CAPÍTULO 3
Chupando os dedos
CAPÍTULO 3
Chupando os dedos
CAPÍTULO 3
Chupando os dedos
Mamãe bate a porta com força. Eu dou um passo pra trás. A calcinha preta dela escorre manchada do meu gozo e cai no chão.
Porra
O que aconteceu?
Porra
Sinto as batidas do meu coração nos meus tímpanos. Não acredito que isso aconteceu. Que vergonha!
Mamãe me pegou batendo uma, ou melhor, acabando de gozar, com a calcinha dela enrolada no meu pau, toda suja de porra.
Meus pensamentos pulam de um lado pro outro.
Saio rápido pro corredor, ainda pelado, sem terminar de tomar banho. Vejo a porta branca do meu quarto na frente. Viro a cabeça e foco na porta lá no fundo, a dos meus pais. Mamãe com certeza entrou. Não me deixou explicar. Ela foi embora. O que eu ia dizer pra ela de qualquer jeito?
Que momento tenso, porra! Que loucura. Não sei que porra fazer. Fecho a porta do banheiro e entro no meu quarto. Me jogo na cama e fico feito idiota pensando sem pensar.
Não pode estar acontecendo isso comigo. Nessa posição, fecho os olhos. Apago. Acordo de madrugada e pulo. Ainda tô pelado. Visto um pijama e volto pro banheiro. Deixei tudo no chão, minha roupa e a calcinha da mamãe.
Pelo menos vou lavá-las. Já basta ter sido descoberto desse jeito, pra minha mãe ainda encontrar e ver a porcaria que eu deixei.
Porra
Mas não estão. As malditas calcinhas não estão. Alguém pegou elas. Penso no meu pai, mas ele é tão bagunceiro que se vê uma merda no chão, pula pra não catar. Da minha irmãzinha Lucy, nem se fala: ela tem o quarto dela no primeiro andar, e sempre usa o banheiro de baixo.
Mamãe deve ter pegado elas. Minha roupa também não está. Ela deve ter levado pro cesto. Desço correndo, sem fazer muito barulho. Não tem nada no quarto de lavar.
Tudo isso é uma merda.
Tô acabado.
Com que cara de puta vou olhar pra mamãe agora?
Não tenho perdão de Deus.
Não tenho perdão da mamãe.
Estou perdido.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Finalmente é sábado. Mas esses últimos dias foram um inferno pra mim. Aparentemente tá tudo igual, mas nada é igual. Minha mãe mal fala comigo. Ela me evita. Foge do meu olhar. Na mesa, na hora de comer, todo mundo fica em silêncio. Só ouvimos os tiktoks que a Lucy assiste pra depois imitar.
Papai não comeu com a gente esses dias, só no jantar. Mas no jantar é tudo igual. A gente fala de coisas sem importância. Na verdade, quem fala é o papai. Ele sempre tem o que dizer sobre o trabalho dele. Reclama de todo mundo. Pra ele, nenhum peão é eficiente o bastante pra ser pedreiro. Ninguém tem o talento e o estilo dele pra rebocar paredes. Ou pelo menos é o que ele diz.
Agora acabou de se despedir. Foi resmungando pro jogo dos Astilleros contra os Campestres porque a mamãe vai ficar assando os bolinhos pra encomenda que ela tem pra hoje à noite. A Lucy foi com as amigas dela, a Brenda e a Clarita. Eu, supostamente, recusei ir pro Olímpico de Saltillo pra ver ele jogar porque vou ajudar a decorar os bolinhos.
Agora que eles foram embora, não sei como chegar na cozinha. Não faço ideia de como quebrar o gelo e falar com ela. Não sei se minha estratégia de chegar e falar que vou ajudar ela com o creme de confeiteiro, fingindo que nada aconteceu na outra noite, vai dar certo.
Não sei se agora que não tem ninguém ela vai me cobrar. Também não tenho certeza se, se eu fingir de besta, ela vai entrar na onda e também fazer de conta que não aconteceu nada.
Quero tentar, aconteça o que acontecer, quero tentar. Não aguento mais ficar assim. Não aguento minha mãe me tratar com essa lei do gelo.
Arrasto os pés até a cozinha, e lá encontro ela agachada com o forno aberto, conferindo os bolinhos. A casa inteira cheira deliciosamente a pão.
Mas nada é mais gostoso do que ver ela assim, empinada, com a bunda pra cima. Grandona. Inchada. Ela tá usando umas leggings brancas bem apertadas que marcam as coxas e as pernas dela. Diz que com branco não aparece tanto o suor quando vai pras aulas de zumba. Além disso, acha que com essa cor dá pra disfarçar a farinha, o fermento, o creme e a massa que pudessem sujar a roupa dela.
Porra", penso.
É lógico que eu fique de pau duro vendo ela nessa posição tão provocante. Qualquer um podia chegar e enfiar nela assim mesmo, com a raba empinada e apontando pra minha cara.
A lycra é tão transparente que dá pra ver a calcinha que ela tá usando. Deve ser bege, porque a cor se destaca.
Porra, mãe.
Aperto melhor o foco e não acredito que tô vendo a forma da buceta dela. Aquela empanadinha grossa, inchada e suculenta de duas carnes que se encontram no meio. A vulva dela é grande e inchada, e dá pra adivinhar uns lábios entreabertos, como se a calcinha dela tivesse enfiada na fenda da buceta e separasse os grandes lábios.
O calor queima minha buceta e meus ovos só de olhar pra ela. Toda vez que ela se mexe ou faz alguma coisa, assim inclinada, a bunda dela vibra.
Queria chegar perto dela e dar um tapa na bunda que fizesse aqueles glúteos enormes quicarem. Depois enfiar meu dedo no meio das duas nádegas. Apalpar ela toda. Sentir a umidade dela e o buraquinho da buceta. Enfiar meus dedos e descobrir o quanto os leggings dela são elásticos e até que profundidade eles conseguem ir com a ajuda dos meus dedos.
É quando eu respiro que a mamãe se assusta. Ela ergue a figura e olha pra mim. Prende o cabelo num coque na nuca. Mesmo sem maquiagem, a carinha rosada dela me encanta. Os olhos azuis brilham. Os lábios carnudos mal se curvam quando ela sorri.
Ela tá usando um top que combina com a legging dela. Se é tão errado sentir desejos insanos pela minha mãe, por que Deus permite que ela vista esse top tão apertado? Os dois peitos dela parecem que não vão aguentar ali dentro. São grandes demais pra serem contidos. Quero estar por perto quando o top não suportar o tamanho e estourar. Quero que os peitões dela batam na minha cara e quiquem nela.
—Oi, mãe.
—Oi —responde seca, voltando pro forno.
Me enfio rápido atrás da mesa pra ela não ver minha ereção. Tento não mexer nos utensílios de cozinha dela. Quero me acalmar, mas é só ver o rolo em cima da mesa, o mesmo que ela usou pra se masturbar na banheira, e meu coração bate desenfreado no peito.
Se não for agora que estamos sozinhos, nunca vai ser.
—Mãe… sobre o outro dia, eu… me desculpa.
Ela nem olha pra mim. Vai andando até a pia, que fica no canto da cozinha, e finge que tá lavando umas louças. A bunda dela balança quando ela se mexe e minha pica cresce ainda mais.
Não, eu, não… fica tranquilo — ela me diz. — Na verdade, me perdoa você. Não devia ter entrado assim. Foi como invadir sua privacidade.
—Não, mãe, você não invadiu nada, é o seu banheiro, fui eu que usei. Devia ter trancado a porta por dentro e…
—Te juro que não tem problema, de verdade.
Ela fica em silêncio. Eu não falo nada. Fico ali, olhando ela toda. Vejo o avental na cadeira e me pergunto por que ela não coloca, assim evitaria que minha cabeça se corrompesse ainda mais vendo ela assim.
—Você já cresceu pra fazer suas coisas —ela me diz de repente.
Sei que sua intenção não é soar tão fria, mas soa, e isso me machuca.
—Vou ficar com você —digo firme, sem ousar levantar da cadeira e ir até onde ela está—. Prometi ajudar você a decorar os bolinhos.
—Sério, Ernesto, não precisa.
As palavras dela me deixam inquieto e me machucam de novo.
—Você tá brava comigo? —pergunto na lata.
Talvez minha voz soe quebrada porque a mamãe vira o rosto na minha direção e me olha com todo o brilho azul dos olhos dela.
Respiro fundo várias vezes. Não é fácil pra mim falar essas coisas com ela. Me dá uma vergonha danada. Na real, se pudesse, teria evitado esse papo, deixado as coisas rolarem sozinhas. Mas me dói a alma o jeito que ela se afastou. Não aguento ela tão distante e tão fria comigo.
