Cumplicidade

Vou contar a cumplicidade que vem rolando nos últimos meses. Como vocês já sabem, somos uma família comum, como qualquer outra. Em muitas fotos e posts, já viram minha mulher e sabem como ela é uma gostosa. Nós dois somos bem fogosos, no sentido de que estamos sempre nos beijando ou nos pegando, essas coisas. Muitas vezes, a gente se empolga e nem percebe que nosso filho pode estar nos vendo. É por isso que venho contar a cumplicidade que me levou a ficar mais unido ao meu filho, por assim dizer.
Tudo começou numa tarde em que cheguei em casa e, sem que ele percebesse, vi meu filho espiando a mãe pelada (eu já vinha notando que ele olhava pra ela com outros olhos, passei por essa idade e sei que a tesão sobe quando somos adolescentes), enquanto ela tomava banho. Não soube o que fazer na hora, então deixei quieto e não disse nada. Devo admitir que aquela situação me deixou num nível de excitação que nunca imaginei ter...
Os dias passaram e aquela visão não me deixava em paz, estava na minha mente o tempo todo. Então, um dia que ficamos sozinhos, eu e meu filho, me decidi e falei com ele. Esperei a hora do jantar e começamos a conversar.
P: Filho, você tem algo pra me contar?
H: não, pai, acho que não... por que pergunta?
P: porque acho que tem uma coisa que você precisa me contar
H: não sei do que você tá falando, se tudo que acontece comigo eu conto tanto pra você quanto pra mamãe
P: É verdade isso, filho, mas acho que você não vai contar isso pra sua mãe (na hora ele ficou mudo e vermelho)
H: eeeemmmm, não sei do que você tá falando
P: se você sabe e sabe que se trata da sua mãe (nesse momento ele ficou nervoso), então me conta
H: é, ela é uma boa mãe mesmo, me trata super bem e a gente tem confiança, é isso? Não sei por que esse interrogatório
P: não é interrogatório nem nada, e não vem com essa, eu já passei pela sua idade e sei o que você pensa. Acha que eu não percebo como você olha pra sua mãe?
H: sim, como todo filho olha para a mãe, só isso
P: Olha, vou ser direto de uma vez porque você tá dando muita volta. Eu sei que você olha pra sua mãe com outros olhos e sei que fica olhando ela no banho.

H: Eeeeeh, o que você tá dizendo? Como eu faria uma coisa dessas?

P: Não fica nervoso, tranquilo. Eu sei pelo que você tá passando e percebo como você olha pra sua mãe. Me deixa meio chateado que você não confia em mim pra contar essas coisas.

H: Na verdade, não sei o que dizer. Não é algo fácil, mas você tem razão. Faz um tempo que eu vejo a mamãe, e o casal de vocês em geral, com outros olhos...

P: Como assim? Conta pra mim, pode confiar. Se eu não falei nada quando te vi espiando, não vou falar agora.

H: É, você tem razão. Bom, não sei como dizer... Tudo começou quando eu vi a calcinha da mamãe. Aquilo me chamou a atenção (desde aquele dia eu gosto de fuçar as gavetas de roupa íntima) e quando fui pegar, senti uma coisa que nunca tinha sentido antes. E você sabe o tipo de calcinha que ela usa... Desde aquele dia, tudo começou a mudar em mim. Comecei a olhar a mamãe com mais detalhe. Foi assim também que um dia eu vi você e ela se beijando com paixão e se tocando. Na hora, minha mente pensou em mil coisas, tipo que isso é errado porque são da minha família.

P: Mas olha só o que eu tô descobrindo! Não imaginei essa coisa da roupa íntima, mas pensando bem, pode ser mesmo. Porque uma vez sua mãe fez um comentário sobre isso, mas não dei importância.

H: E... bom, é isso. Não sei mais o que você quer que eu conte. Me deixa mal falar disso.

P: Sabe que pode confiar em mim e me contar tudo o que quiser. E você, o que é que você quer de verdade?

H: Não sei. O que eu penso não pode ser, e como não pode ser, não me resta outra opção além de olhar e espiar.

P: Mas você tá louco? Como é que vai querer uma coisa dessas? Já é demais eu não falar nada sobre você espiar. Conformado com isso e respeita um pouco.

H: É, perdão.
Naquele dia não se falou mais no assunto, ele se levantou envergonhado e foi embora. Passaram-se os dias e eu não disse mais nada, e ele também não. Mas não vou negar que aquela conversa mudou algo em mim, e eu não conseguia acreditar que ele se masturbava com a calcinha da mãe... Noites sem dormir pensando nessa conversa, até que um dia decidi ajudá-lo.

No dia seguinte, fui falar com ele e disse que ia ajudá-lo no que ele queria. Obviamente deixei claro que era só pra olhar e conseguir algumas calcinhas fresquinhas pra ele. Ele me corta e pergunta:

H: Olhar? Olhar o quê?

P: Olhar o que você quiser. Eu vou deixar e vou tentar fazer com que sua mãe não perceba.

H: Ahh... você tá falando de espiar no banheiro?

P: Sim, no banheiro. E se você quiser, quando a gente transar, eu posso avisar e você fica olhando.

H: E você acha isso certo? Sabe que eu vou ficar com muito tesão olhando.

P: Não me incomoda. E sim, eu sei. Mas por enquanto é com isso que posso te ajudar. Não me importaria se você se masturbar vendo a gente transar, mas isso tem que ficar entre eu e você.

H: Sim, não conto pra ninguém...

À noite, já me preparei e avisei que a mãe dele ia tomar banho e que ele podia aproveitar pra espiar. Ela entrou no banheiro e ele ficou olhando pela janela, já que a gente colocou um banco pra conseguir ver direito. Ao vê-lo ali, aproveitei e fui espiar também. A gente ficou olhando, e o tesão que aquilo me deu foi surreal. Estar com meu filho espiando a mãe dele era uma coisa muito louca. Ele, sem dizer nada, começou a se masturbar. Aí eu fui embora e entrei no banheiro. Cumprimentei minha esposa e disse que ia pegar a roupa pra lavar. Ela disse que sim, sem saber que minha intenção era dar aquela tanga pro meu filho pra ele olhar e se masturbar com ela. Então cheguei e dei pra ele. Ele não sabia o que fazer, já estava com as duas mãos ocupadas. Disse pra ele terminar e depois colocar pra lavar. Eu, com tanto tesão, fui pro meu quarto e esperei por ela. Ela chegou e, sem dizer nada, começamos a transar. Aí eu tento deixar a porta... aberta, o que ela não queria porque sabia que nosso filho estava ali, eu disse que não, ele saiu (o que não era verdade) e abri a porta. Com a luz meio apagada, não dava para ver muito, mas percebi que nosso filho estava espiando pela porta. Essa foi uma noite de muito prazer para a família. O que meu filho mais pedia era ver as calcinhas da mãe, e eu, sempre que podia, deixava algumas no quarto dele... Assim passaram vários meses, essa cumplicidade foi aumentando cada vez mais... Depois conto mais coisas, espero que gostem.

4 comentários - Cumplicidade

Con esa cola de la mamá....no hay forma de escaparse.

Que morboooo
Cielo,,, definitivamente el morbo de lo prohibido,,, el oscuro mundo de lo deseado que al final todas sabemos que está oculto pero siempre ansiosas por llegar mas lejos y descubrir nuevas sensaciones... me han encantado tus post. Y déjame decirte que eres guapísima,,, increíblemente sexy y sensual.🔥🔥🔥🔥🔥