Minha mãe é uma ninfomaníaca

Estes relatos são minhas vivências desde quando eu tinha 1- anos até os 1-. Acontece que somos uma família de 4 pessoas: meu pai, minha mãe, meu irmão mais novo de 2 anos e eu, com 1- anos. Vamos descrever: meu pai é um senhor de 40 anos, mulato, com 1,70m de altura, de corpo forte, cara simpática. Ele é administrador de uma empresa de distribuição de carnes. Minha mãe é uma mulher de 36 anos, 1,65m de altura, branca, morena, olhos castanhos claros, linda de rosto e com um corpo violão (herança da família dela), com um par de peitos tamanho D e uma bunda enorme. Meu irmão é um bebê e eu sou um adolescente virgem de 1,68m, mulato, olhos castanhos claros e muito magro.Minha mãe é uma ninfomaníacaminha fase de voyeurismo começou quando eu tinha uns 11 anos de idade, numa noite de julho (nessa época meu pai ainda não era gerente da empresa, então minha casa tinha dois quartos, um banheiro que separava os quartos, e sala, cozinha e sala de jantar, como toda casa de classe média, e eu era filho único). Naquele dia, levantei pra beber água, como sempre fazia, e quando voltei da cozinha, ouvi o chuveiro ligado no banheiro — algo que me surpreendeu, porque já era de madrugada e meus pais tinham tomado banho no fim da tarde. A curiosidade me corroía, mas como sempre fui medroso, não tive coragem de bater na porta do banheiro e preferi ir chamar meu pai pra ver quem estava lá. Quando me aproximei do quarto dos meus pais, percebi que a porta estava sem trinco e só encostada — algo que nunca acontecia à noite. Quando abri um pouco a porta, não vi eles em lugar nenhum do quarto, mas vi um pote aberto em cima da cama e as roupas deles espalhadas pelo chão. Não entendia por que a roupa estava no chão, já que minha mãe era a primeira a reclamar se a gente não arrumasse as coisas. Nessa hora, a porta do banheiro se abriu e minha mãe saiu pelada, só com uma toalha enrolada no cabelo molhado. Pude ver os peitos firmes da minha mãe, com os mamilos rosados e umas manchinhas vermelhas ao redor — que depois descobri que eram chupões — e a buceta dela, vermelhinha e com pouco pelo. Quando ela me viu, levou um susto e perguntou o que eu tava fazendo acordado. Falei que tinha ido pegar água e, pra não descobrirem que eu tava bisbilhotando, disse que também queria ir ao banheiro, mas tava ocupado. Ela sorriu e gritou: "Amor, se apressa que o menino quer ir ao banheiro!" Aí ela se virou pra mim e disse que tava tomando banho porque tava muito calor. Meu pai respondeu: "Pode entrar, que já tô saindo do chuveiro." Quando sentei no vaso, fingindo que ia fazer cocô, meu pai saiu do chuveiro todo molhado, pelado, com o pau meio duro. Tenho que dizer que, mesmo meio duro, já parecia grande, uns 16 centímetros, e bem grosso. Considerável, tenho que dizer que naquela época ela tinha um corpo mais tonificado e parecia realmente gostosa. Ao se secar, enrola a toalha na cintura e me diz: "Meu filho, quando terminar, apaga a luz e vai se deitar", ao que respondi: "Já vou, pai." Fiquei sentado no vaso e ouvi eles murmurando. Minha mãe diz: "Quase fomos pegos pelo menino", e meu pai responde: "Ele não percebeu nada." Depois de esperar um tempo no banheiro, ao jogar o papel no lixo, vejo uma caixa que diz "camisinhas" e três camisinhas amarradas com um líquido branco por dentro.amadoraSaí do banheiro como se nada tivesse acontecido e fui me deitar, mas só consegui fechar os olhos quase de manhã. Acordei meio-dia e minha mãe me disse: "Querida, bom dia, fui ao mercado e trouxe uns doces pra você." Eu agradeci: "Valeu, mãe", e fui preparar um cereal. Quando me sentei na mesa da sala de jantar pra comer, vi a bolsa dela aberta com uma caixinha. Me aproximei e vi que tava escrito "camisinhas". Então, planejei ficar acordada até de madrugada pra poder espionar eles e ver o que faziam. Passaram-se vários dias e nada acontecia, ou eu não ouvia nada. Até que numa sexta à