—Por que eu estaria brava com você, filho?
Pelo menos a voz dela voltou a soar como antes. Só um pouquinho.
—Porque você me chamou de Ernesto.
—E isso não é o seu nome? —ela faz um esforço pra sorrir—. Se fui eu quem sugeriu, Ernesto, igual ao meu pai. Ernestinho, de carinho.
—Sim, eu sei que tenho esse nome por causa do meu avô, mas você nunca me chama assim. Pra você eu não sou Ernesto. Pra você eu sou… “seu bebê” ou “seu céu”, ou “seu love”. Pra você eu sou até seu “bobinho”. Sou tudo o que você quiser, menos Ernesto, porque você só me chama de Ernesto quando tá puta comigo.
Mamãe semicerra os olhos. Fica toda derretida ao me ouvir. As pupilas brilham, larga os utensílios na pia e se aproxima. Puxa uma cadeira e senta do meu lado.
—Me desculpa, amor, se te fiz sentir mal. Eu nunca conseguiria ficar brava com você. Você sempre vai ser meu bebê… só que… naquela noite, sei lá, acho que é difícil pra mim aceitar que você cresceu. Que já não é mais um bebê, como seu pai diz, mas um homenzinho. Não sei, talvez eu seja muito sentimental e não queira que você cresça. Eu queria que você ficasse sempre comigo.
—Vou estar sempre com você, mãe, juro por tudo.
Sorri. Percebo que ela tá triste. Pego na mão dela, levo ela pra sala e a gente senta no sofá, de lado, se olhando de frente.
—É sério, mãe, vou estar sempre com você. Não vou embora.
—Não seja bobinho — ela acaricia minhas bochechas. O toque suave das costas da mão dela na minha pele me acende—. Toda mãe tem que se resignar que seus bebês crescem, casam e vão embora com suas novas famílias.
—Não, mãe, eu não vou casar se você não quiser.
Rindo pra valer. Pelo menos tô servindo de palhaço pra você.
—Não se faça de doido, meu bem. Talvez você esteja me entendendo errado. Tô dizendo que queria que você não crescesse, que fosse sempre meu menino, mas sei como é a lei da vida e aceito. Você já cresceu, e quero que encontre uma boa esposa e se case.
—Não vou casar com ninguém se você não quiser.
Ela balança a cabeça, negando, sorrindo.
—Como não vou querer, meu pequeno Tito? Até quero que você me dê netos.
Agora sou eu quem sorri.
—Você é muito nova pra ser avó, mãe.
—Ei, também não tô falando que você já tem. É só um jeito de falar.
—Sim, mas não. Você morreria de desgosto se te chamassem de vovó.
—Bom, também podem me chamar de mamãe.
—Não quero.
—Por que tão relutante?
—Eu quero ser seu filho único, mãe. Já basta ter que dividir você com a Lucy. E ainda dizem que os pais depois querem mais os netos do que os filhos.
—Talvez.
—Pois não.
Mamãe sorri de novo. Ela se aproxima de mim, me abraça forte. Sinto os peitos dela no meu peito e me dá um arrepio. A gente se separa. Tô com calor.
—Adoro que você seja um ciumentinho, meu bem — ela me diz.
—Então você me perdoa, mamãe?
—Não tô brava com você, meu amor.
—O que você viu foi…
Não, não, não, filho, você não precisa me explicar nada.
Ela se levanta. Não quer entrar em terreno pantanoso. Eu me levanto com ela.
—Mas eu quero fazer isso.
—Te falo que não. Me incomoda.
—Mamãe, juro que isso me incomoda do mesmo jeito.
—Então vem, me ajuda a decorar os bolinhos e não falamos mais desse assunto, tá bom?
Sorrimos e aceito.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Não consigo explicar exatamente o que a gente fez naquela tarde, mas parece que tudo voltou ao normal. Só teve um detalhezinho muito estranho que, mesmo não sendo nada demais, me deixou de pau duro a noite inteira, e virou motivo pra eu ter batido umas punhetas por causa disso.
Mamãe e eu conversamos sobre a Lucy e o possível "namoradinho" que ela tinha, sobre o quanto o papai vai sofrer se nossas teorias sobre o namorado forem verdadeiras e os dramas que virão. Também falamos que amanhã ela vai às seis da tarde pra oração mensal do bairro dos Estaleiros, no salão paroquial, onde todos os grupos de pastoral da região se reúnem aos domingos da segunda semana do mês.
Ela me disse que um viúvo da idade dela chamado Nacho entrou há uns meses no grupo de pastoral que ela frequenta toda semana. Que é um cara "interessante" que vai abrir uma cafeteria no bairro e quer que ela faça os doces pra ele. Ela me falou que esse tal Nacho quer fazer uma parceria com ela e que ela topou.
Todas as minhas alarmas dispararam de uma vez: essa suposta tesão da minha mãe ao acariciar o corpo nu dela, de enfiar o cabo de um utensílio de cozinha na buceta dela, podia ter um motivo, e esse motivo se chamava "Nacho". Aquele brilho radiante que ela tem nos olhinhos claros ultimamente não é normal. E saber desse tal Nacho me deixou inquieto.
Só de pensar que outro homem, que não seja o papai, roube a atenção dela ou iluda ela, me dá um medo danado.
Então, resolvi descobrir qual é a desse tal de Nacho.
Mas isso não é a parada estranha que rolou entre ela e eu que quero contar, é outra coisa.
A gente tava terminando de embalar as sobremesas, e num desses eu escorreguei de ficar parado igual um baita otário e pra me segurar enfiei sem querer os dedos da mão direita no pote de creme de confeiteiro que tava na mesa, fazendo a mamãe cair na risada de mim.
A verdade é que nós dois rimos da minha buceta molhada.
Eu falei rindo que ia lavar as mãos, mas ela disse que era pecado desperdiçar tudo que é comestível. Desconfiado, perguntei: "E então o que eu faço? Como o creme com a boca?
E a resposta dela me deixou de queixo caído:
Deixa pra lá, meu bem, eu te ajudo.
Não sei como não peguei fogo naquele exato momento, ou como meu pau não explodiu dentro da minha calça quando a mamãe fez eu levantar meus dedos médio e anelar, que eram os mais sujos de creme de confeiteiro, e os colocou na boca dela.
Tipo quando você era bebê" — ela disse como se fosse nada — "assim que eu te limpava quando não tinha água ou pano por perto.
Meu pau pulou, e todas as minhas terminações nervosas se acenderam. Que porra tava acontecendo?
Vi a língua molhada dela, e depois a textura macia e úmida lambendo meus dedos. Fiquei com a pele arrepiada.
Hiperventilei. Ela olhou nos meus olhos, e vi algo escondido no olhar dela. Uma perversão doentia. E eu a olhei com luxúria, porque aquele olhar safado enquanto chupava meus dedos me lembrou das cenas pornô onde as milf chupam as pirocas dos caras da vez, olhando fixamente nos olhos deles.
“Minha nossa, mamãe” pensei.
Ela encheu de creme a boquinha de lábios grossos enquanto chupava meus dedos que nem uma viciada, e minha mente suja associou o creme com o esperma.
Assim que você deve ficar com porra nos lábios, gostosa" — pensei.
Imaginei ela de joelhos, com as tetas gordas pra fora. A baba, saliva e porra pré-gozo molhando os peitos dela. A língua dela chapinhando em volta da minha cabecinha. Os dedos dela brincando com minhas bolas. E eu segurando a cabeça dela pra guiar o boquete.
Fiquei tremendo o tempo todo que meus dedos ficaram dentro da boca dela, sentindo a saliva e o calor, e ela lambendo eles como se fosse porra.
Sentia a língua dela serpentear forte, veemente, como se quisesse me mostrar algo. Como se quisesse me fazer descobrir como a língua dela se sentia quando chupava algo. Como se quisesse me ensinar qual poderia ser a sensação de ter meu pau entalado na boca dela.
Porra
E agora aqui estou eu, com meu pau na mão, e meu leite cobrindo meu peito depois de mais uma punheta em sua homenagem… lembrando que mamãe chupou meus dedos como se fosse um boquete.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Só uma coisa me fez esquecer por um momento aquela siririca que minha mãe me deu ontem na cozinha: o Nacho, o tal do Nacho.
Vi como os olhos dela brilhavam quando falava dele. O sorriso safado. O jeito que as bochechas dela ficavam vermelhas. E isso me preocupa. Sei que ela ainda não fez nada com ele... ainda, porque por algum motivo ela se toca quando toma banho. Ela faz isso porque tem um desejo doentio que não consegue saciar.
