Beleza, vou me apresentar. Por motivos óbvios, vou trocar os nomes. Vou me chamar Roberto, sou um cara de 30 anos, corpo normal, magro, moreno, simpático, com uma rola normal também, não gosto de exagerar. Minha mãe, Mônica, tem 55 anos, é uma mulher de altura normal, pele branca, peitos médios, cintura fina, mas o que se destaca mesmo são aquelas nalgas enormes. Ela faz academia há 3 anos, então é uma mulher madura bem gostosa. Meu pai, Mário, tem 58 anos, moreno, um pouco gordinho, com uma barriguinha. Já aviso: não sou escritor nem redator, vou escrever do jeito que tô vivendo. Me animei a contar o que venho passando com minha mãe. Preciso desabafar e ir contando passo a passo desde uns 8 meses atrás, em abril pra ser exato. Sou solteiro e ainda moro com meus pais, porque sou filho único e minha mãe não quer que eu me mude. Ela fala: "O que você vai fazer sozinho num apartamento, e eu aqui em casa?" Já que a casa é grande, de dois andares. Meu pai é caminhoneiro há quase 25 anos, e como vocês sabem como é esse trampo, ele vem a cada 20 dias ou todo mês, fica uns dias e volta a viajar. Sempre foi assim a vida dele, pra nos dar de tudo. Sou muito grato por isso, porque graças ao trabalho dele, minha mãe não precisa trabalhar e a gente vive bem, como meu pai diz: "pro feijão não falta". Eu, por minha vez, coloquei um carro na plataforma do Uber e sou meu próprio chefe, então tenho tempo disponível, não reclamo. Nunca imaginei ou fantasiei com minha mãe, nunca a vi com outros olhos de desejo, nunca. Ela era só minha mãe e pronto. A gente fazia compras juntos, a despensa do supermercado, e até quando ela comprava roupas, vestia na minha frente pra eu dar opinião, sem nenhum tabu. Mas, como repito, desde 8 meses atrás, tudo começou a mudar, e eu passei a prestar mais atenção nela. Tudo começou numa segunda-feira. Eu tava chegando do trabalho à tarde, e ela tava lavando roupa e louça. Sentei na sala pra relaxar um pouco, porque o calor e o trânsito estavam tensos. Tava de boa e ela me chama. M. Oi filho, chegou cedo hoje. Pra isso levanto, vou pra cozinha, lá tem um quintal nos fundos com um tanque e dou um beijo na bochecha dela e um abraço. Eu. Oi mãe. É, o calor tá forte demais e o trânsito um inferno, assim não dá pra trabalhar, melhor amanhã eu dou conta. M. É filho, relaxa meu amor, toma um copo d'água, fiz uma jarra de água com limão. Aí ela vai até a geladeira pegar a jarra com água e se abaixa completamente, o quadril sem dobrar os joelhos, se empinou todaaa, eu tava bem atrás dela. Que buceta gostosa falei eu, no esplendor dela, aquelas nádegas duras, firmes, uaau, que vontade de amassar ou meter os dedos, fiquei parado falei, que meu pai me perdoe, mas que raba que minha mãe tem, ela tava usando umas leggings roxas transparentes bem enfiadas na bunda. Nisso ela volta à posição normal com a jarra d'água e se vira e me pega na cara, me segura com uma mão tapando minha boca e a outra no meu pau e fica olhando e diz. M. O que foi filho, me passa o copo. Eu. Hum sim mãe, todo besta fiquei impactado pra não dizer outra coisa. Aí tomei o copo d'água e falei que ia subir pra tomar banho, que já descia. Ela, sei lá como me viu ou que cara que eu tava, disse. M. É filho, porque você tá com muito calor, dá pra ver. Quando subo pro meu quarto, baixo a calça. Não acredito, não podia crer, tava com o pau meio duro e pensei, caralho, como é possível que minha mãe, minha progenitora, me deixou assim. Amarrei a toalha na cintura e entrei no banho pra baixar o calor. Já no banho, continuava pensando, minha cabeça girava a mil, se minha mãe fez de propósito pra me provocar, porque não deixou eu pegar a jarra, porque se empinou daquele jeito, e fiz as contas que meu pai já tava quase 20 dias sem ir em casa, desde quando ele comeria minha mãe, muita coisa passava pela minha cabeça. Termino o banho e tô me trocando quando ouço um barulho de pratos de vidro se quebrando. M. Porra de sorte. Me leva, Roberto, desce aí, por favor.
