Minha mãe e o jogo das eliminatórias - Peru

Quem já conhece meus contos já sabe o que esperar deles. A isso, adiciono um ingrediente novo: a nacionalidade. Acho um contraste muito excitante nisso.
Pra quem não conhece, saibam que este é um conto de temática cuck, onde a protagonista é minha mãe.
Aproveitem.



Minha mãe e o jogo das eliminatórias - Peru


Já passava das 12 e eu tava voltando pra casa com minha mãe. Na mesma hora, a seleção tava jogando. Era um horário meio estranho pra gente, mas lembra que o jogo era no Peru e lá o fuso é diferente.

Passamos por um bar e vi na tela que a gente tava ganhando de 2 a 0. Não consegui segurar a comemoração e comecei a zoar o rival. No caso, o Peru. O que eu não percebi é que o dono do bar era peruano, e o gesto não caiu nada bem.

Lá dentro tinha só uns caras, mas tavam bem putos por perder em casa. Sem pensar, alguns saíram pra me encarar. Discutimos um pouco, agora eu tinha que aguentar por ter aberto a boca. Minha mãe ficou no meio, tentando acalmar os ânimos.

"Para, para! Vai pra casa!" Ela falou.

Aquele bar ficava na esquina de casa.

"Vai, que eu falo com esses senhores." Ela disse.

Os caras eram frequentadores do lugar, então a gente já conhecia de vista.

Não queria ir, mas obedeci e fui pra casa.

"Desculpa meu filho, às vezes ele fala sem pensar." Mamãe disse.

A dona não passou despercebida pra aqueles caras, que ficaram de olho nela de cima a baixo. Também conheciam o bairro. Não era raro vê-la passando com as sacolas do mercado, e eles se deliciavam admirando o corpo dela.

Mamãe era uma mulher baixinha, branca e de quadril largo. Como podem imaginar, a bunda dela era o melhor atributo. Ela tinha se arrumado porque eu a convidei pra ver um show de presente de Dia das Mães, que tinha sido no domingo.

"Seu filho nos ofendeu, senhora." Disse um dos presentes, visivelmente bêbado.

"Bom, vocês sabem como são os meninos. É só uma brincadeirinha. Certeza que ele tá bem arrependido." Ela respondeu, tentando amenizar a situação.

"Isso não é brincadeira, senhora. Tamos bem irritados."

"É, eu entendo. Mas peço pra vocês se acalmarem. Amanhã ele passa e pede desculpas. Relaxa um pouco. É só um jogo de futebol."

"Não é só um jogo de futebol. Seu filho não pode falar essas coisas assim, do nada. Nada disso. Ela vai ter que aprender a lição."

"Aqui não se brinca."

Agora eram três caras cercando minha mãe, fazendo ela entrar no bar.

Estavam fechando as persianas, mas eles ficaram lá dentro. Tocava uma cumbia peruana como se estivessem comemorando apesar da derrota.

Não tinha sido uma noite ruim. Agora tinham alguém pra afogar as mágoas. Uma coroa argentina que, toda vez que passava perto deles, olhava pra outro lado.

Uma mulher com ares de superioridade que, com certeza, pensava mal deles. Filho de peixe, peixinho é. Era hora de dar uma lição, tanto no filho quanto na mãe.

"Issooo, chupa, mamãe, continua mamando."

"Gostou da pica peruana, dona?
Minha mãe e o jogo das eliminatórias - PeruA verdade é que ela não conseguia responder porque tinha a boca ocupada. A deixaram de joelhos e a obrigaram a engolir aqueles cacetes imponentes. Tavam comendo ela pela boca enquanto continuavam humilhando ela.

Pararam um momento, ela pensou que era pra recuperar o fôlego, mas tava muito enganada.

Levantaram o vestido dela e puxaram a calcinha dela bruscamente, fazendo ela deitar de costas numa mesa.

"Ahh, nãoo". Ela gemeu enquanto a colocavam na beirada da mesa.

RING RING, o celular dela tocava enquanto o pau de um dos peruanos entrava devagar na buceta dela.

"Ohhh, isso, mamãe. Que apertadinha que você tem essa pussy.
milfMamãe sentia como aquele pau entrava e saía, fodendo ela cada vez mais rápido e mais forte.

