Dá pra transar com seu melhor amigo(a) e continuar tendo a mesma amizade?...... Sim, dá sim se os dois estiverem na mesma sintonia e pensarem igual. Isso aconteceu comigo uns anos atrás, naquela época eu tinha uma boa amiga, Adriana*, com quem passava muito tempo junto.
O maior tesão da minha melhor amiga eram as tetonas dela, não tô exagerando, eram grandes, volumosas e tão brancas quanto ela, com biquinhos rosados pequenos mas pontudos, que marcavam na camiseta dela, atraindo meus olhos e despertando meus desejos mais obscuros de prová-los.
Mas apesar de a gente falar de tudo sem frescura e até com duplo sentido, a Adriana sempre repetia que eu era pra ela – nas palavras dela – assexual, porque me via como irmão, me queria com carinho e eu não despertava nela o menor desejo. Isso, claro, machucava meu orgulho de homem, porque todo mundo gosta de se sentir desejado, admirado, mesmo sabendo que não vai rolar nada.
Pois é, meus amigos, as afirmações da Adriana me fizeram ficar obcecado em fazê-la engolir as palavras dela. Era uma mistura dos meus desejos escondidos pelo corpo dela e a vontade de vê-la ter um orgasmo molhado causado por mim, seu "querido irmão". Foi assim que comecei meu plano perverso... ia fazê-la me desejar até que ela pedisse aos gritos pra eu meter.
Bom, a gente sempre se usava como parceiros de balada, então numa dessas saídas resolvi agir. Eram 2 da manhã e já voltando, nenhum dos dois tava com sono, então sugeri "inocentemente" pra Adriana comprarmos uma garrafa de rum e bebermos na casa dela. Ela topou a ideia e a gente parou pra comprar.
Naquela noite, minha melhor amiga tava usando uma camiseta do Mickey Mouse, e juro que as orelhas do rato pareciam em 3D, graças às tetonas gostosas dela. Já na sala da casa dela, os copos de rum esvaziavam rápido enquanto a gente conversava, e eu dizia o quanto gostava de como a camiseta ficava nela.
Adriana ria. De forma sarcástica, mas ela gostava de se sentir desejada pelo melhor amigo, além disso sabia muito bem o quão hiperssexual eu sou. Talvez por causa das bebidas ou do cansaço, ela se deitou no sofá e me pediu pra aproximar o copo. Quando aproximei, passei o dorso da mão roçando na teta direita dela e ela não disse nada, só deixou escapar sem querer um suspirozinho que a entregou.
A sorte estava lançada, nossa conversa foi pro lado sexual e comecei a elogiar aquelas tetas lindas. Ela me dizia que dava pra ver como eu queria devorar elas com os olhos e, sem nem pensar, propus que ela me deixasse apalpar por cima da camiseta. Devia ser o efeito dos drinks, mas a Adriana não hesitou muito antes de me responder pra acariciar devagar.
No toque, me surpreendi como o calor que as tetas dela soltavam atravessava o tecido, finalmente eu tava sentindo a redondeza dos seios dela, era um sonho realizado. Minhas mãos viajavam deslizando devagar sobre aquelas montanhas túrgidas que desenhavam uma curva perfeita, quase sem interrupção, só pelos bicos salientes que já despertos se erguiam tentadores, imponentes, como se quisessem rasgar aquele pano.
Os lábios da Adriana se entreabriram um pouco e a respiração dela acelerou, meus carinhos causavam os efeitos desejados nela. Minha boca se aproximou da dela e, sem pressa, comecei a beijá-la devagar, com sensualidade mais do que paixão, pra não destoar das minhas carícias.
Cada beijo ficava mais intenso que o anterior, nossas línguas se fundiam numa só boca de lábios entrelaçados. Minha melhor amiga beijava deliciosamente. Mas eu não perdia meu objetivo de vista, então enquanto curtia os beijos dela, as pontas dos meus dedos tomaram conta dos bicos e, fazendo círculos, beliscava de leve, eles cresciam entre meus dedos.
