Falaê, galera do poringa.net:
Hoje tô trazendo mais um dos meus contos que nunca contei antes.
Minha ex tinha uma irmã chamada Gisela.
Conheço ela desde que era bem novinha.
Ela era na dela, não se enturmava com ninguém.
Era gordinha e isso fazia ela se sentir mal.
Então não era muito sociável, digamos.
Mas comigo ela se deu super bem de cara.
Sempre que a gente ia pro parque, ela queria ir junto.
Até vinha correr comigo.
Vivia me perguntando sobre dietas e exercícios pra se sentir melhor.
Isso nos aproximou bastante.
Conforme foi malhando, o corpo dela mudou pra melhor.
Perdeu vários quilos e ficou mais confiante.
A irmã dela não tinha ciúmes, mas não gostava que ela passasse tanto tempo comigo.
Mas eu era o único amigo e, na família, quem mais entendia ela.
Minha ex ficava puta da vida quando ela ficava de brincadeira comigo. Não curtia nada.
Além disso, em certas ocasiões, escapava uma mão dela em lugares que não devia. Muitas vezes senti a mão dela roçando no meu pau ou um apalpação a mais, talvez uma ou outra encostada como que sondando o volume. Mas como a gente tava brincando, não pensei nada demais.
O relacionamento com minha ex foi desgastando com o tempo, já que não tínhamos nada em comum além de um sexo bom. Ela não era uma deusa, só uma gatinha que deixava a gente foder, mas eu gostava dela.
Quando o namoro acabou, minha cunhada continuou em contato comigo.
Ela vinha na minha oficina e fazia chimarrão pra mim.
Parecia mais um dos caras da oficina, pelo jeito de zoar e fazer piadas.
Se vestia meio masculinizada. Isso dava segurança pra ela.
Fazendo com que eu não visse nada de estranho na nossa amizade.
Era como se fosse minha irmã, nunca imaginaria que a gente pudesse ter algo.
Ela tava estudando culinária numa escola perto de casa e sempre passava pra dar a gente provar.
Tinha uma mão muito boa na cozinha.
Um dia ela chegou tarde, quase na hora de fechar a oficina.
Eu: Fala, Gi... como cê tá???
Gisela: Mais ou menos. Em casa tá um hospício, então saí pra dar uma volta. Vocês já vão fechar? E os caras?
Eu: Pois é, hoje a gente fecha mais cedo.
Já terminamos tudo.
Então falei pros caras fecharem cedo e eles já foram embora.
O que que tá rolando na sua casa????
Gisela: Chegou meu tio Jorge com a mulher e os filhos dele, que são insuportáveis.
Então resolvi vazar daí.
Eu: hahaha pois é, o tio Jorge e a família dele são muito chatos.
Bom, e aonde você vai?
Gisela: Sei lá. Tava pensando em ficar com você e os caras.
Qualquer lugar, menos ficar em casa. hahaha
Eu: Beleza, entra então. Enquanto eu tomo um banho, prepara uns mates pra gente.
Gisela: Fechou, parece ótimo.
Tomei uma ducha e troquei de roupa.
Quando saí do banho, o mate já tava pronto e ela abrindo e fechando os armários e olhando a geladeira.
Eu: O que você tá procurando? Tá com fome??
Gisela: hahaha não, e você????
Eu: Um pouco. Vai cozinhar???
Gisela: Sim, com tudo que tem aqui, vou fazer alguma coisa.
Enquanto eu cevava mate, a gente conversava. Enquanto isso, ela foi preparar a comida.
Não dava pra acreditar como ela era boa comigo.
Ela não tinha namorado.
Uma mina gostosa com um rabo bonito. Era coisa de não acreditar.
Não era de se arrumar e já se via muito bem natural.
Com aquela camiseta cinza e a saia jeans, descalça.
Entre risadas, gargalhadas e piadas, a gente sempre se divertia pra caralho, e se eu falava algo que ela não gostava, a gente brincava como crianças, de mão.
De repente, no meio da brincadeira, as mãos dela de novo no meu pau.
Fingindo que tava distraída. Eu entrei na dela, mas ela parou por aí mesmo.
Gisela: Chega, deixa eu cozinhar, moleque.
Essa saia tá caindo hahaha, já toda a roupa tá ficando enorme em mim.
Se eu for brincar, vou ficar de cu de fora haha.
Justo hoje eu coloquei essa saia que tá grande demais. hahaha.
Eu: Pois é, você tá magrinha pra caralho. Você vai ter que comprar roupa mais pequena.