Eu. O que foi, mãe, cê tá bem?
M. Aquele copo desgraçado que já tava quebrado se espatifou de vez e eu cortei a mão, filho.
Eu. Calma, mãe, cê tá bem, deixa eu cuidar disso. Vem pra sala.
Nisso, vou pegar o kit de primeiros socorros que a gente tem e começo a tratar ela. Foi um corte grande, que pegou a palma da mão, ia limitar ela de fazer um monte de coisa. Ela tava puta da vida. Limpei a mão dela, curei e enfaixei.
M. Droga de azar, filho, e ainda não terminei de lavar a roupa, já tá de molho.
Eu. Que roupa, mãe? O que falta?
M. A do cesto pequeno, filho, mas... assim que a dor passar, eu lavo.
Eu. Deixa que eu lavo e estendo, ok? Fica tranquila, descansa.
M. Não, filho, como é que pode? Amanhã eu lavo.
Eu. Aí me deu curiosidade por que ela não queria que eu lavasse, tanta insistência assim. No fim, não liguei, me servi de comida. Ela na sala vendo notícia, já deitada, quase dormindo de bruços. Dei uma olhada e fiquei admirando aquela bunda linda. Fui até aquele cesto misterioso, meti a mão e... uooooou, quase tive um infarto quando vi o que era. Agora entendi por que não queria que eu lavasse: tinha cinco tangas lindas, umas fio dental, outras com um triângulo gostoso de puta. Mãe, não podia acreditar que minha mãe usava esse tipo de tanga. Na hora, imaginei um monte de coisa: primeiro, como aquele rabo ficava enfiado na tanga; depois, se alguém da academia ou um vizinho tava comendo ela sem pensar. Peguei várias tangas e levei ao nariz. Não era eu, honestamente, o tesão me dominou. Cheirei, tinham um cheiro delicioso de mulher, de buceta faminta de pica, um cheiro gostoso. Naquele momento, me perdi, foda-se que era minha mãe. Quando vi, debaixo do meu short, uma ereção do caralho. Me veio meu pai na cabeça, mas foda-se. Minha mãe ainda tava dormindo no sofá de bruços. Me aproximei dela e passei a língua nas nádegas dela, e dei um tapinha. Eu, com as cinco tangas na mão, fui pro meu quarto. Deito, tiro a pica pra fora e começo a bater uma, cheirando as calcinhas dela. Eu. Quem te viu, hein... aaaaaaa, sua putinha, com essa rabuda aaaammm, pra chupar você toda e meter toda minha vara aaaa. Como essas calcinhas devem ficar nessas bundonas aaaaaa. Mmmmm. Foi uma das punhetas mais gostosas que já bati pensando na minha mãe, fiquei todo desanimado, sem forças, com as calcinhas do meu lado na cama, com aquele cheiro característico de buceta madura. Quando de repente saio do meu quarto, minha mãe bate na porta. M. Beto, abre a porta, o que você tá fazendo, que tá trancada? Naquele momento foi como se um balde de água fria caísse em mim. Do jeito que dava, me levantei e coloquei meu shorts, e por burrice minha, peguei as calcinhas na mão, destranquei a porta e ela abriu. Fiquei olhando pra ela de frente, e ela diz: M. Eu te falei pra não pegar nada do cesto, onde elas tão? Fiquei todo calado, essa é a palavra, e ela vê que eu tava com elas na mão. M. O que você ia fazer com elas, filho da puta? Eu. Nada, só ia lavar elas. M. É, claro, filho da puta, se fosse isso, teria lavado lá embaixo. Eu. No banheiro, ia lavar elas, mãe. M. É, claro, filho, mas tudo bem... Quando ela falou "tudo bem", me agarrou a bochecha, tirou as calcinhas da minha mão, pegou as calcinhas dela, se virou e foi embora, balançando aquela bundona. Pensei na minha burrice ou idiotice: ela falou "tudo bem", tipo, tá tudo bem eu pegar as calcinhas dela? Naquela tarde, me deitei e dormi, acordei umas 9 da noite, tava com fome, mas quando a excitação passou, vi o que tinha acontecido, tava com vergonha e confuso. Também tava há um tempo sem transar com nenhuma mina. Levantei e fui descendo as escadas. E vejo minha mãe na sala sentada, vendo um filme, mas já com outra legging preta e um