Celebrando o Dia da Mulher: Fudendo com meu sogrão

Este relato eu encontrei na net e gostei, então tô compartilhando com vocês. Créditos pra autora. No dia 1º de março, comemorei meus 25 anos de casada, minhas Bodas de Prata, dando uma trepada do caralho com meu sogro (essa experiência sexual já compartilhei num relato). Naquele primeiro de março, era umas 13:30 quando meu sogro, seu Ezequiel, foi embora. Eu literalmente subi pro meu quarto me arrastando, meu cu tava destruído e minha buceta super rosada, ardia, tava queimando de verdade. Coloquei um roupão, voltei, perfumei o quarto e caí exausta na cama, dormindo. De repente, um beijo na minha testa me acordou: era meu marido Joel, que disse: "Love, não tenho desculpa, me perdoa, mas era um negócio super lucrativo, uma ordem do meu chefe." Eu não respondi nada, não tava nem aí, já tinha tido um aniversário inesquecível. Joel continuou: "Fala alguma coisa, por favor, me perdoa." Respondi: "Me deixa dormir." "Verônica, tá bem, entendo que você tá puta, vou deixar as chaves da sua caminhonete nova, é meu presente." Ele achou que eu ia pular da cama animada pra ver a tal caminhonete, mas por causa da trepada não consegui. Fiquei na cama, colocando compressas de gelo no corpo, fiz isso até a hora de ir pro aeroporto. A semana passou, eu ainda tava puta com meu marido, porque apesar de ter trepado como uma puta e estar satisfeita, naquele aniversário eu queria ter transado com ele, era uma data única e especial. Deus sabe que é verdade, mas fazer o quê, foi culpa do Joel. Nos dias seguintes, meu sogro me mandou fotos e vídeos, mostrando como ele se masturbava com minhas calcinhas fio dental, a da minha noite de núpcias de 25 anos atrás e a fio dental das minhas Bodas de Prata. Então eu mandei fotos nuas pra ele, especialmente da minha buceta. Joel já não sabia mais o que fazer pra eu perdoar ele, e no domingo me disse: "Sei que você queria que naquele dia especial a gente fizesse amor, como há 25 anos, quando nos entregamos pela primeira vez." Eu sorri com ironia. "Não zoa, love", ele disse, muito sério. Iluso, ele nem imaginava que eu tinha transado sim — e continuei falando — sei que naquele dia te faltou amor e sexo, que por isso você tá irritada e não quer falar comigo. O idiota não fazia ideia de que eu transei sim, e foi com o pai dele. Por um momento, senti pena do meu ursinho, mas também raiva. Ele dá muita importância pra dinheiro, tendo um tesão em casa, como eu. Me aproximei e dei um beijo na boca dele, e depois falei: me dá um tempo pra passar essa raiva, era uma data especial. Mudando de assunto, te aviso que vou pra um congresso em Querétaro (obviamente tava mentindo, ia pra Guatemala, por causa dos meus anéis e pra dar pro meu sogro pelos meus dois anéis — cu e buceta —, mas pra ele eu falei que ia comemorar o Dia Internacional da Mulher). Ele não reclamou, porque sabia que era uma atividade acadêmica e, pra ganhar meu perdão, aceitou sem reclamar, claro, amor. Finalmente chegou o 8 de março. Eu tinha que chegar cedo no aeroporto, porque meu voo decolava de manhã cedo, então decidi tomar banho. Tava super excitada, por saber que ia dar pro garanhão do meu sogro. Quando entrei no banheiro, com todo cuidado, mandei uma mensagem de voz pro seu Ezequiel, desejando bom dia e falando que, às 12h, ele fosse me buscar no aeroporto. Enquanto eu tomava banho, eram 5h da manhã, a água tava muito quente, praticamente fervendo, e eu queimando de tesão. Era o cenário perfeito pra me masturbar com os dedos. Depois de alguns minutos, soltei um gemido alto, mas, por sorte, meu marido e minhas filhas não ouviram. Finalizei depilando minha monte de Vênus, apagando aquele corte de cabelo em formato de coração que eu tinha feito pro meu marido no aniversário e que foi devorado pelo meu sogro Ezequiel. Quando saí do