Um momento para refletir, eu tinha tido um dia maravilhoso com a família. Meus filhos estavam empolgados porque neste fim de semana eu os levaria ao parque e para ver um filme de animação que eles tanto esperavam.A comida estava fantástica, minha linda esposa tão doce com todos. Um fim de semana normal como todos os anteriores.
Acordar, tomar café da manhã em família, sair para fazer as compras, almoçar com minha cunhada e o marido dela, parque e cinema e para finalizar a visita na casa dos meus sogros, onde meus filhos costumavam ficar de domingo a segunda para que meu sogro os levasse à escola, já que por causa do trabalho a gente se enrolava.
Tudo foi igual neste fim de semana... bom, exceto por algumas coisas. Esta segunda eu não trabalhava e minha esposa também não, mas meus sogros não sabiam disso. Mesmo assim, meus filhos ficariam com os avós.
—Viu a mulher que entrou naquele quarto?
Um cara estava encostado no corrimão daquele corredor, enquanto o amigo dele fazia o mesmo.
—Sim, nossa, que mulher. Que sorte tem aquele cara com quem ela entrou.
Eles diziam isso em um domingo familiar, um dia comum e uma noite totalmente diferente do resto.
Meu celular vibrou. Atendi.
—Alô? Oi? Tô ligando pra Mônica e ela não atende, bom, até atendeu, mas a ligação caiu, ela parecia um pouco ofegante. Você tá com ela? Ela tá bem?
—Oi, sim... mas ela tá ocupada no momento. Se quiser, posso dar seu recado. Tá tudo bem?
—Sim, só queria pedir informação de um pedido que a gente fez, mas não é nada importante.
—Vou falar pra ela entrar em contato.
—Valeu, cunhado. Até amanhã.
Meu coração tremia. A mulher que tinha entrado naquele quarto com aquele homem era minha esposa.
Dois meses antes
—Amor, você viu a canetinha da Anita? Tenho certeza que ela tinha deixado aqui.
—Não, amor, eu procurei ali e não tinha nada.
—Bom, não podemos ir na casa dos meus pais sem o material dela.
Era domingo. e naquele dia chuvoso, estávamos em casa, mas era hora de deixar meus filhos com meus sogros.
Atualmente tenho 32 anos e moro com minha esposa Mônica, de 27, e meus dois filhos: Anita, de 6 anos, no ensino fundamental, e José Miguel, de 3, começando a pré-escola.
Trabalhava para uma empresa do ramo farmacêutico nos arredores da cidade. Minha esposa tinha começado a trabalhar para uma empresa farmacêutica que prestava serviço para a minha companhia, então era comum às vezes nos encontrarmos no trabalho.
Aos 27, ela era a mulher dos meus sonhos, a filha mais nova de duas irmãs.
Nos conhecemos no ensino médio e, desde o momento em que a vi, pensei que era a mulher da minha vida. No entanto, naquela época, eu não era nem metade do que sou hoje — e não é que hoje eu seja muito. Mas do cara tímido e introvertido que eu era antes, bom, agora… já não sou tão tímido.
A irmã dela, minha cunhada, era uma mulher bonita. Aos 39 anos, ainda mantinha um corpo bem conservado, mas minha esposa continuava sendo a mais gata das duas.
Ela não era alta — 1,60m —, de pele morena clara e corpo curvilíneo. Sem dúvida, tinha ficado com as melhores partes na divisão. Não tinha peitos muito grandes, mas, sem dúvida, do tamanho perfeito para caber em cada mão. Mas o que ela realmente levou como prêmio foi sua bunda linda. Um par de nádegas que se destacavam em seu perfil, tirando o fôlego de quem via sua cintura fina e seu corpo violão.
Naqueles meses, a carga de trabalho era bem chata, com muita papelada por causa de várias certificações. Meu trabalho era na área de qualidade, então costumava visitar vários departamentos envolvidos no processo dos medicamentos. Às vezes, quando minha esposa vinha ao local para inspeções no departamento de logística, ela passava para me ver e dar um rápido oi.