De repente, sinto a mão direita da minha melhor amiga acariciando minha perna quase sem querer, subindo devagar em direção ao volume que crescia debaixo do meu zíper. Não foi difícil pra ela encontrar com os olhos fechados. pois, por baixo do tecido da minha calça, marcava o volume pulsante do meu pau, agora acordado só pra ela.
As mãos da Adriana soltaram com habilidade meu pau da prisão de pano. O toque dela era quente, e a mão dela abraçou sem vergonha o tronco venoso e rosado do meu pau; a umidade que escorria da ponta vermelha do meu pau molhava os dedos dela e facilitava o movimento ritmado da carícia dela, da base até a ponta.
Essa foi a primeira vez que pensei: "não, não é que você não despertava nenhum desejo", e eu sorria enquanto a beijava. Decidi então levantar a camiseta dela e acariciar os peitos dela diretamente; ao descobri-los tão macios e quentes, não pude deixar de seguir com a boca o que minhas mãos tinham começado, e passei a chupar os mamilos dela como o doce mais esperado.
Primeiro um de cada vez, depois juntei os dois para colocá-los ao mesmo tempo na minha boca. A ponta da minha língua acariciava os mamilos dela, girava desenhando a forma deles, sentindo a textura áspera, sugando até deixá-los vermelhos. Agora, os olhos da Adriana permaneciam fechados e a boca dela aberta, respirando ofegante sem parar de me masturbar.
Eu continuava beijando, lambendo, chupando aqueles peitos fartos que tanto tinha desejado; era uma criança numa loja de doces, e depois de não sei quanto tempo nisso, minha melhor amiga sussurra as primeiras palavras desde que tínhamos começado... "espera um momento".
Fiquei congelado, ela se levantou para subir ao segundo andar, me deixando na sala com uma ereção monstra apontando pro teto e a ideia de que ela tinha se arrependido de transar com o melhor amigo dela. Mas não, ela foi se trocar e voltou com uma calça de moletom e uma camiseta larga.
Como eu estava sentado no meio do sofá, quando ela chegou não hesitou em colocar as pernas dela uma de cada lado e sentar em cima de mim. A buceta ardente da Adriana ficou em cima do meu pau, separados só pelo tecido da calça dela, então não demorei a levantar a camiseta dela e sentir de novo a pele branca dos peitos dela no meu rosto.
Enquanto ela subia e descia, sentindo a ponta empurrando o tecido, que já começava a molhar, pra dentro de você. Passei minha mão pelas costas dela até enfiar na calça dela e descobrir que ela não tava de calcinha, e que meus dedos podiam brincar entre as bundas dela, até chegar na buceta fervendo dela.
Nesse caminho, passei devagar as pontas dos meus dedos pelo cuzinho rosado dela, e a Adriana deu um pulinho, aí fui pros lábios da buceta dela. Explorei então o interior da periquita da minha melhor amiga com dois dedos, e enquanto eu fazia isso, ela queria arrancar minha língua com a boca dela.
A sala da casa da Adriana não tinha cortina e ficava no primeiro andar, então da rua, naquela hora da madrugada, dava pra nos ver perfeitamente. Mas pra mim, isso dava mais tesão no que a gente tava fazendo, enquanto ela, acho que nem tinha percebido.
Com a putaria dos dois no talo, minhas carícias na buceta dela não diminuíam de jeito nenhum, na verdade, cada vez mais fundo, e aí eu ouvi aquelas palavras que tanto queria ouvir da Adriana: "não aguento mais, enfia de uma vez" e quem disse que eu ia ter medo, puxei a calça dela de uma vez, com uma ajudinha dela por causa da posição que ela tava em cima de mim.
Minha melhor amiga subiu de novo em cima de mim pra me montar, então peguei meu pau e coloquei a ponta entre os lábios abertos da buceta dela. Aí, a Adriana se deixou cair, enfiando sozinha e sentindo como meu tronco venoso e brilhante abria a buceta dela, me enfiando devagar dentro dela, até meu pau ficar cravado da base até a ponta dentro do dela.
