Infâmia e Desejo 7

Infâmia e Desejo 7O carro tava cheio, Mark tava no banco do motorista e a Clara tava presa no cinto de segurança, que afundava desconfortavelmente entre os dois montes gloriosos de peito que ela tinha. Enquanto enfrentavam o trânsito e tomavam goles de café, a mão do Mark se aproximou dela, subiu pela coxa e descansou de um jeito significativo na barriga baixa dela. Hoje ela tava usando um moletom grosso, mas não ia conseguir esconder a condição por muito tempo. Naquela mesma manhã, o Mark tinha trazido um pacote de testes de gravidez e eles usaram os três pra confirmar o mesmo resultado: positivo. As fodas frequentes, cheias de tesão e sem proteção das últimas seis semanas teriam inevitavelmente levado a essa situação pra maioria dos casais jovens, mas o que preocupava os dois era a chance maior da Clara ter uma gravidez complicada por causa da exposição aos químicos no laboratório. O Mark achou que ela provavelmente teria uma gravidez múltipla, com todos os riscos e problemas que isso traz. A Clara era pequena e uma gravidez de alto risco podia ser perigosa, tanto pra ela quanto pros bebês. Parecia provável que o mesmo laboratório químico que expôs ela a um composto que aumentava rapidamente o volume dos peitos dela também, muito provavelmente, melhorava a fertilidade. Ela tinha se sentido "hormonal" durante todo o ano escolar, mas atribuiu isso aos altos e baixos emocionais do primeiro ano na faculdade... Agora aquele primeiro ano provavelmente seria o único ano dos estudos dela, como ela sabia. Logo ela ia precisar de toda a energia pra focar em se tornar e ser mãe de primeira viagem. Ela suspirou triste. Tinha muita coisa pra processar... O Mark ficou em silêncio durante o caminho, mas manteve os carinhos amorosos, acariciando a mão dela e se inclinando pra beijar a testa dela antes de sair pra abastecer. Ela pensou que ele devia estar muito pensativo sobre conhecer os pais dela. Ela mesma tava muito nervosa; mas também Sabia que não tinha escolha. Nenhuma força na terra poderia mudar o caminho em que ela estava agora. Suas mãos vagaram até a cintura levemente inchada, apertando contra um par de jeans. Agora ela tinha uma parte de Mark dentro dela, crescendo dentro dela, e eles estariam sempre ligados por essa nova vida. De certa forma, era mais do que se simplesmente fossem casados, mas ela sabia que ao se comprometer com ele publicamente, legalmente, com todo o coração e corpo. Se seus pais não aprovassem, ela sabia a escolha que tinha que fazer. Eles pararam pouco antes de chegar em casa, Girona era a tranquilidade para onde seu pai, um executivo aposentado, os mudou há dez anos. Naquela época, Clara era uma menina de oito anos, com bochechas rosadas, animada para andar a cavalo com os amigos, ansiosa para participar de eventos sociais de sorvete na igreja e amando os acampamentos de verão cristãos com os amigos do colégio. A maioria dessas garotas tinha crescido para frequentar as grandes universidades, em Madri, Barcelona etc, algumas tinham sido debutantes. Eram um grupo atlético e inteligente, mas saudável, obediente e dócil. Clara não sabia onde tinha se perdido. Olhou para o peito agora excessivamente grande, tão fora de lugar entre as estruturas atléticas de suas amigas ricas, e para a cria que poderia estar crescendo dentro dela. Quantas de suas amigas continuariam apoiando uma adolescente grávida que largou a faculdade? Sabia que a comunidade da igreja apoiava famílias grandes, mas a maioria dessas mães tinha pelo menos vinte e poucos anos quando se casaram e formaram famílias. Sentia-se triste ao se afastar de tantas de suas ambições e das expectativas saudáveis que os outros tinham sobre ela. "Clara. Clara!" Mark a chamava, balançando o ombro dela suavemente. "Amor, acho que já chegamos. Quer encontrar seus pais enquanto eu descarrego o carro?" Sua Ibiza último modelo. estava estacionado na frente de uma casa grande de tijolos com um jardim impecável. Ele soltou o cinto e correu pra tocar a campainha. Em poucos segundos, a mãe dele já estava na porta, gritando "Olha só você! Você tá aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaqui, você tá aqui!!" Enquanto Clara respondia animada, abraçando ela. "Tô aqui!! Tamo aqui!!" Ela se corrigiu. Os cachos loiros acinzentados da dona Fernandez caíam elegantes ao redor dos óculos dela, mas os olhos enrugados transbordavam simpatia. "Cadê aquele Dr. Gasols bonitão?" Ela brincou com Clara. "Já fisgamos um, hein? Ficamos super surpresos quando você trouxe um convidado, ainda mais depois que lemos na internet o quão ilustre ele é!" Mark tinha se aproximado durante essa fala. "Minha