Eu tinha 20 anos. Tinha acabado de me mudar pra uma casa que meus pais compraram numa área onde ainda tavam construindo um monte de casa. Era verão e eu tava de férias da faculdade, então tinha tempo livre pra caralho. Usava ele, entre outras coisas, pra começar a montar o jardim. A gente plantou a grama e tinha que regar direto, umas 5 vezes por dia, pra não secar. Bem na frente, tavam começando a construir outros chalés, e tinha uns peão por ali, indo e vindo.
Todos tinham mais de 50, eram gordinhos e branquelos, então não dava muita bola pra eles. Depois de alguns dias, começaram a fazer a fundação e chegaram mais operários. Eram o pai e dois filhos, e vinham numa van enorme cheia de porcaria. O filho mais novo, Borja, devia ter a minha idade. A cara dele me era familiar, provavelmente lembrava da escola e de vê-lo pela vila. Lembrava dele porque era um moleque muito precoce, com 14 anos já tinha uma barba bem fechada, se barbeava todo dia e deixava umas costeletas.
Também tinha uma juba bem espessa e desgrenhada e andava por aí com a sua moto de cross. Muito "bad boy". Olha só, agora eu ia saber o que tinha sido dele. Não tinha reparado no corpo dele antes: ele vestia uma camiseta do exército, verde desbotada, que deixava ver de leve os peitorais e bíceps. Eram normais, não muito desenvolvidos, só dava pra notar que ele estava em boa forma. Os antebraços tinham uma camada leve de pelo moreno, e as pernas eram bem peludas, pelo menos até a metade da panturrilha, que era até onde os shorts esportivos gastados deixavam ver. Eu intuía um volume bem peludo que me excitava pra caralho.
Quem eu não conhecia antes era o irmão mais velho dele. Descobri depois que o conheci; ele se chamava Antonio, pelo que me lembro. Esse sim era um cara gostoso, um garanhão, eu diria. Não era mais alto que o Borja, mas era bem mais corpulento. Usava uma regata que marcava o torso musculoso e deixava à mostra uma mata de pelo bem grosso e escuro. A calça era uma jeans branca cortada acima do joelho, bem justa, realçando a bunda redonda e um volume que não dava pra esconder o tamanho. O cabelo era bem curto, então dava pra ver perfeitamente o pescoço e os ombros, morenos e musculosos, que me davam vontade de beijar e morder.
Da janela do quarto, eu ficava de olho no que eles faziam: o Antonio tava sempre nos fundos da casa da frente, e eu só via ele de vez em quando com o carrinho de mão. O Borja trabalhava na frente, cortando azulejos. Lá pelas 12h00, mais ou menos, eles tiravam a camiseta, porque o calor tava de lascar.
Quase fiquei doido: o peito do Borja tava coberto de um pelo liso e moreno, que me dava uma vontade incontrolável de acariciar; mas meu verdadeiro prazer era admirar os peitorais do Antonio: o pelo crespo dele cobria tudo, menos uns mamilos grandes e morenos, duros e ovais. Os abdominais dele eram divididos por uma fina faixa vertical de pelo mais grosso, como indicando o caminho pro umbigo e, mais pra baixo, pro pau dele.
Do meu quarto, eu via ele carregando o carrinho de mão pra lá e pra cá, com os músculos tensos e coberto de suor debaixo do sol, e a pica ficava dura pra caralho, e eu batia uma até gozar em cima da minha barriga e espalhava meu próprio esperma por todo o meu peito, imaginando que era o do Antonio. Depois ia tomar banho pra me lavar, mas acabava gozando de novo, porque da janela do banheiro eu via eles trabalhando e a pica subia no contato com a água.
Dia após dia, eu ia imaginando mais coisas, à medida que conhecia melhor os corpos dos meus dois companheiros de fantasia, só de tanto observá-los. Um belo dia, de manhã, eu estava no jardim da frente, olhando de soslaio a obra e arrumando a grama, quando vi o Borja parar de trabalhar e se levantar. Ele vinha na direção da minha casa! Mas não me via. Eu adorava ver o rosto dele se aproximando cada vez mais, com aquela barba por fazer de três dias e aquelas patilhas que, desde a adolescência, me deixavam louca. Ele bateu no portão do jardim, e eu fui até ele.
—Desculpa te incomodar —disse ela—, você tem um nível?