Gisela: Vamos ver mais pra frente kkk.
Até agora tô bem assim.
Eu: Vou tirar uma foto sua assim pra mostrar pros caras.
Assim vou falar que quando eles tão aqui, você não quer cozinhar.
Gisela: Que maldade que você tem kkkk.
Peguei minha câmera pra tirar uma foto dela cozinhando e, sei lá se foi de propósito ou não, a saia dela caiu até os pés. Tirei a foto mesmo assim.
Ela: Não, seu filho da puta, não tira uma foto minha assim.
Gisela: Chega de tirar foto, me ajuda com a saia?
Tô com a mão cheia de óleo e não quero sujar a roupa.
Não seja mau...
Deixei minha câmera e me aproximei. Me abaixei.
Juro que tentei não olhar.
Mas o perfume dela me tentou demais. Só queria levantar a saia dela.
Mas a vontade de enfiar a cara naquele rabo bem redondo era minha perdição.
Olhei pra ela de baixo e ela continuava na dela, sem prestar atenção no que eu fazia atrás dela.
Eu me debatia num dilema.
Ela era tipo minha irmã e não queria abusar da confiança dela ou que ela se ofendesse com minha tesão.
Minha pica tava dura pra caralho de ver aquela buceta na minha frente.
Antes que ela percebesse que eu tava olhando o rabo dela e meu nariz quase roçando a calcinha dela,
peguei a saia com cuidado e fui levantando devagar. Quando cheguei a levantar um pouco,
meus dois dedos roçaram as panturrilhas dela ao subir, isso fez ela sentir cócegas. E algo mais. Ela mexeu a bunda pra trás, enterrando minha cara naquele rabo divino.
Gisela: Ah, desculpa, Maury. Foi sem querer.
É que me deu cócegas, hahaha.
Minha cara continuava enfiada na bunda dela.
O perfume dela invadiu meu rosto e uma vontade de chupar ela toda tomou conta de mim.
Parecia que ela tava sentada na minha cara e não se mexia. Como se me desse o gosto de cheirar bem o perfume da calcinha dela.
Isso fez eu aproveitar pra passar minha cara de baixo pra cima.
Ela soltou um suspiro e não saiu da posição.
Eu lambi por cima da calcinha a bunda dela e com minhas mãos subia acariciando as pernas dela.
Ela só conseguiu apagar os fogões da cozinha, sabendo que isso não ia acabar em outra coisa senão ir pra cama.
Como esperando minhas mãos, meus beijos ficaram naquela curva linda que empurrava a bunda dela pra fora.
Levantei a camiseta dela e beijei suas costas, e também dei umas mordidas leves.
Que pelo visto deixavam ela com mais tesão.
Quando meus beijos chegaram no meio das costas dela, ela sentiu minha pica se enfiar. buscando a umidade que a invadia.
com meu braço direito apertei ela contra mim. enquanto beijava o pescoço dela.
Gisela: mmm... Mau, se isso é errado, não tô nem aí, porque eu adoro.
ai... meu deus, que safado você é...
não seja mau...
ela virou a cabeça e me beijou com ternura, quase sem jeito, mas muito doce.
os movimentos dela eram desajeitados.
como não saber usar as mãos.
parecia meio nervosa.
minhas mãos já se deliciavam com a bucetinha depilada e suculenta dela. dava pra sentir o calor. ela se virou e se afastou.
Gisela: desculpa, mas antes de tudo, tenho que te falar uma coisa.
sou virgem.
e tô com muito medo, mesmo que sempre foi minha ideia que você fosse meu primeiro homem.
você sabe que te amo pra caralho.
tô com muito medo, Mau.
desculpa, mas precisava te contar.
não quero que você me veja como uma irmãzinha, quero ser mais que isso pra você.
sei que esse sentimento é verdadeiro, e por isso quero que você faça amor comigo.
Eu: eu te amo muito, gata, e você sabe.
vai ser um prazer ser seu primeiro homem.
tem certeza disso???
Gisela: não... hahaha. tô com muito medo. hahaha
não era o que eu tinha em mente pra hoje.
mesmo que sempre quis que isso acontecesse.
tô muito segura, mas apavorada.
mas quero fazer com você.
não conheço ninguém melhor que você pra isso.
além disso, te amo e sempre vou te amar.
só peço que cuide de mim, me ensine, e que a gente curta junto minha primeira vez.
não quero alguém que me coma. quero que façam amor comigo.
e sei que você me ama.
a gente se beijou de novo e comecei a ensinar ela como fazer, tudo era novo pra ela.
eu adorava ser o professor dela.
ela começou a me despir e eu a ela.
enquanto isso rolava, a gente foi pro meu quarto. deixando um rastro de roupa pelo caminho.
ela não parava de brincar com meu pau. ela só de calcinha e eu pelado. com o boxer.
