A cena rola no fundo de uma casa. Tarde de sol, quente pra caralho. Grama verdinha e uma piscina, nada muito chique, mas melhor que classe média.
Na beira da piscina, molhando os pés, uma mulher trans, ou um garoto feminino, chamada Jaru, 16 anos, magrinha, 1,60m, pele branca, cintura fina e barriga lisinha, uma bunda muito gostosa e cara de anjo, como se tivesse nascido mulher, vestindo um biquíni preto, fumando um cigarro e, muito linda, uma verdadeira gata.
Do lado dela, em pé com um copo de alguma bebida alcoólica, Alfredo, avô da Jaru, 58 anos, um homem corpulento, meio peludo, vestindo uma regata, short de piscina e chinelos.
E do outro lado, sentado numa espreguiçadeira, um homem de uns 40 anos, com uma câmera de vídeo gigante.
Eles conversavam enquanto se preparavam pra gravar um vídeo pornô...
- CÂMERAMAN: É meio inacreditável. Vocês são realmente avô e neta?
- AVÔ: "Neta" — corrige
- JARU: "Netinha", prefiro...
- CÂMERAMAN: E... como é que vocês acabaram tendo intimidade?
Jaru sorri, lembrando de um momento bom.
- AVÔ: Bom... foi mais ou menos um ano atrás. Jaru ainda não se vestia de mulher. Tinha começado a vir pra minha casa de segunda a quarta, porque era mais perto pra ir nuns cursos noturnos da escola dele. Chegava meio-dia, almoçávamos e eu ia tirar uma soneca, ele fazia os deveres ou via TV até eu acordar, depois lanchávamos, e ele saía de novo às 20h e voltava meia-noite.
Tudo normal por uns meses até que um dia, acordo da soneca umas 17h, saio e no corredor vejo de costas uma mulher, indo em direção à sala onde o Jaru tava. Achei estranhíssimo porque Jaru nunca tinha convidado ninguém, ainda mais uma mulher, e eu já tinha notado que ele era meio afeminado e não se dava muito com as garotas. Além disso, essa mina só tava vestindo uma camiseta e uma calcinha.
Quase entrei na sala pra ver o que rolava, mas me segurei. Talvez eles estivessem numa situação íntima, mas era estranho, ainda mais na vivendo.
Espera um pouco e, ao não sentir nenhum barulho além da TV, grito de fora: "Jaru, tá com alguém?"
"Não, por quê?" ele responde. Então entro pra ver e lá estava Jaru deitado num colchão no chão, de bruços, e aquela mulher que vi de costas era ele. De camiseta e "calcinha", e pergunto: "cê tá usando calcinha?"
- JARU: Claro, é que era uma cueca boxer, só que tava pequena pra mim e ainda mais que tenho a bunda grande...
- AVÔ: E eu digo: "parece uma calcinha, te vi agora pouco e pensei que era mulher". "Ai, vô", ele fala. Tava difícil aceitar, mas eu tava excitado. A bundinha bem formadinha, branca e com a pele bem lisinha e jovem. Decidi ir pra piscina pra me distrair, era meu neto, não podia ficar pensando essas coisas. Coloquei o short de banho, tirei a camiseta, mas a excitação era mais forte, então falei: "vou pra piscina, se quiser vir". Torcia pra ele vir e entrar só de cueca.
- JARU: Na real, já tava cansada de ver TV, então a piscina cairia como uma luva, não desconfiava nem um pouco do que ia rolar. Embora por algum motivo, já que nunca tinha passado pela minha cabeça parecer mulher, gostei que ele dissesse que eu parecia mulher.
- AVÔ: Jaru chega, eu já tava dentro d'água. Ele para na beira da piscina, descalço e de cueca boxer, vira de costas e começa a tirar a camiseta. Tirou a camiseta de um jeito tão sexy que não só parecia mulher, mas parecia que tava me seduzindo.
- JARU: Acho que não tava seduzindo ele, sei lá, mas me sentia bem de parecer mulher, talvez até tenha me feito de sexy de propósito.
- AVÔ: Ele ficou só de cueca e começou a passar protetor solar. Saiu do fundo da alma eu repetir: "você realmente parece mulher". Jaru sorriu meio sem graça e empolgada.
Então levanto de um pulo, saio da piscina, começo a me secar e ele fala: "ah, já vai?"
"Não", eu digo, "vou pegar uma coisa pra você".
- JARU: E daqui a pouco meu avô chega com uma coisa verde na mão. Um biquíni verde maçã, bem fininho. "E isso?" pergunto. Era da sua prima quando morava aqui. Quer vestir pra ver como fica?"