Meu pai tinha todas as ferramentas na garagem, então abri a porta pra ele e fiz sinal pra me seguir. Ainda bem que eu ia na frente, assim ele não percebia que minha pika tava ficando duríssima debaixo do meu short. A garagem tava cheia de tralha da mudança. Passamos entre um sofá velho e a parede, primeiro eu e depois ele. Bem atrás, as ferramentas estavam numa caixa, no chão. Me curvei pra catar. De repente, senti uma mão no meu ombro e todo pelo do meu corpo arrepiou, de puro tesão. Ouvi o Borja falar: "Deixa comigo", enquanto puxava meus ombros pra cima. Quando me endireitei e deixei ele passar, senti uma protuberância roçando minha bunda, ainda virgem.
Eu tava prestes a explodir, e agora ele tava de costas pra mim, e eu podia admirar as costas dele através da camiseta encharcada de suor. Quando ele pegou o nível, se levantou e não teve como não roçar no meu pau. Eu congelei, mas pareceu que ele não notou nada, ou que não tava nem aí. Bem na hora que ia embora, ele se virou e me perguntou: "Pode me dar um copo d'água?". Eu respondi: "Sobe comigo pra cozinha, que não tem ninguém". Ao falar isso, achei que vi um sorrisinho no rosto dele, mas provavelmente era coisa da minha cabeça, já que o Borja podia ser tudo, menos gay. Subimos pra cozinha e eu peguei uma garrafa d'água da geladeira.
— Não se importa se eu não te der um copo? É que acabamos de mudar e não sei onde estão — falei, mentindo, já que sabia perfeitamente onde estavam, mas queria ver ele bebendo direto da garrafa.
— Não — ela respondeu —, você se importa se eu tirar a camiseta? É que tô torrando aqui.
Como se eu fosse me importar! Era exatamente o que eu mais queria! Quando ela tirou, um cheiro de macho tomou conta de tudo. Ela começou a se secar debaixo dos braços com a camiseta. Eu já não aguentava mais.
-Porra!- exclamei.
—O quê? Tô fedendo, né? — disse Borja, sorrindo.
-Cara, um pouco...
—Isso te incomoda?
-Não, não, nada disso...
—Isso te deixa com tesão?
Fiquei pálido. Pensei: "Já era, ele me pegou e agora vai me chamar de viado", mas quase não tive tempo de reagir, porque ele jogou a camiseta na minha cara, dizendo: "Então cheira isso, e deixa eu te cheirar". Na sequência, levantou minha camiseta e enfiou a cabeça dentro; começou a chupar meu umbigo e a bufar por todo meu torso. Minha respiração acelerou, e o cheiro da camiseta dele me deixava cada vez mais excitado. Ele acariciava minhas costas enquanto a língua dele percorria meus mamilos. Eu não me fiz de rogado e desci minhas mãos devagar da cabeça dele, passando pelo pescoço, até acariciar as costas dele. Nunca tinha acariciado um cara antes, e estava meio nervoso. Borja tirou minha camiseta e, por um momento, ficou me encarando enquanto eu permanecia imóvel.
Então ele se jogou na minha boca e começou a chupar ela. Era a primeira vez que eu beijava um cara, e foi a coisa mais excitante; sentia o queixo dele roçando no meu, peguei na cabeça dele e fiquei apalpando a nuca e os cabelos bagunçados. Sentia o volume dele crescendo cada vez mais e pressionando contra meu pau, que já tava duro fazia um tempão. Desci minhas mãos pelas costas dele até chegar na bunda firme. Apertei ele forte contra mim e comecei a rebolar, esfregando as picas por cima da roupa. Borja falou: "Agora deixa eu cheirar teu rabo", e eu me apoiei na mesa da cozinha enquanto Borja foi se abaixando até a cara dele ficar na altura do meu pau. Ele começou a cheirar e soprar com a boca através do tecido, o que me dava um calor e um formigamento que faziam meu pau vazar líquido pré-gozo. Eu também queria provar o pau dele, então falei pra gente ir pra sala e fazer um 69. Ele disse que precisava voltar pra deixar o nível pro irmão dele, mas que voltava em dez minutos e a gente continuava fazendo putaria.
