1. A punheta da mamãe

Tudo é normal, tudo; até os gatos parecerem conversar enquanto miam, às vezes fazer frio no verão ou cair trombas d'água na primavera; sua mina te trair com seu melhor amigo ou você não passar nas notas da faculdade mesmo sempre tirando "nota dez nas provas".
Tudo é normal, tudo, menos ficar com tesão vendo sua mãe pelada enquanto ela se masturba com o cabo de um utensílio de cozinha.
Porra.
Aconteceu há um tempão, só duas horas atrás, e ainda não consegui digerir. Tô excitado. Me sinto culpado. Me sinto bem. Me sinto mal. Tudo é tão estranho. Tão perverso e tão bizarro. Não consigo parar de bater uma desde então.
Não consigo esquecer a carinha de safada dela nem o que ela fazia com aquela coisa que tinha nas mãos.
Meu nome é Tito, bom, Ernesto, mas me chamam de Tito por causa do diminutivo de "Ernestito". Tenho 19 anos, estudo arquitetura na Universidade de Saltillo — mais pra satisfazer os desejos frustrados do meu pai, que tem que se contentar trabalhando como pedreiro, do que por prazer próprio. Nas tardes de terça e quinta, quando sobra tempo, costumo ir pras aulas de violão numa oficina de música que o meu tio Fred, irmão mais novo do meu pai, oferece pra passar o tempo, mas hoje, sem avisar ninguém, o irresponsável do nosso "professor" encheu o saco e não apareceu.
Não costumo sair com amigos, porque os poucos que eu tinha parei de frequentar quando esconderam de mim que minha ex-namorada Liliana tava se esfregando com quem era supostamente outro amigo meu, o Julián. Todo mundo sabia do caso de chifre que eles tinham pelas minhas costas, menos eu, que como sempre, o corno é o último a saber.
O pior é que fui motivo de piada nos últimos três meses no meu círculo de amigos, andando com meus chifres na cabeça pelo bairro inteiro, e eu sem saber de nada.
Não. Gente hipócrita e de duas caras não quero na minha vida. Melhor ficar sozinho do que mal acompanhado. Prefiro me refugiar na faculdade, ou lendo livros de fantasia, vendo pornô de asiáticas ou milfs, nas minhas aulas de violão ou até ajudando a decorar as sobremesas que a Sugey faz, minha mãe lindíssima.
Como eu tava dizendo, hoje meu tio bonitão não foi pra oficina de violão, que rola num centro comunitário pequeno aqui do bairro, que serve pra várias coisas. Como fica a vinte minutos da minha casa, nem preciso pedir o carro pro meu pai ou pegar minha bike pra chegar. De repente, bateu uma vontade de caminhar e ficar olhando as montanhas da serra Madre Ocidental que cercam a Cidade de Saltillo, aqui onde eu moro.
Caminhei devagar pra evitar chegar cedo em casa, porque chegar significava retomar um projeto pendente com o professor Moncayo que tinha que ser entregue antes do fim do semestre.
Peguei duas ou três sacolas de fritura que encontrei na calçada “puta gente porca”, e guardei tudo na mochila bem na hora que cheguei em casa.
Desanimado, joguei o violão no sofá, fechei a porta com um chute e fui mijar no banheiro que temos no segundo andar e que, pra piorar, fica de frente pro meu quarto.
O que eu não previ foi que, ao abrir a porta, me depararia com uma cena das mais dantescas.
O normal teria sido que, ao entrar no banheiro e ver que minha mãe estava na banheira, pelada, com as pernas abertas e fazendo sei lá o quê, eu me virasse e vazasse dali, não ficasse que nem um idiota olhando aquela imagem tão putaria.
“Porra!”
Com um suspiro seco, fechei a porta na hora e fiquei espiando pela fresta o que rolava. É que a mamãe nem percebeu que eu abri a porta. Na verdade, ela tava tão concentrada fazendo alguma coisa que, de primeira, nem notei que também não ouviu meu suspiro forte.
Dois peitões rosados flutuavam na água da banheira como se fossem balões de carne que tinham acabado de encher. A espuma mal cobria a metade das aréolas e a ponta dos bicos endurecidos.
Os calcanhares ovais e pequenos dela estavam levantados, apoiados na altura das bordas da banheira, formando um "V", e aquela posição obscena me causou uma impressão que me deixou gelado por um momento.
“Puta merda!”
Mamãe é a mulher mais gostosa que alguém pode imaginar. Também a mais discreta, educada e angelical. Por isso fiquei de cara com o que vi. É que nunca tinha percebido que ela era tão sexy. Tão loucamente sexy. Os olhos dela são grandes, meigos, entre verde e azul, e o cabelo cinzento, puxando pro loiro, cor que ela costuma realçar a cada dois meses com a amiga Denisse, chega bem na altura dos peitos dela.
Os lábios dela são grossos, tipo almofadinhas macias, e da cor dos mamilos dela, agora eu sei; são rosadinhos.
O rosto dela é fino, mas ovalado. Um olhar doce, discreto, cauteloso. Com uma cara de inocente, sem maldade nenhuma, pelo contrário, sempre passando uma energia boa. Por isso fiquei pasmo com aquele gesto tão vulgar e safado que ela fez. Mordendo os lábios grossos, bufando de prazer, mergulhada num desejo insaciável.
“Mas que porra é essa!”
Aquela não parecia minha mãe, mesmo sendo ela. Aquela mulher mergulhada na banheira, com cara de safada, os peitos de fora e as pernas abertas não era a mesma que me mimava todo santo dia, a que ia à missa aos domingos, pros encontros bíblicos dela duas vezes por semana e que se matava de tanto se dedicar ao meu pai e ser exemplo de retidão pra minha irmã mais nova.
Não, não era ela, mesmo que parecesse.
Eu tô realmente pasmo, impressionado.
Mamãe!" gritei na minha mente confusa.
Vi Movimentos ensaiados com as mãos, que estavam escondidas debaixo da água na altura da virilha. Iam pra baixo e pra cima, ou seja: iam de dentro pra fora.
Hiperventilava. O tom da voz dela era suave, mas desesperado. Os olhos grandes, semicerrados. A cara de safada contrastava com o antigo olhar maternal dela. O detalhe da boca entreaberta, por onde soltava gemidos insistentes, dava um ar de perversidade à cena. Os mamilos grandes, eretos, pareciam duros. A banheira transbordando com os movimentos indecentes da mamãe.
A água escapando da banheira, ela molhada, toda.
Ayyy" "Aaaaah" ela gemendo.
O ar me fugiu diante do que eu via. Depois prestei atenção pra distinguir o que era aquilo que minha mãe tinha tirado da água na altura da virilha e levei um susto violento. Era o cabo de um utensílio de cozinha, e ele tinha uma capa, que era lógico que minha mãe tinha comprado pra não se machucar durante a punheta dela. Ela tinha comprado só pra se dar prazer. Duvido que com meu pai eles usem camisinha a essa altura do campeonato. Aliás, duvido que eles ainda transem.