Suas calças sociais e blusa branca marcavam bem seu corpo gostoso, mesmo ela sempre usando um jaleco ou jaqueta da empresa. não conseguia evitar olhar pra ela quando ela se despia.
Não tinha muitos amigos no trabalho e não era do tipo que as pessoas costumavam procurar. Esse fim de semana, minha esposa, depois de deixar as crianças, decidiu parar pra jantar na volta. Passamos por uma área de negócios com comida e bares onde conseguimos encontrar um bom lugar pra jantar antes de ir pra casa.
— Amanhã vou estar de visita no seu trabalho, meu novo chefe pediu pra gente supervisionar os transportadores que pegam a mercadoria, parece que tem faltado coisa.
— Sério? Vou gostar de te ver amanhã, mas não sei em que departamento vou estar. Tô meio atolado com uns papéis das certificações, o mais certo é que eu fique lá no fundo, no escritório esquecido das perdas.
— Não se preocupa, vou dar uma escapada e talvez a gente se veja. Aliás, te contei do novo uniforme?
— Não, não contou nada.
— Bom, é que ainda não me deram, supostamente chega amanhã. Vou com roupa de sair e troco no trabalho.
— É, mas parece que vai chover pra caramba… vai sair tarde? Posso passar pra te buscar na saída…
— Não, bom, é que o mais certo é que eu chegue tarde no seu trabalho, e vou ficar o resto do dia lá, então se a gente sair no mesmo horário dá pra voltar juntos pra casa.
Terminamos de jantar e voltamos pra casa, não sem evitar notar o olhar do garçom que nos atendeu pra minha gostosa da esposa.
Na manhã seguinte a gente se despediu em casa e mesmo que eu costumasse levar ela no trabalho, nesse dia não deu porque eu entrava um pouco antes.
O dia foi normal, papéis pra cá e pra lá.
Tava pressionado e cansado, os documentos do processo das perdas estavam muito errados, até faltando coisa.
Meu chefe pediu pra eu ir e revisar aquele assunto, junto com meu auxiliar pra gente tomar conta.
Eram quase 2 da tarde, a gente tinha acabado de almoçar e saímos do refeitório. Eu tinha aproveitado aquele dia pra interagir um pouco com a galera do depósito que cuidava da mercadoria vencida.
Meu assistente Javier, um cara de 25 anos muito atencioso, Pedro, um estoquista bem velho que passou a vida toda naquela adega, Antonio, o encarregado do depósito, que certamente estava chateado com a revisão que eu estava fazendo no departamento dele, e Julio, um operador bem mal-educado, arrogante e beberrão, que eu conheci alguns anos atrás por uns conflitos de bebedeira em eventos da empresa.
Saímos do refeitório e caminhamos pelo corredor que dá para o depósito e o centro de carga, onde chegam os trailers e veículos da empresa para depois virar no fundo e dar de cara com o depósito de vencidos e o escritório onde o velhinho Juanito, o encarregado das bitácolas, nos esperava.
Mal nos aproximávamos da área de carga quando uma figura curvilínea saía de um escritório. Alguns carregadores que também estavam lá bloqueavam nossa vista com caixas e coisas, mas uma coisa era certa… aquela garota era uma mulher linda.
Uns sapatilhas pretas apareciam debaixo das caixas que os carregadores carregavam, mas aquelas pernas em meias cor da pele deixavam claro que aquela mulher tinha um corpo maravilhoso.
Uma saia azul bem justa cobria aquele traseiro incrível, e que saia, hein!
—Tá vendo isso —disse Javier para as pessoas que íamos.
—Uma gostosa —disse Antonio enquanto se tocava na virilha.
Aquela mulher se virou e desviou dos trabalhadores que, sem vergonha, a encaravam.
—Mônica! —falei sem pensar.
Minha mulher acenou com a mão enquanto sorria para mim. O som dos saltos dela ecoava naquele piso sujo.
