Mamãe tinha acabado de me dar o café da manhã, virou de costas e começou a arrumar alguma coisa na cozinha. Eu olhei pra ela com atenção. Era pleno verão e mamãe usava um vestido curto e leve, bem putaria, com os ombros de fora. Calçava umas sapatilhas de salto agulha que pareciam ter uns 20 cm e notei que dava pra ver os elásticos de uma pequena tanga vermelha através do vestido justo que realçava suas belas e redondas nádegas. Levantei o olhar e percebi que ela não estava de sutiã. Vista por trás, parecia uma adolescente ou uma garotinha que mal tinha atingido a maioridade. Ela me excitava pra caralho e, desde que se separou do preto do meu pai, eu fantasiava em fazer dela minha mulher e engravidá-la de um irmãozinho ou irmãzinha.
Meu desejo era que, uma noite, eu me metesse na cama dela e ela me recebesse de braços abertos, mas nunca tive coragem e ela parecia não perceber que eu a olhava como um lobo faminto querendo cruzar.
Eu tinha quinze anos quando meus pais se separaram e, nos quatro anos seguintes, mamãe viveu uma vida correta, nunca saía, exceto pra visitar meu tio na paróquia dele, que na verdade é padre, mas era o único irmão de mamãe e eles sempre foram confidentes, e também fica perto de onde moramos.
Minha mãe foi visitar um dia a tia dela, que tinha acabado de se separar do namorado de toda a vida. Eu a conheço como Tia Ana, era psicóloga e eu imaginava que as visitas de mamãe a ela eram em busca de conselho ou apoio, porque ela costumava voltar de bom humor, o que me deixava muito feliz. Às vezes, a tia também dormia em casa e elas faziam companhia uma à outra, principalmente quando eu saía com meus amigos ou ficava jogando alguma coisa no Game Pass com alguns amigos, como se eu não estivesse em casa e ela ficasse sozinha. Minha tia não tinha mais família além da gente, então passava quase todo o tempo livre com mamãe.
Eu não conseguia tirar os olhos da bunda de mamãe, estava como hipnotizado, com o olhar fixo naquelas nádegas perfeitas, e comecei a ficar Uma ereção, uma ereção violenta. Levantei em silêncio, mas não consegui evitar bater com o pau na borda da mesa. Me aproximei e apoiei as mãos nos ombros nus dela. "O que você está fazendo?" — disse mamãe, com um sorriso estranho.
Então beijei seu pescoço, e o sorriso dela congelou no rosto.
"Não" — ela disse, com a voz trêmula, quando encostei a pica entre as nádegas dela.
"Por favor, Isaac, não" — repetiu, enquanto eu continuava beijando e lambendo seu pescoço e apertava o pau contra a bunda dela. Desci as mãos pelos braços dela e a abracei pela cintura.
"Isaac, por favor" — implorou mamãe. Mas eu, sem responder, subi as mãos e agarrei aqueles peitos redondos e perfeitos que por tantos anos me deixaram louco de tesão, senti os bicos duros entre as pontas dos meus dedos.
Mamãe soluçou: "Não faz isso, por favor, não faz" — mas eu não estava disposto a dar trégua nenhuma. Desci a mão esquerda e apertei a buceta dela, fazendo-a gritar de susto.
Mamãe chorava baixinho quando virei ela e a apertei contra o meu corpo, enquanto minha boca procurava a dela. Beijei fundo, e mamãe gemeu. Eu a tinha apertada contra a bancada e esfregava meu pau na buceta dela. Minhas mãos desceram até a barra da saia e comecei a levantar, acariciando as coxas quentes dela.
"Não" — repetiu, tentando uma resistência em que nem ela mesma acreditava mais. Quando minhas mãos acariciaram a bunda, ela tremeu, e eu soube que já tinha aceitado que estava perdida. Tirei a calcinha dela enquanto a beijava, depois me abaixei para tirar de vez. Foi então que vi a buceta dela pela primeira vez. Os lábios estavam inchados e cobertos de uma espuma branca. Ela estava ficando molhadíssima, e quando passei a língua, mamãe se sacudiu num orgasmo irresistível e violento. Enquanto isso, eu tinha baixado a calça e a cueca e, com a mão esquerda descobrindo a glande, comecei a me levantar… Foi quando o telefone tocou, e mamãe atendeu.
"Isaac, é pra você. Anunciou.
«Vou» — falei enquanto minimizava a tela e pausava meu relato.
Sou um fanático por contos eróticos desse site e adoro, principalmente, os de incesto. Li vários em que caras comem as próprias mães e tive a ideia de escrever um. Sempre soube que, embora todos jurem que suas histórias são reais, a maioria é fictícia, e pensei que eu também poderia escrever um bom o suficiente para ser publicado aqui. Era nisso que estava quando minha mãe me interrompeu.
Atendi um colega, conversei com ele uns dez minutos e, ao voltar pro meu quarto, vi minha mãe sentada na frente do meu computador, chorando. Ela tinha descoberto meu conto e lido tudo.
«Como você pôde escrever uma coisa dessas?» — perguntou soluçando.
Eu ia começar a explicar quando ela continuou: «É tão nojento e perverso, me sinto envergonhada, humilhada, suja… Como você pôde? É isso que eu provoco em você? Esqueceu que sou sua mãe?»
