Parecia estranho minha mãe ter dito que o Santi ia com a gente pro acampamento, mas não falei nada. Não sei o que vai rolar nesse acampamento...
No dia seguinte, minha mãe tava arrumando as malas e meu pai tava ligando pro colégio pra pedir uns dias de folga pra mim. Nessa hora, o Santi chegou batendo na porta e fui abrir
— Fala, Santi
— Fala, mano, então bora pro acampamento, hein? Haha
— É, vamos curtir pra caramba — falei, deixando ele entrar
A real é que, depois do que eu tinha visto entre o Santi e minha mãe, não tava muito afim de ele ir acampar com a gente, tava com um certo medo. O Santi foi pra sala cumprimentar meus pais.
Depois de umas horas, deu seis da noite e já tínhamos que ir. No caminho pro clube campestre, foi só risada e brincadeira entre nós quatro. Por um momento, esqueci o que tinha rolado e curti o jogo com eles, tava me divertindo.
Quando chegamos, meu pai já começou a montar as três barracas. Uma pra ele e minha mãe, outra pra mim e outra pro Santi. Não dormimos juntos porque as barracas individuais eram pequenas. Eram oito da noite e tava tudo escuro. O ar era fresco, sem poluição nenhuma por causa da área verde toda em volta. Aí meu pai, muito habilidoso, fez uma fogueira pra sentarmos ao redor e conversar. Durante toda a conversa, percebi como o Santi olhava pro corpo da minha mãe sem nenhum disfarce, e às vezes minha mãe também olhava pro Santi. Não sei o que ia rolar essa noite, mas definitivamente tenho que ficar ligado. Cantamos umas músicas e fizemos piadas até meu pai mandar a gente ir dormir. E eu pensei: "Chegou a hora"
— Então, Santiago, você dorme naquela barraca e seu filho dorme na outra — ordenou meu pai — Sua mãe e eu dormimos nesta do meio
— Fazer o quê, mano, amanhã a gente continua jogando — falou o Santi, me olhando
— Claro, amanhã a gente continua
— Querido, quer que eu te cubra?
— Não, mãe, não precisa, descansa — ele disse entrando na minha barraca
—Ah, tá bom, filhinho, dorme bem, te amo
Eu tava dentro da minha barraca. Eram 9 da noite e ouvi os outros fechando o zíper das barracas deles. Só era questão de tempo esperar pra ver se algo rolava, eu tinha que ficar ligado.
Deixei o tempo passar enquanto via vídeos e jogava no celular, mas já era meia-noite e não ouvia nenhum barulho e, sinceramente, já tava com sono. Larguei o celular de lado e assumi que não ia acontecer nada, me preparei pra dormir, mas, depois de uns minutos, ouvi uma barraca abrindo. Sentei rápido e prestei atenção no som, alguém tava se aproximando da minha barraca. Deitei rápido e fingi que tava dormindo. Em segundos, minha barraca abre devagar e minha mãe enfia a cabeça e me olha por uns segundos até que ouço de novo lá fora
—Tá dormindo?
Reconheci a voz do Santi na hora
—Tá, tá bem dormido — disse minha mãe fechando minha barraca de novo
Sentei sem fazer barulho e escutei com atenção
—Beleza, vamos pra minha barraca
—Ei, ei, mais devagar, jovem, o que cê tá planejando fazer comigo na sua barraca?
—O que você e eu queremos, Fabíola
—E como sabe o que eu quero?
—Pelo jeito que você me beijou naquele dia enquanto seu filho dormia, senti no meu pau como você se molhou toda
—Ei, mas que atrevido, haha
—Vem, vamos
—Ei, não me puxa, haha
Ouvi os galhinhos do chão estalando enquanto eles andavam e se afastavam até que só dava pra ouvir sussurros. Segundos depois, ouvi o zíper de uma barraca abrindo e umas risadinhas, e então a barraca fechando. Com certeza minha mãe tinha se trancado com o Santiago na barraca dele. Tenho que sair pra ouvir mais de perto.. Devagar, me levantei e abri o zíper da minha barraca bem devagar pra não fazer barulho. Consegui abrir tudo e coloquei a cabeça pra fora. A barraca dos meus pais tava meio aberta e a do Santi totalmente fechada, mas dava pra ver movimento lá dentro. Saí da minha barraca e comecei a andar devagar, a primeira coisa que ouvi foram os roncos do meu pai, ele tava bem dormido. Eu tava me aproximando cada vez mais da barraca do Santi e já dava pra ouvir umas coisas.. já tava do lado da barraca dele e o que se ouvia eram uns tapinhas, tipo mini aplausos e gemidos abafados ou tampados até que começaram a falar:
- Ei, mais devagar.. ai..
