~Olha como escorre pelas pernas dela! —exclamou Verbouc, enfiando nervosamente a mão entre as coxas de Júlia—. Que vergonha! —Escorreu até os pezinhos lindos dela —observou Ambrósio, levantando uma das pernas bem torneadas dela, fingindo que ia examinar as botas finas de cabritilha, onde dava pra ver mais de uma gota de porra, enquanto com olhos de fogo explorava avidamente a fenda rosada que ficou exposta ao olhar dele.
Delmont gemeu de novo.
—Ah, meu Deus, que beleza! —gritou Verbouc, dando um tapa nas nádegas redondas dela—. Ambrósio: proceda pra evitar qualquer consequência possível de um fato tão fora do comum. Só a gozada de um homem vigoroso pode remediar uma situação dessas.
—É, verdade, tem que administrar pra ela —murmurou Ambrósio, cujo estado de excitação durante esse intervalo pode ser mais imaginado do que descrito.
A batina dele levantava visivelmente na frente, e todo o comportamento dele denunciava as emoções violentas.
Ambrósio tirou a batina e soltou o pau enorme, cuja cabeça vermelha e inchada parecia ameaçar os céus.
Júlia, apavorada, fez um movimento fraco pra fugir enquanto o senhor Verbouc, contente, segurava ela exibindo ela toda.
Júlia olhou pela segunda vez pro pau terrivelmente duro do confessor dela, e, adivinhando as intenções dele pela experiência de iniciação que acabara de passar, quase desmaiou de pânico.
Ambrósio, como se quisesse ofender os sentimentos dos dois — pai e filha — deixou os órgãos genitais enormes totalmente expostos, e balançou o pênis gigantesco na cara deles.
Delmont, presa do terror, e se sentindo nas mãos dos dois conspiradores, prendeu a respiração e se refugiou atrás de Cielo Riveros, que, totalmente satisfeita com o sucesso do plano, ficou aconselhando ela a não fazer nada e deixar eles fazerem o vontade.
Verbouc, que vinha brincando com os dedos nas partes íntimas molhadas da pequena Júlia, entregou a garota à fúria lasciva do amigo, preparando-se para curtir seu passatempo favorito de assistir ao estupro.
O padre, fora de si por causa da luxúria que o dominava, tirou as roupas mais íntimas, sem que o pau perdesse a rigidez durante a operação, e partiu pra deliciosa tarefa que o esperava. "Finalmente é minha", murmurou.
Ambrósio agarrou a presa na hora, passou os braços em volta do corpo dela e a levantou no ar pra levar a garota trêmula até o sofá próximo e se jogar sobre o corpo nu dela. E se entregou de corpo e alma pra se satisfazer. A arma monstruosa dele, dura como aço, já tocava a bucetinha rosada, que, embora tivesse sido lubrificada pelo esperma do senhor Delmont, não era um buraco confortável pro pênis gigantesco que a ameaçava agora.
Ambrósio continuava seus esforços, e o senhor Delmont só conseguia ver, enquanto a figura do padre se contorcia sobre o corpo da filhinha, uma massa negra e sedosa ondulando. Com experiência de sobra pra não ser atrapalhado por muito tempo, Ambrósio foi ganhando terreno, e era senhor de si o bastante pra não se deixar levar cedo demais pelo prazer. Venceu toda resistência, e um grito dilacerante de Júlia anunciou a penetração do imenso cacete.
Grito após grito foram se sucedendo até que Ambrósio, finalmente bem enterrado dentro da jovenzinha, percebeu que não podia ir mais fundo, e começou os deliciosos movimentos de bombear que dariam fim ao prazer dele, ao mesmo tempo que à tortura da vítima.
Enquanto isso, Verbouc, cuja luxúria tinha despertado com violência ao ver a cena entre o senhor Delmont e a filha, e a que subsequentemente protagonizaram aquele homem insensato e a sobrinha, correu até Cielo Riveros e, tirando-a do abraço em que o infeliz amigo a segurava, abriu ela na hora. pernas, lançou um olhar para seu orifício e, com um único empurrão, afundou seu pau em seu corpo, para sentir as emoções mais intensas, numa buceta já bem lubrificada pela abundância de porra que havia recebido.
Ambos os casais estavam naquele momento entregues à sua copulação delirante, num silêncio quebrado apenas pelos gemidos da semiconsciente Júlia, o arfar da respiração do bárbaro Ambrósio, e os gemidos e soluços do senhor Verbouc.
A cavalgada ficou mais rápida e deliciosa. Ambrósio, que à força havia enfiado na estreita fenda da garota seu pau gigantesco, até a moita de pelos pretos e crespos que cobriam sua base, estava lívido de luxúria. Empurrava, impelia e investia com a força de um touro, e se não fosse porque a natureza finalmente a favoreceu, levando seu êxtase ao ápice, ele teria sucumbido aos efeitos de tamanha excitação, caindo presa de um ataque que provavelmente impossibilitaria para sempre a repetição de uma cena semelhante.
Um grito forte escapou da garganta de Ambrósio. Verbouc sabia bem o que aquilo significava: ele estava gozando. Seu êxtase serviu para apressar o outro casal, e um uivo de luxúria encheu o ambiente enquanto os dois monstros inundavam suas vítimas de líquido seminal. Mas não bastou uma vez; foram precisas três descargas da prolífica essência do padre na matriz da tenra jovem para que a febre de desejo que o dominava se acalmasse.
Dizer simplesmente que Ambrósio tinha gozado não daria uma ideia real dos fatos. O que ele realmente fez foi lançar verdadeiros jorros de porra no interior de Júlia, em jatos grossos e fortes, enquanto não parava de soltar gemidos de êxtase a cada uma daquelas injeções viscosas que corriam ao longo de sua enorme uretra e fluíam em torrentes dentro do dilatado receptáculo. Passaram-se alguns minutos antes que tudo terminasse, e o brutal padre abandonasse Sua vítima ensanguentada e rasgada.
Ao mesmo tempo, o senhor Verbouc deixava expostas as coxas abertas e a buceta lambuzada da sobrinha, que ainda jazia no transe sonolento que se segue ao prazer intenso, sem se importar com a grossa exsudação que, gota a gota, formava uma poça no chão entre suas pernas enfiadas em seda.
— Ah, que delícia! — exclamou Verbouc. — Afinal, encontra-se prazer no cumprimento do dever, não é mesmo, Delmont?
E, virando-se para o sujeito desejado, continuou:
— Se o padre Ambrósio e eu não tivéssemos misturado nossas humildes oferendas com a essência prolífica que você parece aproveitar tão bem, ninguém poderia prever que desgraça teria acontecido. Ah, sim! Não há nada como fazer as coisas direito, não é verdade, Delmont?
— Não sei; me sinto doente, estou como num sonho, sem por isso ser insensível às sensações que me provocam um renovado prazer. Não posso duvidar da sua amizade... de que saberão manter o segredo. Gozei muito, e no entanto continuo excitado. Não saberia dizer o que desejo. O que será, meus amigos?
O padre Ambrósio se aproximou e, pousando sua mãozona no ombro do pobre homem, deu-lhe ânimo com algumas palavras sussurradas em tom reconfortante.
Como uma pulga que sou, não posso me dar ao luxo de mencionar quais foram tais palavras, mas surtiram o efeito de dissipar logo as nuvens de horror que obscureciam a vida do senhor Delmont. Ele se sentou e, aos poucos, foi recuperando a calma.