«Mãe» — interrompi — «Não é o que você tá pensando, é só ficção, escrevo pra um site de contos eróticos, não tem nada a ver com você…»
«Não tem nada a ver comigo? Você me descreve perfeitamente e é inegável que me olha com muito cuidado, porque conhece detalhes do meu corpo melhor que eu mesma… Desde quando isso acontece, Isaac?»
Jurei que as coisas não eram como ela pensava, mas ela não acreditou em nada. Senti que algo tinha se quebrado de vez na nossa relação de mãe e filho. Naquela noite não conversamos durante o jantar, mamãe parecia angustiada, mas estranhamente eu me sentia bem, como se ter sido descoberto tivesse me aliviado da culpa. Fui dormir me sentindo feliz.
Quando de manhã desci pra tomar café, levei o susto da minha vida. Mamãe estava vestida exatamente como eu a descrevi no meu conto e estava de costas arrumando algo na pia. Quando se virou pra me servir o café, vi que não estava de sutiã. Me deu bom dia e um beijo na bochecha. Entre minhas pernas, algo… começou a crescer incontrolavelmente.
Mamãe voltou a se ocupar do que fazia na bancada e eu comecei a me levantar devagar e, como no meu relato, bati com a borda da mesa. Quando coloquei as mãos nos ombros dela, senti ela tremer e quando beijei seu pescoço, ela suspirou, mas não disse "Não" nem nenhuma outra frase de rejeição, muito menos quando apoiei meu pau contra suas nádegas. Também não disse nada quando acariciei seus peitos e muito menos quando minha mão apertou sua buceta, só suspirou e estremeceu.
Mamãe chorava baixinho quando virei ela e apertei contra meu corpo enquanto minha boca procurava a dela. Beijei ela profundamente e mamãe gemeu, eu a tinha apertada com força contra a bancada e esfregava meu pau contra sua buceta. Minhas mãos desceram até a borda da saia e comecei a levantar, acariciando suas coxas quentes.
"Não" repetiu, tentando uma resistência na qual nem ela mesma acreditava mais. Quando minhas mãos acariciaram suas nádegas, ela estremeceu e eu soube que já tinha aceitado que estava perdida. Tirei sua calcinha enquanto a beijava e depois me abaixei para tirá-la, então vi pela primeira vez sua buceta, ALI DE ONDE EU TINHA VINDO, EU SÓ PENSAVA EM ENGRAVIDAR ELA. Tinha os lábios inchados e cobertos por uma espuma branca, ela estava ficando molhada pra caralho e quando passei a língua, mamãe se sacudiu em meio a um orgasmo irreprimível e tremendo, enquanto eu tinha abaixado minha calça e a cueca e, com minha mão esquerda descobrindo a glande, comecei a me levantar... ...e empalei ela até o talo.
Os pés de mamãe saíram do chão, todo o peso dela estava sustentado pelo meu pau e pelas minhas mãos que a seguravam pelas nádegas, ela colocou as mãos em volta do meu pescoço e eu apoiei ela contra a bancada e comecei a meter e tirar furiosamente, o tesão nos dominava e a gente transava como se a vida dependesse daquele orgasmo que estávamos prestes a ter. Mamãe gritou e jogou a cabeça para trás com a boca bem aberta quando eu mordi seu pescoço e comecei a Gozei dentro da buceta dela, ela se sacudia louca no meio de um gozo violento enquanto eu pensava que nunca mais na vida ia sentir o que estava sentindo naquele momento.
Ficamos juntos por um tempão com os sexos pulsando forte enquanto mamãe acariciava meu pescoço com a respiração quente dela, depois sussurrou no meu ouvido: «Fazia tanto tempo que não… Como eu precisava disso!»
Enquanto apertava as bundas redondas dela e com a ponta do dedo acariciava suavemente o cu dela, falei: «Te prometo que nunca mais vai te faltar, vou ser seu amante pelo resto das nossas vidas, mamãe querida.»
Mamãe gemeu e mordeu de leve a minha orelha: «Meu docinho de filho, não vai ainda, deixa eu sentir você mais um pouco.»
Eu também queria sentir ela mais um pouco, ainda mais porque tava recuperando a ereção e mamãe merecia outro orgasmo depois de tanto tempo sem, consegui dar um orgasmo nela depois de, dessa vez, meter um bom sexo anal.
Naquela noite, tia Ana veio jantar, quando terminamos e estávamos tomando café na sala, ela me disse: «Issac, sua mãe me contou o que aconteceu de manhã e tivemos uma longa conversa…»
Olhei pra mamãe reprovando a indiscrição, mas tia continuou… então concordamos que chegou a hora de te contar algo que até agora escondemos de você: «Issac, sua mãe e eu somos amantes desde a nossa primeira adolescência.»
Devo ter aberto a boca exageradamente, mas o espanto era enorme, enquanto tia continuava falando: «Sim, somos lésbicas, sempre fomos até o dia que sua mãe conheceu seu pai e eu conheci meu ex-marido, então descobrimos a heterossexualidade e nos convencemos de que o estado ideal de uma mulher é a bissexualidade e acabamos casando com nossos namorados.»
