Olá, pessoal que acompanha essa história. Estou retomando o relato depois de muito tempo sem escrever. Como contei antes, Zoe conheceu um cara com uma pica enorme durante uma viagem a Córdoba, e passou duas semanas se esbaldando com aquele pauzão. De volta à nossa cidade, continuou em contato com o cordobês, trocando fotos e vídeos bem quentes. Quando o tesão não deu mais, combinaram que ele viria até nossa cidade para matar a vontade de comer minha mulher. Zoe me disse que adoraria que o cara ficasse na nossa casa, pra transar mais à vontade, e que durante a estadia dele eu cedesse meu lugar na nossa cama e dormisse no sofá. Não foi uma imposição, ela fez como um pedido, se fazendo de bebê travessa enquanto falava, se aninhando no meu corpo, toda dengosa. Me perguntou se não me incomodava; que se eu não quisesse, tudo bem, ela diria pra ele ficar num hotel. A verdade é que, de cara, a proposta não me agradou muito. Eu curto ser corno e não tenho problema com Zoe dormindo com outros caras, mas ela ficar na minha cama, me deslocando, não me descia bem. Por outro lado, eu imaginava a situação, que não me convencia muito, e ao mesmo tempo me dava um tesão danado. E mais tesão ainda dava o jeito que Zoe me pedia, se fazendo de bebê putinha que pede pro namorado ceder a cama e a mulher pra outro macho, enquanto ele espera como um bom corno batendo punheta no sofá. Como vocês podem imaginar, não consegui dizer não, e logo depois de aceitar, entrei num estado entre angústia e tesão que durou até o cara ir embora. Zoe combinou com o cordobês que ele viria na semana seguinte, e durante aquela semana a gente só transou. Ela trepava por causa do tesão que tava de levar pica do cordobês, era óbvio que nem pensava em mim. Naqueles dias, eu fui praticamente um consolo, porque enquanto a gente transava, ela não parava de falar do A pica do cordobês, da vontade que ela tava de chupar a pica dele, de ele arrebentar bem a bunda dela, de enche-la de porra, de trata-la como uma puta. Nunca tinha visto ela tão tesuda com um macho, nem assumir esse papel de puta barata, promíscua; porque, embora fosse uma putona do caralho, a dela era mais de puta intelectual. E, como descrevi no relato anterior, eu ficava meio preocupado, e também mais excitado do que nunca. Às vezes o que ela dizia me deixava tão tesudo que eu gozava na hora, e ela, toda pegando fogo, me agarrava pelos cabelos e me fazia chupar a buceta dela cheia da minha porra, até ela gozar. Quando o cordobês chegou, ela foi buscá-lo no aeroporto e demoraram umas hora e meia pra chegar em casa. Ela me apresentou, era um cara muito gato, bem sarado, mais alto que eu, que me cumprimentou educadamente, mas sem me dar muita bola, tipo quem cumprimenta o irmão da gostosa que vai comer. Perguntei pra Zoe se tinha rolado algo durante a volta, por causa da demora, e como resposta ela me deu um beijo de língua que tirou todas as minhas dúvidas pelo gosto de porra que tinha. E enquanto o cordobês tomava um banho, ela abriu a camisa e disse: “olha, quer provar um pouquinho?” Debaixo da camisa dava pra ver parte do sutiã e os peitos encharcados, e o cheiro de porra era impressionante. Imediatamente comecei a lamber tudo que podia e a beijá-la, como um desesperado. Ela me contou que não aguentaram e pararam pra transar no carro, na pressa. Tavam tão tesudos que o cara baixou a legging dela, puxou a tanga e enfiou a pica inteira de uma vez na buceta, que tava encharcada. Transaram na bruta, como desesperados; ela gozou na hora, e ele deu umas bombadas e avisou que não aguentava mais, e que queria gozar na boca dela. Ela tinha tirado a camisa e tava só de sutiã, com os peitos pra fora, e na hora o cordobês tirou aquela pica enorme prestes a explodir da buceta dela, Ela despejou toda a porra na boca dela, escorrendo pelos peitos e pelo sutiã. Ela me contou isso enquanto eu limpava toda a porra do macho dela dos peitos dela. Minha pika tava explodindo de tesão depois de tudo