E como eu tô falando, isso me preocupa.
Não vou aguentar outro homem tirando ela de mim.
Tô num cantinho do meu quarto que reformei pra fazer os trabalhos da faculdade, onde tenho meu notebook e uma escrivaninha toda cagada que meu pai comprou de segunda mão. Mas não consigo me concentrar, mesmo sabendo que falta pouco pra acabar o semestre e que o professor Moncayo não vai me passar se esse projeto de "proposta de parque urbano sustentável" não sair como deve.
Filho..." — ouço a mamãe na porta.
—Mãe — levanto e vou até ela, que, oh my god! Deixou umas quatro revistas sobre sexualidade no colchão da minha cama, e três revistas eróticas de nu que lembro de ter visto o pai lendo uma vez.
Mal consigo respirar. Por que caralhos você me trouxe isso?
—Bom… filho, eu… Olha, achei isso. São do seu pai. Ele é um consumidor dessas porcarias. E as revistas de educação sexual fui eu que comprei quando fui ao mercado hoje de manhã. Você não imagina a cara de tarado que o vendedor fez quando eu comprei. É a maior vergonha que já passei na minha vida. Mas faço isso por você, meu pequeno Tito. Não sei se alguma coisa disso vai servir pra você saciar suas… dúvidas e essas paradas de homem.
—Mamãe… por favor.
Minha cara cai de vergonha. Não acredito nisso.
—Sim, sim… desculpa, filho, mas é que… ai, céus, juro que tô sofrendo com isso. Mas a culpa é do Lorenzo, por não… ter falado de sexo contigo quando devia. As mães conversam com as filhas e os pais com os meninos. Era papel dele, porque ele é homem igual a você, mas… pelo visto não fez. Eu falo de sexo com a Lucy e não sinto vergonha, porque entre a gente…
—Mamãe, juro que não precisa.
Não sei onde enfiar a cara. Mas mamãe não me ouve. Da bolsa dela, ela tira uns saquinhos que conheço bem e que me deixam sem fala.
—Também… te trouxe estes… preservativos, filho, caso tu tenha namorada ou amiguinhas pra… aquilo… pra não terem acidentes e…
—Mãe! Mãe! Sério, dá uma segurada na sua intensidade. Tudo isso é muito vergonhoso pra mim.
—Vai ser constrangedor se você não se cuidar e "engravidar" a mina com quem você tá. Além disso, esses plásticos servem pra evitar infecções e…
—É sério, mãe, é sério, para com isso!
Tô vermelho de vergonha. Não sei onde enfiar a cara. Falar de sexo com meus ex-amigos era normal. Até teria sido tolerável fazer isso com meu pai (que, aliás, quando fiz 18 anos, tentou me levar num puteiro pra me fazer homem, convite que recusei por achar tão vulgar, e foi isso que fez ele achar que tenho tendências homossexuais), mas com a minha mãe, que filho homem normal conversa sobre sexo com a própria mãe?
O que mais me irrita é que minha mãe me trata como um idiota em questões sexuais. Talvez eu não tenha a experiência que outros caras da minha idade têm, mas pelo menos sei o básico: que o pau entra na buceta, que em casos extremos até o cu é usado, e, o mais importante, sei que ela me atrai pra caralho mesmo sendo minha mãe, que é possível que eu esteja apaixonado por ela e, o pior, que o tempo todo tenho putas fantasias sexuais com ela.
—Olha, mãe. Na escola, vocês se adiantaram uns dez anos na educação sexual. Isso eu já sei, e com certeza sei mais que você e o pai. E não preciso dessas revistas pornôs do papai pra saciar meus apetites sexuais nem pros meus exercícios de punheta. De vez em quando vejo pornô no meu celular e não preciso de mais nada. E, aliás, esses plastiquinhos que você tem na mão chamam camisinha, e servem pra colocar no pau duro antes de transar…
—Já! Já! Já! —Mamãe levanta as mãos depois de deixar os lençóis na cômoda. Sacode elas com estardalhaço, como se estivessem sujas de merda—. Tá bom, querido, tá bom… repito que pra mim é tão ou mais desconfortável que pra você, mas é que desde aquela noite fiquei pensando que nessa casa ninguém tinha falado com você sobre… isso, e que você ia precisar de um guia. E a verdade é que não tenho coragem de pedir pro Lorenzo conversar com você sobre esses assuntos tão delicados, porque ele é grosso e sem coração às vezes. Podia te confundir em vez de ajudar.
Já, entendi, mãe, juro que te entendo, mas tô repetindo que não precisa.
—Já tô vendo… já tô vendo. E sinto muito.
Passamos uns 20 segundos em silêncio total. E esse silêncio é sufocante. Desconfortável. Interminável. Ela respira, tem uma pergunta na ponta da língua e não se anima a soltar. Suspira de novo e finalmente se decide:
—Filho…
—Sim, mamãe?
—Você já fez isso antes?
—Que coisa?
—Te tocar…
Ai, não. Lá vamos nós de novo, e eu que queria encerrar esse assunto. Será que ele não percebe o quão constrangedor isso é pra nós dois?
—Cê quer mesmo falar disso, mãe?
—Claro que não, Tito, me dá uma vergonha danada, é só que...
—Então deixa pra lá.
O silêncio sepulcral volta. A gente se olha de longe, meio sem graça, por isso decido ser eu quem quebra o gelo, quando me sento na cama junto com as revistas, dizendo:
—Desde os catorze, acho.
Ela levanta os olhos. Não sabe do que eu tô falando.
—O quê?
—Eu me toco desde os catorze.
—Ah, não, meu amor —ela sorri, ardendo de vergonha—. Eu tô perguntando se você já fez isso antes, se tocar… usando minha calcinha como estímulo.
Fico paralisado. Foi tão óbvio assim que eu me masturbei sob o estímulo perverso da calcinha dela? Será que ela sabe que eu sou um depravado sexual que a deseja como mulher?
Porra! Porra!
Pensa rápido, Tito, pensa rápido.
—Olha, mãe. Vou te explicar na lata pra você não ficar pensando besteira ou criando teorias que não têm nada a ver…
Quero deixar claro que eu não usei a calcinha preta dela pra me masturbar pensando nela. Preciso convencê-la, mesmo que tenha que usar todo meu repertório de mentiras. Tento fazer uma cara de abatido enquanto falo:
—Com toda a vergonha da minha alma, te confesso que naquela noite eu tava... vendo um vídeo erótico no meu celular, e por causa disso, os hormônios foram lá em cima e... pois é, cê viu.
Mamãe tem seus olhos azuis semicerrados. Me olha nervosa.
—E a parada das suas... calcinhas ali... no meu pau foi porque... eu precisava me limpar com alguma coisa, e como a calcinha tava mais perto que o papel higiênico, ficou fácil pegar elas e... Bom, o que você viu.
Ela continua respirando fundo, toda envergonhada.
—Mas, mãe, antes de me chamar de tarado nojento, juro que não pensei. Agi no automático. Por inércia. Juro também que minha intenção era lavar elas eu mesmo, mas depois, quando voltei no banheiro, já não estavam onde eu tinha deixado.
Os gemidos da mamãe ficaram mais descompassados. Dá até pra ver as bochechas dela vermelhas, mais do que de costume.
—Já, Tito, o que acontece é que eu peguei elas e lavei.
—Jura?
Não acredito.
—Sim. Não se preocupa com isso.
Imaginar que minha mãe pegou a calcinha dela encharcada do meu porra me dá um tesão do caralho. É imaginar as mãozinhas dela segurando a peça, e os dedos dela se sujando do meu gozo, se é que já não tinha secado. Minha mãe tocou no meu leite! Será que ela cheirou, igual eu cheirei os perfumes femininos dela?
Pelo amor de Deus, como é que vai fazer uma coisa dessas? Não, ela não é desse tipo.
—Me desculpa de novo, mãe. Não vai rolar de novo.
Ela e um sorriso nervoso. Suspira fundo.
Como estou sentado, coloco um travesseiro nas minhas pernas, como se quisesse apoiar meus braços nele. A verdadeira razão é que não quero que a mamãe perceba minha ereção.
—Bom, querido, tudo esclarecido, vou nessa. E por favor, não vamos mais falar desse assunto, porque pra mim é muito pesado conversar essas coisas com você.
Assinto com a cabeça porque não poderia concordar mais com a afirmação dela.
