Meu irmão e eu moramos na costa, a gente divide a mesma casa que nosso pai nos deixou. Ele mora com a mulher dele num apartamento no centro.
Essa casa tem um quarto extra nos fundos. É bem equipada, dá até pra morar lá. A gente costuma se mudar pra lá no verão, pra deixar a casa livre e alugar por temporada pros turistas que vêm passar as férias.
Trabalhamos na loja de ferragens do meu pai, que com o tempo foi deixando e a gente ficou no comando. É nossa principal fonte de grana, mas com o aluguel da casa no verão, a gente faz uma boa diferença e consegue viver tranquilo o ano inteiro.
Nesse verão, nosso primo Juan ligou, falando que viria pra costa com a namorada dele e pediu pra ficar na nossa casa, já que os hotéis ficam muito caros na temporada. Seriam 10 dias e depois ele teria que voltar pro trabalho. A gente não ia cobrar o mesmo que cobra dos turistas, então chegamos num preço acessível que servia pra todo mundo.
Eles chegaram perto do meio-dia, nosso pai (tio do Juan) recebeu eles com um churrasco de boas-vindas. A gente tomou uns vinhos e colocou o papo em dia.
A namorada dele, Sofi, insistiu em ir pra praia um pouco, nem que fosse só pra aproveitar o sol desde o primeiro dia.
Juan topou e perguntou se a gente queria ir junto. Meu pai se animou, meu irmão tinha que abrir a loja e eu tava livre, então também fui.
Juan falou que tinha alugado uma barraca pra ficar mais confortável e a gente ficou lá.
A gente nem terminou de largar as coisas e a Sofi já tava de fio dental, pronta pra entrar na água. Não consegui evitar de olhar pra ela umas duas vezes, ela era muito gostosa e o biquíni que ela tava usando destacava o corpo dela perfeitamente. Fiquei meio nervoso quando percebi que ela tava notando que eu tava olhando demais, mas ela insistiu pra todo mundo ir pra água junto.
Tava fazendo bastante calor naquele dia, então tinha muita gente na praia. Juan e meu velho se Voltamos pra barraca. Eu já tava saindo da água quando a Sofi me perguntou se tinha alguma praia onde não tivesse tanta gente. Eu respondi que sim, que tinha um lugar atrás de umas pedras afastadas onde o pessoal não chegava, e ofereci pra ir no outro dia com o Juan, mas ela pediu pra ir naquele momento. Fiquei meio surpreso, mas topei, avisando que não era fácil atravessar as pedras. Ela aceitou mesmo assim.
Caminhamos pela praia, nos afastando cada vez mais da barraca, até que perdemos ela de vista.
No caminho, ela me perguntava como era a vida na costa, me contava o quanto gostava da praia e que teria adorado ficar mais tempo.
Finalmente chegamos nas pedras e começamos a subir devagar. A Sofi se segurava firme em mim, e eu tentava não escorregar, até que conseguimos chegar do outro lado.
Assim que passamos, ela se agarrou no meu braço, contemplando a solidão do lugar. Depois sentou na beira e me chamou pra sentar do lado dela pra apreciar o horizonte.
De repente, ela tirou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos de fora. Eu fiquei nervoso, e ela percebeu.
S: Qual é!? Nunca viu uns peitos? – disse rindo.
Y: Já, mas não esperava isso agora...
S: Em muitas praias dá pra fazer topless.
Y: Sei, mas nessas praias não se faz.
S: Que merda, eles precisam respirar de vez em quando... – disse acariciando os próprios peitos.
Eu tentava não olhar, mas meus olhos escapavam e eu ficava ainda mais nervoso.
S: "Pode olhar, não me incomoda. Meus peitos são bonitos, aliás..." – disse e ficou na minha frente, de costas. "Pode tocar." Pegou minhas mãos e levou até os peitos dela.
Y: É, são bonitos, mas você é a namorada do meu primo... – falei, sem parar de acariciar os peitos dela.
S: "O Juan não é nenhum santo. Ele não sabe, mas eu sei que ele tá comendo a colega de trabalho dele. Sexta-feira ele sempre volta tarde pra casa. Ele diz que fica com os colegas tomando uma. algo perto do trabalho, mas os colegas dele postam fotos e ele nunca aparece. Várias vezes encontrei camisinhas usadas no lixo e comigo ele não usa, porque eu tomo pílula. Ou seja, ele leva ela pra casa pra transar".
