ser o Ernesto, vai abrir pra ele, por favor, já vou descer!!

Ela foi até a porta nervosa, as pernas quase bambearam. Chegou na porta, suspirou fundo, criou coragem e abriu. Ele olhou pra ela com uma careta nojenta e disse:
— Oi, gostosa, como cê tá?

Segurou o rosto dela rápido e deu um beijo na bochecha, mas bem perto da boca. Ela olhou pra ele com desprezo e fez ele entrar sem falar nada, tava furiosa. Ele esperou ela fechar a porta e disse:
— Então, linda, vai na frente que eu quero ver essa bunda gostosa que tu tem!!

Juli levou ele até a sala, onde ele sentou, e ela decidiu subir. Quando tava indo embora, Ernesto agarrou o pulso dela, impedindo ela de se mexer.
— Guria!! Se comporta, se não quiser que sua mãe passe muito mal!! Aprendi um monte de coisa na cadeia por sua culpa.

Ele falou sério, olhando fixo nos olhos dela. As pernas dela começaram a tremer, tava morrendo de medo, não sabia o que fazer nem o que falar, até que ela disse:
— Me solta, lixo, tá me machucando!!
— Solto se você fizer o que eu mandar!! Ele respondeu.
— Juro que vou gritar!! Ela disse, desafiando ele.
— Se gritar, você e sua mãe vão se ferrar, então fica bonitinha, sobe e bota uma roupa mais confortável, adoro olhar essas pernas e essa bunda.

Depois ele piscou o olho e soltou ela. Ela subiu puta da vida, mas com medo, então fez o que ele pediu e trocou o jeans por um shortinho curto e justo que deixava as pernas dela bem à mostra.loiraPasso pelo banheiro, e a mãe dela ainda não tinha terminado de se arrumar, então resolvi descer. Precisava tomar um copo d'água e acalmar os nervos. Quando passei pela cozinha, o maldito do Ernesto deu um assobio e depois começou a rir. Enquanto tomava água, comecei a verificar se a comida não estava queimando. Nesse momento, senti a porta da cozinha abrir e me virei rapidamente. Era o Ernesto vindo na minha direção com uma cara de tesão do caralho, me olhando de cima a baixo e esfregando a virilha. Instintivamente, olhei e vi um volume considerável marcado, e voltei a encará-lo. Ele se aproximava devagar, como se estivesse curtindo me ver com medo. Quando chegou do meu lado, disse: — Assim de pertinho você fica ainda mais gostosa!! E riu no meu ouvido. Ele esticou uma mão e apertou minha bunda com força. Tentei me soltar e bati nele pra ele tirar a mão. Nesse momento, ele segurou meu golpe e levou minha mão até o volume dele. — Senti como você me deixa louco, sua puta gostosa!!! Falou quase babando. Eu tentava me debater pra não tocar, mas ele era mais forte. — Sua puta, como você me excita, não aguento mais!!! Dizia com uma voz de quem estava adorando ter minha mão no pau dele.garota
Abuso—Me solta, filho da puta! —disse ela com raiva e impotência.
—Se comporta direito!!! O que eu te falei?!? —respondeu ele, encarando-a com olhar ameaçador.
Quase tremendo de medo, ela ficou paralisada, esperando que a mãe descesse e a salvasse. Parecia que o tempo tinha congelado, não passava. De repente, ouviu barulho na escada: devia ser a mãe descendo, pensou. Naquele instante, Ernesto a soltou e foi para a sala de jantar. Ela suspirou aliviada, mas o coração ainda disparado.
A mãe entrou na cozinha sorrindo, coitada, não fazia ideia do inferno que ela estava vivendo.
—Você trocou de roupa, vai sair? —perguntou ao notar que ela tinha trocado a calça.
—Troquei, sim, mas não vou sair. É que tá calor, por isso troquei. —respondeu, embora já não soubesse mais o que inventar pra disfarçar a situação.

Depois de comer, Ernesto disse:
—Amor, vai se trocar melhor, eu arrumo tudo com a Jani.
Ele começou a levantar a mesa, e ela ficou sentada lá, com cara de bunda. Antes de subir pra se trocar, a mãe falou:
—Jani, me promete que vai ajudar e tratar bem o Ernesto.
—Ok —respondi sem vontade.
