créditos à autora. Essa história eu encontrei na web, gostei e resolvi compartilhar com vocês.
O primeiro de março é uma data especial para mim e meu marido Joel, porque foi o dia em que nos casamos, o dia em que unimos nossas vidas, e fruto desse casamento, temos duas filhas: Stefany, 22 anos, e Livia, 20 anos. Em 2023, completamos 25 anos de casados, as famosas bodas de prata. Decidimos comemorar na nossa terra natal, ou seja, na Guatemala, deixando nossas filhas na capital mexicana. Portanto, partimos do México e chegamos à noite na Cidade da Guatemala no dia 27 de fevereiro, nos instalamos na nossa primeira casa que compramos, que visitamos com frequência. Apesar de ser semana de trabalho, meu marido conseguiu permissão para ter 3 dias de folga, com uma única condição: ele tinha que fechar um negócio em Quetzaltenango, uma cidade que fica a algumas horas da Cidade da Guatemala. O negócio teria que ser fechado no dia 28 de fevereiro, então praticamente teríamos livres o dia do nosso aniversário e um dia extra, 2 de março. No entanto, o sócio pediu que ele fosse ao meio-dia do dia 2 de março, mas ainda tínhamos o dia do nosso aniversário intacto, então não demos importância.
Na manhã do dia 1º de março, levantamos da nossa cama de casal e nos arrumamos para sair para comer, viajar e ter nossa lua de mel de 25 anos de casados. Não contamos para nenhum familiar na Guatemala que iríamos, para não sermos incomodados e ficarmos só nós dois.
— Joel disse: "Meu amor, já tomei banho, agora vai você e se arruma. Vou sacar dinheiro no banco, não demoro."
— Respondi: "Sim, amor, não demora, ursinho. Esse dia tem que ser inesquecível."
— "Claro, linda" — ele se despediu com um beijo na minha boca.
Decidi entrar no banho, enquanto usava meus dedos para massagear minhas coxas e meus lábios da buceta, sem esquecer do clitóris e do meu monte de Vênus. — Aaaah, eu gemia de prazer — e a água caindo na minha buceta me dava uma... prazer delicioso. Terminei de me lavar, me arrumei, preparei uma bolsa, subi pro meu quarto, uma garrafa de champanhe, taças, morangos com chantilly, e outras comidas. Porque queria brindar com o Joel, no nosso leito nupcial, na cama que me fez mulher dele pela primeira vez, quando já estávamos casados. Já que quando éramos namorados, ele tinha a ideia de me esperar até o casamento, apesar de eu ser uma mulher extremamente safada, respeitei a ideia dele e a gente só se deitou até o dia do nosso casamento. Aquela casa, e especialmente aquele quarto, têm um significado especial pra nossas vidas. Por isso, brindar no nosso quarto era um ritual que não podíamos deixar passar. A gente tinha que foder naquela cama, igual fizemos pela primeira vez há 25 anos, naquela noite ele me fez dele, e desde então foi meu senhor, tendo meu corpo à mercê dele, sempre que ele quisesse. Tava inquieta porque ele não chegava, já tava demorando, apesar de estarmos na capital da Guatemala, normalmente atendem rápido no banco. Era meio-dia, quando meu marido me ligou. - Atendi com uma certa irritação: meu amor, cadê você? - Joel: amor, você não vai acreditar, mas meu chefe pediu pra fechar o contrato hoje mesmo, o sócio vai embora amanhã e tem que ser hoje. - Falei, não fode Joel - Ele respondeu; desculpa amor, é uma ordem direta do meu chefe, tenho que ir pra Quetzaltenango, mas volto à tarde. - Não respondi nada - Amor, ainda tá aí? Desculpa, mas é um negócio de centenas de milhares de reais. - Faz o que quiser - falei secamente. - Joel insistiu de novo: amor, volto rápido - falei: Joel, não fode, são 4 horas de ida e 4 de volta - Não mente amor, é menos tempo, além disso vou na caminhonete e o sócio topou dirigir pra gente se encontrar mais rápido. Faz o que quiser Joel, você é um idiota. - Me desculpa Verônica, mas você não tem direito de falar assim comigo, é trabalho - Respondi: é uma data especial, quando é que a gente vai ter outro aniversário com tanto significado, até as bodas de Ouro, esperar mais 25 anos pra fazer 50 anos de casados, não fode Joel, cê podia abrir uma exceção, nem tudo é dinheiro — Ele respondeu: tenho que trabalhar porque senão como vou ter grana pra te dar a vida de luxo que você tem, suas joias, caminhonetes, vestidos — retruquei: você é um idiota, esquece que eu também trabalho como professora (e puta) pensei comigo mesma, do suor do meu corpo tiro meu dinheiro pra comprar minhas joias, carros e roupas. — Desculpa, meu amor, me perdoa, não quis dizer isso, meu chefe já tá me chamando, vou chegar cedo, teremos a noite toda pra curtir, me desculpa por favor, Verônica, eu te amo, me entende, é trabalho, não posso deixar na mão. Resolvi desligar. Tava muito puta. Eu queria ter um aniversário inesquecível e olha que ia ter mesmo. Tava muito irritada, como diz o ditado, fiquei vestida e alvoroçada. Pra celebrar minhas bodas de prata, coloquei um mini vestido preto, liso, com um corte que deixava à mostra meu ombro e braço direito, totalmente oposto ao outro ombro e braço. Decidi não usar sutiã, porque não gosto que marque essa peça no vestido, então meus peitos davam pra adivinhar nus por baixo do tecido fino do mini vestido. Ele se ajustava muito bem ao meu corpo, realçava minha silhueta, era curto, deixava ver minhas pernas longas, combinado com uma meia cor da pele que cobria até a metade da coxa, destacando as formas, a suavidade e o comprimento das minhas pernas. Por baixo do puta vestido, uma calcinha fio dental preta transparente que deixava entrever minha linda buceta. As sapatilhas brancas e abertas mostravam meus pés delicados, que brilhavam esplendidamente quando eu andava. Meus lábios e unhas pintei de vermelho, uns brincos lindos de prata, resolvi colocar uma correntinha de ouro, usar meus dois anéis favoritos, ambos de ouro, um símbolo do meu casamento e o outro símbolo da puta que sou, uma vagabunda, a Deusa Ishtar. Também decidi deixar meu Cabelo solto. Ela estava vestida de um jeito muito sexy e elegante, francamente digno de uma puta de luxo, digna representante e reencarnação da Deusa Ishtar. Apesar do desgosto que tive com meu senhor, me sentia excitada, portanto, não podia desperdiçar o dia do meu aniversário, nem minha roupa sexy, então decidi sair para procurar um leão que domasse essa leoa no cio. Um garanhão que cruzasse com essa puma. Resolvi ir a um antro de luxo, na capital, arrumava minhas coisas, quando a campainha tocou, me perguntei quem poderia ser, e optei por ignorar, mas insistiram de novo, achei estranho, porque nenhum familiar da Guatemala sabia que meu marido e eu estávamos ali. Pra minha irritação, tocaram a campainha e bateram na porta de novo, então decidi descer e abrir. Quando, pra minha surpresa, era meu sogro, dom Ezequiel, fiquei completamente pasma com a presença do senhor. Meu sogro é moreno igual meu marido, mas fisicamente o oposto do meu esposo. Ezequiel é alto, 1,78, alto, magro mas forte, ainda conserva o cabelo, com uns fios grisalhos que dão um toque elegante. Pros seus 65 anos, se conserva muito bem. Aos 15 anos, foi pai do meu marido, e hoje, meu senhor e eu temos 50 anos, então ele tem exatos 15 anos a mais que Joel e eu. Sempre gosta de se vestir elegantemente, usava uma gabardina preta, chapéu da mesma cor e um charuto na boca, que deixou na lixeira ao entrar. — Bom dia, Verônica. Filha, como você está? — Ezequiel deixou escapar sua voz grave. — Tenha um bom dia, sogro. — Posso entrar? — Falei de um jeito seco e cortante. — Joel não está e eu estou saindo. — Você está brava? — Sim, senhor. O que o senhor deseja? — Respondi. — Bom, se me deixar entrar... — Claro — respondi, e entramos na sala. — Bem, Verônica, sei que hoje é seu aniversário de casamento, suas bodas de prata, e vim te dar meu presente. — Mencionei que seu filho me deixou na mão porque tem que fechar um negócio urgente e não... ele voltou - ele interrompeu até a noite - É isso, sentenciei. Houve um momento de silêncio, - disse Ezequiel - não entendo o Joel, tendo uma mulherão dessas, fazer isso com você - fiquei vermelha, mas não respondi nada - ele continuou falando, - alguém como você não é pra deixar sozinha nem um minuto, é pra te adorar a cada instante, princesa, você não merece suas lágrimas, se acalma e aproveita a vida - sim, senhor, só falei. Novamente ficou um silêncio constrangedor, e resolvi falar senhor, não vou tomar mais seu tempo, desculpa a forma grosseira de responder, o senhor entende - claro, entendo, filha, não se preocupa. - Como eu disse, tô de saída - Ele falou calma, ainda não te dei seu presente - certo, afirmei. Ele me deu parabéns, pegou minha mão e me abraçou, me dando um beijo bem estalado na bochecha, na mesma hora desceu a boca pra beijar meu pescoço e do mesmo jeito as mãos pra pegar na minha bunda, não tive tempo de reagir, quando me toquei, Ezequiel tava tampando minha boca; ele falou: "você sempre me deu tesão, mamacita, desde a primeira vez que te vi, faz 25 anos, você me provocou com seus vestidos curtos, melhor dizendo puta vestidos, com suas saias curtas e seus decotes; com suas pernas gostosas, que delícia de ver quando você anda, quando cruza, aff uma tentação de deusa, com esses sorrisos de puta que você me dá quando meu filho não tá olhando; agora você vai saber o que é bom com um homem de verdade". Tentei empurrar ele, mas ele é mais forte e não me deixava mexer; ele também falou: "não tenta resistir, puta, ou vai ser pior, é melhor cooperar, lembra que não tem ninguém em casa". Ele tirou a mão da minha boca e, puta da vida, reclamei: "Ei! Qual é o seu problema? O que cê tá fazendo? Vai fazer suas sujeiras em outro lugar!". Então ele, todo calmo, falou: "Ei! Calma, puta; não se faz de esposa direita, que você gostou sim. "Não, não gostei e exijo que você saia da minha casa ou vou contar pro Joel o que você fez comigo!". Ele só deu um sorrisinho safado - Não podia acreditar, meu Meu sogro me mantinha presa. Ezequiel: "calma, meu amor, vou te soltar, você está muito nervosa." Ele pegou minha mão para me consolar, depois me abraçou e me deu vários beijos no rosto de novo, e daí passou os beijos pro meu pescoço, me apalpando de um jeito mais delicado. Que mãos grandes ele tinha, pareciam tenazes, apertando cada parte do meu corpo de um jeito muito gostoso. Isso despertou minha luxúria, coisa que ele percebeu e me beijou na boca. Correspondeu ao beijo, mas reagi e falei que aquilo não estava certo, que ele precisava se ligar que quem ele estava beijando era a nora dele e mãe das netas dele. Ele continuou me beijando e, dos lábios, passou a beijar meus peitos por cima do mini vestido. Falei pra ele parar porque tava doendo. Ele disse que aquela dor era porque eu já tava excitada. Por um momento, pensei que a culpa era do meu marido por ter me deixado sozinha num dia tão especial, e se eu ia trair ele, que melhor jeito do que com meu sogro? Uma data especial, um amante especial. A gente ficou se olhando fixamente, os dois sabiam que era errado, mas já estávamos bem excitados. Peguei na mão dele e puxei pro sofá, mas ele recusou: "Não, meu amor, quero te comer na cama de casal." Ele me carregou, e enquanto subia pro quarto, me beijava, me acariciava. Como um possesso, só falava o quanto eu era linda, que ele se masturbava pensando em mim. Quando chegou no quarto, me colocou no chão e a gente se beijou de pé. Graças aos meus saltos, fiquei exatamente na altura do Ezequiel. Abracei ele enquanto me beijava e ele apertava minha bunda com as mãos. Falei: "Vamos brindar." "Claro que sim, amor", ele respondeu. Serviu champanhe e a gente bebeu. Ele pegou um morango, colocou nos meus lábios, eu mordi e, na mesma hora, ele também mordeu meu lábio e me deu o morango pra comer. Foi me beijando o corpo todo até se ajoelhar e chegar na minha área íntima. Deu uns beijos por cima do vestido e levantou ele com os dentes até a altura da minha cintura, deixando minha calcinha fio dental como único obstáculo pra ver minha... buceta, eu toco com a mão dela e ela disse "olha como tá inchada, precisa de uns beijos", e eu dou uns beijos por cima da calcinha fio dental. aí ela usa os dentes de novo e puxa aquela peça íntima até a altura dos meus joelhos, deixando minha buceta toda pelada. —Disse: Nossa, olha só, você raspou sua monte de vênus, deixando um desenho de coração, que sexy e gostoso