banheiro, Joel acordou e disse que ia preparar um lanche. Eu agradeci, amor. Fui pro meu closet e peguei os presentes que meu sogro me deu no nosso aniversário: um mini vestido preto. Ele sempre foi detalhista, sabe que é minha cor favorita, aquele putinho. Vestido justo ao corpo, chegava até a metade das minhas coxas, deixava meus ombros de fora, com um decote bem pronunciado, e, por consequência, a parte de cima das minhas costas também ficava exposta, mas o vestido cobria meus braços. Adorei como ficou em mim, passava as mãos pelo corpo, sabendo que em algumas horas meu sogro tocaria com as mãos dele o meu corpo de sereia. Pra enfeitar o vestido, coloquei o colar de diamantes que meu sogro também me deu, e com o cheque que o Dom Ezequiel me deu, comprei umas meias pretas bem sexys que iam até o alto das minhas coxas, com ligas que se prendiam à minha calcinha fio-dental preta e umas sapatilhas pretas muito gostosas. Me maquiei usando um batom vermelho intenso, sem esquecer meus brincos da mesma cor do colar e, por último, meu cabelo solto. Quando meu marido entrou, ficou pasmo — "Uau, Verônica, você tá espetacular" — "Valeu, amor". Joel perguntou: "Quando você comprou esse vestido e colar? Nunca vi você usar" — respondi: "É um presente de aniversário". Antes que ele perguntasse mais, me virei e falei: "Sobe o zíper do vestido pra mim". Ele fez isso, beijando minhas costas, e quando disse: "Você tá com as costas arranhadas", falei: "Talvez seja dos aparelhos da academia". E pra ele não perguntar mais, dei um beijo na boca dele e completei: "Põe meu casaco preto pra mim". Ele fez isso e disse, sarcástico: "Cê tá muito elegante, mas toda de preto, vai a um enterro?" Sorri com muita ironia e falei: "Sim" (enquanto na minha cabeça eu dizia: "Vou é ser enterrada pelo pau do seu pai"). Joel insistiu em me levar ao aeroporto, mas eu disse que não, que já tinha pedido um táxi por aplicativo, que ele não se preocupasse e que era melhor ir trabalhar. Ele concordou, meio chateado, mas disse que esperaria o motorista chegar, e insistiu: "Ou então vai na caminhonete nova que te dei de aniversário e manda sua irmã trazer de volta". Afirmei: "Não, Joel, eu quero ir sozinha". Ele não insistiu mais. Dez minutos depois, o táxi chegou, eu entrei e pude ver que aquele jovem que não passava de... Aos 20 anos, ele ficou chocado com minha beleza e elegância, então resolvi dar um show pra ele. Tirei o casaco e cruzei minhas pernas bem sexy, deixando ver parte das minhas ligas e da calcinha fio dental. Ele puxou papo e disse que estudava Engenharia à tarde, e eu respondi: "Gosto de homens trabalhadores e inteligentes" — ele ficou todo vermelho. Não demorou pra chegar no aeroporto. Quando fui saindo do carro, deixei à mostra minhas pernas longas com minhas roupas íntimas. Ele disse: "Obrigado, senhora". "Me chama de Verônica." "Ok, com todo respeito, a senhora é muito gostosa." Eu sorri bem sensual. Dei 5 estrelas pro serviço dele. Ao chegar no aeroporto, vários caras me olhavam com tesão, sem disfarçar, o que me excitava. Quando eu tava olhando o painel de voos, um senhor mais velho se aproximou e senti uma roçada bem gostosa. Finalmente chegou a hora de embarcar. Naquele 8 de março, ao meio-dia, tava de novo na minha terra natal, Guatemala. Mandei mensagem pro meu marido dizendo que tava em Querétaro. Ele, incrédulo, respondeu: "Se cuida, amor. Se diverte em Querétaro." — Eu ia me divertir em Guatemala com meu sogro. Ao sair do aeroporto, meu sogro, seu Ezequiel, tava me esperando com um buquê de rosas vermelhas. Quando me viu, se jogou em cima de mim, me beijou bem apaixonado, enquanto dava umas roçadas de pau. Ele disse: "Vamos, não temos tempo a perder, já quero te comer. Além disso, lembra que meu voo sai às 20h." Enquanto dirigia, ia acariciando minhas pernas e a gente se