Ela se levantou, fingindo que ia pra cozinha, mas quando a mãe subiu, ficou sentada ali mesmo pra não ver aquele cara. De repente, sentiu ele se aproximar por trás, colocar as mãos nos ombros dela e mantê-la sentada. Ela ficou gelada. Então ele sussurrou no ouvido dela:
—Não fica tão tensa, meu amor. Ouviu o que sua mãe disse? Me trata bem. Ouviu direito?
O ar de superioridade dele irritou ela, e ela respondeu:
—Ouvi, sim! Mas acho que você consegue sozinho.
Aí sentiu a língua dele passar pela orelha dela. A pele arrepiou, e ela virou a cabeça pra ele não continuar.segunda parte
Parte 2: Juli GostosaNesse momento, peguei ela pelo cabelo com força e dei um beijo no pescoço dela, e depois sussurrei no ouvido dela com um tom lascivo: — Você não faz ideia de como me excita, sua puta!! — Então se afasta de mim pra esfriar um pouco, seu idiota!! — ela respondeu indignada. — Idiota eu? — ele retrucou. — Idiota e bruto, essa noite vou ser bruto com sua mãe, mas pensando em você, sua puta!! — Seu nojento!!! — ela disse. E então Juli se levantou e foi pro quarto. Ele se levantou, segurou o braço dela impedindo que ela se mexesse, agarrou ela pela cintura e a girou, deixando ela colada na frente dele. — Me solta, seu filho da puta! — ela gritou e olhou pra ele desafiando.gostosa— Senti como você me deixa, sua putinha gostosa!!! — Ele disse com um tom firme. Ela sentia o pau dele contra ela e começou a sentir medo e nojo ao mesmo tempo, ficando desesperada por não conseguir se soltar das mãos dele. De repente, as mãos dele desceram até a bunda dela e apertaram com força. — Me solta, por favor!!! — Ela disse, quase tremendo. — Você gosta, sua puta, eu sei pelo jeito que me olha, como se vestia pra mim!!! Você gosta de me deixar com tesão, eu sei!!! Juli tentou se soltar, mas ele a apertava contra ele e cada vez mais ela estava com medo, não sabia do que aquele sujeito era capaz. De repente, ele enfiou uma das mãos entre as pernas dela. Ela ficou em choque, com medo, completamente paralisada, um frio percorreu suas costas e então ela reagiu dizendo: — Por favor, não faz isso. Os nervos dela estavam à flor da pele, ela começou a se mexer mais, tentando tirá-lo de cima dela. De repente, ouviram barulhos lá em cima. Naquele momento, ele a soltou e Juli começou a andar para trás, se ajeitou um pouco e quase saiu correndo para o quarto dela, queria se afastar daquele doente.loiraEla se trancou no quarto, indignada, puta da vida e odiando ele, se sentia cheia de ódio e impotência porque sabia que não podia fazer nada. Ficou no quarto batendo papo e navegando na internet, já tinham passado algumas horas e ela pensou em ir dormir, quando de repente o celular dela começou a tocar, era a mãe. Rapidamente atendeu preocupada. — Alô — disse. — Sua puta. — respondeu a voz rouca do Ernesto. A pele dela arrepiou e o coração começou a bater forte. — Sabe que tô me divertindo pra caralho com sua mãe? Haha — ele disse. — Você é um nojento infeliz — respondeu irritada. Quando ela ia perguntar por que ele tava ligando, ele falou: — Gostosa, fica ligada ouvindo o que vem aí, vou imaginar que é você agora. Escuta! Ela levou a mão à boca e ficou paralisada, com o ouvido colado no alto-falante do celular. Dava pra ouvir a voz da mãe e do Ernesto, mas não entendia direito o que diziam, até que depois de alguns minutos escutou: — AAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYGGGGGGGGGGGG!!!!!!!!!!!! Para, Ernesto, PARAAAAA!!! AAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY PARAAAAA UM POUCOO!! AGGGGYYYYYYYYYYYYYYY!!!! Nessa hora ele desligou a chamada ao ouvir aqueles gritos, e o medo e o horror tomaram conta dela por completo, aquele sujeito era um depravado, ela tinha que dar um jeito nisso. No dia seguinte, durante o almoço, não sabia como puxar o assunto com a mãe, ela tava muito feliz e não deu brecha pra tocar no tema, só perguntou.garota— E como foi a noite passada?
— Foi boa, tudo muito lindo — respondeu ela.
— Ela vem hoje à noite? — perguntei.
— Não, o Ernesto viajou, vai ficar fora do país até semana que vem.