noite, escutei meu pai perguntar pra minha mãe se ela tinha comprado mais camisinhas, e ela disse "Sim". Ele respondeu: "Hoje é seu dia, amor." Fui me deitar às 8 da noite e fiquei esperando horas, até que por volta das meia-noite, com a casa em silêncio total, ouvi murmúrios vindo do quarto dos meus pais. Levantei da cama, abri a porta com todo cuidado e me aproximei devagar da porta deles. Escutei beijos. Não tinha por onde ver, até que lembrei que no batente da porta tinha um pedaço de cimento que tinha caído, e eu só tinha colocado de volta. Quando tirei e aproximei meu rosto, pude ver que meus pais estavam deitados na cama, ainda com a roupa e com os abajures acesos. Ficaram se beijando um tempo, até que meu pai começou a descer o sutiã da minha mãe e mordiscar os bicos dos peitos dela, enquanto ela gemia que nem uma louca. Num momento, ela tirou a camiseta do meu pai e disse: "Amor, chupa minha buceta." Meu pai, sem dizer nada, se levantou na cama, puxou pra baixo o short de dormir e a calcinha da minha mãe, deixando a buceta dela totalmente depilada e vermelha de tesão. Num movimento só, ele começou a comer a buceta da minha mãe, enquanto ela soltava frases tipo: "Aiii, que gostosoo, continua assim, meu amor, aí aí, me chupa, aiiiiii, aiiiiii, que delíciaaaa, vou gozar, continua chupandooo, aiii que maravilhaaa." Meu pai, depois de uns 5 minutos... Chupando a buceta dela, começou também a beliscar os biquinhos dos peitos dela enquanto ainda tinha a língua na buceta da minha mãe e os gemidos dela aumentaram, dizendo que queria ter algo na boca. Na hora, meu pai levantou, baixou a calça de dormir e a cueca, e puxou o pau dele completamente duro, molhado na ponta, com um tamanho que acho que agora era uns 19 centímetros e uma grossura normal, mas cheio de pelo. Meu pai mandou ela levantar, ficar por cima dele e virar pra fazer um 69. Minha mãe levantou na hora e obedeceu. Aí começaram a se chupar um ao outro: meu pai chupava a buceta da minha mãe enquanto enfiava os dedos no cu dela, e minha mãe tentava enfiar o pau inteiro na boca enquanto massageava as bolas grandes do meu pai. Ficaram assim uns 15 minutos até que meu pai disse: "Vou te comer". Deitado, ele se esticou até o criado-mudo, pegou na primeira gaveta a caixa de camisinha que tinha visto na bolsa da minha mãe e passou uma pra ela, mandando colocar com a boca. Minha mãe enfiou a camisinha na boca e foi colocando devagar no pau do meu pai... Depois de colocar a camisinha, minha mãe levantou de costas pro meu pai, mostrando os peitos na direção da porta, onde eu podia vê-los no máximo esplendor, e começou a sentar devagar no pau do meu pai, que entrava devagar na buceta dela, soltando gemidos tipo "mmmm, mmmm, mmmm mmmmmmmm" até enfiar tudo. Meu pai disse: "Cavala em cima de mim, amor", e minha mãe começou a pular gemendo, enquanto meu pai soltava urros de leão. Eu via aqueles peitos de taça balançando pra cima e pra baixo. Ficaram assim uns 10 minutos até que minha mãe falava: "Vou gozar, vou gozar", e meu pai levantou o peito e disse: "Ainda não", virou ela, agora com os peitos da minha mãe no peito dele, e começou a beijar a boca dela e depois morder os seios até que, depois de pouco tempo, minha mãe gritou: "Aí, vou gozar", e gozou. Naquela hora, pensei que ela tinha mijado porque minha mãe ficou parada, mas aí meu pai continuou, começou a subir e descer o quadril e minha mãe gritava: mmmmm, mmmmm, mmmmm, mmmmmmm. Depois ele abraçou ela e eles giraram, agora com minha mãe deitada, dando pra ver as nádegas e as bolas do meu pai cobertas de suor e o orgasmo da minha mãe. Meu pai tirou o pau da buceta da minha mãe e tirou a camisinha rápido, jogando no chão, dizendo que queria um espanhol. Ele colocou o pau na altura dos peitos da minha mãe e apertou o pau com os peitos (nessa hora, eu já tava com meu pinto duro como pedra, vazando pré-gozo sem nem me tocar, hipnotizado pela cena). Meu pai