que tá, que idiota meu filho, o que ele tá perdendo. Respondi: é isso aí, amor, é um corte especial de aniversário, enquanto a gente ria. Na hora, beijou minha buceta e mordia de leve meus lábios vaginais — que gostoso — senti a língua dela passando por toda a volta dos meus lábios vaginais, o que me fez tremer e dar uns pulinhos e rebolados em volta da boca dela. De tanto prazer, minhas pernas dobraram e eu comecei a gemer — aaa, que gostoso, continua. Comecei a girar o quadril em volta da boca dela e senti que ia desmaiar. Assim a gente continuou por um tempo. Depois de um tempo, ele largou minha buceta, com as mãos grandes dele, me virou e disse — Sua safada, olha o que você tem no seu cu, um plug anal — sim, meu amor, eu gosto de usar — vou tirar — sim, papai, faz o que quiser — Meu sogro disse: mamãe, ia tirar com as mãos, mas vou fazer com os dentes e assim, foi devagar, eu sentia o plug abrindo meu cu aos poucos, soltei um grito desesperado quando aquele plug de metal prateado com tampa roxa saiu completamente do meu cu — aaaa — ele me deu pra chupar, e eu chupei sem reclamar. Depois ele falou: cadê o controle remoto? aqui, amor, na minha bolsa, eu disse — Ele enfiou de novo de uma vez — e começou a brincar comigo, eu sentia como se uma descarga elétrica enchesse de prazer todas as terminações nervosas do meu cu. — aaa isso é uma delícia, é o paraíso, continua, continua Ezequiel, meu amor — Depois, ele tirou de novo, e eu chupei de novo, ele mandou eu fazer biquinho com o plug, e eu fiz. Enquanto isso, do meu cu escorria um líquido, que ele pegou com a língua. E também tirou a calcinha fio dental, que levou até o nariz. Eu cheiro ele e depois beijo. Foi quando ele me colocou de joelhos e esfregou meu rosto na calça dele, que já tinha um volume bem duro. Ele tirou a calça, deixando ver na cueca um pedaço enorme. Quando tirou a cueca, saiu um pau bem dotado, bonito, raspado, cabeçudo pra caralho, parecia um pão francês. Aquele pau comprido e grosso, cheio de veias, me convidava a devorar. — Ele disse: tira o plug da boca e faz o que sabe fazer. — Foi o que eu fiz, comecei a dar beijos no tronco, depois nos ovos, pra depois chupar, e ficar grudada igual um bezerro recém-nascido. — Que puta gostosa — chupa bem gostoso — eu fazia giros com minha língua no freio dele, o que deixava ele louco, e pra não gozar ele puxava forte meu cabelo pra me separar dele, mas eu queria continuar, e assim seguimos por um bom tempo. Depois ele me levantou e começamos a nos beijar, nossas bocas cheias dos nossos fluidos internos, aqueles fluidos mais íntimos, mas era assim que a gente gostava, éramos animais no cio. Ele me deitou na cama de casal — quero foder minha puta, aqui na sua cama de casamento — ficando na posição clássica de papai e mamãe. — Coloca devagar, você tem ele grande e tenho medo de doer. Ele colocou a cabeça, mas como é muito cabeçuda, começou a abrir minha buceta, ele se deixou cair sobre mim e disse: — Vou enfiar o mais devagar que puder pra que em vez de dor você sinta prazer. Ele foi entrando aos poucos, tirava e depois sentia que entrava um pouco mais até que eu tive ele todo dentro. Já com o pau todo dentro, me deixei levar pelas estocadas dele. — Ezequiel, que gostoso, me faz sua, eu gemia de prazer — Mas, em alguns momentos, eu refletia e dizia pra mim mesma: Deus, o que estou fazendo, quando foi que eu caí pra mostrar todas minhas intimidades pro meu sogro, no dia das minhas bodas de prata, mas sentir o tronco do Ezequiel entrando e saindo, esses pensamentos se dissolviam no meio do prazer que eu estava sentindo. Aqueles gritos de puta em o silêncio que eu tava dando – aaa, mas, que gostoso- calava a voz da minha consciência. Enquanto ele me penetrava, nossas mãos se juntavam, o que tornava aquele momento épico. Meu sogro me mandou parar, virar de costas e me ajoelhar na beira da cama, abrir bem as pernas e descansar a cabeça no travesseiro, que aquela posição ia acabar me agradando. Obedeci tudo. Meu sogro apontou o tronco direto pra minha buceta e, aos poucos, aquele pedaço de carne foi entrando até enfiar tudo. Ele me segurou pelos quadris e começou a tirar e meter com calma, o que fez eu incentivá-lo com palavras pra que metesse o quanto quisesse, sem se importar que quem ele tava comendo era a própria nora. Ele se animou com minhas palavras e me empalou com mais força e violência, enquanto eu me deliciava com a piroca gostosa dele. – você é um manjar delicioso, Verônica – obrigada, meu amor, adoro seu pau, que vigoroso – obrigada, puta – enquanto encaixava o membro com dureza. Ezequiel disse: agora monta em mim, não tira o vestido. Ele se deitou na cama e, na hora que eu ia montar, ele falou: primeiro, senta na minha cara. – Meu Deus, que gostoso, a língua dele entrou direto na minha buceta. Ficou assim vários minutos chupando enquanto eu gozava igual uma louca. Eu arranhava a parede da cabeceira da cama, enquanto tocava na foto minha e do meu marido que tava no meio da parede, e do lado, a das nossas filhas. Só sorri, como uma puta. Ele disse: agora monta no meu pau. Ezequiel foi encaixar, mas eu tirei a mão dele e direcionei pro meu cu, que ardia de luxúria. Me coloquei na posição lendária de Andrômaca e montei – aaa, isso é a glória, Verônica – que gostoso que você tá – e agora eu assumi o controle e me esfregava naquela piroca, me castigava bem gostoso, enquanto meu sogro literalmente revirava os olhos – meus saltos davam a altura perfeita pra penetração – e comecei a girar – você vai me fazer gozar, puta – fazia movimentos bem gostosos, em círculo e sentando fundo. —era o céu e o inferno pelo proibido— não podia acreditar que no meu aniversário de 25 anos, eu estava montada no pau do meu sogro. Ezequiel disse: quero morrer te comendo, ao sentir que ia gozar, meu sogro começou a morder meus peitos, e a brincar com minha buceta, enfiava um dedo, depois dois, e acariciava meu clitóris. Quando um squirt saiu — aaa que gostoso — não foi meu sogro, fui eu, tendo meu primeiro orgasmo de aniversário, agora literalmente era eu, a que estava de olhos virados, o orgasmo de uma mulher sempre dura mais que o do homem, senti me arrepiar e perder a consciência por um momento. Quando recuperei o fôlego, já não estava de cócoras, já tinha baixado a posição das minhas pernas, mas continuava montada naquele membro, que gostoso, que delícia. Desmontei e me deitei esticada na cama, meu corpo fazia uma espécie de X, ele subiu na cama e se colocou de cócoras, e assim penetrou de um jeito suave meu cu, entrou devagar a cabeça, parecia que ia emperrar, eu gemia e ao mesmo tempo ria de prazer — não quer entrar o pau todo, é que ele é muito cabeçudo e não deixa passar o tronco inteiro — Ezequiel respondeu: calma, mamãe gostosa, agora entra porque entra — nisso fez uns movimentos giratórios, e a curva do pau dele entrou — aaaa espera, doeu, senti uma dor intensa e ardência, queimava o calor do cock dele, e a curva do pau me machucava — antes de falar isso, de uma só vez ele enfiou a anaconda toda — aaa não fode, Ezequiel, você tá me quebrando literalmente, me destruindo — é isso que eu quero, meu amor, e começou umas estocadas muito fortes mas gostosas — aaaa devagar — não, puta, não quero devagar — ele me parafusava muito gostoso. Nossos corpos banhados em suor, meu cu começava a sangrar e a expelir outro líquido, também do membro do meu sogro, já começava a escorrer o cum dele — assim continuamos vários minutos, doía muito, mas meu cu sempre foi valente hehe, e pedia mais, depois meu sogro se deixou cair em cima de mim, o que enterrou com mais força aquele pau, ficou também numa espécie de X, e assim a gente se mexia, era um frenesi do inferno. Ele mordia minhas costas e puxava meu cabelo, puta safada, eu fazia o possível pra me mexer, foi quando ele disse: vou gozar aaa, e uma descarga de semen quente inundou meu cu, a gente ficou grudado igual cachorro no cio. Enquanto a porra escorria pelo meu cu e descia pelas minhas pernas. O quarto cheirava a sexo, ele ficou uns instantes por cima, se recuperando, depois deitou do meu lado, e eu abracei ele, dei um beijo longo, como agradecimento por me dar um presente inesquecível de aniversário, meu leito conjugal todo melado de fluidos e cheiro de sexo. Que gostosa era essa relação incestuosa, não tem dúvida que o proibido é o mais delicioso. Enquanto isso, a gente se beijava, eu falei: Ezequiel, obrigada meu amor, e ele respondeu, te amo, você é tudo pra mim, minha vida. Teve um momento de silêncio, nossos corpos exaustos, mas ainda queimando de desejo. Depois, Ezequiel levantou, preparou outras taças de champanhe e me carregou bem devagar da cama, tirou meu vestido e me sentou no colo dele, aproximou a bandeja de comida, e eu dava de comer na boca dele, um morango, uma framboesa, umas nozes, kiwi, chantilly e chocolates, enquanto ele me beijava, meu ombro descoberto, depois o pescoço e finalmente a boca, enquanto me dava tapas na bunda e apertava, a gente comia e se pegava, intensamente, ele passava chocolate no meu pescoço e beijava, enquanto as mãos longas dele brincavam nas minhas coxas, já estávamos quentes de novo, não somos mais jovens mas somos uns maduros que sabem administrar nossos corpos. Enquanto me pegava, beijava e chupava meus dedos, —seus dois anéis, o que significam, que você é casada e puta — isso mesmo meu amor, tirei eles, e ele também tirou a aliança e a gente trocou, eu só ri, que cara de pau — acariciei o pau dele que já tava a uns 75%, que gostoso, pra idade dele ainda tinha vigor, pensei — percebi que eram 16h e já tinha várias chamadas do meu marido, e mensagens, pedindo perdão e que eu respondesse, que já estava voltando. Ezequiel leu comigo as mensagens, disse faltam umas quatro horas, vamos pro segundo round. Foi nesse momento que percebi que o pau dele já estava duro — eu acariciava ele — falei, ainda mantém a potência — ele respondeu, graças à prática, ao exercício e comer frutas, verduras, peixe, além disso você me deixa igual à situação do país: muito dura. Sorrimos os dois. Estávamos de pé, nos beijando, nos acariciando, quando ele me virou e com os dentes desabotoou meu vestido, que caiu no chão, ficando só com meus saltos e meias. Ele começou a chupar meus peitos e mordia levemente meus bicos, que estavam bem duros. Ele se ajoelhou, beijava minhas coxas, até chegar nos meus pés e beijá-los por cima das meias e também beijava meus saltos. — Que sexy, que lingerie gostosa você usa — sempre foi uma puta de luxo. Agora ele se levantou e eu me ajoelhei, comecei a chupar o pau dele, que duro, parecia pedra. Eu mordia a haste, mas parecia não doer. Tirei da boca e dei umas boas chupadas na cabeça — depois enfiei de uma vez na minha boca — aaagg — só se ouvia, eu sentia que ia me afogar. Tirei da boca, e o filho da puta furou meus olhos com o pau dele. Desculpa, puta, é clássico furar os olhos. Sem poder ver, só sentia ele me dando tapas na cara com aquela rola. Depois de um tempo, consegui recuperar a visão, e ele me sentou na penteadeira. Juntamos perfumes, cremes, fotos, de lado, e da gaveta peguei lubrificante, que passamos nas nossas partes íntimas, porque já estavam muito secas e dificultava a penetração. Apesar da lubrificação e das chupadas, Ezequiel cuspiu nas mãos e massageou o pau dele e minha buceta, e de uma só vez enterrou o membro — sim, amor, enterra toda a sua rola em mim, me faz sua na posição que quiser. A buceta e o cu da sua nora estão à sua disposição. Ele me segurava pela cintura e penetrava com força, enquanto me fazia dela, me beijava, e sob os beijos dele até meu abdômen liso, adoro que me beijem nessa área. Depois de alguns minutos, ele colocou minhas pernas longas nos ombros dele — aaa, que foda tão gostosa, mais amor, me dá mais — eu amava aquela posição, me fazia gemer e gozar como uma leoa no cio. Depois ele abaixou minhas pernas, e agora eu o abraçava com elas, enquanto fazíamos movimentos circulares, que tornavam o momento mais prazeroso. Ficamos deitados como feras selvagens, eu gemia e gritava, não me importava se algum vizinho ouvisse, arranhava as costas dele com minhas unhas, e nos mordíamos no pescoço um do outro. — Que gostosa você é, Verônica. Deixa eu sentar nesta cadeira, agora vira de costas. Fiz isso, montei, meus saltos