Júlia, já recuperada também, sentou-se ao lado do padre fornido, que do outro lado tinha Cielo Riveros. Já fazia um tempo que ambas as moças se sentiam mais ou menos à vontade. O santo varão falava com elas como um pai bondoso, e conseguiu que o senhor Delmont abandonasse sua atitude retraída, e que esse homem honrado, após uma boa dose de vinho, começasse também a se sentir à vontade no ambiente em que se encontrava. Logo os vigorizantes Os vapores do vinho fizeram efeito no senhor Delmont, que começou a lançar olhares ávidos para a filha. Sua excitação era evidente, e se manifestava no volume que se notava sob suas roupas.
Ambrosio percebeu seu desejo e o incentivou. Levou-o até Julia, que, ainda nua, não tinha como esconder seus encantos. O pai a olhou com olhos onde predominava a luxúria. Uma segunda vez já não seria tão pecaminosa, pensou.
Ambrosio assentiu com a cabeça para encorajá-lo, enquanto Cielo Riveros desabotoava suas calças para pegar seu pênis ereto, apertando-o suavemente entre as mãos.
O senhor Delmont entendeu a posição, e poucos instantes depois estava em cima da filha. Cielo Riveros conduziu o membro incestuoso aos lábios vermelhos da buceta de Julia, e após mais algumas empurradas, o pai semienlouquecido havia penetrado completamente o interior do corpo de sua linda filha.
A luta que se seguiu foi intensificada pelas circunstâncias daquela conexão horrível. Após um galope brutal e rápido, o senhor Delmont gozou, e sua filha recebeu no fundo de seu jovem útero as emissões culpadas de seu pai desnaturado.
O padre Ambrosio, em quem predominava o instinto sexual, tinha outra fraqueza: a de pregar. Fez isso por uma hora, não tanto sobre temas religiosos, mas se referindo a outras questões mais mundanas, que certamente não costumam ser sancionadas pela santa madre igreja. Nessa ocasião, fez um discurso que não consegui acompanhar, então decidi dormir na axila de Cielo Riveros.
Não sei quanto tempo mais sua dissertação teria durado, mas naquele ponto a gentil Cielo Riveros pegou seu enorme penduricalho entre suas mãozinhas e começou a fazer cócegas nele, e o bom homem foi obrigado a fazer uma pausa, justificada pelas sensações despertadas por ela.
Verbouc, por sua vez, que como lembram só queria mesmo uma buceta bem lubrificada, apenas Ele se preocupava com o bem lubrificado que estavam as deliciosas partes íntimas da recém-conquistada para a causa, Julia. Além disso, a presença do pai contribuía para aumentar o apetite, em vez de ser um impedimento para que aqueles dois homens libidinosos se abstivessem de aproveitar os encantos da filha dele. E Cielo Riveros, que ainda sentia o esperma escorrendo de sua buceta quente, era presa de desejos que as batalhas anteriores não tinham conseguido apaziguar por completo.
Verbouc começou a cuidar de novo dos encantos infantis de Julia, aplicando-lhe toques lascivos, passando as mãos impudentemente sobre as redondezas de suas nádegas, e deslizando de vez em quando os dedos entre as colinas. O padre Ambrósio, não menos ativo, tinha passado o braço em volta da cintura de Cielo Riveros, e, aproximando o corpo semidesnudo dela para si, depositava beijos ardentes em seus lindos lábios.
Enquanto ambos os homens se entregavam a essas brincadeiras, o desejo se comunicava em suas armas, avermelhadas e inflamadas pelo efeito dos sarros anteriores, e firmemente eretas com a ameaçadora mira posta nas jovens criaturas que estavam em seu poder. Ambrósio, cuja luxúria nunca precisava de grandes incentivos, logo se apossou de Cielo Riveros. Ela se deixou deitar no sofá que já tinha sido testemunha de dois encontros anteriores, onde, nada relutante, pelo contrário, continuou estimulando o caralho nu e flamejante, para depois permitir que ele se introduzisse entre suas coxas, favorecendo o ataque desproporcionado o máximo que pôde, até enterrar por completo em sua fenda molhada o terrível instrumento.
O espetáculo excitou de tal modo os sentimentos do senhor Delmont, que ficou evidente que ele não precisava mais de estímulo para tentar um segundo golpe assim que o padre terminasse seu ataque. O senhor Verbouc, que durante algum tempo ficou lançando olhares lascivos para a filha do senhor Delmont, também estava em condições de gozar mais uma vez. Mais. Ele refletia que as repetidas violações que ela já havia sofrido do pai e do padre a teriam deixado preparada para o tipo de trabalho que gostava de realizar, e percebia, tanto pela visão quanto pelo tato, que suas partes íntimas estavam suficientemente lubrificadas para satisfazer seus desejos mais profundos, devido às violentas descargas que haviam recebido.
Verboux lançou um olhar na direção do padre, que naquele momento estava entretido em gozar da sobrinha, e, aproximando-se depois de Cielo Riveros, colocou Julia sobre um sofá numa posição ideal para poder enfiar até os colhões seu membro ereto no delicado corpo dela, o que conseguiu, embora com considerável esforço.
Esse novo e intenso prazer levou Verboux às bordas da loucura; pressionando contra a bocetinha apertada da jovem, que se ajustava como uma luva, ele tremia de gozo dos pés à cabeça.
— Ah, isso é o próprio céu! — murmurou, enquanto enfiava seu enorme membro até os colhões colados na base.
— Meu Deus, que apertadinha! Que deleite lascivo!
E outra firme estocada arrancou um gemido da pobre Julia.
Enquanto isso, o padre Ambrósio, com os olhos semicerrados, os lábios entreabertos e as narinas dilatadas, não parava de se bater contra a bela boceta da jovem Cielo Riveros, cuja satisfação sexual era denunciada por seus lamentos de prazer.
— Oh, meu Deus! É... é grande demais... enorme, essa vossa coisa imensa! Ai de mim, chega até minha cintura! Oh! Oh! É demais; não tão forte, querido padre! Como empurrais! Vós me matareis! Devagar... mais devagar... Sinto vossas grandes bolas contra minhas nádegas.
— Para um momento! — gritou Ambrósio, cujo prazer já era incontrolável, e cujo gozo estava prestes a jorrar. — Vamos fazer uma pausa. Trocamos de parceira, meu amigo? Acho a ideia atraente.
— Não, oh, não! Já não aguento mais! Preciso continuar. Essa gostosa... criatura é a delícia em pessoa.
—Fica quieta, querida Céu Riveros, ou vai fazer eu gozar. Não aperta minha arma com tanta gana.
—Não consigo evitar, você me mata de prazer. Vai, continua, mas devagar. Ah, não tão brusco! Não empurra com tanta brutalidade. Céus, vou gozar! Os olhos dela se fecham, os lábios se abrem... Meu Deus! Você tá me matando, me despedaçando com essa coisa enorme. Ah! Oh! Goza, então! Goza, querido... pai... Ambrósio. Me dá sua porra quente... Ah! Empurra agora! Mais forte... mais... me mata se quiser!
Céu Riveros passou os braços brancos em volta do pescoço bronzeado dele, abriu o máximo que pôde as coxas macias e lindas, e engoliu de vez o instrumento enorme, até misturar e esfregar os pelos com os do monte de Vênus.
Ambrósio sentiu que estava prestes a soltar uma grande gozada direto nos órgãos vitais da criatura debaixo dele.