Minha melhor amiga começou um vai e vem selvagem pulando em cima do meu pau, engolindo ele inteiro e tirando cada vez mais molhado da lubrificação dela. A gente se olhava com tesão nos olhos e eu, claro, com a satisfação de ter feito ela cair na tentação.
Minhas mãos abriam as bundonas da Adriana pra facilitar meu pau chegar mais fundo e pra controlar a velocidade das enfiadas dela. Foi fácil aproveitar a bagunça pra deslizar meu dedo anelar até a entrada do cu apertado dela, e assim começar a penetrá-la com a primeira falange num massagem circular no ritmo do movimento.
Quando já tinha metade do dedo dentro do cu da minha melhor amiga, podia sentir meu pau entrando nela e no meu rosto as tetonas dela batendo nas minhas bochechas. Era o paraíso, era o próprio inferno, era meu sonho mais tarado realizado.
No meio da foda que a gente tava dando, a próxima coisa que ouvi a Adriana dizer entre gemido e grito foi: "Vou gozar". As contrações da buceta dela apertando meu pau, como se quisesse chupar ele pra dentro, junto com a cara de safada dela, fizeram eu também gozar jorrando contra as paredes da buceta dela.
Quando nos recuperamos daquele orgasmo simultâneo devastador, minha melhor amiga e eu nos olhamos por um tempão sem falar nada. Lá estávamos nós dois pelados no sofá da sala dela, ela montada em cima de mim, com minha cara entre as tetonas dela e meu dedo anelar enterrado no cu dela. Uma imagem que eu nunca teria sonhado.
Com a cumplicidade mais íntima que já tive com qualquer outra mulher na minha vida, a gente se deu um beijo molhado e cheio de luxúria que nenhum de nós dois queria terminar.
E assim, sem nos vestir, subimos pro quarto dela e dormimos de conchinha até o dia seguinte, quando fomos acordados por umas batidas fortes na porta. Era a mãe da Adriana perguntando braba pela bagunça de roupa que tinha na sala e a mancha que decorava metade do sofá.
O maior tesão da minha melhor amiga eram as tetonas dela, não tô exagerando, eram grandes, volumosas e tão brancas quanto ela, com biquinhos rosados pequenos mas pontudos, que marcavam na camiseta dela, atraindo meus olhos e despertando meus desejos mais obscuros de prová-los.
Mas apesar de a gente falar de tudo sem frescura e até com duplo sentido, a Adriana sempre repetia que eu era pra ela – nas palavras dela – assexual, porque me via como irmão, me queria com carinho e eu não despertava nela o menor desejo. Isso, claro, machucava meu orgulho de homem, porque todo mundo gosta de se sentir desejado, admirado, mesmo sabendo que não vai rolar nada.
Pois é, meus amigos, as afirmações da Adriana me fizeram ficar obcecado em fazê-la engolir as palavras dela. Era uma mistura dos meus desejos escondidos pelo corpo dela e a vontade de vê-la ter um orgasmo molhado causado por mim, seu "querido irmão". Foi assim que comecei meu plano perverso... ia fazê-la me desejar até que ela pedisse aos gritos pra eu meter.
Bom, a gente sempre se usava como parceiros de balada, então numa dessas saídas resolvi agir. Eram 2 da manhã e já voltando, nenhum dos dois tava com sono, então sugeri "inocentemente" pra Adriana comprarmos uma garrafa de rum e bebermos na casa dela. Ela topou a ideia e a gente parou pra comprar.
Naquela noite, minha melhor amiga tava usando uma camiseta do Mickey Mouse, e juro que as orelhas do rato pareciam em 3D, graças às tetonas gostosas dela. Já na sala da casa dela, os copos de rum esvaziavam rápido enquanto a gente conversava, e eu dizia o quanto gostava de como a camiseta ficava nela.