Gisela: você vai rir de mim. mas quero confessar uma coisa.
fiquei vendo pornô e com um pirulito bolinha pratiquei como as mulheres chupam a rola.
é minha chance de botar em prática.
EU: hahaha cê tá falando sério??
e em quem você pensava.
Gisela: malvado hahaha em você, idiota.
mesmo você nunca me dando bola, eu sempre te dei.
ela desceu até meu boxer, que já não conseguia esconder minha ereção.
ela puxou com muita suavidade, sem pressa e sem perder nenhum detalhe do que estava procurando.
feito uma criança abrindo o presente, esperando que fosse o que ela queria.
aos poucos foi descobrindo o que procurava até tirar ele por completo.
com um olhar de aprovação, deixou claro o quanto gostou.
Gisela: uau... isso é mais lindo do que imaginei.
devia ter usado um pirulito maior hahaha.
vi tanta pica na internet que nunca imaginei isso.
esse é o tipo de pica que faz as putas gritarem hahaha.
tem um tamanho bom, grossa, cabeçuda e essa curva genial.
bom, vamos ver se o treino deu certo hahaha. que vergonha. hahaha.
sem dúvida ela tinha praticado muito bem, porque eu adorei.
primeiro deu uns beijos e depois brincou com a língua,
depois umas chupadinhas tipo sugando, cada vez mais fundo e com muita língua.
provocava um prazer enorme em mim, brincava com a língua no meu líquido pré-seminal.
Gisela: isso é líquido pré-seminal???
hmm, gostei.
se é tão gostoso assim, quero provar o sêmen também hmm.
desculpa te perguntar tudo, isso é novo pra mim.
EU: bom, depois você prova, agora é minha vez. também.
deitei ela e pude apreciar a beleza daquela buceta virgem encharcada de seus sucos.
bem pequenininha.
suavemente chupei a buceta dela e fiquei extasiado.
uma e outra vez minha língua percorreu toda a buceta dela com muita ternura.
arrancando gemidos daquela linda gostosa.
a excitação dela aumentava cada vez mais e ela estava pronta pra se tornar mulher.
preparei bem a buceta dela, ela deitada de costas abriu bem as pernas e levantou.
EU: pronta, love...??
já estamos os dois preparados.
ela: não, mas tudo bem hahaha.
tô com tanto medo e tesão ao mesmo tempo que não sei fazer amor.
com meu pau brincava enquanto ela tremia.
o medo e a excitação provocavam muitas coisas nela.
meu pau se firmou na buceta fechada dela, pronto pra romper a virgindade da minha cunhada.
suavemente, meu pau se cravou na buceta dela e com uma empurradinha entrou um pouco.
Gisela: ai... ha... ai... ai... ah... ai.
tô sentindo dor, Mau... uf...
ufs... arde e dói, love, ai... é normal?
ufs... devagar, ai, ai, ai.
tá ardendo, para, para, mm, ai...
EU: calma, love, é normal.
tenta relaxar.
já vai passar.
só relaxa. mm...
Gisela: ai... ufs... ah... é fácil pra você falar...
não tão te partindo no meio, ha... ha... ah...
meu deus, filho da puta...
entre choramingos e xingamentos, ela começou a sentir tudo diferente.
sendo penetrada devagar e a buceta dela sendo preenchida por um pau grosso e cheio de veias.
a dor foi passando, mas outra sensação voltou a invadir ela e dar medo.
Gisela: Maury... para... para... por favor...
tô sentindo uma coisa estranha. uf...
uf... ai... ai... Maury...
sinto que vou mijar nas calças... ah... ha... ha...
não... pelo amor de deus... Maury...
eu não parava de comer ela, sabendo o que tava rolando.
essa sensação não era nada mais que um orgasmo, e eu amei essa inocência da minha cunhada.
comi ela por um bom tempo, fazendo pausas pra contemplar aquela linda gostosa se transformar em mulher.
o rosto dela, as expressões, eram demais.
o vermelho na cara dela pelo tesão do momento.
meu suor escorria no corpo dela.
peguei meu câmera e uma toalha molhada pra limpar o sangue, e voltei a penetrar ela e brincar com a buceta gostosa dela com meus dedos.
Nós nos deitamos e deixei ela descansar um pouco.