ajudavam a ficar numa posição muito gostosa — fiquei enfiada analmente, enquanto ele dedava minha buceta e mordia minhas orelhas, uff delicioso. Estávamos muito quentes — fazia um calor dos infernos, a luxúria era sublime. Com as mãos dele, ele abria minha buceta, puxava meu clitóris, meus lábios vaginais, enquanto o pau dele castigava meu cu, me dava umas sentadas tão gostosas e doloridas, quando veio outro orgasmo — aaa, meu amor — também urinei, molhei ele completamente, meu garanhão. Aquela cadeira estava cheia dos nossos fluidos. Aí dei um pulo de repente, porque aquele pau começou a urinar no meu cu, e a própria urina me fez levantar. Ao urinar no meu cu, ele jorrou urina com outros fluidos. Ezequiel disse: — Que sujos nós somos, hehe, mas isso é o mais gostoso. — Espera, quero urinar — falei, e o filho da puta disse: — Urina na minha boca. Ele se deitou no chão em cima do meu vestido e eu urinei nele, aaa que delícia, quase me afogou, e ele ficou grudado nos meus lábios vaginais, mordendo eles — desgraçado, me machuca mas eu gosto. Ele me retribuiu o favor e agora ele urinou em mim. Aproximou uma taça, encheu de urina e de uma vez eu tomei, e devolvi a mordida no prepúcio dele — desgraçada, você faz isso bem gostoso. — Falei: vamos brindar. Aproximei as taças, falei: sua urina a minha e eu a sua. — Perversa. — Toma. Amor, foi assim que fizemos: enchemos as taças, cruzamos as mãos e dissemos feliz aniversário, fundo — e foi assim que bebemos nossa urina. Depois nos beijamos, e ele pegou um conhaque que estava no meu quarto, e bebemos duas rodadas. Novamente ele se sentou na cadeira, que estava completamente molhada, e a gente escorregava. Agora eu montei nele, de frente, e ficando numa posição excelente, comecei a cavalgar meu garanhão, como uma gostosa no cio, que adorava ser penetrada. Ele mordia meus peitos e me dava umas palmadas deliciosas. A urina dos dois, misturada com nossos fluidos mais íntimos, fazia a gente escorregar da cadeira, e aí ajeitávamos de novo. A gente transava, mas escorregava. Pra não cair, falei: "Deixa eu montar direito". Então coloquei meus saltos na cadeira — só Deus sabe como fiz — mas a gente cabia na cadeira, e ele me dava umas sentadas enormes. "Que gostoso, que buceta gostosa eu tô comendo", eu disse. Meu sogro estava extasiado, igual a mim. "Sem dúvida, você é uma puma, uma verdadeira leoa", ele respondeu. Agora meus amantes me chamam de MILF-COUGAR. "Sabe, sou uma HOTWIFE." Ezequiel me beijou e depois disse: "Você é uma deusa, minha deusa. Te amo, meu amor. Feliz aniversário." Respondi: "Feliz aniversário, meu garanhão, meu bode safado." Imediatamente ele mandou: "Fica de quatro." Antes disso, servimos outras rodadas de taças, mas dessa vez foi champanhe, que já estava fazendo efeito, junto com os chocolates de licor. A gente se beijou por vários minutos. Já eram 18h. Fiquei de quatro, e Ezequiel disse: "Que bunda gostosa você tem, que paisagem, meu Deus! Esse buraco é muito pequeno, mas quando começa a entrar meu pau, como estica, é perfeito." De uma só vez, ele me penetrou. "Aaa, continua, meu amor", enquanto me dava palmadas. Depois, as mãos dele pegavam minha cintura e me puxavam pra eu enfiar mais forte. "Ai, meu Deus, que gostoso, dolorido mas delicioso." Ele mordia meus lábios. Mesmo aquele pau me quebrando, eu gozava como uma loba. Comecei a uivar: "Auu, me dá mais, me dá mais, sim, meu... loba respondia, tirava ele pra fora, esfregava nas minhas nádegas e de novo me enfiava. Eu já tava com as duas mãos pra baixo, estendidas. Ajoelhei e ele continuava de pé me comendo bem gostoso, enquanto arranhava minhas costas e me dava tapas na bunda. Foi quando ele pegou o lubrificante, passou nos dedos e enfiou no meu buraco. Disse: "Como seu cu é pequenininho, mas você devia ver como estica quando entra meu pau. Pronto, com essa lubrificação fica perfeito." Depois falou: "Tive uma ideia, vou enfiar um morango no seu cu." Eu retruquei: "Não, falei alto." "Você tem razão, amor, que sejam dois: um no seu cu e outro na sua buceta." "Espera, não!" Com a boca, ele pegou os morangos, levou até meu cu e minha buceta, e com os dedos enfiou devagar, deixando só o cabinho (a parte verde da fruta) de fora. "Ai, tá doendo." "Agora empurra e expulsa." Essa prática eu já tinha feito, embora estivesse um tempo sem realizar, porque é muito dolorosa e arriscada. Comecei a empurrar, e dava pra ouvir barulhos do meu cu. Saiu o primeiro morango, depois o segundo. Meu rabo e minha buceta ardiam. Ele enfiou de novo, deixando só o cabinho da fruta visível. E aí meu sogro pegou com os dentes o cabinho do morango do meu cu, e o porco do Ezequiel me deu o outro, fazendo eu comer. Imediatamente expulsei o segundo, ele pegou e comeu. Enfiou um terceiro, mas inteiro. "Não, falei." "Expulsa, empurra." Fiz isso, senti dor, preocupação, mas também excitação. Meu cu fazia barulhos e finalmente expulsei. Ele pegou com a boca e nos beijamos enquanto comíamos. "Por isso que te amo, você é tão porca, perversa e safada quanto eu. Agora sim, vou te penetrar de novo." "Ezequiel, meu amor, por favor vai devagar pra não doer muito. Você tem ele muito grosso, comprido e cabeçudo." Ele disse: "Não se preocupa, amor." Mas o cínico meteu de uma vez, e graças ao lubrificante e aos morangos, entrou como faca na manteiga. Depois tirou de novo e falou: "Agora vou devagar. Fica quietinha que já entrou a cabeça. Já tá. Enfiada, relaxa pra eu poder meter um pouco mais e bombar. Foi o que ele fez, enfiou o tronco e num instante já tinha aquela rola toda no meu cu, começamos a nos mexer bem gostoso. Infelizmente já tava sangrando. Tava machucada, mas gozando, naquela hora o celular dele tocou, ele olhou e disse é o Joel — o que será que ele quer? — respondi, não atende, claro que vou atender, putinha, mais ainda, vou botar no viva-voz. Na hora levei as mãos à boca pra não gemer alto. Mas o desgraçado do meu sogro, com as mãos dele pegou as minhas e levou pra trás das minhas costas, fiquei completamente indefesa e vulnerável pra gritar, foi quando ouvi a voz do meu marido — pai, como cê tá? Meu sogro respondeu: Joel, filho, bem, obrigado, e você? — enquanto continuava me comendo gostoso, dava pra ouvir nossas carnes batendo. — Bem, e aí, tudo certo? Joel comentou: pai, que barulho estranho é esse? Filho, vim comer uma putinha — eu mordia meus lábios com força pra não gritar — Joel disse: hehe pai, você sempre tão direto, bom então não vou atrapalhar. — Filho, me diz o que você precisa — ouve como eu tô dando tapas na bunda da puta infiel — Hehe que loucura pai, olha só, vim pra Guatemala, mas tô fora da capital, pai queria saber se você podia dar uma passada em casa e ver a Verônica, não me responde — Claro filho, já vou dar uma passada lá, o sem-vergonha me virou e começou a me penetrar vaginalmente, de tanto morder meus lábios, sangrei — Joel disse: — Ok, pai, bom, já vou indo — Espera filho, onde você tá? — Tô no meio do caminho, quase chegando na capital, vou passar rápido no banco que fica no centro da cidade, e depois vou pra minha casa — essa cena que eu tava vivendo era digna de filme pornô, bem diz o ditado a realidade supera a ficção — Ok filho, se cuida, aliás feliz aniversário — Obrigado pai, depois te conto o que rolou, tchau. Assim que desligou, a gente riu, eu de nervoso, mas também de cinismo, que desgraçados nós somos, que Deus nos perdoe, disse Dom Ezequiel, me carregou Ele me penetrava vaginalmente, quando depois de 5 minutos meu celular tocou, hahaha falei vou aplicar sua tática, isso aí sua putinha, atendi, secamente: o que você quer? — Joel disse: minha vida, me perdoa, já tô chegando na capital. Respondi: sim, claro, falei secamente. Ele completou: tenho uma surpresa pra você, vou passar no banco e depois vou pra casa. Enquanto isso, Dom Ezequiel me penetrava, e eu me ouvia ofegante tentando não gemer. Joel falou: o que você tá fazendo? Você tá ofegante como se estivesse com pressa. — Falei: tô fazendo exercício físico, tchau, e desliguei. Continuamos transando e um momento depois, meu sogro disse: já vou gozar, dessa vez quero que você engula tudo. Apertou o pau dele e saiu uma carga de esperma quente, que caiu na minha boca e bochecha. Com o pau dele, levou até minha boca e eu engoli aquele sêmen amargo, grosso e fedorento. Que porra gostosa você tem, meu amor, mas você precisa ir embora, o Joel não demora. Me ajuda a limpar isso. — Calma, minha vida, melhor a gente tomar banho juntos. — Não, como assim, ele já vai chegar, já são 19:30. — Verônica, vamos brindar. Pegou o uísque que tava no meu quarto e a gente bebeu, dois copos. Pelo amor de Deus, sogro, você já conseguiu o que queria. Ele falou: confia em mim, sua putinha, ou eu uso a força. Vamos tomar banho. — Ok, mas rápido. Ele tirou suavemente meus saltos e lambeu eles, fez o mesmo com minhas meias. A gente tava completamente pelado, ele começou a me dedilhar e eu puxava o pau dele, que tava no período refratário. Na idade dele, ainda tinha vigor, pensei — parecia que ele leu meus pensamentos. Pegou um copo d'água que tinha no quarto e tirou a famosa pílula azul. — Meu amor, ainda consigo transar, graças a sempre gostar de fazer atividade física e comer saudável, mas já preciso de ajuda, e não tenho vergonha de viver minha sexualidade. — Abracei ele e parabenizei por não ter essas frescuras idiotas, enquanto a gente se pegava e se beijava. Percebi que já eram 20h. Sogro, você tem que ir, olha a hora, o Joel não demora. — Não, meu amor, só depois do banho. A gente ficou vários minutos se debatendo, embora também se pegando. e nos beijávamos, ele me serviu e me fez beber contra minha vontade 3 rodadas de vodka, champanhe, conhaque e vodka, o álcool me ajudou a criar coragem e entender que, se eu queria que o Ezequiel fosse embora, a gente tinha que tomar banho e tinha que ser o mais rápido possível. Então, decidi levá-lo ao banheiro, mas ele me parou e a gente ficou se pegando, ele me dedou gostoso pra caralho, fiquei vermelha por causa da quantidade de álcool que tinha, já estava muito excitada e bêbada, perdia a noção do perigo de o Joel chegar, ele me beijou e dedou por uns 20 minutos, quando minhas mãos procuraram o pau dele, senti um membro bem duro, falei: "pô, o viagra realmente faz efeito", ele completou e a melancia (conhecida por ser viagra natural) também, eu sentenciei e o abacaxi (conhecido por dar sabor ao sêmen) também, a gente riu pra caramba, porque entendeu a referência. Depois, entramos no chuveiro; e ele se jogou em cima de mim; não tive tempo de reagir, quando me dei conta, ele estava violento de novo, como no começo, e tapando minha boca; me segurou contra a parede fria do banheiro e na hora disse: "você sempre me deu tesão, mamacita, desde a primeira vez que te vi você me provocou, já te falei no começo mas quero te lembrar de novo". Senti como se ele, com uma perna do meu sogro, me forçasse a abrir as pernas e com a mão pegou o pênis dele e apontou pra minha buceta molhada pela água; tentei resistir, mas não consegui, o pau ereto do meu sogro começou a abrir caminho na minha buceta, me causando uma dor imensa mas ao mesmo tempo um prazer imenso. Ele meteu até o fundo e disse: "aaaah, você ainda é apertada, putinha, que gostoso provar uma buceta nova, não as de sempre"; não entendi o que ele quis dizer com isso, achei que ele se referia a "a de sempre", ou seja, a da esposa dele, por que ele falou no plural?, talvez tivesse alguma amante; mas depois descobri a realidade chocante e dura. O Ezequiel começou uma metida e tirada violenta, empurrava com tanta força que me levantava um pouco do chão e depois tirava quase totalmente seu membro pra depois meter de novo com força desmedida. Depois me virou e me penetrou analmente, zaz, zas, que duro que batia — falei love, adoro e me excita que me trate como uma slut — já sei Verônica, você é única, submissa ou dominadora, você é uma slut de luxo, elegante, te amo, meu cu já tava bem irritado mas continuava se mexendo, convidando o pau do meu sogro a penetrar — se apressa meu love — o Joel já não demora, depois Ezequiel lambia meus peitos com veneração, abria a boca e enfiava meu mamilo nela pra depois chupar, fazendo o mamilo endurecer. Ao mesmo tempo já enfiava um dedo na minha buceta e com o polegar acariciava