Enquanto ela me contava a traição do meu primo, eu apertava cada vez mais forte os peitos dela. Meu pau tava duríssimo. A Sofi ajoelhou de frente pra mim e começou a se esfregar no meu volume. Depois se virou, puxou meu pau pra chupar de um jeito incrível, mas em poucos segundos eu gozei e enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo, me olhou meio decepcionada e falou "bom, isso fica entre nós". Levantou, se limpou da areia e começou a andar de volta pras pedras.
Eu também fiquei decepcionado, queria que tivesse rolado mais coisa. Quando chegamos na barraca, ela agiu como se nada tivesse acontecido. E foi assim nos dias seguintes.
Durante a semana, a gente se reveza com meu irmão pra ir na loja de ferragens. Ele vai de tarde e eu abro de manhã. Acordo bem cedo porque sempre tem gente esperando quando chego no ponto.
Um desses dias, eu tava tomando café com meu irmão antes de ir pra loja quando ele começou a falar da Sofi.
"Viu como a Sofi é gostosa?" - meu irmão soltou
Eu: "É, mas é a namorada do nosso primo..." falei sendo hipócrita
Ele: "Sei, mas ela me contou que tão mal..."
Eu: "Sério? Parecem bem quando tão na praia" - respondi me fazendo de surpreso
Ele: "Ela disse que ele tava traindo ela com uma colega do trabalho."
Eu: "Poxa, que merda..."
Ele: "Mas tô dando um consolo pra ela esses dias" - falou com um sorriso safado
Eu ri sem graça e por dentro senti uma ponta de inveja. Meu irmão tava fazendo o que eu perdi aquele dia na praia.
Eu: "Ah, é?"
Ele: "Sim" - disse orgulhoso e continuou: "Outro dia ela bateu na porta depois que você foi embora pra pedir uma toalha, porque as que eles trouxeram estavam molhadas. Eu convidei ela pra entrar enquanto eu procurava uma coisa, e ela olhou em volta e me perguntou o que eu tinha tomado no café da manhã. Aí ela disse que não tava tomando café porque o Juan dormia até tarde e ela ficava sozinha de manhã. Ofereci pra ela vir outro dia tomar café se quisesse. Ela aceitou de boa e depois foi embora.
Foi assim que no dia seguinte ela apareceu com uns churros pro café. Tava toda suada, tinha vindo de correr. Tava de top e umas leggings apertadas. Me pediu pra tomar banho aqui, porque se fizesse em casa, o Juan ia acordar e ficar de mau humor. Eu deixei sem problema. Ela prometeu que seria rápido, pra não esfriar os churros.
Quando saiu do chuveiro, veio pra mesa enrolada na toalha e sentou como se fosse nada. Fiquei olhando meio surpreso, e ela entendeu na hora o porquê. "Não vou vestir a mesma roupa de novo, tá suada" — disse e puxou um churro do pacote. Eu só ri e peguei um churro também.
Ficamos batendo papo um tempão enquanto comíamos, até que num momento ela mordeu um churro recheado e caiu doce de leite no peito dela. "Que idiota, acabei de tomar banho" — falou irritada. Se limpou por cima e me perguntou se tinha ficado algum doce. Apontei com o dedo a área, e ela me deu o pano que tava usando pra eu limpar. Quando apoiei minha mão no peito dela, ela soltou a toalha, deixando cair e mostrando os peitos. Eu parei, surpreso, mas ela mandou eu tocar sem medo. Tirei a mão e lembrei que ela tava namorando o Juan, e foi aí que ela me contou sobre a infidelidade dela.
Quando terminou a história, aproximou minha boca da dela e me deu um beijo. Depois se levantou, deixou a toalha cair de vez e subiu na cama. Deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. Eu abaixei a calça e a cueca e deitei sobre ela. Começamos a nos beijar com tesão enquanto eu passava a mão no corpo todo dela. Ela gemia cada vez mais alto até que num momento chegou perto do meu ouvido e me... Disse: "Então você pode me comer quando quiser". Rapidamente coloquei uma camisinha e meti.
Sofi gemia alto, me dava um certo tesão saber que Juan estava dormindo a poucos metros enquanto a namorada dele me dizia "me come forte, priminho". Depois ela subiu em cima de mim e começou a se mexer com intensidade. Ela estava cavalgando com força até que teve um orgasmo forte e diminuiu um pouco o ritmo enquanto se recuperava. Voltei a me deitar sobre ela e comecei a me mover mais rápido até gozar.
