CAPÍTULO 2
A calcinha da mamãe
Me bati uma punheta sete vezes durante a madrugada, no meio do sono, e em todas elas os jatos de porra saíram em abundância enquanto imaginava minha mãe de quatro, no meio das minhas pernas, a boquinha rosada dela colada na minha glande, as unhas pontudas coçando os pelos das minhas bolas, e a mão livre dela massageando o tronco do meu pau.
Quando fecho os olhos, consigo até ver os gestos vulgares dela, de puta. De uma mãe safada dando um boquete no próprio filho. A ponta da língua dela lustrando meu comprimento de baixo pra cima e de cima pra baixo. Principalmente, consigo ver os peitões dela balançando e sacudindo debaixo do peito dela, os bicos roçando na cama. Ela gloriosa, gostosa e majestosa, com a cara lambuzada de porra depois que eu gozei nela.
E a fantasia acaba, pra depois montar outras novas. E em todas elas, mamãe é a protagonista das minhas safadezas e perversões. Da minha mente imunda que não para de inventar situações nojentas.
De pau, tenho um tamanho normal, talvez mediano. Pelo menos quando transei com minhas namoradas, nenhuma reclamou do meu desempenho porque todas pareciam tão inexperientes quanto eu. Mas não é a mesma coisa comer uma novinha do que uma mulher experiente, e por isso nunca tive a coragem de dar em cima de nenhuma delas. Mamãe, por outro lado, não se parece em nada com essas meninas bobas que se assustam com tudo e com quem eu estive.
Pelo que vi no chuveiro, agora acho que mamãe é uma mulher reprimida, mas no fundo é muito fogosa e sabe o que é curtir a própria sexualidade.
"Como você me deixa, mamãe... como você me deixou duro."
Nem consegui dormir direito.
Não sei o que fazer com as impurezas da minha mente. Isso não está certo. Isso não é normal. Não posso ficar massageando meu pau enquanto penso na minha mãe de um jeito tão obsceno. Tão grotesco e doentio. Tenho vergonha de pensar no que penso, mas é inevitável controlar. Isso me supera. Está fora de mim. Cada vez que penso nisso, minha pressão sobe e me dá tontura. Meu coração bate forte demais e sinto umas taquicardias.
“É sua mãe, Tito, é sua mãe, você tem que se acalmar.”
Mas é só fechar os olhos e ouvir ela gemendo de novo, igual às atrizes pornô dos filmes que eu vejo às vezes.
***
São quatro da manhã. Ouvi uns gemidos no quarto da mamãe. Sim. Tô doente. Quero ouvir eles fodendo, papai e ela. Quero saber como são os gemidos dela quando ele tá metendo nela. Os gritos dela quando a buceta dela engole uma pica de carne. Quando um homem come ela com força. Quando ela goza em cima de um pau de verdade.
Mas eles não tão transando. O gemido teve que ser por outra coisa. Minha teoria tá certa. Papai não toca nela, por que ele não toca?, desde quando eles não tão dando uma trepada?
Se ela não fosse minha mãe. Se eu fosse papai. Meu Deus! A gente não dormiria a noite inteira de tanto foder. Ela merece, ela é uma gostosa. É linda. Tem necessidades. Precisa de um homem. Infelizmente, esse homem não posso ser eu, porque sou filho dela.
Mesmo assim, continuo pensando na mamãe de um jeito sacana. As obscenidades não saem da minha cabeça. Imagino ela numa cama de quatro. As nádegas enormes dela viradas pra minha cara. Ela abrindo elas pra eu ver os buracos dela. E na frente, os peitos dela balançando, e eu atrás, com meu pau duro apontando pra rachinha dela. Será que a vulva dela é muito peluda? Será que ela depila? Do jeito que papai é, acho impossível minha mãe se atrever a depilar.
***
Já faz mais de uma semana desde o último episódio inesquecível em que peguei a mamãe se tocando na banheira com o cabo de um utensílio de cozinha. E eu, como um degenerado filho da puta, continuei me masturbando em homenagem a ela, e meus desejos insaciáveis de espiar ela de novo se multiplicaram.
Não sou o mesmo desde aquele dia. Não consigo mais ver ela do mesmo jeito. Não é como se eu tivesse perdido o respeito por ela, longe disso, mas sinto que a bolha que a protegia e me mostrava como um ser superior, celestial, intocável, protetor e maternal, agora se desfez. Em vez de ver a mulher que me deu a vida, que me criou e que lembro com carinho desde que me entendo por gente, agora vejo a mulher que é capaz de fornicar como uma puta com qualquer homem, até comigo, que sou filho dela.
Nas minhas fantasias, vejo uma mulher que é capaz de chupar meu pau até engasgar com minhas bolas se ela quiser, e beber minhas gozadas quando tiver sede. Uma mulher tarada que é capaz de me beijar e percorrer minha boca com a língua dela.
E isso é o pior: eu não quero sentir nada disso. Não é normal. Não saberia como me controlar se algo sair do meu controle.
Pra mim, é como se ela estivesse deixando de ser minha mãe pra se tornar uma mulher linda, gostosa: simplesmente a esposa do meu pai.
É como se eu quisesse que ela não me chamasse de nada, mas aí eu penso e o tesão que sinto em saber que sou filho dela e ela minha mãe me domina. Tenho uma mente doente, eu sei, mas não é culpa minha. Não consigo controlar.
Até ela mesma me nota diferente, eu sei porque ela me disse. Me nota diferente, mesmo que nunca tenha mencionado minha ereção quando nos abraçamos e ela sentiu meu pau duro esfregando na buceta dela.
Graças a Deus no dia seguinte tudo seguiu normal e ela não tocou naquela cena tão constrangedora. O ruim é que nunca entendi aquele "Calma… meu bebê, isso acontece."
O que é que "acontece"? Que o filho de dezoito anos dela ficou de pau duro por vê-la vestida daquele jeito tão sensual? Ou que na minha idade é normal ficar duro por qualquer coisa?
Não entendo.
E ainda por cima tô ficando louco pra vê-la de novo igual naquele dia. Sentir aquela sensação proibida de estar espiando minha própria mãe. Me dá tesão poder vê-la nua de novo. Me deliciar ao vivo com a figura majestosa dela. Percorrer com meus olhos atentos a voluptuosidade dela. Admirar aquelas carnes brilhantes, brancas, e os órgãos femininos dela bem na minha vista.
Quero sentir a adrenalina de olhar ela pela fresta da porta do banheiro, mesmo sabendo que posso ser pego por ela. Aquela adrenalina que só é bem vista pelos pecadores.
Quero ver ela pelada, puxando os próprios mamilos, mordendo os lábios, colocando a língua pra fora pra saborear um falo invisível. Quero ver ela se tocando de novo. Acariciando a própria buceta. Abrindo as dobras molhadas da vagina. Contemplar como o buraco dela se abre e baba.