meu clitóris; a outra mão percorria todo meu corpo, parando um pouco na bunda, que ele beliscava e apertava. Te amo Sandra, que gostosa que você tá — Sandra? Respondi alto, claro love, o cínico me confessou sua mãe a puta Sandra Flores, foi minha amante, não me diga que não sabia — sei, mas me surpreendeu você me chamar pelo nome da minha mãe — ela te herdou a safadeza, respondi corada — sim, minha mãe não tem frescura pra viver a sexualidade, me ensinou e eu ensino às minhas filhas — enquanto meu sogro me penetrava de frente já vamos sair pro chuveiro, ele se secou com a toalha do filho — que corpo gostoso de sereia você tem — e se jogou em cima de mim, me comendo muito forte, eu apoiava as mãos na pia, mas as estocadas eram ferozes, queria continuar arrebentando meu cu, vou te confessar uma coisa, sua mãe foi a melhor puta da zona 1, comi ela quando ela tinha 20 anos e eu 15, ela me estreou — enquanto falava isso, me carregou e me comia, eu tava enfiada naquele pau analmente e depois passava pra minha buceta, de novo pro cu, e subiu minhas pernas nos ombros dele, que gostoso, fap fap fap, que delícia de trepada, tenho outra confissão, bom, uma fantasia sexual, é que quero comer a Lívia — eu gritei de surpresa e indignação, é sua neta don Ezequiel, com as mãos fortes ele me e, e deixando minha buceta na cara dele, ele mordia meus lábios vaginais, os lábios dele e os meus se beijavam com frenesi – aai, que delícia — uma descarga de prazer percorria meu corpo — ele enfiava a língua na minha buceta, no meu clitóris, me fez ter um novo orgasmo, na cara dele eu descarreguei meus fluidos. — Que gostosos são seus líquidos, meu amor — eu estava tremendo, não acreditava, completamente satisfeita, bem comida, com vários orgasmos. Quando passou o momento de prazer, percebi que ele já estava me penetrando a buceta, e gozou dentro de mim — aaa, meu amor — sim, quero comer a Lívia, ela é bem puta que nem você, usa saias curtas, meias sexys, cinturinha, é linda, alta, já me masturbei pensando nela. Com seus 20 anos, quando se veste de colegial, uff, tive que bater uma no banheiro da minha casa, quando vieram me ver. Eu a desejo, amor, é minha maior fantasia, ter comido a avó, a filha e a neta. — Não, Ezequiel, você é doente — o cínico falou estamos — isso é incesto, respondi — hahaha, ele zombou, e o que a gente tá fazendo, o que é? — Falei, bom, mas não temos o mesmo sangue — espera, amor, quero comer ela, não casar com ela, por favor — enquanto me beijava, percebi que já eram 22h. Meu Deus, amadureci, Joel já deve estar aqui. — Calma, puta, tenho outra confissão: eu comprei essas terras, fiz negócio com o chefe do Joel, mas mandei um sócio meu pra resolver, essas terras vão me dar um bom lucro. Sabia que hoje era seu aniversário e queria te comer, por isso fiz esse plano. O que achou? — Fiquei completamente surpresa. — Não me olha assim, Verônica, a culpa é dele, se não fosse obcecado por dinheiro, teria recusado e estaria com você. — Nisso você tem razão, mas já amadureci. — Calma, puta, ainda não terminei. Quando cheguei ao banco, mandei furar os pneus dele, ele vai pra oficina do meu amigo Rubén, que vai segurar ele até de madrugada. — Assim que terminou de falar, me deu um beijo e serviu uísque e vodka. — Vamos misturar — enquanto tirava um puro e começamos a nos pegar, e a transar de pé, tivemos que abrir as janelas, cheirava a sexo, xixi, líquidos, porra, já tínhamos gozado várias vezes, coloquei uma meia-calça pra me proteger do frio e um roupão, meu sogro continuava pelado e me enfiando, então quanto tempo dura o viagra, eu perguntei -a noite toda, eu tomo por recomendação médica, não por vontade própria, esse é o erro que a maioria dos homens comete. se automedicar. Ele disse vem aqui vou te passar lubrificante, me virei e ele estava me enfiando no cu, mas estávamos de pé, que gostoso meu amor, continua Ezequiel, não acredito que estamos transando no meu aniversário de casamento, sim meu amor, é um sonho minha vida, já estávamos bêbados, quando senti uma faca queimando no meu cu, dava pra ouvir os sinos da Igreja, marcando que era meia-noite, -Ezequiel disse entre beijos, amassos, gozadas, fodas, já estamos há 12 horas, te amo. -obrigada sogro, te amo, você me encanta- de nada nora gostosa. De repente ele tirou o pau do meu cu e foi descendo com a língua pela minha barriga, até chegar no meu clitóris; começou a lamber ele e abriu minhas pernas enquanto enfiava três dedos na minha buceta já molhada e com a outra mão acariciava meus peitos. Eu cada vez reclamava menos, mas ainda tentava evitar que aquele desgraçado me tocasse. -de novo estamos brincando de difícil ele disse- e eu respondi sim amor, gosto de brincar de esposa decente pra você me dominar com sua força. Depois ele mudou, enfiou a língua dentro da minha buceta e com um dedo acariciava meu clitóris; sentir a umidade da língua dele quase me enlouqueceu e eu apertei a boca pra não soltar nenhum som que mostrasse o quanto gostoso eu estava sentindo. Tomei o controle, me ajoelhei e pela enésima vez, comecei a chupar o pau dele, puxava rápido o membro dele, apertava a cabeça, mordia o tronco, dava pra ver as veias das duas cabeças prestes a explodir, estávamos completamente vermelhos, suados, enfiava minha língua no freio dele, joguei ele na cama e montei nele selvagemente, fazendo giros Incrível. Depois ele se levantou e ficamos de frente um para o outro, fazendo uma espécie de cadeira de balanço sexual. Meu roupão cobria nossa carne. Tirei ele e falei: "Me come, vou botar a cabeça pra fora da janela". E foi o que fizemos. "Que louca você é". Éramos uns animais irracionais. Meu sogro estava totalmente enfiado no meu cu e começou a se mexer. Começou uma metida e tirada selvagem, com força cruel, massacrando meu pobre cu, que na hora senti começar a sangrar. Meus gritos se afogavam na escuridão da rua. Gritei várias vezes e falei: "Me mete logo". Ele disse: "Não". Eu respondi: "Vão nos ver, por favor". Mas ele apagou a luz e continuou me comendo. De repente, vimos uma luz na esquina acender e nos abaixamos. Estávamos completamente loucos, e seu Ezequiel só resfolegava, metendo e tirando seu membro gostoso de dentro de mim. Com cuidado, fechou a janela. Depois me levou pra cama e continuou me castigando. De repente, parou e disse: "Fica molinha que agora vai de uma vez". Abri os olhos arregalados e comecei a implorar pra ele não meter mais: "Mmmm, mais, minha vida". Ele estava decidido e nada ia pará-lo. Ele empurrou com força selvagem e, de uma estocada, meteu o resto do pau, me causando uma dor e um ardor imensos, como poucos homens tinham me feito sentir. Gritei de novo, de prazer. Ele tirou o pau do meu cu e levou até minha boca. Gozou na minha, aaa, meu amor. Saiu menos esperma, mas eu chupei com a boca tudo que consegui. Caímos na cama. Quando vimos, várias luzes acesas no bairro. Talvez estivessem se perguntando quem gemia que nem uma puta. "Vamos dormir, minha vida. Agora eu tô cansado e você também." "Sim, meu amor, já não me importava se meu marido chegasse e descobrisse o pai dele e a esposa dele deitados na cama de casamento." Eram 4h da manhã quando olhamos nossos celulares. Tínhamos chamadas e mensagens do Joel. Dizia que tinha furado o pneu, que tava no mecânico. Seu Ezequiel me mostrou uma imagem que seu Rubén, o amigo dele, tinha mandado. Mecânico, já tão bêbados, só falei idiota, -por isso outro come tua mulher, filho- descansa amor, demos um beijo e dormimos, bem felizes, cheios de suor, de fluidos, bêbados e bem comidos. Às 9h senti meu corpo tremer, Meu sogro estava em cima de mim, puxou meu cabelo pra trás, fazendo eu arquear as costas e falou no meu ouvido: “Adoro muito essa sua bunda apertada, puta, quero que guarde ela sempre pra mim; não dê pra mais ninguém, nem pro meu filho, porque é só minha, ouviu?” e soltou meu cabelo; como eu não respondi nada, ele, sem parar de meter e tirar com força o pau da minha bunda, puxou meu cabelo de novo e disse: “te fiz uma pergunta, puta estúpida, me responde!”; balancei a cabeça concordando, não podia fazer outra coisa. Ainda tava meio dormindo, de ressaca e bem dolorida, falei amor é seu, do seu filho e dos meus amantes. Putona e ele continuou me comendo, meu sogro continuou me penetrando pelo cu sem piedade, sem se importar que eu tava muito machucada e reclamando da dor insuportável que ele tava me causando. O idiota do meu filho tá, bem de ressaca, não deve demorar, vamos aproveitar uma última trepada. Lembra que há 25 anos, te comi pela primeira vez, te fiz minha mulher antes do meu filho te fazer a mulher dele- sim Ezequiel, lembro que me comeu, antes de ir pra Igreja, você foi um dos meus melhores amantes- como assim não tô em primeiro lugar, gritou meu sogro- falei, você tá no top dez, meu bem, é especial, pelo que representa pro Joel e pra mim. E meu sogro disse: Te desposei aqui nesse mesmo quarto, nesse leito nupcial do meu filho e da minha nora, há 25 anos, abri suas pernas pela primeira vez, pra te penetrar e também seu cu foi meu, antes de serem do corno do meu filho. E sentenciou: temos 25 anos de amantes, e eu completei: e os que ainda vêm, assim se fala, meu amor. Novamente me colocou na posição de missionário, mas dessa vez penetrava analmente e depois vaginalmente, fazendo uma combinação mortal, então ele começou a tirar o pau bem devagar, até tirar ele completamente, e me disse: “sua bunda e sua buceta são pra ser aproveitadas com calma, sem pressa, saboreando devagar, tomando o tempo que for preciso, como foi hoje, essas 24 horas ao seu lado foram uma delícia, um luxo, horas de sexo, beijos, squirt, porra, morangos, múltiplos orgasmos”. Ele esperou uns segundos e depois enfiou o membro de novo devagar, me provocando aquela mesma dor de antes, porque meu cu já estava se fechando com os segundos que passaram desde que ele tirou o pau. Assim continuou por um bom tempo, tirando e enfiando o pau lentamente e depois metia com força. Finalmente gozou dentro da minha buceta, enquanto a gente se beijava, eram 12:15, meu marido, Joel, me mandou mensagem dizendo que em uma hora estaria em casa. Ezequiel me ajudou a limpar porque eu não conseguia me mexer, jogou a roupa e os lençóis na máquina de lavar, e deu uma passada rápida de pano no quarto. Quando terminou de se vestir, me abraçou e disse: não quero ir embora, amor. Eu falei: amadurece, por favor, já transamos gostoso pra caralho, nossos corpos pedem mais mas não dá tempo, melhor você vir me visitar no México, e ficar na casa. O filho da puta disse: pra comer a Lívia. Não, estúpido, é sua neta, lembra disso, pra você transar comigo. Certo, pra fazer o delicioso contigo, amor. Minha vida, não quero ir embora. Vendo que ele continuava me beijando e apalpando, eu soltei umas palavras que até eu mesma tremi ao falar: — Ezequiel, meu amor, se você for embora, foda-se, minha palavra que não vou impedir você de cortejar a Lívia, claro, desde que ela aceite. Ele pulou de felicidade e disse: é um trato. E tirando da gabardina dele, uns presentes, que eram umas joias finas, um colar de diamantes, um vestidinho preto, e um cheque no valor de 25 mil dólares. Ele disse: em gratidão pela puta que você foi comigo nesses 25 anos, feliz aniversário, feliz bodas de prata, te amo. Agradeci dando a ele minha calcinha fio dental, igual fiz no meu casamento. Te amo, sou toda sua, sogrão, sou sua puta. Ezequiel, finalmente, nos despedimos com um beijo apaixonado. — antes de sair — eu disse: espera, me devolve os anéis. E ele respondeu: não, vou te devolver na semana que vem, exatamente daqui a 8 dias. Vou viajar pra Colômbia, então, Deusa Ishtar, se você os quer, vai ter que voltar pra Guatemala, mas dessa vez na minha casa. Me manda mensagem e a gente combina. — Ishtar — consegui dizer. Ele retrucou: sim, meu amor, aqui a gente sabe que você faz encontros com esse apelido, Ishtar. Eu te amo, Verônica Ishtar. Você é uma puta de luxo. Ele saiu e eu não consegui falar mais nada, porque não quis gritar na rua. Entrei rápido pra nenhum vizinho me ver. — Desgraçado — pensei, mas me encostei na porta, satisfeita, bem comida. Meu sogro Ezequiel me fez sua mulher há 25 anos e desde então tem sido meu amante. E agora a gente comemorou com sexo na minha Bodas de Prata. Créditos à autora.