—Oi, amor, cheguei faz pouco, mas não te encontrava em lugar nenhum.
Meus acompanhantes, que tinham olhado e saboreado minha esposa sem saber, se afastaram um pouco e continuaram seu caminho, ainda olhando para aquele traseiro prodigioso coberto pela saia justa.
—É sua... Novo uniforme? — perguntei.
— É esse sim, também tenho um jaleco, mas há pouco quando fui te procurar no seu escritório alguém derramou refrigerante em mim.
— Então você é o marido da Mônica.
Uma voz interrompeu nosso encontro.
Um homem alto, de compleição robusta e moreno aproximou-se sorrateiramente de nós enquanto conversávamos. Seu cabelo tinha alguns fios grisalhos.
— Sou Rodrigo. A Mônica me disse que seu marido trabalhava aqui. Prazer em conhecê-lo.
— Sim, sou o marido dela. Disse um pouco desconfortável e intimidado por aquele homem.
— Bom, estarei na sala do gerente, seu chefe, para me apresentar, foi um prazer conhecê-lo — disse — Mônica te espera, não demore.
Estendeu a mão e afastou-se de nós.
— É meu novo chefe, o que te comentei, é um pouco pedante mas bastante sério no trabalho.
— Já percebi, tem um aperto de mão bem forte. Olha, preciso ir, tenho bastante trabalho e as coisas não andam bem aqui. Não sabia que você usaria saia, toma cuidado que aqui nem todos são cavalheiros, você me entende — falei.
— Ah sim, amor, a verdade é que é bem curta pro meu gosto, mas também é bonitinha, não acha?
Ela me olhou com um sorriso de menininha.
— E justa — completei.
— E sim, já notei que não são muito cavalheiros, bom na verdade não sei, acho que todos foram bem legais comigo hoje. Mas não se preocupe, vou ter cuidado.
Ela se virou e caminhou em direção à sala do gerente. Sua bunda balançava de um lado pro outro naquela saia justa, não pude evitar sentir um calor na virilha. Sabia que minha esposa era uma mulher linda e de certa forma isso me preocupava.
Tentei balançar a cabeça para retomar a compostura e focar no trabalho que tinha pela frente.
Quando percebi que todos ali estavam olhando aquela gostosa se afastar. Assim que me viram, voltaram ao trabalho.
Dirigi-me à sala para continuar.
— Tá bem rabuda a esposa daquele perdedor.
A voz grossa e rouca do Julio vinha da oficina.
—De calça ela sempre estava uma gostosa, mas agora com essa saiazinha, uff.
—Ela tem uma cinturinha e uns quadris que com certeza deve ser uma mulher muito fogosa.
—Bom, espero que em casa não lhe falte nada, porque esse rabão não creio que se encha tão fácil.
Abri a porta quando ouvi as vozes dos presentes fazerem uma pausa.
Todos viraram e ficaram me encarando como se nada tivesse acontecido.
Continuamos o trabalho por mais algumas horas.
“love, já saí, falta muito pra você?”
Uma mensagem da Mónica tinha chegado.
“Me dá uns minutos, onde te encontro?”
Respondi.
“Na recepção, vou procurar um lugar pra sentar”
Esses minutos viraram quase 45 minutos.
Quando saí pela porta, procurei minha esposa por vários cantos.
Uma risada me fez virar.
—Sim, tenho certeza, não se preocupe, ele não deve demorar mais.
—Tudo bem por mim, sério, fica no meu caminho, senhorita.
—Mónica? —chamei.
—love, oi, me convidaram pra um café. Estava te esperando.
Ela sorriu para um dos trabalhadores que estava com ela, que retribuiu o sorriso enquanto se despedia dela. Embora a cara daquele trabalhador estivesse fechada pra mim.
—Tudo bem? —perguntei.
—Sim, tudo bem, fiquei esperando sentada mas você não vinha, e bom, muitos queriam me dar uma carona, mas eu disse que estava te esperando e Ponchito, o senhor que acabou de ir, me convidou pra um café, então aqui estou, como foi pra você?