A verdade é que o que eu quero é nunca mais falar sobre esse episódio vergonhoso. Mamãe vem na minha direção e eu ajusto meu travesseiro pra cobrir toda a minha buceta. Não preciso de mais vergonha se ela descobrir que eu tô duro de novo. Os peitos redondos e carnudos dela ficam bem perto dos meus olhos e depois se distorcem quando ela encosta a boca molenga na minha testa pra me dar um beijo. Ela diz que me ama, que já passou tudo, passa os dedos no meu cabelo e depois faz menção de sair do meu quarto.
Mas eu falo com ela, pra perguntar uma última coisa que também tem me preocupado:
—Ei, mãe, o pai ficou sabendo de…?
Não — ela me esclarece sem esperar que eu termine de fazer minha pergunta —. Como você acha, filho? Você conhece seu pai. Muito machão, muito machão, mas pra essas coisas o Lorenzo… não é tão… aberto quanto a gente.
Ela termina a resposta com um sorriso que eu interpreto como mórbido e até provocante.
Meu pau vibra debaixo da minha calça. Além disso, o “nós” me faz sentir como se a gente tivesse tramando um segredo imoral.
O mais fácil teria sido falar pra ela que eu também já vi ela batendo uma duas vezes, e que por isso nós dois temos um segredo um do outro que nos coloca na mesma situação de vulnerabilidade. E que por isso a gente tem que se cuidar um com o outro. Mas não tenho coragem. Também não quero estragar isso. Não agora.
Mesmo assim, acho que com a mamãe a gente cruzou uma linha pequena: acho que demos um passo em direção a um lugar que não vejo começo nem fim. A gente evoluiu. Os dois temos um segredo inconfessável. E essa cumplicidade entre nós, de algum jeito, nos uniu mais.
—Papai foi pro bilhar pra comemorar. Parece que ganharam o jogo de ontem. A Lucy tá trancada no quarto dela. Acho que terminou com o "quase-namorado".
—Nossa.
—E eu vou terminar de me arrumar pra minha reunião paroquial do mês. Vai sair pra algum lugar, filho?
—Quem sabe eu saio pra comprar um sorvete.
—Beleza. Antes de ir, te aviso, meu bebê.
A Sugey vai embora e eu me jogo de braços abertos na minha cama. Pensando em tudo o que vai rolar.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Já passam das cinco e meia da tarde, e a mamãe tá quase saindo pra reunião dela. Quando eu ia sair pra comprar um sorvete pra amenizar o calor, ela, do quarto dela, que é bem perto do meu, me chamou:
—Céu, mamãe precisa de ajuda com esse colar de prata.
—Já vou, mãe.
Para mim, as ordens dela são lei. Não me importaria de ser o tapete dela se ela passasse o corpinho suculento por cima de mim.
Entro no quarto dos meus pais e encontro ela parada na frente da penteadeira, se olhando no espelho, tentando colocar um colar de prata com um pingente da virgem da medalha milagrosa, padroeira da paróquia.
Não é nada vulgar a saia justa que ela tá usando, mas com aquela bunda enorme e impressionante, é impossível minha mãe passar despercebida pros meus olhos.
Porra, gostosa.
Será que as meias pretas que ela tá usando por baixo da saia têm liga? Puta que pariu, como me excita olhar pra lingerie. E eu nem tinha reparado que a minha mãe sempre usa quando sai pra farra com o pai ou pra essas reuniões de igreja.
—É tão pequenininha que não consigo amarrar, me ajuda, meu gostoso?
—Sim, mamãe, eu te ajudo.
A saia dela vai até acima dos joelhos, mas fica bem apertada. Dá pra ver a bunda e as pernas marcadas. Ela tá uma gostosa.
Ela tá usando uma blusa branca com babados no decote que, mesmo sendo a clássica roupa de mulher beata de igreja, nela fica sensual pra caralho, principalmente com essa carinha linda que ela tem, esses olhos, e esses lábios tão sexuais que brilham na boca dela. Uma boca onde ontem estiveram meus dedos no lugar da minha pica. Mas fazer o quê, tem que começar por algum lugar. E se ainda por cima eu adiciono que, mesmo sendo folgada essa blusinha, os peitões inchados dela marcam no peito, aí tudo piora.
—Tá gostosa, mãe.
—Você sempre tão adorável, meu bebê.
—Tô falando sério, gostosa, você tá maravilhosamente linda.
Quero dizer pra ela que ela tá uma gostosa, mas tenho medo de parecer muito ousado.
—Valeu, meu amor, te amo.
—Eu te amo mais.
Chego perto dela e o cheiro de mulher invade meus pulmões. Ela tem um cheiro muito gostoso. Ela é muito delícia. Eu gosto dela toda, porra, toda.
Os saltos agulha que ela colocou fazem ela parecer centímetros mais alta do que eu. Ela coloca a medalha na minha mão e na hora eu percebo que não vou conseguir me mexer com esses babados tão atrapalhados no pescoço.
Mamãe percebe o problema e me diz:
—Se os babados tão te atrapalhando, filho, tem quatro botões atrás. Desabotoa eles pra tu poder colocar a medalha em mim.
Trago saliva. O pau fica duro. Meu coração dispara. O que ela me pede é pesado demais. Não sei se ela tem noção disso.
O cabelo loiro da mamãe tá preso numa trança, deixando duas mechas na frente que fazem ela ficar toda gostosa. Ela joga a trança pra frente e eu, com os dedos meio atrapalhados, desabotôo os quatro botões que deixam eu ver até a metade das costas bem branquinhas dela.
Mamãe usa as mãos pra evitar que a parte da frente caia e as tetas dela se espalhem.
—Cê acha que dá, bebê?
—S-sim —gaguejo.
Isso é muito pesado pra mim.
—Tá bom, gostosa, coloca a medalha em mim.
Olho para as costas dela, as alças elásticas do sutiã e as transparências de renda no desenho da parte de trás estão coladas na pele dela.
—Posso? —pergunto inibido, com a boca seca, meu pau duro atrás dela, junto da bunda empinada dela.
—Claro, gostosa, pode sim.
Sem querer, toco a pele dela na nuca. É lisinha, as costas dela são lisas. Ela toda é macia, gloriosa. Acaricio ela e falo que é uma massagemzinha pra aliviar o estresse dela.
— Que gostoso, meu bem, tu tem umas mãos tão macias — ela me fala, como se fosse um convite safado pra continuar tocando ela.
Mas já não faço isso. Não sou forte o bastante pra só me contentar em acariciar as costas tendo essa raba debaixo da minha braguilha.
— Papai diz que eu tenho mãos de mulher — tento brincar.
—Porque ele tem as dela de lixa —ela ri.
Pego com minhas duas mãos cada uma das pontas da medalha. Estico ela bem e passo na frente do pescoço dela. Mamãe levanta o cabelo trançado pra passar a medalha de prata por baixo e, no movimento, empina a bunda e esmaga meu pau duro.
Santo Deus" me assustei.
Ela não diz nada. Vejo os olhos azuis dela pelo espelho e o sorriso safado.
Trago saliva. Depois me encosto mais nela, fingindo uma manobra mais concreta pra ver se a medalha não enroscou, e quase sinto como meu pau se esfrega na bunda dela. Quero me mexer, esfregar mais, que ela sinta, que sinta ele duro no meio das nádegas dela, mas eu me acovardo e não ouso ir além.
Já que tô tão colado atrás dela, me levanto um pouco mais e olho pra baixo. Pela blusinha branca dela, que ela ainda segura com as mãos, dá pra ver os contornos de duas enormes protuberâncias de carne. Vejo o decote, o tamanhão dos peitos dela, e minhas mãos acariciam o pescoço e os ombros dela pra segurar a vontade doida que tenho de apertar as tetas dela.
—Pronto, mamãe —digo com a boca seca.
—Valeu, meu amor.
Ela se vira. Estende os braços pra me dar um abraço como agradecimento pela minha ajuda, mas esquece que com as mãos dela tava segurando a blusa.
Mãe do céu
Quando a gente percebe o erro dela, já é tarde demais.
Ela ficou de sutiã na minha frente.
E vejo suas duas protuberâncias carnudas, leitosas, brilhantes, molhadinhas, quicando na minha frente. Vejo seus bicos e suas aréolas rosadas e alongadas através do sutiã erótico.
Nós dois nos olhamos surpresos, e quase parece normal um filho estar na frente da mãe olhando pra ela de peitos de fora, só cobertos por um sutiãzinho que, pra ser sincero, não cobre quase nada.
—Filho —ele me diz num sussurro.
—Mamãe —respondo, com o coração batendo forte.
CONTINUA
Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.
