Boa noite, poringa boys/as! Voltei depois de muito tempo, porque minha conta anterior foi desativada e nunca soube o motivo, mas fazer o quê, tô aqui de novo. Essa história que trago é uma das várias que virão e que vou postando semana a semana. Antes de começar, quero contar um pouco sobre mim: sou um cara normal de família, 44 anos, duas filhas, amante do sexo em todas as suas formas. Me considero bissexual, embora com homens só curta sexo oral, sem beijos, sem penetração... também adoro as minas trans (amo elas), no fim, eu curto sexo. Trabalho na área comercial de uma empresa há 22 anos, e isso me permitiu, ao longo desse tempo todo, viajar pelo país inteiro fazendo relações comerciais, etc. Na gíria, a gente é chamado de "viajante" (se algum viajante como eu ler esse relato, adoraria trocar experiências). No escritório, além dos meus colegas homens, tem ela, que vou chamar simplesmente de "a magrinha" pra não dar nomes, e é literal: a gata é magra, ultra magra, daquelas que dá pra ver os ossinhos, sem peito, sem bunda, mas com um rostinho muito bonito e cabelo loiro natural, enfim. Ela veio de uma cidade pequena do interior da província de Buenos Aires pra se mudar pra cidade, e assim que chegou, na hora conheceu quem hoje é o marido dela, com quem já tem dois filhos. A verdade é que, enquanto estávamos no escritório, nunca rolou absolutamente nada, aliás, ela não me atraía, não era o tipo de gata que eu curto, mas sempre teve uma boa vibe, um clima legal de trabalho e tal. Lá por 2009, a gente tinha que participar de uma exposição em Mar del Plata, pra onde eu geralmente ia sozinho. Na época, meu antigo chefe me disse: "Dessa vez quero que você vá com a magrinha", e eu respondi: "Sem problema nenhum" (embora me enchesse um pouco o saco, já que tô acostumado a viajar sozinho, administrar meu tempo, etc.). Bom, já que a magrinha ia me acompanhar e a gente tinha que fazer os Preparativos, dividimos as tarefas. Uma das coisas que pedi pra ela foi reservar os quartos no hotel que eu vou sempre.
Chega o dia da viagem e combino com ela de passar pra buscar cedo, tipo 5 da manhã, já que tínhamos várias atividades pra fazer no dia. Chego na casa dela, aviso e ela desce com o marido, que foi se despedir. Trocamos duas palavras, ela entrou no carro e fomos embora. Isso foi numa terça-feira e a gente voltava no sábado.
Bom, na viagem ela me contou um monte de coisas da família dela: o pai bêbado e agressivo, etc., etc., e que decidiu vir pra Buenos Aires tentar a sorte, porque não queria uma vida típica de cidade do interior.
Chegamos na "Feliz" (Mar del Plata), ela não conhecia, então fui pela Peralta Ramos mostrando toda a costa num dia lindo até chegar no hotel, que fica bem no centro. E aí começa tudo...
Chegamos, abrem a garagem pra mim, já me conhecem, vou todo mês, todos os porteiros, as camareiras, etc., me conhecem. Chegamos na recepção, me cumprimentam pelo sobrenome e me entregam uma chave, mas uma só. Olho pra ela e ela me dá um sorriso safado, e eu não falei nada. Quando estamos no elevador, pergunto: "Você pediu um quarto só?" "Sim", ela responde. "Ah, ok", pensando ainda que pelo menos seriam camas separadas. Quando abro a porta, uma cama de casal enorme. Olho de novo nos olhos dela e pergunto: "Tem certeza?" "Entra, bobinho, vai", foi a resposta dela. "Okiiii, vamos."
Bom, nada, na hora saímos de novo pra rua fazer o que tínhamos que fazer naquele dia e voltamos no fim da tarde. Ela me disse que ia tomar um banho e eu, enquanto isso, saí pra dar uma volta. Pouco depois, volto, ela já estava pronta, então falo: "Vou tomar banho e aí vamos jantar." Bom, ela esperou lá embaixo no hall do hotel. A noite estava maravilhosa, então caminhamos um pouco pra ela conhecer a cidade e a levei num restaurante que vou sempre, onde se come muito bem. Jantamos bem, sobremesa e dormir.