De quebra, a excitação baixou um pouco, porque eu já queria banhar ela de porra.
Queria durar o máximo possível e aproveitar essa parada tão gostosa.
A gente se beijou e se acariciou por um bom tempo.
Ela me contava tudo que tava sentindo, e isso me deixava louco.
Eu: continuamos, quer???
Gisela: vai devagar, sim ou não, dói mais???
EU: não se preocupa, agora você vai ficar muito melhor.
Coloquei ela de quatro e fui penetrando devagar, comendo ela suavemente.
Já não tinha quase dor, pelo contrário, foi muito mais gostoso.
Ela já acompanhava os movimentos, e era tudo novo de novo.
Gisela: mmm... é... isso eu gosto mais, mmm...
uf... que gostoso ha...ha...ha...
uf... mmm... é... mmm... como me sinto cheia de pau, que lindo.
mmm... é... é... mmm... é...
assim... love... mmm... é...
ha...ha...ha...
Enquanto ela curtia essa nova sensação e os orgasmos já não a assustavam mais,
ela delirava de tesão.
A bunda dela bem fechada tava me fazendo delirar. Tava babando pra chupar ela.
Juntei saliva, molhei o dedo, lubrifiquei de leve e fui massageando devagar.
Ela continuava curtindo meu pau entrando e saindo.
Sem perceber que eu queria meter no cu dela.
Ela, concentrada em outro orgasmo, não sacou minha intenção.
Gisela: ...ai... ai... ah... assim...
mais... mais... assim... mmm...
vem outro, love, mmm... é... ai... é...
ah... ha... a... pelo amor de Deus... nunca na minha vida senti tanto prazer...
Na mesma hora, enfiei um pouco o dedo. O cuzinho dela deixou passar.
Um pouco e ela apertou... o orgasmo foi foda...
Gisela: Nossa, que delícia gozar assim, Mau...
Teu dedo no meu cu doeu, mas me fez gozar pra caralho... ufs...
EU: Mmm... é, gata, te esquentou muito, né?
Gisela: É, foi estranho, hahaha, louco...
mas ao mesmo tempo, foda...
Ouvir aquilo me fez virar e pegar o gel. Falei: "Vamos ver se você gosta pelo cu. Se doer, a gente para, ok?" Um jato de gel lubrificou a bunda dela.
Ela relaxou e se entregou. Deixei ela de barriga pra cima pra ver bem e tirar uma foto boa do primeiro anal dela.
EU: lista...?
se você gosta disso, vai passar de virgem pra uma deusa do sexo em um só dia....
Gisela: hahaha se você quem diz?.....
é.... brinca com a buceta dela antes de meter o pau que já entrava um pouco.
Gisela: mmm... ai... ai... ai... deus...
ai... como dói, pelo amor, uf....
não.... que filha da puta, que dor.... você tá me rasgando o cu.... uau.....
ui, você tá me partindo ao meio....
ai... como dói, mas não para, ufs...
ah não... mmm......
meu pau entrava devagar e bem fundo.
pra minha surpresa, ela aguentava e tentava segurar o máximo possível.
aquela dor de antes se transformou numa sensação mais gostosa.
mesmo sendo desconfortável.
Gisela: não aguento mais... falta muito, Mau?
mmm... isso é demais, já não suporto mais.
quero que você tire, por favor. ha... ha... ha... ai, chega...
quero provar seu leite, igual fiz com o pré-gozo.
é... me deixa...??
ai, chega, Mau... mmm... tira... tira... tira...
EU: só mais um pouco, amor.... já vou deixar você provar.
quando eu tava quase gozando,
tirei meu pau e ela colocou a língua pra pegar todo o leite.
Minha porra branca e grossa foi escorrendo na língua dela.
Como uma provadora experiente, ela disse:
Gisela: mmm.... é mais forte, mas eu gosto, mmm....
é grossa mas macia, mmm.... adoro....
o cu não foi ruim, mas vamos deixar ele descansar um pouquinho hahaha.
A gente ficou a noite toda conversando, comendo, fodendo e experimentando.
Logo minha ex-cunhada virou uma puta gostosa, deixando pra trás a menina inocente e assustada.
A promessa do anal foi pro lixo — se eu não pedia, ela mesma pedia.
Depois de anos de bom sexo, nossa amizade continua intacta.
FIM......................................................................................................................................................
PS: espero que vocês gostem e espero os pontos e comentários de vocês.
Quem quiser mandar mensagem também. ................................
um abraço, até a próxima---------------------------- Maury-solo-yo
Hoje tô trazendo mais um dos meus contos que nunca contei antes.