começou a foder os peitos da minha mãe enquanto ela dizia: "Sim, papai, goza na minha cara, goza!" Meu pai não aguentou muito e, com uns urros, jogou vários jatos de porra na cara da minha mãe, que esperava de boca aberta. Meu pai levantou da cama ainda com o pau meio duro, e minha mãe disse que foi delicioso, pediu pra ele passar as toalhas que estavam na segunda gaveta da mesa pra ela se limpar. Meu pai passou e disse que ia pegar água na cozinha. Nessa hora, que ouvi que ele ia sair do quarto, corri o mais rápido e silencioso possível pro meu quarto, mas fiquei na porta semiaberta vendo meu pai sair do quarto dele pelado, com o pau meio duro, indo pra cozinha. Ele não demorou muito e voltou com um copo d'água pra minha mãe. Vocês não imaginam como era excitante ver meu pai pelado com o pau meio duro andando pela casa. Ele entrou de novo no quarto e fechou a porta com o trinco de novo. Eu saí do meu quarto ainda mais cuidadoso até a porta e pude ver minha mãe com as pernas levantadas e abertas, esfregando a buceta com a camisinha que meu pai tinha tirado antes, enquanto meu pai, do lado da cama, fumava um cigarro que tava no criado-mudo, e do lado vi o copo d'água com gelo cheio que ele trouxe, porque minha mãe não bebeu água. Minha mãe continuou... esfregando a camisinha até que ele parou e esvaziou o pré-gozo do meu pai na buceta dela e ela começou a enfiar um dedo. Meu pai, que já tinha terminado o cigarro e vendo aquilo, ficou duro de novo, ajoelhou no chão com a buceta da minha mãe na altura do rosto dele e agora era ele quem começava a enfiar um, dois e três dedos de uma vez, enquanto mordiscava o clitóris dela. Minha mãe só gemia igual uma louca até que disse: "Mete em mim, meu amor, tô fervendo". Meu pai levantou, pegou outra camisinha da caixa e colocou (ver meu pai colocando a camisinha foi muito mais excitante pra mim do que quando minha mãe colocou com a boca). Ele se aproximou da beirada da cama onde minha mãe estava e, de uma só vez, meteu tudo e começou o vai e vem com mordidas nos peitos, enquanto minha mãe gemia: "Sim, sim, sim, que gostoso... aaaa... hmmm... sim, vai, vai, me parte, me parte... aaaa... hmmm". Ficaram um tempo assim até que meu pai, de um golpe, virou minha mãe de quatro na cama. Meu pai subiu na cama com o pau duro e brilhando com os fluidos da minha mãe e enfiou o pau na buceta dela, que abria as nádegas com as mãos. Meu pai começou a meter e tirar com força, acompanhado de tapas nas nádegas brancas e grandes da minha mãe, e não faltava o dedo que ele enfiava no cu dela sempre que podia. Minha mãe gemia ainda mais forte depois de cada tapa do meu pai e dizia pra ele meter no cu: "Sim... hmmm... continua, continua... mete no meu cu... sou sua puta... mete... aaaa... sim... hmmm... aaaa... quero no meu cu..." até que meu pai disse: "Meto?" e minha mãe respondeu: "Sim, por favor". Meu pai tirou o pau da buceta da minha mãe, se abaixou pra chupar o cu dela por um tempo e se esticou até a mesma gaveta onde pegou as camisinhas e tirou um frasco que eu já tinha visto na primeira noite do banheiro e passou um pouco no cu dela com a ajuda de um dedo e depois dois (depois eu soube que era lubrificante) minha mãe continuava gritando pra ele meter logo. meu pai passou lubrificante na pica e se posicionou atrás da minha mãe, foi enfiando devagar até enterrar tudo e começou a meter e tirar, minha mãe gritava que delíciaaaa que delíciaaaaaaaaaa mmmmmmmm continua continua assimiiiiiiiiiiiiiii mmmmmmmmmmmmm aaaaaaaaaaa siiiiiiiiii continuaaaaaa papiii mais forteeee enquanto minha mãe pedia mais forte meu pai metia mais forte até que minha mãe começou a gritar vou gozaaaar vou gozaaaaar vou gozaaaaaaaaaar aaaaaaaaaaa minha mãe gozou e virou, e aí eu vi uma quantidade enorme de água saindo da buceta dela, meu pai continuava bombando até que falou vou gozaaaar vou gozaaaaar e ao invés de tirar como da outra vez, enfiou a pica toda no