top preto que deixava o umbigo de fora. Pensei: que porra é essa com a minha mãe? E passei direto pra cozinha, sem olhar ou virar, tava com muita vergonha, o que ela pensaria do próprio filho? Nisso, pego cereal e quando tô... jantando, viro e vejo ela levantar do sofá e vir na minha direção. Pensei: "já era, vem o sermão". Ela toca no meu ombro e me diz: "Filho, você tá triste?" Eu fico calado. "Mãe. Filho, me responde, como você tá se sentindo?" Eu: "Pô, nada, mãe. Me desculpa por ter pego suas roupas, mas só queria ajudar. E lavar, já que com sua mão você não consegue." Mãe: "Meu amor, relaxa, não tem problema. Fiquei brava porque levantei pra lavar e não estavam lá. Imaginei que você tinha lavado, mas não vi estendidas, por isso subi no seu quarto e estavam sujas. Foi por isso que perguntei o que você tava fazendo." Eu: "Ia lavar lá em cima, no banheiro." Mãe: "Olha, filho, você nunca imaginou que sua mãe usava esse tipo de calcinha pra não marcar o legging." Eu: "Hmm, não, mãe." Eu comendo e, como um menino de castigo, olhando pro meu prato. Nisso ela fala: "Vem, sobe comigo no quarto." Pensei: "Que porra é essa?" Levantei, ela foi na frente subindo a escada e eu atrás, vendo em todo esplendor aquela bunda enorme e gostosa dela, quase enfiando o nariz naquelas nalgas. Chegamos no quarto, fico parado, e ela se abaixa de novo, fica empinada abrindo a gaveta. Pensei: "Que trama é essa? Ela quer me esquentar.
Peguei meu celular na hora e tirei esse print, nada de MMS. Só de ver ela assim, minha pica já subiu de novo. Comecei a ficar tonto, e ela falou: "M. Senta aqui, vou te mostrar uma coisa." Eu pensei: "Fala mais." Ela: "Olha, o que você acha? Não são bonitas?" Tirou umas 10 peças, tudo fio dental, um ou outro calcinha maior. E eu pensei: "A que jogo você quer jogar, Mony?" E fui levando, foda-se. Eu: "São muito lindas, mãe, pra não dizer que são putinhas, pensei. Sério, mãe, não imaginava que você usava fio dental." M. "Bem, filho, o que você achava, que eu não usava? Kkkk." Eu: "Não, achei que usava outro tipo de roupa, não fio dental." M. "Sou jovem, filho, não sou? Olha." Ela falou isso, e eu sentado na cama a um metro da bunda dela. Ela virou de costas, segurou uma nádega com a mão e deu uns tapas: "Aqui ainda aguento, kkkk." A gente riu, e ela falou: "O que você acha, filho? Minha lingerie é bonita, né? Pena que seu pai não me dá mais atenção." Fiquei perplexo, não sabia o que falar ou fazer, não acreditava no que tava rolando naquele momento. Eu: "Verdade, mãe, SIM, as leggings que você usa e toda essa variedade de fio dental são lindas, ficam muito gostosas em você. Imagino que devem ficar maravilhosas." Eu: "Também acho que na academia deve ter uns babões, hehehe, não?" M. "Pois é, filho, mas não dou bola, amo muito seu pai e respeito ele." "Sim, claro", pensei. Puxei assunto sobre a academia, enquanto olhava os fio dental dela, pra ver até onde dava pra ir. Eu: "E, mãe, de um tempo pra cá, você tá com um corpo durinho, umas pernas mais fortes e umas bundas maiores." M. "É porque eu tô pegando pesado, filho, não é à toa que malho 1 hora por dia. Quer tocar?" Quando ela falou isso, levei minha mão na perna dela, na coxa, e fui fundo. Fui subindo a mão devagar até chegar na bunda dela e comecei a apertar, dar uns tapinhas, vendo que tava bem durinha. Eu: "Pô, sim, mãe, tão duras, firmes." E fui ficando mais sem vergonha. Ela tava na frente do toucador, apoiada com a mão, e eu já tava passando a mão na bunda dela com as duas mãos, sentindo muito gostoso, macio, massageando em círculos devagar. Ela, bem baixinho, fez... um gemido. Mmmm. Eu perguntava se ela tava se sentindo bem, mamãe, bom trabalho que fez, e continuava passando a mão pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, com as duas mãos pegava as duas nádegas dela e abria e fechava, ela não falava nada. Só mmmm, aaaaa, mmmmm, abaixava a cabeça, virei pra olhar ela e dava pra ver a cara dela, ela colocava a língua pra fora e fechava os olhos, já não tinha mais vergonha, só um silêncio mmm, aaa, mmmm, naquele momento eu tava hipnotizado e com a mão direita enfio a mão direita no meio das nádegas dela e começo a esfregar, ela fala mmm, mmm, aaa, M. Não filhoooooooo não M.mmmmmm,mmmmm o que cê tá fazendo. M. Isso não tá certo aaaaauuuww M. Aaaaaamm,mmmmm Ela já tava ficando com tesão, bom, nós dois, eu tava com uma ereção duraaaa. Nisso vou descendo o leggings dela devagar e quando ela pega e deixa na metade das nádegas, só olhei aquele triângulo da calcinha fio dental dela. Mas como pude, ela tirou minha mão. E eu abaixei mais, já comecei a enfiar mais a mão M. Não filho aaaaa para com isso não M. Já para. Eu. Cê gosta, cê gosta M. Já espera mmm, Nisso a gente já tava quente, queria puxar a calcinha dela pro lado e meter a pica toda, fodendo-se se era minha mãe, ela também já vinha me esquentando com esses leggings e essas calcinhas fio dental que ela deixava pra eu ver. Me posicionei e ia meter minha cara na buceta dela quando de repente ela me parou. M. Não Beto M já deu, chega. M. Me respeita já M. Isso foi um erro, não vai se repetir M. Só ia te mostrar minha roupa íntima pra você tirar essas loucuras da cabeça e olha até onde a gente foi, isso não tá certo SIM Eu. Mas mãe cê queria, deixa eu chupar sua buceta vai. M. Não, cê tá é maluco do caralho, Beto. M. Cê é meu filho. M. Seu pai descobre, ele mata a gente. Não, já vai, cresce e vai pro seu quarto. Já. Eu. Olha como eu tô, olha meu pau. M. Vai tomar um banho. M. Anda, já falei que não, isso não pode acontecer. Eu. Só deixa eu te tocar pela última vez Eu sentado na cama com o pau duro que nem um burro e ela já arrumando a roupa dela Assim empinada, já tinha subido a legging. M. Que porra teimoso que não. Eu. Última, mãe, e vou tomar banho. Eu. Além disso, te agradeço, mãe, mas você me fez ficar com tesão me mostrando sua lingerie. Passou uns 3 minutos, e tanta foi minha insistência que ela me diz: M. Olha aqui, Roberto, um minuto e isso acaba, e esquece isso. Não tá nada certo, não pode acontecer de novo, entendeu? Eu. Sim, mãe, palavra, mas quero que você abaixe a legging e sente nas minhas pernas assim. M. Filho da puta, tá bem duro, isso te causou, né? E eu. Hummm, siiiim. M. Jejejeje (ri). Eu. Vai, mãe. M. Nãoooo, cê tá mal. M. Só me toca e já era. Eu. A última e não peço mais. Ela se apoiou na penteadeira, pensando... M. Tipo, você quer que eu sente na sua coisa? M. Só isso? Eu. Hum, sim, como se fosse rebolando, mãe. M. Tipo, como se você me comesse com roupa. Eu. Hum, sim. M. Ah, Roberto, que coisas você fala, filho. Sim, eu olhava pra cara dela e sabia que ela tava brincando, aposto que ficou com tesão também. Eu. Vai, mãaaaae, vem só um pouco e juro que vou embora. M. Tá, se ajeita. Naquele momento, nãooo acreditei no que ela tinha dito, ouvi direito, pensei que era um sonho, já tava pouco me fodendo. M. Assim, do jeito que cê tá, de shorts. Na hora, apontei bem meu pau e ela foi sentando devagar até que meu pênis ficou pressionado na bunda dela e ela começou a dar umas esfregadas bem gostosas. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela começou aaaahhh, uuuuh, mmmm, mmmmm, aaaaah, mmm, mmmm, que, mmmmm, aaai... Ela tava se esfregando gostoso demais, sem dúvida, aaaaauuuww, mmm, mmm, já eram umas esfregadas fortes, e de repente gozei um jato e outrooo... aaaaa, ela se levantou e só me disse: "Já deu. Sai." Não sei o que ela pensou.