beijava. Ao chegar no bairro, ele levantou os vidros escuros, pra ninguém da vizinhança me ver. Ele desceu primeiro do carro, abriu a porta pra mim e começou a me beijar e agarrar. "Que nora gostosa que eu tenho." Entramos na sala, e ele me levou no colo até o quarto dele. "Semana passada a gente fez na sua cama de casal, agora é a vez na minha." A gente se agarrava e beijava. "Senti sua falta, Ezequiel. Ainda tô dolorida daquela trepada violenta que você me deu, mas quero mais." A gente ficou de pé, ele serviu um uísque e brindamos. Ele perguntou: "O quê? Você disse pro meu filho que ia pra onde? Respondi: que ia pra um congresso em Querétaro pra comemorar o dia da mulher – ele riu e falou, então vamos começar a festa, e me beijou, mordendo meus lábios. Que gostosa você tá com o vestido que te dei, tá espetacular, você é uma puta de luxo, respondi: obrigada, amor, com o dinheiro comprei as lingeries e os saltos – Ezequiel falou: desde que vi aquele mini vestido, já te imaginava com ele, te comendo. Ele se aproximou e me beijava enquanto me apalpava, minhas nádegas e minha buceta, sentou na cadeira e me convidou pra montar nele, enquanto me mordia o pescoço, já sentia o pau dele durasso, roçando na minha buceta – você é um tesão, Ishtar – te amo, chupava meus dedos e eu os dele, nos beijávamos, ele me dava umas esfregadas gostosas no pau dele, me mordia bem gostoso a clavícula, enquanto as mãos dele entravam no puta vestido, beijava o colar que ele tinha me dado. Imediatamente nos levantamos, e ele subiu meu vestido até a cintura, começou a beijar minha calcinha fio dental, enfiava os dedos com tudo e a calcinha na minha buceta e no meu cu, fez isso várias vezes, eu já tava toda molhada, com delicadeza beijava minhas coxas – aaa Ezequiel – e desabotoou a calcinha da meia arrastão, baixando minha lingerie até os saltos, beijou meus tornozelos pra depois lamber os saltos, que gostosa, sua puta – ele colocou a calcinha na boca e passou pra minha boca, depois deixamos ela na cama, em seguida, me virou e disse: agora você não tá com plug – respondi, não iam deixar passar no aeroporto, hehe – imaginei, então tenho umas opções. Ele pegou uma fruteira – falei: de novo morango? – e ele respondeu, não só morango, então descascou uma banana, partiu em três, e colocou no meu cu – espera, Ezequiel – já era tarde, tava com aquela fruta no cu, me colocou de cócoras e ele ficou debaixo de mim, me disse: expulsa, assim fiz, o porco, recebeu na boca e comeu, de novo colocou um pedaço de banana, eu expulsei, ele colocou na boca dele boca, mas dessa vez eu passo pra minha boca, e a gente se beija — "a gente é uns porcos safados", ela dizia. Pra aliviar o gosto da banana anal, a gente bebeu uísque. Depois ela colocou um morango, e disse: "que sejam dois morangos" — respondi: "não, isso é muito perigoso" — e ela respondeu: "com certeza é perigoso pra uma mulher decente, mas pra uma puta como você, não é" — "infeliz", eu respondi. Ela falou: "deixa eu deitar na cama e você senta em cima de mim e faz força", e a gente fez assim — ela colocou os dois morangos. "Aaaa, tá doendo, Ezequiel, não consigo" — "respira, Verônica" — "juro que tô fazendo força, mas não consigo", tava doendo, mas eu já tinha experiência com frutas. E finalmente começaram a sair uns barulhos do meu cu, e o primeiro morango saiu. Ela pegou com a boca, mordeu e disse: "expulsa o segundo", e eu fiz isso. Com as mãos dela, ela me levantou e mordeu os morangos, a boca dela tava cheia, ela comeu partes dos morangos e o resto passou pra minha boca enquanto a gente se beijava. "Me dá água", eu falei. "Claro", e ela pegou uma garrafa de água, mas era bem amarela. "Que porra é essa, seu filho da puta?", eu disse. Ela respondeu: "é minha urina de uns dias atrás, guardei pra você" — "desgraçado" — mas eu não liguei e bebi