Quase caí do sofá onde estava sentado, então minha mãe e minha tia… Agora entendia muitas coisas, mas tia continuou: «É o estado perfeito da sexualidade, cem por cento do prazer, mas um dia seu pai nos encontrou no…» cama, contou pro meu marido e nós dois fomos abandonados, então perdemos a metade masculina que nos completava e nos contentamos em nos amar uma à outra como fazíamos desde jovens, mas esta manhã esse equilíbrio delicado se quebrou, agora sua mãe tem um amante homem».
Nessa altura eu já estava muito atordoado e ouvia tia Ana entrecortadamente misturada com meus pensamentos confusos, mas o que veio depois foi muito mais claro: «Nosso relacionamento agora sofre um desequilíbrio porque ela recuperou a totalidade da sexualidade dela e eu fiquei só com a minha metade, a menos que…»
Embora eu já estivesse disposto a ouvir quase qualquer coisa, o que tia Ana disse ainda me surpreendeu… «Que você também seja meu amante, assim a gente recomporia o equilíbrio quebrado por você esta manhã».
Se eu fosse crente, teria caído de joelhos e elevado preces de agradecimento e entoado cânticos de louvor ao Senhor, tia Ana me esquentava horrores desde minha mais tenra pré-adolescência, por ela eu tinha me esgotado inúmeras e sublimes punhetas, é que tia tinha a melhor bunda que já vi na minha vida e os peitos dela eram duas maravilhosas obras de arte. Mamãe tem corpo de adolescente, mas tia é mais alta e tem corpo de mulherão mais do que de mulher, lembro que quando íamos de férias os homens olhavam pra tia na praia sem nenhum disfarce, é que, sem chegar a ser exuberante, ela tem um corpão tremendo.
Fiquei sem falar por uns minutos tentando entender que não era um sonho o que tinha ouvido, mas finalmente reagi e respondi: «Tia, mamãe, vocês são as duas pessoas que mais amo no mundo e a felicidade de vocês é a minha. Não só vou transar com as duas, como vou fazer de todo coração e vou amar vocês incansavelmente como merecem, mas também vou aproveitar o amor de vocês como testemunha privilegiada e vou ajudar enquanto vocês me mostram como duas mulheres se amam, a partir de hoje seremos amantes maravilhosos e apaixonados» Mamãe, Emocionada até as lágrimas com minha resposta, ela interveio: «Meu filho, você não imagina a felicidade que me dá te ouvir, prometo te fazer gozar de um jeito que você nunca imaginou, e com a tia a gente vai se amar pra você olhar e também curtir vendo duas sapatonas se pegando, mas chega de conversa e vamos pra cama mostrar o que estamos dispostos a dar um pro outro»
Então elas se levantaram, me pegaram pelas mãos e fomos pro quarto. No caminho, apertei a bunda delas enquanto me olhavam sorrindo. Quando chegamos no quarto, enquanto minha mãe tirava os cobertores da cama, eu e a tia já nos beijávamos feito loucos.
A tia tava com um tesão do caralho por causa da longa abstinência de pica que ela tinha sofrido, igualzinho a minha mãe, e a gente tirava a roupa quase que desesperadamente. Finalmente, quando ela tava completamente pelada, eu não conseguia acreditar que aquela pedaço de mulher gostosa tava tremendo nos meus braços enquanto eu apertava e beijava ela. Caímos na cama e nos reviramos igual uns alucinados até que eu virei ela de costas e enfiei minha boca na buceta melada dela e dei um boquete foda. Me levantei, fiquei de joelhos entre as pernas dela, com a pica na mão, pronto pra meter, mas a tia disse as palavras mais maravilhosas que eu já imaginei ouvir nos meus sonhos mais quentes: «Enfia tudo no meu cu»
E virando de costas, ela me mostrou a bunda. A visão daquele rabo enorme me deixou tonto. Nisso, minha mãe tava deitada do nosso lado e já tinha começado a se masturbar com gosto. Engoli seco e pensei: «Vou comer a bunda dos meus sonhos». Mas antes não consegui me segurar e lambi ela bem devagar, saboreando. Era uma delícia.
Quando enfiei, fiquei surpreso com a facilidade que deslizou dentro do cu molhado. A tia quase nem gemeu, ela tava muito acostumada a levar pelo rabo e, claramente, curtia tanto quanto pela buceta. Apoiei as mãos nos ombros dela e comecei a bombar com toda força, perdi a cabeça completamente, porque eu tava realizando a maior das fantasias. da minha vida inteira, comer o cu da tia Ana.
Enquanto isso, mamãe estava presa numa corrente de orgasmos e se masturbava com as duas mãos enquanto via meu pau entrando e saindo do cu da amante dela de toda a vida. Tia tinha a boca enfiada no travesseiro, mas não conseguia evitar que os gemidos dela fossem ouvidos como o rugido de uma leoa no cio, logo ela ia gozar.
Percebi pelo jeito que os nós dos dedos dela ficaram brancos de tanta força que ela apertava o travesseiro, tia Ana estava gozando e eu queria chegar junto com ela, então redobrei a velocidade das minhas bombadas até ejacular que nem um cavalo. Mesmo mordendo o travesseiro com toda força, tia não conseguiu abafar os gritos, ela também gozou como uma gostosa enquanto eu mordia a nuca dela e mamãe levantava os quadris da cama num último e brutal orgasmo, o quarto se encheu de gritos, gemidos e ofegos, era a melhor coisa que eu tinha vivido na minha vida inteira.