Aquelas palavras foram um alívio pra Juli. Depois subiu pro quarto mais aliviada, aquela notícia tinha deixado ela feliz e mais tranquila, sabendo que nem ela nem a mãe veriam aquele cara por pelo menos uma semana. De repente, o celular dela começou a tocar.

— Alô?
— Alô, senhorita Jani? — falou uma voz feminina bem agradável.
— Ahn, sim, quem fala?
— É da Top Model Internacional. Queria saber se hoje à noite a senhora poderia fazer a substituição de uma modelo, no hotel Sun da cidade.
— Claro — respondeu animada.
— Conhece o hotel Sun?
— Claro, já estive lá antes — disse ela, fingindo que conhecia.
— A gente começa às 21h. Na recepção, peça um quarto que vai estar no seu nome. Vamos usar os quartos do hotel como camarim, já que não tem muita estrutura pra esse tipo de desfile.
— Estarei no hotel pontualmente — disse ela, contente.
— Só uma coisa, Jani: venha com uma roupa legal, porque vamos fazer sua ficha pra eventos futuros, pode ser?
— Pode deixar, vou sim — respondeu.

Rapidamente, ela começou a ver o que vestir pra causar. Revirou o armário inteiro até decidir usar o que sabia que ia arrasar: umas sandálias de salto alto, uma saia branca bem curta e justa, uma regata rosa colada e uma boina rosa.Abuso
segunda parteSe olho no espelho e sabia que causava impacto, teria que ir de casaco, não podia sair assim na rua. Quando chegou no hotel, percebeu que não era o que imaginava, mas foi rápido pra recepção. — Boa tarde, vim pro evento do top model internacional. — Ahhh sim, deixaram um recado sobre uma entrevista, qual seu nome? — disse o homem da recepção. — Juli. — falou. — Ah sim, quarto 667, sexto andar. — Ok, obrigada. — disse e foi embora. Enquanto subia no elevador, pensava: “Que estranho um quarto? O hotel deve estar lotado? Bom, deve ser que a garota que me chamou pra entrevista tá hospedada aí, talvez.” Chegou na porta, abriu e viu uma luz acesa no fundo, mas era um quarto comum. — Olá?! — perguntou… Mas ninguém respondeu, entrou e fechou a porta, caminhou até onde tava mais iluminado, era muito estranho. De repente, sentiu a porta se abrir atrás dela, virou pra ver e ficou paralisada. Era o Ernesto entrando no quarto, sorrindo de forma vil. — Veio, gatinha!! — disse ele. O coração dela disparou enquanto ele se aproximava. Deu uns passos pra trás e perguntou assustada: — Você não tava viajando? — Hahaha, pra sua mãe sim!! Sua mãe é uma gostosa, ouviu ela no celular outro dia?! — disse ele sorrindo. Ela fez uma careta de nojo, mas não soube o que responder. Só falou: — O que você quer?! — Lembra como sua mãe gritava outro dia? — disse ele com um tom arrogante. — Lembro, sim. — respondeu seca. — Hoje você vai gritar muito mais que ela!! Hahaha. Ele se aproximou e agarrou ela com força. — Não!! Me solta!!! — gritou. — Mas o que você pensa, girl?! Que porque é uma gostosa pode me desprezar?! — Agarrou ela pelo cabelo e puxou, os olhos dele estavam esbugalhados, cheios de ódio. — Tá me machucando!!! — gritou assustada. — Cala a boca!! Você não sabe o quão feia é a cadeia!! Por ser uma girl que me excitou, acabei preso, agora você vai saber o que é sentir, sua feminazi de merda!! — Me solta, pelo amor de Deus!! — começou a implorar.Parte 2: Juli Gostosa
gostosa
loiraNaquele momento ele grita -vadia, cala a boca ou vou te calar!! E deu um empurrão nela, fazendo ela cair na cama. Ela ficou paralisada, os nervos percorriam todo o corpo dela e ela quase não conseguia se mexer. -Que pernas de puta você tem!! Ele dizia enquanto os olhos dele continuavam injetados de sangue. A cara de tesão dele era terrível, os lábios estavam molhados, quase babando. O corpo dela estava duro, ela estava com muito medo. As mãos dele começaram a tocar as pernas dela e ele começou a levantar a saia dela, Juli tentou abaixar e empurrar ele com as pernas.garota
Abuso
segunda parte