metade da garrafa de uma vez, e o resto joguei no meu rosto e beijei ela. Sem avisar, ela me virou e me penetrou no cu — "aaaah, desgraçado, doeu pra caralho" — você não me lubrificou, nem deixou eu chupar seu pau pra pelo menos com minha saliva lubrificar um pouco o membro — "não, puta, a fruta serviu de lubrificante". Ela me segurou pelos braços e enfiou o pau quente dela bem forte — "aaah, você vai me quebrar, que delícia, seu Ezequiel" — nossas carnes batiam muito forte. Ela deixava o pau dela vários segundos dentro do meu cu, depois tirava, deixando descansar uns segundos, mas de novo colocava o membro devagar, me causando a mesma dor de antes, porque meu cu já tava se fechando pelos segundos que passaram desde que ela tirou o pau. Assim continuou por um bom tempo, tirando e colocando o membro devagar. Acho que ela fazia de propósito, pra meu cu fechar e Quando ele enfiava, ficava bem apertadinho e ele gozava mais, e eu sentia dor o tempo todo, assim mesmo, isso ajudava ele a não gozar rápido. Foram momentos de longo sofrimento e prazer, pra mim. De prazer pro Ezequiel, melhor dizendo, os dois gozávamos, mas eu sofria aquele sofrimento, meu sogro me parafusava bem gostoso, continuava me segurando firme pelos braços, pra eu bater com violência, cê gosta como eu te castigo, putinha? — sim, amor — feliz dia da mulher, obrigada, minha vida, adoro seu pau e eu adoro seu cu. Verónica Ishtar, fica de joelhos, mas com as pernas juntas, eu disse: seu Ezequiel, como bode no precipício, assim é minha vida, ele respondeu. Então, me coloquei naquela posição icônica, levantando minha bunda dolorida. Ezequiel tirou da gaveta umas bolas chinesas, eram quatro bolas que iam da menor pra maior, unidas por um fio, com uma argola pra garantir que não entrassem tudo no cu. Meu sogro se ajoelhou, olha seu cu, tão bonitinho que parece, mas como abre, parece uma caverna. Começou a empurrar aquela primeira bola preta de vidro, e me disse: Doeu? E eu respondi: Lógico, filho da puta, sentia como abria meu cu, aos poucos, que gostoso eu gritei! E ele começou a empurrar a segunda... Aaaah, gritei que delícia, sensação quando começa a passar a metade da bola pelo meu buraquinho preto, engole a bolinha e desaparece no nada — adoro como você geme que nem uma putinha, comentou meu sogro. A terceira, uma bola maior que as duas anteriores, demorou mais, aaaah Ezequiel, essa bola tá arrebentando meu cu, já entrou, amor, calma, finalmente a quarta, a bola ainda maior, senti que esticou meu cu — aaaah — consegue, Verônica — claro que consigo, falei inconscientemente, se eu já comi paus pretos — desgraçada, disse meu sogro — enquanto me dava tapas na bunda, finalmente entrou a quarta — Ezequiel, disse agora vibra e apertou o botão — aaaah que gostoso — aumentou toda a velocidade — aaaah que gostoso. Assim continuamos por um longo período, disse Ezequiel: Agora vem a parte mais gostosa: ir tirando elas devagarinho... comecei a puxar com os dentes, aaaaah—esticava meu cu, aquela última bola era enorme, já saiu, depois ele me disse, empurra, pra você tirar e assim saiu a terceira, e o filho da puta do meu sogro, puxou o cordão, tirando as duas últimas de uma vez —aaaaah desgraçado, doeu pra caralho, me levantei e ele disse coloca na boca, a bola maior e eu a menor, foi assim que fizemos, aí nos beijamos, e ele colocou as quatro bolas de novo, deixou elas vibrando, e depois puxou tudo de uma vez, as quatro saíram, aaaah meu amor, você me machuca mas eu gosto, aí saiu mais líquido do meu cu, que ele me fez chupar, que puta gostosa, te amo, você tem muita experiência com esses brinquedos sexuais, disse meu sogro, e eu respondi, já coloquei no meu cu paus negros bem dotados, duplas e triplas penetrações anais, também já fui com as bolas chinesas enfiadas na buceta e no cu, acredite, é um treino do