Depois de um tempo, tia me disse: «Issac, você tá me machucando». Aí percebi que ainda estava mordendo ela e pedi desculpas, tia respondeu: «Tudo bem, só não quero que fique a marca dos seus dentes e o pessoal ria quando me ver». Sorri e beijei o pescoço da tia.
Quando tirei ele, tia Ana suspirou e disse pra mamãe: «Você não mentiu, ele é um puta garanhão e é bem dotado»
Mamãe sorriu orgulhosa: «Viu que não exagerei, te falei que meu menininho tinha um instrumento lindo»
Fiquei vermelho com tantos elogios, mas agora tinha uma grande curiosidade que queria satisfazer: «Mamãe, tia, agora quero ver vocês duas, eu nunca estive com duas sapatonas»
«Nós nunca tínhamos estado juntas com um homem» Respondeu mamãe e completou: «É extremamente excitante ver sua parceira ser penetrada. Deixa eu deitar do lado dela que tô morrendo de vontade de beijá-la»
Pulei para o lado da cama, mamãe e tia se abraçaram e começaram a se beijar ofegando de tesão, estavam pegando fogo! Se reviravam se beijando, se mordendo, enfiando os dedos... Às vezes mamãe estava embaixo e outras em cima e de repente estavam fazendo um 69 ou uma ficava de bruços e a outra esfregava a pussy no cu dela ou lambia.
Eu tinha ficado tão excitado que estava com uma ereção completa de novo e estava ajoelhado ao lado delas metendo a mão também quando podia, percebi que isso as excitava muito porque toda vez que enfiava um dedo em alguma delas em algum buraco, elas gemiam e se beijavam ainda mais furiosamente, mas ninguém é de ferro também e num momento em que mamãe ficou por cima me dando as costas, não consegui me segurar.
Ela apertou os olhos bem forte e o rosto se crispou numa careta de dor e um gemido longo escapou da boca dela quando eu a empalei, tia me olhou sorrindo e disse: «Espera que eu separo as bandas dela»
A visão das mãos da tia segurando as nádegas da mamãe e abrindo-as quase me fez gozar, então tia me avisou: «Devagar que sua mãe dilata lentamente, dá tempo pra ela»
Eu não podia acreditar que isso estava acontecendo de verdade, naquela manhã eu tinha comido minha mãe e agora tinha acabado de comer minha tia, meu maior fetiche sexual, e agora estava metendo no cu da minha mãe, isso era milagroso.
Mas não queria me distrair porque mamãe merecia toda a minha atenção, aquele cu era maravilhoso e ela tinha começado a gozar como uma puta, tia e ela se beijavam e mordiam a boca enquanto meu pau entrava e saía daquele vulcão que parecia que ia entrar em erupção a qualquer momento, o esfíncter tinha dilatado e estava vermelho pelo atrito, meu pau agora entrava e saía mais rápido e eu sabia que não ia aguentar muito mais.
Minhas estocadas estavam cada vez mais fortes e o corpo da mamãe sacudia com meus empurrões, subia e descia flutuando sobre os peitos magníficos da tia Ana, de repente os três estávamos gritando porque o orgasmo avançava como uma onda gigantesca que ia nos arrasar.
Finalmente, a onda quebrou e mamãe, apoiando nas mãos, se ergueu e jogando a cabeça para trás gritou enlouquecida enquanto eu enterrava a pica até as bolas e mantinha ela bem penetrada enquanto gozava fortes jatos de porra quente e mordia o pescoço dela com toda a força, tia levantou os quadris e mamãe ficou apertada entre os dois corpos que mais amava na vida, o filho dela e a tia Ana.
Descansamos abraçados, eu no meio com mamãe e tia com os peitos dela contra o meu peito, era um sonho — quatro peitos! Elas me beijavam e acariciavam o tempo todo, as mãos delas não me davam trégua e se dividiam entre minha pica e minhas bolas enquanto me davam beijos na boca alternadamente, era um momento mágico. Claro que com tantos estímulos era impossível ficar calmo por muito tempo e minha juventude reagiu rapidamente e ambas receberam, repetidamente, o que estava faltando há tanto tempo. Já era dia quando elas dormiram abraçadas e com a cara de felicidade mais enorme que eu já tinha visto nelas, eu levantei pra beber água porque tava com sede.
Passou quase um mês e meio quando minha mãe me disse que era urgente a gente se ver na casa da tia Ana. Quando cheguei, minha mãe ainda não tinha chegado, mas a tia Ana me contou que tava grávida, que o bebê seria meu ou é meu, foi como se tivessem jogado um balde de água fria em mim. E quando minha mãe bateu na porta e viu que eu já tava lá, ela me abraçou e disse: "Parabéns, você vai ser pai! Sua tia Ana não podia ter encontrado pai melhor pro filho ou filha dela, tô muito feliz, é como se eu tivesse engravidado a Ana. Esse bebê vai ter o sangue das duas, vai ser como se fosse nosso bebê." Se ela soubesse que quem eu queria engravidar era ela, azar o meu, talvez.