- É que essa bunda gorda me deixa louco
- Cê gosta da minha bunda? Hmm?
- Amo sua bunda, Fabíola, com essa fio dental faz ela ficar muito gostosa enquanto eu meto
- Shhh, não fala tão alto.. ai que delícia....
Eu tava completamente paralisado. Eles tão transando, já tava bem confirmado.
- Isso, que delícia, aperta minha pica
- Isso, assim puxa meu cabelo.. ui sim
Pelo visto ele tava comendo ela de quatro. Não dava pra ver nada porque a barraca dela tava totalmente fechada, até o máximo. Não tinha nenhuma abertura pra ver lá dentro.
- Já vou gozar, Fabíola
- Não goza dentro, tô no meu período e pode me engravidar
- Então vem, abre a boca
- Ei, isso eu nem faço com meu mar- minha mãe parou de falar de repente como se tivessem enfiado algo na boca dela
- Ohhh, isso.. engole tudo, big booty
Pelo visto minha mãe tava engolindo o sêmen do meu melhor amigo de infância..
- Santiago! Cê soltou muito, quase me engasgo
- Haha tenho 18 anos, não ia soltar só três gotinhas igual meu tio
- Ha ha ha, que engraçado. Melhor calar a boca e vem aqui
Começaram a se ouvir sons de beijos profundos.. e eu comecei a ir pra minha barraca antes que minha mãe saísse e me visse. Quando já tava deitado como se nada tivesse acontecido, minha mãe abriu minha barraca de novo e enfiou a cabeça pra ver se eu ainda tava dormindo. Depois ouvi ela fechar a barraca dela e aí silêncio total de novo.
Eu não sabia como processar o que tinha ouvido, mas era real. Minha mãe transou com meu primo.
CONTINUA NA PARTE 4
No dia seguinte, minha mãe tava arrumando as malas e meu pai tava ligando pro colégio pra pedir uns dias de folga pra mim. Nessa hora, o Santi chegou batendo na porta e fui abrir
— Fala, Santi
— Fala, mano, então bora pro acampamento, hein? Haha
— É, vamos curtir pra caramba — falei, deixando ele entrar
A real é que, depois do que eu tinha visto entre o Santi e minha mãe, não tava muito afim de ele ir acampar com a gente, tava com um certo medo. O Santi foi pra sala cumprimentar meus pais.
Depois de umas horas, deu seis da noite e já tínhamos que ir. No caminho pro clube campestre, foi só risada e brincadeira entre nós quatro. Por um momento, esqueci o que tinha rolado e curti o jogo com eles, tava me divertindo.
Quando chegamos, meu pai já começou a montar as três barracas. Uma pra ele e minha mãe, outra pra mim e outra pro Santi. Não dormimos juntos porque as barracas individuais eram pequenas. Eram oito da noite e tava tudo escuro. O ar era fresco, sem poluição nenhuma por causa da área verde toda em volta. Aí meu pai, muito habilidoso, fez uma fogueira pra sentarmos ao redor e conversar. Durante toda a conversa, percebi como o Santi olhava pro corpo da minha mãe sem nenhum disfarce, e às vezes minha mãe também olhava pro Santi. Não sei o que ia rolar essa noite, mas definitivamente tenho que ficar ligado. Cantamos umas músicas e fizemos piadas até meu pai mandar a gente ir dormir. E eu pensei: "Chegou a hora"
— Então, Santiago, você dorme naquela barraca e seu filho dorme na outra — ordenou meu pai — Sua mãe e eu dormimos nesta do meio
— Fazer o quê, mano, amanhã a gente continua jogando — falou o Santi, me olhando
— Claro, amanhã a gente continua
— Querido, quer que eu te cubra?
— Não, mãe, não precisa, descansa — ele disse entrando na minha barraca
—Ah, tá bom, filhinho, dorme bem, te amo
Eu tava dentro da minha barraca. Eram 9 da noite e ouvi os outros fechando o zíper das barracas deles. Só era questão de tempo esperar pra ver se algo rolava, eu tinha que ficar ligado.