Deduzo que se mamãe se toca sozinha é porque a relação sexual dela com ele já morreu. Talvez os anos apagaram a chama do desejo. A monotonia. Os 54 anos do meu pai, junto com o mau humor dele, ou a barriga de cerveja que balança. Qualquer coisa. Pode ser qualquer coisa.
O negócio é que a mamãe tava com tesão, ansiosa por sexo. Morria de vontade de se tocar. Se sentir mulher de novo.
Ela ofegante, a água batendo. O chão molhado, como devia estar a buceta dela. Eu nervoso, impressionado.
Não consegui ver diretamente, porque ela estava debaixo d'água, mas não pude evitar imaginar como era a buceta dela, mesmo fechada, porque a Lucy e eu nascemos de cesárea — "uma cesárea vertical que quase não se nota", já ouvi ela falar pras amigas — "uma cesárea que pelo menos lá embaixo continua me deixando virgem aos meus 44 anos.
44 anos muito bem vividos. E ela está mais gostosa do que nunca.
É lembrar desses comentários e imaginar a buceta dela da cor dos lábios rosados dela. Os grandes lábios inchados, tão grossos quanto os da boca. Naquela hora babando, talvez avermelhados pelos vai e vem constantes da punheta dela. Pelo atrito do cabo coberto pela camisinha. O cabo do rolo que ela usa para achatar a massa das sobremesas. E ela se masturbava com o cabo: só o cabo, que também não é tão grosso nem tão comprido. E ela se contentava. Ela se tocava.
Deus, mãe, como você me deixou" pensava enquanto esfregava o pacote freneticamente.
Talvez o clitóris dela estivesse brotando, florido, sensível, e ela estimulando ele com os dedinhos livres. Não sei, não dava pra ver, mas só de olhar o gesto safado do perfil dela, já imaginava: os dedos livres agarrados no rolo, enfiando o cabo dentro da buceta encharcada. A camisinha roçando o interior molhado, já aberto de tantas metidas. Ela gemendo, implorando em silêncio praquele brinquedo masturbatório ser de carne flexível, que pudesse se encaixar direitinho dentro da bocetinha dela.
Uma bucetinha abandonada pelo insensível do meu pai.
Ahg!" ela gemeu.
A voz dela: o melhor de tudo é a voz dela, tão doce, tão maternal, tão inocente e ao mesmo tempo tão obscena. Gemidos, gemidos docinhos, fáceis de confundir com o balançar da água da banheira.
MmmmHHH!
Talvez depois ela enfiou dois dedos no buraquinho dela, talvez três, e com eles o rolinho, deixando o buraco mais aberto, mais pegajoso, mais molhado pela água, porque ela continuou gemendo mais alto.
Jesuuusss!" — ela disse.
A água balançando, ela se contorcendo em movimentos cadenciados. Uma sereia se masturbando e nadando na banheira. A buceta dela ainda invadida pelo cabo do rolo. Os olhos verde-azulados ainda fechados. O cabelo loiro acinzentado colado no rosto. A boquinha entreaberta, com a língua pra fora. O sabão tocando o contorno das tetonas gordas dela, os bicos se balançando soltos, gloriosos, gordinhos e duros, à vista.
Ah, mamãe" — falo agora mesmo enquanto aperto minha mão no tronco, puxando a pele pra cima e pra baixo, sentindo uma pressão no peito e um aperto nos colhões, lembrando do que vi há pouco.
A imagem de uma mãe gostosa, safada, louca por pica, me deixa mais duro do que nunca.
Com o jeitão de pai e a conduta impecável dele, não é à toa que mamãe não tem um consolo em casa, tendo que se contentar com aquele treco de madeira.
Nem consigo imaginar ela indo comprar um consolo de borracha, depois de ver as novelinhas dela, depois de assar os doces que faz por encomenda. Depois de ir nas reuniões da igreja, com as amigas beatas dela.
Depois de dar suas aulas de zumba. Porque ela também dança, e esse detalhe o pai curte menos. Ele diz que a mãe não pode ser uma santinha que vai sexta-feira ao estudo da bíblia, e que no resto dos dias fica "dançando essas músicas obscenas de meninas desesperadas".
Na real, nunca vi ela dançar essas músicas "de menina carente". Bom, até vi, mas quando eu era mais novo. Agora que sou adulto, não. Aliás, pensando bem, nunca tinha reparado o quanto eu gosto da minha mãe, o quanto ela é gostosa pra caralho. Como os peitos dela balançam feito melões de carne, mas não caem por causa da idade, e sim por serem tão pesados e carnudos.
Minha mãe ainda está nos meus olhos, mesmo que eu os tenha fechados. O gesto dela distorcido pelas cãibras da buceta que avisam do orgasmo. As pernas dela tremendo quando os hormônios disparam, quando ela explode, quando ela goza. E um longo “Huuuum” que me desgraça.
Agora eu tô batendo uma, mas já tinha batido uma mais cedo, atrás da porta, olhando pela fresta. Até gravei um pouco; tive coragem de gravar ela. E depois de um longo “Aiiii simmmmm”, ela gozou.
A alma foi pro cu quando o orgasmo fez ela explodir e gritar de prazer. Ela agarrou os bicos dos peitos e puxou pelas pontas. Gemeu, sabendo que tava sozinha em casa, gemeu com um grito que achei bem sexy e vulgar. Se tremelicou na água. Parecia que tava levando choque. As perninhas só tremiam. Logo as coxas e os calcanhares caíram dentro da banheira e os peitões dela quicaram na água.
Gozei nas calças só de ouvir ela, de ver ela, de sentir ela sem sentir. E ainda soltei um gemido de tesão, de prazer, de adrenalina. Foi um gemido que deu pra ouvir. Mal consegui fechar a porta quando mamãe soltou um suspiro nervoso falando: “Lucy? Lorenzo? Tito?”.
Porra. Ela ouviu os barulhos, meus barulhos.
Lucy é minha irmã, Lorenzo é o pai, e Tito, bom, sou eu.
Quem tá aí?" perguntou, igual nos filmes de terror, depois de ouvir uns barulhos estranhos pela casa.
Não podia dizer que era eu. Não podia me revelar. Não saberia como explicar que gozei nas calças enquanto massageava meu pau por fora, vendo ela se masturbar. Vendo ela pelada. Vendo como os peitos dela boiavam como balões de carne sobre a espuma e a água da banheira. Que ver ela assim me deixou duro. Que me excitou. Que meu corpo inteiro esquentou. Que num impulso de safadeza, tirei o celular e gravei dois vídeos curtos e umas quatro ou cinco fotos dela, a maioria borrada de nervoso por não conseguir focar direito.
E por isso me virei, desci as escadas, peguei o estojo da minha guitarra e corri pra rua, fugindo que nem um covarde. Quase sem fôlego, dei várias voltas no quarteirão, todo agitado, suspirando nervoso. Nem lembro se tranquei a porta da entrada ou se deixei aberta.