Aí eu lembrei do conto que tinha começado a escrever e decidi terminar ele, agora tinha um final perfeito. Enquanto assinava e colocava meu endereço de e-mail, pensava na ironia: comecei escrevendo um conto de ficção e, inesperadamente, ele se transformou numa história real. Tomara que vocês gostem, quem sabe até me mandem um feedback. mereço um bom comentário ou seus pontos.
Atenciosamente, seu amigo Isaac
E-mail de contato
srnorbertovelazquez@gmail.com
Meu desejo era que, uma noite, eu me metesse na cama dela e ela me recebesse de braços abertos, mas nunca tive coragem e ela parecia não perceber que eu a olhava como um lobo faminto querendo cruzar.
Eu tinha quinze anos quando meus pais se separaram e, nos quatro anos seguintes, mamãe viveu uma vida correta, nunca saía, exceto pra visitar meu tio na paróquia dele, que na verdade é padre, mas era o único irmão de mamãe e eles sempre foram confidentes, e também fica perto de onde moramos.
Minha mãe foi visitar um dia a tia dela, que tinha acabado de se separar do namorado de toda a vida. Eu a conheço como Tia Ana, era psicóloga e eu imaginava que as visitas de mamãe a ela eram em busca de conselho ou apoio, porque ela costumava voltar de bom humor, o que me deixava muito feliz. Às vezes, a tia também dormia em casa e elas faziam companhia uma à outra, principalmente quando eu saía com meus amigos ou ficava jogando alguma coisa no Game Pass com alguns amigos, como se eu não estivesse em casa e ela ficasse sozinha. Minha tia não tinha mais família além da gente, então passava quase todo o tempo livre com mamãe.
Eu não conseguia tirar os olhos da bunda de mamãe, estava como hipnotizado, com o olhar fixo naquelas nádegas perfeitas, e comecei a ficar Uma ereção, uma ereção violenta. Levantei em silêncio, mas não consegui evitar bater com o pau na borda da mesa. Me aproximei e apoiei as mãos nos ombros nus dela. "O que você está fazendo?" — disse mamãe, com um sorriso estranho.
Então beijei seu pescoço, e o sorriso dela congelou no rosto.
"Não" — ela disse, com a voz trêmula, quando encostei a pica entre as nádegas dela.
"Por favor, Isaac, não" — repetiu, enquanto eu continuava beijando e lambendo seu pescoço e apertava o pau contra a bunda dela. Desci as mãos pelos braços dela e a abracei pela cintura.
"Isaac, por favor" — implorou mamãe. Mas eu, sem responder, subi as mãos e agarrei aqueles peitos redondos e perfeitos que por tantos anos me deixaram louco de tesão, senti os bicos duros entre as pontas dos meus dedos.
Mamãe soluçou: "Não faz isso, por favor, não faz" — mas eu não estava disposto a dar trégua nenhuma. Desci a mão esquerda e apertei a buceta dela, fazendo-a gritar de susto.
Mamãe chorava baixinho quando virei ela e a apertei contra o meu corpo, enquanto minha boca procurava a dela. Beijei fundo, e mamãe gemeu. Eu a tinha apertada contra a bancada e esfregava meu pau na buceta dela. Minhas mãos desceram até a barra da saia e comecei a levantar, acariciando as coxas quentes dela.
"Não" — repetiu, tentando uma resistência em que nem ela mesma acreditava mais. Quando minhas mãos acariciaram a bunda, ela tremeu, e eu soube que já tinha aceitado que estava perdida. Tirei a calcinha dela enquanto a beijava, depois me abaixei para tirar de vez. Foi então que vi a buceta dela pela primeira vez. Os lábios estavam inchados e cobertos de uma espuma branca. Ela estava ficando molhadíssima, e quando passei a língua, mamãe se sacudiu num orgasmo irresistível e violento. Enquanto isso, eu tinha baixado a calça e a cueca e, com a mão esquerda descobrindo a glande, comecei a me levantar… Foi quando o telefone tocou, e mamãe atendeu.
"Isaac, é pra você. Anunciou.
«Vou» — falei enquanto minimizava a tela e pausava meu relato.
Sou um fanático por contos eróticos desse site e adoro, principalmente, os de incesto. Li vários em que caras comem as próprias mães e tive a ideia de escrever um. Sempre soube que, embora todos jurem que suas histórias são reais, a maioria é fictícia, e pensei que eu também poderia escrever um bom o suficiente para ser publicado aqui. Era nisso que estava quando minha mãe me interrompeu.
Atendi um colega, conversei com ele uns dez minutos e, ao voltar pro meu quarto, vi minha mãe sentada na frente do meu computador, chorando. Ela tinha descoberto meu conto e lido tudo.
«Como você pôde escrever uma coisa dessas?» — perguntou soluçando.
Eu ia começar a explicar quando ela continuou: «É tão nojento e perverso, me sinto envergonhada, humilhada, suja… Como você pôde? É isso que eu provoco em você? Esqueceu que sou sua mãe?»
«Mãe» — interrompi — «Não é o que você tá pensando, é só ficção, escrevo pra um site de contos eróticos, não tem nada a ver com você…»
«Não tem nada a ver comigo? Você me descreve perfeitamente e é inegável que me olha com muito cuidado, porque conhece detalhes do meu corpo melhor que eu mesma… Desde quando isso acontece, Isaac?»