Estes leggings são os que ela tava usando no dia que cortou a mão. Fico vendo as fotos e penso: "que raba gostosa que eu tenho". Sei que é pecado e meu pai nem desconfia, hehehe. Mas é uma raba do caralho, minha mãe. Fui pro meu quarto, tomei banho e dormi que nem um anjo até o dia seguinte. Acordei umas 8h, minha mãe ainda não tinha saído do quarto dela. Fui dar uma olhada no cesto de roupa e lá estava o tesouro: a tanga que ela usou ontem. Peguei pra ver e tava molhada, com fluido e um cheiro delicioso. Pensei: "porra, ela ficou com tesão e queria que eu metesse tudo". E decidi tratar ela melhor, como uma dama, falar com mais carinho, dar uma esbarrada de vez em quando, e fazer acontecer o que tinha que acontecer. E aconteceu. Mas isso fica pra próxima continuação. Vou postar mais fotos dela, contando isso. Já descansei, tava com muita pressão. E minha mãe aos poucos tá deixando a putinha que ela é aparecer. Até logo... Continua...
Eu. O que foi, mãe, cê tá bem?
M. Aquele copo desgraçado que já tava quebrado se espatifou de vez e eu cortei a mão, filho.
Eu. Calma, mãe, cê tá bem, deixa eu cuidar disso. Vem pra sala.
Nisso, vou pegar o kit de primeiros socorros que a gente tem e começo a tratar ela. Foi um corte grande, que pegou a palma da mão, ia limitar ela de fazer um monte de coisa. Ela tava puta da vida. Limpei a mão dela, curei e enfaixei.
M. Droga de azar, filho, e ainda não terminei de lavar a roupa, já tá de molho.
Eu. Que roupa, mãe? O que falta?
M. A do cesto pequeno, filho, mas... assim que a dor passar, eu lavo.
Eu. Deixa que eu lavo e estendo, ok? Fica tranquila, descansa.