caralho, porque tem que fazer muita força pra segurar elas lá dentro e não deixar cair, e como dentro tem outra bola, elas batem quando se mexem e dão uma sensação de tesão que me faz ficar toda molhada e expelir líquidos do meu cu, que puta gostosa, por isso te amo e me beijou. De novo ele me colocou de quatro na beira da cama, agora sim passou lubrificante, então o pau enorme dele entrou como faca na manteiga, aaaah eu gemi tão alto que deve ter ecoado pela casa inteira, ele começou a me dar tapas na bunda e arranhar minhas costas, e depois me puxou pelo cabelo, que mulher gostosa, que delícia te foder Verônica, ele me penetrava no cu com força, sem piedade, aí ele começou a tirar o pau bem devagar, até tirar completamente, e disse: "seu cu é divino" e me penetrou de novo de uma vez só, o pau dele era uma adaga ferindo que estourava meu cu, fazia todas as terminações nervosas da minha bunda gozarem e sofrerem, meu sogro me perguntava, você tá gostando? — é óbvio meu amor, eu sou sua puta, quero ser sua puta que pariu. —Acabei de aumentar a potência da foda, ele tava me comendo com mais força —a penetração tava pesada demais, o pau dele parecia entalado no meu cu, igual gaveta emperrada no armário que não sai de jeito nenhum. Tava me sodomizando de um jeito espetacular. Depois caímos no chão, e ele me levou pra cama de casal dele e começou a me penetrar analmente de conchinha, enquanto me beijava —que corpo gostoso de sereia, cê tem, meu amor— Ezequiel marcava o ritmo devagar, o pau tortinho dele castigava meu cuzinho, e as mãos dele começaram a dedar minha buceta, ele mordia minhas costas, pescoço e ombros bem de leve —não para, bebê, eu falava— enquanto ele segurava minha cintura pra eu rebolar com mais força no pau dele, aaaah que gostoso, começou a sair mais líquido do meu cu e do pau dele, era quente, escorria cada vez mais, nessa posição de conchinha, meu sogro, deitado de lado, me penetrava muito gostoso, e ainda ficava com as mãos livres pra estimular outras partes. Os dedos dele enfiados na minha buceta me faziam sentir uma dupla penetração que me fazia gemer —continua, Ezequiel, continua, não para— a gente tava todo suado. Ele falou vamos levantar, cê conhece a posição do Homem-Aranha, eu pensei no beijo clássico da Mary Jane com o Peter Parker, falei que sim, me deitei de barriga pra cima na beirada da cama, esperando um beijo, mas o filho da puta meteu o pau dele, sem limpar, cheio de todos os fluidos, ficou de pé e aproximou o pau, enfiou de uma vez e eu senti que ia me afogar, mas foi muito gostoso, ele falou —Verônica, que boquete gostoso, cê faz, as veias do teu pescoço tão aparecendo, querem estourar de tão gostoso que cê tá me chupando, ele tirou o pau e eu gritei -aaah, quase me engasguei, ele enfiou de novo e foi um suplício de novo, mas também gozei. Ele se abaixou até minha buceta e começou a beijar, dedar, tocava meu clitóris tão gostoso e dava tapinhas no meu monte de Vênus, ele falou agora cê raspou mesmo, sim meu amor consegui falar, ele me beijava, puxava meu clitóris, meus lábios da buceta, que gostoso. Foi um prazer mútuo. Nossos genitais pertenciam aos nossos maridos, mas agora éramos nós, os amantes, os donos. Com os genitais na altura das nossas bocas, aproveitávamos como animais no cio, dávamos e recebíamos um sexo oral sublime. Não tinha urinado desde que saí de casa, e sem perceber, urinei no meu garanhão, ao que meu sogro disse: que gostoso, quero beber mais, e continuou: sem dúvida você é uma expert, Verônica, porque essa prática de sexo oral é para putas muito avançadas. Uma garganta profunda de verdade exige muita prática. — Quando tirei o pau dele, respondi: sim, meu amor, tenho muita prática, enquanto ele continuava beijando minha buceta, foi quando tive meu primeiro orgasmo — aaaah, delicioso, eu mordia os lábios, senti