Jurei que as coisas não eram como ela pensava, mas ela não acreditou em nada. Senti que algo tinha se quebrado de vez na nossa relação de mãe e filho. Naquela noite não conversamos durante o jantar, mamãe parecia angustiada, mas estranhamente eu me sentia bem, como se ter sido descoberto tivesse me aliviado da culpa. Fui dormir me sentindo feliz.
Quando de manhã desci pra tomar café, levei o susto da minha vida. Mamãe estava vestida exatamente como eu a descrevi no meu conto e estava de costas arrumando algo na pia. Quando se virou pra me servir o café, vi que não estava de sutiã. Me deu bom dia e um beijo na bochecha. Entre minhas pernas, algo… começou a crescer incontrolavelmente.
Mamãe voltou a se ocupar do que fazia na bancada e eu comecei a me levantar devagar e, como no meu relato, bati com a borda da mesa. Quando coloquei as mãos nos ombros dela, senti ela tremer e quando beijei seu pescoço, ela suspirou, mas não disse "Não" nem nenhuma outra frase de rejeição, muito menos quando apoiei meu pau contra suas nádegas. Também não disse nada quando acariciei seus peitos e muito menos quando minha mão apertou sua buceta, só suspirou e estremeceu.
Mamãe chorava baixinho quando virei ela e apertei contra meu corpo enquanto minha boca procurava a dela. Beijei ela profundamente e mamãe gemeu, eu a tinha apertada com força contra a bancada e esfregava meu pau contra sua buceta. Minhas mãos desceram até a borda da saia e comecei a levantar, acariciando suas coxas quentes.
"Não" repetiu, tentando uma resistência na qual nem ela mesma acreditava mais. Quando minhas mãos acariciaram suas nádegas, ela estremeceu e eu soube que já tinha aceitado que estava perdida. Tirei sua calcinha enquanto a beijava e depois me abaixei para tirá-la, então vi pela primeira vez sua buceta, ALI DE ONDE EU TINHA VINDO, EU SÓ PENSAVA EM ENGRAVIDAR ELA. Tinha os lábios inchados e cobertos por uma espuma branca, ela estava ficando molhada pra caralho e quando passei a língua, mamãe se sacudiu em meio a um orgasmo irreprimível e tremendo, enquanto eu tinha abaixado minha calça e a cueca e, com minha mão esquerda descobrindo a glande, comecei a me levantar... ...e empalei ela até o talo.
Os pés de mamãe saíram do chão, todo o peso dela estava sustentado pelo meu pau e pelas minhas mãos que a seguravam pelas nádegas, ela colocou as mãos em volta do meu pescoço e eu apoiei ela contra a bancada e comecei a meter e tirar furiosamente, o tesão nos dominava e a gente transava como se a vida dependesse daquele orgasmo que estávamos prestes a ter. Mamãe gritou e jogou a cabeça para trás com a boca bem aberta quando eu mordi seu pescoço e comecei a Gozei dentro da buceta dela, ela se sacudia louca no meio de um gozo violento enquanto eu pensava que nunca mais na vida ia sentir o que estava sentindo naquele momento.
Ficamos juntos por um tempão com os sexos pulsando forte enquanto mamãe acariciava meu pescoço com a respiração quente dela, depois sussurrou no meu ouvido: «Fazia tanto tempo que não… Como eu precisava disso!»
Enquanto apertava as bundas redondas dela e com a ponta do dedo acariciava suavemente o cu dela, falei: «Te prometo que nunca mais vai te faltar, vou ser seu amante pelo resto das nossas vidas, mamãe querida.»
Mamãe gemeu e mordeu de leve a minha orelha: «Meu docinho de filho, não vai ainda, deixa eu sentir você mais um pouco.»
Eu também queria sentir ela mais um pouco, ainda mais porque tava recuperando a ereção e mamãe merecia outro orgasmo depois de tanto tempo sem, consegui dar um orgasmo nela depois de, dessa vez, meter um bom sexo anal.
Naquela noite, tia Ana veio jantar, quando terminamos e estávamos tomando café na sala, ela me disse: «Issac, sua mãe me contou o que aconteceu de manhã e tivemos uma longa conversa…»
Olhei pra mamãe reprovando a indiscrição, mas tia continuou… então concordamos que chegou a hora de te contar algo que até agora escondemos de você: «Issac, sua mãe e eu somos amantes desde a nossa primeira adolescência.»
Devo ter aberto a boca exageradamente, mas o espanto era enorme, enquanto tia continuava falando: «Sim, somos lésbicas, sempre fomos até o dia que sua mãe conheceu seu pai e eu conheci meu ex-marido, então descobrimos a heterossexualidade e nos convencemos de que o estado ideal de uma mulher é a bissexualidade e acabamos casando com nossos namorados.»
Quase caí do sofá onde estava sentado, então minha mãe e minha tia… Agora entendia muitas coisas, mas tia continuou: «É o estado perfeito da sexualidade, cem por cento do prazer, mas um dia seu pai nos encontrou no…» cama, contou pro meu marido e nós dois fomos abandonados, então perdemos a metade masculina que nos completava e nos contentamos em nos amar uma à outra como fazíamos desde jovens, mas esta manhã esse equilíbrio delicado se quebrou, agora sua mãe tem um amante homem».