M. Não, filho, como é que pode? Amanhã eu lavo.
Eu. Aí me deu curiosidade por que ela não queria que eu lavasse, tanta insistência assim. No fim, não liguei, me servi de comida. Ela na sala vendo notícia, já deitada, quase dormindo de bruços. Dei uma olhada e fiquei admirando aquela bunda linda. Fui até aquele cesto misterioso, meti a mão e... uooooou, quase tive um infarto quando vi o que era. Agora entendi por que não queria que eu lavasse: tinha cinco tangas lindas, umas fio dental, outras com um triângulo gostoso de puta. Mãe, não podia acreditar que minha mãe usava esse tipo de tanga. Na hora, imaginei um monte de coisa: primeiro, como aquele rabo ficava enfiado na tanga; depois, se alguém da academia ou um vizinho tava comendo ela sem pensar. Peguei várias tangas e levei ao nariz. Não era eu, honestamente, o tesão me dominou. Cheirei, tinham um cheiro delicioso de mulher, de buceta faminta de pica, um cheiro gostoso. Naquele momento, me perdi, foda-se que era minha mãe. Quando vi, debaixo do meu short, uma ereção do caralho. Me veio meu pai na cabeça, mas foda-se. Minha mãe ainda tava dormindo no sofá de bruços. Me aproximei dela e passei a língua nas nádegas dela, e dei um tapinha. Eu, com as cinco tangas na mão, fui pro meu quarto. Deito, tiro a pica pra fora e começo a bater uma, cheirando as calcinhas dela. Eu. Quem te viu, hein... aaaaaaa, sua putinha, com essa rabuda aaaammm, pra chupar você toda e meter toda minha vara aaaa. Como essas calcinhas devem ficar nessas bundonas aaaaaa. Mmmmm. Foi uma das punhetas mais gostosas que já bati pensando na minha mãe, fiquei todo desanimado, sem forças, com as calcinhas do meu lado na cama, com aquele cheiro característico de buceta madura. Quando de repente saio do meu quarto, minha mãe bate na porta. M. Beto, abre a porta, o que você tá fazendo, que tá trancada? Naquele momento foi como se um balde de água fria caísse em mim. Do jeito que dava, me levantei e coloquei meu shorts, e por burrice minha, peguei as calcinhas na mão, destranquei a porta e ela abriu. Fiquei olhando pra ela de frente, e ela diz: M. Eu te falei pra não pegar nada do cesto, onde elas tão? Fiquei todo calado, essa é a palavra, e ela vê que eu tava com elas na mão. M. O que você ia fazer com elas, filho da puta? Eu. Nada, só ia lavar elas. M. É, claro, filho da puta, se fosse isso, teria lavado lá embaixo. Eu. No banheiro, ia lavar elas, mãe. M. É, claro, filho, mas tudo bem... Quando ela falou "tudo bem", me agarrou a bochecha, tirou as calcinhas da minha mão, pegou as calcinhas dela, se virou e foi embora, balançando aquela bundona. Pensei na minha burrice ou idiotice: ela falou "tudo bem", tipo, tá tudo bem eu pegar as calcinhas dela? Naquela tarde, me deitei e dormi, acordei umas 9 da noite, tava com fome, mas quando a excitação passou, vi o que tinha acontecido, tava com vergonha e confuso. Também tava há um tempo sem transar com nenhuma mina. Levantei e fui descendo as escadas. E vejo minha mãe na sala sentada, vendo um filme, mas já com outra legging preta e um top preto que deixava o umbigo de fora. Pensei: que porra é essa com a minha mãe? E passei direto pra cozinha, sem olhar ou virar, tava com muita vergonha, o que ela pensaria do próprio filho? Nisso, pego cereal e quando tô... jantando, viro e vejo ela levantar do sofá e vir na minha direção. Pensei: "já era, vem o sermão". Ela toca no meu ombro e me diz: "Filho, você tá triste?" Eu fico calado. "Mãe. Filho, me responde, como você tá se sentindo?" Eu: "Pô, nada, mãe. Me desculpa por ter pego suas roupas, mas só queria ajudar. E lavar, já que com sua mão você não consegue." Mãe: "Meu amor, relaxa, não tem problema. Fiquei brava porque levantei pra lavar e não estavam lá. Imaginei que você tinha lavado, mas não vi estendidas, por isso subi no seu quarto e estavam sujas. Foi por isso que perguntei o que você tava fazendo." Eu: "Ia lavar lá em cima, no banheiro." Mãe: "Olha, filho, você nunca imaginou que sua mãe usava esse tipo de calcinha pra não marcar o legging." Eu: "Hmm, não, mãe." Eu comendo e, como um menino de castigo, olhando pro meu prato. Nisso ela fala: "Vem, sobe comigo no quarto." Pensei: "Que porra é essa?" Levantei, ela foi na frente subindo a escada e eu atrás, vendo em todo esplendor aquela bunda enorme e gostosa dela, quase enfiando o nariz naquelas nalgas. Chegamos no quarto, fico parado, e ela se abaixa de novo, fica empinada abrindo a gaveta. Pensei: "Que trama é essa? Ela quer me esquentar.