Chupando os dedos
CAPÍTULO 3Chupando os dedos
CAPÍTULO 3
Chupando os dedos
Mamãe bate a porta com força. Eu dou um passo pra trás. A calcinha preta dela escorre manchada do meu gozo e cai no chão.
Porra
O que aconteceu?
Porra
Sinto as batidas do meu coração nos meus tímpanos. Não acredito que isso aconteceu. Que vergonha!
Mamãe me pegou batendo uma, ou melhor, acabando de gozar, com a calcinha dela enrolada no meu pau, toda suja de porra.
Meus pensamentos pulam de um lado pro outro.
Saio rápido pro corredor, ainda pelado, sem terminar de tomar banho. Vejo a porta branca do meu quarto na frente. Viro a cabeça e foco na porta lá no fundo, a dos meus pais. Mamãe com certeza entrou. Não me deixou explicar. Ela foi embora. O que eu ia dizer pra ela de qualquer jeito?
Que momento tenso, porra! Que loucura. Não sei que porra fazer. Fecho a porta do banheiro e entro no meu quarto. Me jogo na cama e fico feito idiota pensando sem pensar.
Não pode estar acontecendo isso comigo. Nessa posição, fecho os olhos. Apago. Acordo de madrugada e pulo. Ainda tô pelado. Visto um pijama e volto pro banheiro. Deixei tudo no chão, minha roupa e a calcinha da mamãe.
Pelo menos vou lavá-las. Já basta ter sido descoberto desse jeito, pra minha mãe ainda encontrar e ver a porcaria que eu deixei.
Porra
Mas não estão. As malditas calcinhas não estão. Alguém pegou elas. Penso no meu pai, mas ele é tão bagunceiro que se vê uma merda no chão, pula pra não catar. Da minha irmãzinha Lucy, nem se fala: ela tem o quarto dela no primeiro andar, e sempre usa o banheiro de baixo.
Mamãe deve ter pegado elas. Minha roupa também não está. Ela deve ter levado pro cesto. Desço correndo, sem fazer muito barulho. Não tem nada no quarto de lavar.
Tudo isso é uma merda.
Tô acabado.
Com que cara de puta vou olhar pra mamãe agora?
Não tenho perdão de Deus.
Não tenho perdão da mamãe.
Estou perdido.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Finalmente é sábado. Mas esses últimos dias foram um inferno pra mim. Aparentemente tá tudo igual, mas nada é igual. Minha mãe mal fala comigo. Ela me evita. Foge do meu olhar. Na mesa, na hora de comer, todo mundo fica em silêncio. Só ouvimos os tiktoks que a Lucy assiste pra depois imitar.
Papai não comeu com a gente esses dias, só no jantar. Mas no jantar é tudo igual. A gente fala de coisas sem importância. Na verdade, quem fala é o papai. Ele sempre tem o que dizer sobre o trabalho dele. Reclama de todo mundo. Pra ele, nenhum peão é eficiente o bastante pra ser pedreiro. Ninguém tem o talento e o estilo dele pra rebocar paredes. Ou pelo menos é o que ele diz.
Agora acabou de se despedir. Foi resmungando pro jogo dos Astilleros contra os Campestres porque a mamãe vai ficar assando os bolinhos pra encomenda que ela tem pra hoje à noite. A Lucy foi com as amigas dela, a Brenda e a Clarita. Eu, supostamente, recusei ir pro Olímpico de Saltillo pra ver ele jogar porque vou ajudar a decorar os bolinhos.
Agora que eles foram embora, não sei como chegar na cozinha. Não faço ideia de como quebrar o gelo e falar com ela. Não sei se minha estratégia de chegar e falar que vou ajudar ela com o creme de confeiteiro, fingindo que nada aconteceu na outra noite, vai dar certo.
Não sei se agora que não tem ninguém ela vai me cobrar. Também não tenho certeza se, se eu fingir de besta, ela vai entrar na onda e também fazer de conta que não aconteceu nada.
Quero tentar, aconteça o que acontecer, quero tentar. Não aguento mais ficar assim. Não aguento minha mãe me tratar com essa lei do gelo.
Arrasto os pés até a cozinha, e lá encontro ela agachada com o forno aberto, conferindo os bolinhos. A casa inteira cheira deliciosamente a pão.
Mas nada é mais gostoso do que ver ela assim, empinada, com a bunda pra cima. Grandona. Inchada. Ela tá usando umas leggings brancas bem apertadas que marcam as coxas e as pernas dela. Diz que com branco não aparece tanto o suor quando vai pras aulas de zumba. Além disso, acha que com essa cor dá pra disfarçar a farinha, o fermento, o creme e a massa que pudessem sujar a roupa dela.
Porra", penso.
É lógico que eu fique de pau duro vendo ela nessa posição tão provocante. Qualquer um podia chegar e enfiar nela assim mesmo, com a raba empinada e apontando pra minha cara.
A lycra é tão transparente que dá pra ver a calcinha que ela tá usando. Deve ser bege, porque a cor se destaca.
Porra, mãe.
Aperto melhor o foco e não acredito que tô vendo a forma da buceta dela. Aquela empanadinha grossa, inchada e suculenta de duas carnes que se encontram no meio. A vulva dela é grande e inchada, e dá pra adivinhar uns lábios entreabertos, como se a calcinha dela tivesse enfiada na fenda da buceta e separasse os grandes lábios.
O calor queima minha buceta e meus ovos só de olhar pra ela. Toda vez que ela se mexe ou faz alguma coisa, assim inclinada, a bunda dela vibra.
Queria chegar perto dela e dar um tapa na bunda que fizesse aqueles glúteos enormes quicarem. Depois enfiar meu dedo no meio das duas nádegas. Apalpar ela toda. Sentir a umidade dela e o buraquinho da buceta. Enfiar meus dedos e descobrir o quanto os leggings dela são elásticos e até que profundidade eles conseguem ir com a ajuda dos meus dedos.
É quando eu respiro que a mamãe se assusta. Ela ergue a figura e olha pra mim. Prende o cabelo num coque na nuca. Mesmo sem maquiagem, a carinha rosada dela me encanta. Os olhos azuis brilham. Os lábios carnudos mal se curvam quando ela sorri.
Ela tá usando um top que combina com a legging dela. Se é tão errado sentir desejos insanos pela minha mãe, por que Deus permite que ela vista esse top tão apertado? Os dois peitos dela parecem que não vão aguentar ali dentro. São grandes demais pra serem contidos. Quero estar por perto quando o top não suportar o tamanho e estourar. Quero que os peitões dela batam na minha cara e quiquem nela.
—Oi, mãe.
—Oi —responde seca, voltando pro forno.
Me enfio rápido atrás da mesa pra ela não ver minha ereção. Tento não mexer nos utensílios de cozinha dela. Quero me acalmar, mas é só ver o rolo em cima da mesa, o mesmo que ela usou pra se masturbar na banheira, e meu coração bate desenfreado no peito.
Se não for agora que estamos sozinhos, nunca vai ser.
—Mãe… sobre o outro dia, eu… me desculpa.
Ela nem olha pra mim. Vai andando até a pia, que fica no canto da cozinha, e finge que tá lavando umas louças. A bunda dela balança quando ela se mexe e minha pica cresce ainda mais.
Não, eu, não… fica tranquilo — ela me diz. — Na verdade, me perdoa você. Não devia ter entrado assim. Foi como invadir sua privacidade.
—Não, mãe, você não invadiu nada, é o seu banheiro, fui eu que usei. Devia ter trancado a porta por dentro e…
—Te juro que não tem problema, de verdade.
Ela fica em silêncio. Eu não falo nada. Fico ali, olhando ela toda. Vejo o avental na cadeira e me pergunto por que ela não coloca, assim evitaria que minha cabeça se corrompesse ainda mais vendo ela assim.
—Você já cresceu pra fazer suas coisas —ela me diz de repente.
Sei que sua intenção não é soar tão fria, mas soa, e isso me machuca.
—Vou ficar com você —digo firme, sem ousar levantar da cadeira e ir até onde ela está—. Prometi ajudar você a decorar os bolinhos.
—Sério, Ernesto, não precisa.
As palavras dela me deixam inquieto e me machucam de novo.
—Você tá brava comigo? —pergunto na lata.
Talvez minha voz soe quebrada porque a mamãe vira o rosto na minha direção e me olha com todo o brilho azul dos olhos dela.
Respiro fundo várias vezes. Não é fácil pra mim falar essas coisas com ela. Me dá uma vergonha danada. Na real, se pudesse, teria evitado esse papo, deixado as coisas rolarem sozinhas. Mas me dói a alma o jeito que ela se afastou. Não aguento ela tão distante e tão fria comigo.