"Ah, vô, sério?"
"Não te dá curiosidade?" ele retruca. E a verdade é que a emoção de parecer mulher já virou atração, e eu digo sim... quero ver como fica mesmo. Aí fui pro banheiro vestir.
- AVÔ: E daqui a pouco ele chega enrolado numa toalha, dos músculos até o peito, como se tivesse peitos, como se fosse mulher.
- JARU: Tava morrendo de vergonha, mas adorava — como a tanga entrava na minha bunda, a sensação de estar quase pelado. Parei do lado da piscina...
- AVÔ: Eu já tava de novo na água, então olhava ele de baixo pra cima...
- JARU: E se eu já tinha feito a sexy pra tirar a camiseta, nem imagina a sensualidade com que tirei a toalha.
- AVÔ: Ele para na borda da piscina, vira de costas pra mim, empina aquela bundinha, e deixa a toalha cair — que ao cair acaricia a booty incrível que ele me mostrou, com a tanga verde, e minha pica ficou dura na hora. "Não só parece mulher, mas uma mulher gostosa!" falei.
- JARU: Me senti super linda e excitada, então mudei de planos. Em vez de entrar na piscina, estendi a toalha no chão e deitei de bruços pra pegar sol. Meu corpo quase nu coberto por uns fios verdes, e minha bunda a 20cm do rosto do meu avô — me excitou, até que ouvi um *click! "Vô, tirou uma foto minha?" "Sim, olha" ele fala. Me mostrou uma foto com meu cu em primeiro plano, minhas costas e nuca em segundo. "Olha, parece mesmo mulher" ele diz, e sério, nunca tinha me visto assim — realmente parecia mulher. Aí tirei várias fotos: pose sexy, de costas, de frente, de lado — todas fotos bem gostosas. Deitei de novo pra pegar sol, empinando a bundinha, e, cheio de safadeza, falei "Faz tempo que tava de cueca, então não passei protetor na booty". Meu avô saiu da piscina, pegou o protetor e voltou pra água. "Quer que eu passe em você?" ele diz. "Bora" respondi, super excitado. e começa a passar o creme nos meus glúteos. Comecei a pensar "que porra eu tô fazendo", mas me excitava ainda mais. Passar protetor solar nas duas nádegas leva no máximo 20 segundos, mas meu avô já tava há vários minutos acariciando minha bunda.
Num momento ele manda eu colocar as pernas na água, de costas pra ele, apoiando a barriga no chão da borda da piscina, ou seja, eu com a bunda bem empinada na frente dele. Eu fiz isso, e ele continuou esfregando minhas nádegas por um tempo, até que num momento ele puxa a fio dental pro lado, "vô!, aí não precisa de protetor" eu falei, mas ele não respondeu nada e, zas, eu abri os olhos bem grandes, ele passou a língua no meu ânus. "Que?" pensei eu, nunca tinha sentido nem imaginado uma sensação assim, foi suuuuper gostoso. Então nenhum dos dois continuou falando, ele só começou a chupar meu cu, delicioso, foi um bom tempo, começou a introduzir a língua, eu comecei a ficar cada vez mais excitado, já tava com uma ereção. Num momento ele coloca a fio dental de volta no lugar, me pega pela cintura, e me mete de sola na água. Já os dois na água, ele continua tocando meu corpo inteiro, eu pensava "não pode ser que isso tá acontecendo", estávamos de frente um pro outro, meu nariz encostava no pescoço dele. Ele me abraçou e continuou tocando minhas nádegas. As carícias dele eram duras e rudes. Apoiei minhas mãos no peito peludo dele, e estávamos tão coladinhos que eu sentia no peito e no pescoço o cheiro corporal de homem maduro, cada vez mais me excitava. Num momento, debaixo d'água, ele puxou minha calcinha pro lado de novo e bum, senti o dedo dele entrar no meu cu, ouvi um gemidinho dele, e sem pensar, saiu da alma, comecei a beijá-lo. Aí sim que me veio de novo à mente "que porra eu tô fazendo com meu avô". Enquanto ele começava a colocar o segundo dedo, eu abracei ele rodeando o pescoço, igual uma mulher apaixonada. Depois deixei um braço rodeando a nuca dele enquanto com a outra mão toquei de novo o peito peludo dele. Ele começou a colocar três dedos, eu tava tão mas tão excitado que a Mão que tava no peito dele comecei a descer, passando por todo o torso peludo, a barriga peluda, e minha mão chegou até a calça dele. Senti que por baixo da calça tinha uma coisa dura e quente. Com a palma da mão toquei a primeira parte do pau dele, o tronquinho, a parte mais perto da barriga, aí com os dedos apalpei e era grosso o pau do meu avô. Comecei a descer mais a mão pra sentir o pinto inteiro e, meu deus, não acabava mais, quando toquei a cabeça, ela chegava no meio da coxa. Pensei de novo: "será que tô mesmo tocando o pau do meu avô?"