"Porra", o que eu tô pensando.
Se não fossem os minivídeos e as fotos que guardo com ciúme no meu celular e que tirei naquela noite, eu ia achar que tudo foi um sonho. Ou um pesadelo onde a atriz pornô é minha mãe.
Juro que pensei muito antes de cair em tentação de novo, mas não me importo de me arriscar outra vez. Já até estudei a rotina dela pra saber os dias em que ela toma banho no horário em que a encontrei da última vez.
Parece que ela sempre toma ducha às onze da noite, quando todo mundo já tá em casa, pouco antes de ir pra cama com o pai, exceto nas terças e quintas, que ela entra na banheira lá pras 7:45 da tarde, que é quando costuma chegar suada da zumba.
Faz sentido. Ela é muito limpa e não aguenta se sentir suada. Também faz sentido que nesses dois dias ela se anime a se masturbar, aproveitando que não tem ninguém em casa.
E nesta quinta à noite quero fazer de novo. Decidi fingir que vou pras aulas de violão com meu tio Fred e voltar no mesmo horário do outro dia. Com sorte, consigo, e vejo ela nua, e… Porra!
— Sugey — meu pai diz pra minha mãe na hora do almoço. Ele tá todo sujo de cimento na calça e fede muito a suor. Minha mãe, que é muito compreensiva, não fala nada. Já tá acostumada a ver e sentir o cheiro dele assim. Eu acho nojento—. No sábado prepara meu uniforme de Os Estaleiros, porque às cinco a gente tem Partida amistosa contra os Campestres na liga dos veteranos, no Estádio Olímpico de Saltillo, caso queira vir.
O time de futebol dos Astilleros representa nosso bairro, e os Campestres são os inimigos naturais dos Astilleros, de um bairro mais central da cidade. Papai é amante do futebol, fiel seguidor do Maradona, do Puma Borja e de todos os da geração dele. Americanista de coração e com uns troféus na estante da sala que ganhou quando era jovem.
Hoje em dia, sempre que pode, joga com o time dele, que vinte anos atrás arrasava pra caralho, mesmo que atualmente, pelo menos na liga dos veteranos, a única coisa que costumam ganhar são reumatismos nas pernas.
— Fico feliz que vocês reativaram o time e que você está fazendo esporte — alegra-se mamãe, que está servindo a comida.
De novo aquelas leggings. Embora pareçam as mesmas, não são. Estas também são brancas, marcam a bunda dela, as pernas gostosas, até a racha que divide as nádegas, mas têm textura.
— Faz bem que você precisa, Lorenzo, que já as cervejas te deram uma bela barriga.
Papai tem minha altura, mas é gordo, diferente da minha magreza, e a cara de poucos amigos dele me faz perguntar que porra a mamãe viu nele quando o conheceu, sendo ela mais de 10 anos mais nova que ele e com aquela cara tão bonita e aqueles olhões azul-mata.
— Lá vem você, Sugey. Essa barriga é de felicidade — ri meu pai mordendo pedaços de frango ao molho de manga.
— É que na rua você come qualquer porcaria — afronta minha mãe, que se senta na mesinha e começa a cortar a carne dela com elegância. Olho os lábios dela, grossos, rosados, e imagino eles chupando meu pau —. Até me surpreende que hoje você se dignou a vir comer, Lorenzo, porque a carne está tão barata que compro demais e só eu e seus filhos comemos, e depois você não quer comer sua porção porque não gosta de comida requentada.
Lucy ri que nem uma idiota. Minha irmã é uma menina muito bonita. Herdou a beleza da minha mãe e até mesmo o tom da voz dela. Só espero que quando crescer também herde os peitos e a bunda dela, que por enquanto ela é bem pequenininha, embora pareça uma bonequinha de prateleira, com suas bochechas vermelhas, seus olhinhos azuis e sua boquinha carnuda. A cor do cabelo dela é mais dourada que a da mãe, o que a faz parecer muito meiga. Se ao menos ela fosse menos chata, Luciana, ou Lucy, como todos chamamos, seria perfeita.
—Bom, mulher, você já chegando me enchendo o saco. Vim hoje porque tive que fazer um pedido na Ferragem do seu Paco e a casa ficou no caminho.
—Não é encheção de saco, só estou falando o que é. Daqui pra frente quero que me avise quando for vir comer, senão não vou me esforçar pra fazer seus pratos favoritos e compro menos carne.
—Sim, sim, minha querida Sugey, sim — Papá dá um beijinho nela —. Por enquanto, prepara meu uniforme pra sábado e se prepara caso queira vir.
Mamãe dá um meio sorriso. Adoro quando ela sorri. A carinha linda dela se ilumina. O azul da íris brilha mais e as bochechas ficam coradas. Minha mãe é bonita demais pra ser pensada só como minha mãe.
—Não posso, amor — mamãe se desculpa —. Sábado vou entregar 150 bolinhos de chocolate e uns doces recheados com nutella pra uma festa infantil.
—Não me culpa se você matar alguém com tanta glicose, hein, Sugey? — meu pai fala em tom de brincadeira, enquanto continua comendo que nem um porco.
—Cala a boca, rabugento, que ainda por cima agora se preocupa com o açúcar dos meus doces quando você vive comendo porcaria na rua. Pois saiba que todas as minhas receitas são saudáveis e sem glúten.
—Bla, bla, bla — papai reclama.
Mamãe me olha e nós duas rimos. Amo nossa cumplicidade.
—Dá uma bronca na sua filha, Lorenzo — minha mãe fala minutos depois, que está bem na minha frente, com sua blusinha branca marcando o sutiã —, que ela tá fazendo a dieta Keto e hoje de manhã quase desmaiou.
—Que dieta é essa?
—É uma dieta cetogênica baseada em consumir o mínimo de carboidratos.
—E isso é ruim?
—Claro que é ruim, Lorenzo! A Luciana não tem idade pra essas coisas. Ela tá em pleno desenvolvimento. O corpo dela ainda tá se formando. Ela tá mais magra que um palito de fósforo, mas com certeza algum namoradinho falou que ela tava gorda e já vai ficar anoréxica.
Lucy faz uma careta de desprezo pra mãe e eu dou uma cotovelada nela, aproveitando que ela tá do meu lado direito.
—Como assim namoradinho? —se escandaliza o pai, que tá do meu lado esquerdo, todo lambuzado de polpa de manga na boca—, com a permissão de quem, Lucy?
—A Sugey tá mentindo! —responde minha irmã, mostrando a língua pra mãe, que sorri e balança a cabeça.
—Como assim namoradinho, Lucy? —repete o pai, incrédulo que a filhinha dele tá de putaria.