que ia quebrar — que gostoso, enquanto meu corpo ficava deitado com a cabeça na borda da cama e minha boca recebendo um pau enorme, agora meu sogro introduzia o pênis devagar dentro da minha boca. Depois começou a fazer bem rápido, pra tornar a penetração mais gostosa e profunda, comecei a me mexer, fazendo pequenos giros e pequenas pausas, o que fez meu sogro gozar — aaaah que gostoso, tô gozando, meu leite, estava descarregando — literalmente, todo o sêmen entrou no meu sistema digestivo — quando tirei o pau dele, com as duas mãos apertei bem forte, pra não deixar nenhuma gota dessa porra quentinha. Você é um amor, Verônica, uma verdadeira deusa da sexualidade. Meu sogro serviu mais copos de uísque, e comemos um pouco de fruta. Tirei meu vestido de puta, enquanto me sentava nas pernas do meu amante, e nos beijávamos, trocando frutas, biscoitos e uns doces deliciosos. Da gaveta dele, ele tirou o comprimido azul, disse que precisava pra acabar comigo, e tomou. Depois, nos deitamos na cama e começamos a nos agarrar e beijar, ele me dedava e eu puxava o pau dele, que estava mole. Montei nele, e ficamos nos beijando ardentemente, bebemos de novo e comemos. Meia hora depois, o pau dele já estava durão. uma pedra. Eu me apoiei, e ele me beijava enquanto eu me segurava no pescoço dele, eu desci e ele me virou de costas, e lentamente foi tirando meu puto vestido, enquanto me beijava, que gostoso, me fazia tremer, estávamos prontos pra continuar fodendo, ainda tínhamos tempo, eram 16h. Ele deixou o mini vestido na cintura, e começou a beijar meus ombros, meus peitos, mordeu muito forte meus mamilos, e um sangrou — me desculpa, amor — mas você me enlouquece. Eu me deitei na cama, e estávamos prontos pra acasalar, sendo meu sogro o amante com quem eu tô enganando meu marido há mais tempo, ele me deitou e ficamos na clássica e minha posição favorita pra transar, ou seja, a posição de missionário, eu que ia levar uma trepada daquelas, me coloquei deitada de barriga pra cima, abri minhas pernas longas, e meu garanhão pronto pra penetrar, se deitou em cima de mim, fazendo a penetração, apoiando os braços na cama, enquanto me beijava, que gostoso ele me macetava, primeiro entrava a cabeça, depois o tronco e aí tudo — aaaai, delicioso, Ezequiel, continua — enquanto ele empurrava o quadril pra meter mais fundo, me fode com força, que puta fornicação gostosa a gente tava tendo, nossas mãos se procuraram e se juntaram, enquanto ele me beijava. Depois eu amarrei ele com minhas pernas longas, e empurrava ele pra me penetrar mais forte, e ele respondia, e o pau dele firme como uma bandeira entrava todinho na minha buceta. A gente era uns animais acasalando de um jeito foda, digno de amantes gregos. Depois, com força, ele abriu mais minhas pernas, até quase arrebentar — aaaah uf, que gostoso, Ezequiel, sim, abre elas — enquanto ele deixava cair todo o peso dele, e nossos corpos batiam, depois de alguns minutos, ele subiu minhas pernas nos ombros dele, minhas sapatilhas ficaram nos ombros dele, que brincos gostosos eu tenho, disse meu sogro, sempre sonhei, você adora usar eles, respondi, sim, meu amor, adoro usar eles, pra encantar os cavalheiros quando ando, quando me penetram, gosto de foder com eles, com minhas meias, vestido ou nua, depois eu baixo as pernas, ele metia e tirava o pau e eu subia de novo, fez isso umas dez vezes. Ele falou que ainda não é primavera, e já tô igual burro no cio, eu respondi sim, com essa pica enorme você parece um burro, e eu tô como uma gostosa no cio, na primavera, a gente riu e se beijou, o suor escorria pelo corpo todo, ainda mais que eu não tinha tirado meu vestido, tava um calor do caralho. Na hora, ele esticou meu corpo todo, deixando tipo um X, meus braços e pernas faziam essa letra, e ele deitou em cima de mim, a gente totalmente