Peguei meu celular na hora e tirei esse print, nada de MMS. Só de ver ela assim, minha pica já subiu de novo. Comecei a ficar tonto, e ela falou: "M. Senta aqui, vou te mostrar uma coisa." Eu pensei: "Fala mais." Ela: "Olha, o que você acha? Não são bonitas?" Tirou umas 10 peças, tudo fio dental, um ou outro calcinha maior. E eu pensei: "A que jogo você quer jogar, Mony?" E fui levando, foda-se. Eu: "São muito lindas, mãe, pra não dizer que são putinhas, pensei. Sério, mãe, não imaginava que você usava fio dental." M. "Bem, filho, o que você achava, que eu não usava? Kkkk." Eu: "Não, achei que usava outro tipo de roupa, não fio dental." M. "Sou jovem, filho, não sou? Olha." Ela falou isso, e eu sentado na cama a um metro da bunda dela. Ela virou de costas, segurou uma nádega com a mão e deu uns tapas: "Aqui ainda aguento, kkkk." A gente riu, e ela falou: "O que você acha, filho? Minha lingerie é bonita, né? Pena que seu pai não me dá mais atenção." Fiquei perplexo, não sabia o que falar ou fazer, não acreditava no que tava rolando naquele momento. Eu: "Verdade, mãe, SIM, as leggings que você usa e toda essa variedade de fio dental são lindas, ficam muito gostosas em você. Imagino que devem ficar maravilhosas." Eu: "Também acho que na academia deve ter uns babões, hehehe, não?" M. "Pois é, filho, mas não dou bola, amo muito seu pai e respeito ele." "Sim, claro", pensei. Puxei assunto sobre a academia, enquanto olhava os fio dental dela, pra ver até onde dava pra ir. Eu: "E, mãe, de um tempo pra cá, você tá com um corpo durinho, umas pernas mais fortes e umas bundas maiores." M. "É porque eu tô pegando pesado, filho, não é à toa que malho 1 hora por dia. Quer tocar?" Quando ela falou isso, levei minha mão na perna dela, na coxa, e fui fundo. Fui subindo a mão devagar até chegar na bunda dela e comecei a apertar, dar uns tapinhas, vendo que tava bem durinha. Eu: "Pô, sim, mãe, tão duras, firmes." E fui ficando mais sem vergonha. Ela tava na frente do toucador, apoiada com a mão, e eu já tava passando a mão na bunda dela com as duas mãos, sentindo muito gostoso, macio, massageando em círculos devagar. Ela, bem baixinho, fez... um gemido. Mmmm. Eu perguntava se ela tava se sentindo bem, mamãe, bom trabalho que fez, e continuava passando a mão pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, com as duas mãos pegava as duas nádegas dela e abria e fechava, ela não falava nada. Só mmmm, aaaaa, mmmmm, abaixava a cabeça, virei pra olhar ela e dava pra ver a cara dela, ela colocava a língua pra fora e fechava os olhos, já não tinha mais vergonha, só um silêncio mmm, aaa, mmmm, naquele momento eu tava hipnotizado e com a mão direita enfio a mão direita no meio das nádegas dela e começo a esfregar, ela fala mmm, mmm, aaa, M. Não filhoooooooo não M.mmmmmm,mmmmm o que cê tá fazendo. M. Isso não tá certo aaaaauuuww M. Aaaaaamm,mmmmm Ela já tava ficando com tesão, bom, nós dois, eu tava com uma ereção duraaaa. Nisso vou descendo o leggings dela devagar e quando ela pega e deixa na metade das nádegas, só olhei aquele triângulo da calcinha fio dental dela. Mas como pude, ela tirou minha mão. E eu abaixei mais, já comecei a enfiar mais a mão M. Não filho aaaaa para com isso não M. Já para. Eu. Cê gosta, cê gosta M. Já espera mmm, Nisso a gente já tava quente, queria puxar a calcinha dela pro lado e meter a pica toda, fodendo-se se era minha mãe, ela também já vinha me esquentando com esses leggings e essas calcinhas fio dental que ela deixava pra