Não tive outra escolha a não ser me contentar com isso, mas assim que ele foi embora, me joguei no sofá e comecei a bater uma punheta sem dó, porque não aguentava mais. Já tava quase gozando quando, de repente, vi alguém entrando. Mas não era o Borja, e sim o Antonio, o irmão gostosão dele, que vinha com o nível na mão. Fiquei super sem graça, porque tava com uma ereção de cavalo e ainda por cima largado no sofá todo escarrapachado e pelado. Aí, depois de um silêncio, ele falou: "Porra, como você se manda bem!". Eu não conseguia falar nada, mas nem precisava, porque o cara se ajoelhou e meteu meu pau na boca e começou a chupar como se fosse um picolé.
Ele fazia tudo com muita leveza; tinha um silêncio quase de velório. Eu quebrei ele ao pedir que tirasse a camiseta e me deixasse acariciar o torso dele.
Soltou o metrô e, sem parar de chupar minha rola, tirou a regatinha e abaixou o shorts. Não fez isso de forma sensual, como um stripper, mas com violência e muita virilidade, como era de se esperar de um espécime de homem daqueles. O pauzão dele disparou pra cima na hora, mas quase que instantaneamente voltou a balançar, pendurado. "Caralho", pensei, "ele tem um gigante e ainda não tá totalmente duro". Parou de me chupar e começou a beijar meu abdômen, subindo devagar pelos meus mamilos, meu pescoço e, finalmente, ofegante, aproximou o rosto do meu e começamos a nos beijar de língua enquanto nossas rolas se esfregavam e a barba dele, grossa e morena, arranhava minha pele, me fazendo sentir nos braços de um verdadeiro macho.
Ainda não tinha saído do meu espanto quando ouvi passos: era o Borja, que apareceu na porta da sala, sem a camiseta e com um volume na calça que ainda não tinha baixado. "Já tô vendo como a gente espera!", disse ele enquanto abaixava a calça e se aproximava do sofá, com a pica na mão.
Antonio se levantou de cima de mim e ficou de pé, junto com o irmão dele. Eu me ajoelhei no chão e peguei a pica de cada um com uma mão, e comecei a chupar eles alternadamente: primeiro um, depois o outro. Eles se beijavam de língua e beliscavam os mamilos um do outro, gemendo cada vez mais alto. Ainda bem que naquela época eu não tinha vizinhos, porque provavelmente teriam ouvido tudo. Eu queria enfiar as duas picas na boca ao mesmo tempo, mas era claramente impossível.
A do Borja era uma delícia: comprida e grossa na medida certa, com uma cabecinha perfeita e uma curvada pra cima que dava gosto, algo que sempre vou invejar em outras pirocas; quando eu chupava ele, conseguia enfiar aquilo tudo goela abaixo. Já a do Antonio era descomunal, mais grossa que a do irmão, na proporção, e muito maior em todos os sentidos. Eu penava pra engolir a cabecinha dele, e não passava da metade sem engasgar. Mas mesmo assim, não conseguia evitar um tesão danado toda vez que tentava mamar aquela pica.
Borja, percebendo minha preferência pela pica do irmão dele, me deixou chupando aquele trabuco enorme e apalpando os ovos dele.
Depois trocamos de posição. Voltei pro sofá, de barriga pra cima, o Antonio subiu em cima de mim e começamos a fazer um 69. Parecia mentira que um cara com uma aparência tão bruta conseguisse fazer um boquete tão suave e gostoso como o que ele tava me fazendo. O Borja pegou nas minhas pernas e começou a chupar minhas bolas enquanto o irmão dele chupava meu pau. Eu curtia ver a pica enorme do Antonio pendurada na minha cara. Pegava ela com meus lábios, chupava um pouco e tirava de novo, lambendo da ponta até a base, que era bem peluda, e passando pro saco. Cheguei a enfiar uma das bolas dele na boca, e o Antonio urrava de prazer em cima do meu pau.
Depois o Borja veio pro meu lado e começou a comer a bunda do irmão dele, que não parava de chupar meu pau cada vez mais rápido. Eu achei que ia gozar, mas não sei como, consegui segurar. O Borja falou, entre gemidos: "Tô preparando o cu do meu irmão pra você meter. Cê tá doido pra isso, né?" Eu não respondi, mas nem precisava: quem cala, consente.