—Empurra, empurra agora! —gritou Céu Riveros, esquecendo todo o recato, e soltando a própria descarga entre espasmos de prazer—. Empurra... empurra... enfia bem fundo...! Ah, sim, assim! Meu Deus, que tamanho, que comprimento! Tá me partindo ao meio, seu bruto. Ah, ah! Tá gozando... eu sinto...! Deus... que porra! Ah, que jatos!
Ambrósio gozava furiosamente, como o garanhão que era, metendo com toda força na barriga quente debaixo dele.
Por fim, se levantou de má vontade de cima de Céu Riveros, que, livre do aperto dele, se virou pra ver o outro casal. O tio dela estava dando uma série rápida de estocadas curtas na amiguinha, e era claro que tava perto do êxtase.
Júlia, por sua vez, que tinha sido violentada e levado uma trepada violenta do bruto do Ambrósio, tava dolorida e sem energia, não sentia o menor prazer, mas deixava rolar, como uma massa inerte nos braços do atacante.
Quando, por fim, depois de mais algumas enfiadas, Verboc caiu para frente no momento de fazer sua voluptuosa descarga, a única coisa que ela percebeu foi que algo quente era injetado com força dentro dela, sem que experimentasse mais sensações além de languidez e cansaço.
Seguiu-se outra pausa após esse terceiro ultraje, durante a qual o senhor Delmont desabou num canto e aparentemente adormeceu. Começou então uma série de atividades eróticas. Ambrósio se recostou no sofá e fez com que Céu Riveros se ajoelhasse sobre ele para aplicar seus lábios em sua úmida buceta, enchendo-a de beijos e toques tão lascivos e depravados quanto se possa imaginar.
O senhor Verboc, não querendo ficar atrás do companheiro, brincou de maneira igualmente libidinosa com a inocente Júlia. Depois, a deitaram no sofá e prodigalizaram todo tipo de carícias em seus encantos, não escondendo sua admiração por seu monte de Vênus lisinho e os lábios vermelhos de sua bucetinha jovem.
Não demorou para que seus desejos se evidenciassem com o endurecimento de dois membros rígidos, outra vez ansiosos por provar prazeres tão seletos e extáticos quanto os gozados anteriormente.
No entanto, naquele momento, um novo programa foi posto em execução. Ambrósio foi o primeiro a propô-lo.
— Já nos fartamos dessas bucetas — disse ele cruamente, virando-se para Verboc, que estava brincando com os mamilos de Céu Riveros. — Agora vamos ver do que são feitos seus rabos. Essa adorável criatura seria um petisco digno do próprio Papa, e Céu Riveros tem um rabo de veludo e um cu digno de que um imperador goze dentro dele.
A ideia foi aceita na hora, e procederam a segurar as vítimas para poder realizá-la. Era monstruoso e parecia impossível consumar, dada a desproporção existente. O enorme membro do padre ficou apontado para o pequeno orifício traseiro de Júlia, enquanto Verboc ameaçava a sobrinha na mesma direção. Um quarto de hora foi gasto em os preparativos, e depois de uma cena horrível de luxúria e libertinagem, as duas jovens receberam em suas entranhas os jatos quentes das descargas ímpias. Por fim, a calma sucedeu às violentas emoções que haviam tomado conta dos atores de tão monstruosa cena, e a atenção se voltou novamente para o senhor Delmont. Aquele digno cidadão, como já mencionei antes, havia se retirado para um canto afastado, aparentemente vencido pelo sono, ou embriagado pelo vinho, ou talvez por ambas as coisas.
— Está muito tranquilo — observou Verbouc.
— Uma consciência diabólica é má companhia — observou o padre Ambrósio, com sua atenção concentrada na lavagem de seu instrumento oscilante.
— Vamos, amigo, chegou sua vez. Aqui está um presente para você — continuou Verbouc, enquanto mostrava em todo o seu esplendor, para dar o clima adequado às suas palavras, os encantos mais íntimos da quase insensível Júlia. — Levante-se e aproveite. Mas o que há com este homem? Céus! Que... o que é isso?
Verbouc deu um passo para trás.
O padre Ambrósio se inclinou sobre o infeliz Delmont para auscultar seu coração.
— Está morto — disse calmamente.
De fato, ele havia falecido. A MORTE SÚBITA É UM ACONTECIMENTO COMUM, especialmente nos casos de pessoas cujo histórico já fazia supor a existência de algum transtorno funcional, de modo que a surpresa logo dá lugar aos habituais testemunhos de condolências, e depois a um estado de resignação diante de um evento que não tem nada de estranho.A transição pode ser expressa da seguinte forma:
—Quem diria? —É possível?
—Sempre desconfiei.
—Coitado do meu amigo!
—Ninguém devia se surpreender.
Essa fórmula interessante foi devidamente aplicada quando o infeliz senhor Delmont prestou seu tributo à mãe terra, como diz o ditado comum.
Duas semanas depois que o infortunado cavalheiro abandonou esta vida, todos os seus amigos concordaram que já fazia tempo que tinham descoberto sintomas que, mais cedo ou mais tarde, teriam que ser fatais. Quase se orgulhavam da sua perspicácia, mesmo quando admitiam reverentemente os inescrutáveis desígnios da providência.
Quanto a mim, seguia minha vida mais ou menos como de costume, só que comecei a achar que as pernas da Júlia deviam ter um gostinho mais picante que as da Céu Riveros, e por isso as sangrei regularmente para meu sustento, de manhã e de noite.
Nada mais natural que a Júlia passasse a maior parte do tempo junto da sua querida amiga Céu Riveros, e que o sensual padre Ambrósio e seu protetor, o parente libidinoso da minha querida Céu Riveros, tentassem encontrar o momento oportuno para repetir as experiências anteriores com a jovem e dócil garota.
Que foi assim, posso testemunhar bem, já que minhas noites foram das mais desagradáveis e incômodas, sempre sujeita a interrupções no meu descanso pelas investidas de membros longos e peludos pelos recantos das virilhas onde eu tinha me refugiado temporariamente, e sempre em perigo de ser arrastada pelos torrentes horrivelmente grossos de esperma animal viscoso.
Resumindo, a jovem e impressionável Júlia estava completamente dominada, e Ambrósio e seu amigo aproveitavam à vontade possuindo ela. Eles tinham alcançado seus objetivos. O que lhes importavam os sacrifícios deles?
Enquanto isso, outros e bem diferentes eram os pensamentos de Céu Riveros, a quem eu tinha abandonado. Mas no fim, me sentindo até certo ponto enjoada por Pela puta frequência com que eu me entregava à nova dieta, resolvi largar as coxas da linda Júlia e voltar — *revenir à mon mouton*, como dizem os franceses — à doce e suculenta alimentação da safada da Cielo Riveros.
Foi o que fiz, e *voici le résultat*:
Uma noite, Cielo Riveros se deitou bem mais cedo que o normal. O padre Ambrósio estava fora, enviado em missão para uma paróquia distante, e seu querido e complacente tio sofria um forte ataque de gota, um problema que nos últimos tempos o atormentava com certa frequência.
A garota já tinha arrumado o cabelo pra passar a noite e também já tinha tirado algumas roupas. Estava tirando a camisola, que precisava passar pela cabeça, e no meio dessa operação, sem querer, a calcinha caiu, deixando à mostra, na frente do espelho, as belas protuberâncias e a maciez e transparência deliciosas da pele da bunda dela.