eu ver. Me posicionei e ia meter minha cara na buceta dela quando de repente ela me parou. M. Não Beto M já deu, chega. M. Me respeita já M. Isso foi um erro, não vai se repetir M. Só ia te mostrar minha roupa íntima pra você tirar essas loucuras da cabeça e olha até onde a gente foi, isso não tá certo SIM Eu. Mas mãe cê queria, deixa eu chupar sua buceta vai. M. Não, cê tá é maluco do caralho, Beto. M. Cê é meu filho. M. Seu pai descobre, ele mata a gente. Não, já vai, cresce e vai pro seu quarto. Já. Eu. Olha como eu tô, olha meu pau. M. Vai tomar um banho. M. Anda, já falei que não, isso não pode acontecer. Eu. Só deixa eu te tocar pela última vez Eu sentado na cama com o pau duro que nem um burro e ela já arrumando a roupa dela Assim empinada, já tinha subido a legging. M. Que porra teimoso que não. Eu. Última, mãe, e vou tomar banho. Eu. Além disso, te agradeço, mãe, mas você me fez ficar com tesão me mostrando sua lingerie. Passou uns 3 minutos, e tanta foi minha insistência que ela me diz: M. Olha aqui, Roberto, um minuto e isso acaba, e esquece isso. Não tá nada certo, não pode acontecer de novo, entendeu? Eu. Sim, mãe, palavra, mas quero que você abaixe a legging e sente nas minhas pernas assim. M. Filho da puta, tá bem duro, isso te causou, né? E eu. Hummm, siiiim. M. Jejejeje (ri). Eu. Vai, mãe. M. Nãoooo, cê tá mal. M. Só me toca e já era. Eu. A última e não peço mais. Ela se apoiou na penteadeira, pensando... M. Tipo, você quer que eu sente na sua coisa? M. Só isso? Eu. Hum, sim, como se fosse rebolando, mãe. M. Tipo, como se você me comesse com roupa. Eu. Hum, sim. M. Ah, Roberto, que coisas você fala, filho. Sim, eu olhava pra cara dela e sabia que ela tava brincando, aposto que ficou com tesão também. Eu. Vai, mãaaaae, vem só um pouco e juro que vou embora. M. Tá, se ajeita. Naquele momento, nãooo acreditei no que ela tinha dito, ouvi direito, pensei que era um sonho, já tava pouco me fodendo. M. Assim, do jeito que cê tá, de shorts. Na hora, apontei bem meu pau e ela foi sentando devagar até que meu pênis ficou pressionado na bunda dela e ela começou a dar umas esfregadas bem gostosas. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, ela começou aaaahhh, uuuuh, mmmm, mmmmm, aaaaah, mmm, mmmm, que, mmmmm, aaai... Ela tava se esfregando gostoso demais, sem dúvida, aaaaauuuww, mmm, mmm, já eram umas esfregadas fortes, e de repente gozei um jato e outrooo... aaaaa, ela se levantou e só me disse: "Já deu. Sai." Não sei o que ela pensou.
Estes leggings são os que ela tava usando no dia que cortou a mão. Fico vendo as fotos e penso: "que raba gostosa que eu tenho". Sei que é pecado e meu pai nem desconfia, hehehe. Mas é uma raba do caralho, minha mãe. Fui pro meu quarto, tomei banho e dormi que nem um anjo até o dia seguinte. Acordei umas 8h, minha mãe ainda não tinha saído do quarto dela. Fui dar uma olhada no cesto de roupa e lá estava o tesouro: a tanga que ela usou ontem. Peguei pra ver e tava molhada, com fluido e um cheiro delicioso. Pensei: "porra, ela ficou com tesão e queria que eu metesse tudo". E decidi tratar ela melhor, como uma dama, falar com mais carinho, dar uma esbarrada de vez em quando, e fazer acontecer o que tinha que acontecer. E aconteceu. Mas isso fica pra próxima continuação. Vou postar mais fotos dela, contando isso. Já descansei, tava com muita pressão. E minha mãe aos poucos tá deixando a putinha que ela é aparecer. Até logo... Continua...
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