Mãe bate na mesa pra chamar a atenção de todo mundo e fala:
—Tamo falando da alimentação errada dela, Lorenzo, não de namoradinhos!
—Não liga não, pai —responde minha irmã rebelde, que já tem seus dezesseis anos—, que a Sugey também já fez isso antes.
—Fez o quê? —pergunta o pai, mais pasmo que antes—, ter namoradinhos?
Mãe revira os olhos.
—A dieta keto, pai! A Sugey já fez antes, eu vi.
—As duas tão me deixando louco!
—Melhor todo mundo calar a boca e comer —decreta a mãe—. Eu vou cuidar pra essa doida parar com essa besteira de que tá gorda e do "namoradinho" a gente conversa depois. E você, Lucy, não me chama de Sugey que ainda sou sua mãe.
—Ah! —reclama minha irmã.
—E sem reclamar —manda a mãe—. Vamos comer em paz, que o coitado do meu gatinho não consegue comer sossegado.
Mãe levanta, fica atrás de mim, coloca os peitos quase na minha cara e se abaixa pra me dar um beijo.
Ainda bem que tô sentado e ninguém reparou no volume que cresceu na minha calça.
Meu pai vê o carinho que a mãe faz em mim e bufa.
—Então você me prepara o Uniforme dos Estaleiros, Sugey?" — ele pergunta quando a mãe volta pro lugar dela.
Eu sorrio pra ela de longe e mando um beijo. Ela devolve como se fosse uma namorada querendo agradar o namorado. Ou talvez só esteja agindo como uma mãe que ama o filho e eu tô vendo coisa onde não tem.
— Sim, claro, sim. Só que não vou poder te acompanhar. Tô te falando que tenho um monte de coisa pra fazer no sábado.
— Eu te ajudo a decorar os bolinhos, mãe — ofereço ajuda pra minha progenitora sensual, falando pela primeira vez.
Papá resmunga, dá um socão na mesa e me encara furioso.
— Você, em vez de me acompanhar no jogo, Tito, prefere ficar decorando bolinho com a mãe. Isso não é coisa de homem, porra, vê se não vai virar viado de uma vez.
— Lorenzo, pelo amor de Deus, deixa o menino em paz — mãe repreende, furiosa. Lucy tira sarro de mim. — Pelo menos alguém se preocupa em me ajudar nessa casa.
— Tito é homem, Sugey, não devia ficar na cozinha fazendo bolinho. Já tô decepcionado que meu único filho homem não gosta de futebol. E agora ainda tenho que aturar que prefira decorar "bolinho" com a mãe em vez de acompanhar o pai pra ver um esporte de homem.
Suspiro. Toda vez que ele entra nessa, me irrita. Tomo a palavra e falo:
— Prefiro ficar pra ajudar a mãe, já que a Lucy nos sábados some com as amiguinhas em vez de colaborar.
— Não me mete nessa, amargurado — minha irmã resmunga, cuspindo fogo pelos olhos azuis. — Se você quer ajudar a Sugey com os bolinhos, problema seu. Eu prefiro ir com minhas amigas tomar um café.
— Como quiser, meu amor — papá diz pra "princesinha" dele.
— Por que você não obriga ela a te acompanhar no futebol e comigo fica nessa pilha, pai? — reclamo das injustiças do jeito dele de ser pai.
— Porque ela é mulherzinha, e é normal que prefira sair com as amigas pra tomar chá do que vir comigo. Já você, supostamente... Que você é o homem e deveria gostar de coisas mais... másculas, não essa porra de "decorar bolinhos" com a mamãe.
— Não tem nenhum "deveria" — me defendo —, sou homem, um homem que gosta de poder ajudar a mamãe, mesmo que isso envolva "decorar bolinhos".
Dito isso, levanto e saio da mesa. Quando o pai entra nessa de "vamos humilhar o Tito", não tem quem aguente.
— Vem cá, seu moleque... — ele grita.
— Deixa ele em paz, Lorenzo — a mamãe me defende —. Já tá satisfeito? Começa a encher o saco do menino e não deixa ele comer em paz.
— Menino coisa nenhuma, esse filho da puta folgado já é um homenzinho. Mas continua criando ele no teu avental que daqui a pouco, em vez de me ajudar na obra, ele vai acabar vestindo tuas calcinhas.
***
Eu fiz, caralho, e de novo sinto fogo no corpo.
Fiz que ia sair e que ia pras aulas de violão com o tio Fred. Me fiz de idiota uns quinze ou vinte minutos e depois voltei pra casa com o coração batendo forte.
Entrei na surdina, muito mais na surdina que da primeira vez, quando até bati a porta ao fechar. É engraçado que agora eu tivesse tão nervoso e meus movimentos fossem tão cautelosos, sendo que da primeira vez, nem com todo meu barulho, minha mãe percebeu minha presença.
Ou será que percebeu?
Claro que não. Teria me esculachado.
Com tanto silêncio, ouvi o chuveiro da entrada. Ela tava tomando banho, e só de saber disso meu pau endureceu. Subi degrau por degrau até chegar no corredor que, graças a Deus, tava meio escuro, coisa que peguei como um sinal a meu favor, pensando que ela não me veria de dentro.
O ponto extra da minha sorte encontrei quando ouvi música vindo do banheiro num volume moderado lá dentro. Dessa vez eu poderia disfarçar meus sons, caso precisasse. Da outra vez não tinha música, mas me convinha que dessa vez tivesse.
O suor na minha testa fez das suas enquanto minha mão segurava a maçaneta da porta e eu demorava pra decidir. Virar ela. Eu estava nervosíssimo. Se as gotas do chuveiro estavam caindo no chão, era porque agora ela não estava mais dentro da banheira. Deduzi isso e meu coração acelerou.
Quando girei completamente o registro, minha mão tremia. Mal precisei abrir um pouco para me deparar com um espetáculo para meus olhos.
Não tínhamos um box que separasse a área do chuveiro do vaso sanitário, mas sim uma cortina de plástico que, tenho certeza, ninguém corria para fechar ao tomar banho, porque tínhamos o costume de que, quando alguém tomava banho no banheiro de cima, íamos ao de baixo para fazer nossas necessidades.
Nunca nos permitíamos ficar duas pessoas no banheiro ao mesmo tempo. Entre outros motivos, porque era muito desconfortável.
Por isso pude vê-la por completo, nua dos pés à cabeça, como uma miragem maravilhosa através do vapor que a água quente soltava enquanto caía sobre o corpo lindo da minha mãe.
Ela olhava para a pequena janela vertical que ficava na parte superior do chuveiro, que fornecia luz natural durante o dia, e por isso estava de costas, com a bunda apontando para mim.