Ver dois caras tão safados em ação me deixava fora de mim: queria estar entre os dois, preso na virilidade deles. Finalmente, Antônio se levantou de cima de mim e eu me sentei; Borja ficou atrás de mim. Antônio se deitou no sofá, mas de barriga pra cima; levantou as pernas e me mostrou a bunda dele, já lubrificada e dilatada pela língua de Borja. Era um espetáculo completo: ali estava aquele cara, musculoso e peludo, de pernas abertas me implorando pra eu comer ele vivo. Eu nunca tinha penetrado ninguém, nem tinha sido penetrado. Borja colocou uma mão no meu pescoço e a outra na minha cintura, e me empurrou suavemente na direção do irmão dele, cuja pica apontava pro teto. Com uma mão, peguei minha pica e a guiei em direção à bunda dele, enquanto com a outra peguei a dele e comecei a masturbar devagar. Não tive muito trabalho pra começar a meter. A cara de Antônio era de puro êxtase.
Quando já tinha metade da minha pica, que tem uns 19 cm, enfiada naquele cuzão gostoso dele, soltei a rola e me deitei por cima, sentindo o peito peludo dele roçando no meu, e a pica dele, de pelo menos 23 cm, encostada na minha barriga. Comecei a meter devagar, bem devagar. Sentia um calorão em volta da minha pica e uma pressão tão forte que achei que ia gozar a qualquer momento. Mas ainda não era tudo. Borja se colocou atrás de mim e começou a morder meu pescoço e a beijá-lo, enquanto encostava a vara dele na fenda do meu cu e se esfregava devagar, abrindo caminho até meu ânus e lubrificando tudo com a rola.
Também me massageava com o dedo, e foi enfiando um, dois... aí pegou na rola dele e foi empurrando devagar, mas sem parar. Senti uma dor aguda, mas sentia tanto prazer em estar sendo possuída pelo garanhão do Antonio que nem liguei de ter acabado de rasgar meu esfíncter.
Agora o Borja me segurava pela cintura e, com o pau dele dentro do meu cu, me balançava pra frente e pra trás num vai-e-vem sincronizado: quando ele metia, eu tirava a do Antonio, e vice-versa. Eu falei que ia gozar, e o Antonio, que é um tarado, disse que queria chupar minha buceta pra engolir meu leite.
Como eu também queria provar o pau dele de novo, trocamos de posição: saí de cima dele (com o Borja ainda dentro de mim) e ele se deitou de barriga pra cima com a cabeça debaixo do meu pau, e eu fiquei de quatro em cima do dele, com o Borja metendo cada vez mais forte. Eu sentia que o momento culminante estava chegando, e que provavelmente seria ao mesmo tempo. Agora o Antonio tinha virado um verdadeiro animal; chupava meu pau com toda força, arranhando com o queixo quando tirava da boca, e segurava a bunda do irmão, ajudando ele a me empurrar com mais força e profundidade. Eu tava louco com o pauzão do Antonio, segurando pela base e subindo e descendo a cabeça pra enfiar e tirar da boca o máximo que conseguia, balançando ele e dando uns tapinhas com ele no meu rosto e na boca, lambendo a cabecinha e chupando todo o líquido pré-gozo, que era salgado.
O primeiro a gozar foi o Borja, que começou dentro do meu cu, mas saiu e colocou o pau debaixo das minhas bolas, pra que o Antonio engolisse o pau dele e o meu ao mesmo tempo. O Antonio começou a ofegar e gemer fundo, com o meu pau e o do irmão dele enfiados na boca. Sentir as vibrações que a voz tão viril dele fazia em volta da minha cabecinha e, ao mesmo tempo, sentir o pau do Borja roçando no meu e nas minhas bolas, cheias de porra, me fez gozar. Assim que o Antonio sentiu toda a minha porra saindo da minha cabecinha, começou a gemer mais e a engolir que nem um desesperado: não queria perder uma gota. Por fim, ele gozou: eu ainda tava soltando minha leita na garganta dele quando ele me espirrou porra na cara toda.
Um segundo espasmo veio logo depois que me afastei um pouco mais, e me respingou no peito. Antonio parou de engolir e tirou nossas rolas da boca, enquanto do seu pauzão não parava de escorrer um rio de porra que descia pela minha mão até o púbis e as bolas dele.