cu da minha mãe e ficou parado urrando (detalhe: essa era a posição que eu mais gostava porque dava pra ver a barriga suada do meu pai e os movimentos dos músculos dele e a cara de tesão que ele fazia enquanto fodia). depois de gozar, meu pai tirou a pica do cu da minha mãe com o pau meio duro e a camisinha cheia de porra, minha mãe que tava de quatro se virou, tirou a camisinha, mandou meu pai dar um nó pra não sujar nada e disse que sabia como limpar uma pica boa e enfiou na boca pra chupar enquanto meu pai dava nó na camisinha. minha mãe era realmente insaciável, assim que meu pai terminou de dar nó na camisinha, minha mãe falou: vamos tomar banho, quando ouvi isso saí correndo pro meu quarto como da outra vez e fiquei na porta olhando, vi os dois saindo pelados, suados, minha mãe com o cabelo bagunçado, a buceta toda vermelha e nos peitos marcas de mordidas e chupões que meu pai deu nos dois rounds de sexo, meu pai suado e com o pau meio duro. mas o que mais me excitou foi que minha mãe, ao invés de segurar a mão do meu pai, tava segurando a pica dele e guiando ele pro banheiro enquanto na outra mão segurava as duas camisinhas que tinham usado. Meu pai tava com um sorriso de orelha a orelha e minha mãe com um sorriso safado. Entraram no banheiro e fecharam a porta. Quando entraram, eu não sabia se saía pra espiar eles de novo ou ficava me escondendo. Minha curiosidade falou mais alto e resolvi sair, mas primeiro pensei: como é que eu ia ver eles no banheiro se o único lugar pra enxergar lá dentro era pela fresta da fechadura? Mesmo assim, saí e me aproximei do quarto deles. Aquele cheiro, nunca vou esquecer. Só de lembrar já me excita tanto. Tinha um cheiro inigualável de suor, orgasmo, lubrificante e sexo. Depois de ficar besta com o cheiro, me afastei do quarto e fui até a fresta da fechadura. Com muito esforço, consegui ver, não com tanta clareza, meu pai em pé, apoiado com as duas mãos na parede do chuveiro. Não encontrava minha mãe até que baixei o olhar e lá estava ela, chupando a pica do meu pai de novo, depois daquela jornada tão longa de sexo. Ficaram assim por um tempo, embora eu não conseguisse ouvir o que diziam, mas eu já tava duro feito uma pedra vendo aquela cena tão gostosa do meu pai recebendo um boquete da minha mãe com a água escorrendo pelo corpo todo dela. Depois disso, minha mãe se levantou e meu pai agarrou ela pelo pescoço e deu um beijo apaixonado. Aí virou ela, colocou os peitos dela contra a parede, levantou a bunda dela e de uma só vez meteu tudo. Começou a meter e tirar rapidinho enquanto a água ainda caía no corpo deles. Ficaram assim por um tempo até que meu pai mandou ela se abaixar, virou ela e se masturbou até gozar na cara da minha mãe, que, como nas vezes anteriores, esperava a porção dela de boca aberta. Engoliu tudo, se levantou e, entre uma putaria e outra, se lavaram. A primeira a sair foi minha mãe e, antes que ela saísse do chuveiro, eu corri pro meu quarto. Depois de ver três cenas de sexo diferentes, me senti estranho, ainda tava duro. Minha cueca tava com uma mancha de pré-gozo que tinha vazado da minha pica o tempo todo que fiquei espiando meus pais. Me deu curiosidade e comecei Me masturbando igual como meu pai fazia pra gozar com minha mãe, e não aguentei nem 2 minutos até sentir a sensação mais gostosa da minha vida e gozei nos meus lençóis. Depois disso, olhei a hora e eram 3h30 da madrugada, caí no sono e acordei só ao meio-dia. Desde aquele dia, passei a ver meus pais com outros olhos, não mais com amor de filho, mas com pura luxúria. Depois desse incidente, continuei espiando eles pelos 2 meses seguintes, até que um dia à tarde minha mãe chegou com a notícia de que estava grávida, já com 2 meses de gestação. No próximo relato, conto como a gravidez deixou os hormônios da minha mãe à flor da pele e meu pai já não dava conta de satisfazer ela.

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