Nessa posição tão espetacular para meus olhos, as nádegas redondas da minha mãe se ofereceram para mim como um coquetel para um mendigo morto de fome. A voluptuosidade dela me deixou paralisado e perplexo. A pica inchou dentro da minha calça e ficou tão dura que me causou dor.
Elas eram maiores, mais volumosas e firmes do que eu imaginava, e para a idade dela, ela estava mais que perfeita. Mal consegui conter um gemido quando vi a cena maravilhosa dos jatos de água saindo do chuveiro escorrendo entre suas curvas, me deixando louco.
Não consigo explicar a sensação ardente do meu coração batendo forte dentro do meu peito enquanto via aquele grande espetáculo. Ela se mexia enquanto se ensaboava, e sua bunda enorme vibrava para cima. A água molhando ela toda, a espuma abundante se juntando entre seus pés. Meu pau começou a tremer.
O cabelo dela grudava nas costas, e Ela só virou de lado, ficou de perfil, meio de frente, e aí apareceram na minha frente aqueles peitos durinhos. Igual da última vez, aquelas tetonas pareciam flutuar no ar. Os bicos do peito de repente ficaram cobertos de espuma, mas depois apareceram nua quando a água lavou.
Não consegui acreditar como eram lindos e grandes.
Na minha idade, só fiquei com três minas na intimidade, porque sou meio tímido, duas da minha idade e a terceira era cinco anos mais velha: mas nenhuma tinha as proporções da minha mãe. Que peitos! Que rabo! Que pernas tão duras e firmes pra aguentar um corpo desse!
Mamãe tem 43 anos, uma milf completa, e mesmo assim as curvas do corpo dela, que ela deve à zumba, são muito mais definidas que as de uma garota da minha idade. É que não tem quem chegue perto nem quem se compare. Pode ser que eu seja inexperiente, mas nunca vi, pessoalmente, uns peitos e um rabo daqueles.
E ainda por cima, a música de uma tal Edith Márquez combinava com a cena que eu tava vendo:
"Acaríciame. Com mãos loucas me enlouquece... Com unhas e sorrisos me ama"
A água caindo no corpo nu dela e aquelas bundonas quicando em cada movimento quando ela se ensaboava.
"Acaríciame. E me afoga nos teus braços. Cuida de mim. E me mata devagar..."
Ela enfiou os dedinhos na boceta dela e começou a gemer.
"Acaríciame. Tão suave como o ar, amor. Tão forte como o furacão"
Ela tremeu de prazer, de susto, de tesão.
"Me domina como um amante. Devagar, constante."
O jeito que ela puxou os bicos do peito depois, como os dedos dela se esconderam na boceta, e os gemidos que a música tentava esconder, me deixaram louco.
Ouvi a letra de novo e pensei que não era normal ela se masturbar ouvindo aquilo. Era como se ela estivesse iludida, apaixonada? Mamãe tinha um amante? Mas onde?
Igual da última vez, fiz algumas gravações de fotos e vídeos, e agora garanti que os vídeos fossem longos. mais.
Quando ela soltou um gemido prolongado que me lembrou as putas dos vídeos pornô, terminei com meu pau nadando na minha própria porra.
Perturbado, tonto e tarado, fugi de casa e fiquei dando voltas no quarteirão como da última vez.
***
Agora é quase meia-noite. Todo mundo deve estar dormindo. Minha tesão tá tão ardente que tive que entrar no chuveiro.
Mesmo que minha intenção seja relaxar, acho que fico mais alterado. A calcinha preta da mamãe está ali, pendurada nas torneiras que regulam a água do chuveiro.
Me arrepio e fico agitado. Não lembro de ter deixado ela pendurada. Será porque ela sabia que eu ia tomar banho? Ela deixou pra mim?
Impossível. Minha loucura tava me levando a deduzir merda. Mas agora não importa. O que importa é o que eu vejo. É preta, com renda, minúscula, e imaginar essa peça pequena enfiada na bunda gorda dela me deixa doido.
Pego a calcinha no meu nariz e percebo que cheira a boceta dela; cheira a umidade. Tem uma meleca brilhando no centro. Ela ficou se molhando durante o dia pensando em sei lá o quê ou sei lá quem, e me pergunto de novo se ela tem um amante.
Não pode ser verdade!
Por que outro motivo uma mulher de 43 anos ficaria molhada, com uma vida sexual nula com o marido? O que leva uma mulher madura a se tocar no chuveiro quando acha que não tem ninguém em casa? Eu não sei. Não quero pensar que outro cara tá comendo ela. Não sei se aguentaria.
Mas então?
Por enquanto não me importa. Só me importa a calcinha dela, pequena pro tamanho da bunda dela. E passo minha língua no centro do tecido, onde antes tava esfregado na boceta molhada dela. Lambo a mancha e sinto o gosto de mulher. De mãe tarada. De mãe com incontinência sexual.
Depois coloco no meu nariz e aspiro.
"Então é assim que cheira uma mãe"
Que delícia, porra… que puta delícia é engolir esse cheiro de mulher tarada!
E cheirando ela, eu tiro meu pau pra fora. Pau e fico batendo uma. Aperto firme o tronco com meus dedos. Tô muito duro. Muito tarado. E duro igual pedra.
Pensando que aquele cheiro que as calcinhas pretas dela exalam é o que seria ter meu nariz e minha boca na buceta suculenta dela, eu gozo, e faço bem na hora certa pra minha porra ficar contida entre as rendas da calcinha da mamãe.
Termino ofegante, quase tonto. Não é possível tanta sacanagem da minha parte. Tanta loucura. Minha mente tão doente.
Mas tá tudo feito. Eu vi minha mãe pelada, com os peitos e a bunda de fora. E agora bati outra punheta, e gozei em cima da calcinha dela, que ficou manchada de melecas esbranquiçadas.
Espero me acalmar pra entrar no banho. Depois vou fazer com a calcinha o que fiz com a minha cueca da última vez, enxaguar pra não deixar nenhum vestígio da minha gozada.
Mas aí eu respiro, fecho os olhos, e enquanto limpo meu pau com a calcinha da mamãe. Acontece o inesperado, algo terrivelmente arrepiante.
Alguém abriu a porta do banheiro e eu fiquei com a alma na mão. Olho pra entrada e, surpreso e morrendo de vergonha, olho pra ela, e ela olha pra mim. E tudo é uma puta loucura, da qual não sei como vou sair.
— Meu Deus do céu! — diz a mamãe, levando as mãos ao rosto.
E o que minha mãe vê dentro do banheiro deve ser a coisa mais monstruosa que uma mãe pode encontrar: o pau do filho dela ereto, e a calcinha preta dela enrolada na altura da cabeça… e o pior…
… encharcada de porra.CONTINUAMais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis na minha página.nova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.