Nós três levantamos e nos abraçamos, nos beijando de língua e misturando nossos sucos corporais pelo corpo todo. Entramos no chuveiro, nos lavamos, e combinamos que a parada ia rolar de novo quando a gente quisesse. Todo mundo ficou encantado. Mas não parava de me dar uma inveja, porque eles eram irmãos e podiam se pegar quando bem entendessem...
Todos tinham mais de 50, eram gordinhos e branquelos, então não dava muita bola pra eles. Depois de alguns dias, começaram a fazer a fundação e chegaram mais operários. Eram o pai e dois filhos, e vinham numa van enorme cheia de porcaria. O filho mais novo, Borja, devia ter a minha idade. A cara dele me era familiar, provavelmente lembrava da escola e de vê-lo pela vila. Lembrava dele porque era um moleque muito precoce, com 14 anos já tinha uma barba bem fechada, se barbeava todo dia e deixava umas costeletas.
Também tinha uma juba bem espessa e desgrenhada e andava por aí com a sua moto de cross. Muito "bad boy". Olha só, agora eu ia saber o que tinha sido dele. Não tinha reparado no corpo dele antes: ele vestia uma camiseta do exército, verde desbotada, que deixava ver de leve os peitorais e bíceps. Eram normais, não muito desenvolvidos, só dava pra notar que ele estava em boa forma. Os antebraços tinham uma camada leve de pelo moreno, e as pernas eram bem peludas, pelo menos até a metade da panturrilha, que era até onde os shorts esportivos gastados deixavam ver. Eu intuía um volume bem peludo que me excitava pra caralho.
Quem eu não conhecia antes era o irmão mais velho dele. Descobri depois que o conheci; ele se chamava Antonio, pelo que me lembro. Esse sim era um cara gostoso, um garanhão, eu diria. Não era mais alto que o Borja, mas era bem mais corpulento. Usava uma regata que marcava o torso musculoso e deixava à mostra uma mata de pelo bem grosso e escuro. A calça era uma jeans branca cortada acima do joelho, bem justa, realçando a bunda redonda e um volume que não dava pra esconder o tamanho. O cabelo era bem curto, então dava pra ver perfeitamente o pescoço e os ombros, morenos e musculosos, que me davam vontade de beijar e morder.
Da janela do quarto, eu ficava de olho no que eles faziam: o Antonio tava sempre nos fundos da casa da frente, e eu só via ele de vez em quando com o carrinho de mão. O Borja trabalhava na frente, cortando azulejos. Lá pelas 12h00, mais ou menos, eles tiravam a camiseta, porque o calor tava de lascar.
Quase fiquei doido: o peito do Borja tava coberto de um pelo liso e moreno, que me dava uma vontade incontrolável de acariciar; mas meu verdadeiro prazer era admirar os peitorais do Antonio: o pelo crespo dele cobria tudo, menos uns mamilos grandes e morenos, duros e ovais. Os abdominais dele eram divididos por uma fina faixa vertical de pelo mais grosso, como indicando o caminho pro umbigo e, mais pra baixo, pro pau dele.
Do meu quarto, eu via ele carregando o carrinho de mão pra lá e pra cá, com os músculos tensos e coberto de suor debaixo do sol, e a pica ficava dura pra caralho, e eu batia uma até gozar em cima da minha barriga e espalhava meu próprio esperma por todo o meu peito, imaginando que era o do Antonio. Depois ia tomar banho pra me lavar, mas acabava gozando de novo, porque da janela do banheiro eu via eles trabalhando e a pica subia no contato com a água.
Dia após dia, eu ia imaginando mais coisas, à medida que conhecia melhor os corpos dos meus dois companheiros de fantasia, só de tanto observá-los. Um belo dia, de manhã, eu estava no jardim da frente, olhando de soslaio a obra e arrumando a grama, quando vi o Borja parar de trabalhar e se levantar. Ele vinha na direção da minha casa! Mas não me via. Eu adorava ver o rosto dele se aproximando cada vez mais, com aquela barba por fazer de três dias e aquelas patilhas que, desde a adolescência, me deixavam louca. Ele bateu no portão do jardim, e eu fui até ele.
—Desculpa te incomodar —disse ela—, você tem um nível?