Já não me importa mais. O que importa é o nojo que sinto de mim mesmo, por ter violado a intimidade dela, por ter ficado excitado vendo ela se tocar, enfiando aquele cabo na buceta. Por ter sujado minha calça de porra por ter ficado de pau duro vendo minha própria mãe.
Não posso julgar ela. Não posso dar palpite sobre por que ela se masturba no banheiro quando não tem ninguém em casa. Razões ela deve ter. E o pai tem culpa, isso eu posso afirmar.
Tive que colocar o violão na frente pra disfarçar a mancha da minha gozada. Que bagunça do caralho! E que vergonha. Eu andando que nem um idiota pela rua sentindo a meleca na minha cueca. Era desconfortável e humilhante.
Acima de tudo, era doente. Eu tinha gozado vendo a minha mãe pelada. Que, por outro lado, também se masturbava pensando em sei lá quem.
Será que tem outro homem além do papai? Não, isso não. Isso nunca. Acho que não. Ela não é desse tipo.
Continuei andando, assustado, impressionado, e torcendo pra minha irmã chegar em casa primeiro, antes de mim, depois das aulas de inglês, como ela sempre fazia. Respirei fundo. Tava faltando oxigênio. Tava faltando ar puro. Olhei as horas e confirmei que já tinha passado um tempo razoável.
Depois, sem pensar muito, apareci na minha casa.
Uma casinha modesta do Minha Casa Minha Vida, daquelas que você compra com dinheiro que o governo te empresta, supostamente com subsídios do estado, mas que você acaba pagando quando chega na terceira idade… na quarta ou até na quinta, se tiver sorte, pra depois serem outros que vão curtir elas.
É de dois andares, mas pequena. 7 metros de frente e 20 de fundo. Paredes cinzas, mas por causa das chuvas de verão, que dessa vez começaram em maio — agora estamos no começo de junho — desbotou várias partes da fachada.
Temos estacionamento, mas o único carro que a gente tem, um Yaris vermelho 2015, fica do lado de fora. Meu pai adaptou a garagem pra virar um mini salão de doces onde minha mãe se distrai. Na real, ela só faz sobremesas por encomenda, e quando ninguém busca ou ela faz a mais, abre o salão e vende.
Dessa vez tava fechado. Ontem a gente comeu os pastéis de nata que sobraram do último pedido.
Já cheguei" — falei com a boca seca quando abri a porta.
A Lucy já tava jantando uns ovos mexidos com chouriço, pelo cheiro dava pra saber, e porque da entrada, que na verdade é a sala de estar, dá pra ver a cozinha quando você entra, e de lá eu vi minha irmã sentada numa mesa de quatro cadeiras, de costas pra mim.
Meu céu, o jantar tá pronto" minha mãe falou como se nada. Como se eu não tivesse pegado ela se masturbando.
A voz doce e maternal dela não combina com os gemidos gostosos de antes.
Vou tomar um banho e desço, mãe", falei nervoso.
Ovinhos com chouriço, minha bebê?" ela me perguntou.
Eu continuo sendo o bebê dela. Aos meus 18 anos, ainda sou o neném mimado dela. Ela me trata com muito amor. Um carinho que transborda quando ela me olha. Ela diz que teve pré-eclâmpsia, não lembro direito, e que foi difícil me manter grudado na barriga, que a pressão subia demais e que ela não aguentava o calor. Que várias vezes eu quase escapei pelo mesmo lugar onde agora ela queria me enfiar... e que me deram como morto quando nasci, mas que depois de um tempo ela me ouviu chorar e a felicidade dela foi imensa.
Talvez por isso ela me ame tanto, por tudo que ela lutou pra me ter. Minha irmã Lucy, que tem dezesseis, diz que sou o xodó dela, e que ela me ama mais do que a ela. Lucy é fisicamente igual à mamãe, mas numa versão insuportável e em miniatura. Mamãe diz o que toda mãe diz: "amo vocês dois igual", mas às vezes acho que ela me ama mais mesmo. Percebo a preferência dela. Embora não tenha certeza, posso estar enganado.
O caso é que nossa relação é especial. Ela me abraça, acaricia minhas bochechas e passa os dedos no meu cabelo com uma devoção que derrete o coração. Eu costumo massagemar os pezinhos lindos dela, porque ela fica toda acabada depois de tantas horas em pé fazendo os doces dela e, pior ainda, nos dias que tem que ir pra aula de zumba.
Até pintei as unhinhas dela, por isso meu pai já insinuou que sou um "viadinho". Ele não entende a devoção que sinto pela minha mãe. Muito menos entenderia agora se eu contar como me sinto depois do que aconteceu.
Sempre gostei das formas tão delicadas e pequenas dos pés e das panturrilhas dela. Por isso adoro acariciá-los. É que ela toda é linda. Uma mulher gostosa e sensual.
Mamãe e eu temos uma relação de confiança, acho. Ela conversa bastante comigo. Conta os problemas dela e eu, às vezes, conto os meus. Claro que nem ela, nem papai — muito menos a fofoqueira da minha irmã Lucy — ficaram sabendo do que aconteceu com a minha ex-namorada. Eu teria muita vergonha de contar pra eles o quanto fui otário. Na verdade, eles nem sabem que já tive três namoradas, porque prefiro evitar sermões e só apresentar pra eles a garota com quem eu achar que vou dar certo. Embora, né, o instinto dos homens não seja tão esperto quanto o das mulheres. Por pouco não cometo a burrice de apresentar a Liliana pra eles.
Mamãe me defende das broncas e sermões constantes que meu pai me dá — cuja queridinha, como todo equilíbrio, é a Lucy —, e além disso ela costuma me mimar com tudo, até cozinhando minhas comidas favoritas.
De vez em quando eu a encontro deitada no sofá da sala e encosto minha cabeça no colo dela, e às vezes ela deita a dela nas minhas pernas e pega no sono.
Mas nunca tive problema com isso: nunca antes tive pensamentos estranhos sobre nada do que descrevi. Pra mim, tudo era normal. Genuíno. Saudável. Um amor filial saudável entre mãe e filho.
Mas agora tudo mudou. Agora já não sei o que vai acontecer e me assusta que nada seja como antes. Não depois de ter visto ela pelada, naquela banheira, com os peitos de fora, lindos, brilhando, e com o cabo na mão, se masturbando debaixo d'água.
Porra.
Entendo que não posso vê-la como mulher… porque ela é minha mãe e eu sou filho dela. Mas já não sei como lidar com isso que acendeu de repente na minha cabeça. Tô como louco.
Então, meu bebê, ovinhos mexidos com chorizo ou com presunto?" insistiu minha mãe.
Melhor com presunto, mãe
Não se demore tanto, meu menino, que logo vão estar na mesa.