Adriana ria. De forma sarcástica, mas ela gostava de se sentir desejada pelo melhor amigo, além disso sabia muito bem o quão hiperssexual eu sou. Talvez por causa das bebidas ou do cansaço, ela se deitou no sofá e me pediu pra aproximar o copo. Quando aproximei, passei o dorso da mão roçando na teta direita dela e ela não disse nada, só deixou escapar sem querer um suspirozinho que a entregou.
A sorte estava lançada, nossa conversa foi pro lado sexual e comecei a elogiar aquelas tetas lindas. Ela me dizia que dava pra ver como eu queria devorar elas com os olhos e, sem nem pensar, propus que ela me deixasse apalpar por cima da camiseta. Devia ser o efeito dos drinks, mas a Adriana não hesitou muito antes de me responder pra acariciar devagar.
No toque, me surpreendi como o calor que as tetas dela soltavam atravessava o tecido, finalmente eu tava sentindo a redondeza dos seios dela, era um sonho realizado. Minhas mãos viajavam deslizando devagar sobre aquelas montanhas túrgidas que desenhavam uma curva perfeita, quase sem interrupção, só pelos bicos salientes que já despertos se erguiam tentadores, imponentes, como se quisessem rasgar aquele pano.
Os lábios da Adriana se entreabriram um pouco e a respiração dela acelerou, meus carinhos causavam os efeitos desejados nela. Minha boca se aproximou da dela e, sem pressa, comecei a beijá-la devagar, com sensualidade mais do que paixão, pra não destoar das minhas carícias.
Cada beijo ficava mais intenso que o anterior, nossas línguas se fundiam numa só boca de lábios entrelaçados. Minha melhor amiga beijava deliciosamente. Mas eu não perdia meu objetivo de vista, então enquanto curtia os beijos dela, as pontas dos meus dedos tomaram conta dos bicos e, fazendo círculos, beliscava de leve, eles cresciam entre meus dedos.
De repente, sinto a mão direita da minha melhor amiga acariciando minha perna quase sem querer, subindo devagar em direção ao volume que crescia debaixo do meu zíper. Não foi difícil pra ela encontrar com os olhos fechados. pois, por baixo do tecido da minha calça, marcava o volume pulsante do meu pau, agora acordado só pra ela.
As mãos da Adriana soltaram com habilidade meu pau da prisão de pano. O toque dela era quente, e a mão dela abraçou sem vergonha o tronco venoso e rosado do meu pau; a umidade que escorria da ponta vermelha do meu pau molhava os dedos dela e facilitava o movimento ritmado da carícia dela, da base até a ponta.
Essa foi a primeira vez que pensei: "não, não é que você não despertava nenhum desejo", e eu sorria enquanto a beijava. Decidi então levantar a camiseta dela e acariciar os peitos dela diretamente; ao descobri-los tão macios e quentes, não pude deixar de seguir com a boca o que minhas mãos tinham começado, e passei a chupar os mamilos dela como o doce mais esperado.
Primeiro um de cada vez, depois juntei os dois para colocá-los ao mesmo tempo na minha boca. A ponta da minha língua acariciava os mamilos dela, girava desenhando a forma deles, sentindo a textura áspera, sugando até deixá-los vermelhos. Agora, os olhos da Adriana permaneciam fechados e a boca dela aberta, respirando ofegante sem parar de me masturbar.
Eu continuava beijando, lambendo, chupando aqueles peitos fartos que tanto tinha desejado; era uma criança numa loja de doces, e depois de não sei quanto tempo nisso, minha melhor amiga sussurra as primeiras palavras desde que tínhamos começado... "espera um momento".
Fiquei congelado, ela se levantou para subir ao segundo andar, me deixando na sala com uma ereção monstra apontando pro teto e a ideia de que ela tinha se arrependido de transar com o melhor amigo dela. Mas não, ela foi se trocar e voltou com uma calça de moletom e uma camiseta larga.