—Bem, bastante estressado…
—Você foi o último a sair, vi seus amigos passarem há pouco.
—Eles não são meus amigos, só trabalho com eles.
Respondi enquanto a beijava e pegava sua mão para sair daquele lugar.
Abri o carro e arrumei nossas coisas no porta-malas enquanto ela entrava.
Quando entrei, o panorama do que vi foi o melhor do dia.
Minha mulher, que se virou para colocar o cinto, deixava à vista aquelas lindas pernas que no banco se mostravam numa situação tão erótica. —Nossa.
Falei enquanto admirava ela.
—O quê?
—Suas pernas estão uma gostosura.
—Ah! É essa saia idiota, ela é muito curta —disse enquanto tentava ajustá-la.
—Não, eu acho que são gostosas.
—É, mas não são quando você senta e outro homem fica olhando.
—Como assim?
—É, idiota, meu chefe, lembra? Eu vinha no carro com ele e vi ele me olhando várias vezes.
—Mas você se cobriu?
—Não tá vendo? Olha.
Disse enquanto puxava mais a saia.
—É isso, mas não se preocupa, eu acho que cobre o necessário, só que é um pouco curta mesmo.
—Bom, acho que você tem razão.
Continuamos para casa enquanto meu cérebro ficava pensando na visão daquele homem olhando minha esposa a caminho do meu trabalho.
Era totalmente desconfortável.
Minha esposa parou de visitar a empresa alguns dias, na verdade as visitas dela ficaram bem raras.
Mas nos dias que ela ia, era impossível não ver como muitos a devoravam com os olhos.
No trabalho, o estresse continuava igual, mas as pessoas do depósito que eu mencionei começaram a aparecer mais no meu dia a dia, até me convidaram para ver os jogos do campeonato em algum bar ou na casa deles. Geralmente eu nunca aceito, mas naquele fim de semana minha esposa ia cuidar da mãe dela, então aceitei.
Eram 9 da noite e saímos do trabalho direto para um bar, onde começamos a ver um jogo do campeonato. O Julio não parava de beber, igual aos outros, e de admirar cada mulher que via.
Por volta das 11, quando o jogo e as bebidas tinham acabado, o Antonio sugeriu ir a um bar perto dali. Ficava a duas quadras e meia e era um barzinho de má fama que frequentavam pessoas mais velhas e alguns bêbados de boteco.
Falei que seria na próxima, que eu tava meio tonto e precisava voltar pra casa.
—Deixa ele, se eu tivesse uma mulher como a dele esperando em casa, nem teria vindo com vocês, caras —disse sem cuidado o Julio.
Javier, Antonio e Pedro riram.
—É isso. Que nada, mas mesmo assim vamos lá", disse Antonio.
Sorrindo um pouco desconfortável, respondi: "Bom, minha esposa não está, mas na verdade estou um pouco cansado".
Me pegaram entre todos e avançamos até aquela cantina.
Três canecas de cerveja foram colocadas na mesa, onde sem contratempos começamos a bebê-las.
Os temas constrangedores de sexo, mulheres e álcool não demoraram a aparecer.
"Fiquei com duas mulheres na outra noite", dizia Antonio.
"Eu saio com uma mulher casada cujo marido não consegue ficar duro", respondeu Julio enquanto nos mostrava uma foto dela.
Uma mulher mais velha, mas bastante gostosa.
"Sério que essa gata deitou com você?", falei sem pensar.
"Cara, as mulheres só querem uma ferramenta grande como a que eu tenho para oferecer", me respondeu Julio bastante bêbado, segurando seu pacote com uma mão.
Todos riam.
Começaram a passar fotos e a falar de mulheres.
"Sua mulher é uma gata".
Pedro me disse.
"Você tem muita sorte de estar com ela".
Todos zoaram, até eu ri um pouco com eles. Na tela do bar começava um filme pornô, me sentia um pouco excitado por tudo, ainda mais quando uma garçonete me sorriu e sentou no meu colo.