Os dois ficamos ofegantes e suados. Ela se levantou, vestiu a roupa de academia me olhando e riu, dizendo: "No final, vou embora suada como vim".
Quando a acompanhei até a porta, ela se despediu com um beijo e disse: "Que café da manhã gostoso, me convida de volta amanhã?". Eu concordei com a cabeça e fiquei olhando enquanto ela entrava em casa.
No dia seguinte, ela veio quase no mesmo horário, dessa vez não tinha ido correr. Perguntei brincando sobre os churros, e ela dobrou a aposta: "Gosto mais do que você tem aí" — disse pegando no meu volume. Imediatamente fechei a porta, e ela se ajoelhou para chupar meu pau. Em questão de segundos, já estava duríssimo. Sofi tirou a roupa rapidamente e ficou de quatro na cama. "Vai, quero meu café da manhã", disse brincando. Imediatamente fiquei atrás dela e comecei a enfiar a cabeça do pau quando, de repente, ela disse: "Coloca camisinha, não quero voltar escorrendo porra, Juan vai perceber". Obedeci, coloquei uma rapidamente e transamos de novo como no dia anterior.
E assim foi quase todos os dias, exceto quando o tempo estava ruim, que ela ficava dentro de casa.
Me deu bastante inveja ouvir o relato do meu irmão. Eu não ia contar o que aconteceu no primeiro dia na praia.
Um dia, meu irmão me pediu para trocar o turno na loja de ferragens porque tinha que fazer umas coisas ao meio-dia, então ele foi de manhã.
De manhã, Sofi bateu na porta e se surpreendeu ao me ver.
S: Oi, pensei que ele estava... teu irmão...
Y: É, geralmente ele tá de manhã, mas hoje a gente trocou o turno.
S: Entendi — disse com um pouco de tristeza
Y: Entra, o que você precisava?
S: Fiquei sem açúcar — disse pra disfarçar
Y: Poxa, acho que não tenho... tô quase fazendo um mate, quer ficar?
Ela aceitou e sentou meio sem jeito na mesa. A gente não tinha conversado muito depois daquilo na praia. Eu trabalhava de manhã e de tarde não tinha chance de falar nada. Também não tinha muito o que dizer...
A gente conversou um bom tempo até o papo começar a fluir melhor. No começo ela tava tensa, mas depois foi se soltando.
Num momento a gente perdeu o fio da conversa e sem querer ela mencionou que vinha tomar café com meu irmão, e na hora senti o desconforto dela.
Y: Então você vem aqui de manhã e não de tarde? — falei brincando
S: É, porque de tarde vou pra praia, foi pra isso que vim...
Y: E agora vem na manha e nem um churros trouxe — insisti no tom de brincadeira
S: Porque seu irmão sempre tem... — disse desafiadora
Y: Então você gosta do churros do meu irmão? — falei caindo no duplo sentido
S: Muito... Com certeza ele já te contou tudo, tá com ciúmes? — disse num tom debochado
Y: O que ele me contou?
S: Não se faz de bobo...
Y: (fiquei em silêncio, escondendo os lábios)
S: Bom, mas hoje é sua vez, assim você não fica com ciúmes — disse rindo e se ajoelhou na minha frente, esperando eu tirar meu pau.
E foi o que eu fiz, meu pau ainda tava mole, ela pegou e começou a chupar devagar. Minha rola subiu rápido, ela parou e disse "espero que você não goze agora" e enfiou de novo na boca.
Dessa vez não ia ficar só nisso, levantei ela e dei um beijo intenso. Ela retribuiu e a gente foi rápido pra cama. Tirei a roupa dela com desespero e desci pra buceta dela pra saborear.
Chupei ela por um tempão, fiz ela gozar duas vezes e depois ela pediu pra eu colocar camisinha. Coloquei rápido e fui penetrando ela devagar. A Sofi tava respirando forte e me apertava com as pernas pra eu meter tudo. Quando entrou por completo, ela falou "agora sim..." e eu comecei a meter mais rápido. A gente transou por um tempão, terminamos exaustos, mas eu tinha que ir trabalhar logo, então levantei da cama e comecei a me vestir. Ela ainda tava na cama e disse "o Juan foi com seu pai buscar uma parada e vai demorar... posso ficar aqui?". Eu olhei pra ela com malícia e falei num sentido duplo:
"E aí, vai almoçar com meu irmão agora?"
S: "Sim, hoje o tempo tá uma merda... não tem plano melhor que um dia de spa com meus priminhos, né?" – disse abrindo as pernas e apontando pra buceta faminta dela.