A calcinha da mamãe
Me bati uma punheta sete vezes durante a madrugada, no meio do sono, e em todas elas os jatos de porra saíram em abundância enquanto imaginava minha mãe de quatro, no meio das minhas pernas, a boquinha rosada dela colada na minha glande, as unhas pontudas coçando os pelos das minhas bolas, e a mão livre dela massageando o tronco do meu pau.Quando fecho os olhos, consigo até ver os gestos vulgares dela, de puta. De uma mãe safada dando um boquete no próprio filho. A ponta da língua dela lustrando meu comprimento de baixo pra cima e de cima pra baixo. Principalmente, consigo ver os peitões dela balançando e sacudindo debaixo do peito dela, os bicos roçando na cama. Ela gloriosa, gostosa e majestosa, com a cara lambuzada de porra depois que eu gozei nela.
E a fantasia acaba, pra depois montar outras novas. E em todas elas, mamãe é a protagonista das minhas safadezas e perversões. Da minha mente imunda que não para de inventar situações nojentas.
De pau, tenho um tamanho normal, talvez mediano. Pelo menos quando transei com minhas namoradas, nenhuma reclamou do meu desempenho porque todas pareciam tão inexperientes quanto eu. Mas não é a mesma coisa comer uma novinha do que uma mulher experiente, e por isso nunca tive a coragem de dar em cima de nenhuma delas. Mamãe, por outro lado, não se parece em nada com essas meninas bobas que se assustam com tudo e com quem eu estive.
Pelo que vi no chuveiro, agora acho que mamãe é uma mulher reprimida, mas no fundo é muito fogosa e sabe o que é curtir a própria sexualidade.
"Como você me deixa, mamãe... como você me deixou duro."
Nem consegui dormir direito.
Não sei o que fazer com as impurezas da minha mente. Isso não está certo. Isso não é normal. Não posso ficar massageando meu pau enquanto penso na minha mãe de um jeito tão obsceno. Tão grotesco e doentio. Tenho vergonha de pensar no que penso, mas é inevitável controlar. Isso me supera. Está fora de mim. Cada vez que penso nisso, minha pressão sobe e me dá tontura. Meu coração bate forte demais e sinto umas taquicardias.
“É sua mãe, Tito, é sua mãe, você tem que se acalmar.”
Mas é só fechar os olhos e ouvir ela gemendo de novo, igual às atrizes pornô dos filmes que eu vejo às vezes.
***
São quatro da manhã. Ouvi uns gemidos no quarto da mamãe. Sim. Tô doente. Quero ouvir eles fodendo, papai e ela. Quero saber como são os gemidos dela quando ele tá metendo nela. Os gritos dela quando a buceta dela engole uma pica de carne. Quando um homem come ela com força. Quando ela goza em cima de um pau de verdade.
Mas eles não tão transando. O gemido teve que ser por outra coisa. Minha teoria tá certa. Papai não toca nela, por que ele não toca?, desde quando eles não tão dando uma trepada?
Se ela não fosse minha mãe. Se eu fosse papai. Meu Deus! A gente não dormiria a noite inteira de tanto foder. Ela merece, ela é uma gostosa. É linda. Tem necessidades. Precisa de um homem. Infelizmente, esse homem não posso ser eu, porque sou filho dela.
Mesmo assim, continuo pensando na mamãe de um jeito sacana. As obscenidades não saem da minha cabeça. Imagino ela numa cama de quatro. As nádegas enormes dela viradas pra minha cara. Ela abrindo elas pra eu ver os buracos dela. E na frente, os peitos dela balançando, e eu atrás, com meu pau duro apontando pra rachinha dela. Será que a vulva dela é muito peluda? Será que ela depila? Do jeito que papai é, acho impossível minha mãe se atrever a depilar.
***
Já faz mais de uma semana desde o último episódio inesquecível em que peguei a mamãe se tocando na banheira com o cabo de um utensílio de cozinha. E eu, como um degenerado filho da puta, continuei me masturbando em homenagem a ela, e meus desejos insaciáveis de espiar ela de novo se multiplicaram.
Não sou o mesmo desde aquele dia. Não consigo mais ver ela do mesmo jeito. Não é como se eu tivesse perdido o respeito por ela, longe disso, mas sinto que a bolha que a protegia e me mostrava como um ser superior, celestial, intocável, protetor e maternal, agora se desfez. Em vez de ver a mulher que me deu a vida, que me criou e que lembro com carinho desde que me entendo por gente, agora vejo a mulher que é capaz de fornicar como uma puta com qualquer homem, até comigo, que sou filho dela.
Nas minhas fantasias, vejo uma mulher que é capaz de chupar meu pau até engasgar com minhas bolas se ela quiser, e beber minhas gozadas quando tiver sede. Uma mulher tarada que é capaz de me beijar e percorrer minha boca com a língua dela.
E isso é o pior: eu não quero sentir nada disso. Não é normal. Não saberia como me controlar se algo sair do meu controle.
Pra mim, é como se ela estivesse deixando de ser minha mãe pra se tornar uma mulher linda, gostosa: simplesmente a esposa do meu pai.
É como se eu quisesse que ela não me chamasse de nada, mas aí eu penso e o tesão que sinto em saber que sou filho dela e ela minha mãe me domina. Tenho uma mente doente, eu sei, mas não é culpa minha. Não consigo controlar.
Até ela mesma me nota diferente, eu sei porque ela me disse. Me nota diferente, mesmo que nunca tenha mencionado minha ereção quando nos abraçamos e ela sentiu meu pau duro esfregando na buceta dela.
Graças a Deus no dia seguinte tudo seguiu normal e ela não tocou naquela cena tão constrangedora. O ruim é que nunca entendi aquele "Calma… meu bebê, isso acontece."
O que é que "acontece"? Que o filho de dezoito anos dela ficou de pau duro por vê-la vestida daquele jeito tão sensual? Ou que na minha idade é normal ficar duro por qualquer coisa?
Não entendo.
E ainda por cima tô ficando louco pra vê-la de novo igual naquele dia. Sentir aquela sensação proibida de estar espiando minha própria mãe. Me dá tesão poder vê-la nua de novo. Me deliciar ao vivo com a figura majestosa dela. Percorrer com meus olhos atentos a voluptuosidade dela. Admirar aquelas carnes brilhantes, brancas, e os órgãos femininos dela bem na minha vista.
Quero sentir a adrenalina de olhar ela pela fresta da porta do banheiro, mesmo sabendo que posso ser pego por ela. Aquela adrenalina que só é bem vista pelos pecadores.
Quero ver ela pelada, puxando os próprios mamilos, mordendo os lábios, colocando a língua pra fora pra saborear um falo invisível. Quero ver ela se tocando de novo. Acariciando a própria buceta. Abrindo as dobras molhadas da vagina. Contemplar como o buraco dela se abre e baba.