Minha ex tinha uma irmã chamada Gisela.
Conheço ela desde que era bem novinha.
Ela era na dela, não se enturmava com ninguém.
Era gordinha e isso fazia ela se sentir mal.
Então não era muito sociável, digamos.
Mas comigo ela se deu super bem de cara.
Sempre que a gente ia pro parque, ela queria ir junto.
Até vinha correr comigo.
Vivia me perguntando sobre dietas e exercícios pra se sentir melhor.
Isso nos aproximou bastante.
Conforme foi malhando, o corpo dela mudou pra melhor.
Perdeu vários quilos e ficou mais confiante.
A irmã dela não tinha ciúmes, mas não gostava que ela passasse tanto tempo comigo.
Mas eu era o único amigo e, na família, quem mais entendia ela.
Minha ex ficava puta da vida quando ela ficava de brincadeira comigo. Não curtia nada.
Além disso, em certas ocasiões, escapava uma mão dela em lugares que não devia. Muitas vezes senti a mão dela roçando no meu pau ou um apalpação a mais, talvez uma ou outra encostada como que sondando o volume. Mas como a gente tava brincando, não pensei nada demais.
O relacionamento com minha ex foi desgastando com o tempo, já que não tínhamos nada em comum além de um sexo bom. Ela não era uma deusa, só uma gatinha que deixava a gente foder, mas eu gostava dela.
Quando o namoro acabou, minha cunhada continuou em contato comigo.
Ela vinha na minha oficina e fazia chimarrão pra mim.
Parecia mais um dos caras da oficina, pelo jeito de zoar e fazer piadas.
Se vestia meio masculinizada. Isso dava segurança pra ela.
Fazendo com que eu não visse nada de estranho na nossa amizade.
Era como se fosse minha irmã, nunca imaginaria que a gente pudesse ter algo.
Ela tava estudando culinária numa escola perto de casa e sempre passava pra dar a gente provar.
Tinha uma mão muito boa na cozinha.
Um dia ela chegou tarde, quase na hora de fechar a oficina.
Eu: Fala, Gi... como cê tá???
Gisela: Mais ou menos. Em casa tá um hospício, então saí pra dar uma volta. Vocês já vão fechar? E os caras?
Eu: Pois é, hoje a gente fecha mais cedo.
Já terminamos tudo.
Então falei pros caras fecharem cedo e eles já foram embora.
O que que tá rolando na sua casa????
Gisela: Chegou meu tio Jorge com a mulher e os filhos dele, que são insuportáveis.
Então resolvi vazar daí.
Eu: hahaha pois é, o tio Jorge e a família dele são muito chatos.
Bom, e aonde você vai?
Gisela: Sei lá. Tava pensando em ficar com você e os caras.
Qualquer lugar, menos ficar em casa. hahaha
Eu: Beleza, entra então. Enquanto eu tomo um banho, prepara uns mates pra gente.
Gisela: Fechou, parece ótimo.
Tomei uma ducha e troquei de roupa.
Quando saí do banho, o mate já tava pronto e ela abrindo e fechando os armários e olhando a geladeira.
Eu: O que você tá procurando? Tá com fome??
Gisela: hahaha não, e você????
Eu: Um pouco. Vai cozinhar???
Gisela: Sim, com tudo que tem aqui, vou fazer alguma coisa.
Enquanto eu cevava mate, a gente conversava. Enquanto isso, ela foi preparar a comida.
Não dava pra acreditar como ela era boa comigo.
Ela não tinha namorado.
Uma mina gostosa com um rabo bonito. Era coisa de não acreditar.
Não era de se arrumar e já se via muito bem natural.
Com aquela camiseta cinza e a saia jeans, descalça.
Entre risadas, gargalhadas e piadas, a gente sempre se divertia pra caralho, e se eu falava algo que ela não gostava, a gente brincava como crianças, de mão.
De repente, no meio da brincadeira, as mãos dela de novo no meu pau.
Fingindo que tava distraída. Eu entrei na dela, mas ela parou por aí mesmo.
Gisela: Chega, deixa eu cozinhar, moleque.
Essa saia tá caindo hahaha, já toda a roupa tá ficando enorme em mim.
Se eu for brincar, vou ficar de cu de fora haha.
Justo hoje eu coloquei essa saia que tá grande demais. hahaha.
Eu: Pois é, você tá magrinha pra caralho. Você vai ter que comprar roupa mais pequena.
Gisela: Vamos ver mais pra frente kkk.
Até agora tô bem assim.