—Por que eu estaria brava com você, filho?
Pelo menos a voz dela voltou a soar como antes. Só um pouquinho.
—Porque você me chamou de Ernesto.
—E isso não é o seu nome? —ela faz um esforço pra sorrir—. Se fui eu quem sugeriu, Ernesto, igual ao meu pai. Ernestinho, de carinho.
—Sim, eu sei que tenho esse nome por causa do meu avô, mas você nunca me chama assim. Pra você eu não sou Ernesto. Pra você eu sou… “seu bebê” ou “seu céu”, ou “seu love”. Pra você eu sou até seu “bobinho”. Sou tudo o que você quiser, menos Ernesto, porque você só me chama de Ernesto quando tá puta comigo.
Mamãe semicerra os olhos. Fica toda derretida ao me ouvir. As pupilas brilham, larga os utensílios na pia e se aproxima. Puxa uma cadeira e senta do meu lado.
—Me desculpa, amor, se te fiz sentir mal. Eu nunca conseguiria ficar brava com você. Você sempre vai ser meu bebê… só que… naquela noite, sei lá, acho que é difícil pra mim aceitar que você cresceu. Que já não é mais um bebê, como seu pai diz, mas um homenzinho. Não sei, talvez eu seja muito sentimental e não queira que você cresça. Eu queria que você ficasse sempre comigo.
—Vou estar sempre com você, mãe, juro por tudo.
Sorri. Percebo que ela tá triste. Pego na mão dela, levo ela pra sala e a gente senta no sofá, de lado, se olhando de frente.
—É sério, mãe, vou estar sempre com você. Não vou embora.
—Não seja bobinho — ela acaricia minhas bochechas. O toque suave das costas da mão dela na minha pele me acende—. Toda mãe tem que se resignar que seus bebês crescem, casam e vão embora com suas novas famílias.
—Não, mãe, eu não vou casar se você não quiser.
Rindo pra valer. Pelo menos tô servindo de palhaço pra você.
—Não se faça de doido, meu bem. Talvez você esteja me entendendo errado. Tô dizendo que queria que você não crescesse, que fosse sempre meu menino, mas sei como é a lei da vida e aceito. Você já cresceu, e quero que encontre uma boa esposa e se case.
—Não vou casar com ninguém se você não quiser.
Ela balança a cabeça, negando, sorrindo.
—Como não vou querer, meu pequeno Tito? Até quero que você me dê netos.
Agora sou eu quem sorri.
—Você é muito nova pra ser avó, mãe.
—Ei, também não tô falando que você já tem. É só um jeito de falar.
—Sim, mas não. Você morreria de desgosto se te chamassem de vovó.
—Bom, também podem me chamar de mamãe.
—Não quero.
—Por que tão relutante?
—Eu quero ser seu filho único, mãe. Já basta ter que dividir você com a Lucy. E ainda dizem que os pais depois querem mais os netos do que os filhos.
—Talvez.
—Pois não.
Mamãe sorri de novo. Ela se aproxima de mim, me abraça forte. Sinto os peitos dela no meu peito e me dá um arrepio. A gente se separa. Tô com calor.
—Adoro que você seja um ciumentinho, meu bem — ela me diz.
—Então você me perdoa, mamãe?
—Não tô brava com você, meu amor.
—O que você viu foi…
Não, não, não, filho, você não precisa me explicar nada.
Ela se levanta. Não quer entrar em terreno pantanoso. Eu me levanto com ela.
—Mas eu quero fazer isso.
—Te falo que não. Me incomoda.
—Mamãe, juro que isso me incomoda do mesmo jeito.
—Então vem, me ajuda a decorar os bolinhos e não falamos mais desse assunto, tá bom?
Sorrimos e aceito.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Não consigo explicar exatamente o que a gente fez naquela tarde, mas parece que tudo voltou ao normal. Só teve um detalhezinho muito estranho que, mesmo não sendo nada demais, me deixou de pau duro a noite inteira, e virou motivo pra eu ter batido umas punhetas por causa disso.
Mamãe e eu conversamos sobre a Lucy e o possível "namoradinho" que ela tinha, sobre o quanto o papai vai sofrer se nossas teorias sobre o namorado forem verdadeiras e os dramas que virão. Também falamos que amanhã ela vai às seis da tarde pra oração mensal do bairro dos Estaleiros, no salão paroquial, onde todos os grupos de pastoral da região se reúnem aos domingos da segunda semana do mês.
Ela me disse que um viúvo da idade dela chamado Nacho entrou há uns meses no grupo de pastoral que ela frequenta toda semana. Que é um cara "interessante" que vai abrir uma cafeteria no bairro e quer que ela faça os doces pra ele. Ela me falou que esse tal Nacho quer fazer uma parceria com ela e que ela topou.
Todas as minhas alarmas dispararam de uma vez: essa suposta tesão da minha mãe ao acariciar o corpo nu dela, de enfiar o cabo de um utensílio de cozinha na buceta dela, podia ter um motivo, e esse motivo se chamava "Nacho". Aquele brilho radiante que ela tem nos olhinhos claros ultimamente não é normal. E saber desse tal Nacho me deixou inquieto.
Só de pensar que outro homem, que não seja o papai, roube a atenção dela ou iluda ela, me dá um medo danado.
Então, resolvi descobrir qual é a desse tal de Nacho.
Mas isso não é a parada estranha que rolou entre ela e eu que quero contar, é outra coisa.
A gente tava terminando de embalar as sobremesas, e num desses eu escorreguei de ficar parado igual um baita otário e pra me segurar enfiei sem querer os dedos da mão direita no pote de creme de confeiteiro que tava na mesa, fazendo a mamãe cair na risada de mim.
A verdade é que nós dois rimos da minha buceta molhada.
Eu falei rindo que ia lavar as mãos, mas ela disse que era pecado desperdiçar tudo que é comestível. Desconfiado, perguntei: "E então o que eu faço? Como o creme com a boca?
E a resposta dela me deixou de queixo caído:
Deixa pra lá, meu bem, eu te ajudo.
Não sei como não peguei fogo naquele exato momento, ou como meu pau não explodiu dentro da minha calça quando a mamãe fez eu levantar meus dedos médio e anelar, que eram os mais sujos de creme de confeiteiro, e os colocou na boca dela.
Tipo quando você era bebê" — ela disse como se fosse nada — "assim que eu te limpava quando não tinha água ou pano por perto.
Meu pau pulou, e todas as minhas terminações nervosas se acenderam. Que porra tava acontecendo?
Vi a língua molhada dela, e depois a textura macia e úmida lambendo meus dedos. Fiquei com a pele arrepiada.
Hiperventilei. Ela olhou nos meus olhos, e vi algo escondido no olhar dela. Uma perversão doentia. E eu a olhei com luxúria, porque aquele olhar safado enquanto chupava meus dedos me lembrou das cenas pornô onde as milf chupam as pirocas dos caras da vez, olhando fixamente nos olhos deles.
“Minha nossa, mamãe” pensei.
Ela encheu de creme a boquinha de lábios grossos enquanto chupava meus dedos que nem uma viciada, e minha mente suja associou o creme com o esperma.
Assim que você deve ficar com porra nos lábios, gostosa" — pensei.
Imaginei ela de joelhos, com as tetas gordas pra fora. A baba, saliva e porra pré-gozo molhando os peitos dela. A língua dela chapinhando em volta da minha cabecinha. Os dedos dela brincando com minhas bolas. E eu segurando a cabeça dela pra guiar o boquete.
Fiquei tremendo o tempo todo que meus dedos ficaram dentro da boca dela, sentindo a saliva e o calor, e ela lambendo eles como se fosse porra.
Sentia a língua dela serpentear forte, veemente, como se quisesse me mostrar algo. Como se quisesse me fazer descobrir como a língua dela se sentia quando chupava algo. Como se quisesse me ensinar qual poderia ser a sensação de ter meu pau entalado na boca dela.
Porra
E agora aqui estou eu, com meu pau na mão, e meu leite cobrindo meu peito depois de mais uma punheta em sua homenagem… lembrando que mamãe chupou meus dedos como se fosse um boquete.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Só uma coisa me fez esquecer por um momento aquela siririca que minha mãe me deu ontem na cozinha: o Nacho, o tal do Nacho.
Vi como os olhos dela brilhavam quando falava dele. O sorriso safado. O jeito que as bochechas dela ficavam vermelhas. E isso me preocupa. Sei que ela ainda não fez nada com ele... ainda, porque por algum motivo ela se toca quando toma banho. Ela faz isso porque tem um desejo doentio que não consegue saciar.