"Porra", o que eu tô pensando.
Se não fossem os minivídeos e as fotos que guardo com ciúme no meu celular e que tirei naquela noite, eu ia achar que tudo foi um sonho. Ou um pesadelo onde a atriz pornô é minha mãe.
Juro que pensei muito antes de cair em tentação de novo, mas não me importo de me arriscar outra vez. Já até estudei a rotina dela pra saber os dias em que ela toma banho no horário em que a encontrei da última vez.
Parece que ela sempre toma ducha às onze da noite, quando todo mundo já tá em casa, pouco antes de ir pra cama com o pai, exceto nas terças e quintas, que ela entra na banheira lá pras 7:45 da tarde, que é quando costuma chegar suada da zumba.
Faz sentido. Ela é muito limpa e não aguenta se sentir suada. Também faz sentido que nesses dois dias ela se anime a se masturbar, aproveitando que não tem ninguém em casa.
E nesta quinta à noite quero fazer de novo. Decidi fingir que vou pras aulas de violão com meu tio Fred e voltar no mesmo horário do outro dia. Com sorte, consigo, e vejo ela nua, e… Porra!
— Sugey — meu pai diz pra minha mãe na hora do almoço. Ele tá todo sujo de cimento na calça e fede muito a suor. Minha mãe, que é muito compreensiva, não fala nada. Já tá acostumada a ver e sentir o cheiro dele assim. Eu acho nojento—. No sábado prepara meu uniforme de Os Estaleiros, porque às cinco a gente tem Partida amistosa contra os Campestres na liga dos veteranos, no Estádio Olímpico de Saltillo, caso queira vir.
O time de futebol dos Astilleros representa nosso bairro, e os Campestres são os inimigos naturais dos Astilleros, de um bairro mais central da cidade. Papai é amante do futebol, fiel seguidor do Maradona, do Puma Borja e de todos os da geração dele. Americanista de coração e com uns troféus na estante da sala que ganhou quando era jovem.
Hoje em dia, sempre que pode, joga com o time dele, que vinte anos atrás arrasava pra caralho, mesmo que atualmente, pelo menos na liga dos veteranos, a única coisa que costumam ganhar são reumatismos nas pernas.
— Fico feliz que vocês reativaram o time e que você está fazendo esporte — alegra-se mamãe, que está servindo a comida.
De novo aquelas leggings. Embora pareçam as mesmas, não são. Estas também são brancas, marcam a bunda dela, as pernas gostosas, até a racha que divide as nádegas, mas têm textura.
— Faz bem que você precisa, Lorenzo, que já as cervejas te deram uma bela barriga.
Papai tem minha altura, mas é gordo, diferente da minha magreza, e a cara de poucos amigos dele me faz perguntar que porra a mamãe viu nele quando o conheceu, sendo ela mais de 10 anos mais nova que ele e com aquela cara tão bonita e aqueles olhões azul-mata.
— Lá vem você, Sugey. Essa barriga é de felicidade — ri meu pai mordendo pedaços de frango ao molho de manga.
— É que na rua você come qualquer porcaria — afronta minha mãe, que se senta na mesinha e começa a cortar a carne dela com elegância. Olho os lábios dela, grossos, rosados, e imagino eles chupando meu pau —. Até me surpreende que hoje você se dignou a vir comer, Lorenzo, porque a carne está tão barata que compro demais e só eu e seus filhos comemos, e depois você não quer comer sua porção porque não gosta de comida requentada.
Lucy ri que nem uma idiota. Minha irmã é uma menina muito bonita. Herdou a beleza da minha mãe e até mesmo o tom da voz dela. Só espero que quando crescer também herde os peitos e a bunda dela, que por enquanto ela é bem pequenininha, embora pareça uma bonequinha de prateleira, com suas bochechas vermelhas, seus olhinhos azuis e sua boquinha carnuda. A cor do cabelo dela é mais dourada que a da mãe, o que a faz parecer muito meiga. Se ao menos ela fosse menos chata, Luciana, ou Lucy, como todos chamamos, seria perfeita.
—Bom, mulher, você já chegando me enchendo o saco. Vim hoje porque tive que fazer um pedido na Ferragem do seu Paco e a casa ficou no caminho.
—Não é encheção de saco, só estou falando o que é. Daqui pra frente quero que me avise quando for vir comer, senão não vou me esforçar pra fazer seus pratos favoritos e compro menos carne.
—Sim, sim, minha querida Sugey, sim — Papá dá um beijinho nela —. Por enquanto, prepara meu uniforme pra sábado e se prepara caso queira vir.
Mamãe dá um meio sorriso. Adoro quando ela sorri. A carinha linda dela se ilumina. O azul da íris brilha mais e as bochechas ficam coradas. Minha mãe é bonita demais pra ser pensada só como minha mãe.
—Não posso, amor — mamãe se desculpa —. Sábado vou entregar 150 bolinhos de chocolate e uns doces recheados com nutella pra uma festa infantil.
—Não me culpa se você matar alguém com tanta glicose, hein, Sugey? — meu pai fala em tom de brincadeira, enquanto continua comendo que nem um porco.
—Cala a boca, rabugento, que ainda por cima agora se preocupa com o açúcar dos meus doces quando você vive comendo porcaria na rua. Pois saiba que todas as minhas receitas são saudáveis e sem glúten.
—Bla, bla, bla — papai reclama.
Mamãe me olha e nós duas rimos. Amo nossa cumplicidade.
—Dá uma bronca na sua filha, Lorenzo — minha mãe fala minutos depois, que está bem na minha frente, com sua blusinha branca marcando o sutiã —, que ela tá fazendo a dieta Keto e hoje de manhã quase desmaiou.
—Que dieta é essa?
—É uma dieta cetogênica baseada em consumir o mínimo de carboidratos.
—E isso é ruim?
—Claro que é ruim, Lorenzo! A Luciana não tem idade pra essas coisas. Ela tá em pleno desenvolvimento. O corpo dela ainda tá se formando. Ela tá mais magra que um palito de fósforo, mas com certeza algum namoradinho falou que ela tava gorda e já vai ficar anoréxica.
Lucy faz uma careta de desprezo pra mãe e eu dou uma cotovelada nela, aproveitando que ela tá do meu lado direito.
—Como assim namoradinho? —se escandaliza o pai, que tá do meu lado esquerdo, todo lambuzado de polpa de manga na boca—, com a permissão de quem, Lucy?
—A Sugey tá mentindo! —responde minha irmã, mostrando a língua pra mãe, que sorri e balança a cabeça.
—Como assim namoradinho, Lucy? —repete o pai, incrédulo que a filhinha dele tá de putaria.