Eu só sorri cúmplice e fui embora.
Nos dias seguintes choveu pra caralho, então não vimos ela muito, mas no sábado a gente ia num baile com os amigos e o Juan (e a Sofi) iam também. Era o último dia das férias dela.
Nesse sábado, a gente fez um esquenta na casa de um amigo e foi umas 2 da manhã pro baile.
A gente se divertiu pra caramba lá, dançou muito e bebeu pra cacete. Já tava amanhecendo e decidimos ir todo mundo junto tomar café.
Como éramos muitos, pegamos dois táxis. Num ia a gente e mais um cara, no outro o resto. Como tava cheio demais no outro, a Sofi se ofereceu pra vir no nosso pra distribuir melhor.
Quando a gente tava indo tomar café, o táxi pegou a estrada da costa, então dava pra ver o nascer do sol e a vista pro mar. Do nada a Sofi pediu pro motorista parar um pouco pra descer. Quando ele parou, ela olhou pra gente pra fazer o mesmo. A gente desceu e o táxi seguiu viagem.
Sozinhos, ela falou "prefiro tomar café com meus primos, é meu último dia" e a gente foi pra praia.
Assim que chegamos na barraca que tinham alugado, ela se jogou em cima do meu irmão e começou a beijar ele. Eu apoiei por trás e dei uns beijinhos nela. pescoço. Naquele momento ela disse "nossa, como eu tô gostando disso" e se virou pra me beijar. Sem hesitar, começamos a tirar toda a roupa e ela se ajoelhou no meio da gente pra chupar nossa pica.
Particularmente, eu adorava que ela fosse tão puta. O fato do meu primo estar traindo ela tinha feito com que ela mostrasse o lado mais perverso dela, e a gente tava aproveitando ao máximo.
Enquanto chupava uma pica, continuava masturbando a outra. Até que ela se levantou e pediu pra gente comer ela. Aí percebemos que ninguém tinha camisinha, mas dessa vez ela não ligou. Meu irmão ficou atrás dela e, devagar, meteu nela. Eu fiquei na frente dela e começamos a nos beijar enquanto eu apalpava os peitos dela.
A gente tava os três em pé dentro daquela barraca. Enquanto meu irmão comia ela com força, ela foi abaixando o torso até minha pica e começou a chupar de novo.
Depois de um tempão, ela disse que as pernas tavam cansando e ficou de quatro no chão. Meu irmão começou a meter feito um louco enquanto dava tapas na bunda dela, e ela gemia alto, mas falou "espera, ainda não goza" e indicou que era minha vez de meter.
Meu irmão saiu do lugar e foi direto enfiar o pau na boca da Sofi. Eu não resisti e dei uma boa chupada no cu dela antes de penetrar. Depois meti e comecei a me mover devagar pra aproveitar aquele momento glorioso.
Enquanto eu metia cada vez mais forte, comecei a enfiar um dedo no cu dela. Cada vez enfiava mais fundo, e ela disse entre gemidos "enfia mais um". Me deixou louco o quanto ela era puta. Depois pediu mais um dedo e aí falou "vai, já tô pronta, enfia". Na hora enfiei inteira e comecei a meter com força. Enquanto isso, Sofi continuava chupando a pica do meu irmão, mas num momento ela disse "sobrou um buraco livre" e pediu pra ele deitar pra ela colocar o pau na buceta dela.
Nós dois comíamos ela com força enquanto ela gemia intensamente. Num momento, meu irmão Pediu pra trocar e continuamos metendo forte. Enquanto a gente seguia penetrando ela pelos dois buracos, comecei a acariciar o clitóris dela e ela começou a gemer ainda mais alto até ter um orgasmo intenso, ficou tremendo com os olhos virados. Depois disse: "Uff, que café da manhã gostoso, agora quero a porra" e começou a se mexer com mais intensidade. Não demoramos pra gozar depois de tanta tesão. Enchemos a bunda e a buceta dela de porra e ficamos exaustos.
Quando nos recuperamos os três, nos vestimos e pegamos um táxi pra voltar.
Chegamos em casa e o Juan estava acordado. Perguntou onde a gente tinha ido e ela disse com um sorrisão: "Encontramos um lugar que serve uns cafés da manhã incríveis".
Umas horas depois eles já estavam indo embora. Na hora de acertar as contas da estadia, o Juan perguntou quanto era e a gente respondeu: "Nada, primo, a Sofi já resolveu tudo".