O primeiro de março é uma data especial para mim e meu marido Joel, porque foi o dia em que nos casamos, o dia em que unimos nossas vidas, e fruto desse casamento, temos duas filhas: Stefany, 22 anos, e Livia, 20 anos. Em 2023, completamos 25 anos de casados, as famosas bodas de prata. Decidimos comemorar na nossa terra natal, ou seja, na Guatemala, deixando nossas filhas na capital mexicana. Portanto, partimos do México e chegamos à noite na Cidade da Guatemala no dia 27 de fevereiro, nos instalamos na nossa primeira casa que compramos, que visitamos com frequência. Apesar de ser semana de trabalho, meu marido conseguiu permissão para ter 3 dias de folga, com uma única condição: ele tinha que fechar um negócio em Quetzaltenango, uma cidade que fica a algumas horas da Cidade da Guatemala. O negócio teria que ser fechado no dia 28 de fevereiro, então praticamente teríamos livres o dia do nosso aniversário e um dia extra, 2 de março. No entanto, o sócio pediu que ele fosse ao meio-dia do dia 2 de março, mas ainda tínhamos o dia do nosso aniversário intacto, então não demos importância.
Na manhã do dia 1º de março, levantamos da nossa cama de casal e nos arrumamos para sair para comer, viajar e ter nossa lua de mel de 25 anos de casados. Não contamos para nenhum familiar na Guatemala que iríamos, para não sermos incomodados e ficarmos só nós dois.
— Joel disse: "Meu amor, já tomei banho, agora vai você e se arruma. Vou sacar dinheiro no banco, não demoro."
— Respondi: "Sim, amor, não demora, ursinho. Esse dia tem que ser inesquecível."
— "Claro, linda" — ele se despediu com um beijo na minha boca.
Decidi entrar no banho, enquanto usava meus dedos para massagear minhas coxas e meus lábios da buceta, sem esquecer do clitóris e do meu monte de Vênus. — Aaaah, eu gemia de prazer — e a água caindo na minha buceta me dava uma... prazer delicioso. Terminei de me lavar, me arrumei, preparei uma bolsa, subi pro meu quarto, uma garrafa de champanhe, taças, morangos com chantilly, e outras comidas. Porque queria brindar com o Joel, no nosso leito nupcial, na cama que me fez mulher dele pela primeira vez, quando já estávamos casados. Já que quando éramos namorados, ele tinha a ideia de me esperar até o casamento, apesar de eu ser uma mulher extremamente safada, respeitei a ideia dele e a gente só se deitou até o dia do nosso casamento. Aquela casa, e especialmente aquele quarto, têm um significado especial pra nossas vidas. Por isso, brindar no nosso quarto era um ritual que não podíamos deixar passar. A gente tinha que foder naquela cama, igual fizemos pela primeira vez há 25 anos, naquela noite ele me fez dele, e desde então foi meu senhor, tendo meu corpo à mercê dele, sempre que ele quisesse. Tava inquieta porque ele não chegava, já tava demorando, apesar de estarmos na capital da Guatemala, normalmente atendem rápido no banco. Era meio-dia, quando meu marido me ligou. - Atendi com uma certa irritação: meu amor, cadê você? - Joel: amor, você não vai acreditar, mas meu chefe pediu pra fechar o contrato hoje mesmo, o sócio vai embora amanhã e tem que ser hoje. - Falei, não fode Joel - Ele respondeu; desculpa amor, é uma ordem direta do meu chefe, tenho que ir pra Quetzaltenango, mas volto à tarde. - Não respondi nada - Amor, ainda tá aí? Desculpa, mas é um negócio de centenas de milhares de reais. - Faz o que quiser - falei secamente. - Joel insistiu de novo: amor, volto rápido - falei: Joel, não fode, são 4 horas de ida e 4 de volta - Não mente amor, é menos tempo, além disso vou na caminhonete e o sócio topou dirigir pra gente se encontrar mais rápido. Faz o que quiser Joel, você é um idiota. - Me desculpa Verônica, mas você não tem direito de falar assim comigo, é trabalho - Respondi: é uma data especial, quando é que a gente vai ter outro aniversário com tanto significado, até as bodas de Ouro, esperar mais 25 anos pra fazer 50 anos de casados, não fode Joel, cê podia abrir uma exceção, nem tudo é dinheiro — Ele respondeu: tenho que trabalhar porque senão como vou ter grana pra te dar a vida de luxo que você tem, suas joias, caminhonetes, vestidos — retruquei: você é um idiota, esquece que eu também trabalho como professora (e puta) pensei comigo mesma, do suor do meu corpo tiro meu dinheiro pra comprar minhas joias, carros e roupas. — Desculpa, meu amor, me perdoa, não quis dizer isso, meu chefe já tá me chamando, vou chegar cedo, teremos a noite toda pra curtir, me desculpa por favor, Verônica, eu te amo, me entende, é trabalho, não posso deixar na mão. Resolvi desligar. Tava muito puta. Eu queria ter um aniversário inesquecível e olha que ia ter mesmo. Tava muito irritada, como diz o ditado, fiquei vestida e alvoroçada. Pra celebrar minhas bodas de prata, coloquei um mini vestido preto, liso, com um corte que deixava à mostra meu ombro e braço direito, totalmente oposto ao outro ombro e braço. Decidi não usar sutiã, porque não gosto que marque essa peça no vestido, então meus peitos davam pra adivinhar nus por baixo do tecido fino do mini vestido. Ele se ajustava muito bem ao meu corpo, realçava minha silhueta, era curto, deixava ver minhas pernas longas, combinado com uma meia cor da pele que cobria até a metade da coxa, destacando as formas, a suavidade e o comprimento das minhas pernas. Por baixo do puta vestido, uma calcinha fio dental preta transparente que deixava entrever minha linda buceta. As sapatilhas brancas e abertas mostravam meus pés delicados, que brilhavam esplendidamente quando eu andava. Meus lábios e unhas pintei de vermelho, uns brincos lindos de prata, resolvi colocar uma correntinha de ouro, usar meus dois anéis favoritos, ambos de ouro, um símbolo do meu casamento e o outro símbolo da puta que sou, uma vagabunda, a Deusa Ishtar. Também decidi deixar meu Cabelo solto. Ela estava vestida de um jeito muito sexy e elegante, francamente digno de uma puta de luxo, digna representante e reencarnação da Deusa Ishtar. Apesar do desgosto que tive com meu senhor, me sentia excitada, portanto, não podia desperdiçar o dia do meu aniversário, nem minha roupa sexy, então decidi sair para procurar um leão que domasse essa leoa no cio. Um garanhão que cruzasse com essa puma. Resolvi ir a um antro de luxo, na capital, arrumava minhas coisas, quando a campainha tocou, me perguntei quem poderia ser, e optei por ignorar, mas insistiram de novo, achei estranho, porque nenhum familiar da Guatemala sabia que meu marido e eu estávamos ali. Pra minha irritação, tocaram a campainha e bateram na porta de novo, então decidi descer e abrir. Quando, pra minha surpresa, era meu sogro, dom Ezequiel, fiquei completamente pasma com a presença do senhor. Meu sogro é moreno igual meu marido, mas fisicamente o oposto do meu esposo. Ezequiel é alto, 1,78, alto, magro mas forte, ainda conserva o cabelo, com uns fios grisalhos que dão um toque elegante. Pros seus 65 anos, se conserva muito bem. Aos 15 anos, foi pai do meu marido, e hoje, meu senhor e eu temos 50 anos, então ele tem exatos 15 anos a mais que Joel e eu. Sempre gosta de se vestir elegantemente, usava uma gabardina preta, chapéu da mesma cor e um charuto na boca, que deixou na lixeira ao entrar. — Bom dia, Verônica. Filha, como você está? — Ezequiel deixou escapar sua voz grave. — Tenha um bom dia, sogro. — Posso entrar? — Falei de um jeito seco e cortante. — Joel não está e eu estou saindo. — Você está brava? — Sim, senhor. O que o senhor deseja? — Respondi. — Bom, se me deixar entrar... — Claro — respondi, e entramos na sala. — Bem, Verônica, sei que hoje é seu aniversário de casamento, suas bodas de prata, e vim te dar meu presente. — Mencionei que seu filho me deixou na mão porque tem que fechar um negócio urgente e não... ele voltou - ele interrompeu até a noite - É isso, sentenciei. Houve um momento de silêncio, - disse Ezequiel - não entendo o Joel, tendo uma mulherão dessas, fazer isso com você - fiquei vermelha, mas não respondi nada - ele continuou falando, - alguém como você não é pra deixar sozinha nem um minuto, é pra te adorar a cada instante, princesa, você não merece suas lágrimas, se acalma e aproveita a vida - sim, senhor, só falei. Novamente ficou um silêncio constrangedor, e resolvi falar senhor, não vou tomar mais seu tempo, desculpa a forma grosseira de responder, o senhor entende - claro, entendo, filha, não se preocupa. - Como eu disse, tô de saída - Ele falou calma, ainda não te dei seu presente - certo, afirmei. Ele me deu parabéns, pegou minha mão e me abraçou, me dando um beijo bem estalado na bochecha, na mesma hora desceu a boca pra beijar meu pescoço e do mesmo jeito as mãos pra pegar na minha bunda, não tive tempo de reagir, quando me toquei, Ezequiel tava tampando minha boca; ele falou: "você sempre me deu tesão, mamacita, desde a primeira vez que te vi, faz 25 anos, você me provocou com seus vestidos curtos, melhor dizendo puta vestidos, com suas saias curtas e seus decotes; com suas pernas gostosas, que delícia de ver quando você anda, quando cruza, aff uma tentação de deusa, com esses sorrisos de puta que você me dá quando meu filho não tá olhando; agora você vai saber o que é bom com um homem de verdade". Tentei empurrar ele, mas ele é mais forte e não me deixava mexer; ele também falou: "não tenta resistir, puta, ou vai ser pior, é melhor cooperar, lembra que não tem ninguém em casa". Ele tirou a mão da minha boca e, puta da vida, reclamei: "Ei! Qual é o seu problema? O que cê tá fazendo? Vai fazer suas sujeiras em outro lugar!". Então ele, todo calmo, falou: "Ei! Calma, puta; não se faz de esposa direita, que você gostou sim. "Não, não gostei e exijo que você saia da minha casa ou vou contar pro Joel o que você fez comigo!". Ele só deu um sorrisinho safado - Não podia acreditar, meu Meu sogro me mantinha presa. Ezequiel: "calma, meu amor, vou te soltar, você está muito nervosa." Ele pegou minha mão para me consolar, depois me abraçou e me deu vários beijos no rosto de novo, e daí passou os beijos pro meu pescoço, me apalpando de um jeito mais delicado. Que mãos grandes ele tinha, pareciam tenazes, apertando cada parte do meu corpo de um jeito muito gostoso. Isso despertou minha luxúria, coisa que ele percebeu e me beijou na boca. Correspondeu ao beijo, mas reagi e falei que aquilo não estava certo, que ele precisava se ligar que quem ele estava beijando era a nora dele e mãe das netas dele. Ele continuou me beijando e, dos lábios, passou a beijar meus peitos por cima do mini vestido. Falei pra ele parar porque tava doendo. Ele disse que aquela dor era porque eu já tava excitada. Por um momento, pensei que a culpa era do meu marido por ter me deixado sozinha num dia tão especial, e se eu ia trair ele, que melhor jeito do que com meu sogro? Uma data especial, um amante especial. A gente ficou se olhando fixamente, os dois sabiam que era errado, mas já estávamos bem excitados. Peguei na mão dele e puxei pro sofá, mas ele recusou: "Não, meu amor, quero te comer na cama de casal." Ele me carregou, e enquanto subia pro quarto, me beijava, me acariciava. Como um possesso, só falava o quanto eu era linda, que ele se masturbava pensando em mim. Quando chegou no quarto, me colocou no chão e a gente se beijou de pé. Graças aos meus saltos, fiquei exatamente na altura do Ezequiel. Abracei ele enquanto me beijava e ele apertava minha bunda com as mãos. Falei: "Vamos brindar." "Claro que sim, amor", ele respondeu. Serviu champanhe e a gente bebeu. Ele pegou um morango, colocou nos meus lábios, eu mordi e, na mesma hora, ele também mordeu meu lábio e me deu o morango pra comer. Foi me beijando o corpo todo até se ajoelhar e chegar na minha área íntima. Deu uns beijos por cima do vestido e levantou ele com os dentes até a altura da minha cintura, deixando minha calcinha fio dental como único obstáculo pra ver minha... buceta, eu toco com a mão dela e ela disse "olha como tá inchada, precisa de uns beijos", e eu dou uns beijos por cima da calcinha fio dental. aí ela usa os dentes de novo e puxa aquela peça íntima até a altura dos meus joelhos, deixando minha buceta toda pelada. —Disse: Nossa, olha só, você raspou sua monte de vênus, deixando um desenho de coração, que sexy e gostoso que tá, que idiota meu filho, o que ele tá perdendo. Respondi: é isso aí, amor, é