E como eu tô falando, isso me preocupa.
Não vou aguentar outro homem tirando ela de mim.
Tô num cantinho do meu quarto que reformei pra fazer os trabalhos da faculdade, onde tenho meu notebook e uma escrivaninha toda cagada que meu pai comprou de segunda mão. Mas não consigo me concentrar, mesmo sabendo que falta pouco pra acabar o semestre e que o professor Moncayo não vai me passar se esse projeto de "proposta de parque urbano sustentável" não sair como deve.
Filho..." — ouço a mamãe na porta.
—Mãe — levanto e vou até ela, que, oh my god! Deixou umas quatro revistas sobre sexualidade no colchão da minha cama, e três revistas eróticas de nu que lembro de ter visto o pai lendo uma vez.
Mal consigo respirar. Por que caralhos você me trouxe isso?
—Bom… filho, eu… Olha, achei isso. São do seu pai. Ele é um consumidor dessas porcarias. E as revistas de educação sexual fui eu que comprei quando fui ao mercado hoje de manhã. Você não imagina a cara de tarado que o vendedor fez quando eu comprei. É a maior vergonha que já passei na minha vida. Mas faço isso por você, meu pequeno Tito. Não sei se alguma coisa disso vai servir pra você saciar suas… dúvidas e essas paradas de homem.
—Mamãe… por favor.
Minha cara cai de vergonha. Não acredito nisso.
—Sim, sim… desculpa, filho, mas é que… ai, céus, juro que tô sofrendo com isso. Mas a culpa é do Lorenzo, por não… ter falado de sexo contigo quando devia. As mães conversam com as filhas e os pais com os meninos. Era papel dele, porque ele é homem igual a você, mas… pelo visto não fez. Eu falo de sexo com a Lucy e não sinto vergonha, porque entre a gente…
—Mamãe, juro que não precisa.
Não sei onde enfiar a cara. Mas mamãe não me ouve. Da bolsa dela, ela tira uns saquinhos que conheço bem e que me deixam sem fala.
—Também… te trouxe estes… preservativos, filho, caso tu tenha namorada ou amiguinhas pra… aquilo… pra não terem acidentes e…
—Mãe! Mãe! Sério, dá uma segurada na sua intensidade. Tudo isso é muito vergonhoso pra mim.
—Vai ser constrangedor se você não se cuidar e "engravidar" a mina com quem você tá. Além disso, esses plásticos servem pra evitar infecções e…
—É sério, mãe, é sério, para com isso!
Tô vermelho de vergonha. Não sei onde enfiar a cara. Falar de sexo com meus ex-amigos era normal. Até teria sido tolerável fazer isso com meu pai (que, aliás, quando fiz 18 anos, tentou me levar num puteiro pra me fazer homem, convite que recusei por achar tão vulgar, e foi isso que fez ele achar que tenho tendências homossexuais), mas com a minha mãe, que filho homem normal conversa sobre sexo com a própria mãe?
O que mais me irrita é que minha mãe me trata como um idiota em questões sexuais. Talvez eu não tenha a experiência que outros caras da minha idade têm, mas pelo menos sei o básico: que o pau entra na buceta, que em casos extremos até o cu é usado, e, o mais importante, sei que ela me atrai pra caralho mesmo sendo minha mãe, que é possível que eu esteja apaixonado por ela e, o pior, que o tempo todo tenho putas fantasias sexuais com ela.
—Olha, mãe. Na escola, vocês se adiantaram uns dez anos na educação sexual. Isso eu já sei, e com certeza sei mais que você e o pai. E não preciso dessas revistas pornôs do papai pra saciar meus apetites sexuais nem pros meus exercícios de punheta. De vez em quando vejo pornô no meu celular e não preciso de mais nada. E, aliás, esses plastiquinhos que você tem na mão chamam camisinha, e servem pra colocar no pau duro antes de transar…
—Já! Já! Já! —Mamãe levanta as mãos depois de deixar os lençóis na cômoda. Sacode elas com estardalhaço, como se estivessem sujas de merda—. Tá bom, querido, tá bom… repito que pra mim é tão ou mais desconfortável que pra você, mas é que desde aquela noite fiquei pensando que nessa casa ninguém tinha falado com você sobre… isso, e que você ia precisar de um guia. E a verdade é que não tenho coragem de pedir pro Lorenzo conversar com você sobre esses assuntos tão delicados, porque ele é grosso e sem coração às vezes. Podia te confundir em vez de ajudar.
Já, entendi, mãe, juro que te entendo, mas tô repetindo que não precisa.
—Já tô vendo… já tô vendo. E sinto muito.
Passamos uns 20 segundos em silêncio total. E esse silêncio é sufocante. Desconfortável. Interminável. Ela respira, tem uma pergunta na ponta da língua e não se anima a soltar. Suspira de novo e finalmente se decide:
—Filho…
—Sim, mamãe?
—Você já fez isso antes?
—Que coisa?
—Te tocar…
Ai, não. Lá vamos nós de novo, e eu que queria encerrar esse assunto. Será que ele não percebe o quão constrangedor isso é pra nós dois?
—Cê quer mesmo falar disso, mãe?
—Claro que não, Tito, me dá uma vergonha danada, é só que...
—Então deixa pra lá.
O silêncio sepulcral volta. A gente se olha de longe, meio sem graça, por isso decido ser eu quem quebra o gelo, quando me sento na cama junto com as revistas, dizendo:
—Desde os catorze, acho.
Ela levanta os olhos. Não sabe do que eu tô falando.
—O quê?
—Eu me toco desde os catorze.
—Ah, não, meu amor —ela sorri, ardendo de vergonha—. Eu tô perguntando se você já fez isso antes, se tocar… usando minha calcinha como estímulo.
Fico paralisado. Foi tão óbvio assim que eu me masturbei sob o estímulo perverso da calcinha dela? Será que ela sabe que eu sou um depravado sexual que a deseja como mulher?
Porra! Porra!
Pensa rápido, Tito, pensa rápido.
—Olha, mãe. Vou te explicar na lata pra você não ficar pensando besteira ou criando teorias que não têm nada a ver…
Quero deixar claro que eu não usei a calcinha preta dela pra me masturbar pensando nela. Preciso convencê-la, mesmo que tenha que usar todo meu repertório de mentiras. Tento fazer uma cara de abatido enquanto falo:
—Com toda a vergonha da minha alma, te confesso que naquela noite eu tava... vendo um vídeo erótico no meu celular, e por causa disso, os hormônios foram lá em cima e... pois é, cê viu.
Mamãe tem seus olhos azuis semicerrados. Me olha nervosa.
—E a parada das suas... calcinhas ali... no meu pau foi porque... eu precisava me limpar com alguma coisa, e como a calcinha tava mais perto que o papel higiênico, ficou fácil pegar elas e... Bom, o que você viu.
Ela continua respirando fundo, toda envergonhada.
—Mas, mãe, antes de me chamar de tarado nojento, juro que não pensei. Agi no automático. Por inércia. Juro também que minha intenção era lavar elas eu mesmo, mas depois, quando voltei no banheiro, já não estavam onde eu tinha deixado.
Os gemidos da mamãe ficaram mais descompassados. Dá até pra ver as bochechas dela vermelhas, mais do que de costume.
—Já, Tito, o que acontece é que eu peguei elas e lavei.
—Jura?
Não acredito.
—Sim. Não se preocupa com isso.
Imaginar que minha mãe pegou a calcinha dela encharcada do meu porra me dá um tesão do caralho. É imaginar as mãozinhas dela segurando a peça, e os dedos dela se sujando do meu gozo, se é que já não tinha secado. Minha mãe tocou no meu leite! Será que ela cheirou, igual eu cheirei os perfumes femininos dela?
Pelo amor de Deus, como é que vai fazer uma coisa dessas? Não, ela não é desse tipo.
—Me desculpa de novo, mãe. Não vai rolar de novo.
Ela e um sorriso nervoso. Suspira fundo.
Como estou sentado, coloco um travesseiro nas minhas pernas, como se quisesse apoiar meus braços nele. A verdadeira razão é que não quero que a mamãe perceba minha ereção.
—Bom, querido, tudo esclarecido, vou nessa. E por favor, não vamos mais falar desse assunto, porque pra mim é muito pesado conversar essas coisas com você.
Assinto com a cabeça porque não poderia concordar mais com a afirmação dela.
