Eu já tinha experimentado o objeto do meu desejo, a bunda da minha sogra. Karen me dava todos os prazeres, mas me negava o cu. Eu nem precisava daquela raba até aquele momento, e dali virou uma obsessão. Ela sempre dizia que nunca tinham feito isso com ela, que tentou várias vezes e doía muito, e com o meu pau nem louca. Que me amava, mas que não pedisse a bunda dela. Essa discussão foi aos gritos e, óbvio, o resto da casa ficou sabendo. Ao sair do quarto, pude ver a cara de satisfação da minha sogra. Karen saiu puta da vida e fiquei sozinho de novo com a minha sogra. Rindo, ela me disse: "A gatinha ficou brava, né? Não dá mole, mas você sabe que aqui tem o bundinha da mamãe pra quando você estiver com tesão. Não discuta à toa com aquela puta". E essas palavras ficaram ecoando no meu pau. Naquela noite, minha gata voltou, irritada. Ela mal me dava atenção, e isso, em vez de me irritar, me deixava com mais tesão. Ela ficava ainda mais puta pra me provocar desejo, e, na real, ela conseguia. Ela é uma mulher linda e me controlava na base da xereca. Aquela noite foi complicada. Dormíamos pelados como sempre, mas ela não deixava eu encostar nela. Ficava brava e se afastava toda vez que eu tentava. Então, recorri ao ciúme. Estávamos no escuro. Soltei: "E aí, cunhada, quando a gente vai sair pra farra, só eu e você?". Como resposta, levei uma cotovelada da Karen e uma risada da minha cunhada. Na real, eu estava de pau duro e não ia comer aquela noite. Então, levantei, bolei um e fui pra piscina. Naquele momento, chegou o namorado da minha sogra, aparentemente bem bêbado. Ele me cumprimentou de longe e entrou no quarto dela. Eles discutiram e, dois minutos depois, eu a ouvia gemendo que nem uma louca. Era impossível não escutar; o quarto tinha uma janela que dava pro pátio. Dei uma espiada e ele a tinha de quatro, comendo ela com força. A putinha empinava a bunda e gemia que nem doida. Aquilo me deixou com ainda mais tesão. Então, tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar na piscina. Foi aí que a Karen apareceu. Ela parou do meu lado e começou a chupar meu pau. Era uma loucura, enquanto eu via aquela transa rolando. Comi o cu da minha sogra, levantei ela e encostei na parede, comecei a chupar o cu dela desesperadamente, ela gemendo que nem uma puta, toda arreganhada como sempre, aos gritos. Apoiei meu pau no cu dela e fui enfiando com força e de um jeito selvagem pra machucar, arrebentei o cu dela, mas enfiei tudo. Ela gritava puta da vida, e na quarta metida começou a gemer, sentia os gozos dela na piscina quando caíam, parecia que ela tava mijando, gemendo e gritando, me xingando. Dava pra ouvir uns gritos dos vizinhos zoando, e não aguentei a loucura, comecei a descarregar porra que nem um animal, inchava bem o pau e ela gritava mais, enchi o cu dela de porra. Quando tirei, ela bufava de dor e tesão, sentei na piscina, ela do meu lado, e minha sogra com o namorado dela no quarto batendo palma.
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