reputação me precede?" Ele beliscou discretamente a bunda larga de Clara. "Dona, é um prazer vê-la". Clara achou essa escolha de palavras estranha — "te ver" teria soado mais natural. E ele continuou: "Tô muito grato por me incluírem nas férias de vocês e espero poder jogar um golfe com o Sr. Fernandez se o tempo permitir". Todos estavam alegres e à vontade naquela noite e no dia seguinte. A dona Fernandez tinha preparado uma camisola de flanela pra Clara que ficou escandalosamente apertada nos peitos dela, agora maiores. Não servia direito, e ela optou por um moletom grande e leggings pra descansar, um visual que pendia sugestivamente sobre o corpo dela. O volume fazia ela parecer pesada na melhor das hipóteses e, na pior, grávida. Simplesmente não tinha onde se esconder. Talvez por isso os Fernandez foram bem formais com Mark e Clara no jantar da segunda noite. Depois de terminar a comida, os dois casais sentaram à mesa, um de frente pro outro, e todos tomaram chocolate quente ou chá de ervas ou, no caso do Sr. Fernandez, um uísque escocês. "Clara e, hum, Mark". O Sr. Fernandez limpou a garganta. "Greta e eu Nós conversamos e sentimos que talvez tenha algo que você veio aqui pra nos dizer". Ela pegou na mão da senhora Fernandez, que estava ao lado dela, e segurou suavemente seus dedos brilhantes e bem cuidados. Eram a imagem da decência e da preocupação dos pais. Mark se endireitou. Debaixo da mesa, a mão dele tocou a coxa de Clara, como pra calá-la. "Senhor Fernandez, o senhor tem toda razão. Viemos discutir algo muito sério com o senhor. Queremos pedir sua bênção pra nos unirmos como marido e mulher". A senhora Fernandez soltou um pequeno soluço. "Ah, Clara!!" ela disse, cheia de emoção. "Minha menina, uma noiva linda!" O senhor Fernandez resmungou. "Mark, eu entendo que minha filha não te conhece há muito tempo. Adoraria considerar um homem realizado como você como meu genro, mas, claro, minha esperança seria que a união pudesse esperar até que ela termine os estudos e esteja pronta pra cumprir seus deveres como esposa e profissional." Clara sentiu um rubor quando os dois homens falaram dela como se ela não estivesse ali. Mark fez um som de concordância. "Senhor, no geral concordo plenamente com o senhor, e a educação da Clara é uma preocupação pra mim. No entanto, precisamos de uma concessão da sua parte pra permitir que nosso casamento aconteça antes disso." "Veja bem" — aqui ele estendeu a mão pra pegar a mão de Clara e olhou nos olhos dela — "Deus já abençoou nossa união". Ele dirigiu essa observação ao senhor Fernandez, com um certo orgulho na voz, embora o tom fosse respeitoso. Clara sabia que Mark não era religioso e se perguntou distraidamente se ele já tinha feito aulas de teatro, enquanto observava o efeito sísmico da declaração dele. O comentário dele teve o efeito de detonar uma bomba. A senhora Fernandez soltou um enorme grito de emoção. "Vamos ter um neto! Ah, obrigada Pai Celestial! Bendito seja o Senhor!" A senhora Fernandez enxugou as lágrimas. Estava segurando a mão de Clara do outro lado da mesa. O senhor Fernandez estava meio de pé, de boca aberta. Seu olhar era severo. Enquanto pensava: "Clara! A própria filha dele!" Até que disse: — Não é assim que uma jovem esposa e mãe deve se comportar, engravidar fora do casamento. Como vamos celebrar um casamento cristão pra você na nossa comunidade com um bebê crescendo dentro da sua barriga pra todos os convidados verem? Tá vendo? É francamente indecente. Preciso dizer. Estou muito, muito decepcionado com você. Seu comportamento foi um lembrete infeliz de que Eva foi a fonte de todo o mal deste mundo. Clara ficou vermelha como um tomate. O pai nunca tinha a comparado com Eva antes, realmente machucou os sentimentos dela. Mesmo assim, ela entendia de onde ele vinha. Ela mesma já tinha pensado na vergonha que sentiria se usasse um vestido de noiva justo na barriga e nos peitos crescendo. Simplesmente pareceria escandaloso. Ela compreendia a vergonha que o pai devia sentir. Mark interveio: — Senhor Fernandez, senhor, todos nós conhecemos bem a fraqueza das mulheres. Clara se perguntou se o pai percebeu o tom seco. Mark continuou. O pecado de Clara... é estar ansiosa demais pra cumprir os deveres de esposa, pra se tornar mãe jovem o mais rápido possível. Ela anseia por ter uma família própria, pra poder orgulhar a família a que pertence. Clara olhou pra cima, pasma. Nunca tinha ouvido Mark falar daquele jeito. Esperava que tudo fosse um teatro pros pais. Tinha que ser. Ele continuava: — Talvez um casamento na igreja não seja o lugar mais adequado, mas pode ter algo melhor que a gente possa fazer