um corte especial de aniversário, enquanto a gente ria. Na hora, beijou minha buceta e mordia de leve meus lábios vaginais — que gostoso — senti a língua dela passando por toda a volta dos meus lábios vaginais, o que me fez tremer e dar uns pulinhos e rebolados em volta da boca dela. De tanto prazer, minhas pernas dobraram e eu comecei a gemer — aaa, que gostoso, continua. Comecei a girar o quadril em volta da boca dela e senti que ia desmaiar. Assim a gente continuou por um tempo. Depois de um tempo, ele largou minha buceta, com as mãos grandes dele, me virou e disse — Sua safada, olha o que você tem no seu cu, um plug anal — sim, meu amor, eu gosto de usar — vou tirar — sim, papai, faz o que quiser — Meu sogro disse: mamãe, ia tirar com as mãos, mas vou fazer com os dentes e assim, foi devagar, eu sentia o plug abrindo meu cu aos poucos, soltei um grito desesperado quando aquele plug de metal prateado com tampa roxa saiu completamente do meu cu — aaaa — ele me deu pra chupar, e eu chupei sem reclamar. Depois ele falou: cadê o controle remoto? aqui, amor, na minha bolsa, eu disse — Ele enfiou de novo de uma vez — e começou a brincar comigo, eu sentia como se uma descarga elétrica enchesse de prazer todas as terminações nervosas do meu cu. — aaa isso é uma delícia, é o paraíso, continua, continua Ezequiel, meu amor — Depois, ele tirou de novo, e eu chupei de novo, ele mandou eu fazer biquinho com o plug, e eu fiz. Enquanto isso, do meu cu escorria um líquido, que ele pegou com a língua. E também tirou a calcinha fio dental, que levou até o nariz. Eu cheiro ele e depois beijo. Foi quando ele me colocou de joelhos e esfregou meu rosto na calça dele, que já tinha um volume bem duro. Ele tirou a calça, deixando ver na cueca um pedaço enorme. Quando tirou a cueca, saiu um pau bem dotado, bonito, raspado, cabeçudo pra caralho, parecia um pão francês. Aquele pau comprido e grosso, cheio de veias, me convidava a devorar. — Ele disse: tira o plug da boca e faz o que sabe fazer. — Foi o que eu fiz, comecei a dar beijos no tronco, depois nos ovos, pra depois chupar, e ficar grudada igual um bezerro recém-nascido. — Que puta gostosa — chupa bem gostoso — eu fazia giros com minha língua no freio dele, o que deixava ele louco, e pra não gozar ele puxava forte meu cabelo pra me separar dele, mas eu queria continuar, e assim seguimos por um bom tempo. Depois ele me levantou e começamos a nos beijar, nossas bocas cheias dos nossos fluidos internos, aqueles fluidos mais íntimos, mas era assim que a gente gostava, éramos animais no cio. Ele me deitou na cama de casal — quero foder minha puta, aqui na sua cama de casamento — ficando na posição clássica de papai e mamãe. — Coloca devagar, você tem ele grande e tenho medo de doer. Ele colocou a cabeça, mas como é muito cabeçuda, começou a abrir minha buceta, ele se deixou cair sobre mim e disse: — Vou enfiar o mais devagar que puder pra que em vez de dor você sinta prazer. Ele foi entrando aos poucos, tirava e depois sentia que entrava um pouco mais até que eu tive ele todo dentro. Já com o pau todo dentro, me deixei levar pelas estocadas dele. — Ezequiel, que gostoso, me faz sua, eu gemia de prazer — Mas, em alguns momentos, eu refletia e dizia pra mim mesma: Deus, o que estou fazendo, quando foi que eu caí pra mostrar todas minhas intimidades pro meu sogro, no dia das minhas bodas de prata, mas sentir o tronco do Ezequiel entrando e saindo, esses pensamentos se dissolviam no meio do prazer que eu estava sentindo. Aqueles gritos de puta em o silêncio que eu tava dando – aaa, mas, que gostoso- calava a voz da minha consciência. Enquanto ele me penetrava, nossas mãos se juntavam, o que tornava aquele momento épico. Meu sogro me mandou parar, virar de costas e me ajoelhar na beira da cama, abrir bem as pernas e descansar a cabeça no travesseiro, que aquela posição ia acabar me agradando. Obedeci tudo. Meu sogro apontou o tronco direto pra minha buceta e, aos poucos, aquele pedaço de carne foi entrando até enfiar tudo. Ele me segurou pelos quadris e começou a tirar e meter com calma, o que fez eu incentivá-lo com palavras pra que metesse o quanto quisesse, sem se importar que quem ele tava comendo era a própria nora. Ele se animou com minhas palavras e me empalou com mais força e violência, enquanto eu me deliciava com a piroca gostosa dele. – você é um manjar delicioso, Verônica – obrigada, meu amor, adoro seu pau, que vigoroso – obrigada, puta – enquanto encaixava o membro com dureza. Ezequiel disse: agora monta em mim, não tira o vestido. Ele se deitou na cama e, na hora que eu ia montar, ele falou: primeiro, senta na minha cara. – Meu Deus, que gostoso, a língua dele entrou direto na minha buceta. Ficou assim vários minutos chupando enquanto eu gozava igual uma louca. Eu arranhava a parede da cabeceira da cama, enquanto tocava na foto minha e do meu marido que tava no meio da parede, e do lado, a das nossas filhas. Só sorri, como uma puta. Ele disse: agora monta no meu pau. Ezequiel foi encaixar, mas eu tirei a mão dele e direcionei pro meu cu, que ardia de luxúria. Me coloquei na posição lendária de Andrômaca e montei – aaa, isso é a glória, Verônica – que gostoso que você tá – e agora eu assumi o controle e me esfregava naquela piroca, me castigava bem gostoso, enquanto meu sogro literalmente revirava os olhos – meus saltos davam a altura perfeita pra penetração – e comecei a girar – você vai me fazer gozar, puta – fazia movimentos bem gostosos, em círculo e sentando fundo. —era o céu e o inferno pelo proibido— não podia acreditar que no meu aniversário de 25 anos, eu estava montada no pau do meu sogro. Ezequiel disse: quero morrer te comendo, ao sentir que ia gozar, meu sogro começou a morder meus peitos, e a brincar com minha buceta, enfiava um dedo, depois dois, e acariciava meu clitóris. Quando um squirt saiu — aaa que gostoso — não foi meu sogro, fui eu, tendo meu primeiro orgasmo de aniversário, agora literalmente era eu, a que estava de olhos virados, o orgasmo de uma mulher sempre dura mais que o do homem, senti me arrepiar e perder a consciência por um momento. Quando recuperei o fôlego, já não estava de cócoras, já tinha baixado a posição das minhas pernas, mas continuava montada naquele membro, que gostoso, que delícia. Desmontei e me deitei esticada na cama, meu corpo fazia uma espécie de X, ele subiu na cama e se colocou de cócoras, e assim penetrou de um jeito suave meu cu, entrou devagar a cabeça, parecia que ia emperrar, eu gemia e ao mesmo tempo ria de prazer — não quer entrar o pau todo, é que ele é muito cabeçudo e não deixa passar o tronco inteiro — Ezequiel respondeu: calma, mamãe gostosa, agora entra porque entra — nisso fez uns movimentos giratórios, e a curva do pau dele entrou — aaaa espera, doeu, senti uma dor intensa e ardência, queimava o calor do cock dele, e a curva do pau me machucava — antes de falar isso, de uma só vez ele enfiou a anaconda toda — aaa não fode, Ezequiel, você tá me quebrando literalmente, me destruindo — é isso que eu quero, meu amor, e começou umas estocadas muito fortes mas gostosas — aaaa devagar — não, puta, não quero devagar — ele me parafusava muito gostoso. Nossos corpos banhados em suor, meu cu começava a sangrar e a expelir outro líquido, também do membro do meu sogro, já começava a escorrer o cum dele — assim continuamos vários minutos, doía muito, mas meu cu sempre foi valente hehe, e pedia mais, depois meu sogro se deixou cair em cima de mim, o que enterrou com mais força aquele pau, ficou também numa espécie de X, e assim a gente se mexia, era um frenesi do inferno. Ele mordia minhas costas e puxava meu cabelo, puta safada, eu fazia o possível pra me mexer, foi quando ele disse: vou gozar aaa, e uma descarga de semen quente inundou meu cu, a gente ficou grudado igual cachorro no cio. Enquanto a porra escorria pelo meu cu e descia pelas minhas pernas. O quarto cheirava a sexo, ele ficou uns instantes por cima, se recuperando, depois deitou do meu lado, e eu abracei ele, dei um beijo longo, como agradecimento por me dar um presente inesquecível de aniversário, meu leito conjugal todo melado de fluidos e cheiro de sexo. Que gostosa era essa relação incestuosa, não tem dúvida que o proibido é o mais delicioso. Enquanto isso, a gente se beijava, eu falei: Ezequiel, obrigada meu amor, e ele respondeu, te amo, você é tudo pra mim, minha vida. Teve um momento de silêncio, nossos corpos exaustos, mas ainda queimando de desejo. Depois, Ezequiel levantou, preparou outras taças de champanhe e me carregou bem devagar da cama, tirou meu vestido e me sentou no colo dele, aproximou a bandeja de comida, e eu dava de comer na boca dele, um morango, uma framboesa, umas nozes, kiwi, chantilly e chocolates, enquanto ele me beijava, meu ombro descoberto, depois o pescoço e finalmente a boca, enquanto me dava tapas na bunda e apertava, a gente comia e se pegava, intensamente, ele passava chocolate no meu pescoço e beijava, enquanto as mãos longas dele brincavam nas minhas coxas, já estávamos quentes de novo, não somos mais jovens mas somos uns maduros que sabem administrar nossos corpos. Enquanto me pegava, beijava e chupava meus dedos, —seus dois anéis, o que significam, que você é casada e puta — isso mesmo meu amor, tirei eles, e ele também tirou a aliança e a gente trocou, eu só ri, que cara de pau — acariciei o pau dele que já tava a uns 75%, que gostoso, pra idade dele ainda tinha vigor, pensei — percebi que eram 16h e já tinha várias chamadas do meu marido, e mensagens, pedindo perdão e que eu respondesse, que já estava voltando. Ezequiel leu comigo as mensagens, disse faltam umas quatro horas, vamos pro segundo round. Foi nesse momento que percebi que o pau dele já estava duro — eu acariciava ele — falei, ainda mantém a potência — ele respondeu, graças à prática, ao exercício e comer frutas, verduras, peixe, além disso você me deixa igual à situação do país: muito dura. Sorrimos os dois. Estávamos de pé, nos beijando, nos acariciando, quando ele me virou e com os dentes desabotoou meu vestido, que caiu no chão, ficando só com meus saltos e meias. Ele começou a chupar meus peitos e mordia levemente meus bicos, que estavam bem duros. Ele se ajoelhou, beijava minhas coxas, até chegar nos meus pés e beijá-los por cima das meias e também beijava meus saltos. — Que sexy, que lingerie gostosa você usa — sempre foi uma puta de luxo. Agora ele se levantou e eu me ajoelhei, comecei a chupar o pau dele, que duro, parecia pedra. Eu mordia a haste, mas parecia não doer. Tirei da boca e dei umas boas chupadas na cabeça — depois enfiei de uma vez na minha boca — aaagg — só se ouvia, eu sentia que ia me afogar. Tirei da boca, e o filho da puta furou meus olhos com o pau dele. Desculpa, puta, é clássico furar os olhos. Sem poder ver, só sentia ele me dando tapas na cara com aquela rola. Depois de um tempo, consegui recuperar a visão, e ele me sentou na penteadeira. Juntamos perfumes, cremes, fotos, de lado, e da gaveta peguei lubrificante, que passamos nas nossas partes íntimas, porque já estavam muito secas e dificultava a penetração. Apesar da lubrificação e das chupadas, Ezequiel cuspiu nas mãos e massageou o pau dele e minha buceta, e de uma só vez enterrou o membro — sim, amor, enterra toda a sua rola em mim, me faz sua na posição que quiser. A buceta e o cu da sua nora estão à sua disposição. Ele me segurava pela cintura e penetrava com força, enquanto me fazia dela, me beijava, e sob os beijos dele até meu abdômen liso, adoro que me beijem nessa área. Depois de alguns minutos, ele colocou minhas pernas longas nos ombros dele — aaa, que foda tão gostosa, mais amor, me dá mais — eu amava aquela posição, me fazia gemer e gozar como uma leoa no cio. Depois ele abaixou minhas pernas, e agora eu o abraçava com elas, enquanto fazíamos movimentos circulares, que tornavam o momento mais prazeroso. Ficamos deitados como feras selvagens, eu gemia e gritava, não me importava se algum vizinho ouvisse, arranhava as costas dele com minhas unhas, e nos mordíamos no pescoço um do outro. — Que gostosa você é, Verônica. Deixa eu sentar nesta cadeira, agora vira de costas. Fiz isso, montei, meus saltos ajudavam a ficar numa posição muito gostosa — fiquei enfiada analmente, enquanto