Luchonas: a noite mais quente
Combinamos de nos ver de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade, sentia que a hora não passava nunca. A gente tinha planejado voltar ao baile: eu, minha luchona, outra amiga dela, eu e Mateo, meu amigo. Tive que convencer ele, porque não queria saber de nada. (Mateo, se você está lendo isso de algum lugar, me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi interminável. Tanto que fui cedo pra casa do Mateo pra passar a ansiedade juntos. Por fim, já trocados, chegou a hora de arrancar pra La Matanza. A noite prometia um calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, Mateo e eu ficamos de boca aberta. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de se divertir. Arrasavam. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos batendo papo um tempinho ali, literalmente no barro de uma calçada de grama e mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Vestia um vestidinho bem na moda da época, muito sexy, muito provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho e meio transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio dental branca que ela usava por baixo. Em cima, estava sem sutiã, mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquele momento: super exagerada. Meu pau subiu na hora que cumprimentei ela com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava bem putinha, na mesma vibe da minha mina. O Mateo, coitado, quase saltou os olhos vendo ela. Tinha uma bunda perfeita, no melhor estilo rabetão de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvida chamava atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando umas tetas daquelas, ela ia exibi-las, e a regatinha decotada deixava ver a parte de cima desses melões divinos.
Subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto que... dava pra ver a tanguinha branca dela. Não me importei absolutamente nada e, antes de dar partida, comecei a beijar a boca dela e deslizei minha mão até a buceta dela. Minha guerreira nem se deu ao trabalho de me parar, pelo contrário, me beijava com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Como se dissesse pra amiga: esse pau é meu. Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da tanguinha e depois puxando ela um pouquinho. A Jéssica soltou dois gemidinhos curtos e agudos. Lá atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer o mesmo. Minha guerreira até passou a mão no meu pau duro por cima da calça jeans, mas a gente se segurou a tempo e partiu pra balada.
Dessa vez, a fila do baile era bem grande, mas andava rápido. O lugar era, como já disse, um oásis de minas de quebrada lindas. Nossas minas estavam num bom nível, mas tinha mulher pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita raba bem enfiada. Decotes, alguns bem profundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jéssica tinha na época. A primeira, no braço, uma espécie de flor enroscada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bochecha da bunda que, quando ela tava pelada, ficava explodindo de putaria. E talvez a mais chamativa: a espada com a serpente, algo que geralmente se conhecia como "morte à polícia". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que usava, aparecia e dava um plus na figura dela. Completando umas coisas sobre a Jéssica que me perguntaram no privado: ela sempre fazia as unhas, compridas e vermelhas ou rosadas, e na maioria das vezes ela me arranhava forte quando cavalgava em mim. O rostinho dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Sabia te olhar dos dois jeitos. Rebolando a raba na dança, era toda uma mulher empoderada, mas passeando à tarde, sabia te olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida pra matar, finge que não se liga. conta disso. morena de cabelo bem comprido. Como eu já tinha contado, os peitos dela são pequenininhos mas redondinhos, lindos feito dois limões. E a buceta apertadinha dela fazia meu pau explodir de tesão. Um par de cicatrizes de porrada de mina completava uma lutadora 100%.
Essa foi, sem dúvida, uma das noites mais quentes da minha vida. No baile, a Jésica não parava de mexer a bunda grudada em mim, apoiando aquela raba no meu volume que tava duríssimo. Ela se deixava eu fazer de tudo, acariciar, apalpar, até coloquei a mão por baixo do vestido pra usar a palavra: buceta enquanto me comia de beijo. Que jeito de dançar pra mim, de me provocar, me deixou, sem dúvida, no ponto. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas minas rebolando pra gente de um jeito descomunal. Elas nos ferraram financeiramente, devemos ter gasto uma fortuna em bebidas. Nem sei quantas vezes fomos no balcão comprar. Literalmente, mas literalmente, só sobrou a grana pra pagar o pedágio da panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jésica até parecia ficar mais excitada, mais tesuda, ao me fazer ir comprar bebidas uma atrás da outra. Porque quando eu voltava com o copo, ela me comia a boca gostoso, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, dançava pra mim. E, acima de tudo, me babava a cada compra. Fazia a carinha de neném e me agradecia pelo presentinho. Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos colegas playboys jamais passariam por uma noite dessas na vida toda. E a gente tava indo duas em uma semana, basicamente.