"Me convida para uma bebida?"
"Oh não, desculpe, só viemos tomar um pouco".
A garota, fazendo bico, levantou e foi até Antonio, que imediatamente a abraçou.
Em alguns minutos me senti bastante tonto, mas um pouco excitado por tudo que estava acontecendo ao redor.
Tentei pegar o telefone que parecia estar vibrando.
"Amor, acho que deixei a torneira do nosso banheiro aberta. Quando chegar, verifique por favor".
Consegui ler com dificuldade aquela mensagem.
Comecei a escrever, mas tudo estava embaçado.
"Amor, te escijrdjfjwdufjfbd"
Conseguia ler com bastante dificuldade minhas próprias letras.
Julio, que estava ao meu lado, me disse: "Já estão te chamando".
"Não sei, acho que é minha esposa, vejo tudo embaçado", respondi.
"Te ajudo", disse Julio.
Enquanto eu Passava o celular. —Ele pergunta onde você está, que está te ligando. —Pode responder que estou com vocês, que já vou pra casa. —Pode deixar que eu falo. Ficou escrevendo minhas mensagens pra ele, que com dificuldade eu ditava. Antonio e Julio se ajudavam, revezando o celular. Peguei no sono um instante e quando acordei perguntei ao Antonio se podia me levar pra casa. Saímos e pedimos um táxi. Julio e Antonio me acompanharam até em casa e me ajudaram a entrar. Reconheci o sofá da minha sala. Era de dia e a luz da janela batia na sala. Era meu dia de folga, minha cabeça doía e eu não sabia onde estava. Me levantei e tomei um pouco de água. Chequei meu celular: tinha chamadas perdidas da Mônica. Liguei pra ela na hora. —Oi amor? Alô? —Oi amor, tô aqui, tudo bem? —Sim, tô acordando agora, desculpa. Não soube como cheguei em casa, acho que me trouxeram. —Noitada, hein? Minha esposa ria. —Fico feliz que você tenha feito novos amigos e saia um pouco. —É, bom, acho que sim. —Isso explica tudo… acho que você tava bem excitado ontem, me surpreendeu muito. —Espera, o quê? —As fotos, bebê. —Que fotos… —As que você me pediu. Foi estranho você pedir… gostou? Fiz o que pude aqui com meus pais, você sabe que não dá. —Sim… sim, acho que… ouvi, te ligo mais tarde, bom, vou te buscar daqui a pouco. —Não se preocupa, vai com calma. —Pra sua sorte, eu vim de uniforme. —Ahã… —Pois é, as fotos você queria com meu uniforme, não era? Tá vendo que você gosta. —Sim, demais… —disse, ainda mais confuso. Desligamos. Rapidamente entrei nas minhas mensagens e procurei o histórico da minha esposa, mas parecia incompleto, como se tivessem apagado as fotos e a mídia que tinha no chat. Entrei na pasta de itens excluídos, mas não tinha nada. Lembrei que existia uma pasta chamada Thumbnails, onde às vezes ficam miniaturas das fotos que você tem no celular. E lá estavam elas… uma foto dela mostrando os peitos, embora um pouco escura, e o que parecia uma foto improvisada da bunda, onde o roupão deixava ver um pouco do início das nádegas.
Minhas mensagens pedindo essas fotos não estavam lá, mas não tinha dúvidas de que tinham sido feitas do meu celular.
Talvez Julio ou Antonio, ou ambos, tinham aproveitado meu celular para pedir algumas fotos da minha esposa se passando por mim.
E mais abaixo, naquelas miniaturas, 4 fotos da minha esposa de uniforme em poses provocantes, mostrando um pouco das pernas e da bunda apertada naquela saia.
Não tinha percebido, mas ali estava eu com o celular na mão e uma ereção na minha virilha.
Fim do Capítulo I
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2 comentários - Capítulo I: Minha esposa Mônica: O jogo sujo dos meus amig