ele dedava minha buceta e mordia minhas orelhas, uff delicioso. Estávamos muito quentes — fazia um calor dos infernos, a luxúria era sublime. Com as mãos dele, ele abria minha buceta, puxava meu clitóris, meus lábios vaginais, enquanto o pau dele castigava meu cu, me dava umas sentadas tão gostosas e doloridas, quando veio outro orgasmo — aaa, meu amor — também urinei, molhei ele completamente, meu garanhão. Aquela cadeira estava cheia dos nossos fluidos. Aí dei um pulo de repente, porque aquele pau começou a urinar no meu cu, e a própria urina me fez levantar. Ao urinar no meu cu, ele jorrou urina com outros fluidos. Ezequiel disse: — Que sujos nós somos, hehe, mas isso é o mais gostoso. — Espera, quero urinar — falei, e o filho da puta disse: — Urina na minha boca. Ele se deitou no chão em cima do meu vestido e eu urinei nele, aaa que delícia, quase me afogou, e ele ficou grudado nos meus lábios vaginais, mordendo eles — desgraçado, me machuca mas eu gosto. Ele me retribuiu o favor e agora ele urinou em mim. Aproximou uma taça, encheu de urina e de uma vez eu tomei, e devolvi a mordida no prepúcio dele — desgraçada, você faz isso bem gostoso. — Falei: vamos brindar. Aproximei as taças, falei: sua urina a minha e eu a sua. — Perversa. — Toma. Amor, foi assim que fizemos: enchemos as taças, cruzamos as mãos e dissemos feliz aniversário, fundo — e foi assim que bebemos nossa urina. Depois nos beijamos, e ele pegou um conhaque que estava no meu quarto, e bebemos duas rodadas. Novamente ele se sentou na cadeira, que estava completamente molhada, e a gente escorregava. Agora eu montei nele, de frente, e ficando numa posição excelente, comecei a cavalgar meu garanhão, como uma gostosa no cio, que adorava ser penetrada. Ele mordia meus peitos e me dava umas palmadas deliciosas. A urina dos dois, misturada com nossos fluidos mais íntimos, fazia a gente escorregar da cadeira, e aí ajeitávamos de novo. A gente transava, mas escorregava. Pra não cair, falei: "Deixa eu montar direito". Então coloquei meus saltos na cadeira — só Deus sabe como fiz — mas a gente cabia na cadeira, e ele me dava umas sentadas enormes. "Que gostoso, que buceta gostosa eu tô comendo", eu disse. Meu sogro estava extasiado, igual a mim. "Sem dúvida, você é uma puma, uma verdadeira leoa", ele respondeu. Agora meus amantes me chamam de MILF-COUGAR. "Sabe, sou uma HOTWIFE." Ezequiel me beijou e depois disse: "Você é uma deusa, minha deusa. Te amo, meu amor. Feliz aniversário." Respondi: "Feliz aniversário, meu garanhão, meu bode safado." Imediatamente ele mandou: "Fica de quatro." Antes disso, servimos outras rodadas de taças, mas dessa vez foi champanhe, que já estava fazendo efeito, junto com os chocolates de licor. A gente se beijou por vários minutos. Já eram 18h. Fiquei de quatro, e Ezequiel disse: "Que bunda gostosa você tem, que paisagem, meu Deus! Esse buraco é muito pequeno, mas quando começa a entrar meu pau, como estica, é perfeito." De uma só vez, ele me penetrou. "Aaa, continua, meu amor", enquanto me dava palmadas. Depois, as mãos dele pegavam minha cintura e me puxavam pra eu enfiar mais forte. "Ai, meu Deus, que gostoso, dolorido mas delicioso." Ele mordia meus lábios. Mesmo aquele pau me quebrando, eu gozava como uma loba. Comecei a uivar: "Auu, me dá mais, me dá mais, sim, meu... loba respondia, tirava ele pra fora, esfregava nas minhas nádegas e de novo me enfiava. Eu já tava com as duas mãos pra baixo, estendidas. Ajoelhei e ele continuava de pé me comendo bem gostoso, enquanto arranhava minhas costas e me dava tapas na bunda. Foi quando ele pegou o lubrificante, passou nos dedos e enfiou no meu buraco. Disse: "Como seu cu é pequenininho, mas você devia ver como estica quando entra meu pau. Pronto, com essa lubrificação fica perfeito." Depois falou: "Tive uma ideia, vou enfiar um morango no seu cu." Eu retruquei: "Não, falei alto." "Você tem razão, amor, que sejam dois: um no seu cu e outro na sua buceta." "Espera, não!" Com a boca, ele pegou os morangos, levou até meu cu e minha buceta, e com os dedos enfiou devagar, deixando só o cabinho (a parte verde da fruta) de fora. "Ai, tá doendo." "Agora empurra e expulsa." Essa prática eu já tinha feito, embora estivesse um tempo sem realizar, porque é muito dolorosa e arriscada. Comecei a empurrar, e dava pra ouvir barulhos do meu cu. Saiu o primeiro morango, depois o segundo. Meu rabo e minha buceta ardiam. Ele enfiou de novo, deixando só o cabinho da fruta visível. E aí meu sogro pegou com os dentes o cabinho do morango do meu cu, e o porco do Ezequiel me deu o outro, fazendo eu comer. Imediatamente expulsei o segundo, ele pegou e comeu. Enfiou um terceiro, mas inteiro. "Não, falei." "Expulsa, empurra." Fiz isso, senti dor, preocupação, mas também excitação. Meu cu fazia barulhos e finalmente expulsei. Ele pegou com a boca e nos beijamos enquanto comíamos. "Por isso que te amo, você é tão porca, perversa e safada quanto eu. Agora sim, vou te penetrar de novo." "Ezequiel, meu amor, por favor vai devagar pra não doer muito. Você tem ele muito grosso, comprido e cabeçudo." Ele disse: "Não se preocupa, amor." Mas o cínico meteu de uma vez, e graças ao lubrificante e aos morangos, entrou como faca na manteiga. Depois tirou de novo e falou: "Agora vou devagar. Fica quietinha que já entrou a cabeça. Já tá. Enfiada, relaxa pra eu poder meter um pouco mais e bombar. Foi o que ele fez, enfiou o tronco e num instante já tinha aquela rola toda no meu cu, começamos a nos mexer bem gostoso. Infelizmente já tava sangrando. Tava machucada, mas gozando, naquela hora o celular dele tocou, ele olhou e disse é o Joel — o que será que ele quer? — respondi, não atende, claro que vou atender, putinha, mais ainda, vou botar no viva-voz. Na hora levei as mãos à boca pra não gemer alto. Mas o desgraçado do meu sogro, com as mãos dele pegou as minhas e levou pra trás das minhas costas, fiquei completamente indefesa e vulnerável pra gritar, foi quando ouvi a voz do meu marido — pai, como cê tá? Meu sogro respondeu: Joel, filho, bem, obrigado, e você? — enquanto continuava me comendo gostoso, dava pra ouvir nossas carnes batendo. — Bem, e aí, tudo certo? Joel comentou: pai, que barulho estranho é esse? Filho, vim comer uma putinha — eu mordia meus lábios com força pra não gritar — Joel disse: hehe pai, você sempre tão direto, bom então não vou atrapalhar. — Filho, me diz o que você precisa — ouve como eu tô dando tapas na bunda da puta infiel — Hehe que loucura pai, olha só, vim pra Guatemala, mas tô fora da capital, pai queria saber se você podia dar uma passada em casa e ver a Verônica, não me responde — Claro filho, já vou dar uma passada lá, o sem-vergonha me virou e começou a me penetrar vaginalmente, de tanto morder meus lábios, sangrei — Joel disse: — Ok, pai, bom, já vou indo — Espera filho, onde você tá? — Tô no meio do caminho, quase chegando na capital, vou passar rápido no banco que fica no centro da cidade, e depois vou pra minha casa — essa cena que eu tava vivendo era digna de filme pornô, bem diz o ditado a realidade supera a ficção — Ok filho, se cuida, aliás feliz aniversário — Obrigado pai, depois te conto o que rolou, tchau. Assim que desligou, a gente riu, eu de nervoso, mas também de cinismo, que desgraçados nós somos, que Deus nos perdoe, disse Dom Ezequiel, me carregou Ele me penetrava vaginalmente, quando depois de 5 minutos meu celular tocou, hahaha falei vou aplicar sua tática, isso aí sua putinha, atendi, secamente: o que você quer? — Joel disse: minha vida, me perdoa, já tô chegando na capital. Respondi: sim, claro, falei secamente. Ele completou: tenho uma surpresa pra você, vou passar no banco e depois vou pra casa. Enquanto isso, Dom Ezequiel me penetrava, e eu me ouvia ofegante tentando não gemer. Joel falou: o que você tá fazendo? Você tá ofegante como se estivesse com pressa. — Falei: tô fazendo exercício físico, tchau, e desliguei. Continuamos transando e um momento depois, meu sogro disse: já vou gozar, dessa vez quero que você engula tudo. Apertou o pau dele e saiu uma carga de esperma quente, que caiu na minha boca e bochecha. Com o pau dele, levou até minha boca e eu engoli aquele sêmen amargo, grosso e fedorento. Que porra gostosa você tem, meu amor, mas você precisa ir embora, o Joel não demora. Me ajuda a limpar isso. — Calma, minha vida, melhor a gente tomar banho juntos. — Não, como assim, ele já vai chegar, já são 19:30. — Verônica, vamos brindar. Pegou o uísque que tava no meu quarto e a gente bebeu, dois copos. Pelo amor de Deus, sogro, você já conseguiu o que queria. Ele falou: confia em mim, sua putinha, ou eu uso a força. Vamos tomar banho. — Ok, mas rápido. Ele tirou suavemente meus saltos e lambeu eles, fez o mesmo com minhas meias. A gente tava completamente pelado, ele começou a me dedilhar e eu puxava o pau dele, que tava no período refratário. Na idade dele, ainda tinha vigor, pensei — parecia que ele leu meus pensamentos. Pegou um copo d'água que tinha no quarto e tirou a famosa pílula azul. — Meu amor, ainda consigo transar, graças a sempre gostar de fazer atividade física e comer saudável, mas já preciso de ajuda, e não tenho vergonha de viver minha sexualidade. — Abracei ele e parabenizei por não ter essas frescuras idiotas, enquanto a gente se pegava e se beijava. Percebi que já eram 20h. Sogro, você tem que ir, olha a hora, o Joel não demora. — Não, meu amor, só depois do banho. A gente ficou vários minutos se debatendo, embora também se pegando. e nos beijávamos, ele me serviu e me fez beber contra minha vontade 3 rodadas de vodka, champanhe, conhaque e vodka, o álcool me ajudou a criar coragem e entender que, se eu queria que o Ezequiel fosse embora, a gente tinha que tomar banho e tinha que ser o mais rápido possível. Então, decidi levá-lo ao banheiro, mas ele me parou e a gente ficou se pegando, ele me dedou gostoso pra caralho, fiquei vermelha por causa da quantidade de álcool que tinha, já estava muito excitada e bêbada, perdia a noção do perigo de o Joel chegar, ele me beijou e dedou por uns 20 minutos, quando minhas mãos procuraram o pau dele, senti um membro bem duro, falei: "pô, o viagra realmente faz efeito", ele completou e a melancia (conhecida por ser viagra natural) também, eu sentenciei e o abacaxi (conhecido por dar sabor ao sêmen) também, a gente riu pra caramba, porque entendeu a referência. Depois, entramos no chuveiro; e ele se jogou em cima de mim; não tive tempo de reagir, quando me dei conta, ele estava violento de novo, como no começo, e tapando minha boca; me segurou contra a parede fria do banheiro e na hora disse: "você sempre me deu tesão, mamacita, desde a primeira vez que te vi você me provocou, já te falei no começo mas quero te lembrar de novo". Senti como se ele, com uma perna do meu sogro, me forçasse a abrir as pernas e com a mão pegou o pênis dele e apontou pra minha buceta molhada pela água; tentei resistir, mas não consegui, o pau ereto do meu sogro começou a abrir caminho na minha buceta, me causando uma dor imensa mas ao mesmo tempo um prazer imenso. Ele meteu até o fundo e disse: "aaaah, você ainda é apertada, putinha, que gostoso provar uma buceta nova, não as de sempre"; não entendi o que ele quis dizer com isso, achei que ele se referia a "a de sempre", ou seja, a da esposa dele, por que ele falou no plural?, talvez tivesse alguma amante; mas depois descobri a realidade chocante e dura. O Ezequiel começou uma metida e tirada violenta, empurrava com tanta força que me levantava um pouco do chão e depois tirava quase totalmente seu membro pra depois meter de novo com força desmedida. Depois me virou e me penetrou analmente, zaz, zas, que duro que batia — falei love, adoro e me excita que me trate como uma slut — já sei Verônica, você é única, submissa ou dominadora, você é uma slut de luxo, elegante, te amo, meu cu já tava bem irritado mas continuava se mexendo, convidando o pau do meu sogro a penetrar — se apressa meu love — o Joel já não demora, depois Ezequiel lambia meus peitos com veneração, abria a boca e enfiava meu mamilo nela pra depois chupar, fazendo o mamilo endurecer. Ao mesmo tempo já enfiava um dedo na minha buceta e com o polegar acariciava meu clitóris; a outra mão percorria todo meu corpo, parando