A gente continuava se beijando apaixonadamente, como se fosse namorados. Ele tava abrindo minha buceta com três dedos bem duros, aí comecei a desatar o cordão do short dele, a calça caiu por gravidade e ele ficou de cueca. E nesse momento, ele puxou minha calcinha pra baixo e tirou. Baixou a cueca dele de um jeito rápido e violento. Cheguei a tocar o pau dele pelado por um segundo até que ele me pegou pela cintura, me virou de costas pra ele, e começou a esfregar o pau entre minhas nádegas. Aí encostou a cabeça do pau no meu cu, e devagarzinho, começou a se mover pra frente e pra trás. O pau dele era mais grosso que três dedos, então no começo não entrava, mas enquanto ele se mexia pra frente e pra trás, eu sentia minha buceta se abrindo aos poucos. Continuou se movendo até começar a entrar, primeiro a cabeça, depois foi indo até entrar até a metade, comecei a sentir que era gostoso. E quando já tinha entrado até a metade, ele me segurou pelo quadril com as mãos e meteu de uma vez inteiro, até o fundo.
A partir daí meu avô começou a me comer com força, soltei uns gritos, porque no começo doeu um pouco, e depois minha buceta acostumou, me entreguei toda, e ele me comeu por uns 20 minutos. Aí começou a me foder de um jeito cada vez mais violento, metia forte, fundo e duro, eu sentia que naquele momento eu pertencia a ele, até que ele soltou uma porrada de leite. Dentro. Ficou um tempão com o pau dentro, depois tirou e começou a jorrar o esperma dele na minha bunda. Fiquei um tempo com a cabeça apoiada na borda da piscina, ele saiu, se secou, vestiu a roupa e foi pra dentro sem dizer nada. Naquele dia faltei na oficina, e meu lindo avô me comeu de novo antes do jantar, depois vimos um filme na cama dele, ele me comeu de novo. Dormimos abraçados e na manhã seguinte ele me comeu de novo. E assim continuamos até hoje...
Na beira da piscina, molhando os pés, uma mulher trans, ou um garoto feminino, chamada Jaru, 16 anos, magrinha, 1,60m, pele branca, cintura fina e barriga lisinha, uma bunda muito gostosa e cara de anjo, como se tivesse nascido mulher, vestindo um biquíni preto, fumando um cigarro e, muito linda, uma verdadeira gata.
Do lado dela, em pé com um copo de alguma bebida alcoólica, Alfredo, avô da Jaru, 58 anos, um homem corpulento, meio peludo, vestindo uma regata, short de piscina e chinelos.
E do outro lado, sentado numa espreguiçadeira, um homem de uns 40 anos, com uma câmera de vídeo gigante.
Eles conversavam enquanto se preparavam pra gravar um vídeo pornô...
- CÂMERAMAN: É meio inacreditável. Vocês são realmente avô e neta?
- AVÔ: "Neta" — corrige
- JARU: "Netinha", prefiro...
- CÂMERAMAN: E... como é que vocês acabaram tendo intimidade?
Jaru sorri, lembrando de um momento bom.
- AVÔ: Bom... foi mais ou menos um ano atrás. Jaru ainda não se vestia de mulher. Tinha começado a vir pra minha casa de segunda a quarta, porque era mais perto pra ir nuns cursos noturnos da escola dele. Chegava meio-dia, almoçávamos e eu ia tirar uma soneca, ele fazia os deveres ou via TV até eu acordar, depois lanchávamos, e ele saía de novo às 20h e voltava meia-noite.
Tudo normal por uns meses até que um dia, acordo da soneca umas 17h, saio e no corredor vejo de costas uma mulher, indo em direção à sala onde o Jaru tava. Achei estranhíssimo porque Jaru nunca tinha convidado ninguém, ainda mais uma mulher, e eu já tinha notado que ele era meio afeminado e não se dava muito com as garotas. Além disso, essa mina só tava vestindo uma camiseta e uma calcinha.
Quase entrei na sala pra ver o que rolava, mas me segurei. Talvez eles estivessem numa situação íntima, mas era estranho, ainda mais na vivendo.
Espera um pouco e, ao não sentir nenhum barulho além da TV, grito de fora: "Jaru, tá com alguém?"