A verdade é que o que eu quero é nunca mais falar sobre esse episódio vergonhoso. Mamãe vem na minha direção e eu ajusto meu travesseiro pra cobrir toda a minha buceta. Não preciso de mais vergonha se ela descobrir que eu tô duro de novo. Os peitos redondos e carnudos dela ficam bem perto dos meus olhos e depois se distorcem quando ela encosta a boca molenga na minha testa pra me dar um beijo. Ela diz que me ama, que já passou tudo, passa os dedos no meu cabelo e depois faz menção de sair do meu quarto.
Mas eu falo com ela, pra perguntar uma última coisa que também tem me preocupado:
—Ei, mãe, o pai ficou sabendo de…?
Não — ela me esclarece sem esperar que eu termine de fazer minha pergunta —. Como você acha, filho? Você conhece seu pai. Muito machão, muito machão, mas pra essas coisas o Lorenzo… não é tão… aberto quanto a gente.
Ela termina a resposta com um sorriso que eu interpreto como mórbido e até provocante.
Meu pau vibra debaixo da minha calça. Além disso, o “nós” me faz sentir como se a gente tivesse tramando um segredo imoral.
O mais fácil teria sido falar pra ela que eu também já vi ela batendo uma duas vezes, e que por isso nós dois temos um segredo um do outro que nos coloca na mesma situação de vulnerabilidade. E que por isso a gente tem que se cuidar um com o outro. Mas não tenho coragem. Também não quero estragar isso. Não agora.
Mesmo assim, acho que com a mamãe a gente cruzou uma linha pequena: acho que demos um passo em direção a um lugar que não vejo começo nem fim. A gente evoluiu. Os dois temos um segredo inconfessável. E essa cumplicidade entre nós, de algum jeito, nos uniu mais.
—Papai foi pro bilhar pra comemorar. Parece que ganharam o jogo de ontem. A Lucy tá trancada no quarto dela. Acho que terminou com o "quase-namorado".
—Nossa.
—E eu vou terminar de me arrumar pra minha reunião paroquial do mês. Vai sair pra algum lugar, filho?
—Quem sabe eu saio pra comprar um sorvete.
—Beleza. Antes de ir, te aviso, meu bebê.
A Sugey vai embora e eu me jogo de braços abertos na minha cama. Pensando em tudo o que vai rolar.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Já passam das cinco e meia da tarde, e a mamãe tá quase saindo pra reunião dela. Quando eu ia sair pra comprar um sorvete pra amenizar o calor, ela, do quarto dela, que é bem perto do meu, me chamou:
—Céu, mamãe precisa de ajuda com esse colar de prata.
—Já vou, mãe.
Para mim, as ordens dela são lei. Não me importaria de ser o tapete dela se ela passasse o corpinho suculento por cima de mim.
Entro no quarto dos meus pais e encontro ela parada na frente da penteadeira, se olhando no espelho, tentando colocar um colar de prata com um pingente da virgem da medalha milagrosa, padroeira da paróquia.
Não é nada vulgar a saia justa que ela tá usando, mas com aquela bunda enorme e impressionante, é impossível minha mãe passar despercebida pros meus olhos.
Porra, gostosa.
Será que as meias pretas que ela tá usando por baixo da saia têm liga? Puta que pariu, como me excita olhar pra lingerie. E eu nem tinha reparado que a minha mãe sempre usa quando sai pra farra com o pai ou pra essas reuniões de igreja.
—É tão pequenininha que não consigo amarrar, me ajuda, meu gostoso?
—Sim, mamãe, eu te ajudo.
A saia dela vai até acima dos joelhos, mas fica bem apertada. Dá pra ver a bunda e as pernas marcadas. Ela tá uma gostosa.
Ela tá usando uma blusa branca com babados no decote que, mesmo sendo a clássica roupa de mulher beata de igreja, nela fica sensual pra caralho, principalmente com essa carinha linda que ela tem, esses olhos, e esses lábios tão sexuais que brilham na boca dela. Uma boca onde ontem estiveram meus dedos no lugar da minha pica. Mas fazer o quê, tem que começar por algum lugar. E se ainda por cima eu adiciono que, mesmo sendo folgada essa blusinha, os peitões inchados dela marcam no peito, aí tudo piora.
—Tá gostosa, mãe.
—Você sempre tão adorável, meu bebê.
—Tô falando sério, gostosa, você tá maravilhosamente linda.
Quero dizer pra ela que ela tá uma gostosa, mas tenho medo de parecer muito ousado.
—Valeu, meu amor, te amo.
—Eu te amo mais.
Chego perto dela e o cheiro de mulher invade meus pulmões. Ela tem um cheiro muito gostoso. Ela é muito delícia. Eu gosto dela toda, porra, toda.
Os saltos agulha que ela colocou fazem ela parecer centímetros mais alta do que eu. Ela coloca a medalha na minha mão e na hora eu percebo que não vou conseguir me mexer com esses babados tão atrapalhados no pescoço.
Mamãe percebe o problema e me diz:
—Se os babados tão te atrapalhando, filho, tem quatro botões atrás. Desabotoa eles pra tu poder colocar a medalha em mim.
Trago saliva. O pau fica duro. Meu coração dispara. O que ela me pede é pesado demais. Não sei se ela tem noção disso.
O cabelo loiro da mamãe tá preso numa trança, deixando duas mechas na frente que fazem ela ficar toda gostosa. Ela joga a trança pra frente e eu, com os dedos meio atrapalhados, desabotôo os quatro botões que deixam eu ver até a metade das costas bem branquinhas dela.
Mamãe usa as mãos pra evitar que a parte da frente caia e as tetas dela se espalhem.
—Cê acha que dá, bebê?
—S-sim —gaguejo.
Isso é muito pesado pra mim.
—Tá bom, gostosa, coloca a medalha em mim.
Olho para as costas dela, as alças elásticas do sutiã e as transparências de renda no desenho da parte de trás estão coladas na pele dela.
—Posso? —pergunto inibido, com a boca seca, meu pau duro atrás dela, junto da bunda empinada dela.
—Claro, gostosa, pode sim.
Sem querer, toco a pele dela na nuca. É lisinha, as costas dela são lisas. Ela toda é macia, gloriosa. Acaricio ela e falo que é uma massagemzinha pra aliviar o estresse dela.
— Que gostoso, meu bem, tu tem umas mãos tão macias — ela me fala, como se fosse um convite safado pra continuar tocando ela.
Mas já não faço isso. Não sou forte o bastante pra só me contentar em acariciar as costas tendo essa raba debaixo da minha braguilha.
— Papai diz que eu tenho mãos de mulher — tento brincar.
—Porque ele tem as dela de lixa —ela ri.
Pego com minhas duas mãos cada uma das pontas da medalha. Estico ela bem e passo na frente do pescoço dela. Mamãe levanta o cabelo trançado pra passar a medalha de prata por baixo e, no movimento, empina a bunda e esmaga meu pau duro.
Santo Deus" me assustei.
Ela não diz nada. Vejo os olhos azuis dela pelo espelho e o sorriso safado.
Trago saliva. Depois me encosto mais nela, fingindo uma manobra mais concreta pra ver se a medalha não enroscou, e quase sinto como meu pau se esfrega na bunda dela. Quero me mexer, esfregar mais, que ela sinta, que sinta ele duro no meio das nádegas dela, mas eu me acovardo e não ouso ir além.
Já que tô tão colado atrás dela, me levanto um pouco mais e olho pra baixo. Pela blusinha branca dela, que ela ainda segura com as mãos, dá pra ver os contornos de duas enormes protuberâncias de carne. Vejo o decote, o tamanhão dos peitos dela, e minhas mãos acariciam o pescoço e os ombros dela pra segurar a vontade doida que tenho de apertar as tetas dela.
—Pronto, mamãe —digo com a boca seca.
—Valeu, meu amor.
Ela se vira. Estende os braços pra me dar um abraço como agradecimento pela minha ajuda, mas esquece que com as mãos dela tava segurando a blusa.
Mãe do céu
Quando a gente percebe o erro dela, já é tarde demais.
Ela ficou de sutiã na minha frente.
E vejo suas duas protuberâncias carnudas, leitosas, brilhantes, molhadinhas, quicando na minha frente. Vejo seus bicos e suas aréolas rosadas e alongadas através do sutiã erótico.
Nós dois nos olhamos surpresos, e quase parece normal um filho estar na frente da mãe olhando pra ela de peitos de fora, só cobertos por um sutiãzinho que, pra ser sincero, não cobre quase nada.
—Filho —ele me diz num sussurro.
—Mamãe —respondo, com o coração batendo forte.
CONTINUA
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1 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 3