Eu: Vou tirar uma foto sua assim pra mostrar pros caras.
Assim vou falar que quando eles tão aqui, você não quer cozinhar.
Gisela: Que maldade que você tem kkkk.
Peguei minha câmera pra tirar uma foto dela cozinhando e, sei lá se foi de propósito ou não, a saia dela caiu até os pés. Tirei a foto mesmo assim.
Ela: Não, seu filho da puta, não tira uma foto minha assim.
Gisela: Chega de tirar foto, me ajuda com a saia? Tô com a mão cheia de óleo e não quero sujar a roupa.
Não seja mau...
Deixei minha câmera e me aproximei. Me abaixei.
Juro que tentei não olhar.
Mas o perfume dela me tentou demais. Só queria levantar a saia dela.
Mas a vontade de enfiar a cara naquele rabo bem redondo era minha perdição.
Olhei pra ela de baixo e ela continuava na dela, sem prestar atenção no que eu fazia atrás dela.
Eu me debatia num dilema.
Ela era tipo minha irmã e não queria abusar da confiança dela ou que ela se ofendesse com minha tesão.
Minha pica tava dura pra caralho de ver aquela buceta na minha frente.
Antes que ela percebesse que eu tava olhando o rabo dela e meu nariz quase roçando a calcinha dela,
peguei a saia com cuidado e fui levantando devagar. Quando cheguei a levantar um pouco,
meus dois dedos roçaram as panturrilhas dela ao subir, isso fez ela sentir cócegas. E algo mais. Ela mexeu a bunda pra trás, enterrando minha cara naquele rabo divino.
Gisela: Ah, desculpa, Maury. Foi sem querer.
É que me deu cócegas, hahaha.
Minha cara continuava enfiada na bunda dela.
O perfume dela invadiu meu rosto e uma vontade de chupar ela toda tomou conta de mim.
Parecia que ela tava sentada na minha cara e não se mexia. Como se me desse o gosto de cheirar bem o perfume da calcinha dela.
Isso fez eu aproveitar pra passar minha cara de baixo pra cima.
Ela soltou um suspiro e não saiu da posição.
Eu lambi por cima da calcinha a bunda dela e com minhas mãos subia acariciando as pernas dela.
Ela só conseguiu apagar os fogões da cozinha, sabendo que isso não ia acabar em outra coisa senão ir pra cama.
Como esperando minhas mãos, meus beijos ficaram naquela curva linda que empurrava a bunda dela pra fora.
Levantei a camiseta dela e beijei suas costas, e também dei umas mordidas leves.
Que pelo visto deixavam ela com mais tesão.
Quando meus beijos chegaram no meio das costas dela, ela sentiu minha pica se enfiar. buscando a umidade que a invadia.
com meu braço direito apertei ela contra mim. enquanto beijava o pescoço dela.
Gisela: mmm... Mau, se isso é errado, não tô nem aí, porque eu adoro.
ai... meu deus, que safado você é...
não seja mau...
ela virou a cabeça e me beijou com ternura, quase sem jeito, mas muito doce.
os movimentos dela eram desajeitados.
como não saber usar as mãos.
parecia meio nervosa.
minhas mãos já se deliciavam com a bucetinha depilada e suculenta dela. dava pra sentir o calor. ela se virou e se afastou.
Gisela: desculpa, mas antes de tudo, tenho que te falar uma coisa.
sou virgem.
e tô com muito medo, mesmo que sempre foi minha ideia que você fosse meu primeiro homem.
você sabe que te amo pra caralho.
tô com muito medo, Mau.
desculpa, mas precisava te contar.
não quero que você me veja como uma irmãzinha, quero ser mais que isso pra você.
sei que esse sentimento é verdadeiro, e por isso quero que você faça amor comigo.
Eu: eu te amo muito, gata, e você sabe.
vai ser um prazer ser seu primeiro homem.
tem certeza disso???
Gisela: não... hahaha. tô com muito medo. hahaha
não era o que eu tinha em mente pra hoje.
mesmo que sempre quis que isso acontecesse.
tô muito segura, mas apavorada.
mas quero fazer com você.
não conheço ninguém melhor que você pra isso.
além disso, te amo e sempre vou te amar.
só peço que cuide de mim, me ensine, e que a gente curta junto minha primeira vez.
não quero alguém que me coma. quero que façam amor comigo.
e sei que você me ama.
a gente se beijou de novo e comecei a ensinar ela como fazer, tudo era novo pra ela.
eu adorava ser o professor dela.
ela começou a me despir e eu a ela.
enquanto isso rolava, a gente foi pro meu quarto. deixando um rastro de roupa pelo caminho.
ela não parava de brincar com meu pau. ela só de calcinha e eu pelado. com o boxer.