Meu pai tinha todas as ferramentas na garagem, então abri a porta pra ele e fiz sinal pra me seguir. Ainda bem que eu ia na frente, assim ele não percebia que minha pika tava ficando duríssima debaixo do meu short. A garagem tava cheia de tralha da mudança. Passamos entre um sofá velho e a parede, primeiro eu e depois ele. Bem atrás, as ferramentas estavam numa caixa, no chão. Me curvei pra catar. De repente, senti uma mão no meu ombro e todo pelo do meu corpo arrepiou, de puro tesão. Ouvi o Borja falar: "Deixa comigo", enquanto puxava meus ombros pra cima. Quando me endireitei e deixei ele passar, senti uma protuberância roçando minha bunda, ainda virgem.
Eu tava prestes a explodir, e agora ele tava de costas pra mim, e eu podia admirar as costas dele através da camiseta encharcada de suor. Quando ele pegou o nível, se levantou e não teve como não roçar no meu pau. Eu congelei, mas pareceu que ele não notou nada, ou que não tava nem aí. Bem na hora que ia embora, ele se virou e me perguntou: "Pode me dar um copo d'água?". Eu respondi: "Sobe comigo pra cozinha, que não tem ninguém". Ao falar isso, achei que vi um sorrisinho no rosto dele, mas provavelmente era coisa da minha cabeça, já que o Borja podia ser tudo, menos gay. Subimos pra cozinha e eu peguei uma garrafa d'água da geladeira.
— Não se importa se eu não te der um copo? É que acabamos de mudar e não sei onde estão — falei, mentindo, já que sabia perfeitamente onde estavam, mas queria ver ele bebendo direto da garrafa.
— Não — ela respondeu —, você se importa se eu tirar a camiseta? É que tô torrando aqui.
Como se eu fosse me importar! Era exatamente o que eu mais queria! Quando ela tirou, um cheiro de macho tomou conta de tudo. Ela começou a se secar debaixo dos braços com a camiseta. Eu já não aguentava mais.
-Porra!- exclamei.
—O quê? Tô fedendo, né? — disse Borja, sorrindo.
-Cara, um pouco...
—Isso te incomoda?
-Não, não, nada disso...
—Isso te deixa com tesão?
Fiquei pálido. Pensei: "Já era, ele me pegou e agora vai me chamar de viado", mas quase não tive tempo de reagir, porque ele jogou a camiseta na minha cara, dizendo: "Então cheira isso, e deixa eu te cheirar". Na sequência, levantou minha camiseta e enfiou a cabeça dentro; começou a chupar meu umbigo e a bufar por todo meu torso. Minha respiração acelerou, e o cheiro da camiseta dele me deixava cada vez mais excitado. Ele acariciava minhas costas enquanto a língua dele percorria meus mamilos. Eu não me fiz de rogado e desci minhas mãos devagar da cabeça dele, passando pelo pescoço, até acariciar as costas dele. Nunca tinha acariciado um cara antes, e estava meio nervoso. Borja tirou minha camiseta e, por um momento, ficou me encarando enquanto eu permanecia imóvel.
Então ele se jogou na minha boca e começou a chupar ela. Era a primeira vez que eu beijava um cara, e foi a coisa mais excitante; sentia o queixo dele roçando no meu, peguei na cabeça dele e fiquei apalpando a nuca e os cabelos bagunçados. Sentia o volume dele crescendo cada vez mais e pressionando contra meu pau, que já tava duro fazia um tempão. Desci minhas mãos pelas costas dele até chegar na bunda firme. Apertei ele forte contra mim e comecei a rebolar, esfregando as picas por cima da roupa. Borja falou: "Agora deixa eu cheirar teu rabo", e eu me apoiei na mesa da cozinha enquanto Borja foi se abaixando até a cara dele ficar na altura do meu pau. Ele começou a cheirar e soprar com a boca através do tecido, o que me dava um calor e um formigamento que faziam meu pau vazar líquido pré-gozo. Eu também queria provar o pau dele, então falei pra gente ir pra sala e fazer um 69. Ele disse que precisava voltar pra deixar o nível pro irmão dele, mas que voltava em dez minutos e a gente continuava fazendo putaria.
Não tive outra escolha a não ser me contentar com isso, mas assim que ele foi embora, me joguei no sofá e comecei a bater uma punheta sem dó, porque não aguentava mais. Já tava quase gozando quando, de repente, vi alguém entrando. Mas não era o Borja, e sim o Antonio, o irmão gostosão dele, que vinha com o nível na mão. Fiquei super sem graça, porque tava com uma ereção de cavalo e ainda por cima largado no sofá todo escarrapachado e pelado. Aí, depois de um silêncio, ele falou: "Porra, como você se manda bem!". Eu não conseguia falar nada, mas nem precisava, porque o cara se ajoelhou e meteu meu pau na boca e começou a chupar como se fosse um picolé.