"Não, por quê?" ele responde. Então entro pra ver e lá estava Jaru deitado num colchão no chão, de bruços, e aquela mulher que vi de costas era ele. De camiseta e "calcinha", e pergunto: "cê tá usando calcinha?"
- JARU: Claro, é que era uma cueca boxer, só que tava pequena pra mim e ainda mais que tenho a bunda grande...
- AVÔ: E eu digo: "parece uma calcinha, te vi agora pouco e pensei que era mulher". "Ai, vô", ele fala. Tava difícil aceitar, mas eu tava excitado. A bundinha bem formadinha, branca e com a pele bem lisinha e jovem. Decidi ir pra piscina pra me distrair, era meu neto, não podia ficar pensando essas coisas. Coloquei o short de banho, tirei a camiseta, mas a excitação era mais forte, então falei: "vou pra piscina, se quiser vir". Torcia pra ele vir e entrar só de cueca.
- JARU: Na real, já tava cansada de ver TV, então a piscina cairia como uma luva, não desconfiava nem um pouco do que ia rolar. Embora por algum motivo, já que nunca tinha passado pela minha cabeça parecer mulher, gostei que ele dissesse que eu parecia mulher.
- AVÔ: Jaru chega, eu já tava dentro d'água. Ele para na beira da piscina, descalço e de cueca boxer, vira de costas e começa a tirar a camiseta. Tirou a camiseta de um jeito tão sexy que não só parecia mulher, mas parecia que tava me seduzindo.
- JARU: Acho que não tava seduzindo ele, sei lá, mas me sentia bem de parecer mulher, talvez até tenha me feito de sexy de propósito.
- AVÔ: Ele ficou só de cueca e começou a passar protetor solar. Saiu do fundo da alma eu repetir: "você realmente parece mulher". Jaru sorriu meio sem graça e empolgada.
Então levanto de um pulo, saio da piscina, começo a me secar e ele fala: "ah, já vai?"
"Não", eu digo, "vou pegar uma coisa pra você".
- JARU: E daqui a pouco meu avô chega com uma coisa verde na mão. Um biquíni verde maçã, bem fininho. "E isso?" pergunto. Era da sua prima quando morava aqui. Quer vestir pra ver como fica?"
"Ah, vô, sério?"
"Não te dá curiosidade?" ele retruca. E a verdade é que a emoção de parecer mulher já virou atração, e eu digo sim... quero ver como fica mesmo. Aí fui pro banheiro vestir.
- AVÔ: E daqui a pouco ele chega enrolado numa toalha, dos músculos até o peito, como se tivesse peitos, como se fosse mulher.
- JARU: Tava morrendo de vergonha, mas adorava — como a tanga entrava na minha bunda, a sensação de estar quase pelado. Parei do lado da piscina...
- AVÔ: Eu já tava de novo na água, então olhava ele de baixo pra cima...
- JARU: E se eu já tinha feito a sexy pra tirar a camiseta, nem imagina a sensualidade com que tirei a toalha.
- AVÔ: Ele para na borda da piscina, vira de costas pra mim, empina aquela bundinha, e deixa a toalha cair — que ao cair acaricia a booty incrível que ele me mostrou, com a tanga verde, e minha pica ficou dura na hora. "Não só parece mulher, mas uma mulher gostosa!" falei.
- JARU: Me senti super linda e excitada, então mudei de planos. Em vez de entrar na piscina, estendi a toalha no chão e deitei de bruços pra pegar sol. Meu corpo quase nu coberto por uns fios verdes, e minha bunda a 20cm do rosto do meu avô — me excitou, até que ouvi um *click! "Vô, tirou uma foto minha?" "Sim, olha" ele fala. Me mostrou uma foto com meu cu em primeiro plano, minhas costas e nuca em segundo. "Olha, parece mesmo mulher" ele diz, e sério, nunca tinha me visto assim — realmente parecia mulher. Aí tirei várias fotos: pose sexy, de costas, de frente, de lado — todas fotos bem gostosas. Deitei de novo pra pegar sol, empinando a bundinha, e, cheio de safadeza, falei "Faz tempo que tava de cueca, então não passei protetor na booty". Meu avô saiu da piscina, pegou o protetor e voltou pra água. "Quer que eu passe em você?" ele diz. "Bora" respondi, super excitado. e começa a passar o creme nos meus glúteos. Comecei a pensar "que porra eu tô fazendo", mas me excitava ainda mais. Passar protetor solar nas duas nádegas leva no máximo 20 segundos, mas meu avô já tava há vários minutos acariciando minha bunda.