Como eu estava sentado no meio do sofá, quando ela chegou não hesitou em colocar as pernas dela uma de cada lado e sentar em cima de mim. A buceta ardente da Adriana ficou em cima do meu pau, separados só pelo tecido da calça dela, então não demorei a levantar a camiseta dela e sentir de novo a pele branca dos peitos dela no meu rosto.
Enquanto ela subia e descia, sentindo a ponta empurrando o tecido, que já começava a molhar, pra dentro de você. Passei minha mão pelas costas dela até enfiar na calça dela e descobrir que ela não tava de calcinha, e que meus dedos podiam brincar entre as bundas dela, até chegar na buceta fervendo dela.
Nesse caminho, passei devagar as pontas dos meus dedos pelo cuzinho rosado dela, e a Adriana deu um pulinho, aí fui pros lábios da buceta dela. Explorei então o interior da periquita da minha melhor amiga com dois dedos, e enquanto eu fazia isso, ela queria arrancar minha língua com a boca dela.
A sala da casa da Adriana não tinha cortina e ficava no primeiro andar, então da rua, naquela hora da madrugada, dava pra nos ver perfeitamente. Mas pra mim, isso dava mais tesão no que a gente tava fazendo, enquanto ela, acho que nem tinha percebido.
Com a putaria dos dois no talo, minhas carícias na buceta dela não diminuíam de jeito nenhum, na verdade, cada vez mais fundo, e aí eu ouvi aquelas palavras que tanto queria ouvir da Adriana: "não aguento mais, enfia de uma vez" e quem disse que eu ia ter medo, puxei a calça dela de uma vez, com uma ajudinha dela por causa da posição que ela tava em cima de mim.
Minha melhor amiga subiu de novo em cima de mim pra me montar, então peguei meu pau e coloquei a ponta entre os lábios abertos da buceta dela. Aí, a Adriana se deixou cair, enfiando sozinha e sentindo como meu tronco venoso e brilhante abria a buceta dela, me enfiando devagar dentro dela, até meu pau ficar cravado da base até a ponta dentro do dela.
Minha melhor amiga começou um vai e vem selvagem pulando em cima do meu pau, engolindo ele inteiro e tirando cada vez mais molhado da lubrificação dela. A gente se olhava com tesão nos olhos e eu, claro, com a satisfação de ter feito ela cair na tentação.
Minhas mãos abriam as bundonas da Adriana pra facilitar meu pau chegar mais fundo e pra controlar a velocidade das enfiadas dela. Foi fácil aproveitar a bagunça pra deslizar meu dedo anelar até a entrada do cu apertado dela, e assim começar a penetrá-la com a primeira falange num massagem circular no ritmo do movimento.
Quando já tinha metade do dedo dentro do cu da minha melhor amiga, podia sentir meu pau entrando nela e no meu rosto as tetonas dela batendo nas minhas bochechas. Era o paraíso, era o próprio inferno, era meu sonho mais tarado realizado.
No meio da foda que a gente tava dando, a próxima coisa que ouvi a Adriana dizer entre gemido e grito foi: "Vou gozar". As contrações da buceta dela apertando meu pau, como se quisesse chupar ele pra dentro, junto com a cara de safada dela, fizeram eu também gozar jorrando contra as paredes da buceta dela.
Quando nos recuperamos daquele orgasmo simultâneo devastador, minha melhor amiga e eu nos olhamos por um tempão sem falar nada. Lá estávamos nós dois pelados no sofá da sala dela, ela montada em cima de mim, com minha cara entre as tetonas dela e meu dedo anelar enterrado no cu dela. Uma imagem que eu nunca teria sonhado.
Com a cumplicidade mais íntima que já tive com qualquer outra mulher na minha vida, a gente se deu um beijo molhado e cheio de luxúria que nenhum de nós dois queria terminar.
E assim, sem nos vestir, subimos pro quarto dela e dormimos de conchinha até o dia seguinte, quando fomos acordados por umas batidas fortes na porta. Era a mãe da Adriana perguntando braba pela bagunça de roupa que tinha na sala e a mancha que decorava metade do sofá.
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