Vale
Corri direto pro meu quarto. Não queria que nem a Luciana nem a minha mãe vissem a mancha na minha braguilha. Peguei uma cueca nova, minha toalha estampada do Harry Potter e fui pro mesmo banheiro onde tinha encontrado minha mãe de um jeito tão obsceno. Assim que entrei, vi a banheira onde ainda deviam estar impregnados os fluidos da gozada dela, e meu pau já ficou duro de novo.
Lá eu me masturbei de novo, vendo um dos vídeos dela com os peitos de fora que mal durava 13 segundos. E não consegui me segurar. Eram os gemidos dela tão quentes, os movimentos tão eróticos. A carinha linda dela se transformando numa lascívia total, e os peitões enormes flutuando na água, como se alguém tivesse enchido eles de ar, o que me fez enlouquecer.
Como você pode ser tão gostosa, mamãe, e ser isso... minha mamãe?
O que eu não teria dado pra ver a buceta dela, embora eu imaginasse que também era rosa como os bicos dos peitos e a boca dela.
Me gozei pra caralho, até quase ficar seco, respirei fundo e me enxaguei de novo. Lavei minha cueca suja na pia pra minha mãe não encontrar a porra seca quando fosse lavar, me sequei, me vesti e finalmente apareci na cozinha.
Papá costumava chegar às terças-feiras só lá pras dez da noite, porque se reunia com os amigos no bilhar do bairro.
Lá na cozinha, encontrei minha mãe de costas, cortando pedaços de pão francês pra acompanhar minha janta. E meus olhos quase pularam fora. Mamãe estava enfiada nuns leggings brancos de lycra que marcavam aquela bunda descomunal dela. Como era possível que em tantos anos eu nunca tivesse reparado nisso, mesmo quando meus amigos viviam falando que ela era uma "gostosa"? Por que eu tive que vê-la pelada e numa situação tão embaraçosa pra que o capeta entrasse em mim e agora tudo nela me parecesse tão lascivo, vulgar e obsceno?
Pra piorar, a porra da legging azul marinho ficava nela como uma luva, e se ao menos fosse cor da pele, teria sido como vê-la pelada. Pra completar a merda, a cada movimento durante os cortes do pão, as vibrações dos impulsos chegavam nos quadris dela, e dos quadris iam pra bunda, e a bunda balançava em círculos. E o pau endureceu de novo.
O mais monstruoso foi quando eu vi que dava pra ver uma calcinha preta por baixo, zero combinação com o tom da meia-calça, e que por causa da cor tão forte, aparecia tudo por fora.
Porra, mãe.
E pra mamãe não importava não ter achado uma calcinha branca que combinasse com a meia-calça: não ligava que a calcinha aparecesse perfeitamente por causa da transparência do tecido, que o meio dela estivesse sendo mordido pelo rego da bunda dela. Não ligava de se ver tão… provocante porque pra ela esse look não era provocante.
Além disso, ela tinha que pensar que tava pouco se lixando como se vestia, já que agora tava na casa dela, e sabia que ninguém ia criticar ela: nem mesmo a Lucy, que era uma crítica de carteirinha. Ela sabia que não tinha um filho tarado que, de umas horas pra cá, não parava de fantasiar com ela e de colocá-la em situações perversas onde ela era a protagonista.
Onde ele era o que enfiava o pau dele no lugar do cabo do utensílio.
Só dei uma provadinha, e mamãe já ficou preocupada. Evitei olhar muito pra ela. Tava com vergonha. Achei que se encarasse ela nos olhos, ela ia descobrir que eu tava espiando igual um punheteiro nojento. Quando desejei boa noite pra ela e pra Lucy, levantei e fui embora. Mamãe me alcançou antes de eu subir as escadas.
Vai embora sem dar um beijinho na mamãe?
Parei. Virei pra ela e tentei sorrir.
Desculpa, mãe, sério, desculpa, não sei onde ando com a cabeça.
A figura voluptuosa dela se aproximou de mim. Com os dedos, acariciou minhas bochechas e quase na hora meu pau endureceu. De perto, percebi que ela não tava de sutiã, que os pezões enormes dela marcavam na blusa branca que ela vestia, e que a luz direta do abajur do teto pendurado bem em cima da gente era a culpada de dar pra ver a sombra do mamilo e da auréola dela.
Tá bem, filho?" ela me perguntou preocupada. "Você nem terminou o chocolate.
Sugey, também não comeu a sobremesa, dá uma bronca nele" — minha irmã me dedurou, gritando da mesa.
Sim, a Lucy chamava a mãe pelo nome "Sugey".
“Cuida da sua vida, menina, e pela enésima vez te falo que não me chame de Sugey, que ainda sou sua mãe.”
Minha irmã caiu na risada e eu engoli seco, diante da presença imponente da minha mãe.
Ela me deu um olhar maternal, mas eu só conseguia lembrar daquele jeito gostoso dela se masturbando. Como eu podia ter uma mente tão doentia e pensar isso da minha própria mãe, pelo amor de Deus!
Como é que ela conseguia mudar tanto, de uma situação pra outra. A que estava na minha frente era a mãe carinhosa de sempre, mas aí eu olhava pras tetas dela, pros bicos marcados, pras leggings apertando as coxas grossas e aquele rabão enorme, e lembrava da outra mulher obscena que eu tinha visto na banheira.
Sim, mãe" — falei nervoso, fazendo de tudo pra ela não me pegar olhando pra aquelas tetas pesadas dela — "tô bem.
Te amo, meu bebê" — ele/ela me disse.
Eu também te amo, mamãe.
Não esperava que ela me abraçasse naquela noite, mesmo que ela sempre me abrace e me beije antes de eu dormir, como se eu fosse "o bebê dela". O estranho e vergonhoso ao mesmo tempo foi que minha pica ficou dura bem na hora que os peitões dela grudaram no meu corpo, a ponto de sentir os bicos duros queimando minha pele, por que eles estavam duros?, e ainda por cima o cheiro fresco do cabelo dela entrando pelo meu nariz não ajudou em nada.
Foi tudo uma convergência de acontecimentos: os peitos dela se espremendo no meu peito (minha mãe era alta, media 1,73 de altura, e eu só uns quatro centímetros a mais, por isso estávamos quase na mesma altura), as mãos dela me envolvendo pelas costas e acariciando com as unhas compridas.
A boca molhada dela colada no meu pescoço. O cabelo loiro dela fazendo cócegas no meu nariz, minhas mãos pousando na parte baixa das costas dela, sabendo que um movimento mais pra baixo e eu ia pegar na bunda dela.
E ela soltou um “Ops” quando sentiu meu pau duro roçando a virilha dela, seguido de um “Desculpa”, da minha parte, morrendo de vergonha, quando tentei me afastar e me desculpar pela minha ereção.
Mas o que me deixou mais confuso foi o sorriso estranho dela, o beijinho na minha bochecha e a resposta final dela:
Calma… meu bebê, isso é normal de acontecer.