isso. Eu queria comer ela, mas ela não deixou, falou pra eu ser bonzinho e me segurar um pouco porque queria se guardar pro macho dela. Aí eu pedi pra ela me chupar, e ela topou, mas chupou rápido, só pra me fazer gozar e nada mais, cuspindo a porra no chão, como se tivesse me fazendo um favor. Ela disse que aquilo era a última coisa que ia dedicar à minha pika enquanto o cordobês estivesse por perto. Que aquela boquete era tipo um carinho, porque me amava, mas que eu entendesse que ela tava muito afim do magrelo, e que naquele momento só queria transar com ele. Que seria por uns dias, que por favor eu a compreendesse. Além disso, disse que, a princípio, iam transar de porta fechada, porque o cordobês não curtia muito que eu ficasse olhando. Tudo isso ela falou de novo naquele tom de putinha sapeca, acariciando minha pika murcha, como quem acaricia um brinquedo. Me deu um beijo suave na boca, tirou toda a roupa, ficando só de fio dental, e foi tomar banho com o cordobês. Em poucos minutos, comecei a ouvir os gritos de prazer da Zoe. Era óbvio que o cordobês tinha uma piroca enorme e sabia usar. Ficaram assim por um tempo, não muito, até a Zoe gozar gritando que nem uma porca. Ele não gozou; se secaram enquanto conversavam e riam, dava pra ver que tinha muita cumplicidade entre eles, saíram pelados do banheiro, entraram no nosso quarto e fecharam a porta. Eu tava no sofá, tentando me concentrar num filme, e quando eles passaram pro quarto, pude ver a pika semi-ereta do cordobês — realmente era uma pika linda! E olha, até salivei. Ficaram quase duas horas transando que nem loucos, com pausas pra conversar e rir. Sempre de porta fechada. Depois a Zoe saiu do quarto; é impossível descrever a... Cara de satisfação e exaustão que a minha namorada tinha, todas as zonas erógenas dela estavam meio inchadas, o corpo suado e com um cheiro de sexo embriagante. Ela me olhou com cara de safada e exausta, mas sem dizer nada. Eu morria de tesão e curiosidade. "E aí? Me conta alguma coisa, por favor", falei. "Como foi?" "Olha como foi", ela disse, virou-se mostrando a raba, abriu com as duas mãos, e o que eu vi me enlouqueceu. Ela tinha o cu tão dilatado e inchado como eu nunca tinha visto, e a buceta inflamada, bem rosada, cheia de porra. Ela disse: "Quer provar, corno lindo?" enquanto se apoiava na mesa abrindo mais as pernas e empinando bem a raba. Imediatamente separei as duas nádegas lindas da minha mulher e comecei a lamber como um desvairado toda a fenda recém-comida, bem leitada. A combinação de aromas e sabores de fluido e sêmen me deixava louco. Enquanto lambia como cachorrinho bebendo água, me masturbei freneticamente e gozei igual um animal, ficando de joelhos no chão, exausto. Zoe acariciou minha cabeça, pegou duas cervejas geladas da geladeira e voltou com o macho dela. Antes de entrar no quarto, disse: "Você cuida do jantar, meu amor?" Entrou no quarto sem esperar minha resposta e fechou a porta de novo. Depois de me recuperar, comecei a preparar o jantar e, quando ficou pronto, bati na porta do meu quarto para avisar a Zoe, esperando que eles se levantassem para comer. Mas ela me pediu para levar os dois pratos numa bandeja, que iam comer na cama. A situação me incomodava de novo, mas não podia recusar. Eu estava passando por um tipo de humilhação que definitivamente não me fazia bem, nunca agíamos daquele jeito. Era uma faceta totalmente nova em Zoe, e embora ela não fizesse por maldade, estava curtindo aquele jogo, como se estivesse descobrindo sem querer, e gostava. E a verdade é que, em parte, eu também curtia. Preparei a bandeja e bati na porta de novo. porta. Zoe me disse pra entrar e deixar a bandeja do lado da cama. Quando entrei, os dois estavam pelados, vendo um filme; ela descansava no peito do cordobês, acariciando o pau dele que descansava pra um lado, todo babado, e ele acariciava em círculos, suavemente, o esfíncter dilatado da minha mina, que gemia baixinho. O cordobês me olhou meio