A história da minha namorada asiática me pegou

Neste relato, ela conta sobre nosso primeiro encontro.
desde aquele momento, ela já virou minha mina
Espero que vocês curtam muito e comentem.
Muito obrigado por ler ela.








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No despertar do sexo, eu já tinha me formado como uma puta com diploma, medalha e menção honrosa também. Naquele fim de semana, mostrei que não precisava ser uma deusa pra conseguir rola. Depois dessa experiência gostosa, comecei a escolher com quem fazer e, claro, que valesse bem a pena. Eu tinha adorado a do cara do armazém, então terminei aquele último ano de escola sendo pelo menos a mais gostosa, usando saias curtas e blusas soltas e decotadas. A segunda vez rolou um mês depois, quando meu primo visitou minha casa com meu tio. Meu pai tava numa obra e ocupado o fim de semana inteiro, só minha mãe em casa que, diferente da irmã dela, era muito mais ousada no jeito de se vestir. Pra falar a verdade, eu puxei ela na putaria, coisa que minha mãe não gostava muito. De novo foi com meu priminho, que ficou deslumbrado me vendo toda produzida, e nem preciso falar do meu tio. No colégio, tinha um garoto muito tímido, mas era um gênio em todas as matérias. Era o último ano do ensino médio. Oscar era muito peculiar. Pra gente, as meninas, ele passava uma certa segurança de ser respeitada lidando com ele, nunca passava dos limites com ninguém, mas eu sentia que ele me olhava de um jeito diferente e era óbvio que eu gostava dele, então comecei a dar em cima. Adorava o jeito dele e, principalmente, ver como ele ficava excitado com minha presença, por mais que tentasse disfarçar. Foi assim que, numa sexta, pedi ajuda com matemática e quase tive que implorar pra ele vir na minha casa naquela tarde me ajudar. No fim, consegui convencê-lo. Como já disse, Oscar era muito tímido. Me vesti de casa, um vestido velho que, de tão grande, só mostrava meus peitos, que já eram maiores naquela época. Não queria deslumbrá-lo me produzindo. Então, quando ele chegou, apresentei ele pra minha mãe. Ela sim tava muito bem, saia curta, bem pintada, esplêndida. Qualquer homem tentaria dominar ela. Levei ele pro meu quarto e já tinha tudo preparado. Oscar começou a me explicar alguns exercícios e eu sabia que ele não ia conseguir tirar os olhos dos meus peitos. Esse era o plano. Além disso, eu tinha me sentado de pernas cruzadas, deixando quase ver até minha calcinha fio dental, mas ele não reagia. Será que, apesar de todos os meus sinais, ele não tinha coragem ou talvez não gostasse de mim? Fizemos muitos exercícios e pedi pra descansar um pouco. Trouxe o chimarrão e a gente começou a tomar, quando de repente ele sentou do meu lado na mesa. Minha mãe tinha saído, e eu senti o braço dele rodeando meu ombro. Me virei e dei um beijo na boca dele. Comigo não tinha meio termo.
 
Sabe que eu gosto muito de você, Oscarcito, não faço isso com qualquer um.
 
Oscar não me disse nada, só me deu outro beijo e dali fomos parar na cama, os dois vestidos, entre carícias e beijos. Ele me dizia
 
Oscar, você é um anjo, não esperava por esse milagre, ter você assim sempre foi meu sonho.
 
Sério mesmo que você tá me dizendo isso?
 
Oscar, claro, faz tempo que te amo em silêncio.
Tirei a camiseta dele e beijei ele de novo, ele se deixava levar e eu aproveitava isso. Senti um volume enorme apertando minha barriguinha, fiquei na dúvida se era verdade, mas não queria parecer uma puta na frente dele, então só toquei no pacote dele por cima da calça enquanto dava um beijo nele. Oscar suspirou e gemeu alto, na hora desabotoou a calça e levou o pau dele pra minha mão.
 
Oscar, sou toda sua, meu amor.
 