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Tudo é normal, tudo; até os gatos parecerem conversar enquanto miam, às vezes fazer frio no verão ou cair trombas d'água na primavera; sua mina te trair com seu melhor amigo ou você não passar nas notas da faculdade mesmo sempre tirando "nota dez nas provas".
Tudo é normal, tudo, menos ficar com tesão vendo sua mãe pelada enquanto ela se masturba com o cabo de um utensílio de cozinha.
Porra.
Aconteceu há um tempão, só duas horas atrás, e ainda não consegui digerir. Tô excitado. Me sinto culpado. Me sinto bem. Me sinto mal. Tudo é tão estranho. Tão perverso e tão bizarro. Não consigo parar de bater uma desde então.
Não consigo esquecer a carinha de safada dela nem o que ela fazia com aquela coisa que tinha nas mãos.
Meu nome é Tito, bom, Ernesto, mas me chamam de Tito por causa do diminutivo de "Ernestito". Tenho 19 anos, estudo arquitetura na Universidade de Saltillo — mais pra satisfazer os desejos frustrados do meu pai, que tem que se contentar trabalhando como pedreiro, do que por prazer próprio. Nas tardes de terça e quinta, quando sobra tempo, costumo ir pras aulas de violão numa oficina de música que o meu tio Fred, irmão mais novo do meu pai, oferece pra passar o tempo, mas hoje, sem avisar ninguém, o irresponsável do nosso "professor" encheu o saco e não apareceu.
Não costumo sair com amigos, porque os poucos que eu tinha parei de frequentar quando esconderam de mim que minha ex-namorada Liliana tava se esfregando com quem era supostamente outro amigo meu, o Julián. Todo mundo sabia do caso de chifre que eles tinham pelas minhas costas, menos eu, que como sempre, o corno é o último a saber.
O pior é que fui motivo de piada nos últimos três meses no meu círculo de amigos, andando com meus chifres na cabeça pelo bairro inteiro, e eu sem saber de nada.
Não. Gente hipócrita e de duas caras não quero na minha vida. Melhor ficar sozinho do que mal acompanhado. Prefiro me refugiar na faculdade, ou lendo livros de fantasia, vendo pornô de asiáticas ou milfs, nas minhas aulas de violão ou até ajudando a decorar as sobremesas que a Sugey faz, minha mãe lindíssima.
Como eu tava dizendo, hoje meu tio bonitão não foi pra oficina de violão, que rola num centro comunitário pequeno aqui do bairro, que serve pra várias coisas. Como fica a vinte minutos da minha casa, nem preciso pedir o carro pro meu pai ou pegar minha bike pra chegar. De repente, bateu uma vontade de caminhar e ficar olhando as montanhas da serra Madre Ocidental que cercam a Cidade de Saltillo, aqui onde eu moro.
Caminhei devagar pra evitar chegar cedo em casa, porque chegar significava retomar um projeto pendente com o professor Moncayo que tinha que ser entregue antes do fim do semestre.
Peguei duas ou três sacolas de fritura que encontrei na calçada “puta gente porca”, e guardei tudo na mochila bem na hora que cheguei em casa.
Desanimado, joguei o violão no sofá, fechei a porta com um chute e fui mijar no banheiro que temos no segundo andar e que, pra piorar, fica de frente pro meu quarto.
O que eu não previ foi que, ao abrir a porta, me depararia com uma cena das mais dantescas.
O normal teria sido que, ao entrar no banheiro e ver que minha mãe estava na banheira, pelada, com as pernas abertas e fazendo sei lá o quê, eu me virasse e vazasse dali, não ficasse que nem um idiota olhando aquela imagem tão putaria.
“Porra!”
Com um suspiro seco, fechei a porta na hora e fiquei espiando pela fresta o que rolava. É que a mamãe nem percebeu que eu abri a porta. Na verdade, ela tava tão concentrada fazendo alguma coisa que, de primeira, nem notei que também não ouviu meu suspiro forte.
Dois peitões rosados flutuavam na água da banheira como se fossem balões de carne que tinham acabado de encher. A espuma mal cobria a metade das aréolas e a ponta dos bicos endurecidos.
Os calcanhares ovais e pequenos dela estavam levantados, apoiados na altura das bordas da banheira, formando um "V", e aquela posição obscena me causou uma impressão que me deixou gelado por um momento.
“Puta merda!”
Mamãe é a mulher mais gostosa que alguém pode imaginar. Também a mais discreta, educada e angelical. Por isso fiquei de cara com o que vi. É que nunca tinha percebido que ela era tão sexy. Tão loucamente sexy. Os olhos dela são grandes, meigos, entre verde e azul, e o cabelo cinzento, puxando pro loiro, cor que ela costuma realçar a cada dois meses com a amiga Denisse, chega bem na altura dos peitos dela.
Os lábios dela são grossos, tipo almofadinhas macias, e da cor dos mamilos dela, agora eu sei; são rosadinhos.
O rosto dela é fino, mas ovalado. Um olhar doce, discreto, cauteloso. Com uma cara de inocente, sem maldade nenhuma, pelo contrário, sempre passando uma energia boa. Por isso fiquei pasmo com aquele gesto tão vulgar e safado que ela fez. Mordendo os lábios grossos, bufando de prazer, mergulhada num desejo insaciável.
“Mas que porra é essa!”
Aquela não parecia minha mãe, mesmo sendo ela. Aquela mulher mergulhada na banheira, com cara de safada, os peitos de fora e as pernas abertas não era a mesma que me mimava todo santo dia, a que ia à missa aos domingos, pros encontros bíblicos dela duas vezes por semana e que se matava de tanto se dedicar ao meu pai e ser exemplo de retidão pra minha irmã mais nova.
Não, não era ela, mesmo que parecesse.
Eu tô realmente pasmo, impressionado.
Mamãe!" gritei na minha mente confusa.
Vi Movimentos ensaiados com as mãos, que estavam escondidas debaixo da água na altura da virilha. Iam pra baixo e pra cima, ou seja: iam de dentro pra fora.
Hiperventilava. O tom da voz dela era suave, mas desesperado. Os olhos grandes, semicerrados. A cara de safada contrastava com o antigo olhar maternal dela. O detalhe da boca entreaberta, por onde soltava gemidos insistentes, dava um ar de perversidade à cena. Os mamilos grandes, eretos, pareciam duros. A banheira transbordando com os movimentos indecentes da mamãe.
A água escapando da banheira, ela molhada, toda.
Ayyy" "Aaaaah" ela gemendo.
O ar me fugiu diante do que eu via. Depois prestei atenção pra distinguir o que era aquilo que minha mãe tinha tirado da água na altura da virilha e levei um susto violento. Era o cabo de um utensílio de cozinha, e ele tinha uma capa, que era lógico que minha mãe tinha comprado pra não se machucar durante a punheta dela. Ela tinha comprado só pra se dar prazer. Duvido que com meu pai eles usem camisinha a essa altura do campeonato. Aliás, duvido que eles ainda transem.