incrédulo e debochado, ela me olhou com cara de ternura e disse "valeu, meu amor, você é um santo". Voltei pro sofá, continuei vendo o filme pra me distrair um pouco e jantar, mas quase não consegui comer nada. A mistura de sensações que eu tava era indescritível, e ao mesmo tempo eu tava com uma excitação constante. Zoe já tinha me dito que não ia transar comigo enquanto tivesse com o Cordobês, e pelo rumo que as coisas estavam tomando, era óbvio que, pelo menos naquela noite, eu não ia poder comer ela. Aí me deu na telha de escrever pra Fer, pensando que se ele me desse uma boa fodida ia me acalmar bastante e eu podia me distrair um pouco conversando com ele, já que ele sempre tinha palavras tranquilizadoras pra esses momentos, mas ele respondeu que não dava. Escrevi pro Nicolás, mas a mensagem não chegou. Nessa altura eu já tava me desesperando, porque tinha criado a expectativa de levar um pau pra me acalmar, e tinha me empolgado com a ideia. Então fiz uma última tentativa e escrevi pro Juan, que pra ser sincero não era o que eu mais curtia pra compartilhar aquela situação, sabendo que ele é muito tarado e adora me humilhar. Mas o tesão falou mais alto. Juan respondeu, não muito empolgado. Mas quando contei que a Zoe tava dando pra um macho na minha cama, e que eu tinha sido mandado pro sofá, ele ficou doido. "Daqui a meia hora tô aí, corno", ele disse, "prepara bem a raba porque você vai fazer concorrência pra puta da sua mulher pelo tempo todo que vou te comer. Já vou avisando que acabei de tomar um viagra inteiro; e quero que me espere de lingerie de puta." Expliquei que a lingerie Eu estava no quarto onde a Zoe estava com o cara dela, e não tinha intimidade suficiente com o cordobês pra me vestir de puta na frente dele, me dava muita vergonha porque o cara não era desse tipo de vibe. Por isso a Zoe não tinha me deixado ver eles transando. “Se você não se vestir de puta, não tem pau”, ela disse, “você decide”. Nessa altura, com todo o tesão do que tava rolando, eu já tava morrendo de vontade de chupar aquele pau. Então mandei um WhatsApp pra Zoe pedindo pra ela me trazer uma fio dental, uma cinta-liga e um espartilho, mas o celular dela tava desligado. Aí tive que ir bater na porta dela, e pedir pra ela dar uma espiada, pra falar uma coisa. Ela chegou perto da porta e quando eu falei baixinho que precisava da lingerie porque o Juan ia vir me comer, ela caiu na risada, de tão envergonhado que eu tava; e ao invés de ser discreta, começou a falar alto, “Você não tem que ter vergonha, meu amor, o Martín (o cordobês) com certeza não tem problema em você se vestir de puta, não é, Martín?” “Não, de jeito nenhum”, disse o cordobês, mais pra agradar a Zoe, porque dava pra ver na cara dele que ele tava chocado, e que achava super estranho tudo relacionado aos meus gostos, eu gostar de ser corno, gostar de ser comido e ainda me vestir de puta. A Zoe ficou toda animada pra me ajudar a me vestir, ela sempre se divertia muito com isso. Ela foi comigo pra sala e me ajudou a me produzir, com maquiagem inclusa. Quando eu tava pronto, ela chamou o cordobês pra me ver; eu dizia que não, que tava com vergonha, mas ela não ligou, ela achava divertido e sinceramente não percebia o desconforto que eu tava sentindo. O cordobês veio na hora, curioso pra me ver daquele jeito. A primeira coisa que ele fez foi me olhar como se eu fosse um bicho estranho, era claro que ele não achava nada natural o que tava vendo. A Zoe me fez girar pra ele ver a bunda nua. “Olha a bundinha pequena que a minha corna tem”, disse a Zoe, me fazendo morrer de vergonha. Ela me fez inclinar Um pouco e ele me deu um tapa na bunda. Me surpreendi que o cordobês ficou olhando pra minha bunda com uma cara bem diferente da que fez quando me viu. E notei que o pau dele ficou durasso. “A verdade é que seu namorado cuck tem uma bunda gostosa”, disse o cordobês, “e ainda mais, enfiado nessa roupa. Pena que tem cara de macho alfa.” ele falou, e