Quando chegamos na... quarto, falo pra ela, Flaca, olha que eu durmo de cueca, juro, não consigo dormir com roupa, sem problema ela diz, a verdade é que a gente conversou 5 minutos e já apagamos os dois, de madrugada, quase amanhecendo, sinto ela levantar pra ir no banheiro e voltar... eu fingi que tava dormindo, ela deita de novo, abro os olhos e ela tava me encarando, então sem mais comecei a beijar ela, dava pra ver que tava com um tesão lascado e bom, na hora peguei no batente, comecei a brincar com as mãos até chegar na pussy dela, porra, que tava molhadassssssssssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!! e quente, mas muito, levo uma das mãos dela pro meu cock, que já tava durasso, e ela começa a bater uma devagar enquanto meus dedos brincavam na pussy linda dela, foda-se os lençóis, deito com o cock pra cima, ela monta na minha virilha e começa a chupar devagar, passando a língua, uma loucura, quase explodi de gozo na cara dela, mas queria guardar o tiro pra provar aquela pussy quente, então pego ela pelas nadeguinhas pequenas, quase inexistentes, subo ela em cima de mim e enfio, aquela pussy explodia tanto que ela começou a gozar de um jeito que nunca tinha sentido, foda demais, continuei metendo, trocamos de posição, eu por cima e comecei a meter forte enquanto ela gemia e gemia, tirei pra gozar, ela pega e manda pra boca, não escapou nem uma gota da gozo fervendo que saía do meu cock, puta trepada foda, nota 10! ficamos os dois exaustos na cama e dormimos sem falar uma palavra... já de manhã, trocamos uns beijos e começamos o dia, nem preciso dizer que o resto da nossa estadia passamos transando todas as vezes que podíamos e até no carro na volta, quase como dois adolescentes no cio (naquele ano eu tinha 28 e ela 30). O melhor dessa história é que continuou depois em Buenos Aires, a gente transava na casa dela, no trabalho e etc e segue até hoje, agora sou o gerente comercial da Firme, ela é minha mão direita e toda vez que a gente tem uma oportunidade, a gente dá. E tem algo ainda melhor: em todos esses anos, nunca uma mensagem fora de horário, nunca uma ligação, cada um com sua vida e família, sem encher o saco do outro. Acho que não tem muitas dessas gostosas no mundo, haha. Teve cenas de ciúme dentro da empresa, porque fiquei com mais duas gostosas de lá, mas o mimimi não saía daquela sala. Ela é uma fera.
Espero não ter entediado vocês, mas tem coisas que não dá pra compartilhar no seu círculo pra não criar confusão, e esse site te dá a chance de contar o que quiser sem medo de represália.
Na próxima, continuo contando mais experiências (tem de tudo, mas a magrinha tinha que vir primeiro).
Chega o dia da viagem e combino com ela de passar pra buscar cedo, tipo 5 da manhã, já que tínhamos várias atividades pra fazer no dia. Chego na casa dela, aviso e ela desce com o marido, que foi se despedir. Trocamos duas palavras, ela entrou no carro e fomos embora. Isso foi numa terça-feira e a gente voltava no sábado.
Bom, na viagem ela me contou um monte de coisas da família dela: o pai bêbado e agressivo, etc., etc., e que decidiu vir pra Buenos Aires tentar a sorte, porque não queria uma vida típica de cidade do interior.
Chegamos na "Feliz" (Mar del Plata), ela não conhecia, então fui pela Peralta Ramos mostrando toda a costa num dia lindo até chegar no hotel, que fica bem no centro. E aí começa tudo...