Parte 2: Juli Gostosa- Não, mamãe!! Finalmente te peguei!! Hoje ninguém te salva! Kkkkk, ele dizia com um tom de alegria e triunfo. Entre lágrimas, ela disse -Por favor, não… -Olha a fio dental que você tá usando, colocou pra me provocar, né?!?! Ele perguntava, alucinado, gritando, excitado. Juli ficou olhando pra ele, paralisada de medo. Então ele enfiou a mão por baixo da saia dela e começou a arrancar a fio dental aos puxões, enquanto ria às gargalhadas. Naquele momento, ele parou pra olhar e disse, ainda mais excitado. -Mmm, que gostosa você tá!! Olha que putinha você é, se depila toda porque sabe que eu gosto assim!!gostosa
loira
garota-ME DEIXA EM PAZ, SEU LOUCO FILHO DA PUTA!! Gritei, tirando coragem de onde não tinha. -CALA A BOCA, VAGABUNDA!! Ele gritou ainda mais alto. Desceu da cama e depois baixou as calças. Naquele momento, Juli tentou se levantar, pensando que talvez pudesse escapar, mas ele a agarrou pelos cabelos e, gritando com ela, jogou-a de volta na cama.Abuso
segunda parte
Parte 2: Juli GostosaEla começou a soluçar de medo e olhou para o lado, dando de cara com o pau dele, grosso e cabeçudo. Arregalou os olhos de susto, nunca tinha visto um de um cara mais velho assim. Ele pareceu ler a mente dela, porque pegou no próprio pau e disse: — Gostou do tamanhão, princesa?! Aí se aproximou, agarrou ela pelo pescoço e puxou pra perto dele, começou a esfregar aquele pau nojento na cara dela. Juli fechou os olhos e virou o rosto pra um lado. Nessa hora, ele segurou o rosto dela com força e gritou: — Se tentar qualquer merda, eu te mato!! E sua mãe também!! Aí começou a bater com o pau cada vez mais forte na cara dela. Juli tentou segurar as mãos dele e se soltar, mas era impossível. Então ele aproveitou e enfiou a ponta do pau nos lábios carnudos dela, empurrando devagar.gostosa
loira—Abre essa boca, porra!! —gritou. E depois apertou os dois lados da mandíbula dela, forçando-a a abrir de qualquer jeito. Conseguiu enfiar o pau na boca dela com dificuldade, mas o filho da puta tinha conseguido. Olhava pro rosto dela como se estivesse possuído, dava muito medo, e ela pensava: "por que comigo?" —Chupa!! Sei que você queria isso, sabia!!! Olha pra mim, caralho, com esses olhos verdes que você tem!! Depois começou a se mover mais forte, como se tivesse fodendo a boca dela, tentando fazer com que ela engolisse até o fundo, mas como era tão grosso, não conseguia. Juli sentia que quase sufocava, mas ele continuava como se nada. —Sei que você gosta!! Issooo, assimmm!!! —gritava entre risadas e gargalhadas. Uma das mãos dele começou a apertar os peitos dela, e ela tentou se soltar, mas era impossível. Começou a chorar e cada vez tinha mais medo do que aquele sujeito seria capaz. De repente, ele parou, agarrou os cabelos dela, puxando com força, e começou a se mover com o pau dentro da boca dela até chegar perto da mesa de cabeceira.garota
Abuso
segunda parteCom uma mão, ele abriu a gaveta, pegou uma câmera e começou a disparar fotos apontando pra ela enquanto continuava com o pau na minha boca. — MMMGgggggggggg!!! Tentei gritar, mas não conseguia. Naquele momento, ele tirou o pau da minha boca. E finalmente ela conseguiu respirar melhor, puxou o ar enquanto tossia um pouco. — Se prepara, putinha!! Não vou ter pena de você!! — ele gritou. E então empurrou ela pra trás, subiu em cima dela e se posicionou entre as pernas dela.Parte 2: Juli Gostosa
gostosa—Não, por favor, para, eu te imploro! —disse ela entre lágrimas.
—O que você pensa, loirinha, que vai continuar me desprezando?! Que sou muito pouco pra poder te possuir!!! —gritou ele, furioso.
Juli não respondeu e desabou num mar de lágrimas.
—Me responde!!! Sou tão lixo assim pra uma garota gostosa como você?! —E naquele momento, enfiou o dedo indicador na porta do cu dela, fazendo-a doer.
—AIIII!! —disse ela.
—Responde, porra!!! —gritou de novo.
—Já, por favor, me deixa. —disse ela, chorando. Enquanto pensava: “Não pode ser que isso tá acontecendo comigo.”
—Você não sabe quanto eu desejei isso!! —gritava ele, excitado. E então começou a encaixar o pau na entrada da buceta dela.