Gisela: você vai rir de mim. mas quero confessar uma coisa.
fiquei vendo pornô e com um pirulito bolinha pratiquei como as mulheres chupam a rola.
é minha chance de botar em prática.
EU: hahaha cê tá falando sério??
e em quem você pensava.
Gisela: malvado hahaha em você, idiota.
mesmo você nunca me dando bola, eu sempre te dei.
ela desceu até meu boxer, que já não conseguia esconder minha ereção.
ela puxou com muita suavidade, sem pressa e sem perder nenhum detalhe do que estava procurando.
feito uma criança abrindo o presente, esperando que fosse o que ela queria.
aos poucos foi descobrindo o que procurava até tirar ele por completo.
com um olhar de aprovação, deixou claro o quanto gostou.
Gisela: uau... isso é mais lindo do que imaginei.
devia ter usado um pirulito maior hahaha.
vi tanta pica na internet que nunca imaginei isso.
esse é o tipo de pica que faz as putas gritarem hahaha.
tem um tamanho bom, grossa, cabeçuda e essa curva genial.
bom, vamos ver se o treino deu certo hahaha. que vergonha. hahaha.
sem dúvida ela tinha praticado muito bem, porque eu adorei.
primeiro deu uns beijos e depois brincou com a língua,
depois umas chupadinhas tipo sugando, cada vez mais fundo e com muita língua.
provocava um prazer enorme em mim, brincava com a língua no meu líquido pré-seminal.
Gisela: isso é líquido pré-seminal???
hmm, gostei.
se é tão gostoso assim, quero provar o sêmen também hmm.
desculpa te perguntar tudo, isso é novo pra mim.
EU: bom, depois você prova, agora é minha vez. também.
deitei ela e pude apreciar a beleza daquela buceta virgem encharcada de seus sucos.
bem pequenininha.
suavemente chupei a buceta dela e fiquei extasiado.
uma e outra vez minha língua percorreu toda a buceta dela com muita ternura.
arrancando gemidos daquela linda gostosa.
a excitação dela aumentava cada vez mais e ela estava pronta pra se tornar mulher.
preparei bem a buceta dela, ela deitada de costas abriu bem as pernas e levantou.
EU: pronta, love...??
já estamos os dois preparados.
ela: não, mas tudo bem hahaha.
tô com tanto medo e tesão ao mesmo tempo que não sei fazer amor.
com meu pau brincava enquanto ela tremia.
o medo e a excitação provocavam muitas coisas nela.
meu pau se firmou na buceta fechada dela, pronto pra romper a virgindade da minha cunhada.
suavemente, meu pau se cravou na buceta dela e com uma empurradinha entrou um pouco.
Gisela: ai... ha... ai... ai... ah... ai.
tô sentindo dor, Mau... uf...
ufs... arde e dói, love, ai... é normal?
ufs... devagar, ai, ai, ai.
tá ardendo, para, para, mm, ai...
EU: calma, love, é normal.
tenta relaxar.
já vai passar.
só relaxa. mm...
Gisela: ai... ufs... ah... é fácil pra você falar...
não tão te partindo no meio, ha... ha... ah...
meu deus, filho da puta...
entre choramingos e xingamentos, ela começou a sentir tudo diferente.
sendo penetrada devagar e a buceta dela sendo preenchida por um pau grosso e cheio de veias.
a dor foi passando, mas outra sensação voltou a invadir ela e dar medo.
Gisela: Maury... para... para... por favor...
tô sentindo uma coisa estranha. uf...
uf... ai... ai... Maury...
sinto que vou mijar nas calças... ah... ha... ha...
não... pelo amor de deus... Maury...
eu não parava de comer ela, sabendo o que tava rolando.
essa sensação não era nada mais que um orgasmo, e eu amei essa inocência da minha cunhada.
comi ela por um bom tempo, fazendo pausas pra contemplar aquela linda gostosa se transformar em mulher.
o rosto dela, as expressões, eram demais.
o vermelho na cara dela pelo tesão do momento.
meu suor escorria no corpo dela.
peguei meu câmera e uma toalha molhada pra limpar o sangue, e voltei a penetrar ela e brincar com a buceta gostosa dela com meus dedos.
Nós nos deitamos e deixei ela descansar um pouco. De quebra, a excitação baixou um pouco, porque eu já queria banhar ela de porra.
Queria durar o máximo possível e aproveitar essa parada tão gostosa.