Num momento ele manda eu colocar as pernas na água, de costas pra ele, apoiando a barriga no chão da borda da piscina, ou seja, eu com a bunda bem empinada na frente dele. Eu fiz isso, e ele continuou esfregando minhas nádegas por um tempo, até que num momento ele puxa a fio dental pro lado, "vô!, aí não precisa de protetor" eu falei, mas ele não respondeu nada e, zas, eu abri os olhos bem grandes, ele passou a língua no meu ânus. "Que?" pensei eu, nunca tinha sentido nem imaginado uma sensação assim, foi suuuuper gostoso. Então nenhum dos dois continuou falando, ele só começou a chupar meu cu, delicioso, foi um bom tempo, começou a introduzir a língua, eu comecei a ficar cada vez mais excitado, já tava com uma ereção. Num momento ele coloca a fio dental de volta no lugar, me pega pela cintura, e me mete de sola na água. Já os dois na água, ele continua tocando meu corpo inteiro, eu pensava "não pode ser que isso tá acontecendo", estávamos de frente um pro outro, meu nariz encostava no pescoço dele. Ele me abraçou e continuou tocando minhas nádegas. As carícias dele eram duras e rudes. Apoiei minhas mãos no peito peludo dele, e estávamos tão coladinhos que eu sentia no peito e no pescoço o cheiro corporal de homem maduro, cada vez mais me excitava. Num momento, debaixo d'água, ele puxou minha calcinha pro lado de novo e bum, senti o dedo dele entrar no meu cu, ouvi um gemidinho dele, e sem pensar, saiu da alma, comecei a beijá-lo. Aí sim que me veio de novo à mente "que porra eu tô fazendo com meu avô". Enquanto ele começava a colocar o segundo dedo, eu abracei ele rodeando o pescoço, igual uma mulher apaixonada. Depois deixei um braço rodeando a nuca dele enquanto com a outra mão toquei de novo o peito peludo dele. Ele começou a colocar três dedos, eu tava tão mas tão excitado que a Mão que tava no peito dele comecei a descer, passando por todo o torso peludo, a barriga peluda, e minha mão chegou até a calça dele. Senti que por baixo da calça tinha uma coisa dura e quente. Com a palma da mão toquei a primeira parte do pau dele, o tronquinho, a parte mais perto da barriga, aí com os dedos apalpei e era grosso o pau do meu avô. Comecei a descer mais a mão pra sentir o pinto inteiro e, meu deus, não acabava mais, quando toquei a cabeça, ela chegava no meio da coxa. Pensei de novo: "será que tô mesmo tocando o pau do meu avô?"
A gente continuava se beijando apaixonadamente, como se fosse namorados. Ele tava abrindo minha buceta com três dedos bem duros, aí comecei a desatar o cordão do short dele, a calça caiu por gravidade e ele ficou de cueca. E nesse momento, ele puxou minha calcinha pra baixo e tirou. Baixou a cueca dele de um jeito rápido e violento. Cheguei a tocar o pau dele pelado por um segundo até que ele me pegou pela cintura, me virou de costas pra ele, e começou a esfregar o pau entre minhas nádegas. Aí encostou a cabeça do pau no meu cu, e devagarzinho, começou a se mover pra frente e pra trás. O pau dele era mais grosso que três dedos, então no começo não entrava, mas enquanto ele se mexia pra frente e pra trás, eu sentia minha buceta se abrindo aos poucos. Continuou se movendo até começar a entrar, primeiro a cabeça, depois foi indo até entrar até a metade, comecei a sentir que era gostoso. E quando já tinha entrado até a metade, ele me segurou pelo quadril com as mãos e meteu de uma vez inteiro, até o fundo.
A partir daí meu avô começou a me comer com força, soltei uns gritos, porque no começo doeu um pouco, e depois minha buceta acostumou, me entreguei toda, e ele me comeu por uns 20 minutos. Aí começou a me foder de um jeito cada vez mais violento, metia forte, fundo e duro, eu sentia que naquele momento eu pertencia a ele, até que ele soltou uma porrada de leite. Dentro. Ficou um tempão com o pau dentro, depois tirou e começou a jorrar o esperma dele na minha bunda. Fiquei um tempo com a cabeça apoiada na borda da piscina, ele saiu, se secou, vestiu a roupa e foi pra dentro sem dizer nada. Naquele dia faltei na oficina, e meu lindo avô me comeu de novo antes do jantar, depois vimos um filme na cama dele, ele me comeu de novo. Dormimos abraçados e na manhã seguinte ele me comeu de novo. E assim continuamos até hoje...
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