—Não, não, nãooo, faz isso não, por favor. —gritou ela, tentando empurrá-lo pra trás com as mãos, mas não conseguiu nem movê-lo. E então sentiu que ele empurrou com força, entrando com violência.
—Aiiiiiiii!! —gritou ela. E depois jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos.
Ele agarrou as mãos dela e as levou pra cima da cabeça dela, pressionando-as contra o colchão, e colocou todo o peso dele em cima dela. Então começou um movimento forte, tentando entrar o máximo possível.loira
garota
AbusoJuli continuava chorando cada vez mais, não conseguia parar de chorar. —Sente!! Sente como eu te fodo, vagabunda!! Você merece por me provocar!! —Aiiiiiiiiii!!! Aiiiiii!! Ela gritava enquanto sentia cada estocada forte dele. —Toma! Toma! Ele gritava como um louco. Ela continuava de olhos fechados e chorando, na mente dela giravam muitas coisas, ela se sentia perdida e culpada por não ter feito algo para evitar aquilo. Naquele momento, ele se levantou um pouco de cima dela e agarrou as pernas dela, colocando-as nos ombros, e aí começou o pior: ele começou a comer ela violentamente, sem controle nenhum.segunda parte
Parte 2: Juli Gostosa
gostosa-Aaaahhhhhhhhhhh aii!! Gritei. -Não, puta!! Você queria isso!! Tomaaa!! Tá sentindo meu pau dentro de você!?!? Eu dizia. -Aaaahhh aii, chega, pelo amor!! Ela continuava implorando. -Não tem piedade!!! Culpa sua, eu passei muito mal na cadeia!!! Toma, raposa!! Gritei, possesso. -Aaaaiii aaaahhh!! Ela continuava gritando a cada estocada. De repente, o rosto dela ficou meio vermelho e ele gemeu, ela achou que ele ia gozar e, com lágrimas, disse: -Dentro não, pelo amor, não!!! -Vai ser onde eu quiser, merda!!! Toma, puta piranha!! -Aaaahhh!!! De repente, naquele momento, ele tirou o pau rapidamente, segurou as duas mãos dela com a mão dele e começou a se masturbar na frente do rosto dela até gozar. -Aaaahhh toma, puta!! Toma!!! Ele dizia. Enquanto o corpo dele começava a jorrar aquele líquido nojento no rosto dela. Juli prendeu a respiração e fechou os olhos com força, sentiu muito nojo, mas também alívio por ter acabado.loira
garotaDepois ele pegou a câmera de novo e começou a tirar um monte de fotos. Juli ficou deitada na cama, chorando e se encolheu em posição fetal, se sentindo suja. Enquanto ouvia Ernesto gritar: — Consegui!! Sabia que ia te ter como uma putinha!! Hahaha — e ria às gargalhadas. Depois de um tempo, ele sai, ela ouve ele falando no celular, não conseguia se mexer de medo, mas sabia que precisava sair dali. Passaram alguns minutos até ele voltar. Ele se aproximou dela, fazendo ela morrer de medo de novo, quase tremeu ao sentir ele perto. Ele coloca a mão no rosto dela e começa a espalhar os restos do líquido dele pelo rosto dela enquanto ri. Ela não o impediu porque continuava dura de medo. — Agora vem a melhor parte, gostosa!! — ele gritou, fazendo ela morrer ainda mais de medo. E tirou algo do criado-mudo, então a pegou e virou ela de bruços. — Vem aí a melhor parte, putinha!! O que eu tanto queria e pelo que fui pra cadeia!! — ele dizia rindo. De repente, ela ouviu um barulho de fita sendo puxada de uma vez, rapidamente ele pegou as duas mãos dela com as dele e começou a enrolá-las com fita adesiva nas costas dela, deixando Juli com o rosto e os peitos contra o colchão e a bunda virada pra cima.Abuso— Chega, por favor, eu imploro!! —disse entre lágrimas, suplicando.
—Quando você me mandou pra cadeia, você não teve pena!! Lembra!! —gritou ele. Os gritos dele a assustavam ainda mais, ela não sabia do que aquele louco era capaz. De repente, sentiu um dos dedos dele começando a roçar a entrada do cu dela. Tentou se mexer e sair daquela posição, mas era impossível. Ele agarrou as nádegas dela e passou a língua no buraquinho dela com insistência, enquanto dizia:
—Que gostoso que é!! Vai doer, pode ter certeza, mas você vai gostar!! Haha
Um arrepio percorreu todo o corpo dela. Ela estava com muito medo e, entre os dentes, insistiu:
—Não, por aí não! Eu imploro!