A gente se beijou e se acariciou por um bom tempo.
Ela me contava tudo que tava sentindo, e isso me deixava louco.
Eu: continuamos, quer???
Gisela: vai devagar, sim ou não, dói mais???
EU: não se preocupa, agora você vai ficar muito melhor.
Coloquei ela de quatro e fui penetrando devagar, comendo ela suavemente.
Já não tinha quase dor, pelo contrário, foi muito mais gostoso.
Ela já acompanhava os movimentos, e era tudo novo de novo.
Gisela: mmm... é... isso eu gosto mais, mmm... uf... que gostoso ha...ha...ha...
uf... mmm... é... mmm... como me sinto cheia de pau, que lindo.
mmm... é... é... mmm... é...
assim... love... mmm... é...
ha...ha...ha...
Enquanto ela curtia essa nova sensação e os orgasmos já não a assustavam mais,
ela delirava de tesão.
A bunda dela bem fechada tava me fazendo delirar. Tava babando pra chupar ela.
Juntei saliva, molhei o dedo, lubrifiquei de leve e fui massageando devagar.
Ela continuava curtindo meu pau entrando e saindo.
Sem perceber que eu queria meter no cu dela.
Ela, concentrada em outro orgasmo, não sacou minha intenção.
Gisela: ...ai... ai... ah... assim...
mais... mais... assim... mmm...
vem outro, love, mmm... é... ai... é...
ah... ha... a... pelo amor de Deus... nunca na minha vida senti tanto prazer...
Na mesma hora, enfiei um pouco o dedo. O cuzinho dela deixou passar.
Um pouco e ela apertou... o orgasmo foi foda...
Gisela: Nossa, que delícia gozar assim, Mau...
Teu dedo no meu cu doeu, mas me fez gozar pra caralho... ufs...
EU: Mmm... é, gata, te esquentou muito, né?
Gisela: É, foi estranho, hahaha, louco...
mas ao mesmo tempo, foda...
Ouvir aquilo me fez virar e pegar o gel. Falei: "Vamos ver se você gosta pelo cu. Se doer, a gente para, ok?" Um jato de gel lubrificou a bunda dela.
Ela relaxou e se entregou. Deixei ela de barriga pra cima pra ver bem e tirar uma foto boa do primeiro anal dela.
EU: lista...? se você gosta disso, vai passar de virgem pra uma deusa do sexo em um só dia....
Gisela: hahaha se você quem diz?.....
é.... brinca com a buceta dela antes de meter o pau que já entrava um pouco.
Gisela: mmm... ai... ai... ai... deus...
ai... como dói, pelo amor, uf....
não.... que filha da puta, que dor.... você tá me rasgando o cu.... uau.....
ui, você tá me partindo ao meio....
ai... como dói, mas não para, ufs...
ah não... mmm......
meu pau entrava devagar e bem fundo.
pra minha surpresa, ela aguentava e tentava segurar o máximo possível.
aquela dor de antes se transformou numa sensação mais gostosa.
mesmo sendo desconfortável.
Gisela: não aguento mais... falta muito, Mau?
mmm... isso é demais, já não suporto mais.
quero que você tire, por favor. ha... ha... ha... ai, chega...
quero provar seu leite, igual fiz com o pré-gozo.
é... me deixa...??
ai, chega, Mau... mmm... tira... tira... tira...
EU: só mais um pouco, amor.... já vou deixar você provar.
quando eu tava quase gozando,
tirei meu pau e ela colocou a língua pra pegar todo o leite.
Minha porra branca e grossa foi escorrendo na língua dela. Como uma provadora experiente, ela disse:
Gisela: mmm.... é mais forte, mas eu gosto, mmm....
é grossa mas macia, mmm.... adoro....
o cu não foi ruim, mas vamos deixar ele descansar um pouquinho hahaha.
A gente ficou a noite toda conversando, comendo, fodendo e experimentando.
Logo minha ex-cunhada virou uma puta gostosa, deixando pra trás a menina inocente e assustada.
A promessa do anal foi pro lixo — se eu não pedia, ela mesma pedia.
Depois de anos de bom sexo, nossa amizade continua intacta.
FIM......................................................................................................................................................
PS: espero que vocês gostem e espero os pontos e comentários de vocês.
Quem quiser mandar mensagem também. ................................
um abraço, até a próxima---------------------------- Maury-solo-yo
5 comentários - mi ex cuñada virgen quería cojer con migo (fotos )
Me calientan mucho
si te calentas es pero hice bien el ralato 👍