Essa casa tem um quarto extra nos fundos. É bem equipada, dá até pra morar lá. A gente costuma se mudar pra lá no verão, pra deixar a casa livre e alugar por temporada pros turistas que vêm passar as férias.
Trabalhamos na loja de ferragens do meu pai, que com o tempo foi deixando e a gente ficou no comando. É nossa principal fonte de grana, mas com o aluguel da casa no verão, a gente faz uma boa diferença e consegue viver tranquilo o ano inteiro.
Nesse verão, nosso primo Juan ligou, falando que viria pra costa com a namorada dele e pediu pra ficar na nossa casa, já que os hotéis ficam muito caros na temporada. Seriam 10 dias e depois ele teria que voltar pro trabalho. A gente não ia cobrar o mesmo que cobra dos turistas, então chegamos num preço acessível que servia pra todo mundo.
Eles chegaram perto do meio-dia, nosso pai (tio do Juan) recebeu eles com um churrasco de boas-vindas. A gente tomou uns vinhos e colocou o papo em dia.
A namorada dele, Sofi, insistiu em ir pra praia um pouco, nem que fosse só pra aproveitar o sol desde o primeiro dia.
Juan topou e perguntou se a gente queria ir junto. Meu pai se animou, meu irmão tinha que abrir a loja e eu tava livre, então também fui.
Juan falou que tinha alugado uma barraca pra ficar mais confortável e a gente ficou lá.
A gente nem terminou de largar as coisas e a Sofi já tava de fio dental, pronta pra entrar na água. Não consegui evitar de olhar pra ela umas duas vezes, ela era muito gostosa e o biquíni que ela tava usando destacava o corpo dela perfeitamente. Fiquei meio nervoso quando percebi que ela tava notando que eu tava olhando demais, mas ela insistiu pra todo mundo ir pra água junto.
Tava fazendo bastante calor naquele dia, então tinha muita gente na praia. Juan e meu velho se Voltamos pra barraca. Eu já tava saindo da água quando a Sofi me perguntou se tinha alguma praia onde não tivesse tanta gente. Eu respondi que sim, que tinha um lugar atrás de umas pedras afastadas onde o pessoal não chegava, e ofereci pra ir no outro dia com o Juan, mas ela pediu pra ir naquele momento. Fiquei meio surpreso, mas topei, avisando que não era fácil atravessar as pedras. Ela aceitou mesmo assim.
Caminhamos pela praia, nos afastando cada vez mais da barraca, até que perdemos ela de vista.
No caminho, ela me perguntava como era a vida na costa, me contava o quanto gostava da praia e que teria adorado ficar mais tempo.
Finalmente chegamos nas pedras e começamos a subir devagar. A Sofi se segurava firme em mim, e eu tentava não escorregar, até que conseguimos chegar do outro lado.
Assim que passamos, ela se agarrou no meu braço, contemplando a solidão do lugar. Depois sentou na beira e me chamou pra sentar do lado dela pra apreciar o horizonte.
De repente, ela tirou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos de fora. Eu fiquei nervoso, e ela percebeu.
S: Qual é!? Nunca viu uns peitos? – disse rindo.
Y: Já, mas não esperava isso agora...
S: Em muitas praias dá pra fazer topless.
Y: Sei, mas nessas praias não se faz.
S: Que merda, eles precisam respirar de vez em quando... – disse acariciando os próprios peitos.
Eu tentava não olhar, mas meus olhos escapavam e eu ficava ainda mais nervoso.
S: "Pode olhar, não me incomoda. Meus peitos são bonitos, aliás..." – disse e ficou na minha frente, de costas. "Pode tocar." Pegou minhas mãos e levou até os peitos dela.
Y: É, são bonitos, mas você é a namorada do meu primo... – falei, sem parar de acariciar os peitos dela.
S: "O Juan não é nenhum santo. Ele não sabe, mas eu sei que ele tá comendo a colega de trabalho dele. Sexta-feira ele sempre volta tarde pra casa. Ele diz que fica com os colegas tomando uma. algo perto do trabalho, mas os colegas dele postam fotos e ele nunca aparece. Várias vezes encontrei camisinhas usadas no lixo e comigo ele não usa, porque eu tomo pílula. Ou seja, ele leva ela pra casa pra transar".