Deduzo que se mamãe se toca sozinha é porque a relação sexual dela com ele já morreu. Talvez os anos apagaram a chama do desejo. A monotonia. Os 54 anos do meu pai, junto com o mau humor dele, ou a barriga de cerveja que balança. Qualquer coisa. Pode ser qualquer coisa.
O negócio é que a mamãe tava com tesão, ansiosa por sexo. Morria de vontade de se tocar. Se sentir mulher de novo.
Ela ofegante, a água batendo. O chão molhado, como devia estar a buceta dela. Eu nervoso, impressionado.
Não consegui ver diretamente, porque ela estava debaixo d'água, mas não pude evitar imaginar como era a buceta dela, mesmo fechada, porque a Lucy e eu nascemos de cesárea — "uma cesárea vertical que quase não se nota", já ouvi ela falar pras amigas — "uma cesárea que pelo menos lá embaixo continua me deixando virgem aos meus 44 anos.
44 anos muito bem vividos. E ela está mais gostosa do que nunca.
É lembrar desses comentários e imaginar a buceta dela da cor dos lábios rosados dela. Os grandes lábios inchados, tão grossos quanto os da boca. Naquela hora babando, talvez avermelhados pelos vai e vem constantes da punheta dela. Pelo atrito do cabo coberto pela camisinha. O cabo do rolo que ela usa para achatar a massa das sobremesas. E ela se masturbava com o cabo: só o cabo, que também não é tão grosso nem tão comprido. E ela se contentava. Ela se tocava.
Deus, mãe, como você me deixou" pensava enquanto esfregava o pacote freneticamente.
Talvez o clitóris dela estivesse brotando, florido, sensível, e ela estimulando ele com os dedinhos livres. Não sei, não dava pra ver, mas só de olhar o gesto safado do perfil dela, já imaginava: os dedos livres agarrados no rolo, enfiando o cabo dentro da buceta encharcada. A camisinha roçando o interior molhado, já aberto de tantas metidas. Ela gemendo, implorando em silêncio praquele brinquedo masturbatório ser de carne flexível, que pudesse se encaixar direitinho dentro da bocetinha dela.
Uma bucetinha abandonada pelo insensível do meu pai.
Ahg!" ela gemeu.
A voz dela: o melhor de tudo é a voz dela, tão doce, tão maternal, tão inocente e ao mesmo tempo tão obscena. Gemidos, gemidos docinhos, fáceis de confundir com o balançar da água da banheira.
MmmmHHH!
Talvez depois ela enfiou dois dedos no buraquinho dela, talvez três, e com eles o rolinho, deixando o buraco mais aberto, mais pegajoso, mais molhado pela água, porque ela continuou gemendo mais alto.
Jesuuusss!" — ela disse.
A água balançando, ela se contorcendo em movimentos cadenciados. Uma sereia se masturbando e nadando na banheira. A buceta dela ainda invadida pelo cabo do rolo. Os olhos verde-azulados ainda fechados. O cabelo loiro acinzentado colado no rosto. A boquinha entreaberta, com a língua pra fora. O sabão tocando o contorno das tetonas gordas dela, os bicos se balançando soltos, gloriosos, gordinhos e duros, à vista.
Ah, mamãe" — falo agora mesmo enquanto aperto minha mão no tronco, puxando a pele pra cima e pra baixo, sentindo uma pressão no peito e um aperto nos colhões, lembrando do que vi há pouco.
A imagem de uma mãe gostosa, safada, louca por pica, me deixa mais duro do que nunca.
Com o jeitão de pai e a conduta impecável dele, não é à toa que mamãe não tem um consolo em casa, tendo que se contentar com aquele treco de madeira.
Nem consigo imaginar ela indo comprar um consolo de borracha, depois de ver as novelinhas dela, depois de assar os doces que faz por encomenda. Depois de ir nas reuniões da igreja, com as amigas beatas dela.
Depois de dar suas aulas de zumba. Porque ela também dança, e esse detalhe o pai curte menos. Ele diz que a mãe não pode ser uma santinha que vai sexta-feira ao estudo da bíblia, e que no resto dos dias fica "dançando essas músicas obscenas de meninas desesperadas".
Na real, nunca vi ela dançar essas músicas "de menina carente". Bom, até vi, mas quando eu era mais novo. Agora que sou adulto, não. Aliás, pensando bem, nunca tinha reparado o quanto eu gosto da minha mãe, o quanto ela é gostosa pra caralho. Como os peitos dela balançam feito melões de carne, mas não caem por causa da idade, e sim por serem tão pesados e carnudos.
Minha mãe ainda está nos meus olhos, mesmo que eu os tenha fechados. O gesto dela distorcido pelas cãibras da buceta que avisam do orgasmo. As pernas dela tremendo quando os hormônios disparam, quando ela explode, quando ela goza. E um longo “Huuuum” que me desgraça.
Agora eu tô batendo uma, mas já tinha batido uma mais cedo, atrás da porta, olhando pela fresta. Até gravei um pouco; tive coragem de gravar ela. E depois de um longo “Aiiii simmmmm”, ela gozou.
A alma foi pro cu quando o orgasmo fez ela explodir e gritar de prazer. Ela agarrou os bicos dos peitos e puxou pelas pontas. Gemeu, sabendo que tava sozinha em casa, gemeu com um grito que achei bem sexy e vulgar. Se tremelicou na água. Parecia que tava levando choque. As perninhas só tremiam. Logo as coxas e os calcanhares caíram dentro da banheira e os peitões dela quicaram na água.
Gozei nas calças só de ouvir ela, de ver ela, de sentir ela sem sentir. E ainda soltei um gemido de tesão, de prazer, de adrenalina. Foi um gemido que deu pra ouvir. Mal consegui fechar a porta quando mamãe soltou um suspiro nervoso falando: “Lucy? Lorenzo? Tito?”.
Porra. Ela ouviu os barulhos, meus barulhos.
Lucy é minha irmã, Lorenzo é o pai, e Tito, bom, sou eu.
Quem tá aí?" perguntou, igual nos filmes de terror, depois de ouvir uns barulhos estranhos pela casa.
Não podia dizer que era eu. Não podia me revelar. Não saberia como explicar que gozei nas calças enquanto massageava meu pau por fora, vendo ela se masturbar. Vendo ela pelada. Vendo como os peitos dela boiavam como balões de carne sobre a espuma e a água da banheira. Que ver ela assim me deixou duro. Que me excitou. Que meu corpo inteiro esquentou. Que num impulso de safadeza, tirei o celular e gravei dois vídeos curtos e umas quatro ou cinco fotos dela, a maioria borrada de nervoso por não conseguir focar direito.
E por isso me virei, desci as escadas, peguei o estojo da minha guitarra e corri pra rua, fugindo que nem um covarde. Quase sem fôlego, dei várias voltas no quarteirão, todo agitado, suspirando nervoso. Nem lembro se tranquei a porta da entrada ou se deixei aberta.