voltou pra minha cama. Zoe me disse, “bem, meu amor, você tá divina pra ser comida pelo Juan. Que bom que você fez um plano com ele! Eu volto pra cama com o Martín, você não sabe como ele tava me comendo gostoso, já quero que ele me foda de novo! Aproveita seu macho alfa como eu, sua putinha linda.” E ela foi embora com o cordobês, deixando a porta entreaberta. Eu fiquei sentado no sofá, me servi um uísque triplo, e por um momento me abstraí da excitação. Comecei a refletir sobre o que estava vivendo; pensava “Minha mulher trouxe um macho alfa pro nosso quarto e ele tá comendo ela como uma puta, entregue e com a cumplicidade de uma namorada. E eu aqui sentado, enfiado nessa roupa, com meia arrastão e cinta-liga, um corset, todo produzido; esperando um macho alfa tarado e meio perverso pra me comer como uma puta de cabaré.” Esses pensamentos, longe de me incomodar, me excitaram pra caralho e, talvez por causa do uísque, comecei a me sentir mais solto. Perceber essa situação tão bizarra que eu tava vivendo, assumindo que eu curtia várias paradas sexuais que a maioria da sociedade reprime por julgamentos morais, me fez sentir muito livre, relaxado e com muito tesão! Eu tava imerso nesses pensamentos quando Juan tocou a campainha. Abri a porta e a primeira coisa que ele disse quando me viu foi “Muito bem, putinha! Vejo que você foi obediente.” Eu me virei e deixei minha bunda enfiada na roupa pra fora pra ele olhar à vontade. Ele agarrou minhas nádegas com as duas mãos, sem delicadeza, apalpou um pouco, me deu um tapa forte, e disse: “Bunda linda, putinha. Pena que vai ficar arrombada e aberta depois da fodida que vou te dar.” Nessa altura, eu tava morrendo de Calor. Pela porta entreaberta do meu quarto, dava pra ver o cordobês metendo sem pena na minha namorada, que se deixava empalar toda entregue. Empurrei o João no sofá, desabotoei a calça dele, puxei pra baixo o mais rápido que pude, até os joelhos; fiz a mesma coisa com a cueca, ficando de frente pro meu rosto a piroca linda dele, meio dura, que não demorou nem um minuto pra ficar no osso, porque, cumprindo o que tinha avisado, ele tomou um viagra antes de vir e já tava no efeito. João me olhava confuso, percebendo que minha atitude era bem diferente do que ele tinha visto quando mandei a mensagem pra ele vir. Peguei a piroca dele e engoli de uma vez, enchi de cuspe, masturbei, desci até os ovos, lambi, enfiei na boca, e voltei pra piroca. Lambe a cabeça com devoção, saboreando a glande, curtindo o gosto de piroca, engolia até o fundo, engasgava e voltava. Tinha aceitado mais uma vez bancar a puta corna, e ia fazer com capricho, porque adorava, porque o prazer desse jogo todo era indescritível. João bufava e gemia com o boquete que eu tava dando. “Parece que hoje você tá mais puta do que nunca, sua vadia, que boquete foda que você tá me dando! Nem sabe como vou comer essa sua bunda de puta!” Eu não parava de chupar e lamber aquela piroca, orgulhosa de fazer meu macho gozar. De repente, João tirou a piroca da minha boca, levantou, me fez ficar de quatro no sofá, com os braços no encosto, puxou o fio da tanga, e começou a chupar meu cu. Eu abria bem pra língua dele entrar toda, molhando toda minha raba, enquanto gemia baixinho. Num momento, não aguentei mais e falei “quero que você me coma, quero ela dentro, e quero sem camisinha”. “Siim, puta, vou meter no pelo, pra você sentir bem minha piroca”, disse João. Passei lubrificante na raba, passei na piroca dele, e enfiei eu mesma, fui sentando devagar; fazendo pausas, enquanto minha raba ia abrindo, e continuei até sentir os ovos dele no meu cu. Fiquei sentado uns minutos, de costas pro Juan, e enquanto meu cu se acostumava com o tamanho da pica dele, eu mexia a bunda em círculos, devagar, me dando prazer e fazendo o Juan gozar. Aos poucos comecei a subir e descer, subia até ficar só a ponta da cabeça pra dentro e descia de novo, primeiro devagar e depois aumentando o ritmo. Juan bufava igual um