um pouco na bunda, que ele beliscava e apertava. Te amo Sandra, que gostosa que você tá — Sandra? Respondi alto, claro love, o cínico me confessou sua mãe a puta Sandra Flores, foi minha amante, não me diga que não sabia — sei, mas me surpreendeu você me chamar pelo nome da minha mãe — ela te herdou a safadeza, respondi corada — sim, minha mãe não tem frescura pra viver a sexualidade, me ensinou e eu ensino às minhas filhas — enquanto meu sogro me penetrava de frente já vamos sair pro chuveiro, ele se secou com a toalha do filho — que corpo gostoso de sereia você tem — e se jogou em cima de mim, me comendo muito forte, eu apoiava as mãos na pia, mas as estocadas eram ferozes, queria continuar arrebentando meu cu, vou te confessar uma coisa, sua mãe foi a melhor puta da zona 1, comi ela quando ela tinha 20 anos e eu 15, ela me estreou — enquanto falava isso, me carregou e me comia, eu tava enfiada naquele pau analmente e depois passava pra minha buceta, de novo pro cu, e subiu minhas pernas nos ombros dele, que gostoso, fap fap fap, que delícia de trepada, tenho outra confissão, bom, uma fantasia sexual, é que quero comer a Lívia — eu gritei de surpresa e indignação, é sua neta don Ezequiel, com as mãos fortes ele me e, e deixando minha buceta na cara dele, ele mordia meus lábios vaginais, os lábios dele e os meus se beijavam com frenesi – aai, que delícia — uma descarga de prazer percorria meu corpo — ele enfiava a língua na minha buceta, no meu clitóris, me fez ter um novo orgasmo, na cara dele eu descarreguei meus fluidos. — Que gostosos são seus líquidos, meu amor — eu estava tremendo, não acreditava, completamente satisfeita, bem comida, com vários orgasmos. Quando passou o momento de prazer, percebi que ele já estava me penetrando a buceta, e gozou dentro de mim — aaa, meu amor — sim, quero comer a Lívia, ela é bem puta que nem você, usa saias curtas, meias sexys, cinturinha, é linda, alta, já me masturbei pensando nela. Com seus 20 anos, quando se veste de colegial, uff, tive que bater uma no banheiro da minha casa, quando vieram me ver. Eu a desejo, amor, é minha maior fantasia, ter comido a avó, a filha e a neta. — Não, Ezequiel, você é doente — o cínico falou estamos — isso é incesto, respondi — hahaha, ele zombou, e o que a gente tá fazendo, o que é? — Falei, bom, mas não temos o mesmo sangue — espera, amor, quero comer ela, não casar com ela, por favor — enquanto me beijava, percebi que já eram 22h. Meu Deus, amadureci, Joel já deve estar aqui. — Calma, puta, tenho outra confissão: eu comprei essas terras, fiz negócio com o chefe do Joel, mas mandei um sócio meu pra resolver, essas terras vão me dar um bom lucro. Sabia que hoje era seu aniversário e queria te comer, por isso fiz esse plano. O que achou? — Fiquei completamente surpresa. — Não me olha assim, Verônica, a culpa é dele, se não fosse obcecado por dinheiro, teria recusado e estaria com você. — Nisso você tem razão, mas já amadureci. — Calma, puta, ainda não terminei. Quando cheguei ao banco, mandei furar os pneus dele, ele vai pra oficina do meu amigo Rubén, que vai segurar ele até de madrugada. — Assim que terminou de falar, me deu um beijo e serviu uísque e vodka. — Vamos misturar — enquanto tirava um puro e começamos a nos pegar, e a transar de pé, tivemos que abrir as janelas, cheirava a sexo, xixi, líquidos, porra, já tínhamos gozado várias vezes, coloquei uma meia-calça pra me proteger do frio e um roupão, meu sogro continuava pelado e me enfiando, então quanto tempo dura o viagra, eu perguntei -a noite toda, eu tomo por recomendação médica, não por vontade própria, esse é o erro que a maioria dos homens comete. se automedicar. Ele disse vem aqui vou te passar lubrificante, me virei e ele estava me enfiando no cu, mas estávamos de pé, que gostoso meu amor, continua Ezequiel, não acredito que estamos transando no meu aniversário de casamento, sim meu amor, é um sonho minha vida, já estávamos bêbados, quando senti uma faca queimando no meu cu, dava pra ouvir os sinos da Igreja, marcando que era meia-noite, -Ezequiel disse entre beijos, amassos, gozadas, fodas, já estamos há 12 horas, te amo. -obrigada sogro, te amo, você me encanta- de nada nora gostosa. De repente ele tirou o pau do meu cu e foi descendo com a língua pela minha barriga, até chegar no meu clitóris; começou a lamber ele e abriu minhas pernas enquanto enfiava três dedos na minha buceta já molhada e com a outra mão acariciava meus peitos. Eu cada vez reclamava menos, mas ainda tentava evitar que aquele desgraçado me tocasse. -de novo estamos brincando de difícil ele disse- e eu respondi sim amor, gosto de brincar de esposa decente pra você me dominar com sua força. Depois ele mudou, enfiou a língua dentro da minha buceta e com um dedo acariciava meu clitóris; sentir a umidade da língua dele quase me enlouqueceu e eu apertei a boca pra não soltar nenhum som que mostrasse o quanto gostoso eu estava sentindo. Tomei o controle, me ajoelhei e pela enésima vez, comecei a chupar o pau dele, puxava rápido o membro dele, apertava a cabeça, mordia o tronco, dava pra ver as veias das duas cabeças prestes a explodir, estávamos completamente vermelhos, suados, enfiava minha língua no freio dele, joguei ele na cama e montei nele selvagemente, fazendo giros Incrível. Depois ele se levantou e ficamos de frente um para o outro, fazendo uma espécie de cadeira de balanço sexual. Meu roupão cobria nossa carne. Tirei ele e falei: "Me come, vou botar a cabeça pra fora da janela". E foi o que fizemos. "Que louca você é". Éramos uns animais irracionais. Meu sogro estava totalmente enfiado no meu cu e começou a se mexer. Começou uma metida e tirada selvagem, com força cruel, massacrando meu pobre cu, que na hora senti começar a sangrar. Meus gritos se afogavam na escuridão da rua. Gritei várias vezes e falei: "Me mete logo". Ele disse: "Não". Eu respondi: "Vão nos ver, por favor". Mas ele apagou a luz e continuou me comendo. De repente, vimos uma luz na esquina acender e nos abaixamos. Estávamos completamente loucos, e seu Ezequiel só resfolegava, metendo e tirando seu membro gostoso de dentro de mim. Com cuidado, fechou a janela. Depois me levou pra cama e continuou me castigando. De repente, parou e disse: "Fica molinha que agora vai de uma vez". Abri os olhos arregalados e comecei a implorar pra ele não meter mais: "Mmmm, mais, minha vida". Ele estava decidido e nada ia pará-lo. Ele empurrou com força selvagem e, de uma estocada, meteu o resto do pau, me causando uma dor e um ardor imensos, como poucos homens tinham me feito sentir. Gritei de novo, de prazer. Ele tirou o pau do meu cu e levou até minha boca. Gozou na minha, aaa, meu amor. Saiu menos esperma, mas eu chupei com a boca tudo que consegui. Caímos na cama. Quando vimos, várias luzes acesas no bairro. Talvez estivessem se perguntando quem gemia que nem uma puta. "Vamos dormir, minha vida. Agora eu tô cansado e você também." "Sim, meu amor, já não me importava se meu marido chegasse e descobrisse o pai dele e a esposa dele deitados na cama de casamento." Eram 4h da manhã quando olhamos nossos celulares. Tínhamos chamadas e mensagens do Joel. Dizia que tinha furado o pneu, que tava no mecânico. Seu Ezequiel me mostrou uma imagem que seu Rubén, o amigo dele, tinha mandado. Mecânico, já tão bêbados, só falei idiota, -por isso outro come tua mulher, filho- descansa amor, demos um beijo e dormimos, bem felizes, cheios de suor, de fluidos, bêbados e bem comidos. Às 9h senti meu corpo tremer, Meu sogro estava em cima de mim, puxou meu cabelo pra trás, fazendo eu arquear as costas e falou no meu ouvido: “Adoro muito essa sua bunda apertada, puta, quero que guarde ela sempre pra mim; não dê pra mais ninguém, nem pro meu filho, porque é só minha, ouviu?” e soltou meu cabelo; como eu não respondi nada, ele, sem parar de meter e tirar com força o pau da minha bunda, puxou meu cabelo de novo e disse: “te fiz uma pergunta, puta estúpida, me responde!”; balancei a cabeça concordando, não podia fazer outra coisa. Ainda tava meio dormindo, de ressaca e bem dolorida, falei amor é seu, do seu filho e dos meus amantes. Putona e ele continuou me comendo, meu sogro continuou me penetrando pelo cu sem piedade, sem se importar que eu tava muito machucada e reclamando da dor insuportável que ele tava me causando. O idiota do meu filho tá, bem de ressaca, não deve demorar, vamos aproveitar uma última trepada. Lembra que há 25 anos, te comi pela primeira vez, te fiz minha mulher antes do meu filho te fazer a mulher dele- sim Ezequiel, lembro que me comeu, antes de ir pra Igreja, você foi um dos meus melhores amantes- como assim não tô em primeiro lugar, gritou meu sogro- falei, você tá no top dez, meu bem, é especial, pelo que representa pro Joel e pra mim. E meu sogro disse: Te desposei aqui nesse mesmo quarto, nesse leito nupcial do meu filho e da minha nora, há 25 anos, abri suas pernas pela primeira vez, pra te penetrar e também seu cu foi meu, antes de serem do corno do meu filho. E sentenciou: temos 25 anos de amantes, e eu completei: e os que ainda vêm, assim se fala, meu amor. Novamente me colocou na posição de missionário, mas dessa vez penetrava analmente e depois vaginalmente, fazendo uma combinação mortal, então ele começou a tirar o pau bem devagar, até tirar ele completamente, e me disse: “sua bunda e sua buceta são pra ser aproveitadas com calma, sem pressa, saboreando devagar, tomando o tempo que for preciso, como foi hoje, essas 24 horas ao seu lado foram uma delícia, um luxo, horas de sexo, beijos, squirt, porra, morangos, múltiplos orgasmos”. Ele esperou uns segundos e depois enfiou o membro de novo devagar, me provocando aquela mesma dor de antes, porque meu cu já estava se fechando com os segundos que passaram desde que ele tirou o pau. Assim continuou por um bom tempo, tirando e enfiando o pau lentamente e depois metia com força. Finalmente gozou dentro da minha buceta, enquanto a gente se beijava, eram 12:15, meu marido, Joel, me mandou mensagem dizendo que em uma hora estaria em casa. Ezequiel me ajudou a limpar porque eu não conseguia me mexer, jogou a roupa e os lençóis na máquina de lavar, e deu uma passada rápida de pano no quarto. Quando terminou de se vestir, me abraçou e disse: não quero ir embora, amor. Eu falei: amadurece, por favor, já transamos gostoso pra caralho, nossos corpos pedem mais mas não dá tempo, melhor você vir me visitar no México, e ficar na casa. O filho da puta disse: pra comer a Lívia. Não, estúpido, é sua neta, lembra disso, pra você transar comigo. Certo, pra fazer o delicioso contigo, amor. Minha vida, não quero ir embora. Vendo que ele continuava me beijando e apalpando, eu soltei umas palavras que até eu mesma tremi ao falar: — Ezequiel, meu amor, se você for embora, foda-se, minha palavra que não vou impedir você de cortejar a Lívia, claro, desde que ela aceite. Ele pulou de felicidade e disse: é um trato. E tirando da gabardina dele, uns presentes, que eram umas joias finas, um colar de diamantes, um vestidinho preto, e um cheque no valor de 25 mil dólares. Ele disse: em gratidão pela puta que você foi comigo nesses 25 anos, feliz aniversário, feliz bodas de prata, te amo. Agradeci dando a ele minha calcinha fio dental, igual fiz no meu casamento. Te amo, sou toda sua, sogrão, sou sua puta. Ezequiel, finalmente, nos despedimos com um beijo apaixonado. — antes de sair — eu disse: espera, me devolve os anéis. E ele respondeu: não, vou te devolver na semana que vem, exatamente daqui a 8 dias. Vou viajar pra Colômbia, então, Deusa Ishtar, se você os quer, vai ter que voltar pra Guatemala, mas dessa vez na minha casa. Me manda mensagem e a gente combina. — Ishtar — consegui dizer. Ele retrucou: sim, meu amor, aqui a gente sabe que você faz encontros com esse apelido, Ishtar. Eu te amo, Verônica Ishtar. Você é uma puta de luxo. Ele saiu e eu não consegui falar mais nada, porque não quis gritar na rua. Entrei rápido pra nenhum vizinho me ver. — Desgraçado — pensei, mas me encostei na porta, satisfeita, bem comida. Meu sogro Ezequiel me fez sua mulher há 25 anos e desde então tem sido meu amante. E agora a gente comemorou com sexo na minha Bodas de Prata. Créditos à autora.
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