Nessa altura eu já estava muito atordoado e ouvia tia Ana entrecortadamente misturada com meus pensamentos confusos, mas o que veio depois foi muito mais claro: «Nosso relacionamento agora sofre um desequilíbrio porque ela recuperou a totalidade da sexualidade dela e eu fiquei só com a minha metade, a menos que…»
Embora eu já estivesse disposto a ouvir quase qualquer coisa, o que tia Ana disse ainda me surpreendeu… «Que você também seja meu amante, assim a gente recomporia o equilíbrio quebrado por você esta manhã».
Se eu fosse crente, teria caído de joelhos e elevado preces de agradecimento e entoado cânticos de louvor ao Senhor, tia Ana me esquentava horrores desde minha mais tenra pré-adolescência, por ela eu tinha me esgotado inúmeras e sublimes punhetas, é que tia tinha a melhor bunda que já vi na minha vida e os peitos dela eram duas maravilhosas obras de arte. Mamãe tem corpo de adolescente, mas tia é mais alta e tem corpo de mulherão mais do que de mulher, lembro que quando íamos de férias os homens olhavam pra tia na praia sem nenhum disfarce, é que, sem chegar a ser exuberante, ela tem um corpão tremendo.
Fiquei sem falar por uns minutos tentando entender que não era um sonho o que tinha ouvido, mas finalmente reagi e respondi: «Tia, mamãe, vocês são as duas pessoas que mais amo no mundo e a felicidade de vocês é a minha. Não só vou transar com as duas, como vou fazer de todo coração e vou amar vocês incansavelmente como merecem, mas também vou aproveitar o amor de vocês como testemunha privilegiada e vou ajudar enquanto vocês me mostram como duas mulheres se amam, a partir de hoje seremos amantes maravilhosos e apaixonados» Mamãe, Emocionada até as lágrimas com minha resposta, ela interveio: «Meu filho, você não imagina a felicidade que me dá te ouvir, prometo te fazer gozar de um jeito que você nunca imaginou, e com a tia a gente vai se amar pra você olhar e também curtir vendo duas sapatonas se pegando, mas chega de conversa e vamos pra cama mostrar o que estamos dispostos a dar um pro outro»
Então elas se levantaram, me pegaram pelas mãos e fomos pro quarto. No caminho, apertei a bunda delas enquanto me olhavam sorrindo. Quando chegamos no quarto, enquanto minha mãe tirava os cobertores da cama, eu e a tia já nos beijávamos feito loucos.
A tia tava com um tesão do caralho por causa da longa abstinência de pica que ela tinha sofrido, igualzinho a minha mãe, e a gente tirava a roupa quase que desesperadamente. Finalmente, quando ela tava completamente pelada, eu não conseguia acreditar que aquela pedaço de mulher gostosa tava tremendo nos meus braços enquanto eu apertava e beijava ela. Caímos na cama e nos reviramos igual uns alucinados até que eu virei ela de costas e enfiei minha boca na buceta melada dela e dei um boquete foda. Me levantei, fiquei de joelhos entre as pernas dela, com a pica na mão, pronto pra meter, mas a tia disse as palavras mais maravilhosas que eu já imaginei ouvir nos meus sonhos mais quentes: «Enfia tudo no meu cu»
E virando de costas, ela me mostrou a bunda. A visão daquele rabo enorme me deixou tonto. Nisso, minha mãe tava deitada do nosso lado e já tinha começado a se masturbar com gosto. Engoli seco e pensei: «Vou comer a bunda dos meus sonhos». Mas antes não consegui me segurar e lambi ela bem devagar, saboreando. Era uma delícia.
Quando enfiei, fiquei surpreso com a facilidade que deslizou dentro do cu molhado. A tia quase nem gemeu, ela tava muito acostumada a levar pelo rabo e, claramente, curtia tanto quanto pela buceta. Apoiei as mãos nos ombros dela e comecei a bombar com toda força, perdi a cabeça completamente, porque eu tava realizando a maior das fantasias. da minha vida inteira, comer o cu da tia Ana.
Enquanto isso, mamãe estava presa numa corrente de orgasmos e se masturbava com as duas mãos enquanto via meu pau entrando e saindo do cu da amante dela de toda a vida. Tia tinha a boca enfiada no travesseiro, mas não conseguia evitar que os gemidos dela fossem ouvidos como o rugido de uma leoa no cio, logo ela ia gozar.
Percebi pelo jeito que os nós dos dedos dela ficaram brancos de tanta força que ela apertava o travesseiro, tia Ana estava gozando e eu queria chegar junto com ela, então redobrei a velocidade das minhas bombadas até ejacular que nem um cavalo. Mesmo mordendo o travesseiro com toda força, tia não conseguiu abafar os gritos, ela também gozou como uma gostosa enquanto eu mordia a nuca dela e mamãe levantava os quadris da cama num último e brutal orgasmo, o quarto se encheu de gritos, gemidos e ofegos, era a melhor coisa que eu tinha vivido na minha vida inteira.
Depois de um tempo, tia me disse: «Issac, você tá me machucando». Aí percebi que ainda estava mordendo ela e pedi desculpas, tia respondeu: «Tudo bem, só não quero que fique a marca dos seus dentes e o pessoal ria quando me ver». Sorri e beijei o pescoço da tia.