touro, enquanto eu subia e descia, cada vez mais rápido, e mais tesudo. De repente parei, fiquei de quatro, com as mãos no encosto do sofá, e falei pro Juan: “Vem, agora sim, arrebenta bem meu cu do jeito que você queria, vem viado, me faz sentir muito puta!” Juan se ajeitou atrás de mim, apontou a pica na entrada do meu cu, e enfiou até o fundo. Com a dilatação que eu tinha, entrou como se fosse nada. Me segurou pelas cadeiras e começou a bombar igual touro no cio. Literalmente tava arrebentando meu cu, mas eu amava! Eu gritava, pela mistura de prazer e dor que me dava, mas não queria que parasse, pedia pra ele me comer! Tava solto. “Vai filho da puta, arrebenta bem meu cu!” Eu falava, enquanto empurrava minha bunda pra receber mais pica. Ele metia mais forte e falava “Isso, toma puta de cu arrombado! Como você gosta de ter o cu arrebentado, não tem jeito!” “Siiim, eu amo!” Eu respondia “amo ser sua puta!” Juan continuava me dando pica sem piedade. Eu completamente entregue. “Você gosta de ser minha puta enquanto outro fode sua mulher igual uma vagabunda, corno?” Juan falava. “Siiim, claro que gosto, adoro que comam minha mulher como uma puta, que me façam de corno enquanto um macho me enrabacha!” Enquanto falava isso aos gritos, e me batendo uma, comecei a gozar igual um porco, foi uma gozada incrível, muito longa. Nunca tinha soltado meu lado viado tão livremente como naquele momento, literalmente explodi numa gozada, e desabei no sofá. Quem não desabou foi o Juan, que continuava me comendo igual um possesso. totalmente dominado pelo tesão por todas as putarias sem filtro que eu tinha dito e pela trepada violenta que a gente tava dando, até que ele não aguentou mais e despejou toda a porra acumulada do tesão dentro do meu cu, numa foda que também pareceu interminável. Juan ficou bufando um tempão em cima de mim até que o pau dele foi amolecendo um pouco e liberou meu cu. Sabia que ia sentir essa trepada por uns dois dias, pelo estado que minha bunda tinha ficado, mas me sentia completamente satisfeito, o cu transbordando de porra, tinha adorado aquela foda. Num momento olho pra porta do meu quarto, e lá estavam parados, Zoe e o cordobês, em silêncio e com cara de espanto. O cordobês não conseguia processar tudo que rolava na nossa sexualidade, porque, no fim, ele só queria comer a Zoe, não conhecia o mundo do cuckold, tinha se empolgado com o jogo por videochamada, mas ao vivo ficava meio deslocado. E Zoe estava meio surpresa porque nunca tinha me visto tão solto no meu "modo puta", mas pela personalidade dela, amou essa variação. Ela se aproximou pra me beijar e disse "Meu amor, adoro que você se solte pra ser tão puta, amo essas coisas em você. E que aceite que eu possa gozar com quem quiser. Se quiser, tenho um presentinho pra você", disse apontando pra buceta dela escorrendo porra. "Claro que quero!" falei. Deitei de barriga pra cima no sofá e ela abriu as pernas e colocou a buceta na minha cara. Lambi devagar, já não tão excitado, mas queria receber o presente que minha amor me dava, na nossa cumplicidade. Lambi aquela buceta com amor, limpando cada resto de sêmen que pudesse ter sobrado, e também a bunda dela. Depois ela tirou a buceta da minha cara, me deu um beijo carinhoso, pegou o cordobês pelo pau, e foram pro quarto. Eu não aguentava mais, tava totalmente exausto de toda a jornada sexual e, principalmente, da surra de cu que o Juan tinha me dado. Nesse momento lembrei do Juan, e quando me virei pra ver ele, ele me olhava sorrindo, com cara de safado, apontando pra pica dele, que tinha endurecido de novo e tava dura que nem um mastro, por causa do viagra e do tesão que deu de me ver limpando a buceta enlechada da Zoe. Aí eu respirei fundo, tomei mais um gole de uísque, agradeci por dentro por poder realizar tantas fantasias, e comecei de novo a chupar com devoção a pica do Juan, enquanto minha mulher dormia com a vara dele.
4 comentários - Quando não dá pra negar ser um corno manso