O inesperado costuma ser o poder do desejado". Sábias palavras de Bioy Casares. Usei essa citação para iniciar o relato porque tem muito a ver com o que vivi. Na terça-feira, fui com o meu corno ao show do Roger Waters no River. Na volta pra casa, pegamos uma van até o obelisco. Descemos no destino e não sei se por causa dos baseados fumados ou só por um desejo interior, propus ao meu marido terminar a noite num cinema pornô do microcentro. Meu corno me olhou e disse: "Sabe que pensei muitas vezes em ir num lugar desses? Adorei, vamos". Fomos ao da rua Esmeralda. Ao chegar, um careca muito amigável nos explicou como era a parada e qual era a sala especial para esses prazeres. Entramos na sala marcada com o número 5. Nunca imaginei que naquela hora pudesse ter tanta gente num cinema desse tipo. Nos sentamos na última fila. Atrás de nós, um veterano estava fazendo um boquete maravilhoso num cara. Na tela, um loiro com um pau descomunal estava comendo o cu de uma ruiva. Eu olhava pra todos os lados. Uma dezena de caras de idades variadas se masturbavam olhando pra tela. Quando achei que ninguém tinha percebido minha presença, 3 caras estavam parados junto ao nosso assento com os paus pra fora, se masturbando e me mostrando. Isso sim deu resultado e minha buceta começou a ficar molhada. Um dos caras, como se tivesse descoberto petróleo, disse aos outros: "Olha, é uma gostosinha!!", de verdade me assustou a forma desesperada que ele falou. Pra isso, já tinham se aproximado outros 3, empunhando seus paus duros. Assustada, agarrei o braço do meu marido querendo mostrar que não estava sozinha. Um dos caras se dirigiu ao meu marido: "É uma puta de pegação?", meu marido em voz baixa lhes disse: "É puta, mas é minha mulher". Essas palavras deixaram os caras ainda mais loucos e já diretamente apoiavam os paus na minha cara. Meu marido me disse no ouvido: "Está tudo bem, amor, chupa os que você gostar". O corno me entregava e eu não ia deixar passar a oportunidade. Um dos paus já tinha... Chamou a atenção e agarrei com minha mão, batendo uma punheta pra ele. O cara se contorcia enquanto os outros aproximavam seus paus procurando a recompensa. Comecei a olhar pro filme pra tomar coragem e comecei a pegar todos os paus que me ofereciam. Um dos caras aproximou o dele da minha boca e comecei a chupar. Em minutos já estava chupando qualquer pau que aparecia na minha frente. Não sei quantos paus chupei, mas pulava de um pro outro. Um não aguentou mais e me deu um jato de porra que molhou toda minha camiseta. Tirei ela e meu marido desfez meu sutiã, deixando meus peitos ao ar livre. Senti mãos amassando minhas tetas e me deixei levar. Terminei as mãozinhas com uma trepada longa que molhou toda minha calcinha. Um cara mais velho me propôs transar. Olhei pro meu marido e ele assentiu com a cabeça. Tirei a calcinha e fiquei com a minissaia de jeans sem nada por baixo. O cara me convidou a levantar e me acomodei agarrada no assento. Abri as pernas e ele enfiou. Ele bombou só um pouco e gozou. Outro ocupou o lugar dele e me enfiou enquanto outros cinco batiam punheta na minha frente. O cara me comia e eu alternava chupando os paus dos outros. Outro jato de porra fundo. O cara saiu de mim e outro ocupou minha buceta. Um cara chupava o pau do meu marido no assento enquanto o corno assistia eu ser comida um atrás do outro. Contei e era o sexto pau que me comia. Eu não sei quantas vezes gozei. Olhei de novo pro assento onde estava meu marido e o filho da puta estava chupando dois paus soberbos. Fiquei mais excitada e pedi pau. Um me agarrou pela cintura e me empalou. Filho da putaaaa que pauuuuu gritei. Tinha me enfiado um cara de meia-idade, o pau era grosso e longo. Ele me fez gozar só de tê-lo dentro. Pedi mais pau e ele me comia fazendo eu sentir aquele pau tremendo. Meu marido estava apoiado entre dois assentos e um cara estava comendo seu cu. Eu não queria que o pauzão me deixasse e implorava pra ele me comer muito. Você gosta pelo cu? Ele perguntou. Siiii, porra, me arromba o cu. Ele enfiou no meu cu até as bolas, bem na hora que o cara Enchi a bunda de porra do meu marido. Meu marido feito uma puta pediu que outro enfiasse nele. Pra mim, o pauzão estava acabando com minha bunda e acabei putinha. 3 caras gozaram na minha cara com punhetas violentas. Banhada de porra e com o cu arrombado, voltei a gozar. O pauzão me deu mais forte e senti a porrada violenta invadindo minha bunda. Ele saiu e outro pediu meu cu. Um pau mais normal que entrou sem problemas. Pro meu marido e pra mim, um grupo de caras desconhecidos estavam arrombando nossa bunda. Foram 4 picas que meu cu recebeu, todos gozaram dentro. Me senti cansada e me sentei. Ao meu lado, meu marido estava sendo comido por um gordo. Chupei mais alguns paus, tomando as gozadas deles. Quando o gordo gozou dentro do cu do meu marido, sugeri irmos embora. Ajeitamos nossa roupa e saímos. Bem fodidos, pegamos um táxi até em casa. Tomamos banho e transamos lembrando do que vivemos. Dormi com a buceta e o cu doloridos. No outro dia no café da manhã, prometemos voltar. Amo vocês, bom final de semana.
16 comentários - Gangbang não planejado (história real)
Necesito saber mas sobre las cojidas con tu suegro, las preñadas que te habra dado 🔥