Saí do meu quarto e fui pra cozinha. Conforme me aproximava, uns sons estranhos ficavam mais fortes. Tipo algo rangendo, como uma mesa ou cadeira. Quando espiei a cozinha, fiquei paralisado.
Minha mãe, a mulher que me trouxe ao mundo, a mesma que me cobria à noite e dizia que eu era o amor maior dela... essa mesma mulher estava montada no meu primo, numa das cadeiras da mesa, rebolando a cintura pra fora e pra dentro de um jeito bem sensual em cima do Santi. Enquanto ele, com as pernas esticadas, massageava e apertava com força as bundas da tia dele. O vestido fino que minha mãe usava chegava até as coxas, e o Santi conseguia enfiar as mãos por baixo e apertar sem medo. Pela cozinha inteira ecoavam os beijos deles e o rangido da cadeira. Eles só estavam se esfregando com a roupa no corpo. Continuei olhando até que minha mãe desceu de cima dele, dizendo
—Não, não podemos fazer isso, você é meu sobrinho e isso é errado.
—Fabíola, você sabe bem que deseja isso tanto quanto eu, não precisa se segurar.
— Vovô, é melhor eu ir dormir.
Em seguida, minha mãe começou a ir pro quarto, então eu corri pro meu. Deitei e fingi de dormido rapidão. Minha mãe espiou pela porta e ficou me encarando por uns segundos. Acho que pra ver se eu tava dormindo mesmo. Fechou a porta e eu ouvi vozes lá fora. Não dava pra fazer nada pra sair e ver, então fiquei na cama dormindo e pensando no que tinha visto.
Ao acordar, encontrei o Santi dormindo no sofá, o que me deu um alívio porque ele não tinha dormido com a minha mãe ontem à noite.- Bom dia, amor
- Oi, mãe
- Dormiu bem, filho?
- Sim, muito bem... e você?
- Foi uma noite boa e tranquila
- Fico feliz, mãe
Preparei o café da manhã e um tempo depois o Santi acordou falando a mesma coisa, que dormiu bem e que foi uma noite tranquila. Não sabia o que pensar.
O domingo passou tranquilo, meu pai chegaria à noite. O Santi tinha ido pra casa dele depois do almoço e minha mãe estava no quarto dela vendoA Rosa de Guadalupeenquanto eu tava na sala vendo um desenho animado. Depois de uns minutos, queria perguntar uma coisa pra minha mãe sobre o que rolou ontem à noite, então fui no quarto dela, mas encontrei ela dormindo na cama semidespida. Era a primeira vez que via minha mãe assim. Ela tava com uma blusa laranja e uma calcinha preta meio transparente. Nunca tinha visto a bunda da minha mãe tão de perto. Fiquei excitado muito rápido de ver o rabão dela à mostra. Não sei explicar por que, mas peguei meu celular, cheguei perto dela e tirei uma foto. Aqui vai ela:
Depois vi ela se mexer um pouco e saí correndo pro meu quarto. Olhei a foto de novo e fiquei doido. Como era possível minha mãe ter uma bunda tão grande e gostosa? E eu nunca tinha reparado... meu primo teve o prazer de apalpar e apertar aquela raba ontem à noite... já sentia um pouco de inveja. As horas passaram e meu pai chegou em casa. Jantamos em família e conversamos sobre a viagem dele e como foi.
— Semana que vem você vai de novo, amor?
— Talvez sim, a produção tá muito baixa e precisam de mim em Lurín.
— Ai, meu bem, você trabalha duro, te amo muito.
— Também te amo, querida.
Eles se deram um beijo demonstrando o amor deles, eu fiquei olhando e lembrando como minha mãe beijava meu primo enquanto esfregava a buceta dela na virilha dele...
— Que tal amanhã a gente acampar à noite?
— Sim, adorei a ideia — disse minha mãe.
— Só uma noite e tenho um lugar bom pra ir em família, o que acha, filho?
— Sim, pai, vamos.
— Posso chamar o Santi? — disse minha mãe, e ficamos olhando pra ela.
— Santi?
— É, é que ele vai ficar sozinho, sabe, só pra ele se sentir em família.
— Bom, não tenho problema, amanhã avisa ele pra vir com a gente.
Achei estranho minha mãe ter dito pro Santi vir com a gente no acampamento, mas não falei nada. Não sei o que vai rolar nesse acampamento...