Quando tirei ele, tia Ana suspirou e disse pra mamãe: «Você não mentiu, ele é um puta garanhão e é bem dotado»
Mamãe sorriu orgulhosa: «Viu que não exagerei, te falei que meu menininho tinha um instrumento lindo»
Fiquei vermelho com tantos elogios, mas agora tinha uma grande curiosidade que queria satisfazer: «Mamãe, tia, agora quero ver vocês duas, eu nunca estive com duas sapatonas»
«Nós nunca tínhamos estado juntas com um homem» Respondeu mamãe e completou: «É extremamente excitante ver sua parceira ser penetrada. Deixa eu deitar do lado dela que tô morrendo de vontade de beijá-la»
Pulei para o lado da cama, mamãe e tia se abraçaram e começaram a se beijar ofegando de tesão, estavam pegando fogo! Se reviravam se beijando, se mordendo, enfiando os dedos... Às vezes mamãe estava embaixo e outras em cima e de repente estavam fazendo um 69 ou uma ficava de bruços e a outra esfregava a pussy no cu dela ou lambia.
Eu tinha ficado tão excitado que estava com uma ereção completa de novo e estava ajoelhado ao lado delas metendo a mão também quando podia, percebi que isso as excitava muito porque toda vez que enfiava um dedo em alguma delas em algum buraco, elas gemiam e se beijavam ainda mais furiosamente, mas ninguém é de ferro também e num momento em que mamãe ficou por cima me dando as costas, não consegui me segurar.
Ela apertou os olhos bem forte e o rosto se crispou numa careta de dor e um gemido longo escapou da boca dela quando eu a empalei, tia me olhou sorrindo e disse: «Espera que eu separo as bandas dela»
A visão das mãos da tia segurando as nádegas da mamãe e abrindo-as quase me fez gozar, então tia me avisou: «Devagar que sua mãe dilata lentamente, dá tempo pra ela»
Eu não podia acreditar que isso estava acontecendo de verdade, naquela manhã eu tinha comido minha mãe e agora tinha acabado de comer minha tia, meu maior fetiche sexual, e agora estava metendo no cu da minha mãe, isso era milagroso.
Mas não queria me distrair porque mamãe merecia toda a minha atenção, aquele cu era maravilhoso e ela tinha começado a gozar como uma puta, tia e ela se beijavam e mordiam a boca enquanto meu pau entrava e saía daquele vulcão que parecia que ia entrar em erupção a qualquer momento, o esfíncter tinha dilatado e estava vermelho pelo atrito, meu pau agora entrava e saía mais rápido e eu sabia que não ia aguentar muito mais.
Minhas estocadas estavam cada vez mais fortes e o corpo da mamãe sacudia com meus empurrões, subia e descia flutuando sobre os peitos magníficos da tia Ana, de repente os três estávamos gritando porque o orgasmo avançava como uma onda gigantesca que ia nos arrasar.
Finalmente, a onda quebrou e mamãe, apoiando nas mãos, se ergueu e jogando a cabeça para trás gritou enlouquecida enquanto eu enterrava a pica até as bolas e mantinha ela bem penetrada enquanto gozava fortes jatos de porra quente e mordia o pescoço dela com toda a força, tia levantou os quadris e mamãe ficou apertada entre os dois corpos que mais amava na vida, o filho dela e a tia Ana.
Descansamos abraçados, eu no meio com mamãe e tia com os peitos dela contra o meu peito, era um sonho — quatro peitos! Elas me beijavam e acariciavam o tempo todo, as mãos delas não me davam trégua e se dividiam entre minha pica e minhas bolas enquanto me davam beijos na boca alternadamente, era um momento mágico. Claro que com tantos estímulos era impossível ficar calmo por muito tempo e minha juventude reagiu rapidamente e ambas receberam, repetidamente, o que estava faltando há tanto tempo. Já era dia quando elas dormiram abraçadas e com a cara de felicidade mais enorme que eu já tinha visto nelas, eu levantei pra beber água porque tava com sede.
Passou quase um mês e meio quando minha mãe me disse que era urgente a gente se ver na casa da tia Ana. Quando cheguei, minha mãe ainda não tinha chegado, mas a tia Ana me contou que tava grávida, que o bebê seria meu ou é meu, foi como se tivessem jogado um balde de água fria em mim. E quando minha mãe bateu na porta e viu que eu já tava lá, ela me abraçou e disse: "Parabéns, você vai ser pai! Sua tia Ana não podia ter encontrado pai melhor pro filho ou filha dela, tô muito feliz, é como se eu tivesse engravidado a Ana. Esse bebê vai ter o sangue das duas, vai ser como se fosse nosso bebê." Se ela soubesse que quem eu queria engravidar era ela, azar o meu, talvez.
Aí eu lembrei do conto que tinha começado a escrever e decidi terminar ele, agora tinha um final perfeito. Enquanto assinava e colocava meu endereço de e-mail, pensava na ironia: comecei escrevendo um conto de ficção e, inesperadamente, ele se transformou numa história real. Tomara que vocês gostem, quem sabe até me mandem um feedback. mereço um bom comentário ou seus pontos.
Atenciosamente, seu amigo Isaac
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3 comentários - Minha mãe descobre minha fantasia