Era tão grande quanto a do meu velho, ou até maior, cara. Fiquei na dúvida se me abaixava pra chupar aquela pica. O que será que ele ia pensar de mim? Então só bati uma punheta pra ele e esperei a resposta, que veio na hora. Ele enfiou a boca nos meus peitos e eu comecei a gemer. Devagarzinho, fui descendo até aquela maravilha e, quando vi, não conseguia acreditar que aquele cara era dono de uma rola daquelas. Abri a boca e engoli inteira.
 
Oscar, tem amorrr, sim love sim amorrr, como você me faz felizzz
 
Foi a primeira vez que, enquanto chupava uma pica, fui tratada bem e não me rebaixaram me chamando de puta. Amei aquelas palavras, de verdade. Quando estava quase gozando, tirei ela da boca e continuei batendo uma punheta enquanto beijava ele quase desesperadamente, pra depois transar. Isso aconteceu naturalmente, e eu já não me importava mais em manter as aparências, só queria aproveitar aquela pica. Depois daquele puta sexo, sentamos na cama, olhei nos olhos dele e falei que ele era algo maravilhoso. Fui no banheiro, me lavei e, quando voltei, falei que ele podia ir. Na mesma hora, trouxe o mate de novo e disse que amava ele e não queria perder ele por nada. Tomamos mate, conversamos sobre tudo e transamos de novo. Sem perceber, já estava escurecendo. Minha mãe tinha voltado. Ele disse que precisava ir, enquanto minha mãe falava que ele podia ficar sem problemas, e eu dizia que estava tudo bem, que ele realmente tinha me ajudado muito.
 
Oscar, sim, mas tem uns assuntos que a gente não viu. Mesmo assim, acho que praticando os exercícios você não vai ter problema na segunda.
 
Tomara que você pudesse vir amanhã, mas não posso te pedir isso. Você já fez muito por mim.
 
Oscar, não tenho problema nenhum em voltar e te dar uma mão de novo.
 
Não, não tá bem, com certeza tu tem outras coisas pra fazer.
 
Pensei que não queria voltar, e falei pra mim mesmo: pra que vou voltar se já tinha comido ela? E quando me despedi dela na porta, ela me disse
 
Oscar, sério mesmo, você quer que eu volte?
É o que eu mais quero de verdade, e não tanto pela matemática.
 
Oscar, eu também quero voltar.
 
Então te espero amanhã, não me decepciona, hein
 
Aquela noite eu não conseguia parar de pensar nele e naquela pica enorme que com certeza ia me comer de novo. Entrei em casa e minha mãe me interrogou como se fosse a Gestapo.
 
Velha, me diz a verdade. O que rolou com o cara? Você deu pra ele no teu quarto ou não?
 
Oscar é um amigo muito bom da escola, só que mais velho.
 
Velha, me fala a verdade ou amanhã ele não entra. Eu vi como ele te olhava o tempo todo, e também vi você, que não é nenhuma santinha. Você deu pra ele ou não?
 
Sim, véi, comi ela gostoso ali no quarto, tá suave?
 
Velha, ah não, me conta como foi, gostosa.
 
O que você quer que eu te conte, véia? Se ele tem grande, pega bem, e se tem enorme, te arrebenta quando te fode.
 
Velha, bom, isso quer dizer que você se divertiu, né? Fico muito feliz por você, sério, é tão grande assim? E me diz, ele tem muita experiência?
 
Por que você não descobre?
 
Velha, não tenho ideia, olha que amanhã a gente fica sozinha, só nós duas.
 
Que, o velho não vem hoje à noite
 
A véia, a última coisa que me falou é que esse fim de semana tava cheia de serviço na obra, e tu já sabe o que rola quando ela fala isso.
 
É, véia, já sei sim. E você vai sair hoje à noite?
 
Velha, não, meu céu, hoje à noite vou ficar com você, tem que me contar tudo, meu amor.
 

2 comentários - A história da minha namorada asiática me pegou

Me parece ami que ustedes se lo van a terminar cogiendoa pobre oscarcito!!!. Van puntos