CONTINUA NA PARTE 3
Minha mãe, a mulher que me trouxe ao mundo, a mesma que me cobria à noite e dizia que eu era o amor maior dela... essa mesma mulher estava montada no meu primo, numa das cadeiras da mesa, rebolando a cintura pra fora e pra dentro de um jeito bem sensual em cima do Santi. Enquanto ele, com as pernas esticadas, massageava e apertava com força as bundas da tia dele. O vestido fino que minha mãe usava chegava até as coxas, e o Santi conseguia enfiar as mãos por baixo e apertar sem medo. Pela cozinha inteira ecoavam os beijos deles e o rangido da cadeira. Eles só estavam se esfregando com a roupa no corpo. Continuei olhando até que minha mãe desceu de cima dele, dizendo
—Não, não podemos fazer isso, você é meu sobrinho e isso é errado.
—Fabíola, você sabe bem que deseja isso tanto quanto eu, não precisa se segurar.
— Vovô, é melhor eu ir dormir.
Em seguida, minha mãe começou a ir pro quarto, então eu corri pro meu. Deitei e fingi de dormido rapidão. Minha mãe espiou pela porta e ficou me encarando por uns segundos. Acho que pra ver se eu tava dormindo mesmo. Fechou a porta e eu ouvi vozes lá fora. Não dava pra fazer nada pra sair e ver, então fiquei na cama dormindo e pensando no que tinha visto.
Ao acordar, encontrei o Santi dormindo no sofá, o que me deu um alívio porque ele não tinha dormido com a minha mãe ontem à noite.- Bom dia, amor
- Oi, mãe
- Dormiu bem, filho?
- Sim, muito bem... e você?
- Foi uma noite boa e tranquila
- Fico feliz, mãe
Preparei o café da manhã e um tempo depois o Santi acordou falando a mesma coisa, que dormiu bem e que foi uma noite tranquila. Não sabia o que pensar.
O domingo passou tranquilo, meu pai chegaria à noite. O Santi tinha ido pra casa dele depois do almoço e minha mãe estava no quarto dela vendoA Rosa de Guadalupeenquanto eu tava na sala vendo um desenho animado. Depois de uns minutos, queria perguntar uma coisa pra minha mãe sobre o que rolou ontem à noite, então fui no quarto dela, mas encontrei ela dormindo na cama semidespida. Era a primeira vez que via minha mãe assim. Ela tava com uma blusa laranja e uma calcinha preta meio transparente. Nunca tinha visto a bunda da minha mãe tão de perto. Fiquei excitado muito rápido de ver o rabão dela à mostra. Não sei explicar por que, mas peguei meu celular, cheguei perto dela e tirei uma foto. Aqui vai ela:
Depois vi ela se mexer um pouco e saí correndo pro meu quarto. Olhei a foto de novo e fiquei doido. Como era possível minha mãe ter uma bunda tão grande e gostosa? E eu nunca tinha reparado... meu primo teve o prazer de apalpar e apertar aquela raba ontem à noite... já sentia um pouco de inveja. As horas passaram e meu pai chegou em casa. Jantamos em família e conversamos sobre a viagem dele e como foi.— Semana que vem você vai de novo, amor?
— Talvez sim, a produção tá muito baixa e precisam de mim em Lurín.
— Ai, meu bem, você trabalha duro, te amo muito.
— Também te amo, querida.
Eles se deram um beijo demonstrando o amor deles, eu fiquei olhando e lembrando como minha mãe beijava meu primo enquanto esfregava a buceta dela na virilha dele...
— Que tal amanhã a gente acampar à noite?
— Sim, adorei a ideia — disse minha mãe.
— Só uma noite e tenho um lugar bom pra ir em família, o que acha, filho?
— Sim, pai, vamos.
— Posso chamar o Santi? — disse minha mãe, e ficamos olhando pra ela.
— Santi?
— É, é que ele vai ficar sozinho, sabe, só pra ele se sentir em família.
— Bom, não tenho problema, amanhã avisa ele pra vir com a gente.
Achei estranho minha mãe ter dito pro Santi vir com a gente no acampamento, mas não falei nada. Não sei o que vai rolar nesse acampamento...
CONTINUA NA PARTE 3
5 comentários - Ayudo a mi mamá a serle infiel a mi papá 2