Deixei o tempo passar enquanto via vídeos e jogava no celular, mas já era meia-noite e não ouvia nenhum barulho e, sinceramente, já tava com sono. Larguei o celular de lado e assumi que não ia acontecer nada, me preparei pra dormir, mas, depois de uns minutos, ouvi uma barraca abrindo. Sentei rápido e prestei atenção no som, alguém tava se aproximando da minha barraca. Deitei rápido e fingi que tava dormindo. Em segundos, minha barraca abre devagar e minha mãe enfia a cabeça e me olha por uns segundos até que ouço de novo lá fora
—Tá dormindo?
Reconheci a voz do Santi na hora
—Tá, tá bem dormido — disse minha mãe fechando minha barraca de novo
Sentei sem fazer barulho e escutei com atenção
—Beleza, vamos pra minha barraca
—Ei, ei, mais devagar, jovem, o que cê tá planejando fazer comigo na sua barraca?
—O que você e eu queremos, Fabíola
—E como sabe o que eu quero?
—Pelo jeito que você me beijou naquele dia enquanto seu filho dormia, senti no meu pau como você se molhou toda
—Ei, mas que atrevido, haha
—Vem, vamos
—Ei, não me puxa, haha
Ouvi os galhinhos do chão estalando enquanto eles andavam e se afastavam até que só dava pra ouvir sussurros. Segundos depois, ouvi o zíper de uma barraca abrindo e umas risadinhas, e então a barraca fechando. Com certeza minha mãe tinha se trancado com o Santiago na barraca dele. Tenho que sair pra ouvir mais de perto.. Devagar, me levantei e abri o zíper da minha barraca bem devagar pra não fazer barulho. Consegui abrir tudo e coloquei a cabeça pra fora. A barraca dos meus pais tava meio aberta e a do Santi totalmente fechada, mas dava pra ver movimento lá dentro. Saí da minha barraca e comecei a andar devagar, a primeira coisa que ouvi foram os roncos do meu pai, ele tava bem dormido. Eu tava me aproximando cada vez mais da barraca do Santi e já dava pra ouvir umas coisas.. já tava do lado da barraca dele e o que se ouvia eram uns tapinhas, tipo mini aplausos e gemidos abafados ou tampados até que começaram a falar:
- Ei, mais devagar.. ai..
- É que essa bunda gorda me deixa louco
- Cê gosta da minha bunda? Hmm?
- Amo sua bunda, Fabíola, com essa fio dental faz ela ficar muito gostosa enquanto eu meto
- Shhh, não fala tão alto.. ai que delícia....
Eu tava completamente paralisado. Eles tão transando, já tava bem confirmado.
- Isso, que delícia, aperta minha pica
- Isso, assim puxa meu cabelo.. ui sim
Pelo visto ele tava comendo ela de quatro. Não dava pra ver nada porque a barraca dela tava totalmente fechada, até o máximo. Não tinha nenhuma abertura pra ver lá dentro.
- Já vou gozar, Fabíola
- Não goza dentro, tô no meu período e pode me engravidar
- Então vem, abre a boca
- Ei, isso eu nem faço com meu mar- minha mãe parou de falar de repente como se tivessem enfiado algo na boca dela
- Ohhh, isso.. engole tudo, big booty
Pelo visto minha mãe tava engolindo o sêmen do meu melhor amigo de infância..
- Santiago! Cê soltou muito, quase me engasgo
- Haha tenho 18 anos, não ia soltar só três gotinhas igual meu tio
- Ha ha ha, que engraçado. Melhor calar a boca e vem aqui
Começaram a se ouvir sons de beijos profundos.. e eu comecei a ir pra minha barraca antes que minha mãe saísse e me visse. Quando já tava deitado como se nada tivesse acontecido, minha mãe abriu minha barraca de novo e enfiou a cabeça pra ver se eu ainda tava dormindo. Depois ouvi ela fechar a barraca dela e aí silêncio total de novo.
Eu não sabia como processar o que tinha ouvido, mas era real. Minha mãe transou com meu primo.
CONTINUA NA PARTE 4
5 comentários - Ajudo minha mãe a trair meu pai 3
Debe de estar muy buena ella