Quando saímos da balada, os dois estávamos com o pau duríssimo, nem dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas carinhas de tesão iam além. Quando chegamos no 147, a Jésica, sem nem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "mano, tô morrendo de xixi, me espera, chick". Na nossa frente, bem debaixo do nosso nariz, a Jesica se agachou, levantou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, puxou a tanga pra lado e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, potente, espirrando pra tudo que é lado. Minha mina, completamente doida, tava pouco se lixando, e eu olhava com muito tesão pra aquela buceta linda dela no ar. A amiga seguiu o exemplo, e entre as duas girls deixaram uma poça da porra no asfalto da Matanza. A gente tava voando de tesão, e sem fazer nenhum drama, as minas se levantaram, ajeitaram a tanga — a Jesica o vestidinho — e subiram no carro.
Fomos pra casa da tia da amiga da minha mina. A tia não tava, não sei bem por quê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo do crime. Tias e tios que na real não são, e casas pra fazer putaria ou encontro que deviam cuidar, mas por algum motivo viram zona. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre deixam rastro. Chegamos na hora, e a amiga mandou a gente parar na porta de uma casinha humilde de tijolo sem reboco, com uma janela de grade preta comida de ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam a rua. Descemos do carro e entramos — a Yani tinha a chave. Lá dentro, tinha um quarto só, uma sala com cozinha e um banheiro. A Yani ligou uma caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e botou uns sons bem cumbieros que eu e o Mateo não conhecíamos nada. Começamos a beber um freeza que tinha na geladeira, e enquanto tomávamos, as girls rebolavam a raba pra gente, perreavam igual umas putinhas. A Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. A Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com o Mateo.
Dentro do quarto, a Jesica começou a me beijar de língua enquanto ia desabotoando meu cinto da calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau na mão. Fora do jeans, tudo pra ela. Eu tava duríssimo. Cabeçuda, bem ereta, cheia de veia. Minha guerreira se ajoelhou e começou a beijar ela, passava a linguinha na cabeça e depois começou a chupar. Enquanto me fazia um boquete e engasgava com meu pau, olhei ao redor. Naquele momento, a Yani tava chupando o Mateo. Nós dois trocamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas, e de repente tínhamos duas garotas chupando nosso pau no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jesica tava me chupando e tava voando de tesão. Como eu sentia o fogo da boca dela, dos lábios percorrendo todo meu pau, me deixava louco, mas louco de verdade. A Jesica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei pra ver aquela bunda linda toda pelada por uns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e voou a calcinha dela. Tendo ela toda nua pra mim, a garota ficou de quatro na cama e eu, por trás dela, comecei a meter o pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente enfiei até o fundo, tão molhada e babada que ela tava com a buceta. Minha garota deu dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaay papiiiiii" "aaaaaaaaaaay siiiii". Eu, mais tarado do que nunca, comecei a bombar o pau bem dentro. Metia e tirava, primeiro bem selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Tava solta pra caralho. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, ela gritava mais alto. E essa putaria me deixava mais tarado. Enquanto eu bombava o pau na minha garota, olhei de novo pro lado e a Yani tinha ficado de quatro basicamente do lado da Jésica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comer ela, e nós trocamos de novo, talvez nosso momento mais épico juntos. Isso ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente me esqueci deles e só continuei metendo pau e mais pau na minha guerreira. Ela gritava igual uma louca. Até a cumbia desconhecida do Bonner não abafava os gritos dela. Devia dar pra ouvir da rua. Não tenho dúvidas. A Yani gemia, mas com os gritos da Jésica você nem conseguia ouvi-la. Mas a situação de ver as duas gatas de quatro com aqueles rabos espetaculares recebendo nossas pirocas era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou comendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi a noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com muito mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo passaram da cama pra foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquele momento, eu só conseguia beijar ela na boca e chupar os peitos dela. Os mamilos e sentir o fluxo na minha pica. Pobre Yani, nenhum gemido dela se ouvia com tanta gritaria da Jésica. Só deu pra ouvir um "já foi?" quando claramente o Mateo tinha terminado. Eu, que tava sem camisinha ao contrário dele, tive que fazer um esforço do caralho pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me segurei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas aguentei. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá sua porra, me dáaaaa". Literalmente enchi ela de porra, minha guerreira. Foi, acho, a maior explosão de gozo de toda a minha vida. Tipo aquela noite que ela engravidou da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda a minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos exaustos na cama, os dois. E assim, nus, sujos e cheios de leite, dormimos. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e também dormiram. Acordamos só às 2 da tarde do dia seguinte. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
Combinamos de nos ver de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade, sentia que a hora não passava nunca. A gente tinha planejado voltar ao baile: eu, minha luchona, outra amiga dela, eu e Mateo, meu amigo. Tive que convencer ele, porque não queria saber de nada. (Mateo, se você está lendo isso de algum lugar, me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi interminável. Tanto que fui cedo pra casa do Mateo pra passar a ansiedade juntos. Por fim, já trocados, chegou a hora de arrancar pra La Matanza. A noite prometia um calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, Mateo e eu ficamos de boca aberta. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de se divertir. Arrasavam. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos batendo papo um tempinho ali, literalmente no barro de uma calçada de grama e mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Vestia um vestidinho bem na moda da época, muito sexy, muito provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho e meio transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio dental branca que ela usava por baixo. Em cima, estava sem sutiã, mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquele momento: super exagerada. Meu pau subiu na hora que cumprimentei ela com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava bem putinha, na mesma vibe da minha mina. O Mateo, coitado, quase saltou os olhos vendo ela. Tinha uma bunda perfeita, no melhor estilo rabetão de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvida chamava atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando umas tetas daquelas, ela ia exibi-las, e a regatinha decotada deixava ver a parte de cima desses melões divinos.
Subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto que... dava pra ver a tanguinha branca dela. Não me importei absolutamente nada e, antes de dar partida, comecei a beijar a boca dela e deslizei minha mão até a buceta dela. Minha guerreira nem se deu ao trabalho de me parar, pelo contrário, me beijava com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Como se dissesse pra amiga: esse pau é meu. Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da tanguinha e depois puxando ela um pouquinho. A Jéssica soltou dois gemidinhos curtos e agudos. Lá atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer o mesmo. Minha guerreira até passou a mão no meu pau duro por cima da calça jeans, mas a gente se segurou a tempo e partiu pra balada.
Dessa vez, a fila do baile era bem grande, mas andava rápido. O lugar era, como já disse, um oásis de minas de quebrada lindas. Nossas minas estavam num bom nível, mas tinha mulher pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita raba bem enfiada. Decotes, alguns bem profundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jéssica tinha na época. A primeira, no braço, uma espécie de flor enroscada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bochecha da bunda que, quando ela tava pelada, ficava explodindo de putaria. E talvez a mais chamativa: a espada com a serpente, algo que geralmente se conhecia como "morte à polícia". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que usava, aparecia e dava um plus na figura dela. Completando umas coisas sobre a Jéssica que me perguntaram no privado: ela sempre fazia as unhas, compridas e vermelhas ou rosadas, e na maioria das vezes ela me arranhava forte quando cavalgava em mim. O rostinho dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Sabia te olhar dos dois jeitos. Rebolando a raba na dança, era toda uma mulher empoderada, mas passeando à tarde, sabia te olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida pra matar, finge que não se liga. conta disso. morena de cabelo bem comprido. Como eu já tinha contado, os peitos dela são pequenininhos mas redondinhos, lindos feito dois limões. E a buceta apertadinha dela fazia meu pau explodir de tesão. Um par de cicatrizes de porrada de mina completava uma lutadora 100%.
Essa foi, sem dúvida, uma das noites mais quentes da minha vida. No baile, a Jésica não parava de mexer a bunda grudada em mim, apoiando aquela raba no meu volume que tava duríssimo. Ela se deixava eu fazer de tudo, acariciar, apalpar, até coloquei a mão por baixo do vestido pra usar a palavra: buceta enquanto me comia de beijo. Que jeito de dançar pra mim, de me provocar, me deixou, sem dúvida, no ponto. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas minas rebolando pra gente de um jeito descomunal. Elas nos ferraram financeiramente, devemos ter gasto uma fortuna em bebidas. Nem sei quantas vezes fomos no balcão comprar. Literalmente, mas literalmente, só sobrou a grana pra pagar o pedágio da panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jésica até parecia ficar mais excitada, mais tesuda, ao me fazer ir comprar bebidas uma atrás da outra. Porque quando eu voltava com o copo, ela me comia a boca gostoso, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, dançava pra mim. E, acima de tudo, me babava a cada compra. Fazia a carinha de neném e me agradecia pelo presentinho. Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos colegas playboys jamais passariam por uma noite dessas na vida toda. E a gente tava indo duas em uma semana, basicamente.