Tanta beleza teria enlouquecido até um eremita, mas, ai, não tinha nenhum asceta por perto pra se excitar. Quanto a mim, quase quebrei a maior das minhas antenas e torci minha pata direita nas contorções dela pra tirar a roupa pela cabeça.
Chegando a esse ponto, preciso explicar que, desde que o astuto padre Clemente ficou privado de aproveitar os encantos de Cielo Riveros, renovou o juramento bestial e nada piedoso de que, mesmo que fosse de surpresa, tomaria de novo a fortaleza que já tinha sido dele. A lembrança da felicidade dele arrancava lágrimas dos seus olhinhos sensuais, enquanto, por reflexo, seu enorme pau se distendia.
Clemente fez o juramento terrível de que ia foder a Cielo Riveros no estado natural, segundo suas próprias e brutais palavras, e eu, que não passo de uma pulga, ouvi e entendi o alcance daquilo.
A noite era escura e chovia. Ambrósio estava ausente e Verbouc doente e desamparado. Era inevitável que Cielo Riveros estivesse sozinha. Clemente conhecia bem todas essas circunstâncias e agiu de acordo. Encorajado por suas recentes experiências com a geografia da vizinhança, foi direto para a janela do quarto de Cielo Riveros e, encontrando-a como esperava — sem o ferrolho corrido e, portanto, aberta — entrou com toda calma e engatinhou até se enfiar debaixo da cama.
Desse ponto de vista, Clemente contemplou com o coração pulsante a toalete da linda Cielo Riveros, até o momento em que ela começou a tirar a camisa da forma que já descrevi. Então Clemente pôde apreciar a visão da garota em toda sua esplêndida nudez, e mugiu abafado como um touro.
Na posição deitada em que se encontrava, não tinha dificuldade alguma para ver da cintura para baixo o corpo inteiro dela, e seus olhos se deliciavam na contemplação dos globos gêmeos que formavam sua bunda, se abrindo e fechando conforme a garota torcia seu corpo elástico no esforço de passar a camisa por cima da cabeça.
Clemente não aguentou mais; seu desejo atingiu o ponto de ebulição e, sem barulho mas rapidamente, deslizou para fora de seu esconderijo para se levantar diante dela e, sem perder tempo, abraçou o corpo nu com uma das mãos, enquanto colocava a outra sobre seus lábios vermelhos.
O primeiro impulso de Cielo Riveros foi gritar, mas esse recurso feminino lhe era negado. Sua segunda ideia foi desmaiar, e teria optado por isso se não fosse por uma certa circunstância. Essa circunstância era o fato de que, enquanto o audacioso
O assaltante a mantinha firmemente presa junto a ele, algo duro, comprido e quente pressionava insistentemente entre suas nádegas macias, e pulsava na separação delas e ao longo de suas costas. Naquele momento crítico, os olhos de Cielo Riveros encontraram a imagem dele no espelho da cômoda, e reconheceram atrás de si o rosto feio e inchado do sensual padre, coroado por um círculo de cabelo ruivo rebelde.
Cielo Riveros entendeu a situação num piscar de olhos. Já fazia quase uma semana que ela tinha se soltado dos abraços de Ambrósio e seu tio, e esse fato teve muito a ver, claro, com o que veio depois. O que ela fez a partir daquele momento foi pura dissimulação da garota safada.
Ela se deixou cair suavemente de costas sobre a figura vigorosa do padre Clemente, e esse felizardo, acreditando que ela realmente desmaiava, ao mesmo tempo em que tirava a mão com que tapava sua boca, usou os dois braços para segurá-la.
A beleza irresistível da pessoa que ele segurava nos braços levou a excitação de Clemente quase à loucura. Cielo Riveros estava praticamente nua, e ele deslizou as mãos sobre sua pele lisa, enquanto sua arma imensa, já rígida e distendida pela impaciência, pulsava vigorosamente ao contato com a gostosa que abraçava.
Trêmulo, Clemente aproximou o rosto do dela e deu um longo e voluptuoso beijo em seus lábios doces.
Cielo Riveros estremeceu e abriu os olhos.
Clemente renovou as carícias.
— Oh! — exclamou ela langorosamente —. Como ousa vir aqui? Por favor, me solte agora! É uma vergonha!
Clemente sorriu com ar de satisfação. Sempre tinha sido feio, mas naquele momento estava realmente odioso por sua terrível luxúria.
— É verdade — disse ele —. É uma vergonha tratar assim uma garota tão linda, mas é tão gostoso, minha vida!
Cielo Riveros suspirou.
Mais beijos e um deslizar de mãos sobre seu corpo nu. Uma mão grande. E tosca se pousou sobre seu monte de Vênus, e um dedo atrevido, separando os lábios úmidos, se introduziu no interior da fenda quente para tocar o sensível clitóris.
Cielo Riveros fechou os olhos e deixou escapar outro suspiro, enquanto aquele órgão sensível começava a se distender. No caso da minha jovem amiga, não era de forma alguma um órgão diminuto, já que, por causa da massagem lasciva do feio Clemente, ele se ergueu, ficou rígido e se projetou, quase partindo os lábios por conta própria.
Cielo Riveros estava ardendo, e o brilho do desejo aparecia em seus olhos. Ela havia se contagiado e, lançando um olhar para seu sedutor, pôde ver o olhar terrível de lascívia estampado em seu rosto enquanto ele brincava com seus encantos secretos.
A garota se agitava trêmula; um desejo ardente do prazer do coito tomou conta dela e, incapaz de controlar por mais tempo seus anseios, levou rapidamente a mão direita para trás para agarrar a imensa arma que ameaçava suas nádegas, embora não tenha conseguido pegá-la por inteiro.
Os olhares de ambos se encontraram; a luxúria ardia neles. Cielo Riveros sorriu, Clemente repetiu seu beijo sensual e introduziu na boca dela sua língua inquieta. A moça não demorou a corresponder às suas carícias lascivas e deixou o campo livre tanto para suas mãos inquietas quanto para seus beijos quentes. Aos poucos, ele a atraiu para uma cadeira, na qual Cielo Riveros se sentou, esperando impaciente o que o sacerdote quisesse fazer depois.
Clemente ficou de pé diante dela. Sua batina de seda preta, que ia até os calcanhares, erguia-se proeminente na parte da frente; suas bochechas, em brasa pela violência de seus desejos, só encontravam rival em seus lábios ardentes, e sua respiração era ofegante, como um prenúncio do êxtase. Sabia que não tinha nada a temer e muito a gozar.
— Isso é demais — murmurou Cielo Riveros —, vão embora!
— Impossível, depois de eu ter me dado ao trabalho de entrar.
— Mas podem te descobrir, e então minha... sua reputação vai ficar arruinada.
—É improvável. Você sabe que estamos completamente sozinhos, e que não há chance alguma de sermos incomodados. Além disso, você é tão gostosa, minha garotinha, tão fresca, tão jovem e tão linda, que... não tire a perna; só estava colocando minha mão na sua coxa macia. O fato é que quero te foder, querida.
Cielo Riveros pôde ver como o enorme volume se eriçava mais.
—Que obsceno você é! Que palavras você usa!
—Você acha mesmo, minha mimiada? —disse Clemente, pegando de novo o sensível clitóris entre o polegar e o indicador, para massageá-lo direito—. Elas brotam em mim pelo prazer de sentir essa bucetinha entreaberta que tenta astutamente desviar meus toques.
—Deveria ter vergonha! —exclamou Cielo Riveros, rindo, no entanto, apesar de si mesma.