Mãe bate na mesa pra chamar a atenção de todo mundo e fala:
—Tamo falando da alimentação errada dela, Lorenzo, não de namoradinhos!
—Não liga não, pai —responde minha irmã rebelde, que já tem seus dezesseis anos—, que a Sugey também já fez isso antes.
—Fez o quê? —pergunta o pai, mais pasmo que antes—, ter namoradinhos?
Mãe revira os olhos.
—A dieta keto, pai! A Sugey já fez antes, eu vi.
—As duas tão me deixando louco!
—Melhor todo mundo calar a boca e comer —decreta a mãe—. Eu vou cuidar pra essa doida parar com essa besteira de que tá gorda e do "namoradinho" a gente conversa depois. E você, Lucy, não me chama de Sugey que ainda sou sua mãe.
—Ah! —reclama minha irmã.
—E sem reclamar —manda a mãe—. Vamos comer em paz, que o coitado do meu gatinho não consegue comer sossegado.
Mãe levanta, fica atrás de mim, coloca os peitos quase na minha cara e se abaixa pra me dar um beijo.
Ainda bem que tô sentado e ninguém reparou no volume que cresceu na minha calça.
Meu pai vê o carinho que a mãe faz em mim e bufa.
—Então você me prepara o Uniforme dos Estaleiros, Sugey?" — ele pergunta quando a mãe volta pro lugar dela.
Eu sorrio pra ela de longe e mando um beijo. Ela devolve como se fosse uma namorada querendo agradar o namorado. Ou talvez só esteja agindo como uma mãe que ama o filho e eu tô vendo coisa onde não tem.
— Sim, claro, sim. Só que não vou poder te acompanhar. Tô te falando que tenho um monte de coisa pra fazer no sábado.
— Eu te ajudo a decorar os bolinhos, mãe — ofereço ajuda pra minha progenitora sensual, falando pela primeira vez.
Papá resmunga, dá um socão na mesa e me encara furioso.
— Você, em vez de me acompanhar no jogo, Tito, prefere ficar decorando bolinho com a mãe. Isso não é coisa de homem, porra, vê se não vai virar viado de uma vez.
— Lorenzo, pelo amor de Deus, deixa o menino em paz — mãe repreende, furiosa. Lucy tira sarro de mim. — Pelo menos alguém se preocupa em me ajudar nessa casa.
— Tito é homem, Sugey, não devia ficar na cozinha fazendo bolinho. Já tô decepcionado que meu único filho homem não gosta de futebol. E agora ainda tenho que aturar que prefira decorar "bolinho" com a mãe em vez de acompanhar o pai pra ver um esporte de homem.
Suspiro. Toda vez que ele entra nessa, me irrita. Tomo a palavra e falo:
— Prefiro ficar pra ajudar a mãe, já que a Lucy nos sábados some com as amiguinhas em vez de colaborar.
— Não me mete nessa, amargurado — minha irmã resmunga, cuspindo fogo pelos olhos azuis. — Se você quer ajudar a Sugey com os bolinhos, problema seu. Eu prefiro ir com minhas amigas tomar um café.
— Como quiser, meu amor — papá diz pra "princesinha" dele.
— Por que você não obriga ela a te acompanhar no futebol e comigo fica nessa pilha, pai? — reclamo das injustiças do jeito dele de ser pai.
— Porque ela é mulherzinha, e é normal que prefira sair com as amigas pra tomar chá do que vir comigo. Já você, supostamente... Que você é o homem e deveria gostar de coisas mais... másculas, não essa porra de "decorar bolinhos" com a mamãe.
— Não tem nenhum "deveria" — me defendo —, sou homem, um homem que gosta de poder ajudar a mamãe, mesmo que isso envolva "decorar bolinhos".
Dito isso, levanto e saio da mesa. Quando o pai entra nessa de "vamos humilhar o Tito", não tem quem aguente.
— Vem cá, seu moleque... — ele grita.
— Deixa ele em paz, Lorenzo — a mamãe me defende —. Já tá satisfeito? Começa a encher o saco do menino e não deixa ele comer em paz.
— Menino coisa nenhuma, esse filho da puta folgado já é um homenzinho. Mas continua criando ele no teu avental que daqui a pouco, em vez de me ajudar na obra, ele vai acabar vestindo tuas calcinhas.
***
Eu fiz, caralho, e de novo sinto fogo no corpo.
Fiz que ia sair e que ia pras aulas de violão com o tio Fred. Me fiz de idiota uns quinze ou vinte minutos e depois voltei pra casa com o coração batendo forte.
Entrei na surdina, muito mais na surdina que da primeira vez, quando até bati a porta ao fechar. É engraçado que agora eu tivesse tão nervoso e meus movimentos fossem tão cautelosos, sendo que da primeira vez, nem com todo meu barulho, minha mãe percebeu minha presença.
Ou será que percebeu?
Claro que não. Teria me esculachado.
Com tanto silêncio, ouvi o chuveiro da entrada. Ela tava tomando banho, e só de saber disso meu pau endureceu. Subi degrau por degrau até chegar no corredor que, graças a Deus, tava meio escuro, coisa que peguei como um sinal a meu favor, pensando que ela não me veria de dentro.
O ponto extra da minha sorte encontrei quando ouvi música vindo do banheiro num volume moderado lá dentro. Dessa vez eu poderia disfarçar meus sons, caso precisasse. Da outra vez não tinha música, mas me convinha que dessa vez tivesse.
O suor na minha testa fez das suas enquanto minha mão segurava a maçaneta da porta e eu demorava pra decidir. Virar ela. Eu estava nervosíssimo. Se as gotas do chuveiro estavam caindo no chão, era porque agora ela não estava mais dentro da banheira. Deduzi isso e meu coração acelerou.
Quando girei completamente o registro, minha mão tremia. Mal precisei abrir um pouco para me deparar com um espetáculo para meus olhos.
Não tínhamos um box que separasse a área do chuveiro do vaso sanitário, mas sim uma cortina de plástico que, tenho certeza, ninguém corria para fechar ao tomar banho, porque tínhamos o costume de que, quando alguém tomava banho no banheiro de cima, íamos ao de baixo para fazer nossas necessidades.
Nunca nos permitíamos ficar duas pessoas no banheiro ao mesmo tempo. Entre outros motivos, porque era muito desconfortável.
Por isso pude vê-la por completo, nua dos pés à cabeça, como uma miragem maravilhosa através do vapor que a água quente soltava enquanto caía sobre o corpo lindo da minha mãe.
Ela olhava para a pequena janela vertical que ficava na parte superior do chuveiro, que fornecia luz natural durante o dia, e por isso estava de costas, com a bunda apontando para mim.
