Isso que vou contar não é nosso, é da melhor amiga da minha esposa putinha.
Vamos chamar ela de Valéria. Faz um ano que ela começou a trabalhar num lugar que vende tudo descartável.
A gostosa tava passando muito mal, tanto emocional quanto financeiramente, vinha de uma separação turbulenta cheia de violência. O ex-marido é alcoólatra e nunca tinha grana pra pensão da filha, então Valéria se virava como podia pra botar um prato de comida na mesa da menina.
Um dia ela cai no tal lugar de descartáveis e vê que o dono é um ex-amante dela, de antes do casamento. Eles se reconheceram e, depois de muito papo, marcaram de se ver pra tomar um café no meio-dia… Esse café acabou numa trepada na mesa do escritório do cara. Só pra deixar claro, sei disso tudo porque minha esposa me contou.
Ela começou a trampar e tudo foi se ajeitando. O dono, de vez em quando, pedia pra ela ficar pra falar de números… e acabavam transando igual coelhos.
Daqui pra frente, tudo que você vai ler é uma conversa de telefone (no viva-voz, claro) entre minha mina e a Val.
— Amiga, não sabe o que aconteceu no trampo! Faz duas semanas que a esposa do meu chefe vem todo dia pra vigiar!
— Ela desconfia de algo?
— Acho que sim!
— Como assim, cê acha que rolou?
— É que sem querer eu arranhei ele!
— Ah, mas tu é uma idiota, como faz uma parada dessas!
— Pois é, amiga, a pior! E sabe que ele me atrai pra caralho, mas eu preciso mais do emprego!
— Não muda nada do que cê faz todo dia, continua na tua rotina, cumprimenta ele e fala como se nada fosse. Se a esposa desconfiar, que desconfie de outra, não de você!
— Outro dia a gente foi pro depósito e, num segundo que me descuidei, ele já tinha tirado o pau pra fora e falou: "Vem cá, dá uns beijinhos que ele tá com saudade". Amiga, era um minuto que a gente tinha que ficar lá! Saímos dez minutos depois e, pra piorar, a mulher tinha chegado e tava esperando ele no escritório. Eu queria morrer, corri pro banheiro porque tava vazando tudo.
— Para! Cê não se cuida?
— Ah, amiga, tô sim. Operada! Que vacilona, eu esqueci! Amiga, acho que ela tá desconfiada de mim! Não sei o que fazer! Já te falei, não faz nada diferente!
Viu que a gente fecha ao meio-dia, eu queria fazer umas coisas no computador e falei que ia ficar, mas sem segundas intenções! Do lado de fora, ela me manda uma mensagem: "Assim que você tá na buceta, eu te faria o sexo oral mais gostoso que você já teve!" Juro, amiga, minha mente dizia não! Mas meu corpo disse sim e eu mandei: "e o que você tá esperando?" Em dois segundos, ele já tava ajoelhado na minha frente me dando prazer!
Minha esposa fala: "Olha, Vale, a gente se conhece e quase não tem segredos, no seu lugar eu continuaria assim, sem mudar nada. Se a mulher desconfia, já te falei, deixa ela desconfiar, você continua comendo ele!"
"Bom, vou te contar um segredo, mas você me conta um seu", elas começaram a rir as duas e eu comecei a fazer sinal pra minha mulher tomar cuidado com o que ia contar!
Vale diz: "No depósito tem uma pilha de rolos de papel, eu tava fazendo inventário de estoque, ele entra pra perguntar algo, eu tava com tesão e encurralei ele contra os rolos e comecei a chupar ele. Ele tentou me parar, falou: 'Agora não, minha esposa tá aqui!' Ai, amiga, não sei, saiu de dentro de mim! Falei: 'Espera, essa corna, tô com tesão e te desejo!'"
Amiga, acredita, eu tive um orgasmo sem me tocar e ele não aguentou quase nada. Em todos esses anos juntos, nunca tinha gozado tanta porra na minha cara! Minha esposa começou a rir e eu me segurava como um campeão, me escondendo com um travesseiro!
"Pera, amiga, o pior veio depois!" "O quê? O que aconteceu?" "Ai, amiga, não sabe, eu saí do depósito achando que tava tudo certo e fui direto pro banheiro! Tinha uma mecha de porra no cabelo, amiga, queria morrer!"
Sério, gente, não vão acreditar! Minha mulher caiu da cadeira de tanto rir, Valéria chorava e falava: "Vacilona, eu me mijei! Me mijei, vacilona!" Minha esposa explodindo de rir, eu morrendo de rir e mordendo um travesseiro, e a outra mijada! Inacreditável.
Amiga, ninguém me viu e As câmeras de segurança não me pegavam de cabeça erguida, e lá vinham as risadas de novo!
Não sei o que vou fazer, ele não vai largar a esposa por mim! A gente tem uma diferença de idade enorme.
Valéria, para de falar besteira! A parada de vocês é só sexo e mais nada, a mina dele vai passar e vocês vão seguir como se nada tivesse acontecido, não se ilude!
Bom, eu te contei, agora é sua vez! Minha esposa me olha, fecha os olhos e solta exatamente estas palavras: "Vale, sou bissexual e meu casamento é aberto!" Fiquei pasmo e vi no rostinho da minha esposa uma espécie de alívio por se abrir com a amiga.
Valéria respondeu: "Sempre desconfiei, mas não queria que você ficasse puta se eu perguntasse."
A conversa seguiu por mais alguns minutos, mas num tom diferente, já fora das confissões das duas!
Ficou mais longo que o normal, se você chegou até aqui, agradeço por ter lido!