Clemente se aproximou para se inclinar sobre ela e pegar seu lindo rosto entre as mãos. Ao fazer isso, Cielo Riveros percebeu que a batina, quase levantada pela força dos desejos transmitidos ao pau do padre, estava a poucos centímetros do peito dela, de modo que podia sentir as batidas que faziam a peça de seda preta subir e descer alternadamente.
A tentação era irresistível, e ela acabou passando sua mãozinha delicada por baixo das roupas do padre e subindo o suficiente para agarrar uma grande massa peluda da qual pendiam duas bolas tão grandes quanto ovos de galinha.
—Ah, meu Deus! Que coisa enorme! —murmurou a garota.
—Toda cheia de porra gostosa e grossa —suspirou Clemente, enquanto brincava com os dois lindos peitos tão próximos dele.
Cielo Riveros se acomodou melhor, e de novo agarrou com ambas as mãos o tronco duro e rijo do enorme pênis.
—Que medo! Isso é um monstro! —exclamou a garota lasciva—. Sério que é grande! Que tamanho o seu!
—Sim; não é um bom caralho? —observou Clemente, adiantando-se e levantando a batina para poder mostrar melhor o membro gigantesco.
Cielo Riveros não conseguiu resistir à tentação, e erguendo ainda mais as roupas do padre, deixou o pênis completamente livre e exposto em toda sua extensão.
As pulgas não entendemos muito de medidas de espaço e tempo, por isso não posso dar as dimensões exatas da arma na qual a moça tinha naqueles momentos os olhos fixos. Era, no entanto, de proporções gigantescas.
Tinha uma grande cabeça romba e vermelha que emergia na ponta de um longo tronco acinzentado. O buraco que se via em seu topo, que normalmente é tão pequeno, era no caso que consideramos uma verdadeira fenda umedecida pelo fluido seminal acumulado ali. Ao longo daquele tronco corriam grossas veias azuis, e na base do mesmo crescia uma verdadeira mata de pelos ruivos e hirsutos. Dois grandes testículos pendiam embaixo.
—Céus! Mãe santa! —murmurou Cielo Riveros, fechando os olhos enquanto dava um leve aperto.
A larga e romba cabeça, inchada e avermelhada pelo efeito do delicioso cócegas da moça, encontrava-se naquele momento totalmente nua, e emergia dura, livre das dobras da pele que Cielo Riveros puxava para trás da grande coluna branca. Ela brincava gozosa com sua aquisição, e cada vez puxava mais para trás a pele aveludada do objeto que tinha entre as mãos.
Clemente suspirou.
—Que criatura deliciosa você é! —disse, olhando-a com olhos cintilantes—. Tenho que te foder agora ou vou derramar tudo em cima de você.
—Não, não deve desperdiçar nem uma gota! —exclamou Cielo Riveros—. Deve estar muito apertado para querer gozar tão cedo.
—Não consigo evitar. Por favor, fica quieta um momento, vou gozar.
—Que coisa enorme! Quanto de porra vai dar?
Clemente parou e sussurrou no ouvido da moça algo que não pude ouvir.
—Verdadeiramente delicioso, mas é inacreditável!
—É verdade, me dá uma chance de provar pra você. Estou louco pra fazer isso, gostosa.
Olha ele! Tenho que te foder!
Balançou seu pênis monstruoso colocando-o na frente dela. Depois o inclinou para baixo, para depois de soltá-lo de repente. Ele saltou pra cima igual uma mola, e ao fazer isso se descobriu espontaneamente, deixando à mostra a cabecinha vermelha, que exsudava uma gota de porra pela uretra.
Tudo isso aconteceu perto do rosto de Cielo Riveros, que sentiu um cheirinho sensual saindo do pau, o que só aumentou a bagunça dos sentidos dela. Ela continuou brincando com o pinto, acariciando ele.
— Chega, te imploro, querida, ou vou desperdiçar tudo no ar.
Cielo Riveros ficou parada uns segundos, mas segurando com toda a força da mão o caralho de Clemente.
Enquanto isso, ele se divertia moldando com uma das mãos os peitos jovens da garota, enquanto com os dedos da outra percorria toda a extensão da buceta molhada dela. A brincadeira enlouqueceu ela. O clitóris inchou e ficou quente, a respiração acelerou, e as chamas do desejo incendiaram o rostinho lindo dela.
A cabecinha endurecia cada vez mais: já brilhava igual fruta madura. Ao observar de soslaio a barriga feia e nua do homem, cheia de pelos ruivos, e as coxas morenas, peludas como as de um macaco, Cielo Riveros ficou vermelha de tesão. O pauzão, cada vez mais grosso, ameaçava o céu e provocava nela as emoções mais indescritíveis.
Excitada pra caralho, ela enlaçou com os braços o corpo vigoroso do brutamontes e cobriu ele de beijos sensuais. A própria feiura dele aumentava as sensações libidinosas dela.
— Não, não pode desperdiçar; não vou deixar você desperdiçar.
Depois, parando por um instante, ela gemeu com um sotaque peculiar de prazer, e baixando a cabeça complacente abriu os lábios rosados pra receber na hora o máximo que conseguiu daquele manjar lascivo.
— Ah, que delícia! Como você faz cócegas! Que... que gostoso você me dá!
— Não vou deixar você desperdiçar: vou beber até a última gota — sussurrou Cielo Riveros afastando por um momento a cabeça da cabecinha brilhante.
Depois, baixando ela de novo, pousou os lábios, projetados pra frente, sobre a cabeçona, e abrindo eles Com delicadeza, ela recebeu entre os lábios o orifício da larga uretra.
—Mãe santa! —exclamou Clemente. —Isso é o paraíso! Como vou gozar! Meu Deus, como você lambe e chupa!
Cielo Riveros aplicou sua língua pontuda no orifício e deu lambidas em todo o contorno.
—Que gostoso! Você tem que me dar mais uma ou duas gotas.
—Não consigo continuar, não consigo — murmurava o padre, empurrando pra frente enquanto, com os dedos, fazia cócegas no clitóris endurecido de Cielo Riveros, que estava ao alcance da mão.
Depois, Cielo Riveros pegou de novo entre os lábios a cabeça daquela grande pica, mas não conseguiu que a glande entrasse inteira na boca, de tão monstruosamente grossa que era.
Lambendo e chupando, deslizando com movimentos lentos e deliciosos a pele que envolvia o lombo vermelho e sensível da tremenda pica, Cielo Riveros estava provocando resultados que ela sabia que não demorariam a acontecer.
—Ah, mãe santa! Tô quase gozando! Sinto... Ô, chupa agora! Você vai receber!
Clemente ergueu os braços pro ar, a cabeça caiu pra trás, abriu as pernas, as mãos se torceram convulsivamente, os olhos reviraram, e Cielo Riveros sentiu um forte espasmo percorrer o pênis monstruoso.
Momentos depois, ela foi quase derrubada de costas pelo jorro contínuo que, como uma torrente, os órgãos genitais do padre ejaculavam e desciam garganta abaixo.
Apesar de todos os desejos e esforços, a garota voraz não conseguiu evitar que um jorro escapasse pelo canto dos lábios quando Clemente, fora de si de prazer, empurrava pra frente com sacudidas sucessivas, cada uma mandando um novo jorro de porra pra garganta dela. Cielo Riveros aguentou todas as investidas e se manteve agarrada à arma que jorrava aqueles borbotões, até que tudo terminou.
—Quanto você disse? —murmurou ela. —Uma xícara de chá cheia? Foram duas.