Enquanto ela me contava a traição do meu primo, eu apertava cada vez mais forte os peitos dela. Meu pau tava duríssimo. A Sofi ajoelhou de frente pra mim e começou a se esfregar no meu volume. Depois se virou, puxou meu pau pra chupar de um jeito incrível, mas em poucos segundos eu gozei e enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo, me olhou meio decepcionada e falou "bom, isso fica entre nós". Levantou, se limpou da areia e começou a andar de volta pras pedras.
Eu também fiquei decepcionado, queria que tivesse rolado mais coisa. Quando chegamos na barraca, ela agiu como se nada tivesse acontecido. E foi assim nos dias seguintes.
Durante a semana, a gente se reveza com meu irmão pra ir na loja de ferragens. Ele vai de tarde e eu abro de manhã. Acordo bem cedo porque sempre tem gente esperando quando chego no ponto.
Um desses dias, eu tava tomando café com meu irmão antes de ir pra loja quando ele começou a falar da Sofi.
"Viu como a Sofi é gostosa?" - meu irmão soltou
Eu: "É, mas é a namorada do nosso primo..." falei sendo hipócrita
Ele: "Sei, mas ela me contou que tão mal..."
Eu: "Sério? Parecem bem quando tão na praia" - respondi me fazendo de surpreso
Ele: "Ela disse que ele tava traindo ela com uma colega do trabalho."
Eu: "Poxa, que merda..."
Ele: "Mas tô dando um consolo pra ela esses dias" - falou com um sorriso safado
Eu ri sem graça e por dentro senti uma ponta de inveja. Meu irmão tava fazendo o que eu perdi aquele dia na praia.
Eu: "Ah, é?"
Ele: "Sim" - disse orgulhoso e continuou: "Outro dia ela bateu na porta depois que você foi embora pra pedir uma toalha, porque as que eles trouxeram estavam molhadas. Eu convidei ela pra entrar enquanto eu procurava uma coisa, e ela olhou em volta e me perguntou o que eu tinha tomado no café da manhã. Aí ela disse que não tava tomando café porque o Juan dormia até tarde e ela ficava sozinha de manhã. Ofereci pra ela vir outro dia tomar café se quisesse. Ela aceitou de boa e depois foi embora.
Foi assim que no dia seguinte ela apareceu com uns churros pro café. Tava toda suada, tinha vindo de correr. Tava de top e umas leggings apertadas. Me pediu pra tomar banho aqui, porque se fizesse em casa, o Juan ia acordar e ficar de mau humor. Eu deixei sem problema. Ela prometeu que seria rápido, pra não esfriar os churros.
Quando saiu do chuveiro, veio pra mesa enrolada na toalha e sentou como se fosse nada. Fiquei olhando meio surpreso, e ela entendeu na hora o porquê. "Não vou vestir a mesma roupa de novo, tá suada" — disse e puxou um churro do pacote. Eu só ri e peguei um churro também.
Ficamos batendo papo um tempão enquanto comíamos, até que num momento ela mordeu um churro recheado e caiu doce de leite no peito dela. "Que idiota, acabei de tomar banho" — falou irritada. Se limpou por cima e me perguntou se tinha ficado algum doce. Apontei com o dedo a área, e ela me deu o pano que tava usando pra eu limpar. Quando apoiei minha mão no peito dela, ela soltou a toalha, deixando cair e mostrando os peitos. Eu parei, surpreso, mas ela mandou eu tocar sem medo. Tirei a mão e lembrei que ela tava namorando o Juan, e foi aí que ela me contou sobre a infidelidade dela.
Quando terminou a história, aproximou minha boca da dela e me deu um beijo. Depois se levantou, deixou a toalha cair de vez e subiu na cama. Deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. Eu abaixei a calça e a cueca e deitei sobre ela. Começamos a nos beijar com tesão enquanto eu passava a mão no corpo todo dela. Ela gemia cada vez mais alto até que num momento chegou perto do meu ouvido e me... Disse: "Então você pode me comer quando quiser". Rapidamente coloquei uma camisinha e meti.
Sofi gemia alto, me dava um certo tesão saber que Juan estava dormindo a poucos metros enquanto a namorada dele me dizia "me come forte, priminho". Depois ela subiu em cima de mim e começou a se mexer com intensidade. Ela estava cavalgando com força até que teve um orgasmo forte e diminuiu um pouco o ritmo enquanto se recuperava. Voltei a me deitar sobre ela e comecei a me mover mais rápido até gozar.
Os dois ficamos ofegantes e suados. Ela se levantou, vestiu a roupa de academia me olhando e riu, dizendo: "No final, vou embora suada como vim".