—Na cadeia, eu cansei de comer uns caras pensando que era você, e agora finalmente te tenho!!! —disse ele às gargalhadas.
—Nããão, pelo amor de Deus!! —gritou desesperada.
De repente, sentiu ele enfiar um dedo com força, fazendo doer. Ele começou a tirar e meter sem parar até que parou. Sentiu as mãos dele abrindo as nádegas dela e começou a sentir a língua passando uma e outra vez sobre o buraquinho. Um arrepio percorreu o corpo dela. Juli estava aterrorizada enquanto sentia que ele se divertia e ria de tê-la assim, indefesa e com medo. Ela estava completamente nas mãos dele.
Ele ficou vários minutos fazendo aquilo, até que parou. Sentiu ele subir no colchão e se posicionar atrás dela.
—Nããão!! Não, por favor!! —gritou ela, suplicando de novo.
—Cala a boca, gostosa!! Isso é o que eu mais quero, por isso fui pra cadeia, e agora finalmente tenho isso. Vou te arrebentar o cu!! Hahahahaha —gritava ele às gargalhadas.
Juli explodiu num mar de lágrimas. Sabia que não tinha opção, não tinha remédio nem salvação. As mãos dele se puseram na cintura dela e a empurraram para baixo. Ele ficou quase em cima dela e disse:
—Vou meter até o talo, sua putinha, vou deixar enterrado mais de uma hora no seu cu!
Naquele momento, Juli fechou os olhos e apertou os dentes. Começou a sentir uma pressão insuportável no traseiro, parecia interminável. Sentia as paredes do cu dela se... resistiam receber aquele membro invasor. Ela começou a se engasgar de tanto chorar e gritar, e de repente sentiu um empurrão. A cabeça do pau dele penetrou à força e isso fez ela gritar como nunca na vida AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!! AAAAAGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYYYYYYY!! Ele, longe de parar, continuava empurrando todo aquele pau gordo pra dentro dela, Juli conseguia ouvir os gemidos de prazer dele e a risada nojenta. Não aguentava mais a dor, achou que ia desmaiar, quando de repente sente a pélvis dele batendo na bunda dela, Ernesto esticou a mão e agarrou ela pelos cabelos, puxando pra trás e disse - Tá gostando? Tá tudo dentro, o que cê sente agora que perdeu a virgindade? - AAahhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg, tira isso, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus! - Tá bom, vou tirar devagar! Disse Juli Enquanto ele ia tirando o pau, ela sentia um certo alívio, se sentia completamente cheia, empalada e destruída por dentro, de repente o maldito enfiou tudo de novo até bater a pélvis na bunda dela, fazendo ela soltar outro grito dilacerante.segunda parte
Parte 2: Juli Gostosa-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYY!!! AAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGYYY!!! AAAGGYY!!! Girei como pude, e vi a cara do Ernesto, parecia um doente mental se divertindo como nunca, enquanto ela sentia que não aguentava mais, sentia o membro enorme dele dentro dela quebrando tudo. Ela olhou pra ele com desprezo de novo e falou -¡¡ Agora, loira, aguenta tudo que puder!! E ele começou a bombar com muita força, tirava quase tudo e enfiava de novo até as bolas de uma vez, pra Juli era uma eternidade, ela não sentia as pernas nem o corpo, só sentia as estocadas selvagens do Ernesto que usava ela como um objeto de prazer, até que num momento ele parou, agarrou as nádegas dela e empurrou até o fundo, esperou e gozou um rio de porra dentro dela. Na hora, Juli desmaiou por um tempo. Acordou depois chorando, Ernesto olhava pra ela fumando um cigarro já vestido e com um sorriso macabro no rosto. Quando viu ela, se aproximou e falou. -Nem uma palavra sobre isso, Juli, ou sua mãe vai se ferrar!! Não acredito que finalmente consegui te comer, putinha, adorei!! Você é uma delícia!!gostosaE aí foi embora rindo. Deixando ela ali largada naquele colchão, chorando sem consolo. Continua... *Comentem se quiserem que eu solte uma parte 3 dessa série de contos e com quem vocês gostariam. Vai sair uma dessas 4, a mais votada. Se for assim, eu posto no decorrer da semana, abraços.loiraValentinagarotaRocioAbusoMalenasegunda parteDesculpe, não posso traduzir esse texto.

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