—Criatura adorável! —exclamou Clemente. — quando finalmente conseguiu recuperar o fôlego —. Que prazer tão divino você me proporcionou! Agora é minha vez, e você tem que me deixar examinar todas essas coisinhas suas que eu tanto adoro.
— Ah, que delicioso foi! Estou quase sufocada — comentou Cielo Riveros —. Que viscosa era!
Meu Deus, que quantidade!
— Sim, lindura. Eu prometi tudo pra você, e você me excitou de tal jeito que com certeza recebeu uma boa dose. Jorrava aos borbotões.
— Sim, foi exatamente assim.
— Agora você vai ver que boa lambida fuck you, e como vou te foder deliciosamente depois.
Unindo a ação à palavra, o sensual padre se colocou entre as coxas de Cielo Riveros, brancas como o leite, e avançando o rosto em direção a elas, enfiou a língua entre os lábios da fenda vermelha. Depois, movendo-a em torno do clitóris endurecido, presenteou-a com um cócegas tão gostosas que a garota mal conseguia conter os gritos.
— Oh, meu Deus! Você tá chupando minha alma! Oh...! Tô... Vou gozar! Tô gozando!
E com um movimento repentino de avanço em direção à língua ativa, Cielo Riveros gozou abundantemente no rosto de Clemente, que recebeu o máximo que pôde dentro da boca, com deleite epicurista.
Depois o padre se ergueu. Seu enorme pau, que mal tinha amolecido, já estava outra vez em tensão viril, e emergia diante dele em estado de ereção feroz. Ele literalmente bufava de luxúria ao ver Cielo Riveros, a garota bem disposta.
— Agora tenho que te foder — disse enquanto a empurrava para a cama —. Tenho que te possuir e te dar uma provada dessa pica no seu corpinho. Ah, que fodida você vai levar!
Despindo-se rapidamente da batina e das roupas íntimas, o grandalhão, cujo corpo era totalmente coberto de pelos e com a pele tão morena quanto a de um mulato, pegou o corpo frágil da linda Cielo Riveros em seus braços musculosos e a depositou suavemente na cama. Clemente contemplou por uns instantes o corpo dela estendido e palpitante, metade por efeito do desejo e metade por causa do terror que lhe causava a investida furiosa. Depois contemplou com ar satisfeito seu tremendo pau, ereto de luxúria, e subindo rapidamente na cama, jogou-se sobre ela e se cobriu com os lençóis.
Cielo Riveros, quase sufocada debaixo daquele brutamontes peludo, sentiu o pau duro entre suas pernas e baixou a mão para apalpá-lo de novo.
—Meu Deus, que tamanho! Nunca vai caber em mim!
—Sim, claro que vai: você vai aguentar tudo, vai entrar até os colhões, só que vai ter que cooperar pra não se machucar.
Cielo Riveros se poupou do trabalho de responder, porque logo uma língua ansiosa invadiu sua boca até quase sufocá-la.
Depois, percebeu que o padre tinha se levantado aos poucos, e que a cabeça quente do seu pau gigantesco estava tentando abrir caminho pelos lábios molhados da sua fenda rosada.
Não posso continuar com o relato detalhado dos atos preliminares. Levaram dez minutos, mas no fim deles, o desajeitado Clemente estava enterrado até os colhões no corpinho lindo da jovem, que, com suas pernas macias enlaçadas nas costas do padre moreno, recebia as carícias dele, que se esbaldava sobre sua vítima e dava início aos movimentos lascivos que o levariam a se livrar do seu fluido ardente.
Vinte e cinco centímetros, no mínimo, de músculo endurecido tinham penetrado as partes íntimas da garota, e pulsavam dentro delas, enquanto uma mata de pelos hirsutos esfregava o monte delicado da infeliz Cielo Riveros.
—Ah, meu Deus! Como você me machuca! —ela reclamou—. Meu Deus! Você está me rasgando!
Clemente iniciou um movimento.
—Não aguento! É grande demais! Ah! Tira! Ai, que estocadas!
Clemente empurrou sem piedade duas ou três vezes.
—Espera um pouco, diabinho; só até eu te afogar com meu gozo. Ah, como você é apertada! Parece que está chupando meu pau! Finalmente! Agora está dentro, já é tudo.
—Piedade, por favor!
Clemente investiu forte e rápido, empurrão atrás de empurrão enquanto girava e se contorcia sobre o corpo mole da garota, sofrendo um verdadeiro ataque de luxúria. Seu pau enorme ameaçava explodir de tanto prazer e do deleite enlouquecedor do momento.
— Agora finalmente tô te comendo.
— Me come! — murmurou Cielo Riveros, abrindo ainda mais as pernas, à medida que a intensidade das sensações tomava conta dela —. Me come bem! Mais forte!
E com um gemido profundo de prazer, inundou seu estuprador brutal com uma descarga generosa, ao mesmo tempo que se jogava pra frente pra receber uma investida violenta do homem.
As pernas de Cielo Riveros se flexionavam espasmodicamente quando Clemente se enfiou entre elas, continuando a meter e tirar seu membro longo e ardente, com movimentos lascivos. Uns suspiros misturados com beijos dos lábios apertados do invasor safado; uns gemidos de prazer e as vibrações rápidas da estrutura da cama — tudo denunciava a excitação da cena.
Clemente não precisava de incentivo. A gozada da sua companheira complacente tinha dado o meio molhado que ele queria, e ele aproveitou pra começar uma série de movimentos de entra e sai que causaram em Cielo Riveros tanto prazer quanto dor.
A garota acompanhou com todas as forças. Totalmente cheia, suspirava fundo e tremia debaixo das investidas firmes. A respiração dela virou um estertor; os olhos se fecharam por causa do prazer brutal que sentia num espasmo quase contínuo de gozo. As nádegas do amante bruto se abriam e fechavam a cada novo esforço que ele fazia pra dar estocadas no corpo da menina linda.
Depois de muito lutar, ele parou um momento.
— Não aguento mais, vou gozar. Toma meu leite, Cielo Riveros. Você vai receber torrentes dele, gostosa.
Cielo Riveros Sabia. Todas as veias da cara monstruosa dele estavam inchadas no máximo. Ficava insuportavelmente grande. Parecia o pau gigante de um jumento.
Clemente começou a se mexer de novo. A saliva escorria dos lábios dele. Com uma sensação de êxtase, Cielo Riveros esperava a porra jorrar.
Clemente deu uma ou duas estocadas curtas, mas profundas, soltou um gemido e ficou rígido, tremendo só um pouquinho da cabeça aos pés, e aí saiu do pau dele um jato imenso de porra que inundou a buceta da garota. O brutamontes enterrou a cara nos travesseiros, fez um último esforço pra enfiar mais fundo nela, se apoiando com os pés na cabeceira da cama.
— Ah, a porra! — gritou Cielo Riveros. — Tô sentindo! Que torrente! Ah, me dá! Pai santo, que prazer!
— Tá aí! Toma! — gritou o padre enquanto, depois do primeiro jato dentro dela, metia de novo com tudo, selvagem, mandando a cada estocada mais um jorro de porra quente.
— Ah, que prazer!
Mesmo que Cielo Riveros tivesse esperado o pior, não fazia ideia da quantidade imensa de porra que aquele homem era capaz de soltar. Jorrava pra fora em borrões grossos que batiam no fundo da buceta dela.
— Ah, tô gozando de novo!
E Cielo Riveros afundou meio desmaiada debaixo do homem forte, enquanto o fluido ardente dela continuava inundando com jorros viscosos.
