Lola, mi sobrina

Tava à toa e tinha combinado de encontrar um amigo, o plano era ir pra puteiro, pegar geral por aí, ele disse que tinha uma fofoca de uma prima de uma festa que era privada e ficava muito boa, vamos, ele fala, a gente come ou come a minha prima. A prima: uma morena divina, umas tetas enormes e muito puta, de vez em quando a gente saía, bebia e ela afrouxava com certeza, uns gozos lindos que a negra tirava da gente. O problema é que chegamos lá, ela mandou a localização, disse que era um casal que organizava festinhas e todo mundo se pegava. A parada é que quando fui me aproximando, notei que conhecia a área, quando parei o carro era a casa da minha sobrinha, minha sobrinha Lola, ela 23 anos, gata, umas tetas muito boas e uma raba que eu já tinha batido várias punhetas pensando em meter. O marido um cara noiado que não liga pra porra nenhuma, tiveram várias brigas onde se separavam mas no final sempre voltavam. Aí pergunto pro meu amigo: é aqui mesmo a festinha? Sim, ele fala, minha prima me mandou a localização e ela tá lá dentro, vou chamar ela pra sair. E aí ela apareceu, uma morena incrível, um par de tetas muito bom. Oi, gurias, podem entrar, vocês não sabem como tá bom. Ao entrar, tinha várias minas, uns caras e no fundo do salão um cara sentado com o pau pra fora e uma mina chupando ele desesperadamente. Eu procurava minha sobrinha mas não via ela nem o marido. Me serviram algo, era pra fumar e bala, então mandamos ver em tudo que ofereceram. E nisso o cara aos gritos tava gozando, todo mundo aplaudindo. E aí falam: a gatinha chupa você e ganha quem aguentar mais, o cara tá em segundo, quem ganha come ela como quiser. Vou me inscrever, já vou, meu amigo fala. E nisso ouviram: aqui tem um que participa, e me jogaram na frente. Todo mundo aplaudiu. Vem o cara que tinha gozado e fala: Moris, é um inferno chupar pau com essa garota. Nisso eu dou um passo à frente e vejo a garota de olhos vendados. O pau explodiu. Era minha sobrinha, pelada com os mamilos durinhos incríveis, primeira vez. que eu via ela, uma buceta perfeita e depilada, e uma raba que tava me enlouquecendo, todo mundo gritando "senta, senta", então não ia perder a chance, tirei a pica pra fora e senti aí... caralho, apareceu. A prima do meu amigo chegou, minha pica tava dura igual um mastro, sentei. A Lala passou a mão e falou "mmmmm, minha" e meteu na boca. Começou a chupar pra caralho, e eu só curtindo. Aí tentei segurar ela pela nuca pra meter mais fundo, e senti que não podia tocar nela, e meu amigo falando "aguenta e come ela, porra". Então comecei a pensar em números, na professora de matemática do terceiro ano, mas tavam me dando a melhor chupada de pica da minha vida. Minha sobrinha era a melhor e podia ser ela se esfregando naquela buceta molhada de vez em quando. Ela chupava e eu não aguentava mais, fazia força mas a putaria de ver ela chupando minha pica era mais forte, e mais o tesão dos caras aplaudindo e contando o tempo. Agüentei o quanto pude e me soltei, comecei a encher a boquinha dela de porra. Ela engolia e um pouco escapava pelo canto dos lábios, eu continuei gozando jorros e ela engolia tudo, ainda com os olhos vendados. Ela levantou e falou no meu ouvido "amo sua pica, depois me chama", e saiu. Passaram vários caras, ela chupou a pica de todos. Até que finalmente a prima do meu amigo apareceu com um caderno dos tempos, e falou "é isso, mano, você é o vencedor, que putinho, vai comer essa gostosa, filho da puta". Eu fui atrás dela, mas falaram "foi tomar banho e beber algo, depois te espera no quarto". E minha pica deu um pulo do caralho. Até aqui a primeira parte, aguenta aí que continuo à tarde.

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