"Ahhh AHHH UHHHH" Ela gemia enquanto era macetada sem piedade.

Já estava começando a me preocupar, minha mãe não atendia o telefone. Eu ia sair quando recebi uma mensagem dela.

"Filho, estou tomando uma cerveja com os senhores do bar. Não se preocupa, estou muito bem. Vou pra casa daqui a pouco. Não me espera acordado. Beijo."

Achei estranho, mas fiquei tranquilo. Enquanto isso, aquele cara aumentava o ritmo das estocadas. Parecia que ia partir ela ao meio. Fazia tanto tempo que não era comida daquele jeito. Ela não admitia, mas também estava adorando.

Ele não aguentou mais e tirou o pau pra gozar nela, sujando todo o vestido dela.

O próximo esperava ansioso pela vez dele. Virou ela e colocou de quatro. Ela se apoiava naquela mesma mesa.
maeMeteu o pau duro e também não conseguia acreditar que a buceta dela fosse tão apertada. Sem dúvida, ele ia curtir muito a minha mãe.

"OHHHH OHHHHH". Os gemidos dela se misturavam com o som das bolas do cara batendo na bunda dela. Era aquele barulho típico de tapa, e como minha mãe tinha uma rabeta grande, ecoava bem alto.
filhoEsse durou menos. Não aguentou mais e gozou no cu dela, sujando as pernas carnudas dela.

O cara que veio me encarar no começo não tinha feito nada até agora. Tava esperando o momento perfeito pra atacar, e era agora.

Minha mãe tava em cima da mesa, com a bunda empinada. Ele chegou com o pau duro igual aço e enfiou direto no cu dela.

"AHHHHHHHHH" mamãe gritou. Os olhos dela pareciam que iam saltar das órbitas.

O pau daquele filho da puta tava estreando o cu dela. O pau dele era um aríete batendo na porta dos fundos da minha mãe. Com muita satisfação, ele abria caminho e enterrava cada vez mais fundo. Também estimulava o clitóris dela, causando um puta prazer.
cornudoVocê gosta, putinha? Gosta, hein?"

"AHHH sim . SIM, EU AMOO". Ela gemia, completamente entregue a ele. Sentia uma mistura de dor e prazer. Sem dúvida, era algo muito intenso.

"OHHH OHHHHH OUUUHHHHH". Gemeu até ter o orgasmo mais forte da sua vida. Suas pernas não paravam de tremer.

Tinha molhado o chão inteiro, mas ele ainda não tinha terminado.

Ele se aproximou dela e começou a bater uma punheta, apontando para o rosto dela.

"Aí vem, putinha. Abre bem essa boquinha."

Não terminou de falar a frase e já lançou vários jatos de porra grossa no rosto da minha mãe.
NTRAhhh isso foi incrível, vagabunda. Já pode ir pra sua casa pra seu filho não desconfiar. Tamos quites agora."

Disse enquanto o velhinho do caixa olhava resignado. Ele ainda tinha esperança de pelo menos receber um boquete da milf. Talvez fosse numa outra ocasião.

Umas 2 da manhã minha mãe voltou pra casa. Eu tava deitado. Achei estranho ela ter ligado a máquina de lavar naquela hora. Coisa de mãe que não consegue parar um minuto de cuidar das tarefas domésticas. Sempre tão obcecada com limpeza...

Também tomou um banho. Parece que o dia tinha sido longo e ela precisava relaxar um pouco.

No dia seguinte passei no bar. Tinham aberto tarde. Me desculpei com eles pelo que tinha acontecido no dia anterior. Estranhamente, eles estavam com uma atitude meio metida.

"Fica tranquilo, amigo, já tá tudo certo. Pode ficar de boa. Quando quiser, pode vir com sua mãe tomar uma cerveja.


FIM


Se gostaram, deixem pontos, fiquem à vontade pra comentar também.
Até a próxima!

1 comentários - Minha mãe e o jogo das eliminatórias - Peru

Excelente relato, como nos tienes acostumbrado. Esperemos que vuelvas con mas historias de tu y tu madre. Saludos y besos en la cola a tu madre 😁😏😉
jaja gracias! Saludos.