Quando a acompanhei até a porta, ela se despediu com um beijo e disse: "Que café da manhã gostoso, me convida de volta amanhã?". Eu concordei com a cabeça e fiquei olhando enquanto ela entrava em casa.
No dia seguinte, ela veio quase no mesmo horário, dessa vez não tinha ido correr. Perguntei brincando sobre os churros, e ela dobrou a aposta: "Gosto mais do que você tem aí" — disse pegando no meu volume. Imediatamente fechei a porta, e ela se ajoelhou para chupar meu pau. Em questão de segundos, já estava duríssimo. Sofi tirou a roupa rapidamente e ficou de quatro na cama. "Vai, quero meu café da manhã", disse brincando. Imediatamente fiquei atrás dela e comecei a enfiar a cabeça do pau quando, de repente, ela disse: "Coloca camisinha, não quero voltar escorrendo porra, Juan vai perceber". Obedeci, coloquei uma rapidamente e transamos de novo como no dia anterior.
E assim foi quase todos os dias, exceto quando o tempo estava ruim, que ela ficava dentro de casa.
Me deu bastante inveja ouvir o relato do meu irmão. Eu não ia contar o que aconteceu no primeiro dia na praia.
Um dia, meu irmão me pediu para trocar o turno na loja de ferragens porque tinha que fazer umas coisas ao meio-dia, então ele foi de manhã.
De manhã, Sofi bateu na porta e se surpreendeu ao me ver.
S: Oi, pensei que ele estava... teu irmão...
Y: É, geralmente ele tá de manhã, mas hoje a gente trocou o turno.
S: Entendi — disse com um pouco de tristeza
Y: Entra, o que você precisava?
S: Fiquei sem açúcar — disse pra disfarçar
Y: Poxa, acho que não tenho... tô quase fazendo um mate, quer ficar?
Ela aceitou e sentou meio sem jeito na mesa. A gente não tinha conversado muito depois daquilo na praia. Eu trabalhava de manhã e de tarde não tinha chance de falar nada. Também não tinha muito o que dizer...
A gente conversou um bom tempo até o papo começar a fluir melhor. No começo ela tava tensa, mas depois foi se soltando.
Num momento a gente perdeu o fio da conversa e sem querer ela mencionou que vinha tomar café com meu irmão, e na hora senti o desconforto dela.
Y: Então você vem aqui de manhã e não de tarde? — falei brincando
S: É, porque de tarde vou pra praia, foi pra isso que vim...
Y: E agora vem na manha e nem um churros trouxe — insisti no tom de brincadeira
S: Porque seu irmão sempre tem... — disse desafiadora
Y: Então você gosta do churros do meu irmão? — falei caindo no duplo sentido
S: Muito... Com certeza ele já te contou tudo, tá com ciúmes? — disse num tom debochado
Y: O que ele me contou?
S: Não se faz de bobo...
Y: (fiquei em silêncio, escondendo os lábios)
S: Bom, mas hoje é sua vez, assim você não fica com ciúmes — disse rindo e se ajoelhou na minha frente, esperando eu tirar meu pau.
E foi o que eu fiz, meu pau ainda tava mole, ela pegou e começou a chupar devagar. Minha rola subiu rápido, ela parou e disse "espero que você não goze agora" e enfiou de novo na boca.
Dessa vez não ia ficar só nisso, levantei ela e dei um beijo intenso. Ela retribuiu e a gente foi rápido pra cama. Tirei a roupa dela com desespero e desci pra buceta dela pra saborear.
Chupei ela por um tempão, fiz ela gozar duas vezes e depois ela pediu pra eu colocar camisinha. Coloquei rápido e fui penetrando ela devagar. A Sofi tava respirando forte e me apertava com as pernas pra eu meter tudo. Quando entrou por completo, ela falou "agora sim..." e eu comecei a meter mais rápido. A gente transou por um tempão, terminamos exaustos, mas eu tinha que ir trabalhar logo, então levantei da cama e comecei a me vestir. Ela ainda tava na cama e disse "o Juan foi com seu pai buscar uma parada e vai demorar... posso ficar aqui?". Eu olhei pra ela com malícia e falei num sentido duplo:
"E aí, vai almoçar com meu irmão agora?"
S: "Sim, hoje o tempo tá uma merda... não tem plano melhor que um dia de spa com meus priminhos, né?" – disse abrindo as pernas e apontando pra buceta faminta dela.
