Jogava Boca contra Fluminense, o jogo já tava 1 a 0 pros brazucas, eu tomava uma cerveja de boa deitado na cama, era dia de aniversário então minha mulher tava rodando pelo andar de baixo. De repente a prima entrou no quarto e me perguntou como tava o jogo, contei o resultado e ela riu, sentou na cama e ficou olhando. Tirou o copo da minha mão e tomou a cerveja. Aos poucos foi se deitando na cama até encostar na minha perna, na hora o pau ficou duro, ter ela tão perto da minha rola me deixava louco e eu só conseguia pensar na bunda dela que tava virada pra mim, o jogo já não importava mais. Ela sentou e olhou pra minha rola perguntando por que tinha ficado daquele jeito se ela não tinha feito nada, era impossível esconder uma ereção daquelas. Pedi desculpas e ela disse que não tinha problema, que se sentia lisonjeada, que fazia tempo que ninguém dava em cima dela de nenhum jeito e do nada me lembrou daqueles dias, me dizendo: "Que jeito de fazer a punheta, gordão!!" Agarrando minha rola, ela disse que sentia falta dessa adrenalina de alguém pegar ela, e que isso a deixava com muito tesão. Ela acariciava meu pau de um jeito foda, tirou a rola pra fora da calça e começou a chupar, dizendo que nunca tinha visto ele, que nas outras vezes era de noite e todas as luzes apagadas, que eu tinha uma rola bonita enquanto dava linguadas no prepúcio pra depois meter na boca dela. Assim chupou um tempão até eu gozar, embora eu tenha gozado na boca dela, ela não quis engolir a porra, disse que tava muito forte e acabou escorrendo entre os peitos dela e a regata. "Quero que você me coma", ela disse, e eu não acreditava que depois de tantos anos a gatinha tinha vindo super decidida a transar. Ela tava usando um short bem justo, então tive que puxar pra baixo e chupei a buceta dela com uma vontade do caralho, um pouco a buceta, um pouco o cu, ela nunca tinha levado chupada no cu e ficou louca, me pedia pra fazer mais, pra meter a língua, que nunca tinha sentido aquilo. experimentado essa sensação, só agora percebia que era mais puta do que imaginava pra sexo. Eu paro e esfrego a pica na buceta dela, e entre a saliva e os fluidos deslizava bem, até que enfio devagar, lento, curtindo cada centímetro que entrava. Já na segunda enfiada não aguentei mais e comecei a meter bem forte, a buceta dela fazia barulho de tão molhada que tava a prima. Ela pedia pra eu não parar, que fazia tempo que não transava com ninguém, e eu só fazia o que dava naquela altura pra não gozar de novo. Ficava louco com a ideia de encher ela de porra, mas ela pedia por favor pra não gozar dentro, pra avisar, que não era um dia seguro. Bombeei até não aguentar mais e tirei faltando nada, cuspindo um belo jato de porra que quase chegou no peito dela, pensando nisso a regata dela ficou cheia de sêmen. O Boca já perdia de 2 a 1. Durante todo esse tempo ninguém subiu, e eu já duvidava se dava ou não pra fazer de novo. Me vesti e ela fez o mesmo. Conversamos um pouco, ela comemorou a derrota do Boca aos gritos e depois me disse que um dia gostaria de experimentar o anal, mas ainda não, quando passar vai ser na próxima vez que a gente foder, ela disse. A sensação que ficou no cu dela agradou muito, ela disse, agora só espero que passe mesmo.
0 comentários - De novo a prima gostosa