Nessa posição tão espetacular para meus olhos, as nádegas redondas da minha mãe se ofereceram para mim como um coquetel para um mendigo morto de fome. A voluptuosidade dela me deixou paralisado e perplexo. A pica inchou dentro da minha calça e ficou tão dura que me causou dor.
Elas eram maiores, mais volumosas e firmes do que eu imaginava, e para a idade dela, ela estava mais que perfeita. Mal consegui conter um gemido quando vi a cena maravilhosa dos jatos de água saindo do chuveiro escorrendo entre suas curvas, me deixando louco.
Não consigo explicar a sensação ardente do meu coração batendo forte dentro do meu peito enquanto via aquele grande espetáculo. Ela se mexia enquanto se ensaboava, e sua bunda enorme vibrava para cima. A água molhando ela toda, a espuma abundante se juntando entre seus pés. Meu pau começou a tremer.
O cabelo dela grudava nas costas, e Ela só virou de lado, ficou de perfil, meio de frente, e aí apareceram na minha frente aqueles peitos durinhos. Igual da última vez, aquelas tetonas pareciam flutuar no ar. Os bicos do peito de repente ficaram cobertos de espuma, mas depois apareceram nua quando a água lavou.
Não consegui acreditar como eram lindos e grandes.
Na minha idade, só fiquei com três minas na intimidade, porque sou meio tímido, duas da minha idade e a terceira era cinco anos mais velha: mas nenhuma tinha as proporções da minha mãe. Que peitos! Que rabo! Que pernas tão duras e firmes pra aguentar um corpo desse!
Mamãe tem 43 anos, uma milf completa, e mesmo assim as curvas do corpo dela, que ela deve à zumba, são muito mais definidas que as de uma garota da minha idade. É que não tem quem chegue perto nem quem se compare. Pode ser que eu seja inexperiente, mas nunca vi, pessoalmente, uns peitos e um rabo daqueles.
E ainda por cima, a música de uma tal Edith Márquez combinava com a cena que eu tava vendo:
"Acaríciame. Com mãos loucas me enlouquece... Com unhas e sorrisos me ama"
A água caindo no corpo nu dela e aquelas bundonas quicando em cada movimento quando ela se ensaboava.
"Acaríciame. E me afoga nos teus braços. Cuida de mim. E me mata devagar..."
Ela enfiou os dedinhos na boceta dela e começou a gemer.
"Acaríciame. Tão suave como o ar, amor. Tão forte como o furacão"
Ela tremeu de prazer, de susto, de tesão.
"Me domina como um amante. Devagar, constante."
O jeito que ela puxou os bicos do peito depois, como os dedos dela se esconderam na boceta, e os gemidos que a música tentava esconder, me deixaram louco.
Ouvi a letra de novo e pensei que não era normal ela se masturbar ouvindo aquilo. Era como se ela estivesse iludida, apaixonada? Mamãe tinha um amante? Mas onde?
Igual da última vez, fiz algumas gravações de fotos e vídeos, e agora garanti que os vídeos fossem longos. mais.
Quando ela soltou um gemido prolongado que me lembrou as putas dos vídeos pornô, terminei com meu pau nadando na minha própria porra.
Perturbado, tonto e tarado, fugi de casa e fiquei dando voltas no quarteirão como da última vez.
***
Agora é quase meia-noite. Todo mundo deve estar dormindo. Minha tesão tá tão ardente que tive que entrar no chuveiro.
Mesmo que minha intenção seja relaxar, acho que fico mais alterado. A calcinha preta da mamãe está ali, pendurada nas torneiras que regulam a água do chuveiro.
Me arrepio e fico agitado. Não lembro de ter deixado ela pendurada. Será porque ela sabia que eu ia tomar banho? Ela deixou pra mim?
Impossível. Minha loucura tava me levando a deduzir merda. Mas agora não importa. O que importa é o que eu vejo. É preta, com renda, minúscula, e imaginar essa peça pequena enfiada na bunda gorda dela me deixa doido.
Pego a calcinha no meu nariz e percebo que cheira a boceta dela; cheira a umidade. Tem uma meleca brilhando no centro. Ela ficou se molhando durante o dia pensando em sei lá o quê ou sei lá quem, e me pergunto de novo se ela tem um amante.
Não pode ser verdade!
Por que outro motivo uma mulher de 43 anos ficaria molhada, com uma vida sexual nula com o marido? O que leva uma mulher madura a se tocar no chuveiro quando acha que não tem ninguém em casa? Eu não sei. Não quero pensar que outro cara tá comendo ela. Não sei se aguentaria.
Mas então?
Por enquanto não me importa. Só me importa a calcinha dela, pequena pro tamanho da bunda dela. E passo minha língua no centro do tecido, onde antes tava esfregado na boceta molhada dela. Lambo a mancha e sinto o gosto de mulher. De mãe tarada. De mãe com incontinência sexual.
Depois coloco no meu nariz e aspiro.
"Então é assim que cheira uma mãe"
Que delícia, porra… que puta delícia é engolir esse cheiro de mulher tarada!
E cheirando ela, eu tiro meu pau pra fora. Pau e fico batendo uma. Aperto firme o tronco com meus dedos. Tô muito duro. Muito tarado. E duro igual pedra.
Pensando que aquele cheiro que as calcinhas pretas dela exalam é o que seria ter meu nariz e minha boca na buceta suculenta dela, eu gozo, e faço bem na hora certa pra minha porra ficar contida entre as rendas da calcinha da mamãe.
Termino ofegante, quase tonto. Não é possível tanta sacanagem da minha parte. Tanta loucura. Minha mente tão doente.
Mas tá tudo feito. Eu vi minha mãe pelada, com os peitos e a bunda de fora. E agora bati outra punheta, e gozei em cima da calcinha dela, que ficou manchada de melecas esbranquiçadas.
Espero me acalmar pra entrar no banho. Depois vou fazer com a calcinha o que fiz com a minha cueca da última vez, enxaguar pra não deixar nenhum vestígio da minha gozada.
Mas aí eu respiro, fecho os olhos, e enquanto limpo meu pau com a calcinha da mamãe. Acontece o inesperado, algo terrivelmente arrepiante.
Alguém abriu a porta do banheiro e eu fiquei com a alma na mão. Olho pra entrada e, surpreso e morrendo de vergonha, olho pra ela, e ela olha pra mim. E tudo é uma puta loucura, da qual não sei como vou sair.
— Meu Deus do céu! — diz a mamãe, levando as mãos ao rosto.
E o que minha mãe vê dentro do banheiro deve ser a coisa mais monstruosa que uma mãe pode encontrar: o pau do filho dela ereto, e a calcinha preta dela enrolada na altura da cabeça… e o pior…
… encharcada de porra.CONTINUAMais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis na minha página.nova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.
6 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 2