Vamos chamar ela de Valéria. Faz um ano que ela começou a trabalhar num lugar que vende tudo descartável.
A gostosa tava passando muito mal, tanto emocional quanto financeiramente, vinha de uma separação turbulenta cheia de violência. O ex-marido é alcoólatra e nunca tinha grana pra pensão da filha, então Valéria se virava como podia pra botar um prato de comida na mesa da menina.
Um dia ela cai no tal lugar de descartáveis e vê que o dono é um ex-amante dela, de antes do casamento. Eles se reconheceram e, depois de muito papo, marcaram de se ver pra tomar um café no meio-dia… Esse café acabou numa trepada na mesa do escritório do cara. Só pra deixar claro, sei disso tudo porque minha esposa me contou.
Ela começou a trampar e tudo foi se ajeitando. O dono, de vez em quando, pedia pra ela ficar pra falar de números… e acabavam transando igual coelhos.
Daqui pra frente, tudo que você vai ler é uma conversa de telefone (no viva-voz, claro) entre minha mina e a Val.
— Amiga, não sabe o que aconteceu no trampo! Faz duas semanas que a esposa do meu chefe vem todo dia pra vigiar!
— Ela desconfia de algo?
— Acho que sim!
— Como assim, cê acha que rolou?
— É que sem querer eu arranhei ele!
— Ah, mas tu é uma idiota, como faz uma parada dessas!
— Pois é, amiga, a pior! E sabe que ele me atrai pra caralho, mas eu preciso mais do emprego!
— Não muda nada do que cê faz todo dia, continua na tua rotina, cumprimenta ele e fala como se nada fosse. Se a esposa desconfiar, que desconfie de outra, não de você!
— Outro dia a gente foi pro depósito e, num segundo que me descuidei, ele já tinha tirado o pau pra fora e falou: "Vem cá, dá uns beijinhos que ele tá com saudade". Amiga, era um minuto que a gente tinha que ficar lá! Saímos dez minutos depois e, pra piorar, a mulher tinha chegado e tava esperando ele no escritório. Eu queria morrer, corri pro banheiro porque tava vazando tudo.
— Para! Cê não se cuida?
— Ah, amiga, tô sim. Operada! Que vacilona, eu esqueci! Amiga, acho que ela tá desconfiada de mim! Não sei o que fazer! Já te falei, não faz nada diferente!
Viu que a gente fecha ao meio-dia, eu queria fazer umas coisas no computador e falei que ia ficar, mas sem segundas intenções! Do lado de fora, ela me manda uma mensagem: "Assim que você tá na buceta, eu te faria o sexo oral mais gostoso que você já teve!" Juro, amiga, minha mente dizia não! Mas meu corpo disse sim e eu mandei: "e o que você tá esperando?" Em dois segundos, ele já tava ajoelhado na minha frente me dando prazer!
Minha esposa fala: "Olha, Vale, a gente se conhece e quase não tem segredos, no seu lugar eu continuaria assim, sem mudar nada. Se a mulher desconfia, já te falei, deixa ela desconfiar, você continua comendo ele!"
"Bom, vou te contar um segredo, mas você me conta um seu", elas começaram a rir as duas e eu comecei a fazer sinal pra minha mulher tomar cuidado com o que ia contar!
Vale diz: "No depósito tem uma pilha de rolos de papel, eu tava fazendo inventário de estoque, ele entra pra perguntar algo, eu tava com tesão e encurralei ele contra os rolos e comecei a chupar ele. Ele tentou me parar, falou: 'Agora não, minha esposa tá aqui!' Ai, amiga, não sei, saiu de dentro de mim! Falei: 'Espera, essa corna, tô com tesão e te desejo!'"
Amiga, acredita, eu tive um orgasmo sem me tocar e ele não aguentou quase nada. Em todos esses anos juntos, nunca tinha gozado tanta porra na minha cara! Minha esposa começou a rir e eu me segurava como um campeão, me escondendo com um travesseiro!
"Pera, amiga, o pior veio depois!" "O quê? O que aconteceu?" "Ai, amiga, não sabe, eu saí do depósito achando que tava tudo certo e fui direto pro banheiro! Tinha uma mecha de porra no cabelo, amiga, queria morrer!"
Sério, gente, não vão acreditar! Minha mulher caiu da cadeira de tanto rir, Valéria chorava e falava: "Vacilona, eu me mijei! Me mijei, vacilona!" Minha esposa explodindo de rir, eu morrendo de rir e mordendo um travesseiro, e a outra mijada! Inacreditável.
Amiga, ninguém me viu e As câmeras de segurança não me pegavam de cabeça erguida, e lá vinham as risadas de novo!
Não sei o que vou fazer, ele não vai largar a esposa por mim! A gente tem uma diferença de idade enorme.
Valéria, para de falar besteira! A parada de vocês é só sexo e mais nada, a mina dele vai passar e vocês vão seguir como se nada tivesse acontecido, não se ilude!
Bom, eu te contei, agora é sua vez! Minha esposa me olha, fecha os olhos e solta exatamente estas palavras: "Vale, sou bissexual e meu casamento é aberto!" Fiquei pasmo e vi no rostinho da minha esposa uma espécie de alívio por se abrir com a amiga.
Valéria respondeu: "Sempre desconfiei, mas não queria que você ficasse puta se eu perguntasse."
A conversa seguiu por mais alguns minutos, mas num tom diferente, já fora das confissões das duas!
Ficou mais longo que o normal, se você chegou até aqui, agradeço por ter lido!
1 comentários - Confissão picante da melhor amiga