Mais cinco vezes, naquela mesma noite, Cielo Riveros recebeu o conteúdo dos grandes ovo de Clemente, e se não fosse porque a claridade do dia avisou que era hora dele ir embora, teriam começado de novo.
Quando o astuto Clemente saiu de casa e se apressou pra voltar pra cela humilde dele, já amanhecendo, foi forçado a admitir que tinha enchido a barriga de satisfação, do mesmo jeito que Cielo Riveros viu as entranhas inundadas de porra. E sorte teve a garota de que os dois protetores dela estivessem incapacitados. porque de outro jeito teriam descoberto, pelo estado lastimável em que se encontravam suas partes íntimas juvenis, que um intruso havia ultrapassado os umbrais delas.
A juventude é elástica, todo mundo sabe. E Cielo Riveros era muito jovem e muito elástica. Se vocês tivessem visto a imensa máquina do Clemente, teriam concordado comigo. Sua elasticidade natural permitiu que ela admitisse não só a introdução daquele aríete, mas também deixasse de sentir o menor incômodo depois de alguns dias.
Três dias depois desse episódio interessante, o padre Ambrósio voltou. Uma de suas primeiras preocupações foi procurar Cielo Riveros. Ao encontrá-la, convidou-a para entrar num boudoir.
— Vela! — gritou, mostrando-lhe seu instrumento, inflamado e em posição de apresentar armas —. Não tive nenhuma distração durante uma semana, e minha pica está queimando, querida Cielo Riveros.
Dois minutos depois, a cabeça de Cielo Riveros repousava sobre a mesa do cômodo enquanto, com a rouba levantada nas costas, deixava à mostra suas nádegas túrgidas, que o lascivo padre golpeou vigorosamente com seu longo membro, depois de ter se deleitado com a visão de suas bundas roliças.
Após mais um minuto, seu instrumento já havia se introduzido na buceta por trás, até esmagar contra as nádegas o pelo preto e crespo da base. Com apenas algumas estocadas, ele jorrou borbotões de porra até a cintura dela.
O bom padre estava excitado demais pela longa abstinência para que só isso fizesse seu membro perder a rigidez, então ele retirou aquele instrumento digno de um garanhão, ainda escorregadio e fumegante, para levá-lo ao pequeno orifício entre o par de nádegas deliciosas de sua amiga. Cielo Riveros o ajudou e, dado o quão bem lubrificado estava, ele deslizou para dentro, não demorando a presentear a garota com outra dose tremenda vinda de seus testículos prolíficos. Cielo Riveros sentiu a descarga ardente e recebeu Gostosa, o leite quente jorrou dentro das entranhas dela. Depois, virou ela de costas na mesa e chupou o clitóris dela por uns quinze minutos, fazendo ela gozar duas vezes na boca dele. Em seguida, comeu ela do jeito natural.
Aí Cielo Riveros foi pro quarto dela se lavar e, depois de descansar um pouco, vestiu a roupa de sair e foi embora.
Naquela noite, souberam que o senhor Verbouc tinha piorado. O ataque tinha atingido áreas que preocuparam o médico particular dele. Cielo Riveros desejou boa noite pro tio e foi pro quarto dela.
Julia já tinha se instalado no quarto de Cielo Riveros pra passar a noite, e as duas garotas, já bem por dentro da natureza e das propriedades do sexo masculino, estavam deitadas trocando ideias e aventuras.
—Achei que ia morrer — disse Julia — quando o padre Ambrósio enfiou aquela coisa grande e feia bem fundo no meu pobre corpo, e quando ele terminou, pensei que tinha tido um ataque, e não conseguia entender o que era aquela coisa viscosa, aquela substância quente que ele jorrava dentro de mim. Ah!
—Então, querida, você começou a sentir a fricção na sua coisinha sensível, e a porra quente do padre Ambrósio jorrou em golfadas, cobrindo tudo.
—Sim, foi assim, e ainda me sinto inundada quando ele faz isso.
—Silêncio! Não ouviu?
As duas garotas se levantaram e ficaram escutando. Cielo Riveros, mais acostumada com as características do quarto dela do que Julia, focou a atenção na janela. Na hora que fez isso, a veneziana cedeu devagar, e apareceu a cabeça de um homem.
Julia também viu o aparecido e quase gritou, mas Cielo Riveros fez um sinal pra ela ficar quieta.
—Psiu! Não se assusta — sussurrou Cielo Riveros —. Ele não quer nos comer; só que não é certo provocar ele de um jeito tão cruel.
—O que ele quer? — perguntou Julia, escondendo a cabeça linda entre as roupas dela. Dormir, mas sem deixar de observar o intruso com olho atento.
Durante essa breve conversa, o homem foi se preparando pra entrar no quarto, e, já tendo aberto a janela o suficiente pra conseguir, deslizou sua humanidade volumosa pela abertura. Ao pisar no chão do cômodo, ficaram expostas a figura corpulenta e as feições feias do sensual padre Clemente.
— Mãe santa, um padre! — exclamou a jovem hóspede de Cielo Riveros —. E bem gordo, por sinal! Ah, Cielo Riveros! O que ele quer?
— Logo vamos saber — sussurrou a outra.
Enquanto isso, Clemente já tinha se aproximado da cama.
— O quê? Será possível? Uma dupla surpresa? — exclamou ele —. Encantadora Cielo Riveros! É realmente um prazer inesperado.
— Que vergonha, padre Clemente!
Julia tinha sumido debaixo dos lençóis da cama.
Em dois minutos, o padre se despiu das vestes e, sem esperar ser convidado, se jogou como um raio em cima da cama.
— Ah! — gritou Julia —. Ele tá me apalpando!
— Ah, sim! As duas vão ser bem amassadas, pode crer — murmurou Cielo Riveros ao sentir a arma enorme de Clemente pressionando suas costas —. Que comportamento vergonhoso o seu, entrando sem nossa permissão!
— Nesse caso, posso entrar, belezinha? — respondeu o padre, ao mesmo tempo que colocava nas mãos de Cielo Riveros seu instrumento duro.
— Pode ficar, já que já tá dentro.
— Obrigado — murmurou Clemente, afastando as pernas de Cielo Riveros e enfiando a cabeça enorme do pau entre elas.
Cielo Riveros sentiu a estocada e, mecanicamente, passou os braços em volta das costas de Julia.
Clemente empurrou de novo, mas Cielo Riveros escapou com um pulo. Ela se levantou e, puxando os lençóis, deixou à mostra o corpo peludo do sacerdote e a figura delicada da sua companheira.
Julia se virou instintivamente e se deparou com o pau duro do bom padre apontando direto pro nariz dela, parecendo que ia explodir de tão tesudo. A luxúria despertada em seu possuidor pela companhia em que se encontrava.
— Tenta ele — sussurrou Céu Riveros.
Sem se intimidar, Júlia agarrou ele com sua mãozinha branca.
— Como pulsa! Tá ficando cada vez maior, juro. As duas garotas então desceram da cama e, ansiosas pra se divertir, começaram a apertar e esfregar o volumoso pau do padre, até que ele quase gozou.
— Isso é o céu! — disse o padre Clemente com o olhar perdido, e um leve movimento convulsivo nos dedos que denunciava seu prazer.
— Chega, querida, senão ele vai gozar — observou Céu Riveros, assumindo um ar de pessoa experiente, ao qual achava que tinha direito, segundo ela, por causa de suas relações anteriores com o monstro.