pra honrar o compromisso do casamento. No entanto, eu gostaria de casar rápido, antes que as circunstâncias fiquem muito óbvias. Esperava que a gente pudesse fazer isso. Conversamos sobre realizar um evento durante as Férias de Páscoa. Espero que pelo menos ele pense bem nisso. Pelo bem da Clara". Mark não tinha falado nada disso com Clara. E ela se sentia meio irritada por ter ficado de fora dos próprios planos de vida, mas grata ao Mark por tratar tão bem o pai dela. Praticamente tava comendo na mão do Mark. O senhor Fernandez assentia. "Entendo o que você quer dizer. Sou grato por você ser um homem que cumpre seu compromisso com uma garota pecadora e sedutora. Greta e eu vamos conversar sobre isso e decidir o melhor caminho a seguir". Ele olhou para Clara agora. "Enquanto isso, mocinha, acho que talvez você queira se comportar com mais modéstia. Claramente precisa de roupas mais adequadas pra gravidez, e sei que sua mãe vai te ajudar a conseguir tudo que precisa pra esse próximo capítulo da sua vida. Eu também espero que você e Mark consigam focar em fortalecer o vínculo familiar com a gente durante esses dias santos, em celebração ao Senhor que morreu pelos nossos pecados. Vocês devem honrar essa vida abençoada dentro de vocês se comportando com pureza e modéstia". O sorriso de Clara era duro e obediente. Terminado o jantar, Mark a acompanhou pela escada acarpetada até o quarto da infância dela. Claro, Mark tava dormindo a uma distância segura, num quarto de hóspedes no térreo, do lado oposto da casa. Ele se inclinou pra dar um beijo na testa dela, e ela ergueu os lábios e as mãos agarraram famintas os ombros dele. Ele recuou, abraçando-a. "Clara. Tô decepcionado com você", ele sorria de leve. "O que seu pai pensaria?" Ela baixou os olhos. Os peitões de grávida pendiam pesados dos ombros caídos dela. Tinha sido uma noite difícil pra ela. Ele beijou castamente a boca dela e encostou os lábios no ouvido dela, sussurrando. "Gostosa, vou estar no seu quarto assim que seus pais forem dormir. Tenho que ajudar a batizar o bebê". A mão dele passou pela testa dela, indicando. onde ela depositaria uma carga quente de sêmen dele. Clara suspirou feliz. Enquanto se metia na cama, esperando ansiosamente que Mark entrasse escondido no quarto dela, ela massageou os lábios da buceta grávida. Eles estavam mais inchados do que nunca e ela estava incrivelmente quente e molhada, exsudando um suco pegajoso enquanto passava loção suavemente nos peitos inchados e na barriga estufada. Pensou em Mark fazendo amor com ela; o que ele tinha feito na manhã anterior, fodendo ela apaixonadamente de quatro enquanto os peitões balançavam, oscilando como pêndulos a cada estocada apaixonada enquanto ele depositava o sêmen nela uma e outra vez. Se perguntou o que o pai dela faria se os encontrasse e percebeu que não ligava pra isso também. Ela era uma escrava absoluta da pica do futuro marido, e só esperava poder gozar tranquilamente pra ele aqui no quarto rosa e cheio de babados da infância, com os pais dormindo no quarto ao lado. Na manhã seguinte, o estado de Clara se manifestou deixando ela enjoada no banheiro por horas. Mark e o Sr. Fernandez foram jogar golfe no ar fresco do inverno, enquanto a Sra. Fernandez levava a filha pra loja de maternidade. A vendedora estudou Clara, avaliando. "Até agora você teve o maior crescimento nos peitos", avaliou. "Receio que vamos ter que colocar tamanhos maiores e esperar sua barriga se recuperar." Gastaram milhares de euros em roupinhas lindas de maternidade, incluindo sutiãs novos, que durariam até o segundo trimestre, senão o terceiro. Quando chegou em casa, estava vestida com um vestido longo malva adorável, o cabelo castanho comprido caindo pra trás em ondas volumosas ao redor dos ombros, o decote alto mas o tecido incapaz de disfarçar a curva voluptuosa e deliciosa dos peitos crescendo. Ela era uma visão de uma futura maternidade abundante e juvenil. Mark a recebeu na porta. Ele a olhou devagar, de cima a baixo. Os olhos dele piscaram e ela não conseguiu ler a expressão. Não sabia se era nojo ou desejo. "Caralho, vocês, garotas cristãs, são gostosas", ele disse em voz baixa enquanto a beijava castamente na testa. O senhor Fernandez se aproximava rapidamente atrás dele. "Ah, muito melhor, querida!" Ele sorriu com orgulho. "Querida, você parece uma futura mãe jovem, linda e recatada!" E ele alegremente passou a mão na cintura dela, como se tivesse pescado um prêmio. Clara sentiu a náusea voltar, mas se consolou. A visita tinha sido um sucesso. Ela e o Dr. Gasols estavam noivos para se casar...

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