Já não me importa mais. O que importa é o nojo que sinto de mim mesmo, por ter violado a intimidade dela, por ter ficado excitado vendo ela se tocar, enfiando aquele cabo na buceta. Por ter sujado minha calça de porra por ter ficado de pau duro vendo minha própria mãe.
Não posso julgar ela. Não posso dar palpite sobre por que ela se masturba no banheiro quando não tem ninguém em casa. Razões ela deve ter. E o pai tem culpa, isso eu posso afirmar.
Tive que colocar o violão na frente pra disfarçar a mancha da minha gozada. Que bagunça do caralho! E que vergonha. Eu andando que nem um idiota pela rua sentindo a meleca na minha cueca. Era desconfortável e humilhante.
Acima de tudo, era doente. Eu tinha gozado vendo a minha mãe pelada. Que, por outro lado, também se masturbava pensando em sei lá quem.
Será que tem outro homem além do papai? Não, isso não. Isso nunca. Acho que não. Ela não é desse tipo.
Continuei andando, assustado, impressionado, e torcendo pra minha irmã chegar em casa primeiro, antes de mim, depois das aulas de inglês, como ela sempre fazia. Respirei fundo. Tava faltando oxigênio. Tava faltando ar puro. Olhei as horas e confirmei que já tinha passado um tempo razoável.
Depois, sem pensar muito, apareci na minha casa.
Uma casinha modesta do Minha Casa Minha Vida, daquelas que você compra com dinheiro que o governo te empresta, supostamente com subsídios do estado, mas que você acaba pagando quando chega na terceira idade… na quarta ou até na quinta, se tiver sorte, pra depois serem outros que vão curtir elas.
É de dois andares, mas pequena. 7 metros de frente e 20 de fundo. Paredes cinzas, mas por causa das chuvas de verão, que dessa vez começaram em maio — agora estamos no começo de junho — desbotou várias partes da fachada.
Temos estacionamento, mas o único carro que a gente tem, um Yaris vermelho 2015, fica do lado de fora. Meu pai adaptou a garagem pra virar um mini salão de doces onde minha mãe se distrai. Na real, ela só faz sobremesas por encomenda, e quando ninguém busca ou ela faz a mais, abre o salão e vende.
Dessa vez tava fechado. Ontem a gente comeu os pastéis de nata que sobraram do último pedido.
Já cheguei" — falei com a boca seca quando abri a porta.
A Lucy já tava jantando uns ovos mexidos com chouriço, pelo cheiro dava pra saber, e porque da entrada, que na verdade é a sala de estar, dá pra ver a cozinha quando você entra, e de lá eu vi minha irmã sentada numa mesa de quatro cadeiras, de costas pra mim.
Meu céu, o jantar tá pronto" minha mãe falou como se nada. Como se eu não tivesse pegado ela se masturbando.
A voz doce e maternal dela não combina com os gemidos gostosos de antes.
Vou tomar um banho e desço, mãe", falei nervoso.
Ovinhos com chouriço, minha bebê?" ela me perguntou.
Eu continuo sendo o bebê dela. Aos meus 18 anos, ainda sou o neném mimado dela. Ela me trata com muito amor. Um carinho que transborda quando ela me olha. Ela diz que teve pré-eclâmpsia, não lembro direito, e que foi difícil me manter grudado na barriga, que a pressão subia demais e que ela não aguentava o calor. Que várias vezes eu quase escapei pelo mesmo lugar onde agora ela queria me enfiar... e que me deram como morto quando nasci, mas que depois de um tempo ela me ouviu chorar e a felicidade dela foi imensa.
Talvez por isso ela me ame tanto, por tudo que ela lutou pra me ter. Minha irmã Lucy, que tem dezesseis, diz que sou o xodó dela, e que ela me ama mais do que a ela. Lucy é fisicamente igual à mamãe, mas numa versão insuportável e em miniatura. Mamãe diz o que toda mãe diz: "amo vocês dois igual", mas às vezes acho que ela me ama mais mesmo. Percebo a preferência dela. Embora não tenha certeza, posso estar enganado.
O caso é que nossa relação é especial. Ela me abraça, acaricia minhas bochechas e passa os dedos no meu cabelo com uma devoção que derrete o coração. Eu costumo massagemar os pezinhos lindos dela, porque ela fica toda acabada depois de tantas horas em pé fazendo os doces dela e, pior ainda, nos dias que tem que ir pra aula de zumba.
Até pintei as unhinhas dela, por isso meu pai já insinuou que sou um "viadinho". Ele não entende a devoção que sinto pela minha mãe. Muito menos entenderia agora se eu contar como me sinto depois do que aconteceu.
Sempre gostei das formas tão delicadas e pequenas dos pés e das panturrilhas dela. Por isso adoro acariciá-los. É que ela toda é linda. Uma mulher gostosa e sensual.
Mamãe e eu temos uma relação de confiança, acho. Ela conversa bastante comigo. Conta os problemas dela e eu, às vezes, conto os meus. Claro que nem ela, nem papai — muito menos a fofoqueira da minha irmã Lucy — ficaram sabendo do que aconteceu com a minha ex-namorada. Eu teria muita vergonha de contar pra eles o quanto fui otário. Na verdade, eles nem sabem que já tive três namoradas, porque prefiro evitar sermões e só apresentar pra eles a garota com quem eu achar que vou dar certo. Embora, né, o instinto dos homens não seja tão esperto quanto o das mulheres. Por pouco não cometo a burrice de apresentar a Liliana pra eles.
Mamãe me defende das broncas e sermões constantes que meu pai me dá — cuja queridinha, como todo equilíbrio, é a Lucy —, e além disso ela costuma me mimar com tudo, até cozinhando minhas comidas favoritas.
De vez em quando eu a encontro deitada no sofá da sala e encosto minha cabeça no colo dela, e às vezes ela deita a dela nas minhas pernas e pega no sono.
Mas nunca tive problema com isso: nunca antes tive pensamentos estranhos sobre nada do que descrevi. Pra mim, tudo era normal. Genuíno. Saudável. Um amor filial saudável entre mãe e filho.
Mas agora tudo mudou. Agora já não sei o que vai acontecer e me assusta que nada seja como antes. Não depois de ter visto ela pelada, naquela banheira, com os peitos de fora, lindos, brilhando, e com o cabo na mão, se masturbando debaixo d'água.
Porra.
Entendo que não posso vê-la como mulher… porque ela é minha mãe e eu sou filho dela. Mas já não sei como lidar com isso que acendeu de repente na minha cabeça. Tô como louco.
Então, meu bebê, ovinhos mexidos com chorizo ou com presunto?" insistiu minha mãe.
Melhor com presunto, mãe
Não se demore tanto, meu menino, que logo vão estar na mesa.