Chegamos, abrem a garagem pra mim, já me conhecem, vou todo mês, todos os porteiros, as camareiras, etc., me conhecem. Chegamos na recepção, me cumprimentam pelo sobrenome e me entregam uma chave, mas uma só. Olho pra ela e ela me dá um sorriso safado, e eu não falei nada. Quando estamos no elevador, pergunto: "Você pediu um quarto só?" "Sim", ela responde. "Ah, ok", pensando ainda que pelo menos seriam camas separadas. Quando abro a porta, uma cama de casal enorme. Olho de novo nos olhos dela e pergunto: "Tem certeza?" "Entra, bobinho, vai", foi a resposta dela. "Okiiii, vamos."
Bom, nada, na hora saímos de novo pra rua fazer o que tínhamos que fazer naquele dia e voltamos no fim da tarde. Ela me disse que ia tomar um banho e eu, enquanto isso, saí pra dar uma volta. Pouco depois, volto, ela já estava pronta, então falo: "Vou tomar banho e aí vamos jantar." Bom, ela esperou lá embaixo no hall do hotel. A noite estava maravilhosa, então caminhamos um pouco pra ela conhecer a cidade e a levei num restaurante que vou sempre, onde se come muito bem. Jantamos bem, sobremesa e dormir.
Quando chegamos na... quarto, falo pra ela, Flaca, olha que eu durmo de cueca, juro, não consigo dormir com roupa, sem problema ela diz, a verdade é que a gente conversou 5 minutos e já apagamos os dois, de madrugada, quase amanhecendo, sinto ela levantar pra ir no banheiro e voltar... eu fingi que tava dormindo, ela deita de novo, abro os olhos e ela tava me encarando, então sem mais comecei a beijar ela, dava pra ver que tava com um tesão lascado e bom, na hora peguei no batente, comecei a brincar com as mãos até chegar na pussy dela, porra, que tava molhadassssssssssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!! e quente, mas muito, levo uma das mãos dela pro meu cock, que já tava durasso, e ela começa a bater uma devagar enquanto meus dedos brincavam na pussy linda dela, foda-se os lençóis, deito com o cock pra cima, ela monta na minha virilha e começa a chupar devagar, passando a língua, uma loucura, quase explodi de gozo na cara dela, mas queria guardar o tiro pra provar aquela pussy quente, então pego ela pelas nadeguinhas pequenas, quase inexistentes, subo ela em cima de mim e enfio, aquela pussy explodia tanto que ela começou a gozar de um jeito que nunca tinha sentido, foda demais, continuei metendo, trocamos de posição, eu por cima e comecei a meter forte enquanto ela gemia e gemia, tirei pra gozar, ela pega e manda pra boca, não escapou nem uma gota da gozo fervendo que saía do meu cock, puta trepada foda, nota 10! ficamos os dois exaustos na cama e dormimos sem falar uma palavra... já de manhã, trocamos uns beijos e começamos o dia, nem preciso dizer que o resto da nossa estadia passamos transando todas as vezes que podíamos e até no carro na volta, quase como dois adolescentes no cio (naquele ano eu tinha 28 e ela 30). O melhor dessa história é que continuou depois em Buenos Aires, a gente transava na casa dela, no trabalho e etc e segue até hoje, agora sou o gerente comercial da Firme, ela é minha mão direita e toda vez que a gente tem uma oportunidade, a gente dá. E tem algo ainda melhor: em todos esses anos, nunca uma mensagem fora de horário, nunca uma ligação, cada um com sua vida e família, sem encher o saco do outro. Acho que não tem muitas dessas gostosas no mundo, haha. Teve cenas de ciúme dentro da empresa, porque fiquei com mais duas gostosas de lá, mas o mimimi não saía daquela sala. Ela é uma fera.
Espero não ter entediado vocês, mas tem coisas que não dá pra compartilhar no seu círculo pra não criar confusão, e esse site te dá a chance de contar o que quiser sem medo de represália.
Na próxima, continuo contando mais experiências (tem de tudo, mas a magrinha tinha que vir primeiro).
4 comentários - Minha colega de trabalho gostosa