Ele fazia tudo com muita leveza; tinha um silêncio quase de velório. Eu quebrei ele ao pedir que tirasse a camiseta e me deixasse acariciar o torso dele.
Soltou o metrô e, sem parar de chupar minha rola, tirou a regatinha e abaixou o shorts. Não fez isso de forma sensual, como um stripper, mas com violência e muita virilidade, como era de se esperar de um espécime de homem daqueles. O pauzão dele disparou pra cima na hora, mas quase que instantaneamente voltou a balançar, pendurado. "Caralho", pensei, "ele tem um gigante e ainda não tá totalmente duro". Parou de me chupar e começou a beijar meu abdômen, subindo devagar pelos meus mamilos, meu pescoço e, finalmente, ofegante, aproximou o rosto do meu e começamos a nos beijar de língua enquanto nossas rolas se esfregavam e a barba dele, grossa e morena, arranhava minha pele, me fazendo sentir nos braços de um verdadeiro macho.
Ainda não tinha saído do meu espanto quando ouvi passos: era o Borja, que apareceu na porta da sala, sem a camiseta e com um volume na calça que ainda não tinha baixado. "Já tô vendo como a gente espera!", disse ele enquanto abaixava a calça e se aproximava do sofá, com a pica na mão.
Antonio se levantou de cima de mim e ficou de pé, junto com o irmão dele. Eu me ajoelhei no chão e peguei a pica de cada um com uma mão, e comecei a chupar eles alternadamente: primeiro um, depois o outro. Eles se beijavam de língua e beliscavam os mamilos um do outro, gemendo cada vez mais alto. Ainda bem que naquela época eu não tinha vizinhos, porque provavelmente teriam ouvido tudo. Eu queria enfiar as duas picas na boca ao mesmo tempo, mas era claramente impossível.
A do Borja era uma delícia: comprida e grossa na medida certa, com uma cabecinha perfeita e uma curvada pra cima que dava gosto, algo que sempre vou invejar em outras pirocas; quando eu chupava ele, conseguia enfiar aquilo tudo goela abaixo. Já a do Antonio era descomunal, mais grossa que a do irmão, na proporção, e muito maior em todos os sentidos. Eu penava pra engolir a cabecinha dele, e não passava da metade sem engasgar. Mas mesmo assim, não conseguia evitar um tesão danado toda vez que tentava mamar aquela pica.
Borja, percebendo minha preferência pela pica do irmão dele, me deixou chupando aquele trabuco enorme e apalpando os ovos dele.
Depois trocamos de posição. Voltei pro sofá, de barriga pra cima, o Antonio subiu em cima de mim e começamos a fazer um 69. Parecia mentira que um cara com uma aparência tão bruta conseguisse fazer um boquete tão suave e gostoso como o que ele tava me fazendo. O Borja pegou nas minhas pernas e começou a chupar minhas bolas enquanto o irmão dele chupava meu pau. Eu curtia ver a pica enorme do Antonio pendurada na minha cara. Pegava ela com meus lábios, chupava um pouco e tirava de novo, lambendo da ponta até a base, que era bem peluda, e passando pro saco. Cheguei a enfiar uma das bolas dele na boca, e o Antonio urrava de prazer em cima do meu pau.
Depois o Borja veio pro meu lado e começou a comer a bunda do irmão dele, que não parava de chupar meu pau cada vez mais rápido. Eu achei que ia gozar, mas não sei como, consegui segurar. O Borja falou, entre gemidos: "Tô preparando o cu do meu irmão pra você meter. Cê tá doido pra isso, né?" Eu não respondi, mas nem precisava: quem cala, consente.