Vale
Corri direto pro meu quarto. Não queria que nem a Luciana nem a minha mãe vissem a mancha na minha braguilha. Peguei uma cueca nova, minha toalha estampada do Harry Potter e fui pro mesmo banheiro onde tinha encontrado minha mãe de um jeito tão obsceno. Assim que entrei, vi a banheira onde ainda deviam estar impregnados os fluidos da gozada dela, e meu pau já ficou duro de novo.
Lá eu me masturbei de novo, vendo um dos vídeos dela com os peitos de fora que mal durava 13 segundos. E não consegui me segurar. Eram os gemidos dela tão quentes, os movimentos tão eróticos. A carinha linda dela se transformando numa lascívia total, e os peitões enormes flutuando na água, como se alguém tivesse enchido eles de ar, o que me fez enlouquecer.
Como você pode ser tão gostosa, mamãe, e ser isso... minha mamãe?
O que eu não teria dado pra ver a buceta dela, embora eu imaginasse que também era rosa como os bicos dos peitos e a boca dela.
Me gozei pra caralho, até quase ficar seco, respirei fundo e me enxaguei de novo. Lavei minha cueca suja na pia pra minha mãe não encontrar a porra seca quando fosse lavar, me sequei, me vesti e finalmente apareci na cozinha.
Papá costumava chegar às terças-feiras só lá pras dez da noite, porque se reunia com os amigos no bilhar do bairro.
Lá na cozinha, encontrei minha mãe de costas, cortando pedaços de pão francês pra acompanhar minha janta. E meus olhos quase pularam fora. Mamãe estava enfiada nuns leggings brancos de lycra que marcavam aquela bunda descomunal dela. Como era possível que em tantos anos eu nunca tivesse reparado nisso, mesmo quando meus amigos viviam falando que ela era uma "gostosa"? Por que eu tive que vê-la pelada e numa situação tão embaraçosa pra que o capeta entrasse em mim e agora tudo nela me parecesse tão lascivo, vulgar e obsceno?
Pra piorar, a porra da legging azul marinho ficava nela como uma luva, e se ao menos fosse cor da pele, teria sido como vê-la pelada. Pra completar a merda, a cada movimento durante os cortes do pão, as vibrações dos impulsos chegavam nos quadris dela, e dos quadris iam pra bunda, e a bunda balançava em círculos. E o pau endureceu de novo.
O mais monstruoso foi quando eu vi que dava pra ver uma calcinha preta por baixo, zero combinação com o tom da meia-calça, e que por causa da cor tão forte, aparecia tudo por fora.
Porra, mãe.
E pra mamãe não importava não ter achado uma calcinha branca que combinasse com a meia-calça: não ligava que a calcinha aparecesse perfeitamente por causa da transparência do tecido, que o meio dela estivesse sendo mordido pelo rego da bunda dela. Não ligava de se ver tão… provocante porque pra ela esse look não era provocante.
Além disso, ela tinha que pensar que tava pouco se lixando como se vestia, já que agora tava na casa dela, e sabia que ninguém ia criticar ela: nem mesmo a Lucy, que era uma crítica de carteirinha. Ela sabia que não tinha um filho tarado que, de umas horas pra cá, não parava de fantasiar com ela e de colocá-la em situações perversas onde ela era a protagonista.
Onde ele era o que enfiava o pau dele no lugar do cabo do utensílio.
Só dei uma provadinha, e mamãe já ficou preocupada. Evitei olhar muito pra ela. Tava com vergonha. Achei que se encarasse ela nos olhos, ela ia descobrir que eu tava espiando igual um punheteiro nojento. Quando desejei boa noite pra ela e pra Lucy, levantei e fui embora. Mamãe me alcançou antes de eu subir as escadas.
Vai embora sem dar um beijinho na mamãe?
Parei. Virei pra ela e tentei sorrir.
Desculpa, mãe, sério, desculpa, não sei onde ando com a cabeça.
A figura voluptuosa dela se aproximou de mim. Com os dedos, acariciou minhas bochechas e quase na hora meu pau endureceu. De perto, percebi que ela não tava de sutiã, que os pezões enormes dela marcavam na blusa branca que ela vestia, e que a luz direta do abajur do teto pendurado bem em cima da gente era a culpada de dar pra ver a sombra do mamilo e da auréola dela.
Tá bem, filho?" ela me perguntou preocupada. "Você nem terminou o chocolate.
Sugey, também não comeu a sobremesa, dá uma bronca nele" — minha irmã me dedurou, gritando da mesa.
Sim, a Lucy chamava a mãe pelo nome "Sugey".
“Cuida da sua vida, menina, e pela enésima vez te falo que não me chame de Sugey, que ainda sou sua mãe.”
Minha irmã caiu na risada e eu engoli seco, diante da presença imponente da minha mãe.
Ela me deu um olhar maternal, mas eu só conseguia lembrar daquele jeito gostoso dela se masturbando. Como eu podia ter uma mente tão doentia e pensar isso da minha própria mãe, pelo amor de Deus!
Como é que ela conseguia mudar tanto, de uma situação pra outra. A que estava na minha frente era a mãe carinhosa de sempre, mas aí eu olhava pras tetas dela, pros bicos marcados, pras leggings apertando as coxas grossas e aquele rabão enorme, e lembrava da outra mulher obscena que eu tinha visto na banheira.
Sim, mãe" — falei nervoso, fazendo de tudo pra ela não me pegar olhando pra aquelas tetas pesadas dela — "tô bem.
Te amo, meu bebê" — ele/ela me disse.
Eu também te amo, mamãe.
Não esperava que ela me abraçasse naquela noite, mesmo que ela sempre me abrace e me beije antes de eu dormir, como se eu fosse "o bebê dela". O estranho e vergonhoso ao mesmo tempo foi que minha pica ficou dura bem na hora que os peitões dela grudaram no meu corpo, a ponto de sentir os bicos duros queimando minha pele, por que eles estavam duros?, e ainda por cima o cheiro fresco do cabelo dela entrando pelo meu nariz não ajudou em nada.
Foi tudo uma convergência de acontecimentos: os peitos dela se espremendo no meu peito (minha mãe era alta, media 1,73 de altura, e eu só uns quatro centímetros a mais, por isso estávamos quase na mesma altura), as mãos dela me envolvendo pelas costas e acariciando com as unhas compridas.
A boca molhada dela colada no meu pescoço. O cabelo loiro dela fazendo cócegas no meu nariz, minhas mãos pousando na parte baixa das costas dela, sabendo que um movimento mais pra baixo e eu ia pegar na bunda dela.
E ela soltou um “Ops” quando sentiu meu pau duro roçando a virilha dela, seguido de um “Desculpa”, da minha parte, morrendo de vergonha, quando tentei me afastar e me desculpar pela minha ereção.
Mas o que me deixou mais confuso foi o sorriso estranho dela, o beijinho na minha bochecha e a resposta final dela:
Calma… meu bebê, isso é normal de acontecer.
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7 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 1