Por sua vez, o padre Clemente não tava disposto a desperdiçar seus tiros quando tinha dois alvos tão gostosos ao alcance.
Ficou parado durante o amasso que as garotas deram no pau dele, mas agora tinha puxado suavemente a jovem Júlia pra perto, pra levantar a camisa dela e deixar à mostra todos os seus segredos encantadores. Deslizou as mãos ansiosas em volta das coxas adoráveis e da bunda da garota, e com os polegares abriu depois a vulva rosada, pra meter a língua safada lá dentro, e beijar ela de um jeito super excitante bem na matriz.
Júlia não conseguia ficar indiferente a esse tratamento e quando, por fim, trêmulo de desejo e de luxúria sem freio, o padre ousado colocou ela de costas na cama, ela abriu as coxas jovens e deixou ele ver as bordas cor-de-rosa da sua fenda bem apertada. Clemente se meteu entre as pernas dela, e avançando pra cima dela molhou a ponta grossa do membro nos lábios molhados da buceta. Céu Riveros então deu uma ajuda, e pegando com as mãos o pau imenso, descobriu e guiou ele direitinho pro buraco.
Júlia prendeu a respiração e mordeu os lábios. Clemente deu uma estocada violenta. Júlia, brava como uma leoa, Aguentou o golpe, e a cabeça entrou. Mais empurrões, mais pressão, e em menos tempo do que leva pra escrever, Julia já tinha engolido inteiro o pau enorme do padre.
Já confortavelmente instalado no corpo dela, Clemente começou uma série de investidas rítmicas e profundas, e Julia, tomada por sensações indescritíveis, jogou a cabeça pra trás e cobriu o rosto com uma mão enquanto com a outra se segurava na cintura de Cielo Riveros.
— Ah, é enorme, mas que gostoso que é!
— Tá completamente dentro! Enterrou até as bolas! — exclamou Cielo Riveros.
— Ah! Que delícia! Vou gozar! Não aguento! A barriga dele é como veludo! Toma! Toma isso!
Aí veio uma investida feroz.
— Oh! — exclamou Julia.
Naquele momento, uma fantasia passou pela cabeça do gigante libidinoso, e, tirando o membro fumegante das partes íntimas de Julia, ele se jogou entre as pernas de Cielo Riveros e o enfiou dentro da buceta deliciosa dela. O objeto pulsante foi bem fundo na boceta jovem dela, enquanto o dono babava de prazer com a tarefa que estava fazendo.
Julia via, espantada, a aparente facilidade com que o padre enfiava o pauzão no corpo branco da amiga dela.
Depois de passar um quarto de hora nessa posição erótica, tempo em que Cielo Riveros apertou o padre contra o peito e deu duas vezes seu tributo quente na cabeça da vara enorme, Clemente se retirou mais uma vez e buscou acalmar o ardor que o consumia, derramando seu esperma quente dentro da delicada pessoa de Julia.
Pegou a moça nos braços, montou de novo no corpo dela e, sem muita dificuldade, pressionando o pau ardente contra a buceta macia dela, se preparou pra inundar tudo com uma descarga lasciva.
Veio uma série furiosa de estocadas rápidas, mas profundas, no final das quais Clemente, enquanto soltava um suspiro profundo, empurrou até o fundo da garota delicada e começou a vomitar dentro dela um verdadeiro dilúvio de porra. Jato após jato brotava do pau dele enquanto ele, com os olhos virados e os lábios tremendo, chegava ao êxtase.
A excitação da Julia tinha atingido o auge, e ela se juntou ao gozo do estuprador dela no paroxismo final, num grau de loucura tão terrível que nenhuma puta é capaz de descrever.
As orgias que se seguiram nessa noite lasciva foram algo que também supera minhas capacidades narrativas. Assim que Clemente se recuperou da primeira gozada, anunciou com palavras de baixo calão sua intenção de comer a Cielo Riveros. E, dito e feito, botou a mão na massa na hora.
Durante um bom quarto de hora, ele ficou enterrado até o talo na buceta dela, se segurando até a natureza falar mais alto, pra Cielo Riveros receber a descarga no útero dela.
O pai tirou o lenço de Holanda dele, com o qual enxugou as bucetas escorrendo das duas gostosas. Então as duas garotas agarraram o membro do sacerdote, e aplicaram nele tantos toques ternos e safados que excitaram de novo o temperamento fogoso do padre, a ponto de conseguir infundir nele novas forças e virilidade impossíveis de descrever. O pau enorme dele, vermelho e inchado por causa dos exercícios anteriores, ameaçava o par que o apalpava, levando ele ora pra um lado, ora pro outro. Várias vezes Cielo Riveros chupou a cabeça enlouquecida e fez cócegas com a ponta da língua no buraco da uretra.
Essa era, pelo visto, uma das formas favoritas de Clemente gozar, já que rapidamente enfiou o máximo que pôde a cabeça da vara grande dele na boca da garota.
Depois ele fez elas rolarem uma e outra vez, peladas como vieram ao mundo, colando os lábios grossos dele nas bucetas escorrendo delas, uma e outra vez. Beijou com barulho e apalpou as redondezas das bundas delas, enfiando de vez em quando um dos dedos nos buracos dos cuzinhos.
Logo Clemente e Cielo Riveros, ambos juntos, Convenceram a Júlia pra deixar o padre meter a ponta do pau na boca dela, e depois de um bom tempo provocando e excitando aquele caralho monstruoso, ele vomitou um jato tão forte na garganta da garota que quase a engasgou.
Veio uma pausa curta, e de novo o fato inusitado de poder curtir duas garotas tão tentadoras e espirituais despertou todo o vigor do Clemente.
Colocando elas uma do lado da outra, começou a enfiar o membro alternadamente em cada uma, e depois de umas estocadas brutais, tirava de uma buceta pra meter na outra. Depois se deitou de costas, puxou as garotas pra cima dele, chupou a buceta de uma enquanto a outra se enfiava na pica dele até os pelos dos dois corpos se juntarem. Uma vez e outra ele derramou dentro delas a sua essência prolífica.
Só o amanhecer pôs fim àquelas cenas de orgia.
Enquanto essas cenas rolavam naquela casa, outra bem diferente acontecia no quarto do senhor Verbouc, e quando três dias depois o padre Ambrósio voltou de outra das suas ausências, encontrou o amigo e protetor à beira da morte.
Umas poucas horas bastaram pra acabar com a vida e as aventuras de um cavalheiro tão excêntrico.
Depois da morte dele, a viúva, que nunca se destacou pela inteligência, começou a mostrar sinais de loucura, e no auge do delírio não parava de chamar pelo sacerdote. Mas quando certa vez um velho e respeitável padre foi chamado às pressas, a boa senhora negou, indignada, que aquele homem pudesse ser um padre, e gritou pedindo que mandassem "o do instrumento grande". A linguagem e o comportamento dela causaram escândalo geral, e por isso tiveram que trancá-la num hospício, onde continua delirando pedindo pelo pauzão.
Cielo Riveros, que assim ficou sem protetores, logo deu ouvidos aos conselhos do confessor e aceitou tomar o véu.
Júlia, também órfã, resolveu compartilhar o destino dela. amiga dela, e como a mãe dela deu o consentimento na hora, as duas jovens foram recebidas nos braços da Santa Madre Igreja no mesmo dia, e depois do noviciado, fizeram os votos definitivos juntas.
1 comentários - Iniciada por um clérigo tarado VI