Eu só sorri cúmplice e fui embora.
Nos dias seguintes choveu pra caralho, então não vimos ela muito, mas no sábado a gente ia num baile com os amigos e o Juan (e a Sofi) iam também. Era o último dia das férias dela.
Nesse sábado, a gente fez um esquenta na casa de um amigo e foi umas 2 da manhã pro baile.
A gente se divertiu pra caramba lá, dançou muito e bebeu pra cacete. Já tava amanhecendo e decidimos ir todo mundo junto tomar café.
Como éramos muitos, pegamos dois táxis. Num ia a gente e mais um cara, no outro o resto. Como tava cheio demais no outro, a Sofi se ofereceu pra vir no nosso pra distribuir melhor.
Quando a gente tava indo tomar café, o táxi pegou a estrada da costa, então dava pra ver o nascer do sol e a vista pro mar. Do nada a Sofi pediu pro motorista parar um pouco pra descer. Quando ele parou, ela olhou pra gente pra fazer o mesmo. A gente desceu e o táxi seguiu viagem.
Sozinhos, ela falou "prefiro tomar café com meus primos, é meu último dia" e a gente foi pra praia.
Assim que chegamos na barraca que tinham alugado, ela se jogou em cima do meu irmão e começou a beijar ele. Eu apoiei por trás e dei uns beijinhos nela. pescoço. Naquele momento ela disse "nossa, como eu tô gostando disso" e se virou pra me beijar. Sem hesitar, começamos a tirar toda a roupa e ela se ajoelhou no meio da gente pra chupar nossa pica.
Particularmente, eu adorava que ela fosse tão puta. O fato do meu primo estar traindo ela tinha feito com que ela mostrasse o lado mais perverso dela, e a gente tava aproveitando ao máximo.
Enquanto chupava uma pica, continuava masturbando a outra. Até que ela se levantou e pediu pra gente comer ela. Aí percebemos que ninguém tinha camisinha, mas dessa vez ela não ligou. Meu irmão ficou atrás dela e, devagar, meteu nela. Eu fiquei na frente dela e começamos a nos beijar enquanto eu apalpava os peitos dela.
A gente tava os três em pé dentro daquela barraca. Enquanto meu irmão comia ela com força, ela foi abaixando o torso até minha pica e começou a chupar de novo.
Depois de um tempão, ela disse que as pernas tavam cansando e ficou de quatro no chão. Meu irmão começou a meter feito um louco enquanto dava tapas na bunda dela, e ela gemia alto, mas falou "espera, ainda não goza" e indicou que era minha vez de meter.
Meu irmão saiu do lugar e foi direto enfiar o pau na boca da Sofi. Eu não resisti e dei uma boa chupada no cu dela antes de penetrar. Depois meti e comecei a me mover devagar pra aproveitar aquele momento glorioso.
Enquanto eu metia cada vez mais forte, comecei a enfiar um dedo no cu dela. Cada vez enfiava mais fundo, e ela disse entre gemidos "enfia mais um". Me deixou louco o quanto ela era puta. Depois pediu mais um dedo e aí falou "vai, já tô pronta, enfia". Na hora enfiei inteira e comecei a meter com força. Enquanto isso, Sofi continuava chupando a pica do meu irmão, mas num momento ela disse "sobrou um buraco livre" e pediu pra ele deitar pra ela colocar o pau na buceta dela.
Nós dois comíamos ela com força enquanto ela gemia intensamente. Num momento, meu irmão Pediu pra trocar e continuamos metendo forte. Enquanto a gente seguia penetrando ela pelos dois buracos, comecei a acariciar o clitóris dela e ela começou a gemer ainda mais alto até ter um orgasmo intenso, ficou tremendo com os olhos virados. Depois disse: "Uff, que café da manhã gostoso, agora quero a porra" e começou a se mexer com mais intensidade. Não demoramos pra gozar depois de tanta tesão. Enchemos a bunda e a buceta dela de porra e ficamos exaustos.
Quando nos recuperamos os três, nos vestimos e pegamos um táxi pra voltar.
Chegamos em casa e o Juan estava acordado. Perguntou onde a gente tinha ido e ela disse com um sorrisão: "Encontramos um lugar que serve uns cafés da manhã incríveis".
Umas horas depois eles já estavam indo embora. Na hora de acertar as contas da estadia, o Juan perguntou quanto era e a gente respondeu: "Nada, primo, a Sofi já resolveu tudo".



1 comentários - A prima gostosa do meu primo