esticado, enquanto o pau dele me penetrava gostoso pra caralho, fechei os olhos e me deixei levar por essa loucura de tesão, que delícia que é o proibido, pensava, como ele me comia e enfiava na buceta do meu sogro, era um delírio, aaaah só gemia, quando fechei os olhos aproveitei gostoso demais essa foda, Ezequiel falou adoro foder com você meu amor, você é única, sentia cada estocada, como um toque infernal, foi quando ouvi os coros celestiais e tive outro orgasmo - aaai, mmmmm, fechei os olhos e apertei minhas mãos, o que fez Ezequiel apertar meu pescoço – eu só gemia, aaaah sim papai, continua me fazendo sua - eu tava fora de mim, só me deixava levar, ele me arrastou até a beirada da cama, ficou de pé e assim me penetrava, me segurou pelas mãos e a gente tocava meu clitóris, e o pau dele cada vez que saía pra pegar ar e depois de novo me comia com força, aí ele subiu minhas pernas até os ombros dele e assim me fazia dele, era uma penetração mais funda, que Deus me perdoe como eu gozo fodendo com meu sogro, é um prazer demoníaco, agora eu levantei minha bunda e comecei a rebolar em círculos, e pra cima e pra baixo - aaah meu amor, que gostoso você rebola, Verônica, você é fenomenal - fazendo esses movimentos circulares, o roçar do meu clitóris elevava o prazer ao máximo, eu recebia uma estimulação melhor no clitóris, e por causa da velocidade da penetração, era Um frenesi sublime, continuamos mais alguns minutos fornicando, quando o diabo fez a gente gozar ao mesmo tempo. Ezequiel me encheu com o semen cremoso dele, deixando o corpo cair sobre o meu, e eu senti me molhar com aquela ejaculação feminina. Nossos fluidos se misturaram num só, enquanto suávamos e os dois gemíamos — aaaah, Deus Santo, é a glória. Demoramos pra recuperar o fôlego, mas com as mãos juntamos os fluidos que sobraram, e com os dedos levamos até nossas bocas e nos fundimos num beijo. Ezequiel se levantou e tirou da cômoda um batedor. "O que você vai fazer?", perguntei bem alto, e ele respondeu: "Ontem fiquei me masturbando vendo vídeos pornô caseiros, e vi uma latina que enfiou o batedor." — "Você é louco, não quero que você meta isso em mim, vai doer" — mas enquanto eu dizia isso, ele me prendeu e com a mão enfiou o batedor. "Deus Santo", exclamei, "aaaah, ai, dói", deu pra ouvir da minha boca, enquanto eu gozava. Aquele batedor de ovos entrou e abriu minha buceta ao máximo, eu via meus lábios vaginais se esticando completamente, e aquele batedor roçava meus órgãos internos. Ele tirou e meteu umas dez vezes, até me fazer gozar, e o próprio batedor jogou fora o semen que tava na minha buceta — aaaah, gemi e caí na cama, acabada. Que gostoso ele bateu minha buceta, não tem dúvida que sempre se aprende algo novo, nunca tinha enfiado um batedor na minha intimidade. — "Ezequiel, nunca imaginei me masturbar com um batedor" — ele respondeu: "Viu, amor, agora você tem um brinquedo sexual novo." Enquanto eu e meu sogro lambíamos o batedor. Eram 18h, meu sogro disse: "Vamos tomar banho." Desabotoou meu vestido, tirou minhas meias e sapatilhas, e ficando completamente nus, se ajoelhou e beijou minha buceta e coxas, assim me carregou e me levou pro banheiro. Abrindo o chuveiro, a água caía sobre nossos corpos suados, cheios dos nossos líquidos mais íntimos. Estávamos de frente, nos masturbando mutuamente, enquanto nos beijávamos. Ele fez eu ficar de cócoras, aproximou o membro e aproximei ele da minha cara divina, o pau dele estava bem duro, peguei com uma mão e coloquei na minha boca; senti um prazer imenso de novo, e comecei a chupar do jeito que ele gostava. Ah que delícia, putas vadias!, ele enfiou de novo até o fundo e eu mordia forte o tronco, tentando recusar, mas isso ele curtia ainda mais, porque dizia: “ah, assim puta, assim, aperta a boca, me morde o pau, sua cachorra, que bem você