Ver dois caras tão safados em ação me deixava fora de mim: queria estar entre os dois, preso na virilidade deles. Finalmente, Antônio se levantou de cima de mim e eu me sentei; Borja ficou atrás de mim. Antônio se deitou no sofá, mas de barriga pra cima; levantou as pernas e me mostrou a bunda dele, já lubrificada e dilatada pela língua de Borja. Era um espetáculo completo: ali estava aquele cara, musculoso e peludo, de pernas abertas me implorando pra eu comer ele vivo. Eu nunca tinha penetrado ninguém, nem tinha sido penetrado. Borja colocou uma mão no meu pescoço e a outra na minha cintura, e me empurrou suavemente na direção do irmão dele, cuja pica apontava pro teto. Com uma mão, peguei minha pica e a guiei em direção à bunda dele, enquanto com a outra peguei a dele e comecei a masturbar devagar. Não tive muito trabalho pra começar a meter. A cara de Antônio era de puro êxtase.
Quando já tinha metade da minha pica, que tem uns 19 cm, enfiada naquele cuzão gostoso dele, soltei a rola e me deitei por cima, sentindo o peito peludo dele roçando no meu, e a pica dele, de pelo menos 23 cm, encostada na minha barriga. Comecei a meter devagar, bem devagar. Sentia um calorão em volta da minha pica e uma pressão tão forte que achei que ia gozar a qualquer momento. Mas ainda não era tudo. Borja se colocou atrás de mim e começou a morder meu pescoço e a beijá-lo, enquanto encostava a vara dele na fenda do meu cu e se esfregava devagar, abrindo caminho até meu ânus e lubrificando tudo com a rola.
Também me massageava com o dedo, e foi enfiando um, dois... aí pegou na rola dele e foi empurrando devagar, mas sem parar. Senti uma dor aguda, mas sentia tanto prazer em estar sendo possuída pelo garanhão do Antonio que nem liguei de ter acabado de rasgar meu esfíncter.
Agora o Borja me segurava pela cintura e, com o pau dele dentro do meu cu, me balançava pra frente e pra trás num vai-e-vem sincronizado: quando ele metia, eu tirava a do Antonio, e vice-versa. Eu falei que ia gozar, e o Antonio, que é um tarado, disse que queria chupar minha buceta pra engolir meu leite.
Como eu também queria provar o pau dele de novo, trocamos de posição: saí de cima dele (com o Borja ainda dentro de mim) e ele se deitou de barriga pra cima com a cabeça debaixo do meu pau, e eu fiquei de quatro em cima do dele, com o Borja metendo cada vez mais forte. Eu sentia que o momento culminante estava chegando, e que provavelmente seria ao mesmo tempo. Agora o Antonio tinha virado um verdadeiro animal; chupava meu pau com toda força, arranhando com o queixo quando tirava da boca, e segurava a bunda do irmão, ajudando ele a me empurrar com mais força e profundidade. Eu tava louco com o pauzão do Antonio, segurando pela base e subindo e descendo a cabeça pra enfiar e tirar da boca o máximo que conseguia, balançando ele e dando uns tapinhas com ele no meu rosto e na boca, lambendo a cabecinha e chupando todo o líquido pré-gozo, que era salgado.
O primeiro a gozar foi o Borja, que começou dentro do meu cu, mas saiu e colocou o pau debaixo das minhas bolas, pra que o Antonio engolisse o pau dele e o meu ao mesmo tempo. O Antonio começou a ofegar e gemer fundo, com o meu pau e o do irmão dele enfiados na boca. Sentir as vibrações que a voz tão viril dele fazia em volta da minha cabecinha e, ao mesmo tempo, sentir o pau do Borja roçando no meu e nas minhas bolas, cheias de porra, me fez gozar. Assim que o Antonio sentiu toda a minha porra saindo da minha cabecinha, começou a gemer mais e a engolir que nem um desesperado: não queria perder uma gota. Por fim, ele gozou: eu ainda tava soltando minha leita na garganta dele quando ele me espirrou porra na cara toda.
Um segundo espasmo veio logo depois que me afastei um pouco mais, e me respingou no peito. Antonio parou de engolir e tirou nossas rolas da boca, enquanto do seu pauzão não parava de escorrer um rio de porra que descia pela minha mão até o púbis e as bolas dele.
Nós três levantamos e nos abraçamos, nos beijando de língua e misturando nossos sucos corporais pelo corpo todo. Entramos no chuveiro, nos lavamos, e combinamos que a parada ia rolar de novo quando a gente quisesse. Todo mundo ficou encantado. Mas não parava de me dar uma inveja, porque eles eram irmãos e podiam se pegar quando bem entendessem...
0 comentários - Trio infernal...