Assim os dias passavam, a gente trepava igual coelho, ela é muito fogosa e eu tava com a pika cheia, o pau duro o tempo todo. Um dia ela me propôs ir morar na casa dela, sentia muita falta da minha pika quando eu não tava, essa foi a desculpa dela. Eu, por ficar transando, perdi meu trampo, então não achei ruim. Tinha uma grana guardada, juntei, comprei um Golsinho e era todo meu capital. Peguei uma mochila e caí na casa dela. No começo, com medo porque não sabia como a mãe ia reagir, e por outro lado mais tarado pensando que podia ver ela mais vezes. Quando cheguei, ela disse pra mãe: "Trouxe meu macho pra morar comigo". A mãe olhou sem dar importância e falou "ok". Fomos pro quarto, ela arrumou um espaço no armário e colocou minha roupa lá. Me disse: "A partir de agora, sou sua mulher e vou te cuidar e me preocupar com você. Você é meu macho e vai me comer como Deus manda, ou te dou uma porrada no rabo." Já deixou as coisas claras de cara, aceitei e partimos pra ação. Aí eu perguntei: "Mas sua irmã dorme no mesmo quarto?" "Claro, gostoso, não tem outro lugar. Que ela aguente ou vá pra merda." Na hora, meu pau subiu mais ainda, ela percebeu e disse: "Meu macho tá com leite, já vou resolver." Tirou meu pau pra fora e começou a chupar com paixão. Débora Pijas é uma besta, eu tava nas nuvens, doidão, e nisso entrou a irmã, olhando e gritando: "Vadia de merda, não pode fazer isso, aqui também durmo eu!" Karen continuou chupando meu pau como se nada. E pra mim foi inevitável encher a boca dela de leite. A irmã tava sentada na cama dela na nossa frente, com o celular na mão, mas olhando Karen engolir meu gozo. Ela tomou tudo, guardou meu pau e disse: "Vamos, gostoso, dar uma volta." E assim saímos de mãos dadas pelo bairro dela. Obviamente, ela com os peitos quase de fora e a bunda bem empinada. Todos os caras olhavam pra ela e alguns falavam besteira. Segundo ela, fazia isso pra as putas do bairro saberem que eu tô com ela. Voltamos pra casa, o calor tava pesado, então a gente entrou. Na piscina, ela trouxe umas latas de cerveja e a gente ficou se pegando e se esquentando mais. Daí a pouco minha sogra apareceu, tava com uma regatinha sem sutiã e uma legging marcando bem a buceta dela. Ela entrou na água com a gente e começou a beber também, era uma loucura ver os peitos dela marcados na camiseta. Meu pau voava, e a Karen, percebendo, encostou aquela bunda no meu pau e falou: "Se você endurecer de novo com essa puta, eu corto fora". E ficou rindo com a minha sogra. Eu, com o pau apertado na bunda dela, felizão, tomando cerveja. Num momento, ela levantou, saiu da piscina e foi mijar de lado. Quando ela fazia isso, eu ficava doido, e a mãe nem olhou. A gente continuou na farra, bebendo. Minha sogra levantou pra colocar música e, quando voltou, correu com a calcinha fio dental aparecendo uma buceta linda e começou a mijar. Naquele dia, meu pau explodiu. Ela entrou na piscina de novo, e eu só ouvi a risada da Karen apontando pro meu pau e falando: "Olha meu gostoso, quero te comer muito". E as duas riam. Eu ri também, senão ia dar merda. A confiança era total. Várias vezes entrei no banheiro e minha sogra tava tomando banho, nunca trancava a porta. Diferente da minha cunhada, que sempre trancava. Um dia, eu tava morrendo de vontade de mijar, entrei no banheiro e minha sogra tava no banho. Tava bebendo, então, animado, falei: "Me desculpa, mas não aguento mais". Tirei o pau e comecei a mijar enquanto ela olhava atenta pro meu pau. Eu balancei ele exageradamente pra ela ver ele inteiro, e ela falou: "Vem cá, não vai sair assim". Me pegou pelo braço e, com a outra mão, lavou meu pau. Ele ficou duro que nem um pedaço de pau, e ela disse: "Agora vai e come a gata que tá no cio". Saí procurando a Karen, ela tava no quarto ouvindo música. A irmã tava fazendo a mesma coisa ou dormindo na cama do lado. Pulei em cima da Karen, comecei a chupar os peitos dela e meti de uma vez. Ela começou a gritar que nem louca, gemendo sem controle, e eu comia mais ainda. Ela cravou as unhas nas minhas costas e eu senti o jato dela sair. Não aguentei e enchi a buceta dela de porra. Fiquei um tempão com o pau dentro dela. Cara, tava pensando na mãe dela, e aí vi minha cunhada fingindo que tava dormindo, se masturbando disfarçado debaixo dos lençóis. Isso me deixava com muito tesão, sabendo que era inevitável que ela nos visse ou ouvisse. É impossível dormir com os gemidos da Karen, ela nem tentava disfarçar, e eu amava isso. Um dia a gente acordou meio cedo, a Karen levantou e fez um auê pra todo mundo acordar, disse que tinha que ir num evento — ela recebia um auxílio e tinha que marcar presença — então as duas irmãs foram. Óbvio que ela tava mais puta do que nunca, com a bunda toda à mostra e os peitos bem empinados. Eu fiquei na cama enrolando, elas foram embora e um tempo depois minha sogra me chamou pra tomar um mate, mas não respondi. Aí ela apareceu no quarto com um mate na mão, então aceitei. Nesse nível de convivência e confiança, eu dormia pelado. A gente começou a conversar sobre a gata, como ela chamava, e aí ela viu meu peito arranhado. "Ela vai te destruir", disse, e ficou passando a mão no meu peito. "Se ela te deixa assim por cima, nem quero saber como te deixa a pica." Aí eu me joguei de vez, me descobri deixando a pica no ar. "Olha, acho que até que tá boa." Ela pegou na minha pica e começou a me masturbar devagar. "Você tem uma pica linda, mas quero ver porque essa puta grita tanto." Tirou a camiseta, deixando aqueles peitos lindos livres, e começou a me chupar. Sem dúvida, era a professora da Karen — chupa pica como uma deusa. Eu tava durasso. Ela ficou pelada e começou a esfregar a buceta no meu tronco. Ficou ensopada em segundos. Subiu em cima de mim e começou a luta pra enfiar. Era mais apertada que a Karen, mas igualmente insistente. Começou a pular na minha pica até que entrou toda. Um prazer incrível aquela buceta, e ela começou a me foder. Gemia, não igual à filha, mas alto também. Ficava molhada pra caralho e me deu uma gozada. Senti umidade, mas não a poça da Karen. Tirei a pica e virei ela. Sozinha, a danada se colocou de quatro. Chupei a bunda dela e ela levantava mais ainda a raba. Era uma puta no cio. Apoiei a pica e comecei a pexhar, entro mais fácil que na... usa a palavra: buceta. Tinha o esperma na porta, mas queria pegar ela no cuzinho, então fiquei parado com a pica dentro e ela rebolava o cu enfiando mais fundo. Foi impossível não encher ela de porra, foi mais o tesão. Comecei a bombar com força e sentia as veias pulsando apertadas pelo cu dela. Não deixei uma gota, é lindo. Ela se virava e me beijava, era um inferno. Ela pediu pra eu tirar, que as filhas podiam chegar. Me mandou tomar banho enquanto me esperava na cozinha com uns mates. Daí a pouco saí, tomamos uns mates. "Isso morre aqui", ela pediu, e as meninas chegaram. Karen morta de calor e, claro, sentou no meu colo me beijando e rebolando o cu pedindo pica. Foi meu maior amor, minha gata divina. Tenho que voltar pro trampo, mas vou continuar contando. Comentem aí, qual é a boa.
8 comentários - A vilã me conquistou 3