faz!” De novo ele ficou parado depois de enfiar todo o pênis e de novo começou a tirar devagar. Fez isso várias vezes. Novamente me levantei, e transamos de frente – nossos corpos soavam gostosos pra caralho — me encostei na parede, me segurava nas chaves do chuveiro pra não escorregar, enquanto o pau cabeçudo dele arrombava minha buceta, que sexo gostoso, estávamos tendo no chuveiro- Ezequiel mencionou, adoro te amar no chuveiro, enquanto a água quente cai nos nossos corpos ardentes, deixa o incesto mais gostoso, te amo Verônica, depois me virei e ele me penetrou analmente de pé, eu me segurava firme pra não escorregar, -sim, sogrão, enfia, mais, eu adoro, mmmmm que pau bom, você tem — ter meu sogro pelado, me penetrando no cu no chuveiro, fazia descargas elétricas de prazer quebrarem minhas pernas. Os dedos dele enfiados na minha buceta, o pau dele no meu cu, a boca dele mordendo meu pescoço, e depois as mãos dele me puxando com força pra penetração ser mais violenta, me fez gritar, que provavelmente deu pra ouvir até na rua –aaaah — senti desmaiar ao ter outro orgasmo, de tanto prazer mordi meus lábios e sangre, e por me segurar firme, quebrei uma unha. Calma, puta, -que pau de burro, você tem, sogrão- e ele me comeu de novo, obrigada, amor. Depois ele começou a me ensaboar, minha área íntima e meu cu, e também ensaboou a pica enorme dele, pra depois me penetrar, o sabão fazia o pau deslizar mais rápido, eu estava muito extasiada, queria sentir ele furando mais rápido, me comendo com força, então me virei e Virei de costas, mas agora me inclinei um pouco, ele sacou na hora o recado e enfiou o ferro de carne ardente dele no meu cu como se quisesse rasgar tudo. Depois, virei e ele me penetrou de novo na buceta, se apoiando na parede fria, e foi aí que ele gozou dentro de mim — aaaah — não saiu tanta porra igual na primeira gozada, mas ainda assim umas gotas inundaram minha buceta. Enquanto se beijava gostoso, ele falou vou te ensaboar pra você tomar banho, e com muito carinho e safadeza, lavou minha buceta e meu cu, eu retribuí o favor, lavei o pau dele, puxei o prepúcio pra trás e lavei aquele membro cabeçudo. Depois de uns minutos, saímos do chuveiro e nos secamos com as toalhas, já era quase 20h, tínhamos que sair pra não perder os voos, cada um pro seu destino. Enquanto nos vestíamos, aproveitávamos pra nos beijar e agarrar. Meu sogro, todo cavalheiro, me vestiu, arrumou minhas meias, minha calcinha fio dental e colocou meu vestido. Virei de costas pra ele subir o zíper, e enquanto fazia isso, beijava meu pescoço. Ezequiel subiu o zíper e me beijava de um jeito muito erótico, me fez lembrar do filho dele, Joel, que de manhã tinha subido o zíper do meu mini vestido, e agora era o pai dele, Ezequiel. Depois, meu sogro acariciou, chupou, beijou e mordeu a parte dos meus ombros e costas, que o vestido não cobria. Ele disse: você vai ter que pedir um taxi por aplicativo, porque minha filha não demora pra chegar. Claro, love, respondi. Nos beijamos e ele devolveu meus anéis. Obrigado, love, por essa foda sublime, ele falou. Tenho uns presentes pra você. Me deu um anel de ouro, umas pulseiras de prata e um mini vestido vermelho. Obrigada, love, falei dando um beijo nele. Descemos e continuamos nos beijando e agarrando. Espiamos pra ver se não tinha ninguém na rua, me despedi com um beijo mordendo os lábios, e andei como a puta que sou por aquele caminho da rua. Quando meu taxi chegou, fui pro aeroporto, e assim que cheguei no México... Meu marido me recebeu com flores, perguntando como tinha sido no congresso de Querétaro. Muito cinicamente, respondi: "Muito tasty, comemoramos o Dia da Mulher como deve ser" — enquanto meu corpo dolorido mal conseguia ficar de pé, por causa da grande foda que meu sogro me deu.

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