Quando saímos da balada, os dois estávamos com o pau duríssimo, nem dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas carinhas de tesão iam além. Quando chegamos no 147, a Jésica, sem nem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "mano, tô morrendo de xixi, me espera, chick". Na nossa frente, bem debaixo do nosso nariz, a Jesica se agachou, levantou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, puxou a tanga pra lado e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, potente, espirrando pra tudo que é lado. Minha mina, completamente doida, tava pouco se lixando, e eu olhava com muito tesão pra aquela buceta linda dela no ar. A amiga seguiu o exemplo, e entre as duas girls deixaram uma poça da porra no asfalto da Matanza. A gente tava voando de tesão, e sem fazer nenhum drama, as minas se levantaram, ajeitaram a tanga — a Jesica o vestidinho — e subiram no carro.
Fomos pra casa da tia da amiga da minha mina. A tia não tava, não sei bem por quê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo do crime. Tias e tios que na real não são, e casas pra fazer putaria ou encontro que deviam cuidar, mas por algum motivo viram zona. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre deixam rastro. Chegamos na hora, e a amiga mandou a gente parar na porta de uma casinha humilde de tijolo sem reboco, com uma janela de grade preta comida de ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam a rua. Descemos do carro e entramos — a Yani tinha a chave. Lá dentro, tinha um quarto só, uma sala com cozinha e um banheiro. A Yani ligou uma caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e botou uns sons bem cumbieros que eu e o Mateo não conhecíamos nada. Começamos a beber um freeza que tinha na geladeira, e enquanto tomávamos, as girls rebolavam a raba pra gente, perreavam igual umas putinhas. A Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. A Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com o Mateo.
Dentro do quarto, a Jesica começou a me beijar de língua enquanto ia desabotoando meu cinto da calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau na mão. Fora do jeans, tudo pra ela. Eu tava duríssimo. Cabeçuda, bem ereta, cheia de veia. Minha guerreira se ajoelhou e começou a beijar ela, passava a linguinha na cabeça e depois começou a chupar. Enquanto me fazia um boquete e engasgava com meu pau, olhei ao redor. Naquele momento, a Yani tava chupando o Mateo. Nós dois trocamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas, e de repente tínhamos duas garotas chupando nosso pau no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jesica tava me chupando e tava voando de tesão. Como eu sentia o fogo da boca dela, dos lábios percorrendo todo meu pau, me deixava louco, mas louco de verdade. A Jesica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei pra ver aquela bunda linda toda pelada por uns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e voou a calcinha dela. Tendo ela toda nua pra mim, a garota ficou de quatro na cama e eu, por trás dela, comecei a meter o pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente enfiei até o fundo, tão molhada e babada que ela tava com a buceta. Minha garota deu dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaay papiiiiii" "aaaaaaaaaaay siiiii". Eu, mais tarado do que nunca, comecei a bombar o pau bem dentro. Metia e tirava, primeiro bem selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Tava solta pra caralho. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, ela gritava mais alto. E essa putaria me deixava mais tarado. Enquanto eu bombava o pau na minha garota, olhei de novo pro lado e a Yani tinha ficado de quatro basicamente do lado da Jésica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comer ela, e nós trocamos de novo, talvez nosso momento mais épico juntos. Isso ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente me esqueci deles e só continuei metendo pau e mais pau na minha guerreira. Ela gritava igual uma louca. Até a cumbia desconhecida do Bonner não abafava os gritos dela. Devia dar pra ouvir da rua. Não tenho dúvidas. A Yani gemia, mas com os gritos da Jésica você nem conseguia ouvi-la. Mas a situação de ver as duas gatas de quatro com aqueles rabos espetaculares recebendo nossas pirocas era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou comendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi a noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com muito mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo passaram da cama pra foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquele momento, eu só conseguia beijar ela na boca e chupar os peitos dela. Os mamilos e sentir o fluxo na minha pica. Pobre Yani, nenhum gemido dela se ouvia com tanta gritaria da Jésica. Só deu pra ouvir um "já foi?" quando claramente o Mateo tinha terminado. Eu, que tava sem camisinha ao contrário dele, tive que fazer um esforço do caralho pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me segurei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas aguentei. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá sua porra, me dáaaaa". Literalmente enchi ela de porra, minha guerreira. Foi, acho, a maior explosão de gozo de toda a minha vida. Tipo aquela noite que ela engravidou da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda a minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos exaustos na cama, os dois. E assim, nus, sujos e cheios de leite, dormimos. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e também dormiram. Acordamos só às 2 da tarde do dia seguinte. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
6 comentários - Luchonas: a noite mais gostosa (cap 3)